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Venda de veículos novos cresce 11% no mês de agosto, diz Fenabrave

A venda de veículos novos cresceu 10,59% em agosto na comparação com igual período do ano passado, segundo levantamento da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A entidade considera os emplacamentos de veículos para a sistematização dos dados.

No mês passado, foram comercializadas 305.221 unidades. Em agosto de 2016, o total foi de 275.994. No acumulado do ano, no entanto, as vendas de 2017 continuam abaixo do ano anterior, com queda de 2,99%.

A maioria dos segmentos automotivos apresentou alta nas vendas em agosto, de acordo com a entidade. As vendas de automóveis subiram 21,43% no mês. De janeiro a julho, este segmento registra alta de 6,71% na comparação com o mesmo período de 2016.

O segmento de ônibus teve a alta mais expressiva nas vendas no mês passado, de 30,41%; mas o resultado acumulado em 2017 ainda está 5,38% abaixo do registrado no mesmo período de 2016. Já as vendas de caminhões aumentaram 9,9% em agosto. No acumulado, o resultado mantém baixa de 10,71%.

Os emplacamentos de comerciais leves (picapes e furgões), por sua vez, caíram 0,47% em agosto, mas no acumulado do ano têm variação positiva de 0,99%.

O segmento de motos também apresentou variação negativa em agosto, com queda de 4,98% nas vendas na comparação com o mesmo mês do ano passado. De janeiro a julho, a queda é a mais expressiva, de -18,77%. O item de implementos rodoviários registrou alta de 23,08% nas vendas, mas também tem recuo de 6,60% na comparação anual.

Agência Brasil

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Venda de veículos tem forte queda no primeiro bimestre de 2017, diz Fenabrave

carrosMercado automotivo recua 15% no primeiro bimestre. Na comparação dos acumulados de 2016 e 2017, o setor vendeu 429 mil unidades nesse ano, contra 504 mil, no ano passado. Na avaliação de fevereiro com fevereiro, a queda é de 15%.

Com quatro dias úteis a menos que janeiro, o segundo mês de 2017 encerrou com queda de 8,5% em todo o setor. Automóveis e Comerciais leves, somados, fecharam fevereiro com vendas 7,7% menores que janeiro, porém, a média diária de vendas foi 12,7%.

O levantamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), engloba as vendas em todos os segmentos; automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos. Ao todo, foram emplacadas 204 mil unidades contra 224 mil em janeiro.

Automóveis e comerciais leves apresentaram queda no acumulado do ano, com uma redução de 5,5% sobre o ano passado.

O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, ressaltou que além dos dias úteis a menos em fevereiro, o resultado do mês ainda é efeito da sazonalidade de início de ano, onde as vendas, historicamente, são mais baixas.

Mas ele lembra que houve uma melhora na média de vendas diárias, que cresceram 12,7% em fevereiro, chegando a 7.356 automóveis e comerciais leves emplacados todos os dias.

A retomada será gradual ao longo do ano, com a expectativa de maior crescimento a partir do segundo semestre.

A Fenabrave avalia que o setor deverá apresentar crescimento de 3% em 2017, automóveis e comerciais leves, alta de 2%, caminhões e ônibus, 3%.

*Informações do repórter Marcelo Mattos

jovempan

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Financiamento de veículos é normalizado na PB, diz Fenabrave

Car sale
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O financiamento de veículos no estado da Paraíba foi normalizado por volta das 17h30 (horário local) desta terça-feira (29), segundo o vice-presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), José Carneiro. Todas as operações do antigo Sistema Nacional de Gravames (SNG) voltaram a funcionar, como inclusões, vendas, baixas e consultas.

O superintendente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), Agamenon Vieira, assinou portaria publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (26), suspendendo por 60 dias a Instrução Normativa que altera o sistema de registro de gravames dos veículos financiados no estado. O DOE do sábado, no entanto, só foi publicado na segunda-feira (28).

As operações estavam suspensas desde o dia 7 de novembro, quando o órgão oficializou a troca da Cetip – empresa responsável pelo sistema de financiamentos adotado no resto do país – pela Bunkertech, desligando a Paraíba do Sistema Nacional de Gravames (SNG).

No período de 60 dias previsto na portaria, de acordo com o procurador-geral do estado, Gilberto Carneiro, e o vice-presidente da Fenabrave, José Carneiro de Carvalho, o sistema implantado pela Bunkertech, o Sisgrav, passa a ser analisado, inclusive por técnicos indicados pela Febraban, para que se emita, ao final do prazo, um atestado de capacidade técnica do novo sistema.

