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Homem é preso suspeito de engravidar a filha de 13 anos, na Paraíba

Um homem de 57 anos foi preso na noite desta segunda-feira (29), suspeito de estuprar e engravidar a própria filha, de 13 anos, em Mamanguape, Litoral Norte da Paraíba. Ele foi preso sob força de um mandado de prisão preventiva e, conforme relato da vítima à polícia, os abusos aconteciam há cerca de dois anos.

De acordo com a Polícia Militar, o homem estava escondido dentro de uma casa abandonada, em uma mata, na região de Camaratuba, distrito de Mamanguape. Ele estava escondido há alguns dias com medo de ser preso ou espancado pela população. Por isso, estava com o corpo bastante debilitado. Ele foi encaminhado ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa e, quando receber alta, será encaminhado para um presídio da região.

De acordo com a esposa do suspeito, também mão da vítima, ela já estava notando um comportamento diferente da filha e percebeu que a barriga dela estava crescendo. Ao levar a adolescente ao médico, descobriu que ela estava grávida do próprio pai há um mês.

Na presença da mãe e de um conselheiro tutelar, na delegacia de Mamanguape, a menina contou que era abusada pelo pai desde os 11 anos de idade. O homem pedia para que ela não contasse, ameaçava a adolescente e dava dinheiro para que ela não o denunciasse.

O Ministério Público da Paraíba denunciou o homem por estupro de vulnerável. O G1 não conseguiu contato com o Hospital de Trauma para saber o estado de saúde do homem e se já recebeu alta.

G1

 

Servidor público é preso suspeito de estuprar sobrinhas e tentar abusar da própria filha em Bayeux

Um funcionário público foi preso em flagrante suspeito de estuprar duas sobrinhas e tentar abusar sexualmente da própria filha de 15 anos. A prisão aconteceu na última terça-feira, mas só foi divulgada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (17).

Segundo a delegada Maria da Conceição Casado, da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher de Bayeux (Deam), as declarações de uma das vítimas e depoimentos de testemunhas apontaram para abusos contra as menores há pelo menos oito anos.

“Após denúncia do Conselho Tutelar no início deste mês nossa equipe de investigadores caiu em campo para averiguar a veracidade dos fatos. Também intimamos testemunhas e na tarde de ontem conseguimos prender o suspeito. Ele abusou pela segunda vez da sobrinha de sua esposa, uma menina de apenas 7 anos de idade, na última quinta-feira”, informou.

Ainda segundo a delegada Conceição Casado, a menina foi levada para fazer os exames de praxe e ficou confirmado o abuso sexual. “Severino Gomes colocava a criança no colo e praticava os atos libidinosos, enquanto a mãe da criança dava aulas de reforço escolar próximo à casa do suspeito”.

Uma outra vítima de Severino seria a irmã da primeira. Ela tem 17 anos, mas começou a ser abusada pelo suspeito quando tinha apenas 9 anos de idade. Durante três anos Severino abusou da adolescente.

Além disso, pesa contra o suspeito a tentativa de estupro da própria filha, fato que teria acontecido no final do ano passado. A prisão de Severino Gomes de Oliveira deixou sua esposa surpresa, pois a mesma informou que não desconfiava de nada e ficou sabendo dos fatos apenas quando houve a denúncia do Conselho Tutelar à Delegacia da Mulher de Bayeux.

 

 

Da Redação
Portal WSCOM

 

 

Preso suspeito de manter mulher e filha por cinco anos em cárcere privado

A Polícia Civil da cidade de São Bento, no Sertão paraibano, a 375 km de João Pessoa, prendeu em flagrante, na tarde desta terça-feira (20), um homem de 58 anos suspeito de cometer o crime de cárcere privado, praticado por cinco anos contra a mulher, uma pedagoga de 29 anos, e a filha do casal, uma criança de dois anos.

A polícia descobriu o caso por meio de uma ligação feita pela própria vítima. A mulher teve acesso a um aparelho celular que foi jogado por uma vizinha para o quintal da casa quando o suspeito não estava em casa. A vizinha decidiu fazer isto porque, segundo ela, ouvia muitos barulhos e choros de criança e, como a residência sempre estava fechada, ela desconfiou que algo errado estava acontecendo.

Quando os policiais chegaram à casa, encontraram a pedagoga e a filha trancadas e sem comida. A mulher disse que a criança nasceu durante o cárcere privado e, por isso, não foi registrada. Ela revelou que as duas sofriam frequentes agressões físicas praticadas pelo marido. Ele também não comprava comida para as vítimas e, nas raras vezes que elas saíram de casa para ir ao médico, estavam cobertas por lençóis e acompanhadas pelo suspeito.

