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TCE amplia transparência com nova ferramenta de acesso às despesas públicas e faz balanço da gestão

Uma nova ferramenta de acesso à informação está à disposição dos cidadãos no site do Tribunal de Contas do Estado – TCE. Trata-se do link “Painéis de Acompanhamento de Gestão”, que permite ao usuário acessar a evolução das despesas realizadas pelo Estado e pelos municípios, bem como dados das receitas e das licitações. A informação foi prestada, nesta sexta-feira (12), pelo conselheiro presidente da Corte, André Carlo Torres Pontes, ao lembrar os cinco anos da Lei de Acesso à Informação (12.527/2011). A LAI será comemorada na próxima terça-feira, 16 de março.

Ao anunciar o novo dispositivo de acesso às informações públicas no site do TCE, o conselheiro André Carlo Torres enfatizou a preocupação do Tribunal em ampliar a transparência. Reiterou que os painéis ficarão à disposição do cidadão para consultas, a exemplo de outras ferramentas que podem ser consultadas pelos internautas, como o Sagres – Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade, onde estão disponíveis dados sobre receitas orçamentárias, empenhos, pagamentos e folha de pessoal.

Balanço da Gestão – O conselheiro André Carlo fez um balanço dos primeiros quatro meses da gestão no TCE, desde que foi implantado o Processo de Acompanhamento da Gestão, em tempo real, no início do ano. Com a nova sistemática de análise para as contas públicas, disciplinada pela Resolução Normativa RN-TC Nº 01/2017, a Auditoria do TCE passou a produzir relatórios iniciais, que ensejaram a emissão de “Alertas”, decorrentes de indícios de irregularidades ou descumprimento de preceitos relativos à Transparência Pública e Lei de Responsabilidade Fiscal.

Os números mostraram que foram emitidos 277 Alertas, entre os 1.971 processos iniciados a partir de relatórios, solicitações, pedidos de cautelares, diligências, denúncias, licitações e atos de pessoal. No período o Departamento Especial de Auditoria – DEA produziu 1.233 relatórios, observando-se ainda 40 relatórios sobre a verificação de cumprimento das decisões.

O TCE também ampliou as atividades pedagógicas através da Escola de Contas Otacílio Silveira – Ecosil, proporcionando diversos cursos e treinamentos aos gestores públicos, especificamente em relação às novas ferramentas que estão viabilizando o acompanhamento da gestão, a exemplo do encaminhamento de balancetes mensais e cumprimento da Lei de Transparência. A Ecosil realizou 22 eventos para 1.767 participantes.

Assessoria

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Cuidado! Ferramenta que promete deixar o Whatsapp azul é, na verdade, um golpe

Se você recebeu através do WhatsApp um link com uma suposta ferramenta que torna o aplicativo azul, fique atento. Trata-se de um novo golpe que está circulando entre os celulares, capaz de roubar os dados do usuário para usá-los de forma maldosa. Funciona da seguinte forma: quando a pessoa clica no link , é redirecionada para uma página, chamada “Whatsapp Trendy Blue”, onde deve inserir o número do celular.

Ao clicar em “I agree! Continue!” (em livre tradução, “Eu concordo! Continuar!”), abrirá uma nova tela, onde deve confirmar que é um usuário ativo. Depois dessas etapas, a ferramenta solicita que a pessoa convide dez amigos ou três grupos no Whatsapp para que o aplicativo seja desbloqueado e fique azul.

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Porém, no fim das contas, o usuário não é levado a nenhuma página de download, mas a uma pesquisa online, que solicita informações pessoais. Quanto mais a vítima avança, mais dados são roubados pelo site. De acordo com sites de tecnlogia estrangeiros, a ferramenta chega a inscrever o usuário em um serviço de mensagens tarifadas, gerando custos extras na conta do celular. Fique atento!


Extra

Municípios ganham ferramenta virtual que auxilia no acesso a serviços públicos

Ferramenta desenvolvida pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Mapa de Oportunidades e Serviços Públicos, apresenta virtualmente, a localização dos serviços, órgãos e instituições voltados à superação da extrema pobreza nos municípios. O mapa foi desenvolvido com o intuito de beneficiar e orientar técnicos de assistência social de todo o Brasil.

Nele, estão disponibilizados endereços e telefones dos equipamentos públicos de assistência social, de segurança alimentar, postos de saúde e hospitais, entre outros. Alguns, inclusive, exibidos em mapas, de forma georreferenciada.

Segundo o secretário nacional de Avaliação e Gestão da Informação do MDS, Paulo Jannuzzi, o objetivo do Mapa é servir como um guia, apoiando o atendimento à população. A ferramenta também permite que os gestores tenham uma visão mais ampla da cidade para definir ações que gerem emprego e renda.

