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Elenco paraibano do filme Bacurau, premiado no Festival de Cannes, recebe Moção de Aplausos da CMB

A Câmara Municipal de Bananeiras (CMB) aprovou por unanimidade uma Moção de Aplausos aos seis atores paraibanos que compõem o elenco do filme Bacurau, que tem sido destaque mundialmente. O filme é uma coprodução Brasil-França, gravado no Sertão do Seridó, na divisa do Rio Grande do Norte com a Paraíba, escrito e dirigido pelos cineastas pernambucanos, Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.

O filme é sobre o Brasil e traz a essência do Nordeste. A história retrata o povoado de Bacurau, que após a morte de uma mulher guerreira e querida, de nome Dona Carmelita, desaparece do mapa e faz com que os seus moradores escondam e convivam com segredos bastante obscuros.

Bacurau, após competir com grandes nomes do cinema, ganhou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019, um dos mais famosos e prestigiados festivais de cinema do mundo.

Com a participação dos atores paraibanos Buda Lira, Thardely Lima, Suzy Lopes, Ingrid Trigueiro, Jamila Costa e Dani Barbosa, a nossa Paraíba subiu no tão importante palco do cinema mundial e com direito a condecoração, mostrando que a vocação destes artistas é brindar o mundo.

“Em reconhecimento e respeito a cultura, a educação, ao conhecimento, por todo o trabalho artístico e também científico do filme Bacurau, a nossa mais escolhida homenagem para os atores conterrâneos”, destacou o vereador Kilson Dantas (PSB) autor da propositura.

A Moção de Aplausos foi entregue aos artistas paraibanos no último dia (06), durante a programação do Caminhos do Frio na cidade de Bananeiras.

Ascom-CMB

 

15 motivos do porquê assistir filme em casa é melhor que ir ao cinema

filmePor que fazer a troca

Cresce cada vez mais o número de pessoas que trocam o cinema, esse tradicional passeio, por uma sessão de filmes em casa e motivos não faltam para isso: só aqui você verá 15 deles.

Em casa

Para quem não gosta de sair, é possível se divertir no próprio sofá, cama, chão ou em qualquer lugar que se ache confortável. As alternativas de ferramentas on-demand facilitaram a vida dos que preferem fazer da sua própria casa uma sala de cinema.

E, convenhamos, essa alternativa sai muito mais barato do que pegar um cinema de final de semana por exemplo, ingressos, pipoca, bebidas, chocolates… muitos gastos para uma noite só.

Sem filas

Dependendo do dia e do filme, pode-se enfrentar muitas filas. Pensando nisso, ver um filme em casa parece ainda melhor, principalmente para aqueles mais impacientes. No máximo alguns amigos convidados e alguns penetras (que sempre tem) mas nada que te incomode tanto.

Conforto

É comum as pessoas se arrumarem para o cinema e, quando não se está a fim de montar uma produção, assistir a um filme em casa, usando pijama mesmo, é maravilhoso. E aquela sensação de poder esticar as pernas à vontade? De mais! E também não vai ter nenhuma luz de celular na sua cara, o que virou comum nos cinemas hoje em dia.

Pipoca?

Quem não gosta de pipoca pode comer o que quiser, até um prato de arroz com feijão ou aquele bolo sensacional que só a sua avó sabe fazer. Tudo vai do gosto e da fome.

Cobertor

Ficar sentado na poltrona do cinema pode ser uma experiência gelada. Porém, vendo filme em casa esse problema acabou: basta usar o cobertor. Melhor ainda se tiver acompanhado nos dias de frio, aquele abraço da parceira ou do parceiro em baixo do cobertor é tudo de bom.

Ventilador

Não é preciso contar com o ar-condicionado (que pode não funcionar, ou que pode estar gelado de mais): basta ligar o ventilador e curtir. E o melhor: o ventinho pode ficar forte ou fraco, à gosto do freguês e a seu comando.

Stream demand

Antes era preciso esperar um bom filme na TV. Porém, essa realidade vem mudando devido à variedade de stream demand. Assim, vale a pena aproveitar. Sem contar que você não possui somente as opções de filmes, séries e aqueles desenhos nostálgicos fazem parte do catalogo desses serviços.