O exame de corpo de delito comprovou as agressões sofridas pela mulher e pela filha. “Durante o depoimento, a pedagoga disse que não podia ter contato com a família dela, que vive em Pernambuco, e que quando o investigado saía de casa cortava a energia e ameaçava matá-la se contasse o que estava acontecendo para alguém. Alguns vizinhos que moram na localidade há três anos informaram que nunca viram as vítimas fora de casa”, falou o delegado responsável pela investigação, Sheldon Andrius.

Depois de ser ouvida, a pedagoga foi liberada. Já o suspeito foi encaminhado para a carceragem da delegacia e será apresentado ao juiz, que vai determinar se a prisão em flagrante será transformada em preventiva e o investigado levado para Cadeia Pública de São Bento.

portalcorreio

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Suspeito de manter mulher e filha em cárcere privado por 5 anos é preso na PB

(Foto: Polícia Civil de São Bento/Divulgação)

Um homem de 58 anos foi preso em flagrante suspeito de manter a mulher e a filha em cárcere privado por 5 anos na cidade de São Bento, no Sertão da Paraíba. A informação foi repassada pela Polícia Civil e a prisão aconteceu na manhã desta terça-feira (20).

De acordo com as investigações policiais, o homem agredia as vítimas e as deixava sem comida. Mãe e filha só conseguiram se libertar do cárcere após uma vizinha ter percebido a situação e jogado um aparelho celular pelo muro para que a mulher chamasse a polícia e pedisse ajuda. Em depoimento à polícia, o suspeito negou todas as acusações.

O delegado Sheldon Andrius Fluck, responsável pelas investigações, disse que o casal morava junto há 5 anos e que desde então a mulher, uma pedagoga de 29 anos, teria sido submetida ao cárcere. Eles tiveram uma filha que atualmente está com 2 anos, que não teria sequer sido registrada e que também era vítima de todas as agressões. Ainda conforme o delegado, um laudo médico comprovou as agressões na mulher e na criança.

Conforme o delegado, ele “alegou que ela foi para colação de grau em João Pessoa ano passado. Eu questionei ela e ela disse que fez uma faculdade à distância e que realmente foi para a colação em João Pessoa, mas não procurou ajuda porque ele tava com a filha deles em casa e ela não tinha nem registro. Se ele fizesse algo com ela não teria nem como provar a existência da filha”.

“Ela [a mulher] disse que ele as agredia constantemente e as deixava passando fome. Quando ele saía de casa cortava a energia e ameaçava a mulher de morte caso ela contasse a alguém. Ela não mantinha contato com ninguém, nem com a família. Os vizinhos, que moravam na região há cerca de três anos, nunca tinham visto a mulher nem a criança. Elas só saíram de casa para ir ao médico e mesmo assim eram enroladas com um cobertor, como foi no dia do parto”, detalhou o delegado ao falar sobre o que a vítima relatou à polícia durante o depoimento.

Bebê nasceu durante cárcere privado da mãe e não era registrado, na Paraíba (Foto: Polícia Civil de São Bento/Divulgação)

Bebê nasceu durante cárcere privado da mãe e não era registrado, na Paraíba (Foto: Polícia Civil de São Bento/Divulgação)

Sheldon Andrius acrescentou que uma mulher que mora ao lado da casa onde as vítimas estavam sendo mantidas em cárcere privado ouvia barulhos e escutava o choro da criança, de modo que decidiu ajudar as vítimas arremessando o celular pelo muro para que a mulher pudesse pedir socorro para sair do cárcere.

A vítima procurou a polícia e, ao chegarem no local, os policiais constataram o fato. “O lugar estava todo revirado, bagunçado e sem comida”, pontuou o delegado.

O homem preso trabalha em uma empresa de materiais de construção. Ele vai ser autuado por cárcere privado e encaminhado para a penitenciária de Catolé do Rocha, também no Sertão.

A mulher foi ouvida e liberada. Segundo a polícia, ela iria voltar para a casa onde teria sido mantida em cárcere privado, pois a família dela é do estado de Pernambuco.

G1 procurou o Conselho Tutelar da cidade de São Bento para saber quais os procedimentos que vão ser adotados com a criança, mas o órgão informou que até as 14h56 ainda não havia sido notificado sobre o caso.

Lugar onde mulher e bebê viviam em cárcere privado estava revirado e não tinha comida, na PB (Foto: Polícia Civil de São Bento/Divulgação)

Lugar onde mulher e bebê viviam em cárcere privado estava revirado e não tinha comida, na PB (Foto: Polícia Civil de São Bento/Divulgação)

G1

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Mãe e filha são presas suspeitas de matar vizinha

A Polícia localizou, nesta quarta-feira (31), mãe e filha acusadas na morte de Andreia Keila Nascimento. O crime aconteceu no dia 25 de janeiro na Comunidade Santa Clara, no bairro Castelo Branco, em João Pessoa.

