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Exagerou nas festas de fim de ano? Siga estas dicas que vão colocar sua saúde de volta aos eixos

detoxÉ fácil esquecer a cautela quando se está diante das ceias de Natal e Ano Novo – e de todas as confraternizações que acontecem no período. O resultado não costuma ser o mais desejado por quem gosta de cuidar da saúde. Passada a euforia, é hora de voltar ao normal, e com essas dicas da nutricionista Vanessa Abreu, do blog Corre Aqui, os exageros do final do ano serão apenas uma vaga lembrança.

Volte a se exercitar
Se você não fez isso já nesta primeira semana do ano, não se sinta culpada. Afinal, sempre é tempo de recomeçar. Pode parecer estranho no início, mas basta retomar mesmo em um ritmo abaixo daquele no qual você terminou o ano. “Quanto mais rápido as atividades físicas forem retomadas, melhor”, sugere Vanessa.

Capriche na hidratação
Sucos naturais, chás e muita, muita água. Estamos no verão e líquidos são essenciais para manter o corpo hidratado e refrescado, mas também regular o intestino e facilitar a digestão. “A água ajuda a ‘limpar’ o corpo e eliminar as toxinas que ficaram nele”, explica Vanessa.

Abrace os alimentos naturais
Carne vermelha, doces, massas, enlatados… dificilmente se passa Natal e Ano Novo longe deles, e quase sempre as quantidades consumidas passam do limite. Então, por que não ao menos dar um tempo e devorar frutas, verduras e legumes? Eles ajudam a limpar o organismo e recuperar o metabolismo. Bom apetite.

Dê um up no seu metabolismo
Alguns alimentos possuem substâncias que ajudam a aumentar o consumo de calorias pelo corpo – canela, gengibre, cúrcuma, pimenta e óleo de coco são alguns deles – e incluí-los no preparo dos lanches e refeições irá contribuir para perder aqueles quilinhos a mais. “Além disso, gengibre e a cúrcuma também são anti-inflamatórios e reforçam as defesas do organismo”, explica Vanessa.

espnw

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Municípios cortam salários de gestores, gratificações e festas por conta da crise

DinheiroSem festas e sem gratificações. O arrocho financeiro nos Municípios paraibanos chegou até aos salários dos prefeitos, vice e secretários. A crise econômica que o País enfrenta, em recessão, já é sentida pelas Prefeituras do estado, que têm como a dependência essencial da verba do Fundo de Participação dos Municípios. Porém, os repasses do governo federal vêm caindo gradativamente, forçando os prefeitos a tomarem medidas duras para manter o equilíbrio fiscal e conseguir pagar ao menos a folha dos servidores públicos.

No município de Mamanguape, a 60 km de João Pessoa, por exemplo, o prefeito Eduardo Carneiro, suspendeu em agosto o próprio salário, assim como o vice-prefeito e de todos os secretários. Também foram cortadas, pelo prazo de 90 dias, as gratificações dos servidores municipais. Já para aqueles que estão em cargos comissionados, as gratificações foram canceladas.

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Além desses cortes, a cidade vai ficar sem o tradicional desfile cívico de 7 de setembro e sem a famosa festa de emancipação política, de 25 de outubro. Todas as medidas têm o objetivo de reverter os valores economizados para o pagamento da folha dos servidores públicos e fornecedores e para a manutenção os serviços básicos à população.

O secretário de Finanças do Município, Fabrício Sales, pontuou que a Prefeitura não tem apenas como obrigação a folha de pagamento dos servidores. “Temos obrigações constitucionais com investimentos de percentuais mínimos em saúde e educação, repasse do INSS patronal, pagamento de precatórios e com uma série de outros dispêndios, com os quais o Município tem que arcar”, destacou. Ele garantiu ainda que a administração municipal irá tomar todas as medidas necessárias para manter as finanças da cidade em dia.

Salários reduzidos

No mesmo cenário de falta de recursos para pagar o básico, encontra-se o Município de Poço Dantas, a 540 km de João Pessoa. Lá, o prefeito José Gurgel, além de cortar gastos com festas, diminuiu o próprio salário, do vice e dos secretários em 50%. Ele que ganhava R$ 12 mil por mês, passa a receber R$ 6 mil. Já o vice-prefeito que tinha o salário de R$ 6 mil e os secretários de R$ 2 mil, passam a a receber R$ 3 mil e R$ 1 mil por mês, respectivamente.