“O mapa fornece subsídios para que o gestor tenha informação organizada para pensar os projetos de inclusão produtiva. Isto facilita o encaminhamento de famílias que procuram os serviços de assistência social”, assinala Jannuzzi.

Atualmente, o Mapa é alimentado apenas com informações obtidas pelo MDS. Mas a ideia é intensificar o conteúdo com dados fornecidos pelos próprios gestores municipais, ainda neste primeiro semestre de 2013.

 

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Mapa de Oportunidades e Serviços Públicos

Divulgação/MDS 

  • Mapa de Oportunidades e de Serviços Públicos

O Mapa de Oportunidades e de Serviços Públicos é um portal que reúne e organiza informações de diferentes fontes, acerca de oportunidades de inclusão produtiva e disponibilidade de serviços, equipamentos e programas públicos identificados em municípios, microrregiões e estados no País.

Este Portal tem como objetivo auxiliar os técnicos dos Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e outros parceiros do Plano Brasil Sem Miséria nas atividades de referenciamento de públicos aos serviços existentes. Também tem o propósito de sistematizar informações e indicações de instituições que possam auxiliar gestores públicos na definição de estratégias e ações de inclusão produtiva para população em extrema pobreza e públicos-alvo do Plano Brasil Sem Miséria pelo País.

 

 

Fontes:
Plano Brasil Sem Miséria
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Unesco recomenda o uso de celulares como ferramenta de aprendizado

A Unesco publicou um guia com 10 recomendações para governos implantarem políticas públicas que utilizem celulares como recurso nas salas de aula. O guia, apresentado em Paris na semana passada durante a Mobile Learning Week, traz ainda 13 bons motivos para ter esse aliado na educação.

“Cada país está em um nível diferente no uso das tecnologias móveis em sala de aula. Por isso, é importante que cada um use o guia adaptado às suas necessidades locais”, diz Steve Vosloo, coordenador do projeto. O especialista conta que a ideia de lançar essas recomendações surgiu a partir da constatação de que, mesmo considerando o uso das tecnologias em sala de aula algo pedagogicamente importante, muitos governos não sabiam por onde começar.

O Dia

Pesquisa no Brasil mostrou que alunos levam celular para escola, mas aprovam proibição de uso

Para ele, a questão do acesso já está avançada e o problema agora é dar significado a esse uso. Especialistas da Unesco espalhados pelo mundo começaram a elaborar um guia com orientações que servissem a qualquer governo, independentemente do grau de maturidade que o país estivesse nesse debate.

O documento começa com uma orientação que parece simples: ter políticas que incentivem o uso das tecnologias móveis em sala de aula. Isso pode querer dizer tanto criar políticas da estaca zero ou ainda atualizar políticas que foram criadas no momento em que as tecnologias móveis ainda não eram tão acessíveis. “As diretrizes políticas relacionadas ao aprendizado móvel que forem criadas devem estar em harmonia com as que já existirem no campo das TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação)”, afirma a Unesco no documento.

Na sequência, o guia traz à luz a necessidade de se treinar professores e de fazer isso com o uso de tecnologias móveis, para que eles também se apropriem dessas ferramenta na vida deles. “No Brasil, os professores têm certa resistência em incorporar novas tecnologias. A sala de aula ainda é o lugar de desligar o celular”, afirma Rebeca Otero, coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, que avalia que parte disso se deve ao fato de o professor ainda não estar completamente familiarizado com essas ferramentas. “Isso faz com que muitas oportunidades educacionais se percam, especialmente no ensino médio, época em que o aluno já está ligado e nas redes.”

Outras recomendações presentes no documento dizem respeito à criação de conteúdo adequado e à promoção do uso seguro e saudável das tecnologias. Com essas orientações, acredita a Unesco, os governos estarão mais próximos de usufruir dos benefícios do aprendizado móvel, dentre eles ampliar o alcance e a equidade da educação e facilitar o aprendizado personalizado.

Confira, a seguir as 10 recomendações e os 13 bons motivos para se usar tecnologias móveis em sala de aula:

10 recomendações aos governos:
– Criar ou atualizar políticas ligadas ao aprendizado móvel
– Conscientizar sobre sua importância
– Expandir e melhorar opções de conexão
– Ter acesso igualitário
– Garantir equidade de gênero
– Criar e otimizar conteúdo educacional
– Treinar professores
– Capacitar educadores usando tecnologias móveis
– Promover o uso seguro, saudável e responsável de tecnologias móveis
– Usar tecnologia para melhorar a comunicação e a gestão educacional