As acusadas foram detidas na cidade de Cuité de Mamanguape, após informações levantadas pelo Núcleo de Inteligência do Batalhão Ambiental e da 2ª Companhia Integrada de Polícia Militar. Segundo as investigações, a autora do crime teria sido a adolescente de 16 anos, que teve auxilio da mãe e de um rapaz identificado como “Igor Neguinho”.

Após o crime, elas foram para a casa de parentes na comunidade do Arroz, em Cuité de Mamanguape. Igor Neguinho já havia sido preso.

WSCOM com Aguinaldo Mota

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Suspeito de estuprar e prostituir filha de 13 anos por R$ 10 é preso na PB

Um agricultor de 47 anos foi preso na cidade de Sossego, no Curimataú paraibano, suspeito de estuprar a filha dele de 13 anos e de oferecer ela para fazer sexo com outros homens pelo valor de R$ 10. O caso foi descoberto pelo Conselho Tutelar da cidade depois que uma irmã da vítima teria comentado na escola onde estuda que “o pai namorava a irmã mais velha”. Uma das professoras ouviu e denunciou ao Conselho Tutelar que acionou a Polícia Civil.

De acordo com as informações da Polícia Civil, o pai foi preso nesta quarta-feira (22) no sítio onde mora com a família na zona rural de Sossego. A vítima também foi ouvida e contou que o pai estuprava ela e também a levava para feiras livres em cidades vizinhas, onde oferecia ela para outros homens fazerem sexo pelor valor de R$ 10. Ainda no depoimento, ela destacou que, enquanto era aliciada, o pai ficava bebendo.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, a vítima também contou que, na manhã desta quarta-feira, antes de ser preso, o pai havia lhe beijado a força, tirado a roupa e estuprado ela em casa. No depoimento, a vítima comentou que a mãe sabia que o pai levava ela para as feiras onde era aliciada e que ameaçava matá-la, caso o denunciasse. O casal tem cinco filhas. Na delegacia, o agricultor negou a acusações.

O pai foi preso por policiais das cidades de Cuité e Sossego. Depois de prestar depoimento, o agricultor foi levado para a carceragem da delegacia de Polícia Civil de Barra de Santa Rosa. Na manhã desta quinta-feira (23) ele deve ser transferido para a cadeia pública da cidade de Esperança. O caso está sendo investigado pelo delegado Elias José Rodrigues Silva.

G1

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Suspeito de estupro é encontrado morto dentro de cela com nove detentos, na Paraíba

Reprodução
Imagem ilustrativa

Um detento da Cadeia Pública da cidade de Araruna, que fica a 170 quilômetros de João Pessoa, foi encontrado morto no banheiro da cela na manhã desta quinta-feira (10). De acordo com a Polícia Civil, José Cândido Ribeiro, de 35 anos, respondia por estupro de vulnerável.

Segundo o delegado Diógenes Fernandes, o preso havia sido detido no mês de fevereiro, suspeito de estuprar a filha e uma enteada. De acordo com o delegado, ele foi encontrado com um pano enrolado no pescoço e a primeira hipótese é de suicídio, embora o detento dividisse a cela com mais nove presos e todos alegaram que não perceberam a ação.

Equipes da Polícia Civil fizeram perícia no local da morte do preso e prometeram investigar o caso.

Por Luís Eduardo Andrade

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Pai confessa estupro da própria filha de dez anos e diz que dopava menina, diz polícia

Foto: diariodobrejo.com

O homem de 32 anos confessou que estuprava a filha de 10 anos em Araruna, no Brejo da Paraíba. Em depoimento, o homem informou que em algumas ocasiões chegou a dopar a menina para cometer os abusos. Como os dois moravam sozinhos, ele trancava as portas de casa para que ninguém chegasse de surpresa e flagrasse o crime.

O pai da criança foi preso no domingo (6) horas depois de ser denunciado pela madrinha da menina sob suspeita de praticar atos sexuais com a própria filha. De acordo com a Polícia Militar, o crime foi descoberto após a menina contar os episódios de abuso à madrinha. A mulher, que já estava desconfiando do comportamento da afilhada, resolveu prestar queixa na delegacia.

A confissão foi feita durante depoimento ao delegado da Polícia Civil de Solânea, Diógenes Fernandes ainda no domingo. Segundo o escrivão que acompanhou o depoimento, o homem revelou que praticava sexo anal e oral com a filha. Os exames feitos pela criança na unidade de pronto atendimento em Araruna confirmaram a versão do homem, uma vez que apontaram que a vagina da menina estava intacta.

Após ser ouvido pelo delegado, o pai da criança foi autuado pelo crime de estupro de vulnerável e, se condenado, pode pegar uma pena de até 15 anos de prisão. Ele segue detido na manhã desta segunda-feira (7) na cadeia pública de Araruna.