“Vamos promover, durante 60 dias, o retorno do sistema anterior. Durante esse prazo, uma comissão de alto nível avaliará a certificação e ajuste do novo sistema. Ao final do período, o Detran emitirá um laudo, e as partes envolvidas, Detran e bancos, decidirão qual sistema usar a partir da certificação que o Detran emitir. Durante este período, com certeza, nós vamos encontrar um bom termo porque é necessário, é do interesse de todos, e, sem dúvida a Paraíba não mais voltará a sofrer esse tipo de perda, esse tipo de paralisação”, explicou José Carneiro de Carvalho.

G1 PB

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Governo e Fenabrave assinam termo e sistema de gravame volta nesta sexta

carrosO procurador geral do Estado, Gilberto Carneiro, a direção do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB) e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) assinaram, nesta quinta-feira (24), na PGE, um acordo que suspende por um período de 60 dias a Instrução Normativa 01/2016, que alterou o sistema de registro de gravames dos veículos financiados na Paraíba.

Com o acordo, na manhã desta sexta-feira (25), o superintendente do Detran-PB, Agamenon Vieira, assinará portaria de suspensão da IN e a Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg), por meio da Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (Cetip), voltará a operar com o Sistema Nacional de Gravames (SNG) por esse período.

De acordo com o Termo de Compromisso, a partir dessa data será criada uma mesa permanente de discussão, formada por representantes do Detran, Codata, PGE, Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fenabrave, Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi ), além de membros das empresas Bunkertech e Fenaseg/Cetip.

Entre outros pontos de atuação, a equipe viabilizará os testes de segurança do Sisgrav (novo sistema) envolvendo os agentes que operam o SNG, com sincronização para alimentação das duas bases. Ao final, caberá ao Detran-PB a emissão de certificado de usabilidade para garantia da segurança desse novo sistema.

Além do procurador geral do Estado, o Termo de Compromisso foi assinado pelo vice-presidente da Fenabrave, José Carneiro; pelo assessor jurídico do Detran da Paraíba, José Serpa Filho, e pelo representante da Codata, Anthenor Netto.

MaisPB

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Fenabrave repudia ato do DETRAN que pode inviabilizar 85% das vendas de veículos na PB

detran-pbA Fenabrave emitiu nesta quarta-feira (16) uma carta aberta aos paraibanos para repudiar a atuação do Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB) que culminou com o aumento da carga tributária do ICMS e a criação de um Fundo que deverá encarecer o preço dos veículos novos e usados no Estado.

De acordo com a instituição, o ato do Detran deve inviabilizar 85% das vendas do setor, “alcançando todas as formas de fomento realizadas por instituições financeiras de caráter nacional, que vão desde as compras parceladas a até mesmo os consórcios”.

Segundo a Fenabrave, o Detran teria contratado sem licitação uma empresa para gerir e controlar os financiamentos de veículos comprados na Paraíba, de modo que não iria mais interagir com o Sistema Nacional de Gravames, do qual estaria se desligando de imediato.

“O Detran, desprovido de qualquer lei, através de um contrato, criou obrigações de fazer e de pagar, para serem cumpridaspelos bancos, sem que estes sequer tenham participado da discussão e muito menos da contratação”, diz a carta.

Mais adiante, a Federação promete esforços para regularizar a situação e permitir que os consumidores voltem a ter o direito de financiar automóveis no estado.

Confira a carta na íntegra:

