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Flu sai na frente, toma virada da Chape, mas arranca empate no fim

NELSON PEREZ/FLUMINENSE F.C.
Foto: LANCE!

Não foi nesta segunda-feira que o Fluminense venceu a Chapecoense. No Giulite Coutinho, os times fizeram um jogo para lá de movimentado e que terminou de forma dramática. O empate de 3 a 3 saiu com o Tricolor das Laranjeiras marcando já nos acréscimos da etapa final, com Marcos Junior.

Sem Dourado – poupado com dores na virilha esquerda -, coube a Richarlison abrir o placar logo antes dos dois minutos. O gol saiu após boa troca de passes. Scarpa recebeu na entrada da área e deu passe para o camisa 70, que finalizou cruzado, sem chance para Jandrei.

A vantagem fez mal ao time de Abel. A Chape acordou e passou a dominar as ações ofensivas, apesar de terminar o primeiro tempo com menor posse de bola. Rossi, após ganhar dividida de Reginaldo, invadiu a área e deslocou Júlio César: 1 a 1.

A partir daí, o confronto ficou aberto, com seguidas chances para os dois lados. Com dificuldade na saída de bola, o Flu só criou nas bolas aéreas. Por duas vezes, Henrique subiu livre na área, mas cabeceou mal.

A virada veio em uma jogada característica da equipe de Vagner Mancini. Reinaldo cobrou lateral na área, Girotto ganhou a primeira bola e Artur Cayke subiu livre para colocar a bola na rede do Fluminense.

Léo, que tenta repetir o feito de Reinaldo no Tricolor há tempos – sem sucesso até agora -, foi sacado no intervalo por Abel. Wellington Silva entrou muito bem em seu lugar.

A entrada do camisa 11 deu ao Flu a criatividade que faltou na etapa inicial. Os volantes da Chape não deram espaços para Scarpa criar, mas Wellington encontrou liberdade pela esquerda. Na segunda vez que partiu para cima de Diego Renan, o atacante deixou o marcador para trás e cruzou. Pedro mergulhou e tocou de peito para deixar tudo igual

Quando Rossi foi expulso, a torcida tricolor nas arquibancadas, mas a Chape mostrou porque é o carrasco do Tricolor. Artur Cayke cabeceou e, em lance duvidoso, venceu Júlio César. O Flu contestou, mas o árbitro confirmou a passagem da bola da linha e o gol catarinense.

O final de jogo foi dramático. Flu partiu para cima. Wellington rabiscou pela esquerda de novo e, dessa vez, Marcos Junior foi quem apareceu na área e empatou o confronto já nos acréscimos. Richarlison teve a chance para dar ao Tricolor a primeira vitória sobre a Chape, mas Jandrei garantiu o empate.

FLUMINENSE 3 X 3 CHAPECOENSE
FICHA TÉCNICA 

Data/Horário: 3/7/2017, às 20h
Local: Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita (RJ)
Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino Valadao (GO)
Auxiliares: Cristhian Passos Sorence (GO) e Fabricio Vilarinho da Silva (Fifa/GO)
Renda/Público: Ainda não divulgados.

Cartões amarelos: Richarlison, Orejuela e Marcos Junior (FLU); Lucas Mineiro, Diego Renan, Rossi e Fabricio Bruno (CHA)
Cartão vermelho: Rossi (CHA).

GOLS: Richarlison (1-0, 1’/1ºT), Rossi (1-1, 12’/1ºT), Arthur Cayke (1-2, 41’/1ºT), Pedro (2-2, 24’/2ºT), Artur Cayke (2-3, 36’/2ºT) e Marcos Junior (3-3, 47’/2ºT)

FLUMINENSE: Júlio César; Lucas (Lucas Fernandes, 39’/2ºT), Henrique, Reginaldo e Léo (Wellington SIlva, Intervalo); Orejuela (Marcos Junior, 39’/2ºT), Wendel e Gustavo Scarpa; Marcos Calazans, Richarlison e Pedro – T: Abel Braga

CHAPECOENSE: Jandrei; Diego Renan (Nathan Pelae, 41’/2ºT), Douglas Grolli, Fabrício e Reinaldo; Andrei Girotto, Lucas Mineiro e Lucas Marques; Rossi, Arthur Cayke (Luiz Otávio, 45’/2ºT) e Wellington Paulista (Lourency, 30’/2ºT) – T: Vagner Mancini

LANCE!

