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Flamengo arrasa o Grêmio e está na final

Com mais um atuação de gala do seu ataque, o Flamengo atropelou o Grêmio em um Maracanã praticamente lotado e garantiu seu retorno à final da Copa Libertadores após 38 anos. O time carioca goleou o rival gaúcho por um contundente placar de 5 a 0, na noite desta quarta-feira, 23, e selou sua classificação à decisão, após empate por 1 a 1 no jogo de ida.

A goleada contrastou com o primeiro tempo do aguardado duelo, em que a equipe de Jorge Jesus parou na marcação gremista. O Flamengo deslanchou somente na etapa final, com quatro gols em 25 minutos, e aplicou uma surpreendente e sonora goleada no adversário gaúcho. Gabriel comandou a vitória, com dois gols e participação nos três primeiros da partida.

A equipe mandante anotou apenas um gol na etapa inicial, mas ampliou logo no primeiro minuto do segundo tempo. Anotou o terceiro aos 10 e passou a controlar a partida com total domínio, diante do espanto e do desânimo da equipe de Renato Gaúcho. Até os zagueiros Rodrigo Caio e Pablo Mari balançaram as redes. Aos 30 do segundo tempo, a torcida rubro-negra já fazia a festa, com direito a “olé”.

O triunfo garantiu o Flamengo em sua segunda final da Libertadores. Na primeira, ainda em 1981, foi campeão. Na decisão deste ano, em jogo único, o adversário será o River Plate, atual campeão e com a confiança elevada após eliminar o arquirrival Boca Juniors na outra semifinal. A grande final está marcada para 23 de novembro, em Santiago, no Chile.

O jogo

Como era esperado, o Flamengo partiu para cima assim que iniciou a partida. Mais atento, após os vacilos do jogo de ida, o time gaúcho conteve as investidas do rival. Com uma formação ofensiva reforçada por Arrascaeta, que voltou de lesão antes do previsto, o Fla testava a defesa gremista pelo meio e pelas laterais, sem sucesso.

Na defesa, tentava não ser surpreendido, principalmente pela direita de sua defesa, diante dos avanços de Everton Cebolinha. Para tanto, contou também com o retorno de Rafinha, atuando com uma proteção no rosto após cirurgia.

Afora uma cabeçada de Gabriel sem maior perigo, aos 10, o Flamengo esteve aquém do esperado nos primeiros 30 minutos do duelo. Parava com frequência na marcação gremista, que mantinha o confronto concentrado no meio-campo.

Tanto que a primeira chance clara de gol foi dos visitantes. Aos 18, Everton investiu pela esquerda e cruzou com perigo na área. Diego Alves deu rebote nos pés de Maicon, que desperdiçou chance incrível. Como resposta, Bruno Henrique cabeceou com perigo aos 26.

A partir dos 30, o time carioca passou a encontrar maior espaço na defesa rival. Gabriel tentou de bicicleta aos 34 e, numa rápida finalização, aos 39. A insistência foi premiada aos 41, novamente em jogada do atacante. Ele recebeu livre pela direita, bateu forte e Paulo Victor deu rebote, devidamente aproveitado por Bruno Henrique na pequena área.

O gol acendeu o Fla na partida. E nem mesmo os 15 minutos de intervalo amenizaram o novo ímpeto da equipe carioca. Logo no primeiro minuto da etapa final, chegou ao segundo gol. Após cobrança de escanteio, Gabriel pegou a sobra, girou rapidamente e acertou belo chute, direto para o fundo das redes.

A vantagem ficou ainda maior aos 10 minutos, quando Bruno Henrique sofreu pênalti duvidoso. Gabriel bateu no canto esquerdo de Paulo Victor e voltou a fazer a festa da torcida no Maracanã.

A vitória rubro-negra se transformou em goleada em apenas quatro minutos, em dois lances de bola parada. Aos 21, Arrascaeta bateu escanteio na área e Pablo Marí surgiu por trás da defesa gremista para cabecear para o gol. Em seguida, aos 25, foi Everton Ribeiro quem cobrou falta na área e Rodrigo Caio escorou de cabeça com facilidade. Nos dois casos, Kannemann não conseguiu acompanhar os zagueiros do Fla.

Com a vitória sacramentada, Jorge Jesus colocou Diego em campo, na vaga de Gerson. O meio-campista voltava ao gramado após três meses, recuperado de grave lesão. Foi o suficiente para coroar a festa da torcida, satisfeita com a goleada e o retorno do jogador.

FICHA TÉCNICA:

FLAMENGO 5 x 0 GRÊMIO

FLAMENGO – Diego Alves; Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Marí e Filipe Luis; Willian Arão, Gerson (Diego), Everton Ribeiro, Arrascaeta (Piris da Motta) e Bruno Henrique (Vitinho); Gabriel Barbosa. Técnico: Jorge Jesus.

GRÊMIO – Paulo Victor; Paulo Miranda, Geromel, Kannemann e Cortez; Maicon (Diego Tardelli), Matheus Henrique, Alisson (Thaciano), Michel e Everton; André (Pepê). Técnico: Renato Gaúcho.

