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FENAJ realiza o I Encontro Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial

fenajMaceió será sede do I Encontro Nacional dos Jornalistas pela igualdade Racial (I Enjira). O evento, que deve reunir cerca de 100 participantes representando todos os estados do Brasil, é uma realização da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e do Sindicato dos Jornalistas de Alagoas (Sindjornal), como parte integrante da programação do 36º Congresso Nacional dos Jornalistas, que acontecerá no período de 2 a 6 de abril do próximo ano, no Centro de Convenções, em Jaraguá (http://36congressojornalistas.com/enjira/).
Com o tema “Os jornalistas e a construção da Igualdade Racial na Mídia”, o I Enjira tem como objetivo fomentar um diálogo sobre o tema etnia e raça e seus desafios na mídia brasileira, traçando encaminhamentos para a implementação de ações afirmativas voltadas à igualdade racial nos veículos de comunicação social e nas assessorias de imprensa das esferas privada e pública.

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A realização do encontro é uma antiga aspiração dos coletivos de jornalistas que lutam contra o racismo e em defesa de ações afirmativas na mídia existentes nos sindicatos da categoria de vários estados, a exemplo do Núcleo de Jornalistas Afrobrasileiros do Rio Grande do Sul e das Comissões de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojiras) de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Alagoas, Paraíba e Bahia. Por considerar a importância do tema, a Fenaj criou a Comissão Nacional de Jornalistas pela Igualdade Racial (Conajira).
Programação do I ENJIRA
02 DE ABRIL DE 2014 – Quarta feira
09h00 – Credenciamento
09h00 – Abertura
09h30 – Painel “Os jornalistas e a construção da igualdade racial na mídia”
– Cleidiana Ramos – Repórter especial no jornal A Tarde (BA) e premiada na categoria Mídia Impressa do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento – 2013;
– Washington Andrade – Jornalista, diretor-geral do Portal Áfricas;
– Rosane Borges – Coordenadora do Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra.
11h00 – Debate
12h00 – Almoço
13h30 – Grupos de Trabalhos (GT’s)
15h30 – Plenária
17h00 – Encerramento
Fonte: premioabdiasnascimento

Sindicato e a Fenaj repudiam demissões em massa em duas TVs no CE

demitidoO Sindjorce (Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará) e a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) emitiram um comunicado onde repudiam as 70 demissões na TV Ceará, que pertence ao Governo do Ceará, e na TV Diário.
Na TV Ceará, as 20 demissões ocorreram em vários departamentos, e não apenas na redação. Mas pelo menos um repórter, um cinegrafista e um editor de imagem foram demitidos. A empresa alegou excesso de funcionários terceirizados após os cortes.

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Já na TV Diário, 50 profissionais de comunicação foram demitidos, dentre eles cinco jornalistas. O motivo alegado foi o cancelamento de nove programas, que forçaram a empresa a fazer uma “readequação”.
Segundo a nota do site do Sindicato, apesar das demissões ocorrerem em meio a Campanha Salarial 2013, “o motivo de crise financeira não pode ser alegado”, pois, segundo dados do Projeto Inter-Meios, acordos publicitários renderam algo em torno de R$ 2,5 bilhões as emissoras do Ceará em 2012, número 9,12% maior do que no ano anterior.
Os órgãos ainda manifestaram sua solidariedade e afirmaram estar a disposição dos jornalistas demitidos. “O Sindjorce e a FENAJ manifestam a sua solidariedade aos profissionais dispensados sem justa causa e repudiam essa medida ofensiva aos trabalhadores e aos interesses do público, que fica privado da programação regional. Destacamos que as duas entidades estarão ao lado de todos os trabalhadores e acompanhará rigorosamente a observância dos direitos dos jornalistas demitidos, colocando, desde já, nossa assessoria jurídica à disposição”.
Portal IMPRENSA

Comissão da Verdade terá apoio da Fenaj para investigar censura

CensuraA Comissão da Memória, Justiça e Verdade dos Jornalistas Brasileiros fez acordo anteontem para ajudar a Comissão Nacional da Verdade.

O grupo, formado pela Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), investiga a censura a meios de comunicação e violações aos direitos humanos contra jornalistas durante a ditadura militar (1964-1985).