13 motivos para tornar o celular ferramenta pedagógica:
– Amplia o alcance e a equidade em educação
– Melhora a educação em áreas de conflito ou que sofreram desastres naturais
– Assiste alunos com deficiência
– Otimiza o tempo na sala de aula
– Permite que se aprenda em qualquer hora e lugar
– Constroi novas comunidades de aprendizado
– Dá suporte a aprendizagem in loco
– Aproxima o aprendizado formal do informal
– Provê avaliação e feedback imediatos
– Facilita o aprendizado personalizado
– Melhora a aprendizagem contínua
– Melhora a comunicação
– Maximiza a relação custo-benefício da educação

 

 

 

Porvir

Literatura de cordel: uma ferramenta estimulante na sala de aula

 

A literatura de cordel tem servido de inspiração para professores e alunos como na Escola Municipal Prefeito Walter Dória de Figueiredo, em Rio Largo, Alagoas. Lá, é desenvolvido o projeto Sinhô Cordel, com estudantes do oitavo ano do ensino fundamental. A rede pública na região metropolitana de Natal também tem utilizado o recurso para estimular a leitura.


foto: onordeste.com

A professora Polyanna Paz de Medeiros Costa é a responsável pelo projeto, que estimula os alunos a participar de várias atividades, como leitura e discussão dos temas explorados pela literatura de cordel; audição de versos declamados pelo cordelista alagoano Demis Santana; produção de cordel e desenhos manuais. Os estudantes também participam de dramatizações de textos de cordel, de autoria própria, ao som de músicas regionais, como do compositor Luiz Gonzaga (1912-1989).

“Os textos cordelistas são grande aliados nas estratégias de leitura e compreensão de fatos da realidade”, defende Polyanna. Formada em letras, com habilitação em português e literatura, especialização em mídias na educação e em novos saberes e fazeres da educação básica, ela está há dez anos no magistério. Polyanna também lecionou e desenvolveu o projeto Sinhô Cordel nas escolas Mário Gomes de Barros, no município de Novo Lino, e Alfredo Gaspar de Mendonça, em Maceió.

A docente ressalta que a literatura de cordel integra o patrimônio histórico do povo nordestino. “Ela é ensinada ao aluno para que ele reconheça que a linguagem é um meio fundamental na construção tanto de significados e conhecimentos quanto da identidade do ser humano”, explica Polyanna, reforçando que o mundo exige mais criatividade, senso crítico e capacidade de interpretação, o que é bastante trabalhado com o cordel.

Rio Grande do Norte

Em Parnamirim, região metropolitana de Natal (RN), a literatura de cordel é estimulada nas unidades de ensino. Além do projeto Cordel na Escola, da secretaria municipal de Educação, algumas instituições desenvolvem experiências próprias como na Escola Municipal Professora Íris de Almeida Matos. Lá, é feito um trabalho com literatura de cordel há três anos.

De acordo com a diretora, Andréia Cristiane dos Santos Xavier, a escola sempre desenvolveu atividades voltadas para a leitura, mas os professores se queixavam da falta de estímulo por parte das famílias. “Isso me causava inquietação”, diz Andréia. Ao constatar que algumas famílias não podiam oferecer instrumentos de leitura, tanto por questões financeiras quanto por falta de interesse, a comunidade escolar acolheu a demanda e iniciou uma mobilização. As primeiras atividades foram um carrinho literário e rodas de leitura.

Após perceber o interesse das crianças, diversos proejtos foram criados até chegar ao Sopa de Letrinhas Sabor Cordel, com o cordelista José Acaci. Ficou acertado, então, que este ano a escola seria uma das instituições participantes do projeto Cordel na Escola, da secretaria de Educação, que a cada ano reúne quatro escolas.

Segundo a diretora, com a realização do Sopa de Letrinhas (projeto que deu origem ao trabalho com cordel) foi possível observar diversas melhorias no comportamento dos alunos. Aumentou o interesse pela leitura, interpretação e escrita de textos, houve desenvolvimento da criatividade e do respeito em ouvir o outro.

Os estudantes também ganharam postura ao se apresentar em público e se tornaram mais participativos. A escola, que tem 500 alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental, passou a participar também do projeto Rede Potiguar de Escolas Leitoras, que incentiva a promoção da leitura nas instituições públicas de ensino. (Fátima Schenini)

Grandes nomes do cordel

Os cordelistas escolhidos para estudos em sala de aula são Jorge Calheiros, Davi Teixeira, José Severino Cristovão, Vicente Campos Filho, Gerson Santos, Pedro Queiroz, João Ferreira de Lima, José Pacheco, José Francisco Borges, Pedro Costa e Antônio Gonçalves da Silva.

“O cordel é um tipo de poesia popular, impressa em folhetos e veiculada em feiras ou praças”, define a professora nordestina.

O cordel teve origem em Portugal, por volta do século 17, quando era escrito em folhas volantes, também denominadas folhas soltas. Como tinha um aspecto rudimentar, era comercializado nas feiras, praças e ruas preso a um cordel ou barbante, o que facilitava a exposição.

Fonte: Jornal do Professor/MEC