Segundo o prefeito, também foram suspensas todas as gratificações e horas extras dos servidores. José Gurgel afirma que visa a manter o equilíbrio fiscal com essas medidas que devem economizar por mês cerca de R$ 40 mil. “Poço Dantas é um município de pequeno porte, com 4 mil habitantes, mas com o corte que fizemos nas finanças vai dar em torno de R$ 40 a R$ 45 mil por mês. Então, vai nos confortar; vai permitir pagar o 13º dos servidores no fim do ano e também garantir o pagamento aos credores para que possam ser mantidos os serviços da Prefeitura”, explica.

Ordem é economizar

Na cidade de Boa Vista, a 170 km da Capital, a situação não é diferente. O prefeito Edvan Pereira Leite determinou, através de decreto, a diminuição de despesas na administração municipal que devem ser cumpridas pelo menos até o fim de 2015. Os salários, vantagens e gratificações, em todos os níveis ficam congelados, assim como está proibido o pagamento de diárias. O subsídio do prefeito também sofreu redução de 20% e ainda ficou estabelecido que todas as secretarias economizem, no mínimo, 10% do orçamento em materiais de expediente e no consumo de combustíveis.

O decreto ainda determina a suspensão, nesse período, de nomeação de funcionários para cargos em comissão e funções de confiança, a realização de festas ou eventos financiados pelo poder público municipal, a locação de veículos, a disponibilização de funcionários para outros órgãos públicos e o pagamento de horas extras acontecerá somente em casos de absoluta necessidade dos serviços.

“É imperiosa a necessidade do Município se adequar a atual crise financeira que passa o Brasil, além das quedas das fontes de receitas como FPM e da projeção de crescimento em reajustes fixados pelo governo federal, como energia e combustíveis” disse Edvan Leite.

Cabedelo também sofre

A crise não chegou apenas aos municípios pequenos. A cidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa, também sente os efeitos e o prefeito Leto Viana determinou, através de decretos, medidas para redução de gastos públicos. Foram suspensas até 31 de dezembro despesas com patrocínio e apoio a festas, eventos culturais, solenidades, confraternizações, ornamentações, presentes e outras situações similares, com exceção dos casos relacionados às ações governamentais. O ato não cortou a verba para realização dos desfiles de 7 de setembro.

Segundo o prefeito, o ato visa à responsabilidade na gestão fiscal e o equilíbrio entre receita e despesa do Município, além de assegurar à população cabedelense o atendimento às necessidades essenciais e os investimentos relacionados à educação e à saúde. Ele garante ainda a manutenção da regularidade dos pagamentos a fornecedores e do salário dos servidores públicos municipais.

Queda do FPM

O presidente da Federação dos Municípios da Paraíba, Tota Guedes, explica que em 2015 as Prefeituras sofreram perdas significativas com as quedas do Fundo de Participação dos Municípios. Segundo ele, em julho a diminuição em relação a junho foi 25,95%, o que significou “um desastre” nas contas das Prefeituras.

“Em agosto houve um leve aumento no FPM, mas julho foi um desastre”, afirmou. Ele destaca que os prefeitos têm tomado as medidas duras para conseguir chegar ao final do ano sem ter a receita no vermelho. “Se o gestor não tomar essa medidas de corte de despesas, vai fecha no vermelho. Em muitos casos as ações já deveria ter sido no começo do ano. O país não cresce e o repasse do Fundo Partidário vem caindo gradativamente, por isso, os prefeitos precisam se ajustar”, advertiu.

Em Sobrado, a 42 km de João Pessoa, o prefeito George Coelho afirma que a queda no repasse do Fundo de Participação chega a ser de R$ 70 mil por mês. A Prefeitura contou para honrar com as dívidas com cerca de R$ 450 mil em agosto, do qual foi comprometido 48% para pagar a folha de pessoal. Além da diminuição do FPM, o prefeito reclama que o governo federal não repassou o dinheiro para os salários de agentes públicos do Município, que também foram pagos com a verba da Prefeitura.

De acordo com a Confederação Nacional dos Municípios, no acumulado de 2015, o FPM soma R$ 55,999 bilhões para todas as cidades brasileiras. No mesmo período do ano passado, o valor foi de R$ 56,985 bilhões, o que significa que, em termos reais, a diminuição foi de 1,73%, levando em conta de janeiro a agosto de 2014.

Ainda conforme a CNM, a previsão para setembro é de queda de 2% do FPM, em relação ao mês agosto.