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Ministério da Saúde declara fim da emergência em saúde pública por zika e microcefalia

Mosquito Aedes aegypti é responsável pela transmissão de dengue, zika e chikungunya (Foto: Felipe Dana/Arquivo/AP Photo)

Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (11), o fim da emergência nacional em saúde pública por zika e microcefalia no Brasil. O governo tinha declarado a situação de emergência em novembro de 2015, quando foi notado um aumento incomum dos casos de microcefalia no Nordeste. A malformação foi, posteriormente, relacionada à infecção pelo vírus da zika.

Segundo a pasta, o fim da emergência ocorre devido à queda no número de casos de zika e microcefalia no país. Do início do ano até 15 de abril, foram registrados 7.911 casos de zika no país, o que representa uma redução de 95,4% em relação a 2016. Na mesma época do ano passado, havia 170.535 casos da doença.

Em 2017, foram confirmados 230 novos casos de microcefalia e 2.837 casos suspeitos continuam sob investigação. Ao todo, desde o início da emergência em saúde, em novembro de 2015, o Ministério da Saúde recebeu 13.490 notificações de casos suspeitos de microcefalia, dos quais 2.653 foram confirmados.

No primeiro ano da emergência – desde o início da emergência até o fim de 2016 – o país teve 2.205 casos confirmados de bebês afetados, de um total de mais de 10 mil notificações de suspeitas. Além disso, 259 mortes de fetos e recém-nascidos tiveram a confirmação de relação com o vírus nesse período.

De acordo com o governo, o Brasil “não preenche mais os requisitos exigidos para manter o estado de emergência”, que são: impacto do evento sobre a saúde pública; se é incomum ou inesperado e se há risco de propagação internacional.

Redução de casos de arboviroses

Nos primeiros meses de 2017, até o dia 15 de abril, o Brasil registrou 113.381 casos suspeitos de dengue, 43.010 de chikungunya e 7.911 de zika. Somadas, as três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti tiveram uma redução de 88,9% no número de casos em comparação ao mesmo período de 2016. Os dados são de boletim epidemiológico elaborado pelo Ministério da Saúde.

 G1

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Promotor diz que escola da PB funciona como bar no fim de semana; prefeitura nega

Imagem mostra freezer, mas registro foi feito em aula
Imagem mostra freezer, mas registro foi feito em aula

A Comarca de Pilar foi acionada para investigar denúncia de que a Escola Municipal Cecília Alves da Fonseca, que fica na Zona Rural do município, estaria funcionando como bar nos fins de semana. A cidade fica a 55 km de João Pessoa.

Uma imagem divulgada na internet mostra um freezer dentro de uma sala de aula, mas o momento do registro é na hora das atividades da escola, inclusive com a presença de professora.

A denúncia teria sido feita por líderes comunitários e recebida pelo promotor Marinho Mendes, que considerou a situação “absurda” e disse que vai propor ação pública para investigar o fato.

Ao Portal Correio, o prefeito do município, Benício Neto, disse que também apura a situação, mas de antemão afirmou que a denúncia não é verídica. Ele disse que entrou em contato com a Secretaria da Educação e abriu um inquérito administrativo.

“Acontece que o freezer está quebrado e foi retirado da cozinha para liberar espaço. O equipamento foi colocado provisoriamente na sala de aula, enquanto não é providenciado o conserto. Quem fez a denúncia agiu com má fé, no intuito de prejudicar a gestão municipal”, disse Benício Neto.

“Existe um bar próximo à escola, na rua por trás. Mas de forma alguma essa atividade foi realizada dentro da instituição de ensino. De toda forma, abrimos um inquérito administrativo junto à Secretaria de Educação para esclarecer totalmente a situação”, completou o prefeito.