Carta Aberta à Sociedade Paraibana,
A FENABRAVE – Regional Paraíba, entidade representativa da categoria econômica das concessionárias de veículos automotores nesse Estado, vem expor, ao público em geral, sua posição diante da atuação do Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN/PB referente ao obstáculo por este gerado no tocante aos financiamentos de vendas de automóveis, motocicletas, caminhões e ônibus, novos ou usados.
Em tempos modernos, o papel do “estado” tem sido cada vez mais ser provedor de condições de desenvolvimento social, proporcionar um ambiente adequado ao amplo desenvolvimento econômico e, por fim, gerir, de forma ampla, o bem estar da sociedade civil. Em contexto paralelo, porém indissociável, cabe à iniciativa privada ser o motor que gera emprego e renda, sem os quais não haveria como se fomentar tributos e dar sustentabilidade adequada a esse “estado”, que se coloca como “democrático de direito”.
Em pleno século XXI, e em meio a uma crise econômica sem precedentes, nossa categoria econômica tem enfrentado desafios enormes, com decréscimo vertiginoso no volume de vendas e com redução significativa de empregos, havendo diversas empresas já com suas atividades paralisadas ou definitivamente encerradas.
E neste momento pelo qual o Brasil atravessa, temos na Paraíba um cenário ainda mais complexo, difícil e desanimador.
Nas últimas semanas, em diversas e seguidas atitudes, o Governo do Estado, através de sua Secretaria de Receita, bem como do DETRAN, estabeleceu normas e procedimentos que afetam por demais o dia a dia da rede de concessionárias e, por conseguinte, do público consumidor.
Partiu da Secretaria de Receita o aumento da carga tributária do ICMS e a criação de um Fundo que, de logo, encarecerão o preço dos veículos novos e usados nesse Estado. Tais fatos, obviamente dificultam o desenvolvimento de nossa atividade e diminuem a perspectiva do consumidor paraibano adquirir seuautomóvel, motocicleta, ônibus ou caminhão.
Do DETRAN adveio um ato sem aviso e sem precedentes, que alcançou o inimaginável objetivo de inviabilizar de vez nossa atividade. Esse ato teve a capacidade de impossibilitar o financiamento da venda de veículos no Estado da Paraíba (onde 85% das compras de veículos são financiadas), alcançando todas as formas de fomento realizadas por instituições financeiras de caráter nacional, que vão desde as compras parceladas a até mesmo os consórcios.
Explica-se. As instituições financeiras brasileiras mantêm e custeiam uma única base de dados, de abrangência nacional, para o controle e gestão de financiamentos de veículos. Esta base de dados é chamada de SNG – Sistema Nacional de Gravames, e serve para dar segurança e confiabilidade aos contratos de financiamento sempre queos DETRAN’s realizarem a anotação da alienação fiduciária (gravame) nos documentos dos veículos financiados, novos ou usados.
Esse sistema é gerido por uma empresa privada registrada no Banco Central do Brasil e por este autorizada a funcionar na custódia e guarda de informações do Sistema Financeiro Nacional.
Na prática, o sistema é alimentado a partir da informação inserida pelo DETRAN quando da anotação do financiamento no certificado de propriedade do veículo. E sem esse sistema nenhuma, nenhuma instituição financeira de caráter nacional se propõe a financiar a compra de veículos.
Pois bem, contrariando toda e qualquer lógica, inclusive legal, no último dia 24 de outubro o DETRAN-PB comunicou à Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento – ACREFI, que havia contratado com outra empresa a gestão e o controle dos financiamentos de veículos comprados na Paraíba, de modo que não iria mais interagir com o Sistema Nacional de Gravames, do qual estaria se desligando de imediato.
Essa nova empresa foi contratada pelo DETRAN sem qualquer licitação e, pasmem, para ser obrigatoriamente utilizada e custeada pelas instituições financeiras que queiram operar no mercado paraibano. Sim, o DETRAN, desprovido de qualquer lei, através de um contrato, criou obrigações de fazer e de pagar, para serem cumpridaspelos bancos, sem que estes sequer tenham participado da discussão e muito menos da contratação.
Isso mesmo, o DETRAN-PB inventou um sistema local e paralelo ao Sistema Nacional de Gravames, contratando uma empresa, não registrada e não reconhecida pelo Banco Central do Brasil e cujos sócios respondem a ações de improbidade noutras unidades da federação, para gerir os financiamentos realizados em nosso Estado por instituições financeiras de todo o Brasil.
O que aconteceu? Os bancos simplesmente não aceitaram e deixaram todos os consumidores de veículos novos e usados, na Paraíba, sem perspectiva de adquirirem tais bens através de financiamento.
E tudo isso apenas veio a ser comunicado ao nosso setor no último dia 07 de novembro, quando o Sistema Nacional de Gravames já não mais funcionava. Ou seja, desde então não se procede mais a nenhuma inclusão ou baixa de alienação fiduciária. Isto é, o consumidor paraibano que quitou o seu financiamento e quiser vender ou trocar seu respectivo veículo, encontra-se impedido de fazê-lo, pois a instituição financeira não consegue mais operacionalizar a baixa do gravame.
Importante dizer que não cabe à FENABRAVE (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores – Regional Paraíba) nem ao SINCODIV-PB (Sindicato das Concessionárias da Distribuição de Veículos Automotores na Paraíba) julgar o mérito de tal decisão do DETRAN-PB. O que nos cabe é buscar com veemência condições de atender o consumidor paraibano, de proporcionar condições legais adequadas à venda de nossos produtos, e por fim gerar condições mínimas para que nossa atividade continue a existir e gerar emprego, desenvolvimento e renda em nosso Estado.
Assusta-nos a maneira como tal medida foi tomada, pois em nenhum momento, nossa categoria, que é responsável por uma considerável fatia da arrecadação do Estado, foi consultada. Fomos simplesmente ignorados nesse proceder do DETRAN-PB, que parece ter esquecido o significado e a importância do nosso setor.
Encerramos essa carta aberta informando aos consumidores, que estamos envidando todos os esforços para que essa situação se regularize com a maior brevidade possível, para que nossos clientes possam efetuar suas compras com todas as condições de pagamento disponíveis, inclusive e especialmente através de financiamento. E aqui repetimos, que o “estado” deveproporcionar condições para que a economia e a sociedadese desenvolvam, e pelo que se extrai desta carta, nosso Estado vem contrariando essa  lógica, impondo obstáculosdemais, alguns quase instransponíveis.
Sem mais para o momento, renovamos nossa estima erespeito pela sociedade paraibana, da qual todos nós fazemos parte.