GOLS – Bruno Henrique, aos 41 minutos do primeiro tempo. Gabriel, a 1 e aos 10 (pênalti), Pablo Marí, aos 21, e Rodrigo Caio, aos 25 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Kannemann, Rodrigo Caio, Everton.

ÁRBITRO – Patricio Loustau (Argentina).

RENDA – R$ 8.150.645,00.

PÚBLICO – 63.409 pagantes (69.981 no total).

LOCAL – Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).

 

Band

 

 

Brasil segura Argentina, ganha por 2 a 0 e vai à final

Jogar no Mineirão não é problema para o Brasil. É perigo, sim, para a Argentina. A seleção brasileira foi eficiente, contou com a sorte quando precisou, e bateu a equipe de Lionel Messi por 2 a 0 nesta terça-feira para garantir vaga na final da Copa América. Pela segunda vez em menos de três anos os argentinos vieram para Belo Horizonte e vão embora com derrota.

O Brasil não foi brilhante. O time de Tite levou duas bolas na trave (uma em cada tempo), deu espaço excessivo para Messi e foi dominado durante boa parte do jogo. No entanto, teve a favor o brilho de jogadas individuais e o equilíbrio defensivo para sacramentar a volta à final da Copa América depois de 12 anos. A próxima parada agora é no domingo, contra Peru ou Chile.

A semifinal começou disputada, aguerrida e com muitas faltas. Inflamados pela cantoria das torcidas durante os hinos, os jogadores exageraram na força das divididas. Os times se estudaram nos primeiros minutos, em busca de um encaixe. Casemiro grudou em Messi, Coutinho era vigiado por De Paul e a partida era travada. Embora com menos posse de bola, a Argentina deu o primeiro susto, em um chute de Paredes.

O Brasil tocou a bola com paciência e saiu na frente após Daniel Alves desequilibrar. Foram dois lindos dribles até a bola chegar na ponta para Firmino cruzar para a área. Gabriel Jesus só tirou do goleiro Armani para abrir o placar, aos 18 minutos. A torcida cantou animada no Mineirão, confiante e livre do sufoco de ver a agonia de um 0 a 0 se arrastar por muito tempo.

Mas logo depois quem começou a dominar o jogo foi a Argentina. Messi passou a ditar o ritmo pelo lado direito, pois recebia a bola com liberdade e encontrava sempre com quem tabelar. Aos 29 minutos, o camisa 10 cobrou uma falta para Agüero acertar o travessão e deixar o Mineirão em apuros. O lance fez o time alviceleste crescer e ficar muito perto do empate. Acuados, os brasileiros ficaram à espera do fim do primeiro tempo.

No intervalo, o presidente Jair Bolsonaro desceu ao gramado para cumprimentar torcedores enquanto o técnico Tite mexia na equipe. Éverton saiu e deu lugar a Willian. A alteração foi para fazer o time ter mais chegada pelo lado esquerdo e não só na direita. Uma tentativa boa, porém insuficiente para solucionar o problema chamado Messi. O camisa continuava a incomodar bastante.

A cada participação dele no jogo, uma horda de brasileiros tentava recuperar a bola de forma desesperada. A Argentina encontrava espaços no segundo tempo, inclusive com uma liberdade absurda para Messi. O camisa 10 teve a comodidade de entrar na área aos 11 minutos e acertar a trave. A Argentina era melhor no jogo e ousou minutos depois, ao colocar Di María e ganhar mais um atacante.

O Brasil estava dominado pelo adversário, sem saída de jogo, como se fosse um boxeador nas cordas. Quando o empate parecia perto e o time aparentava cansaço novamente Gabriel Jesus resolveu. Aos 25 minutos, ele puxou sozinho um contra-ataque, enfrentou três argentinos e só rolou para Firmino completar. Os 2 a 0 premiaram a eficiência, mas não o domínio de quem estava melhor no jogo.

A partida ficou ainda mais faltosa no fim. O Brasil demonstrou cansaço, amenizado somente pelos gritos de “olé” e de “eliminado” vindos da torcida. Abatidos, os argentinos viram o quanto a seleção brasileira pode ser eficiente e fatal. Aliviada, a seleção brasileira passa por mais um jogo sem sofrer gol e se aproxima do título.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 2X0 ARGENTINA

BRASIL: Alisson, Daniel Alves, Marquinhos (Miranda), Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro, Arthur e Philippe Coutinho; Gabriel Jesus (Allan), Roberto Firmino e Éverton (Willian). Técnico: Tite.

ARGENTINA: Armani; Foyth, Pezzella, Otamendi e Tagliafico (Dybala); Paredes, De Paul (Lo Celso), Acuña (Di María) e Messi; Agüero e Martinez. Técnico: Lionel Scaloni.

Gols: Gabriel Jesus, aos 18 minutos do primeiro tempo. Roberto Firmino, aos 25 do segundo tempo.

Árbitro: Roddy Zambrano (Equador)

Cartões amarelos: Tagliafico, Acuña, Daniel Alves, Foyth, Martinez, Allan, Agüero

Público: 52.235 pagantes

Renda: R$ 18.744.445,00.

Local: Mineirão, em Belo Horizonte.