Portal Correio

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Chuva atinge pelo menos 78 cidades da Paraíba no fim de semana, diz Aesa

Segundo informações da Aesa, choveu em mais de 78 cidades paraibanas neste fim de semana (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
Segundo informações da Aesa, choveu em mais de 78 cidades paraibanas neste fim de semana (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Pelo menos 78 cidades registraram chuvas neste fim de semana na Paraíba, segundo dados divulgados pela Agência de Gestão das Águas do Estado (Aesa). A cidade de Monteiro, no Cariri paraibano, registrou o maior índice pluviométrico, com 115 mm. Já Taperoá, também no Cariri, teve o menor índice de chuvas, com apenas 0,3 mm.

Em Monteiro, a chuva forte causou algamentos em alguns bairros da cidade. A barragem São José, um dos mananciais que abastece o município, sangrou na noite de sábado (1º) e foi um atrativo para moradores próximos do local que se banharam no sangradouro na manhã do domingo (2). Outras cidades de que tiveram bons índices pluviométricos foram Manaíra e Mãe D’ Água, no Sertão do estado, com 91,6 mm e 81,2 mm, respectivamente.

Ainda na região sertaneja, as cidades de Cacimba de Areia, com 77,7 mm, e Teixeira, com 61, 2 mm, apresentaram bons índices pluviométricos. No Litoral, a cidade de Jacaraú foi a que registrou o maior índice de chuva, com 47,1 mm. Em João Pessoa, a Aesa mediu pouco mais de 20 mm de chuva no fim de semana.

Em contrapartida, alguns municípios apresentam um índice chuvas muito baixo durante os três dias do fim de semana. Foi o caso, por exemplo, da cidade de Campina Grande, no Agreste paraibano, que registrou apenas 0,4 mm. No município de Boqueirão, onde está localizado o açude Epitácio Pessoa, que abastece 19 municípios, choveu apenas 0,7 mm.

G1

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MPF pede fim de serviços bancários nos Correios por falta de segurança

OLYMPUS DIGITAL CAMERAEm razão da falta de garantia de segurança nas agências dos Correios na Paraíba, o Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal que proíba a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) de prestar atendimentos como Banco Postal por meio de suas agências.

 Na ação, o MPF também pede que o Banco do Brasil seja condenado a suspender a execução do contrato de correspondente bancário firmado com a ECT por também não garantir a segurança das agências dos Correios.
Caso o pedido seja deferido e a ECT descumpra, o MPF pede que seja aplicada multa diária em valor não inferior a R$ 50 mil.
Para o Ministério Público Federal, o Banco do Brasil estrutura  suas agências com a segurança adequada, mas não dispensa o mesmo tratamento às instalações das agências dos Correios que passaram a desempenhar, como seu correspondente, a mesma atividade.
“É descabido assim o Banco do Brasil desempenhar o serviço bancário, pulverizando-o por intermédio de agências dos Correios, aumentando seus lucros e, apesar disso, escusar-se da responsabilidade correlata, deixando-a a cargo das frágeis e suscetíveis unidades da ECT”, afirma o Ministério Público. O MPF também requer a condenação dos Correios e do Banco do Brasil por dano moral coletivo.
O serviço de Banco Postal – Com o objetivo de disseminar o serviço bancário, franqueando-o às comunidades de praticamente todas as cidades do interior do país, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos passou a atuar como correspondente bancário, inicialmente, do Banco Bradesco, na condição de Banco Postal. Ocorre que a prestação do serviço tem atraído a atenção de criminosos que se aproveitam da precária infraestrutura de segurança das agências dos Correios para praticarem assaltos e roubos, “delitos que já fazem parte do cotidiano da população paraibana”, conforme destaca o MPF na ação ajuizada.
Estudos realizados pela Polícia Federal na Paraíba e informações dos próprios Correios, demonstram a vulnerabilidade das agências, que passaram a ser alvo frequente da ação de criminosos. Os assaltos aos Correios colocam em risco a integridade física da população das localidades em que estão estabelecidas as agências, uma vez que se tornou comum a troca de tiros em via pública e a captura de reféns, mesmo aqueles que não são os consumidores do serviço de Banco Postal.
Explosão de ocorrências – Em material encaminhado ao MPF, a Delegacia da Polícia Federal na Paraíba, que atua na Repressão a Crimes Contra o Patrimônio, apresentou um resumo das ocorrências de roubos e furtos às agências dos Correios na Paraíba. Os dados da PF mostram certa estabilidade de ocorrências entre 2011 e 2014, seguida de uma verdadeira explosão a partir de 2015. Somente no ano de 2016, de janeiro até setembro, foram registradas 100 ocorrências, sendo 66 assaltos à mão armada e 34 furtos com arrombamentos.
As informações da Polícia Federal apontam que, até 18 de outubro de 2016, já havia 709 ocorrências de crimes envolvendo agências dos Correios na Paraíba, em sua maioria nas pequenas cidades do estado. Ocorreram 569 assaltos e 140 arrombamentos.
MaisPB com Assessoria