Netflix

Falando em stream, vamos falar sobre melhor deles, o Netflix. Virou febre, é inegável, e pode-se assistir a muitos filmes através dele. Além disso, tem mais vantagem: pode-se ver filmes do celular, de tablets, de computadores, etc. Só tem TV na sala? Não tem problema, pega o celular, deita na cama e seja feliz.

Itunes

Quem possui os produtos da Apple pode optar por adquirir filmes através do Itunes. Já para aqueles que utilizam o Android, a GooglePlay também disponibiliza filmes que podem ser vistos em casa.

Sossego

Assistindo a filmes em casa as pessoas estão livres do tumulto do cinema, com gritos, conversas e risadas que, muitas vezes, impedem de ouvir o que os personagens dizem. E você economiza pipoca, pois não precisa jogar nos engraçadinhos de plantão.

Companhia

Assistindo a filmes em casa é possível curtir a companhia de pessoas que não estariam com a gente no cinema por vários fatores. Por isso, assistir a filmes em casa vale muito a pena.

Pause

Não dá para pausar um filme no cinema. Em casa, dá e poder dar pausa e depois retornar de onde se parou é muito bom e não atrapalha em nada o entendimento.

Banheiro

Ir ao banheiro no cinema está fora de cogitação. Em casa, não há problema: basta dar pause, ir ao banheiro e continuar vendo de onde o filme tinha parado. Fácil, não?

O filme

Em casa, pode-se escolher qualquer filme que se queira e, se ele não agradar, não há problema: é só trocar de filme. Como se vê, assistir filmes em casa só tem vantagens.

Fonte: Internet net preço

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Filme de cineasta paraibano, rodado em Campina com atriz global, estreia em circuito nacional

filme paraibanoO primeiro filme paraibano, rodado em Campina Grande, estreia em circuito nacional nesta quinta-feira (22), nas salas de cinema do Rio de Janeiro e em Aracaju. Trata-se do longa-metragem “Tudo Que Deus Criou”, dirigido pelo paraibano André da Costa Pinto. O filme tem no elenco nomes como Letícia Spiller, Guta Stresser, Maria Glays e Paulo Vespúcio. Na semana passada, o filme foi lançado em Porto Alegre no RS.

Baseado em uma história real, a trama de “Tudo que Deus Criou” acompanha o cotidiano do jovem Miguel, que precisa driblar traumas e obstáculos e sente a necessidade de sustentar a família dele, vivendo uma espécie de triângulo amoroso com os personagens interpretados por Letícia Spiller e Paulo Vespúcio. A mãe de Miguel, Da Guia (Maria Gladys), sua irmã Ângela (Guta Stresser) e seu cunhado (Claudio Jaborandi) formam uma família urbana de classe média-baixa que enfrenta nuances de alegria, amor e um misto de tragédia.

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O filme que já participou de vários festivais no Brasil, devem chegar nas salas de cinema de Campina Grande e João Pessoa na próxima semana. Exibições em São Paulo e Salvador, Natal e Maceió também estão programadas. André da Costa Pinto alerta que se as salas conseguirem um bom número de espectadores, o filme ficará mais tempo em cartaz.

Para o diretor,que recentemente falou com exclusividade ao PBAgora,  essa estreia em circuito nacional é um marco para a Paraíba, e mostra que mesmo com poucos investimentos, o Estado ainda tem potencial para produzir grande filmes. Segundo ele, a produção audio visual no Estado vive um bom momento, principalmente, devido a nova safra de atores, produtores e diretores. “A estreia de Tudo Que Deus Criou” é um marco pra história da Paraíba e do cinema do Nordeste. Com isso nós conseguimos mais investimentos para conseguir fazer mais filmes”, explicou.

Aos 26 anos, nascido na Paraíba, o diretor idealizador do Comunicurtas, o festival de áudio visual de Campina Grande, promovido pela UEPB, tem no currículo o curta documental “Amanda & Monick”, exibido e premiado em diversos festivais do país, e o longa ficcional “Tudo o que Deus Criou”.