 

Estadão

 

 

Confira os duelos das quartas de final da Copa do Brasil: clássico mineiro é o destaque

O sorteio dos confrontos das quartas de final da Copa do Brasil colocou Atlético-MG e Cruzeiro frente a frente. Os dois times vão se enfrentar por uma vaga nas semifinais da competição nas semanas dos dias 10 e 17 de julho. Não houve direcionamento, e os oito times classificados para esta fase poderiam se enfrentar.

Taça da Copa do Brasil — Foto: João Guerra

Taça da Copa do Brasil — Foto: João Guerra

Confira abaixo os duelos dessa fase da competição:

  • Bahia* x Grêmio
  • Atlético-MG* x Cruzeiro
  • Athletico-PR x Flamengo*
  • Palmeiras x Internacional*
    *Terão o mando de campo no jogo de volta

– Muito respeito pelo nosso grande rival, já vivendo a expectativa de muitas emoções para essa partida. É um mata-mata importante, e passando nos credencia para uma final da Copa do Brasil. Acredito que nosso jogo será no Independência, mas vamos esperar a decisão do presidente – afirmou Marques, diretor de futebol do Atlético-MG.

O Atlético-MG mandará seu jogo no Independência, e o Cruzeiro receberá o jogo de ida no Mineirão.

– Estávamos esperando, era uma possibilidade e vamos nos preparar da melhor maneira possível. Há uma rivalidade grande entre torcidas e clubes. Prepara para chegar nas semifinais – disse Marcelo Djian, diretor de futebol do Cruzeiro.

Flamengo e Athletico-PR reeditarão a final da Copa do Brasil de 2013, quando o clube carioca conquistou seu terceiro título da competição. Único time oriundo da primeira fase ainda vivo, o Bahia terá pela frente o Grêmio. Líder invicto do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras pegará o Internacional.

* Estagiário supervisionado por Thales Soares

GE

 

Botafogo joga atrás e perde para Fortaleza no jogo de ida da final

Com uma postura defensiva, o Botafogo-PB não ofereceu perigo ao Fortaleza na noite desta quinta-feira (23), na Arena Castelão, e perdeu o jogo de ida da decisão da Copa do Nordeste 2019 por 1 a 0.

O centroavante Wellington Paulista fez o único do gol do jogo, que garante aos cearenses a vantagem de jogar pelo empate no jogo de volta, marcado para a próxima quarta-feira (29), no estádio Almeidão, em João Pessoa.

Para a grande finalíssima, o técnico Evaristo Piza, do Botafogo-PB, deve contar com o retorno do meia Marcos Aurélio, que cumpriu suspensão automática em Fortaleza.

Maispb 

 

 

Belo vence o Naça e sai na frente na disputa por vaga na final

Nacional e Botafogo-PB entraram em campo na noite desta quarta-feira (10), no Estádio José Cavalcanti, em Patos, pela primeira partida das equipes nas semifinais do Campeonato Paraibano. O jogo foi bastante movimentado, com direito a expulsão de jogador e invasão de dirigente e torcedor em campo, mas, no fim da disputa, quem saiu vitorioso foi o Belo, de virada, por 2 a 1, com gols de Marcos Aurélio e Dico, levando vantagem para o jogo de volta, em João Pessoa, precisando apenas de um empate para se classificar à final. O único gol do Naça foi marcado por Ranieri.

No início do jogo, os botafoguenses tiveram a iniciativa de se mandar para o ataque. Após alguns minutos de pressão do Belo, o Nacional equilibrou as ações e a partida ficou bem corrida. E não demorou muito para o Naça mostrar que não ia se sentir intimidado pela equipe de melhor campanha na competição. Aos 13 minutos, Birungueta fez cruzamento na medida, direto para o zagueiro Ranieri, que cabeceou para o chão e estufou a rede do Botafogo-PB, abrindo o placar para o time da casa.

Aos 21 minutos, Birungueta, o mesmo que fez o cruzamento que culminou com o gol do Nacional, fez falta em Marcos Aurélio, parando contra-ataque do Belo. O árbitro, então, aplicou o cartão vermelho direto, deixando o Naça com um atleta a menos em campo. Com a expulsão, o clima ficou tenso: o presidente do Conselho Deliberativo do Nacional de Patos, Zé Ivan, entrou em campo para reclamar com a arbitragem. Após quatro minutos de tumulto, o jogo recomeçou, mas a tensão ficou no ar.

O jogo seguiu bastante corrido e o Botafogo-PB chegou ao empate aos 38 minutos, com o camisa 10 Marcos Aurélio. O jogador cobrou falta direto, a bola desviou na barreira e enganou o goleiro Geffson. O duelo ficou, então, mais cadenciado até o fim do primeiro tempo.

A segunda etapa começou equilibrada. Pelo menos nos minutos iniciais, ao contrário do primeiro tempo, nada de muito emocionante ou bonito tecnicamente era visto na partida. Novidade, mesmo, só aos 27 minutos, com a virada do Belo em um golaço de Dico. O camisa 11 recebeu de Marcos Aurélio e, da entrada da área, acertou um belo chute, sem chances para Geffson.

Aos 29 minutos, um torcedor do Nacional de Patos invadiu o campo. Ele foi em direção a jogadores do Botafogo-PB, mas acabou sendo contido e retirado do local. A partida prosseguiu normalmente após o ocorrido.