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Veja o que muda com o fim da franquia de bagagem

bagagemQuem comprar passagem aérea a partir desta terça-feira (14) vai ter que ficar atento às regras de cobrança de bagagens que deverão ser implementadas pelas companhias aéreas. Entra em vigor amanhã o novo regulamento aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para o transporte aéreo de passageiros, que prevê a possibilidade de as empresas cobrarem por qualquer bagagem despachada.

Cada empresa está definindo como será feita a cobrança pela bagagem, por isso os passageiros devem se informar antes de comprar a passagem. A GOL e a Azul anunciaram que terão uma classe tarifária mais barata para os clientes que não despacharem bagagens. A Latam disse que continuará com a franquia de 23 quilos nos próximos meses, mas ainda este ano passará a cobrar R$ 50 pela primeira mala e R$ 80 pela segunda despachada nos voos domésticos. A Avianca disse que não vai cobrar pelo despacho de bagagens no início da vigência da nova resolução, pois prefere estudar a questão mais profundamente durante os próximos meses.

A possibilidade de cobrança de bagagens vai valer para quem comprar passagem a partir de amanhã (14), ou seja, quem já tiver a passagem comprada antes desse dia não vai sofrer as alterações. Atualmente, as companhias são obrigadas a oferecer um limite de bagagem sem custo para os passageiros (23 quilos, no caso de voos domésticos, e duas malas de 32 quilos para voos internacionais). Com a mudança, as empresas terão total liberdade para oferecer passagens com ou sem franquia, que poderá ser contratada na hora da compra do bilhete ou no momento do check-in.

Além da liberdade para a cobrança da bagagem despachada, a Anac determinou que a franquia de bagagem de mão deve passar de 5 para 10 quilos.

Justiça

O fim da franquia de bagagens está sendo questionado na Justiça pelo Ministério Público Federal e pela Ordem dos Advogados do Brasil. Além disso, o Senado aprovou um projeto proibindo o fim da franquia, mas a matéria ainda tem que ser analisada pela Câmara dos Deputados.

Veja a lista das novas regras da Anac:

Antes do voo:

– As empresas aéreas deverão informar o valor total a ser pago pelo consumidor no anúncio da passagem, já incluídas as taxas aeroportuárias e tarifas de embarque.

– O consumidor deve ser informado sobre as principais regras de alteração do contrato, o valor do reembolso, tempos de voo e conexão e regras de bagagem, como valor de excesso e franquia praticada pela empresa.

– Na hora da venda da passagem, serviços e produtos adicionais não podem estar pré-selecionados, para evitar que o consumidor acabe comprando sem querer um serviço.

– As empresas devem oferecer passagens com regras mais flexíveis para alterações. Pelo menos uma das opções de passagem deve garantir 95% de reembolso ao passageiro no caso de mudanças.

– As multas para alteração da passagem ou reembolso não podem ultrapassar o valor pago pela passagem.

– As empresas deverão corrigir erros na grafia do nome do passageiro sem ônus, para evitar problemas de embarque e cobranças indevidas.

– O consumidor terá 24 horas para desistir da compra da passagem sem ônus, no caso de passagens compradas com mais de sete dias antes da data do voo.

– As mudanças de horário, itinerário ou conexão no voo pela companhia devem ser avisadas com antecedência mínima de 72 horas ao passageiro. Se a alteração for superior a 30 minutos, o passageiro tem direito a desistir do voo.

– As empresas aéreas não são mais obrigadas a oferecer franquia de bagagens aos passageiros. As companhias poderão decidir a franquia de bagagem oferecer, e o consumidor poderá escolher o serviço.