José Carneiro de Carvalho Neto
Vice-Presidente Executivo da FENABRAVE-BRASIL
Diretor-Presidente da  Fenabrave – Regional

blogdogordinho

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Venda de veículos novos cai 20% em setembro, diz Fenabrave

carrosAs vendas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil recuaram 20% em setembro, na comparação com o mesmo mês de 2015, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (5) pela federação dos concessionários, a Fenabrave.

Em setembro, foram emplacadas 159,9 mil unidades novas no país. Com relação a agosto, que registrou 178 mil unidades, houve queda de 13%, considerando 2 dias úteis a menos.

No acumulado do ano, o mercado brasileiro encolheu 22,7%, de 1,95 milhão para 1,5 milhão, na comparação os 9 primeiros meses de 2015.

Para a Fenabrave, o desempenho negativo das vendas foi influenciado também pelo ritmo menor de produção no Brasil.

A Volkswagen ficou parada por cerca de 1 mês, por exemplo, por causa de um problema com fornecedores de peças. Outras fabricantes também ajustaram a produção, para reduzir os estoques.

Veículos de passeio
A Fenabrave pioroi a projeção de vendas de carros e comerciais leves (SUVs, picapes e furgões) no ano. Agora espera queda de 19,5%, com 1,99 milhão de unidades emplacadas. Em agosto, a estimativa era de declínio de 18%.

A federação diz que há sinais de recuperação econômica, mas se vê mais cautelosa com as vendas de carros e comerciais leves porque elas dependem de emprego, renda e crédito. E, na visão da entidade, não haverá melhoria rápida para esses itens.

“O segmento de autos e comerciais leves deverá ser o último a ter recuperação”, afirmou o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção.
Vendas diárias e estoques
As vendas diárias de automóveis e comerciais leves ficaram em 7.380 unidades em setembro, contra 7.443 em agosto, divulgou a entidade. Em relação aos estoques, a média foi de 23 dias em setembro, enquanto agosto apresentou 19 dias.
Vendas de veículos no Brasil - Fenabrave (Foto: Arte/G1)
Veículos pesados
Os piores números estão no segmento de veículos pesados. No mês passado, apenas 828 ônibus foram emplacados, o que representa 46% a menos que as 1.539 unidades de setembro de 2015. Com relação a agosto deste ano, que teve 1.413 licenciamentos, a queda foi de 41%.

 

Já o número de caminhões ficou 30% abaixo, na comparação com as 5.9 mil unidades registradas no nono mês do ano passado. Pelo menos, as 4,1 mil unidades de setembro ficaram mais próximas do verificado em agosto deste ano, que teve 4,3 mil.

Apesar dos desempenho ruim do segmento, a Fenabrave acredita que a linha de pesados será a primeira a se recuperar. Para a entidade, isso ocorrerá com a aceleração de investimentos, sobretudo os de infraestrutura pública.

Motos
Contabilizado em separado dos automóveis, o comércio de motocicletas novas vem aprofundando sua crise, com queda de 29% em relação a setembro do ano passado. O segmento acumula retrocesso de 18% no ano.

 

De acordo com o presidente da Fenabrave, a situação para motos piora pela falta de crédito. Para automóveis, 3 pedidos de financiamento são aprovados em cada 10, enquanto o índice está em apenas 1 a cada 10 para motos. “Só quem realmente pode pagar está tendo a ficha aprovada”, afirmou Alarico.