Após o gol do time alvinegro, o Nacional tentou acelerar o ritmo e buscar o empate, mas o Botafogo-PB cadenciou o toque de bola e apenas administrou o resultado.

(Foto: Kayo Silva)

portalcorreio

 

 

São Paulo supera Palmeiras nos pênaltis e vai à final

O São Paulo decidirá o título do Campeonato Paulista após 13 anos. Na tarde deste domingo o time enfrentou o Palmeiras no Allianz Parque, onde jamais venceu, e, apesar de não ter conseguido quebrar o longo tabu, saiu de campo com a tão sonhada classificação após novo empate sem gols no tempo regulamentar e a vitória nos pênaltis por 5 a 4.

A última vez que o Tricolor havia disputado o título do Estadual foi em 2003, quando perdeu por 3 a 2 para o Corinthians no jogo de ida e também no jogo de volta.

Agora, o São Paulo espera o vencedor do confronto entre Santos e Corinthians, que acontece nesta segunda-feira, às 20h (de Brasília), no estádio do Pacaembu, para saber quem será seu adversário na grande final do Paulistão. Independentemente de quem avançar, o Tricolor joga a primeira partida no Morumbi, no próximo domingo.

O jogo

O primeiro tempo foi bastante agitado no Allianz Parque. Com o domínio dos 45 minutos iniciais, o Palmeiras buscou pressionar o rival assim que a bola rolou, mas foi o São Paulo quem chegou com perigo pela primeira vez. Aos sete minutos, Antony deu passe em profundidade para Everton, que, dentro da área, chegou a desviar, mas Fernando Prass ficou com a bola.

Daí em diante o Verdão não deu sossego para os visitantes. Aos 12 minutos, Dudu recebeu na ponta direita e bateu cruzado, rasteiro, forçando Tiago Volpi a fazer a defesa. No rebote, Ricardo Goulart chegou batendo, mas Luan apareceu na hora “h” para travar o arremate. Dois minutos depois, em cobrança de escanteio, foi a vez de Deyverson deixar a torcida com o grito de gol entalado na garganta. Após cobrança de escanteio, o atacante ficou com a sobra e bateu na saída do goleiro são-paulino, mas mandou para fora.

Por conta da enorme pressão do Palmeiras nos primeiros 30 minutos, o time comandado por Luiz Felipe Scolari acabou tendo uma queda de intensidade na reta final do primeiro tempo, permitindo ao São Paulo jogar mais. Desta forma, o Tricolor, com mais liberdade, criou a principal chance da etapa inicial. Aos 43 minutos, Everton deu passe açucarado para Antony, deixando o garoto na cara do gol, porém, Fernando Prass apareceu bem e fez grande defesa para manter o 0 a 0 no placar.

Segundo tempo

No segundo tempo o VAR teve que entrar em ação logo aos três minutos. Igor Gomes deixou Everton na cara do gol, dentro da área, e o atacante estufou as redes. O árbitro auxiliar prontamente marcou impedimento, mas Flavio Rodrigues de Souza fez questão de consultar o vídeo para saber se, de fato, o tento tricolor havia sido irregular. Após alguns minutos, ele acabou invalidando a jogada. O Palmeiras procurou responder pouco depois. Dudu recebeu na esquerda e tocou para Deyverson, que desviou levemente na bola e obrigou Tiago Volpi a afastar de manchete.

O Palmeiras voltou a assustar aos 11 minutos de jogo. Após erro cometido por Bruno Alves na saída de bola, Gustavo Scarpa recebeu na direita, se livrou da marcação já dentro da área e bateu rasteiro, no cantinho, carimbando a trave. Já o Tricolor por pouco não balançou as redes com Antony aos 16, quando o atacante bateu cruzado e mandou rente à trave esquerda de Fernando Prass, porém, o jogador são-paulino estava impedido.

De tanto martelar, o Palmeiras, enfim, conseguiu abrir o placar aos 32 minutos. Diogo Barbosa, que substituiu Victor Luis, fez boa jogada individual pela esquerda e cruzou à meia altura para Deyverson, que, dentro da área, dominou e bateu sem chances para Tiago Volpi. No entanto, após nova consulta ao VAR, o árbitro anulou o tento alviverde, levando a decisão para os pênaltis.

Penalidades

Nos pênaltis, melhor para o São Paulo, que mesmo desperdiçando a cobrança decisiva com Tiago Volpi, acabou superando o Palmeiras nos chutes alternados por 5 a 4.