Como um Forrest Gump da Paraíba, o cineasta André da Costa Pinto, gosta de contar histórias incríveis. Incríveis até demais, pois cabe aqui o sentido literal da palavra: difíceis de acreditar.

Em filmes, ele já falou de uma cega ninfomaníaca e virgem, um ex-frade paraibano que virou político transexual pioneiro na França e um senhor que, a partir de sonhos, esculpia obras comparadas às de Leonardo da Vinci.

O longa paraibano “Tudo que Deus Criou”, de André da Costa Pinto tem ao menos um trunfo para chamar a atenção: a presença da atriz global Letícia Spiller. Como uma cega de trinta anos que está atrás de sua primeira experiência sexual com um homem, a atriz se reinventa e se coloca dentro de um outro patamar em sua carreira com o filme, que faz parte da Mostra Olhares Brasil do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.

A personagem de Letícia, contudo, divide o protagonismo com dois outros: um jovem que se traveste à noite para ganhar a vida e um trabalhador dos correios que, depois de ficar viúvo, começa a ter um caso com tal jovem.

Outro papel importante é o de Guta Stresser, ainda que menor e menos essencial para a trama que o de Spiller. Direto de “A Grande Família”, Guta faz uma pobre dona de casa com sérios entraves sexuais. Ela está bem nesse papel, provando que tem potencial muito maior do que seus trabalhos anteriores no cinema e na televisão fariam supor. Percebe-se na tela o quanto a doação de Guta ao papel foi intensa.

Mas a surpresa mesmo é ver Letícia Spiller em um papel ousado, com uma lente de contato falsa que chama a atenção, talvez excessivamente, para sua cegueira. Ela vai frequentemente ao correio para ouvir histórias e poemas que o viúvo lê para ela com paciência e a tensão de quem também carrega alguns traumas.

PBAgora

História de dom Pedro Casaldáliga é retratada em filme

CENTRO COMUNITÁRIO TIA IRENE
CENTRO COMUNITÁRIO TIA IRENE

Uma trajetória intensa. É assim que pessoas que convivem com o bispo emérito de São Félix do Araguaia, dom Pedro Casaldáliga, definem a vida do homem que se dedicou a lutar para que a população mais pobre e os indígenas tivessem consciência de seus direitos e lutassem por eles.

Nesta terça-feira (2), os moradores da cidade mato-grossense na qual Casaldáliga vive até hoje participaram do pré-lançamento do filme “Descalço sobre a Terra Vermelha”. A obra, baseada no livro que leva o mesmo nome e que conta a história do bispo, é uma coprodução da TV Brasil com mais duas televisões públicas, uma espanhola e outra catalã, e será exibida no canal brasileiro em três episódios nos dias 13, 20 e 27 deste mês.

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Dom Pedro Casaldáliga nasceu em Balsareny, na província catalã de Barcelona, em 1928, e veio para o Brasil aos 40 anos, como missionário, para trabalhar em São Félix do Araguaia. Na região, preocupou-se com a saúde, a educação e a assistência à população. A equipe da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) visitou o bispo que, mesmo debilitado pelo mal de Parkinson, falou sobre os problemas da região na época em que chegou: uma terra sem lei, marcada pela violência e pelos conflitos entre posseiros e latifundiários.

Na luta pelo reconhecimento dos direitos indígenas, ajudou a fundar o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) na década de 70. Egydio Schwade, que também foi um dos fundadores da instituição, é hoje coordenador do Comitê da Memória, Verdade e Justiça do Amazonas e relembra o trabalho ao lado do bispo. “Dom Pedro estava já muito engajado na questão indígena em Mato Grosso, na região do Araguaia, e eu, no noroeste do estado. A gente logo se entrosou”, conta.

Na época, eram promovidos encontros para reunir as lideranças indígenas e foi a partir da criação do Cimi que, segundo Schwade, essa população começou a se organizar e a ser protagonista de sua própria luta, travando embates históricos por questões como a demarcação de terras. O colega de trabalho define o bispo como uma pessoa que trazia ânimo para as reuniões. “Presença humilde, simples, escutando os indígenas”. Na descrição de Egydio, dom Pedro era destemido e não tinha medo de enfrentar a ditadura militar para defender aquilo em que acreditava.