– A franquia da bagagem de mão passa de 5 para 10 quilos, observado o limite de volume e as regras de segurança da Anac.

– As empresas deverão oferecer informações mais claras sobre o pagamento de excesso de bagagem, para evitar o “fator surpresa” no despacho. Atualmente, o preço do excesso depende da tarifa comercializada em cada voo. Com a mudança, o passageiro deverá saber quanto vai pagar pelo excesso na hora da compra da passagem.

– As empresas devem apresentar regras mais claras sobre procedimentos e documentação para embarque.

– Os passageiros devem cumprir requisitos para embarque, como documentos, vistos e vacinas e devem atender a instruções e avisos

Durante o voo:

– O passageiro deve informar à empresa aérea se carrega na bagagem bens de valor superior a R$ 5,2 mil. O objetivo é evitar conflitos em casos de extravio de bagagem e facilitar eventuais indenizações

– As empresas não poderão cancelar automaticamente o trecho de retorno quando o passageiro avisar que não fará uso do trecho de ida. Ou seja, se o passageiro perder o trecho de ida, ele pode utilizar o trecho de volta, mediante aviso à companhia aérea. A regra vale para voos domésticos

– Caso a empresa deixe de embarcar o passageiro, por overbooking por exemplo, ele deve ser indenizado em cerca de R$ 1 mil para voos domésticos e R$ 2 mil para internacionais

– A Anac decidiu manter os direitos dos passageiros no caso de atrasos ou cancelamentos de voos, como comunicação, alimentação, transporte e hospedagem. No entanto, houve alteração na regra: a hospedagem em hotel deve ser oferecida pela empresa apenas em caso de necessidade de pernoite. Em outros casos, a acomodação pode ser feita em outros locais, como nas salas VIP dos aeroportos.

Depois do voo:

– As bagagens extraviadas devem ser restituídas em até sete dias para voos domésticos. Atualmente, o prazo é de 30 dias. Para voos internacionais, o prazo permanece em 21 dias.

– As despesas do passageiro em função do extravio de bagagem, como compra de roupas e itens necessários, devem ser ressarcidas, no caso de passageiros que estejam fora de seu domicílio. O passageiro deve ser indenizado em até sete dias após o registro do extravio.

 Agência Brasil

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Aesa registra chuvas em 70 cidades da Paraíba, durante fim de semana

chuvaDos 223 municípios da Paraíba pelo menos 70 registraram chuvas durante o fim de semana na Paraíba. Os dados foram divulgados pela Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), que mostram que os maiores registros de chuvas ocorreram em cidades do Sertão do Estado. O maior volume ocorreu no município de Poço de José de Moura, no Sertão paraibano, que teve um volume de 55,8 mm de chuvas entre a sexta-feira (16) até 7h (horário local) desta segunda-feira (19).

Ainda segundo os dados da Aesa, a segunda cidade com mais chuvas no fim de semana foi Joca Claudino (52 mm), seguida de Triunfo (47,6 mm); Sousa (39,4 mm); Bernardino Batista (39 mm), todas localizadas no Sertão do Estado.

Segundo a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, a atuação de um vórtice ciclônico tem provocado o aumento da nebulosidade em todo o Nordeste. Esse sistema geralmente atua nesta época do ano, trazendo nuvens e chuvas pra região”, disse ela.

Na manhã desta segunda-feira, a Aesa confirmou a presença de muitas nuvens em todo o estado, associadas ao sistema e a previsão é de chuva a qualquer hora do dia. “A previsão é de que as chuvas continuem. O sistema ainda está atuando e para os próximos dias pode ocorrer chuvas isoladas, principalmente na região do Sertão da Paraíba.

Ainda segundo os dados da Aesa, da sexta-feira até a manhã desta segunda-feira, Campina Grande, no Agreste do estado recebeu um volume de 9,6 mm de chuvas. A capital João Pessoa registrou 36 mm. Já as cidades de Patos e Cajazeiras, no Sertão, tiveram índices de 3,6 mm e 5,1 mm respectivamente.