Nenê, Everton Felipe, Hudson, Carneiro, de cavadinha, e Bruno Alves marcaram os gols do São Paulo. Bruno Henrique, Gustavo Gomez, Luan e Diogo Barbosa converteram para o Palmeiras, que viu Ricardo Goulart e Zé Rafael desperdiçarem suas cobranças.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 0 (4) X (5) 0 SÃO PAULO

Local: Allianz Parque, em São Paulo

Data: 7 de abril de 2018, domingo

Horário: 16h (de Brasília)

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza

Assistentes:Marcelo Van Gasse e Alex Ang Ribeiro

Público: 39.751 torcedores

Renda: R$ 2.655.699,30

Cartões amarelos: Gustavo Gomez e Deyverson (Palmeiras); Hudson, Reinaldo e Everton (São Paulo)

PALMEIRAS: Prass; Mayke, Luan, Gustavo Gomez e Victor Luis (Diogo Barbosa); Felipe Melo, Bruno Henrique e Ricardo Goulart; Scarpa (Zé Rafael), Deyverson e Dudu

Técnico: Luiz Felipe Scolari

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Hudson, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Luan, Liziero e Igor Gomes; Antony, Everton (Carneiro) Felipe e Everton

Técnico: Cuca

Gazeta Esportiva

 

Flamengo vence o Fluminense e vai à final da Taça Rio

Com um gol marcado por Éverton Ribeiro, nos acréscimos, o Flamengo derrotou o Fluminense por 2 a 1, em partida disputada na noite desta quarta-feira, no Maracanã. O resultado classificou a equipe rubro-negra para a decisão da Taça Rio. O time dirigido por Abel Braga vai enfrentar o vencedor do duelo desta quinta-feira entre Vasco e Bangu, válido pela outra semifinal da competição. Os gols que decidiram o clássico foram marcados por Renê, no primeiro tempo, e Éverton Ribeiro, no segundo para o Flamengo, enquanto Yony González anotou o do Tricolor das Laranjeiras.

Mesmo ficando com dez jogadores antes do intervalo, por causa da expulsão de Bruno Henrique, o Flamengo foi sempre mais objetivo do que o adversário e mereceu a vitória em uma partida muito nervosa. O árbitro mostrou dois cartões vermelhos e 11 cartões amarelos para tentar controlar os ânimos sempre exaltados dos jogadores dos dois times. O Fluminense começou bem, mas se perdeu com reclamações com a arbitragem e nem soube aproveitar a vantagem numérica durante quase todo o segundo tempo para segurar o empate que lhe daria a vaga.

Éverton Ribeiro comemora seu gol durante partida entre Fluminense X Flamengo válida pela semifinal da Taça Rio do campeonato Carioca de 2019, no estádio do Maracanã, zona norte da cidade, nesta quarta-feira (27/03)
Éverton Ribeiro comemora seu gol durante partida entre Fluminense X Flamengo válida pela semifinal da Taça Rio do campeonato Carioca de 2019, no estádio do Maracanã, zona norte da cidade, nesta quarta-feira (27/03)

Foto: RUDY TRINDADE/FRAMEPHOTO / Estadão Conteúdo

Logo no primeiro minuto, um lance polêmico. Após cobrança de falta, Léo Santos mandou para as redes, mas o assistente marcou irregularidade na jogada. O árbitro Marcelo de Lima Henriques solicitou o auxilio do VAR e depois de alguns minutos de paralisação com muitos protestos de jogadores e comissão técnica das duas equipes, o lance foi realmente anulado por falta em Rodrigo Caio.

Aos sete minutos, a defesa tricolor saiu jogando errado e a bola ficou com Uribe que desperdiçou a chance, chutando fraco nas mãos de Rodolfo. O jogo ficou tenso com os jogadores abusando de entradas duras e gerando desentendimentos frequentes. Aos 11 minutos, Renê cruzou da esquerda e Bruno Henrique subiu para desviar de cabeça, mas mandou para fora. A partida seguia truncada pelo excesso de faltas, forçando o árbitro a intervir seguidamente para controlar os ânimos dentro de campo.

Comemoração do gol de Yony Gonzalez, do Fluminense, em partida contra o Flamengo, válida por uma vaga na decisão da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca, realizado no Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã), na zona norte do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (27).
Comemoração do gol de Yony Gonzalez, do Fluminense, em partida contra o Flamengo, válida por uma vaga na decisão da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca, realizado no Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã), na zona norte do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (27).

Foto: MARCELLO DIAS/ELEVEN / Estadão Conteúdo

O Fluminense só voltou a incomodar aos 19 minutos quando Ganso cruzou para Yony González, mas Rodrigo Caio conseguiu aliviar o perigo. O time dirigido por Fernando Diniz atacava muito pelo lado esquerdo, setor onde Everaldo levava vantagem sobre Pará, mas não conseguia dar criar situações de perigo para o gol defendido por Diego Alves.

Escalado sem o meia Diego e o atacante Gabigol, o Flamengo encontrava grande dificuldade para se articular ofensivamente e os atacantes Bruno Henrique e Uribe eram pouco acionados. Mesmo sem fazer uma boa partida, o time dirigido por Abel Braga marcou o primeiro gol, aos 29 minutos. Vitinho bateu forte, Rodolfo deu rebote e Bruno Henrique ajeitou para a conclusão de Renê.

Bruno Henrique, do Flamengo, em partida contra o Fluminense e Flamengo, válida por uma vaga na decisão da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca, realizado no Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã), na zona norte do Rio de Janeiro, nesta quarta- feira (27).
Bruno Henrique, do Flamengo, em partida contra o Fluminense e Flamengo, válida por uma vaga na decisão da Taça Rio, o segundo turno do Campeonato Carioca, realizado no Estádio Jornalista Mário Filho (Maracanã), na zona norte do Rio de Janeiro, nesta quarta- feira (27).

