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Suspeita de aplicar golpes em pessoas e empresas vai para presídio feminino

Uma empresária, de 38 anos, suspeita de aplicar golpes em dezenas de pessoas e empresas passou por uma audiência de custódia, nesta quarta-feira (23), em João Pessoa. Após se recusar a pagar uma fiança, a mulher foi encaminhada para o Centro de Reeducação Feminino Maria Júlia Maranhão, no bairro Mangabeira.

A mulher foi presa na noite da terça-feira (22) em um hotel de luxo, localizado no bairro do Cabo Branco. A prisão aconteceu através de denúncias de pessoas que informaram que a mulher apresentava falsos comprovantes de pagamentos para encomendas e serviços utilizados por ela.

À TV Cabo Branco, os advogados da empresária disseram que ela passou por uma crise financeira, que a impediu de saldar as dívidas com as vítimas. Eles disseram ainda que ela pretende pagar a todos.

Mulher suspeita de aplicar golpes em pessoas e empresas é presa

Uma mulher foi presa no início da noite desta terça-feira (22), suspeita de aplicar golpes em pessoas e empresas, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar, a suspeita simulava falsos pagamentos para produtos e serviços encomendados e utilizados por ela.

A mulher foi encontrada em um hotel de luxo, localizado na orla da capital. Segundo informações da PM, os funcionários do local suspeitavam que ela também aplicaria um golpe no estabelecimento.

Entre as vítimas estão noivas, empresas de alimentação e de festas, de serviços médicos, salões de beleza e hotéis.

Foto: Inaê Teles/G1

G1

 

Formulário da UFPB substitui ‘masculino’ e ‘feminino’ por identidade de gênero

Formulário de inscrição da UFPB | Reprodução

Circula nas redes sociais a reprodução de um formulário de inscrição da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) que, entre outras informações, pede a identidade de gênero do candidato. A imagem causou surpresa entre os usuários porque, em vez de “masculino” e “feminino”, a inscrição pede para que o candidato escolha entre “Mulher Trans”, “Mulher Cis”, “Não-Binário”, “Travesti”, entre outras. Mas esse formulário é real?

O formulário é verdadeiro e trata-se da inscrição para o processo seletivo de ingresso no curso de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da UFPB. Após a imagem viralizar, o edital foi retificado por um novo com algumas mudanças. Houve a retirada da opção “Travesti” e a inclusão de um campo com espaço para que o candidato preencha a opção que mais se enquadra, entre outros.

A pergunta sobre identidade de gênero foi mantida, assim como um campo para o preenchimento do nome social do candidato. O formulário retificado está disponível onlineno site do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da instituição e o formulário antigo, antes da retificação e que incluía a opção “Travesti”, foi armazenado pelo Google e acessada pela equipe de checagem do GLOBO.

Novo formulário, com a mudança nas opções

Entre as mudanças feitas na retificação do edital também foram incluídas duas notas de rodapé com a indicação de que tanto a identidade de gênero quanto a pergunta anterior, sobre o nome social do candidato, são feitas conforme o decreto 8.727. Em vigor desde 28 de abril de 2016, ele “dispõe sobre o uso do nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas travestis e transexuais no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.”

Em entrevista ao ‘É Isso Mesmo?’, o coordenador do PPGCI, Henry Poncio, esclareceu que, na montagem do edital, foi seguida uma normativa da reitoria chamada de “edital de referência”, que abriu a possibilidade para os editais de seleção também trabalhem a inclusão. A informação foi confirmada pela pró-reitora de pós-graduação da UFPB, Maria Luiza Alencar.

Segundo Poncio, o que houve foi uma readequação à realidade do programa, que já tem alunos transgêneros. Ele também destaca que o PPGCI é o primeiro programa de pós-graduação da UFPB a fazer esta mudança em seus formulários.

— Também permitimos que o candidato coloque seu nome social. Só faz sentido trabalharmos com nome social se trabalhamos também com identidade de gênero. O objetivo é incluir pessoas, ampliar o acesso e legitimar como as pessoas se compreendem. É uma realidade que nós vivemos. Na UFPB temos duas professras trans, além de um numero significativo de alunos na graduação que vão para a pós — explica Poncio.

Maioria do eleitorado paraibano é feminino e quase 1/3 é constituído de analfabetos

tituloAs mulheres são maioria no eleitorado paraibano. Dos 2.889,680 eleitores, de acordo as estatísticas sobre o eleitorado do estado foram divulgadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), 1.524,145 são mulheres. O eleitorado feminino supera em 158.610 os de eleitores masculinos.

Ainda de acordo com dados do TR E, a maioria do eleitorado Paraíba é constituída, em sua maioria, por pessoas solteiras. Ao todo, 1.719,000 contra 994.112 casadas, 81.437 divorciadas, 18.607 separados e 414 pessoas não informaram a situação do registro civil.

A estatística aponta ainda que a maioria do eleitorado estadual ou é analfabeta (249.406) ou apenas sabe ler e escrever (554.140). O número total (803.546) corresponde 1/3 do eleitorado.