Por marcas
A Chevrolet liderou as vendas em setembro, com 18,24% do mercado de carros e comerciais leves, seguida por Fiat (14%) e Hyundai (10,9%). Em um momento atípico, a Volkswagen foi para a 7ª posição, com apenas 7,8% das vendas no mês.
Por modelos
Renovado recentemente, o Onix continua na liderança do mercado brasileiro, já com folga para o Hyundai HB20. O Ford Ka aparece em 3º lugar, mas bem distante dos dois primeiros.

 

G1

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Vendas de veículos sobem 16,11% em janeiro, diz Fenabrave

CarrosAs vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil subiram 16,11% na comparação com o mesmo mês do ano passado, para 311.457 unidades. Em relação a dezembro, houve queda de 13,32%, informou nesta sexta-feira a associação das concessionárias de veículos, Fenabrave.

No primeiro mês do ano, as vendas de caminhões caíram 2,72% sobre dezembro, para 12.185 unidades. Na comparação anual, o recuo foi de 6,29%.

Já as vendas de motocicletas atingiram 126.404 unidades, queda de 8,41% ante dezembro e recuo de 11,13% sobre janeiro de 2012.

No início de janeiro, a associação informou que estima aumento de 3% nas vendas de automóveis e comerciais leves novos no país em 2013. Para as vendas de caminhões novos, a expectativa é de avanço de 16% no período.

* Com Reuters

Fenabrave confirma recorde histórico em vendas de carros em agosto

Prorrogação do IPI garantiu recorde histórico de vendas no mês de agosto (Foto: Reprodução/JA)

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) confirmou nesta terça-feira (4) que as vendas de veículos (inclui automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus) tiveram o melhor mês da história da indústria automobilística. A marca recorde é de 420.101 unidades e representa aumento de 15,3% sobre julho (364.201 unidades) e de 28,3% em relação a agosto do ano passado, com 327.360.

O resultado foi impulsionado pelas vendas de carros (automóveis e comerciais leves), também históricas, que somaram 405.518 emplacamentos em agosto, alta de 15,4% sobre julho, graças ao desconto do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados). Este também foi o melhor mês de todos os tempos em vendas para o segmento, superando dezembro de 2010, segundo a Fenabrave, quando foram emplacados 361.197 carros.

O novo patamar de vendas já havia sido adiantado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, na última sexta (31), e só foi atingido por causa do desconto no IPI determinado pelo governo em 21 de maio passado e, agora, adiado até o fim de outubro. A medida visa manter a retomada do consumo e dos investimentos por parte das montadoras e fornecedores de autopeças. A Fiat também havia antecipado o volume recorde para o mercado brasileiro.

“Foi um mês surpreendente. Quando desonera o consumo, o mercado reage”, afirma o presidente da Fenabrave, Flavio Meneghetti. “Obviamente que houve uma antecipação de compras, mas ainda não temos como mensurar o quanto. Mesmo assim, quem comprou o carro há três anos, hoje começa a trocar o carro”, pondera Flavio Meneghetti.

Gráfico Fenabrave agosto (Foto: Editoria de Arte/G1)Gráfico Fenabrave agosto (Foto: Editoria de Arte/G1)

De acordo com Meneghetti, além da ajuda da redução do imposto, o setor foi beneficiado pela melhora “substancial” da oferta de crédito. “Antes tínhamos de 30% a 40% de aprovação de crédito. Hoje, a faixa é de 50% a 60%. A qualidade do crédito está boa. Ofertas de 60 vezes sem juros não vamos mais ver.”

Caminhões e ônibus
Já o setor de caminhões teve alta de 5,9% em agosto, somando 11.360 unidades. As vendas de ônibus apresentaram crescimento de 54,8% sobre o mês anterior, com 3.223 unidades. Na análise da Fenabrave, o que mais afetou o setor de caminhões foi a antecipação “surpreendente” de compra. “Isso foi o que pesou de verdade, nem foi o crescimento mais lento do PIB do país.” Segundo Meneghetti, o setor tende a se recuperar.

2,5 milhões de veículos no acumulado
De janeiro a agosto, o setor soma 2.501.116 veículos vendidos, aumento de 5,5% sobre 2011. Por segmento, o de automóveis e comerciais leves soma 2.389.252 unidades — aumento de 6,97% sobre o mesmo período do ano passado. O crescimento é justificado pelo incentivo ao consumo, o que inclui, além do desconto do IPI, o aumento do estímulo de crédito no sistema financeiro, mesmo com patamar de inadimplência alto para o setor.