Foto: MARCELLO DIAS/ELEVEN / Estadão Conteúdo

A partida continuou truncada com muita reclamação contra a arbitragem, principalmente por parte dos tricolores que não se conformavam com as marcações de Marcelo de Lima Henriques. Aos 37 minutos, Ronaldo derrubou Yony González nas proximidades da área. Ganso bateu e Diego Alves rebateu de soco. A bola voltou para Ganso que teve o seu chute bloqueado pela zaga rubro-negra.

Três minutos depois, o Flamengo teve a chance de ampliar quando Vitinho cruzou e Bruno Henrique cabeceou para grande defesa de Rodolfo. Aos 42, Gilberto recuou mal para Rodolfo, Uribe chegou antes do goleiro, mas concluiu para fora. Aos 46 minutos, Luciano recebeu bom passe de Everaldo e arriscou, mas a bola não levou perigo para Diego Souza.

Nos acréscimos, o volante Airton sentiu um problema muscular e pediu para sair. E antes que o árbitro encerrasse o primeiro tempo, Bruno Henrique atingiu Gilberto de forma desleal e recebeu cartão vermelho direto, deixando o Flamengo com dez jogadores.

O segundo tempo começou com o mesmo panorama do primeiro. Muitas jogadas ríspidas por parte das duas equipes e muitas reclamações contra a arbitragem, inclusive por parte das comissões técnicas das duas equipes. Com vantagem numérica, o Tricolor das Laranjeiras tentava sufocar o adversário para buscar o empate. Aos nove minutos, Everaldo fez boa jogada e tocou para Ganso que se livrou da marcação e chutou, mas Léo Duarte desviou para escanteio.

Aos 15 minutos, o Fluminense empatou depois de outra intervenção do VAR.  Tudo começou quando Everaldo foi derrubado na área por Léo Duarte e o árbitro mandou o jogo seguir, mas foi avisado pelo árbitro de vídeo e ao consultar as imagens, marcou pênalti que Yony González converteu com categoria. Muito nervoso desde o primeiro tempo, o técnico Abel Braga foi advertido pelo árbitro para que parasse com as reclamações a cada marcação. E o Flamengo parecia o reflexo do seu treinador. Um time nervoso e com problemas na organização do jogo.

Arbitro Marcelo de Lima Henrique recorre ao VAR pela segunda vez e marca pênalti durante Fluminense x Flamengo pela semifinal da Taça Rio (Campeonato Carioca), realizada no Maracanã, nesta noite de quarta-feira (27), no Rio de Janeiro, RJ.
Arbitro Marcelo de Lima Henrique recorre ao VAR pela segunda vez e marca pênalti durante Fluminense x Flamengo pela semifinal da Taça Rio (Campeonato Carioca), realizada no Maracanã, nesta noite de quarta-feira (27), no Rio de Janeiro, RJ.

Foto: CELSO PUPO/FOTOARENA / Estadão Conteúdo

Depois da parada técnica, o Rubro-negro da Gávea tentou colocar os nervos no lugar para tentar o empate. Aos 27 minutos, Éverton Ribeiro foi derrubado por Ganso nas proximidades da área, mas a cobrança não resultou em nada de positivo. Aos 30 minutos, o técnico Abel Braga decidiu tornar sua equipe mais ofensiva e trocou o volante Ronaldo pelo atacante Arrascaeta.

Com a vantagem do empate, o Fluminense não mostrava tanto ímpeto para buscar o gol e apenas Everaldo seguia dando trabalho aos zagueiros rubro-negros com suas investidas pelo lado esquerdo. Aos 36 minutos, o time dirigido por Fernando Diniz teve ótima chance para ampliar. Gilberto fez boa jogada pela direita e cruzou para a cabeçada forte de Yony González, mas a bola se chocou com o travessão.

Para tentar mais fôlego ao time, o treinador tricolor trocou Bruno Silva por Dodi. O Fluminense adotou uma postura mais defensiva, enquanto o Flamengo partiu para tentar o segundo gol que lhe daria a classificação. Aos 43 minutos, Lucas Silva chutou e a bola bateu em Caio Henrique dentro da área. Os rubro-negros pediram a marcação de pênalti, mas o árbitro nada viu de irregular na jogada.

Os jogadores seguiam envolvidos em confusão a cada lance polêmico, a cada entrada mais dura.  O goleiro Diego Alves passou a ir tentar cabeçada na área tricolor a cada bola parada a favor da sua equipe. Aos 47 minutos, Renê evitou o segundo gol do Fluminense ao desarmar Everaldo que recebeu de Luciano e se preparava para concluir na área. Um minuto depois,o Flamengo desempatou. Lucas Silva foi derrubado por Léo Santos na área e o árbitro marcou pênalti que Éverton Ribeiro bateu com categoria para garantir a vitória rubro-negra.