ANA libera uso da água do açude de Boqueirão, na Paraíba (Foto: Reprodulção/TV Paraíba)Boqueirão está com apenas 5% do volume total
(Foto: Reprodulção/TV Paraíba/Arquivo)

Cariri
Na região do Cariri paraíba, onde está a bacia hidrográfica que leva água para o açude Epitácio Pessoa, conhecido como Açude de Boqueirão, as chuvas registradas no fim de semana foram de intensidade fraca a moderada. Outro Velho registrou 1,5 mm de chuva no domingo (18).

Entretanto, Marle Bandeira destacou que elas são importantes para preparar o solo para escoar a água das chuvas mais fortes.

“Isso é muito bom porque já vai molhando a terra. Então as chuvas que virão já podem escorrer [para o açude] porque o solo já está com bastante água. Par ao escoamento da água, essas chuvas que antecedem o período chuvoso é bem-vinda”, explica ela.

G1 PB

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Figueirense empata no fim e mantém Corinthians em jejum e fora do G-6

corintiansO Corinthians parecia ter a vitória encaminhada na noite desta quarta-feira, mas o Figueirense alcançou o empate nos acréscimos com Rafael Moura, em impedimento. Com o placar de 1 a 1 no Orlando Scarpelli, a equipe corintiana continua fora do grupo de acesso à Copa Libertadores. Camacho, no primeiro tempo, havia aberto o marcador.

Agora com 51 pontos, o Corinthians, que entraria no G-6 com a vitória, segue na sétima posição e já não vence há um mês. O Figueirense, com possibilidades remotas de rebaixamento, terá chances de permanência, pelo menos, até a rodada do fim de semana. Com 35 pontos, um deles conquistado graças ao gol de Rafael Moura, está a cinco do Vitória, o primeiro acima da zona de descenso.

Rafael Moura joga um banho de água fria sobre os corintianos

Um gol nos acréscimos, por meio de bola parada, permitiu ao Figueirense alcançar o empate com a vitória pessoal de Rafael Moura sobre Pedro Henrique pelo alto em impedimento. O centroavante, campeão brasileiro pelo Corinthians em 2005, já havia marcado anteriormente, também impedido.

Camacho joga mais à frente e marca para o Corinthians

Não foi um dia de grande inspiração para os corintianos, mas o meia ex-Audax criou, quase sozinho, o lance do único gol corintiano. Passou pela marcação do Figueirense e acertou bonito chute – Gatito Fernández não pulou bem na bola e deixou passar. Foi o primeiro gol de Camacho com a camisa do Corinthians.

O melhor: Rodriguinho

Com a braçadeira de capitão, mostrou novamente por que é um dos poucos destaques do ano. Chamou a responsabilidade, criou ótimas situações e foi o diferencial corintiano em campo.

O pior: Marquinhos Gabriel

Foi a terceira partida consecutiva ruim do jogador de quem se espera muito mais. Errou domínio, tropeçou e pouco criou. Seja pela direita ou pela esquerda.

Figueirense ganha sobrevida com empate e decide a vida no domingo

Se as chances de rebaixamento do Figueira eram de 98% até o começo da rodada, agora a permanência passa a ser um objetivo mais que remoto, mas houve uma sobrevida por conta do empate. Assim, o jogo de domingo é mais do que decisivo, pois marca visita ao Vitória no Barradão. Trata-se justamente do principal rival pela permanência.

Léo Santos estreia bem; Pedro Henrique volta a ser batido em gol

A defesa que teve as presenças de Walter, recuperado de lesão, e Fagner, que voltou às pressas da seleção, teve também atuação segura de Léo Santos, 17 anos e estreante da noite. Já o companheiro Pedro Henrique voltou a ser superado em um gol sofrido pelo Corinthians – foi assim, recentemente, contra Chapecoense e Cruzeiro. Ele perdeu no alto para Rafael Moura, que estava impedido em poucos centímetros.

Corinthians progride pouco após mais 9 dias de treinamento com Oswaldo 

A mudança no posicionamento de Camacho foi uma escolha pessoal do treinador e se mostrou decisiva para o gol corintiano. Giovanni Augusto, Lucca e Marquinhos Gabriel, porém, os homens mais avançados, voltaram a jogar mal. O desempenho ofensivo como um todo, aliás, foi o ponto baixo da equipe. No que diz respeito à defesa, o comportamento era positivo até o gol anotado por Rafael Moura.

