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Assembleia Legislativa firma parcerias com mais 26 cidades para oferecer cursos da FGV

Assembleia-LegislativaA Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) assinou, na manhã desta segunda-feira (24), convênios com mais 26 Câmaras Municipais para oferecer cursos de capacitação para os servidores das Casas Legislativas. A solenidade aconteceu na Câmara de Patos, e contou com a presença do presidente da ALPB, deputado Ricardo Marcelo (PEN). Os cursos são oferecidos por meio do Programa  de Qualificação Continuada do Legislativo (Proquale), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

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Além de Patos, foram firmados convênios com as Câmaras de Areia de Baraúnas, Cacimba de Areia, Cacimbas, Catingueira, Desterro, Emas, Junco do Seridó, Mãe D’água, Malta, Maturéia, Passagem, Quixaba, Salgadinho, Santa Luzia, Santa Terezinha, São José de Espinharas, São José do Bonfim, São José do Sabugi, São Mamede, Teixeira, Várzea, Condado, Cajazeirinhas, São Bentinho e Vista Serrana. “A adesão tem sido importante em todos os lugares. Já estamos com mais de 80 convênios firmados e vamos atingir os 223 municípios. Queremos ofertar oportunidades para as pessoas participarem dessas capacitações”, afirmou o presidente Ricardo Marcelo. As capacitações contemplam áreas como gestão, de projetos e prestação de serviços públicos, de licitações, de tributos, de contabilidade, e controle administrativo. Segundo o deputado Assis Quintans (Democratas), coordenador da agenda positiva da Casa, a parceria vai garantir a oferta de três mil vagas para os servidores. “As vagas serão destinadas, prioritariamente, aos funcionários efetivos e comissionados do Legislativo municipal. Posteriormente, elas também serão disponibilizadas para contemplar servidores de prefeituras, Ministério Público, TCE, Governo do Estado e universidades”, informou Assis Quintans.

A presidente da Câmara de Patos, Nadir Guedes, destacou a importância da iniciativa da Mesa Diretora da Assembleia. “Como gestores, recebemos os representantes da ALPB com felicidade, pois sabemos da realidade a qual trabalhamos e que só vamos poder melhorar o nível de capacitação com cursos como esses”, disse a vereadora.

A prefeita de Patos, Francisca Motta, parabenizou a equipe do Legislativo pelo trabalho que tem sido desenvolvido pela Educação. ” A Assembleia tem realizado atividades extraordinárias, contribuindo para a evolução do nosso povo. Tenho orgulho de poder ver o desempenho dos representantes ao oferecer conhecimento”, afirmou.

Na tarde desta segunda-feira, os representantes da ALPB e do Proquale firmarão mais parcerias com Câmaras Municipais durante solenidade em Catolé do Rocha. O evento acontece às 15h, no auditório Geraldo Vandré.

 

pbagora

Polícia é reprovada por 63% dos brasileiros, mostra FGV

Ação policial na zona sul de São Paulo (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

O relatório sobre a confiança da população na Justiça, elaborado pela Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostrou que 63% dos brasileiros estão pouco ou muito insatisfeitos com a atuação da polícia. O percentual de insatisfação foi maior entre os mais pobres, 65%, e ficou em 62% entre os mais ricos.

“É um dado alarmante, principalmente se considerarmos os últimos acontecimentos envolvendo o assassinato de policiais e diversas pessoas na periferia [de São Paulo]”, disse Luciana Gross Cunha, professora da FGV e coordenadora do Índice de Confiança na Justiça (ICJBrasil).

A pesquisa também traz o Índice de Confiança na Justiça que, no segundo e terceiro trimestres deste ano, registrou 5,5 pontos, considerando uma escala de 0 a 10. O índice é obtido com base em casos concretos, como quando o cidadão recorre ao Judiciário para resolver conflitos. O indicador leva em conta a opinião da população em relação à celeridade, honestidade, neutralidade e custos de acesso à Justiça.

Segundo a pesquisa, o Judiciário é considerado moroso para 90% dos entrevistados, por solucionar os processos de forma lenta ou muito lenta. Além disso, 82% das pessoas consideram alto ou muito alto os custos de acesso ao Judiciário e 68% acreditam ser difícil ou muito difícil usar o sistema. Outro dado revela que 64% dos pesquisados avaliam o Judiciário como nada ou pouco honesto, e 61% nada ou pouco independente.

No ranking das instituições mais confiáveis, as Forças Armadas lideram com 75% das opiniões, seguida pela Igreja Católica (56%), Ministério Público (53%), grandes empresas (46%), imprensa escrita (46%), governo federal (41%), polícia (39%), Poder Judiciário (39%), emissoras de TV (35%), vizinhos (30%), Congresso Nacional (19%) e partidos políticos (7%).

Foi avaliada também a confiança em relação a determinados grupos do convívio social. A família ficou em primeiro lugar, obtendo a confiança de 89%, seguida por colegas de trabalho (34%), vizinhos (30%) e, em último lugar, pessoas em geral (21%).

A pesquisa ouviu 3.300 pessoas no Distrito Federal e em sete estados (Amazonas, Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul).

Fernanda Cruz, da Agência Brasil[bb]