Logo depois, Ganso recebeu o cartão vermelho por reclamação. E no final da partida, jogadores das duas equipes ainda se envolveram em nova confusão.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 1 X 2 FLAMENGO

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Data: 27 de março de 2019 (Quarta-feira)

Horário: 21h30 (de Brasília)

Público: 21.973 pagantes

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)

Assistentes: Luiz Cláudio Regazone (RJ) e Thiago Corrêa Farinha (RJ)

Cartão Amarelo: Luciano, Matheus Ferraz, Airton, Dodi, Everaldo (Flu); Bruno Henrique, Ronaldo, Éverton Ribeiro, Willian Arão, Diego Alves, Pará (Fla)

Cartão Vermelho: Paulo Henrique Ganso (Flu) e Bruno Henrique (Fla)

Gols:

FLUMINENSE: Yony González, aos 15 minutos do segundo tempo

FLAMENGO: Renê, aos 29 minutos do primeiro tempo e Éverton Ribeiro, aos 48 minutos do segundo tempo

FLUMINENSE: Rodolfo; Gilberto, Léo Santos, Matheus Ferraz e Caio Henrique; Aírton (Allan), Bruno Silva (Dodi) e Paulo Henrique Ganso; Luciano, Everaldo e Yony González

Técnico: Fernando Diniz

FLAMENGO: Diego Alves; Pará, Léo Duarte, Rodrigo Caio e Renê; Ronaldo (Arrascaeta), Willian Arão, Vitinho( Lucas Silva) e Everton Ribeiro: Bruno Henrique e Uribe (Vitor Gabriel)

Técnico: Abel Braga

Gazeta Esportiva

 

Na reta final da campanha, Lula escreve nova carta à Paraíba e reforça importância de ter Luiz Couto no Congresso

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encaminhou, nesta segunda-feira (1), nova nova carta direcionada ao povo da Paraíba. No texto, ele agradece pelo apoio dos paraibanos que, de acordo com as pesquisas de intenção de votos, deverão votar em sua maioria no candidato a presidente do PT, Fernando Haddad.

Lula lembrou ainda a importância da eleição de Luiz Couto (PT) como senador em um cenário tendo Haddad como presidente.

Segundo Lula, a eleição de Luiz Couto é fundamental para fazer o Brasil voltar a sonhar, ao lado de Haddad.

Confira a íntegra do documento:

Em nova carta à Paraíba, Lula diz que Luiz Couto é fundamental para ajudar o Brasil voltar a sonhar

 

PB Agora

 

Flu abre o placar, sofre empate, mas segura Fla e se garante na final

O Fluminense está na final da Taça Rio! Com a vantagem do empate por ter tido a melhor campanha na fase de grupos, o time tricolor abriu o placar, sofreu um gol no fim, mas segurou o ímpeto rubro-negro e garantiu a vaga na decisão. Gum, ainda no primeiro tempo, balançou a rede para a equipe de Abel Braga, enquanto Everton Ribeiro, perto do fim do duelo, deixou tudo igual: 1 a 1.

Fluminense 1 x 1 Flamengo: as imagens no clássico
Fluminense 1 x 1 Flamengo: as imagens no clássico

Foto: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C. / LANCE!

Agora, o time das Laranjeiras vai encarar o Botafogo – que venceu o Vasco na outra semifinal – no domingo, no Maracanã, em jogo que, mais que o título, vale a vantagem para a semifinal do Campeonato Carioca.

PASSADO 
Como esperado, neste primeiro encontro entre Dourado e a torcida do Flu, outrora do mesmo lado, não foi nada amistoso e pôde-se ouvir de tudo vindo da arquibancada. Pelo lado rubro-negro, houve resposta.

TRUNCADO 
Com o gramado castigado pela chuva (e jogo no dia anterior), o primeiro tempo foi equilibrado, mas, praticamente, entre as intermediárias. Chances claras, uma para cada lado: Dourado parou em grande defesa de Júlio César e Ayrton Lucas quase contou com o desvio da zaga, mas a bola foi para fora.

GOL E HOMENAGEM
Nos acréscimos, após cobrança de escanteio, Gum, de cabeça, abriu o placar e homenageou Noah, filho que está por vir.

O QUE É ISSO?
O panorama não mudou muito no segundo tempo. Até piorou. Em certo momento, o jogo virou um “pega pra capar”, com chegadas mais fortes e nenhum futebol arte.

MUDANÇA
A entrada de Vinícius Jr. na vaga de Renê – Everton Ribeiro foi para a lateral -, no intervalo, fez com que o lado esquerdo do Flamengo ficasse mais perigoso, mas logo o Fluminense conseguiu e neutralizar o adversário.

QUASE 
O Fla quase empatou com Jonas, de cabeça, em lance que Júlio César salvou. Já o Flu, poderia ter ampliado, mas Gilberto, depois de contra-ataque, mandou para longe.

ANULOU 
Gum chegou a marcar novamente, mas a arbitragem assinalou posição irregular do zagueiro.

INCENDIOU 
Quase no fim, Everton Ribeiro aproveitou rebote e marcou um bonito gol, incendiando time e torcida. Depois disso, o Flamengo foi para o tudo ou nada, mas o Flu segurou o adversário e saiu com a vaga.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 1 X 1 FLAMENGO

Data-Hora: 22/03/2018 – às 20h (de Brasília)
Local: Estádio Nilton Santos, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Maurício Machado Coelho Junior (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Eduardo de Souza Couto (RJ)
Público/renda: 16.923 pagantes / R$ 548.310,00
Cartões amarelos: Pedro e Júlio César (FLU); Éverton Ribeiro, Jonas e Réver (FLA)
Cartões vermelhos: 
Gols: Gum (46’/1ºT – 1×0) e Everton (40’/2ºT – 1×1)

FLUMINENSE: Júlio César; Renato Chaves, Gum e Ibañez; Gilberto, Jádson, Richard (Douglas, 27’/2ºT), Ayrton Lucas e Sornoza; Marcos Júnior (Pablo Dyego, 12’/2ºT) e Pedro (Marlon, 39’/2ºT). Técnico: Abel Braga.