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Os integrantes do grupo pretendem ouvir testemunhas e resgatar documentos para reconstituir como os militares censuravam as publicações e perseguiam os jornalistas.

Com o acordo, o que o grupo descobrir será compartilhado com a comissão nacional. Acordos semelhantes foram feitos com dezenas de outras comissões paralelas à nacional.

A Fenaj calcula que ao menos 25 jornalistas foram mortos em vários Estados, majoritariamente em São Paulo e no Rio.

 

Folha

FENAJ instalará Comissão da Verdade dos Jornalistas em janeiro

A FENAJ e a Federação dos Jornalistas da América Latina e do Caribe (FEPALC) realizarão, em janeiro de 2013, em Porto Alegre, o Seminário Internacional Direitos Humanos e Jornalismo, com apoio da Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ) e do Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul. No evento será instalada a Comissão da Verdade, Memória e Justiça dos Jornalistas Brasileiros.[bb]

Aprovada no 35º Congresso Nacional dos Jornalistas, a Comissão Nacional da Verdade da categoria será composta pelos jornalistas Audálio Dantas (SP), Nilmário Miranda (MG), Rose Nogueira (SP), Carlos Alberto Caó (RJ) e Sérgio Murillo de Andrade (SC), que vai coordenar os trabalhos. Sua instalação oficial se dará durante a realização do Seminário Internacional Direitos Humanos e Jornalismo, programado para os dias 18 e 19 de janeiro de 2013, no Centro Cultural Érico Veríssimo (Rua dos Andradas,1223), no Centro Histórico de Porto Alegre.

Alguns Sindicatos de Jornalistas já criaram e instalaram suas comissões. A direção da FENAJ e sua Comissão da Verdade estão estimulando que todos os Sindicatos da categoria constituam suas comissões locais para construção do mais amplo levantamento documental e iconográfico possível, recuperando a história dos jornalistas vítimas da ditadura militar. “O propósito é registrar não apenas os casos de jornalistas mortos e desaparecidos, mas também de todos os que foram comprovadamente perseguidos, ameaçados, cassados, indiciados em processos, condenados, exilados, presos e torturados”, explica o diretor de Relações Institucionais da entidade, Sérgio Murillo de Andrade.

O levantamento nacional terá como base os documentos oficiais produzidos no período da ditadura militar pelos órgãos de informação e que estão sob a guarda do Arquivo Nacional. “Também pretendemos realizar pesquisas junto à Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, entrevistar e colher depoimentos de vítimas ou testemunhas e pesquisar publicações da época”, complementa Sérgio Murillo.

A expectativa é de que o levantamento nos estados ocorra até o dia 31 de março de 2013, para posterior sistematização e coleta de dados complementares. A ideia é produzir uma publicação especial e encaminhar o resultado do trabalho à Comissão Nacional da Verdade do governo federal até agosto próximo.[bb]

Fenaj

Maioria dos crimes contra jornalistas no Brasil possui motivação política, aponta Fenaj

Dos 23 casos de violência contra jornalistas em 2011, 16 estão relacionados a problemas políticos e sete têm a ver com violências policiais. O levantamento feito pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) aponta que grande parte dos casos de violência e atentados contra a liberdade de imprensa no País é motivada por reportagens com temas “políticos ou relacionados à administração pública”.

José Augusto Camargo, secretário-geral da Fenaj, aponta que o problema é reforçado por poderes autoritários em pequenas cidades do país. “Nossas instituições, na maioria das vezes, não possuem uma feição republicana. Esses poderes são autoritários e dominadores”. Camargo explica que esses atentados não causam comoção pública, o que é ruim, pois não ganham divulgação. “Veículos menores escondem essa violência, mas ela tem que ser combatida por meio de instrumentos legais”.

José Augusto Camargo
O jornalista explica que a falta de uma Lei de Imprensa agrava a situação e representa um vão jurídico.  “Não ter nenhuma lei cria um vácuo, as pessoas não têm direito de resposta, algo que tipifique o crime de imprensa em que a empresa tem parte, não tem tipificação legal”.

O levantamento da Fenaj mostra que a região Sudeste é a mais perigosa para o exercício da profissão alternando posição com as regiões Nordeste e Centro Oeste. A região Sul é a única que se mantém na posição que não apresenta casos de violência contra jornalistas.