 

WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASILcasaldália
Vida dedicada à luta pelos mais pobres e indígenas

O secretário da Coordenação Nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT), Antônio Canuto, trabalhou com o bispo em São Felix. Eles se conheceram no período em que dom Pedro chegou ao Brasil. Canuto conta que São Felix do Araguaia tinha uma estrutura muito precária em diversas áreas, o que levou o religioso a procurar a ajuda de colegas missionários para trabalhar nos povoados da região. “Ali faziam todo um trabalho de alfabetização de adultos, com as crianças também em termos de escolarização,o atendimento à saúde, a orientação para a saúde, e o padre fazia o trabalho pastoral”.

Canuto lembra que uma das características de dom Pedro é a tomada de decisão em conjunto. Durante os trabalhos com as equipes, tudo era conversado e decidido por todos. Ele lembra também momentos marcantes que viveu ao lado de Casaldáliga, como o lançamento de uma carta pastoral no dia da ordenação de Pedro como bispo. “Ele lançou a carta pastoral Uma Igreja da Amazônia em Conflito com o Latifúndio e a Marginalização Social, documento que marcou a Igreja pela firmeza das falas e pelas denúncias dos casos de violação de direitos dos posseiros, dos índios e dos trabalhadores que vinham de fora como peões para as fazendas e que eram tratados em regime de escravidão”.

O trabalho desenvolvido por Pedro e seus colegas fez com que muitos integrantes da equipe, e até mesmo ele, fossem ameaçados de morte ou de expulsão do país.

Além da criação do Cimi, Casaldáliga teve participação na criação da Comissão Pastoral da Terra. “Ele e dom Tomás Balduíno são os dois pilares da criação tanto do Cimi quanto da CPT, ao lado de outros”. Com a CPT, muitos trabalhadores foram estimulados, assim como os indígenas, a se organizar.

Ações como o aperfeiçoamento de professores, a educação e o crescimento da consciência da população são reconhecidas por todos aqueles que tiveram suas vidas modificadas em São Felix do Araguaia. Na cidade, o sentimento de gratidão fica evidente nos depoimentos colhidos entre os que conviveram e defendem o trabalho de Pedro. A coordenadora da Associação de Educação e Assistência Social Nossa Senhora da Assunção, Vânia Costa Aguiar, fala com carinho daquele que, para ela, é mais que um padre. “Pedro é a figura que deu uma cara humanista para São Félix do Araguaia. Ele é pai, é protetor. É um ombro amigo a quem a população necessitada pode recorrer para falar e partilhar os problemas”.

Apesar do papel de destaque que tem na cidade, a postura humilde e a posição de que todas as conquistas são do grupo mostram a simplicidade de Pedro. “Eu percebo que ele nunca teve a intenção de resolver tudo sozinho. Sempre tem uma palavra amiga, uma palavra de conforto para quem o procura e sempre tenta buscar mais pessoas o envolvimento de mais gente para o encaminhamento dos problemas e das discussões das questões levadas a ele”.

Mesmo com a saúde frágil, mas ainda muito lúcido, o bispo faz questão de se manter atualizado. Vânia conta que ele nunca isolou os problemas vividos pela cidade e sempre relacionou o que ocorria ali com as questões nacionais. Para ela, o que dom Pedro fez na região vai ficar como legado para as futuras gerações. “O legado do Pedro é justamente ensinar a gente a cuidar das pessoas. Esse tem sido o seu trabalho, além dos apoios que recebemos, como ensinar a ter esperança. O que me chama atenção em Pedro é a sua força de vontade, a sua determinação em seguir adiante, com esperança”.

 

Agência Brasil

Os limites do filme pornô como estímulo para o sexo

Gemidos incontidos e orgasmos garantidos, posições dignas de acrobatas, ereções que duram horas… Pois é, nem tudo o que é mostrado nos filmes pornô tem relação com o sexo da vida real, com todas as suas delícias e dificuldades naturais – e características.

Mesmo assim, apesar da plasticidade e impessoalidade de alguns títulos, os filmes podem funcionar como um estímulo saudável à vida sexual do casal.