 

Por Naira Di Lorenzo

Mais de 100 motoristas são pegos dirigindo alcoolizados durante festas de São João

Walter Rafael/Secom-PB
Walter Rafael/Secom-PB

Cento e nove motoristas foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool na Paraíba, durante o São João. Os flagrantes foram feitos pela Operação Lei Seca nas cidades com maior tradição nos festejos juninos. De 19 a 24 de junho, as ações foram executadas em Campina Grande, Galante, Patos, Sapé, Guarabira, Itabaiana, João Pessoa e Cabedelo. Ao todo, foram aplicados 1.512 testes do bafômetro.

Durante seis dias de operação, 1.342 veículos foram abordados, houve a apreensão de 35 veículos, 91 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH) foram recolhidas e nenhum condutor foi preso. As ações da Operação Lei Seca foram desenvolvidas através de atividades repressivas e educativas, numa parceria entre as Divisões de Policiamento e Educação para o Trânsito do Detran e o Batalhão de Policiamento de Trânsito da Paraíba.

De acordo com o chefe da Divisão de Policiamento e Fiscalização de Trânsito, Ricácio da Cruz, o trabalho das equipes foi reforçado com o aumento do número de agentes atuando, além da contribuição da Polícia Militar e dos órgãos municipais de trânsito.

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“Intensificamos as abordagens nos pontos com maiores concentrações de veículos e municípios com visitações turísticas durante os festejos juninos. Observamos que a população de João Pessoa e Campina Grande está mais consciente em relação à mistura de álcool e direção, as campanhas educativas que o Detran vem realizando têm contribuído muito na mudança de comportamento dos motoristas”, observou Ricácio da Cruz.

Nas cidades que ainda não têm o trânsito municipalizado, como Itabaiana e Sapé, além do trabalho de orientar os condutores quanto ao risco de beber e dirigir, foram fiscalizadas as condições do veículo, bem como a situação dos documentos de porte. “A não municipalização do trânsito dessas cidades acaba repercutindo com o número elevado de infrações, especialmente por documentação irregular do veículo, CNH atrasada e falta de equipamento de segurança”, disse.

Até o dia 5 de julho, quando acontece o encerramento do Maior São João do Mundo, todo o efetivo da Operação Lei Seca será utilizado durante o Plano Operacional de Segurança no Trânsito elaborado pelo Detran para os festejos juninos no Estado. Além de evitar acidentes, salvar vidas e proporcionar um trânsito seguro para todos, a operação intensificada visa, também, garantir maior segurança para quem vai curtir as festas.

 

portalcorreio

Balanço parcial: PRF registra 19 acidentes e duas mortes durante operação ‘Festas Juninas’

prfDurante os dois dias de festividades juninas, a Polícia Rodoviária Federal – PRF – registrou 19 acidentes que resultaram em 12 pessoas feridas e dois mortos.

A PRF também realizou 591 testes do bafômetro e 12 condutores foram autuados por dirigirem sob efeito do álcool, dois foram presos.

A Operação Festas Juninas 2015 foi deflagrada no dia 3 desse mês e segue até o dia 6 de julho.

As ações de fiscalização estão sendo realizadas, estrategicamente, nas regiões que concentram maior fluxo de veículos neste período festivo. Juntamente com as ações de fiscalização, estão sendo desenvolvidas ações de educação para o trânsito em diversos pontos das rodovias federais que cortam o estado da Paraíba. No mesmo período, 148 pessoas participaram de ações educativas nas BRs.

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IMPRUDÊNCIA

Excesso de velocidade e ultrapassagens indevidas estão na mira dos agentes da PRF. Durante esses dois dias, 895 condutores foram flagrados transitando acima da velocidade permitida e outros 44 realizando ultrapassagens em locais proibidos.

Ultrapassagens indevidas são as principais responsáveis por colisões frontais, tipo de acidente que normalmente resulta em feridos graves ou mortos.

 

blogdogordinho

RC suspende gastos com eventos culturais e Estado não vai apoiar festas de São João

Divulgação/ALPB
Divulgação/ALPB

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), suspendeu o uso de dinheiro público no financiamento de festas e eventos culturais por 60 dias. A decisão foi publicada na edição desta terça-feira (19) no Diário Oficial do Estado.

Com o decreto assinado pelo gestor, fica confirmado que o Estado não destinará verba em apoio às festas juninas, tão tradicionais na Paraíba e demais estados do Nordeste. Ficam sem patrocínio, inclusive, as comemorações em Campina Grande, que faz “O maior São João do Mundo”.