Marquinhos Santos manda o time ao ataque e é premiado

Contratado na reta final do ano, com o rebaixamento quase encaminhado, Marquinhos tentou uma equipe mais ofensiva no início e durante o jogo e acabou premiado. Foram três modificações ofensivas, com Everton Santos, Matheusinho e Yago, até o gol de Rafael Moura.

 

Oswaldo ganha pelo menos três problemas para duelo com o Internacional

O meia Rodriguinho e o atacante Lucca receberam o terceiro cartão amarelo e não participarão do jogo de segunda-feira, em Itaquera. Giovanni Augusto, por sua vez, foi expulso nos acréscimos. Além deles, o volante Willians sentiu problemas musculares e pode ser problema. Por outro lado, devem retornar Guilherme, Balbuena, Vílson e Romero. Uendel é dúvida.

FIGUEIRENSE 1 x 1 CORINTHIANS

Data e hora: 16/11/2016, quarta-feira, às 21h50 (horário de Brasília)
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Arbitragem: Anderson Daronco (RS), auxiliado por Elio Nepomuceno de Andrade Jr e Jorge Eduardo Bernardi (ambos RS)
Gols: Camacho, aos 45min do primeiro tempo, e Rafael Moura,
Cartões amarelos: Ayrton, Marquinhos, Jackson Caucaia, Rodriguinho e Lucca
Cartão vermelho: Giovanni Augusto

Figueirense: Gatito Fernández; Ayrton, Marquinhos, Werley e Pará; Jackson Caucaia (Everton Santos) e Josa; Ferrugem (Yago), Elvis (Matheusinho) e Lins; Rafael Moura. Treinador: Marquinhos Santos.

Corinthians: Walter; Fagner (Léo Príncipe), Léo Santos, Pedro Henrique e Guilherme Arana; Willians; Giovanni Augusto, Camacho, Rodriguinho e Marquinhos Gabriel (Marlone); Lucca (Gustavo). Treinador: Oswaldo de Oliveira.

Uol

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Clientes na PB têm 72 horas após fim de greve para pagar faturas sem juros

(Foto: André Resende/G1)
(Foto: André Resende/G1)

Os consumidores têm até três dias úteis após encerrada a paralisação dos bancos para pagar suas faturas sem a cobrança de multas e juros, de acordo com Lei Municipal de João Pessoa. O Procon municipal alerta nesta quinta-feira (6) que a legislação é específica para o período de greve dos funcionários de bancos e garante que a cobrança de juros e multas só será permitida 72 horas após o fim do movimento. As multas para os bancos que não cumprirem a lei variam entre R$ 500 a R$ 1 milhão.

A lei prevê que as instituições financeiras que descumprirem a norma municipal estarão sujeitas às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor (CDC). De acordo com Marcos Santos, secretário do Procon-JP, órgãos de defesa do consumidor que atuam na capital são os responsáveis pela aplicação dessa legislação municipal.

“Imediatamente após o fim da greve, vamos notificar as superintendências dos bancos para que cumpram o que manda a Lei Municipal 13013/2015, sob pena de sofrerem as sanções previstas no CDC, que prevê, inclusive, multas que vão de R$ 500,00 a um milhão de reais”, disse.

A greve teve início no dia 6 de setembro em todo o país. Os bancos e os bancários tentam nesta quinta-feira uma nova rodada de negociações. A greve completou 31 dias nesta quinta-feira e supera a de 2004, primeiro ano em que os bancários se uniram para negociar melhores condições para a categoria, segundo a Confederação Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

G1 PB

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Santos sofre, mas bate Santa Cruz com golaço no fim em jogo de dois apagões no Pacaembu

© GazetaPress
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A partida entre Santos e Santa Cruz não mostrou a facilidade imaginada se fosse levado em conta apenas a tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Com muito sofrimento, o time paulista derrotou o pernambucano por 3 a 2, com gols marcados por Copete, Jean Mota e Vitor Bueno. Keno balançou as redes duas vezes pelos visitantes.