Mortes

Décio Sá
O número de jornalistas mortos no Brasil, que varia de acordo com relatório de cada entidade, está entre quatro e sete. Entre os casos estão os jornalistas Mário Randolfo Marques Lopes, em Vassouras (RJ) e Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, em Ponta Porã (MS), ambos mortos no mês de fevereiro. Em julho, Valério Luiz de Oliveira, da Radio Jornal, em Goiânia, foi assassinado quando saía da emissora. No mês de abril, o maranhense Décio Sá que trabalhava no Estado do Maranhão foi morto com seis tiros. Em Simões Filho (BA), a vítima foi Laércio de Souza.
O ano de 2012 também tem sido tenso para jornalistas de outros países. Pelo mundo 119 profissionais foram mortos enquanto exerciam a profissão. De acordo com o Instituto Internacional de Imprensa (IPI) o índice supera o de 2009, que teve 110 jornalistas mortos.

Agressões contra jornalistas por motivações:

portalimprensa

FENAJ e Sindicatos preparam “placar do diploma” na Câmara dos Deputados

A Executiva da FENAJ articula com as lideranças da Câmara Federal e a Frente Parlamentar em Defesa do Diploma a rápida tramitação da PEC 206/2012. A matéria está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Além da organização de um ato nacional em defesa da proposta, a Federação prepara, em articulação com os Sindicatos de Jornalistas, o “Placar do Diploma” na Câmara.

Originada na PEC 33/09, aprovada no Senado, a PEC 206/2012 está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara desde o dia 28 de agosto. Tramitando em regime especial, a proposta aguarda a definição do relator.

Além das articulações com lideranças da Câmara e da Comissão de Constituição e Justiça, a direção da FENAJ proporá aos deputados Paulo Pimenta (PT/RS) e Rebecca Garcia (PP/AM), presidente e vice-presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Diploma, respectivamente, a organização de um ato nacional em defesa da proposta.

Outra orientação da Federação é de que os Sindicatos de Jornalistas levantem as posições dos deputados federais de seus estados e regiões. “Nossa sugestão é que cada Sindicato publique, na sua página e veículos de divulgação, seu placar local de votação, e envie o resultado para a FENAJ elaborar o Placar Nacional”, diz a diretora da FENAJ Valci Zuculoto, destacando que também é preciso continuar incentivando e promovendo debates e manifestações públicas, produção de artigos e campanha de e-mails de sensibilização dos parlamentares.

Fenaj

Pesquisa da UFSC com apoio da FENAJ pretende traçar perfil do jornalista brasileiro

Os jornalistas brasileiros podem participar do mais amplo levantamento sobre o perfil da profissão já feito no país, respondendo um questionário detalhado disponível na internet. O projeto de pesquisa, do Núcleo de Estudos sobre Transformações no Mundo do Trabalho da Universidade Federal de Santa Catarina (TMT/UFSC) tem o apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) e da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor).

Os resultados obtidos com a participação espontânea dos profissionais serão comparados a dados colhidos junto a 1.102 jornalistas, uma amostra selecionada entre mais de 92 mil nomes de registrados em funções jornalísticas, em relações fornecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. É a primeira vez que uma pesquisa com jornalistas brasileiros vai comparar dados de websurvey com levantamentos por amostragem.

“O uso de internet para a realização de pesquisas quantitativas ainda é recente no Brasil”, observa o coordenador da pesquisa, o professor Jacques Mick, do Departamento de Sociologia e Ciência Política da UFSC. “Não temos como saber, a priori, se a participação espontânea dos jornalistas com acesso à internet corresponderá à distribuição do conjunto da categoria. Por isso, optamos por comparar os dados obtidos por meio de duas estratégias distintas de pesquisa”, explica.

A equipe de pesquisa, formada por professores e alunos de graduação, mestrado e doutorado, está desenvolvendo ações de divulgação do link para o questionário por email, redes sociais e sites de notícias. Os jornalistas são convidados a responder e a compartilhar com os colegas os links para o questionário. FENAJ, FNPJ e SBPJor ajudarão a divulgar os canais de coleta de dados. Os jornalistas registrados que integram o plano amostral estão sendo localizados desde 17 de setembro pela internet ou por telefone e convidados a participar.