“Ficam suspensas, pelo prazo de 60 dias, a contar da publicação deste decreto, as despesas públicas para quaisquer beneficiários com finalidade de patrocínio e de apoio à realização de festividades, eventos culturais, solenidades, confraternizações, festas, enfeites, presentes e outras situações similares, ressalvados os casos relacionados às ações governamentais. As disposições contidas neste artigo não se aplicam aos serviços públicos essenciais das áreas de saúde, segurança e educação, desde que a prática de tais atos esteja condicionada à existência de disponibilidade orçamentária e financeira”, diz o decreto.

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No início do mês, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) recomendou que os 223 municípios da Paraíba evitassem gastos excessivos com festas juninas. No ofício encaminhado aos municípios, o TCE-PB diz que a realização de eventos custeados com recursos públicos somente é justificável nas hipóteses de tradição cultural, de incremento de receita decorrentes de atividades turísticas ou de interesse público relevante. O documento afirma que a contratação de bandas, grupos musicais, profissionais ou empresas do setor artístico, devem obedecer a uma série de determinações e instruções normativas, além dos gestores serem obrigados a apresentar todos os documentos que comprovem as despesas realizadas.

 

portalcorreio

Nova enquete do FOCANDO A NOTÍCIA quer saber se “você é a favor das festas juninas?”; vote

enqueteA proximidade dos festejos juninos, muito tradicionais na Paraíba, fez surgir uma polêmica nas cidades que, costumeiramente, realizam essa festa: fazer ou não fazer os eventos? Isso porque, com a seca considerada a pior dos últimos 50 anos, muitos se questionam se investir milhares e milhões de reais em festas para atrair turista é o mais justo, enquanto os moradores dessas localidades estão sofrendo com a estiagem, que tem castigado a todos.

Ao mesmo tempo e, por outro lado, há quem justifique a realização dos festejos juninos argumentando que o evento atrai pessoas de outros lugares fazendo com que seus municípios fiquem movimentados, o que promove a geração de emprego e renda para a população, principalmente nesse período em que comerciantes e empresários têm sofrido com a crise, sendo obrigados a, inclusive, demitir muitos de seus funcionários.

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Esse questionamento fez também com que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) emitisse um alerta para os gestores que tradicionalmente realizam festas no mês de junho. O comunicado é voltado principalmente para as 170 cidades com situação de emergência decretada pelos governos estadual e federal. Entre elas, Bananeiras, Belém e Solânea, cidades que já se tornaram tradição em eventos nesse período.

Diante de toda essa polêmica o Focando a Notícia quer saber: “Você é a favor da realização das festas juninas?”. Acesse o site e vote respondendo se você é a favor, contra, não sabe opinar ou se prefere que as festas sejam realizadas, porém com menos pompa, ou seja, de forma mais simples e sem atrações de alto valor.

Você é a favor da realização das festas juninas?

Resultado parcial

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Focando a Notícia

Conheça as gafes mais comuns em festas de casamento e passe bem longe delas

Getty Images
Getty Images

Ainda que sem perceber, muitos convidados têm atitudes consideradas desrespeitosas com os noivos durante a cerimônia e a festa do enlace. Para ajudar a minimizar esses equívocos –com benefícios tanto para quem promove quanto para quem curte esse tipo de evento –o UOL Casamento conversou com especialistas e listou as gafes mais comuns. Confira e fuja delas.

Usar vestido branco
De acordo com a consultora de etiqueta Célia Leão, não importa o tipo de evento ou o perfil dos donos da festa, o branco sempre será a cor exclusiva de quem sobe ao altar –ainda que a noiva escolha usar um vestido colorido. Cabe apenas aos anfitriões liberarem o uso da cor, se quiserem. “Em casamentos na praia, por exemplo, o branco é bem-vindo. Mas, mesmo assim, é preciso consultar e obter autorização expressa dos noivos”, diz a cerimonialista Raquel Abdu.

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Beber demais
Beber além da conta em qualquer evento social é considerado uma gafe. Mas em festas de casamento o impacto negativo pode ser ainda maior. Afinal, a pessoa alcoolizada tende a incomodar os outros e pode se tornar inconveniente. “Manter-se sóbrio durante o casamento é um sinal de respeito e consideração com os anfitriões”, diz a assessora de eventos Talita Uoya.