Thinkstock Photos

Assistir a pornôs é um hábito saudável que pode ser adotado pelo casal, mas com alguns limites para não prejudicar a performance sexual

 

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Em primeiro lugar, vale lembrar que nenhuma experiência com o pornô substitui uma relação sexual de verdade.

“Esse tipo de filme faz parte da fantasia do indivíduo, mas como qualquer outro acessório, deve ser utilizado como um brinquedo, para apimentar a relação, e não se tornar uma obrigação”, pontua o terapeuta sexual João Borzino.

Essa substituição, aliás, tem se tornado uma constante nas relações, o que pode desencadear e camuflar uma série de problemas de relacionamento.

“Isso tem aumentado muito, principalmente em relacionamentos estáveis, em que o desejo sexual está abalado. Então, em vez de o casal resolver o problema, buscando se reaproximar, eles se refugiam no pornô e ficam cada vez mais distantes de retomar a vida sexual e a intimidade”, explica a psicóloga e sexóloga Ana Canosa.

É proibido proibir

Se um dos lados do casal tiver o pé atrás com essa questão do pornô, o mal-estar de descobrir que o parceiro consome esse tipo de fantasia pode ser ainda maior. Por isso, tudo deve ser discutido com transparência e sinceridade na relação, buscando eliminar qualquer mal-entendido.

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Transparência e diálogo devem ser constantes na relação, para que o pornô não se transforme em um mal estar

“Maturidade emocional é fundamental para que o os dois entendam que o pornô não configura uma traição, de nenhuma maneira. É apenas uma válvula de escape que pode ser muito saudável. O erro está justamente no contrário, quando o homem ou a mulher tenta proibir o outro, pela própria insegurança”, afirma João Borzino.

É natural e compreensível que as mulheres não se sintam completamente confortáveis – ou até excitadas – ao assistir a um pornô tradicional. Isso porque boa parte deles é produzido para os homens, retratando situações que para eles são mais eróticas do que para elas, como dupla penetração e sexo anal, entre outras posições.

“Os filmes tradicionais têm situações irreais, como mostrar o sexo anal como se fosse a coisa mais simples e fácil do mundo. É importante que o casal entenda as diferenças do pornô e do sexo real, até para que eles não se cobrem tanto, como exigir do parceiro posições malucas e ereção prolongada, por exemplo. Deve existir o cuidado para não fantasiar demais, senão vira algo desagradável”, observa Ana Canosa.

Uma saída que pode ser aproveitada por ambos são os pornôs alternativos, ou seja, fora do circuito tradicional em que o público-alvo é sempre do sexo masculino. Já existem produtoras especializadas, comandadas por mulheres, em que as tramas dos filmes têm um pouco mais de complexidade e ilustram melhor o sexo real.

Hábito e vício

Como tudo na vida, o pornô é saudável na medida em que é consumido com moderação pelo casal, não quando se transforma em um estímulo obrigatório para a relação sexual.

“Como ele se torna algo habitual, pode acontecer de o casal não conseguir mais ter o estímulo por conta própria, aí você perde uma conexão de intimidade. Saber dosar é fundamental”, afirma Ana Canosa.

O especialista João Borzino também alerta para a possibilidade do hábito se transformar em uma compulsão sexual, com raiz em problemas de baixa autoestima e insegurança.

“As pessoas buscam um padrão, em vez de descobrirem do que elas realmente gostam. O pornô é apenas uma das frentes que padroniza o comportamento sexual. O problema é que a nossa sociedade ainda não tem uma educação sexual satisfatória para lidar com essas questões”, opina João Borzino.

Por mais que o pornô tenha um estímulo visual mais intenso, algumas vezes, o sexo na vida real é insuperável, principalmente quando feito com tesão, cumplicidade e muitas outras vantagens sensoriais. Vale a pena saber quando desligar a TV.

 

iG

Filme “Aos Ventos que Virão” já esta em cartaz e tem participação musical de cantor paraibano

 

filmeO filme “Aos Ventos que Virão”,  do renomado cineasta Hermano Penna, já está em cartaz na rede de cinemas Cinemark, no estado de Sergipe. Em breve será lançado em São Paulo.