O questionário para participação direta está disponível na página da pesquisa na internet – http://perfildojornalista.ufsc.br, onde há mais informações sobre os objetivos, a equipe e os procedimentos metodológicos. O questionário também está disponível em https://pt.surveymonkey.com/s/perfil_jornal_aberto. O tempo médio de preenchimento é de apenas dez minutos.

(Mais informações com o Prof. Jacques Mick, no telefone (48) 9982-8495 ou no email jacques.mick@ufsc.br.)

Fenaj

FENAJ define nesta semana ações pela aprovação da PEC dos Jornalistas na Câmara

Após a aprovação da PEC 33/09 no Senado, a Executiva da FENAJ e a coordenação da campanha em defesa do diploma definem no início desta semana um plano de ação para buscar acelerar a tramitação da matéria na Câmara dos Deputados. As atividades a serem definidas buscarão a intensificação dos contatos com os parlamentares e a ampliação do apoio social à proposta. Em alguns estados a repercussão positiva da aprovação da PEC já surte efeitos.

“Precisamos constituir um movimento cada vez mais forte e com mais apoios”, destaca Valci Zuculoto, diretora da FENAJ e membro do GT da campanha em defesa do diploma. Por isso, adianta, além do contato com os deputados federais em suas bases, o plano de ação a ser definido pela Executiva da FENAJ deverá contemplar contatos com lideranças na Câmara dos Deputados, um calendário de mobilizações e uma agenda articulada com a Frente Parlamentar em Defesa do Diploma.

Iniciando as atividades, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul está encaminhando ofícios aos deputados federais do Estado expondo sobre a importância do restabelecimento da exigência do diploma para o exercício da profissão de Jornalista. Antes mesmo de receber, logo após a aprovação em segundo turno da PEC 33/09 no Senado, os deputados Fábio Trad, Luiz Henrique Mandetta e Geraldo Resende manifestaram apoio à proposta e devem votar favoravelmente à sua aprovação na Câmara Federal.

A entidade também está estimulando a categoria e seus apoiadores a enviarem e-mails, mensagens via redes sociais ou via telefonema ao gabinete dos deputados que ainda não se posicionaram em favor da PEC, solicitando o seu apoio.

No Espírito Santo a aprovação da PEC colaborou para que, a pedido do Sindicato dos Jornalistas, o deputado estadual Theodorico de Assis Ferraço (DEM) retirasse da pauta da sessão do dia 13 de agosto a apreciação de um projeto de lei que permitia a não obrigatoriedade da formação de jornalista para exercer o cargo comissionado de secretário de Comunicação Social da Assembleia Legislativa do estado.

Em São Paulo, a cobertura da aprovação da PEC 33 nas redes sociais e a entrevista do presidente da FENAJ, Celso Schröder, a estudantes que acompanharam a movimentação no Congresso Nacional vem se constituindo num importante instrumento de estímulo à mobilização.

Posteriormente à aprovação da PEC 33/09 no Senado, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou proposição da deputada Ana Paula Lima (PT/SC) parabenizando a FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas e reiterando o apoio à luta dos jornalistas pelo respeito e qualificação da profissão. O Sindicato dos Jornalistas já adiantou que buscará agendar uma reunião com a coordenação da bancada federal catarinense para obter apoios à PEC dos Jornalistas.

“Com as iniciativas que já estão se desenvolvendo em vários estados, e com a ampliação do movimento com o plano de ação que lançaremos nos próximos dias vamos buscar assegurar a aprovação da PEC dos Jornalistas na Câmara até o final de 2012”, disse o presidente da FENAJ. “E para isso, a colaboração e envolvimento de todos os que defendem a qualificação do jornalismo será fundamental”, concluiu.

Fenaj

Para presidente da FENAJ, nova composição do CCS aprovada pelo Congresso é equilibrada

Instituído pela Lei 8.389/1991, o Conselho de Comunicação Social, órgão auxiliar do Congresso Nacional que estava inativo desde 2006, teve sua nova composição aprovada nesta terça-feira (17/4). Indicado como um dos titulares, o presidente da FENAJ, Celso Schröder, considera importante a retomada das atividades do CCS e vê a nova composição do órgão como equilibrada.