Em sentido oposto, o segmento de caminhões passa por dificuldades, com queda de 20,1% no acumulado, de 114.768 unidades para 91.623 unidades. Ele tem comportamento totalmente ligado ao reflexo da economia do país, que apresentou crescimento do PIB abaixo do esperado nos últimos meses. Além disso, no ano passado, boa parte das vendas de veículos pesados previstas para este ano foi antecipada em 2011, para evitar gastos adicionais com produtos mais caros. Isso porque, a partir deste ano, entrou em vigor a nova exigência ambiental que obriga motores que veículos com motor a diesel utilizem o padrão Euro 5, menos poluente. Para atender a exigência, os caminhões ganharam novas tecnologias, porém elas encareceram os produtos.

O segmento de ônibus, muito suscetível à sazonalidade, registra queda de 9,3% no acumulado do ano, com 20.241 vendidas entre janeiro a agosto deste ano contra 22.320 no mesmo período do ano passado.

Gol mantém a liderança
O compacto Volkswagen Gol (incluindo o G4) continua a ser o modelo mais procurado no Brasil. Somente em agosto, foram comercializadas 32.633 unidades do modelo contra 30.373 do Fiat Uno (inclui o Mille). Nas vendas acumuladas de janeiro a agosto, o Gol soma 188.592 unidades, contra as 177.349 do Uno. O terceiro lugar é do Fiat Palio, com 117.100 unidades.

mais; vendidos; agosto; motos; carros; fenabrave (Foto: G1)

Ranking das montadoras
No segmento de automóveis e comerciais leves, a Fiat liderou o mês de agosto com 98.212 unidades vendidas e 24,22% do mercado brasileiro. Volkswagen fica em segundo lugar, com 88.764 carros (21,89%). Em seguida vem a General Motors, com 75.864 unidades (18 71%), seguida da Ford (7,66%), Renault (6,88%), Honda (4,21%), Toyota (2,5%), Nissan (2,48%), Peugeot (2,15%) e Hyundai (2,13%).

No acumulado de janeiro a agosto, o quadro muda um pouco: Nissan está à frente da Toyota e Hyundai, da Peugeot. Assim, o ranking fica com a liderança da Fiat, com 544.069 unidades emplacadas e 22,77% de participação no mercado brasileiro, seguida de Volkswagen (21,07%), GM (17,81%), Ford (9,01%), Renault (6,75%), Honda (3,69%), Nissan (3,35%), Toyota (2,73%), Hyundai (2,5%) e Peugeot (2,09%).

Segmento de motos e de carros usados em crise de crédito
As vendas de motos, contadas em separado, chegaram a 140.641 unidades em agosto. Houve alta de 1,56% sobre o mês anterior, porém queda de 22,4% na comparação com agosto de 2011. No acumulado do ano, 1.127.736 motos foram emplacadas, baixa de 10,4% sobre o mesmo período do ano passado, com 1.259.754 unidades.

Embora o crédito esteja favorável para a compra de carros novos, os setores de motos e de carros usados sofrem com as restrições. Segundo o presidente da Fenabrave, a aprovação de crédito para automóveis usados é de 20% a 30%. “Antes, eram 5 mil as empresas que fecharam, hoje este número dobrou. A crise levou a perda de cerca de 40 mil postos de trabalho”, alerta Meneghetti.

O empresário afirma que a participação do financiamento no setor de motos é de 15%. “Apenas uma marca tem consórcio robusto para não sofrer com a restrição.”
Para a Fenabrave, a saída para os dois segmentos é a liberação de compulsório para o financiamento de motos e carros usados. “Pedimos isso ao governo, para diminuir o custo do crédito”, afirma o presidente da entidade.

Projeções
Diante do patamar recorde e dos últimos anúncios do governo de estímulo ao consumo, a Fenabrave alterou suas projeções. O segmento de automóveis e comerciais leves deve crescer 8,05%, para 3.701.235 unidades.

Por outro lado, o de caminhões deve ter queda de 19%, com 139.853 unidades emplacadas no ano. O segmento de ônibus deverá ter queda de 8% (37.529 unidades), segundo a entidade. Por fim, o setor de motocicletas deverá enfrentar queda de 12%, para 1.707.754 unidades.

arte ipi carros até outubro VALE (Foto: Arte G1)

G1