O cantor Dedé Florêncio participou do filme “Aos Ventos que Virão”, juntamente com o Trio de de Forró Pé de Serra composto por ele, Geraldo Brito e Valdo, do Banana Amassada. Eles tocaram a música que faz parte da cena do ator Rui Ricardo e da atriz Emanuele Araújo. Para quem não lembra, Rui Ricardo fez o papel do presidente Lula, no filme “O Filho do Brasil”.

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Dedé Florêncio agradece ao parceiro e grande amigo, o cantor e compositor Nininho de Uauá por sua indicação ao diretor Hermano Penna. Nininho se tornou amigo de Hermano ao participar do filme “São Paulo de Uauá”, selecionado dentre 820 projetos inscritos no concurso  DocTV, da TV Cultura. À epoca do filme “Aos Ventos que Virão”, o diretor procurou Nininho para saber se ele conhecia algum trio que cantasse forró pé de serra de 1950, e Nininho logo lembrou que seu amigo Dedé Florêncio sempre cantava em seus shows, a música “Comadre Sebastiana”, que vinha de encontro ao que Hermano queria para uma das cenas de seu filme. Infelizmente, por razões diversas, a música “Comadre Sebastiana” não pode entrar no filme, apesar de ter sido gravada, e acabou entrando uma música instrumental, tocada por Dedé Florêncio, Geraldo Brito e Valdo.

cd

A novidade do momento é o lançamento do mais novo CD de arrocha brega, uma parceria de Dedé Florêncio e o compositor Luciano Byey. O CD traz 13 faixas, só com músicas inéditas.  A música de trabalho é de autoria do grande jornalista e radialista paraibano Geraldo Belo, que tem o titulo “Não Vou Mais Chorar”.  A outra música que já está na boca do povo e está fazendo o maior sucesso é de autoria de Nininho de Uauá, “Porque Te Achei e Me Perdi”. A música “Carrão de Traz”  de Luciano Byey, também já é um sucesso. Dedé Florêncio compôs e gravou a música “Brega Areia”, que conta a história desta grande festa de Areia. O CD tá bom demais, vale a pena conferir! (http://palcomp3.com/dedeflorencioeuscaraqeufalei/)

Por fim, agradecemos o grande apoio de toda imprensa que divulgou a matéria informando a participação de Dedé Florêncio no filme “Aos Ventos que Virão”.

 

 

Assessoria

Concurso premiará roteiro para filme de aluno do ensino médio

concursoEstudantes do ensino médio público podem participar, até 28 de fevereiro, do concurso Esporte para todos: Meu roteiro de inclusão. O tema é o esporte, e a história contada, de quatro a seis minutos, deve se passar no espaço da escola. A equipe do melhor roteiro vai participar de oficina de formação e produzir o curta-metragem com equipamentos e supervisão da TV Escola, emissora do Ministério da Educação, que promove o concurso.

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Conforme o regulamento, a inscrição pode ser individual, mas o estudante deve ter a supervisão de um professor. A inscrição compreende sinopse e roteiro, dados de identificação dos autores, declaração do professor responsável e autorização dos pais para menores de 18 anos. O tema é o esporte como fator de inclusão e a sinopse, com o máximo de cinco linhas, deve resumir a história do filme.

Direção, roteiro, fotografia, produção, som e edição são funções que devem ser preenchidas na ficha de inscrição do concurso. O roteiro deve ser dividido em cenas e, se há diálogo, eles deverão ser descritos. Também é necessário informar o gênero do filme – humor, drama, terror, romance, suspense, entre outros. Os alunos, diz o regulamento, não precisam ter experiência nas diversas funções descritas no roteiro, mas a ficha de inscrição deve informar a função de cada um.

Dos trabalhos inscritos, a comissão de seleção vai escolher dez roteiros que serão encaminhados para a comissão julgadora, formada por especialistas indicados pelo MEC. São sete critérios de avaliação: criatividade, clareza da proposta, coerência entre as cenas, viabilidade do projeto, originalidade, representatividade cultural e adequação ao tema do concurso.