Levar muitos bem-casados para casa
Pegar o tradicional docinho já é hábito, mas segundo Célia há um limite de quantidade que deve ser respeitado, até para não faltar aos demais convidados. “Você não tem que levar para os outros, apenas para si. E dois docinhos costumam ser suficientes”, diz. Quantos aos outros doces da festa, só não é deselegante levar para casa se os noivos disponibilizarem embalagens com esse propósito, como marmitas de alumínio e cones de papel. “Se não tiver nada desse tipo na mesa de doces, contente-se em comer na festa”, diz Raquel.

“Roubar” os arranjos de mesa
Muitos convidados não resistem, mas é preciso perguntar para a noiva ou para a assessora de eventos responsável pela organização do casamento se é permitido fazer isso. “Mesmo se houver consentimento, o ideal é levar o arranjo no encerramento da festa e nunca no meio dela. Caso o convidado queira ir embora mais cedo, não deverá levar”, diz Talita. Afinal, não seria justo desmontar parte da decoração enquanto a festa acontece, não é mesmo?

Levar acompanhantes que não foram convidados
O casamento é planejado com base na quantidade de pessoas definida pelos noivos. Por isso, se cada convidado resolver levar um acompanhante que não está na lista, os serviços de buffet, bar e até a disposição dos assentos poderá ficar prejudicada. “Se tiver intimidade com os noivos, você pode perguntar sobre a possibilidade de levar um acompanhante. O vínculo próximo dará ao anfitrião a liberdade de negar, se quiser”, diz Célia.

Ir somente à festa e não à cerimônia
Salvo os casos em que houve um imprevisto e o convidado não conseguiu chegar em tempo para a cerimônia, ir direto para a festa pode ser visto como um ato grosseiro pelos noivos. “O enlace matrimonial acontece justamente na cerimônia, esse é o motivo da celebração”, diz Talita. “Se houver compromisso importante, o convidado deve informar aos noivos que não poderá comparecer à cerimônia e verificar se eles se importam caso tenha que ir direto para a festa”, afirma a assessora. Igualmente deselegante é sair do local da cerimônia antes do fim, para guardar lugar no salão.

Não confirmar presença no casamento, ainda que os noivos façam esse pedido
A sigla ‘RSVP’, que aparece em muitos dos convites de casamento, indica que a pessoa deve confirmar sua presença por meio do contato mencionado. “Os noivos pedem isso para que o convidado seja servido com fartura e todo mundo possa ser bem acomodado”, explica Célia. Por isso, é de bom tom avisar a presença (e até mesmo a ausência) pelo menos 15 dias antes. Se já sabe que não poderá ir, seja sincero e não dê uma falsa confirmação por medo de dizer não. “Quando você diz que vai e não aparece, você faz os noivos pagarem pelo seu consumo, já que a reserva é feita com antecedência. Nesse caso, eles estarão jogando dinheiro fora por você”, diz a consultora de etiqueta.

Desrespeitar as mesas reservadas
Em alguns casamentos, há mesas destinadas aos pais dos noivos e aos padrinhos. E, nessas situações, retirar as placas que indicam a reserva e acomodar-se nesses lugares é desrespeitoso. “E quando vamos argumentar, há quem se recuse recusam a levantar”, explica Raquel.

Atrapalhar os noivos durante os protocolos da festa
Quem faz um casamento formal precisa cumprir alguns cerimoniais: tirar fotos com padrinhos, com os pais, na mesa de bolo, além de jantar no horário estipulado. E, de acordo com Talita, os convidados não devem atrapalhar esses momentos, para não prejudicarem o andamento da festa. Eles poderão curtir os anfitriões quando os noivos estiverem liberados das formalidades. “Jamais entre na sessão de fotos com pais e padrinhos ou os interrompa quando estiverem jantando”, diz.

 

Marina Oliveira e Amanda Sandoval
Do UOL

Portaria que proíbe entrada de jovens em festas e eventos públicos continua em vigor na PB

adolescentesA Portaria nº 001/2015, que proíbe a entrada de jovens desacompanhados de responsável em eventos abertos ao público, como festas populares, bares e eventos públicos continua em vigor. A Portaria, publicada no dia 17 de janeiro, é fruto de uma iniciativa conjunta promovida por juízes da Infância e da Juventude do Poder Judiciário estadual e promotores da Justiça de Defesa da Criança e do Adolescente, com abrangência nas comarcas de João pessoa, Cabedelo e Lucena.

Em cumprimento à portaria, o Ministério Público juntamente com os Agentes de Proteção autuaram a organização do Fest Verão Paraíba, evento que tem acontecido sempre durante o mês de janeiro, em Cabedelo. A organização do evento foi autuada com multas por não ter barrado a entrada de menores de 16 anos sem a presença de responsáveis no local do show.