FLAMENGO: Diego Alves; Rodinei, Réver, Juan e Renê (Vinicius Júnior, intervalo); Jonas, Diego e Lucas Paquetá; Everton Ribeiro (Cuéllar, 22’/2ºT), Everton e Henrique Dourado (Felipe Vizeu, 32’/2ºT). Técnico: Paulo César Carpegiani.

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Renato Chaves falha, e Fla abre vantagem sobre Flu na final

O Flamengo largou na frente na disputa pelo título do Campeonato Carioca. Graças a uma falha bisonha do zagueiro Renato Chaves, o Rubro-Negro venceu o Fluminense, por 1 a 0, na noite deste domingo, no Maracanã. O time da Gávea foi superior no primeiro tempo e segurou o ímpeto do Tricolor das Laranjeiras na segunda etapa. No geral, o jogo foi bom e com muitas chances.

Fluminense x Flamengo
Fluminense x Flamengo

Foto: Reginaldo Pimenta / Raw Image / LANCE!

No próximo domingo, o Flamengo joga pelo empate para conquistar o Estadual. O Fluminense, por outro lado, precisa vencer por dois gols de diferença para levar o troféu sem depender da disputa por pênaltis.

O Flamengo partiu para cima do Fluminense nos primeiros minutos e chegou com perigo em duas finalizações. A boa movimentação de Éverton dificultava a marcação tricolor, e Guerrero fazia o pivô de maneira inteligente. Acuado, o time de Abel tentava sair no contra-ataque, mas tinha muitas dificuldades.

O Flu demorou a entrar no jogo, mas mostrou que estava vivo em falta sofrida por Richarlison. O atacante quase invadiu a área do Flamengo e animou a os tricolores. Por alguns momentos, o jogo ficou num intenso lá e cá, com as torcidas indo à loucura. Berrío levantou o Maracanã com suas arrancadas em altíssima velocidade, mas faltava eficácia.

De maneira inesperada e bisonha, Renato Chaves deu um presente para Éverton abrir o placar aos 33 minutos. Pará lançou para frente, aparentemente num lance sem perigo. Contudo, o zagueiro se atrapalhou, perdeu o tempo da bola e furou. O camisa 22 do Flamengo aproveitou, ajeitou o corpo e chutou colocado, sem defesa para Cavalieri.

As equipes continuaram criando oportunidades. Na mais clara delas, o Flu quase empatou. Léo foi lançado por Wellington Silva e cruzou para a área, rasteiro, mas Rafael Vaz cortou perfeitamente.

SEGUNDO TEMPO

O Fluminense iniciou o segundo tempo pressionando, em busca do empate. O time de Abel Braga criou boas chances pelas pontas, mas o Flamengo estava atento na defesa. A galera tricolor quase explodiu de alegria quando Richarlison acertou o travessão em chute desviado em Rafael Vaz.

Com o Flu avançado, o Rubro-Negro tinha espaço para tentar contra-ataques. Num deles, Guerrero quase ampliou. O peruano deu bom chute cruzado da entrada da área, mas Cavalieri se esticou e espalmou.

O jogo ficou um pouco morno com o passar do tempo, mas, ainda assim, aberto. Nos minutos finais, a emoção voltou. O Fla teve boas chances para aumentar a vantagem, mas faltou pontaria. O Flu também pressionou, mas o jogo terminou mesmo 1 a 0.

FICHA TÉCNICA:

FLUMINENSE 0 X 1 FLAMENGO

Data/hora : 30/4/2017, às 16h
Local : Maracanã (RJ)
Árbitro : João Batista de Arruda (RJ)
Auxiliares : Rodrigo Figueiredo (RJ) e Wagner de Almeida Santos (RJ)
Cartões amarelos : Henrique, Léo e Sornoza (FLU), Márcio Araújo, Trauco e Mancuello (FLA)
Público e renda : 34.926 pagantes / 40.898 presentes / R$ 1.660.605,00

Gol : Éverton, 33’/1°T (0-1)

FLUMINENSE : Diego Cavalierri, Lucas, Renato Chaves, Henrique e Léo; Orejuela, Wendel (Douglas, 27’/2°T) e Sornoza; Wellington Silva (Marcos Junior, 28’/2°T) Richarlison (Pedro, 36’/2°T) e Henrique Dourado. Técnico : Abel Braga.

FLAMENGO : Muralha, Pará, Réver, Vaz e Trauco; Márcio Araújo, Arão e Rômulo (Mancuello, 17’/1°T); Berrío (Matheus Sávio, 41’/2°T), Éverton e Guerrero (Leandro Damião, 33’/2°T). Técnico : Zé Ricardo.

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