O duelo foi realizado no Pacaembu, estádio escolhido pelo alvinegro praiano e que já havia recebido Flamengo 2 x 0 Figueirense nesta rodada. A chuva que atingiu São Paulo no começo da noite, contudo, fez com que a iluminação sofresse dois problemas e atrasou o fim da partida em quase 30 minutos.

Com a vitória, o Santos segue próximo dos líderes do Brasileiro. O time de Dorival Júnior, quarto colocado, tem 45 pontos, estando a seis do líder Palmeiras. Já o Santa Cruz está no penúltimo lugar, com 23 pontos, a seis do primeiro time que está fora da zona de rebaixamento, que é o Vitória.

Domínio santista no 1 º tempo

Nem bem o jogo começou, o Santos já pulou na frente do placar. Vitor Bueno cruzou da direita, Ricardo Oliveira cabeceou, a bola bateu na zaga e sobrou para Copete, que, de voleio, mandou para o fundo do gol.

O time mandante manteve o domínio a partir daí, mas a próxima chance clara ocorreu somente aos 31 minutos. Lucas Lima acionou Zeca, que deixou Ricardo Oliveira na cara do gol. Tiago Cardoso saiu bem e conseguiu fazer a defesa.

Aos 40, o Santa Cruz assustou pela primeira vez. João Paulo cobrou falta e Danny Morais cabeceou por cima do gol.

Reviravoltas (nos refletores e no jogo)

A segunda etapa começou com atraso de alguns minutos, já que, quando o Santa Cruz retornou a campo, as luzes se apagaram. Na volta da iluminação, o time pernambucano mostrou que voltou de forma diferente para o confronto. Aos 10 minutos, Léo Moura cruzou da direita e Victor Ferraz rebateu no pé de Keno, que cortou e bateu de esquerda para empatar o duelo.

As luzes se apagaram novamente e o jogo ficou paralisado 15 minutos. Na volta, o Santos se mostrou mais ofensivo, com Jean Mota no lugar de Thiago Maia. A alteração mostrou resultado aos 26 minutos, quando Ricardo Oliveira ajeitou e Jean Mota bateu para o fundo do gol.

Grafite, jogador mais experiente do Santa Cruz, entrou em campo no lugar de Bruno Morares e quase deixou tudo igual aos 36 minutos, quando ganhou de cabeça de Gustavo Henrique e parou em Vanderlei. Aos 39, Tiago Cardoso fez linda defesa em cabeçada de Copete. No contra-ataque seguinte, Grafite tocou e Keno bateu na saída de Vanderlei, deixando tudo igual novamente.

Se enganou, porém, quem pensa que acabou por aí. O Santos deu a saída de bola, Vitor Bueno recebeu pela direita, cortou para a canhota e mandou uma bomba no ângulo. Golaço, que decretou a sofrida vitória do alvinegro.

Próxima rodada

O Santos volta a campo no próximo sábado, às 18h30, quando enfrenta o Sport fora de casa. Já o Santa Cruz enfrenta o Figueirense em Santa Catarina, no domingo, às 11h.

FICHA TÉCNICA

SANTOS 3 X 2 SANTA CRUZ

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 18 de setembro de 2016, domingo

Horário: 18h30 (de Brasília)

Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)

Assistentes: Pedro Jorge Santos de Araújo (AL) e Rondinelle dos Santos Tavares (AL)

Público: 24.586 pagantes

Renda: R$ 884.000,00

Cartões amarelos: Luiz Felipe (SAN); Wellington Cezar (STA)

Gols:

SANTOS: Copete, aos 4 minutos do 1º tempo, Jean Mota, aos 26 minutos do 2º tempo, e Vitor Bueno, aos 41 minutos do 2º tempo

SANTA CRUZ: Keno, aos 10 e aos 39 minutos minutos do 2º tempo

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Luiz Felipe e Zeca; Renato, Thiago Maia (Jean Mota), Lucas Lima (Yuri) e Vitor Bueno; Copete e Ricardo Oliveira (Rodrigão)

Técnico: Dorival Júnior

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Léo Moura, Néris, Danny Morais e Allan Vieira (Luan Peres); Derley, Jadson (Wellington Cezar) e João Paulo; Pisano, Keno e Grafite Bruno Moraes (Grafite)

Técnico: Doriva

ESPN

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