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Segundo o juiz Adhailton Lacet, coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba, as ações continuarão e serão reforçadas durante o Carnaval, principalmente nos municípios de Lucena e Cabedelo, onde acontecem festividades mais frequentadas.

Blogdogordinho

Bancos funcionarão em horário especial no período de festas

bancoAs agências bancárias não abrirão ao público nos dias 25, 31 de dezembro e 1º de janeiro. A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) informa que o dia 30 deste mês será o último dia do ano para quem optar em realizar transações financeiras nas agências bancárias.

Em 31 de dezembro, último dia do ano, os bancos fecharão para realizar operações internas e fechamento de seus balanços. Não haverá atendimento ao público nas agências bancárias.

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Na véspera de Natal, dia 24, os bancos estabelecerão horários especiais, seguindo a resolução nº 2.932, que garante ao público um atendimento mínimo de duas horas.

Confira os horários de funcionamento das agências bancárias no dia 24:

Pagamento de contas

De acordo com informações da Febraban, o pagamento das contas de água, luz, telefone e TV a cabo, e os carnês que vencerem nas datas em que os bancos estiverem fechados, poderá ser feito no próximo dia útil após o vencimento (26 de dezembro e 2 de janeiro), sem a incidência de multa.

Sobre os tributos, os boletos são emitidos normalmente já com a data ajustada para o calendário de feriados (federais, estaduais e municipais).

O diretor-adjunto de operações da Febraban, Walter Tadeu Pinto de Faria, lembra que, “mesmo durante o feriado, os canais como internet banking e caixas eletrônicos funcionarão normalmente, facilitando, dessa forma, a vida do consumidor”.

Além do internet banking e caixas eletrônicos (os ATMs), a população também pode realizar operações bancárias por meio do mobile banking, banco por telefone e correspondentes (casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e estabelecimentos comerciais credenciados).

Os clientes podem ainda agendar nos bancos os pagamentos das contas de consumo (água, luz, telefone e TV a cabo) ou pagá-las se tiverem o código de barras, nos próprios caixas automáticos ou em correspondentes bancários.

Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do Débito Direto Autorizado (DDA).

 

maispb

PRF divulga resultado da Operação Festas Juninas com o registro de 334 acidentes com 178 feridos e 12 mortes

prfA Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba encerrou às 23h59 desta segunda-feira, 7, a “Operação Festas Juninas 2014”. A operação, deflagrada no dia 6 de junho, teve duração de 31 dias corridos e apresentou queda nos indicadores operacionais de acidentes, feridos e mortos.

 

A operação, que coincidiu com parte do período de realização da Copa do Mundo FIFA 2014, teve o objetivo de garantir aos usuários das rodovias federais, segurança, conforto e fluidez do trânsito. O reforço na fiscalização foi concentrado na região de Campina Grande e no Sertão Paraibano.

 

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A PRF priorizou ações preventivas para redução da violência do trânsito. O combate à embriagues ao volante, ao excesso de velocidade, às ultrapassagens indevidas e ao transporte irregular de crianças e demais passageiros nortearam as ações das equipes em todas as onze Unidades Operacionais – UOPs da PRF na Paraíba.

 

Ao final da operação, foi verificada a redução em três dos principais indicadores operacionais da instituição.

 

Em números absolutos, a PRF atendeu 334 (388 em 2013) acidentes que resultaram em 178 (225 em 2013) feridos e 12 mortos, mesmo número do ano passado.

 

 

A Operação Festas Juninas de 2013 teve duração de 30 dias, enquanto a Operação em 2014 teve duração de 31 dias. Considerando a diferença entre os períodos e a evolução da frota veicular nacional, que apresentou aumento de 6,86% entre os dois períodos analisados, o resultado apurado foi de redução nos indicadores operacionais.

Falta de atenção ainda é a principal causa de acidentes

 

A falta de atenção foi a principal causa dos acidentes de trânsito atendidos pela PRF, seguida pela falta da distância de segurança, ingestão de álcool e velocidade incompatível. Essas quatro causas foram responsáveis por 61% dos acidentes.

Fiscalizar para prevenir

 

Durante os 31 dias da operação, 13,6 mil pessoas e veículos foram fiscalizados, 2.988 condutores foram multados, 2.158 testes de etilômetro foram realizados, 111 pessoas foram autuadas e 18 foram presas pela mistura álcool e direção. Outras 31 pessoas foram detidas por crimes diversos.

 

 

Assessoria