Prêmios – Os autores do melhor roteiro participarão de uma oficina de capacitação no Rio de Janeiro, de 26 a 31 de março; vão produzir o filme na escola onde estudam, com equipamentos (câmera, luzes e microfones) e a supervisão de uma equipe da TV Escola, de 6 a 11 de abril; para editar e finalizar o curta-metragem, os vencedores viajarão a Brasília nos dias 12 a 14 de abril. As despesas com viagem, hospedagem e alimentação durante as oficinas serão custeadas pela TV Escola. Os autores do roteiro premiado cederão à TV Escola os direitos de exibição pública do curta, na íntegra, por diferentes meios de divulgação.

Ionice Lorenzoni

 

Em Patos, Lima Duarte grava cenas de filme que será exibido em todo o Brasil e França

Ator, diretor e dublador, Lima Duarte
Ator, diretor e dublador, Lima Duarte

O ator nacional, Lima Duarte, desembarca em terras paraibanas. Em Patos, no Sertão da Paraíba, o também diretor usa a zona rural,São Mamede, como cenário para as primeiras imagens do filme “Deserto”.

Dirigido por Guilherme Weber, o filme vai contar a história de um grupo de velhos artistas viajantes que, em meio a uma de suas viagens, decide parar na Paraíba para apresentar seus espetáculos.Apesar de se passar no século XVIX, o longa vai fazer uma sutil crítica aos problemas atuais da sociedade.

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Deserto será o primeiro trabalho de Guilherme Weber como diretor e deverá contará com outros grandes nomes no elenco, como Cida Moreyra e Claudete Pereira Jorge.

A previsão é de que o filme entre em cartaz apenas em janeiro de 2015, nos estados brasileiros e na França.

portal correio

Menino abusa da irmã depois de assistir filme para maiores na escola

Foto: Daily Mail / Reprodução
Foto: Daily Mail / Reprodução

Um menino de 12 anos de idade de Newport, Reino Unido, tentou reencenar um filme para maiores que assistiu na escola abusando de sua irmã mais nova. Ele viu alguns vídeos junto de um colega, antes de ir para casa realizar o ato.

 

A criança foi ao tribunal junto de seus pais. A irmã também foi ouvida.

 

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Os pais souberem do caso após a menina de 10 anos confidenciar a um parente que o irmão a havia tocado. O menino foi interrogado por outro membro da família e admitiu os impulsos que, segundo ele, não podia controlar. Ele ainda contou que sabia que o que estava fazendo era errado.

 

O menino vai passar por umprograma de reabilitação de jovens num prazo de um a três anos. Ele continuará vivendo na casa da família. A escola está sendo investigada por permissão de acesso ao conteúdo em seu interior.

 

 

 

 

 

FONTE: Daily Mail

Cenas do Filme JACKSONS E IMAGENS será gravado em Alagoa Grande

Jackson do PandeiroA partir do próximo dia 18, Alagoa Grande vai ser palco da gravação do longa metragem JACKSON E IMAGEM, projeto aprovado pelo cineasta Marcus Antônio de Oliveira Vilar, do edital Walfredo Rodrigues de Audiovisual. O Projeto tem como empresa produtora a Leme Produções Culturais, sediada na cidade de João Pessoa.

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A obra audiovisual será filmada em vídeo digital, em cor, com gravações nas principais cidades em que o artista Jackson do Pandeiro se consagrou Alagoa Grande, Campina Grande, João Pessoa e Recife, além de imagens de sua carreira no Rio de Janeiro e Brasilia, onde o mesmo veio a falecer. A produção será composta por uma equipe de técnicos selecionados no mercado paraibano, durante a pré-produção do projeto, além de se promover uma abertura para estagiários a fim de fomentar a atividade cinematográfica no Estado. Da mesma forma será priorizado o aluguem de equipamentos de empresas de audiovisual local. A finalização será em HD Digital, tudo editado na Paraíba. O lançamento do filme será em João Pessoa, Campina Grande e Alagoa Grande,e posteriormente será inscrito em diversos festivais nacionais e internacionais, além da expectativa de um espaço no mercado comercial.
O projeto tem parceria com a Prefeitura Municipal de Alagoa grande e da Secretaria de Educação e Cultura.

Blog do Rildo com Eudes Vidal – Coord. Dep. de Cultura