G1

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Homem é preso suspeito de estuprar a própria filha em Araruna

Foto: diariodobrejo.com

Um homem de 32 anos foi preso na tarde de domingo (6) suspeito de estuprar a própria filha, de 10 anos, em Araruna, no Brejo paraibano. A prisão aconteceu em flagrante e a menina contou que o pai abusava dela todos os dias.

De acordo com a Polícia Militar, o crime foi descoberto após a menina contar os episódios de abuso sexual para uma madrinha. A mulher, que já vinha desconfiando do comportamento da afilhada, resolveu prestar queixa na delegacia.

Após conversar com o delegado de plantão, a menina foi encaminhada para uma unidade de pronto atendimento, onde os exames confirmaram os abusos. Após rondas na cidade, a polícia conseguiu encontrar o pai da menina, que foi preso e autuado pelo crime de estupro de vulnerável.

G1

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Pai e filha são presos na 3ª fase da Operação Gabarito, que investiga fraudes em concursos

Aposentado foi preso por posse ilegal de arma e a filha dele por falsa identidade (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Mais duas pessoas, pai e filha, foram presas na manhã desta terça-feira (30) durante a terceira fase da Operação Gabarito, deflagrada pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de João Pessoa e que investiga um grupo suspeito de fraudes em concursos públicos. Na ação desta terça-feira, ainda foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão em João Pessoa e Cabedelo. Desde o começo da operação, 30 pessoas foram indiciadas e 29 foram presas, suspeitas de envolvimento no esquema de fraudes em concursos e vestibulares.

Segundo o delegado Lucas Sá, titular da DDF, um aposentado de 72 anos e a filha dele, de 39 anos, foram presos em flagrante na casa de parentes de um dos investigados na operação, onde a polícia cumpria um mandado de busca e apreensão nesta terça.

“O homem estava com uma arma de fogo e munições e a filha dele se apresentou como advogada e tentou dificultar a ação policial. Descobrimos que ela não é advogada e que era apenas estudante de direito. O homem foi preso por posse irregular de arma de fogo e a filha dele por falsa identidade”, explicou.

Os mandados foram cumpridos nos bairros de Portal do Sol, Ponta de Seixas, Miramar, Valentina, Mangabeira e Centro de João Pessoa, além de um local em Cabedelo. Durante a operação, foram apreendidos documentos relacionados a concursos públicos, atestados médicos, laudos periciais em branco e documentos relacionados a licitações públicas do estado de Alagoas.

 Terceira fase da Operação Gabarito cumpriu 16 mandados de busca e apreensão de documentos relacionados à quadrilha investigada (Foto: Lucas Sá/DDF - João Pessoa)

Terceira fase da Operação Gabarito cumpriu 16 mandados de busca e apreensão de documentos relacionados à quadrilha investigada (Foto: Lucas Sá/DDF – João Pessoa)

“A terceira fase da operação tem como objetivo principal a análise do material apreendido e a identificação dos membros da organização criminosa que ainda estão em liberdade. Durante esta fase foram encontrados documentos importantes, como planilhas de valores de cargos públicos, o planejamento para o ano de 2017, com os concursos futuros que seriam fraudados, além de nomes de diversos candidatos e membros da organização”, explica Lucas Sá.

Ainda de acordo com o delegado, durante a análise, subiu para 100 o número de pessoas envolvidas diretamente com as fraudes, além de provas e indícios de que mais de mil pessoas teriam sido beneficiadas pelo esquema.

“Na quarta fase da operação, vamos aprofundar a investigação em cada concurso fraudado no estado da Paraíba e enviar cópia integral das provas encontradas a outras instituições para a instauração de investigações específicas nos outros estados”, completou.

Onze carros foram apreendidos na Operação Gabarito, em João Pessoa (Foto: Diogo Almeida/G1)

Onze carros foram apreendidos na Operação Gabarito, em João Pessoa (Foto: Diogo Almeida/G1)

Operação

A Operação Gabarito, da Polícia Civil da Paraíba, investiga um grupo suspeito de fraudar pelo menos 100 concursos públicos e vestibulares e lucrar pelo menos R$ 18 milhões com a aprovação de mais de mil pessoas. Segundo a polícia, as fraudes começaram em 2005.

Os suspeitos cobravam, em média, o valor correspondente a 10 vezes o salário inicial do cargo pleiteado. A venda do ‘kit completo de aprovação’ custava até R$ 150 mil. Em 12 anos, o valor acumulado pelo grupo com o esquema já passa de R$ 21 milhões, segundo Lucas Sá.

A primeira etapa aconteceu no dia da realização das provas do concurso do Ministério Público do Rio Grande do Norte, quando 19 pessoas foram presas em flagrante tentando fraudar o concurso com pontos eletrônicos. Outros seis suspeitos foram presos durante a segunda etapa da operação.

G1

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