Embora previsto no artigo 224 da Constituição Federal e regulamentado em 1991, o CCS teve sua primeira composição aprovada somente em 2002, após insistentes reivindicações de entidades e movimentos de defesa da democratização da comunicação e resistências dos empresários e políticos ligados ao setor. Composto por 13 membros titulares e 13 suplentes com mandato de dois anos, o Conselho teve sua segunda composição aprovada em 2004, quando seu funcionamento regular foi progressivamente sendo esvaziado.

São atribuições do Conselho de Comunicação Social, conforme o artigo 2° da Lei 8.389/1991, a realização de estudos, pareceres, recomendações e outras solicitações que lhe forem encaminhadas pelo Congresso Nacional sobre temas como liberdade de expressão e da informação, propaganda comercial nos meios de comunicação de tabaco, bebidas alcoólicas, agrotóxicos, medicamentos e terapias, produção e programação das emissoras de rádio e televisão, monopólio ou oligopólio dos meios de comunicação social e outorga e renovação de concessão, permissão e autorização de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens, entre outras.

Composto por representantes dos veículos de comunicação (rádio, TV e imprensa escrita), de jornalistas, radialistas, artistas e profissionais de cinema e vídeo, cinco representantes da sociedade civil e um engenheiro com notórios conhecimentos na área de comunicação social, o Conselho de Comunicação Social, por força da lei, elegerá seu presidente e vice-presidente dentre os representantes da sociedade civil.

Os jornalistas brasileiros serão representados no Conselho pelo presidente da FENAJ, Celso Schröder, como titular, e pela vice-presidente da entidade, Maria José Braga, como suplente. Para Schröder, a reativação do órgão “é importante para a democratização da comunicação no Brasil” e seu funcionamento “deve ser estimulado e não obstruído”.

Crítico à postura das empresas de comunicação, que nas duas composições anteriores do órgão se empenharam na “tomada” das vagas destinadas à sociedade civil, o presidente da FENAJ vê nesta nova composição aprovada pelo Congresso Nacional “em princípio, uma configuração mais equilibrada”. No entanto, considera, o comportamento de cada integrante do Conselho diante de questões polêmicas é que determinará se a nova composição é positiva ou não.

“Nossa expectativa é de que a reativação do CCS do Congresso Nacional se articule com debate sobre o sistema de comunicação que vai surgir com o necessário novo marco regulatório para o setor”, registra o sindicalista, adiantando que as referências de atuação da FENAJ no Conselho serão as resoluções da 1ª Confecom, realizada em dezembro de 2009.

Confira a nova composição do Conselho de Comunicação Social aqui.

Fenaj

FENAJ convoca movimento pela votação da PEC dos Jornalistas nesta quarta-feira

A PEC 33/09, que restitui a exigência de diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, permanece na pauta do plenário do Senado. Em contato com a comitiva de dirigentes sindicais que pleitearam a aprovação da matéria, o presidente da Casa, senador José Sarney, assegurou que a PEC dos Jornalistas é uma das prioridades antes do recesso parlamentar.A FENAJ convoca a categoria a reforçar a mobilização pela votação da proposta, que poderá ocorrer nesta quarta-feira (4/7).

Composta por representantes de 20 Sindicatos de Jornalistas e da Executiva da FENAJ, a comitiva de dirigentes da categoria iniciou o périplo pelos gabinetes dos senadores às 10h desta terça-feira, num trabalho que se estendeu até às 17h30. “Conversamos com diversas lideranças, com o autor da PEC e com a grande maioria dos senadores, que manifestaram apoio à nossa luta”, conta a diretora da FENAJ e uma das coordenadoras da campanha em defesa do diploma, Valci Zuculoto.

A senadora Lídice da Mata (PSB/BA) registrou, no início da sessão, a mobilização dos jornalistas, nominando as delegações de todos os estados presentes. Posteriormente, quando o presidente do Senado se deslocava para o plenário, foi recepcionado pela comitiva. “Ele nos assegurou que a votação da PEC 33 é uma das prioridades antes do recesso”, informa Valci.

Celso Schröder, presidente da FENAJ, chama a categoria a ampliar a mobilização pela apreciação da matéria. “Jornalistas, professores, estudantes, apoiadores desta causa têm que reforçar a luta nesta quarta-feira, pela valorização e dignificação da profissão”, convoca. “Twitaço, facebook, email, telefonema, tudo vale para pedir a presença dos senadores no plenário e a votação da PEC 33”, completa.

Fonte: Fenaj
Focando a Notícia