Os eleitores que não concluíram o 1º grau somam 130.857 eleitores. Os que têm o 2º grau incompleto são 365.020 eleitores. Já os que concluíram o segundo grau são 488.363. O número de eleitores que não concluíram o terceiro grau são 125.752 contra 205.469 de que terminaram o nível superior. Outros 389 eleitores não informaram o grau de escolaridade.

estatisticas

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Pela primeira vez em uma eleição, eleitorado feminino será maior que o masculino em todos os estados

Brasilia, BRAZIL:  A woman votes during Brazilian presidential elections' second round in Brasilia, 29 October 2006. Brazilians headed to the polls Sunday in a run-off that looked likely to give a second term to Luiz Inacio Lula da Silva, a self-styled defender of the downtrodden. Voter intention surveys ahead of the voting credited Lula with 61 percent support and a lead of 22 points over centrist former Sao Paulo governor Geraldo Alckmin.      AFP PHOTO/ Evaristo SA  (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)

Desde o pleito de 2000, o número de mulheres eleitoras ultrapassa o de homens. Mas, nas Eleições Municipais de 2016, pela primeira vez, o eleitorado feminino será maior que o masculino nos 26 estados onde haverá votação no dia 2 de outubro (não haverá eleição no Distrito Federal e nem em Fernando de Noronha).

O Brasil possui atualmente mais de 144 milhões de votantes, sendo 75.226.056 mulheres cadastradas na Justiça Eleitoral – 6,4 milhões a mais que homens. Rio de Janeiro, com 53,48%, Pernambuco, com 53,42%, e Alagoas, com 53,22%, são os estados que possuem mais eleitoras nas Eleições 2016. Já Tocantins (50,03%), Mato Grosso (50,24%) e Pará (50,24%) são as unidades da Federação onde a diferença entre mulheres e homens é menor. No Rio Grande do Norte, estado pioneiro no reconhecimento do voto feminino, 52,55% dos eleitores são mulheres.

Os números sobre o eleitorado feminino, a cada eleição maiores, mostram uma evolução na participação das mulheres como cidadãs. Em 2008, havia uma maioria feminina no universo de 130 milhões de eleitores. De total, 51,7% eram mulheres. No pleito de 2010, elas somaram 51,82% dos 135 milhões de eleitores. Já nas eleições de 2012, as mulheres representaram 51,9% dos 140 milhões de eleitores. Em contrapartida, apenas 31% dos candidatos das Eleições 2016 são mulheres.

O voto da mulher

Em 3 de maio de 1933, na eleição para a Assembleia Nacional Constituinte, a mulher brasileira, pela primeira vez, em âmbito nacional, votou e foi votada. A luta por esta conquista durou mais de 100 anos, pois o marco inicial das discussões parlamentares em torno do tema começou em meados do Século XIX.

A Constituição de 1824 não trazia qualquer impedimento ao exercício dos direitos políticos por mulheres, mas, por outro lado, também não era explícita quanto à possibilidade desse exercício, que foi introduzido no ano anterior, com a aprovação do Código Eleitoral de 1932.

O artigo 2º deste Código continha a seguinte redação: “É eleitor o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo, alistado na forma deste Código”. A aprovação do Código de 1932, no entanto, aconteceu por meio do Decreto nº 21.076, durante o Governo Provisório de Getúlio Vargas.

Mas, somente dois anos depois, em 1934, por meio da segunda Constituição da República, esses direitos políticos conferidos às mulheres foram incluídos em bases constitucionais. No entanto, a nova Constituição restringiu a votação feminina às mulheres que exerciam função pública remunerada.

Já a Constituição de 1946, finalmente, nem se preocupou em especificar os brasileiros de um e outro sexo afirmando no Art. 131: “São eleitores os brasileiros maiores de 18 anos que se alistarem na forma da lei”. Apesar de a Constituição não fazer distinção, essa diferença só foi superada, definitivamente, com o Código Eleitoral atual, de 1965.

Primeira eleitora

Em 1927, o Rio Grande do Norte colocou em vigor lei eleitoral que determinava, em seu artigo 17, que no estado poderiam “votar e ser votados, sem distinção de sexos”, todos os cidadãos que reunissem as condições exigidas pela lei. Assim, o estado ingressou na História do Brasil como pioneiro no reconhecimento do voto feminino.

A professora potiguar Celina Guimarães Viana é considerada a primeira eleitora do país. Desde que ela conseguiu seu registro para votar, em 1928, a participação feminina no processo eleitoral brasileiro se consolidou.

Acesse aqui as estatísticas do eleitorado de 2016.

TSE

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Brasil para na China e dá adeus ao sonho do tri olímpico no vôlei feminino

imagem: REUTERS/Yves Herman
imagem: REUTERS/Yves Herman

O Brasil podia entrar para a história do vôlei nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Uma primeira fase impecável trilhava o caminho para o tricampeonato olímpico, feito que só Cuba havia conseguido. Mas o sonho parou na China, nas quartas de final. As chinesas ganharam de virada por 3 a 2, parciais de 15/25, 25/23, 25/22, 23/25 e 15/13, em duas horas de jogo.

A zebra dentro de casa faz com que a participação do vôlei feminino seja a pior desde a Olimpíada de Seul-1988. Na ocasião, o Brasil ficou em último lugar de sua chave e disputou apenas o quinto lugar da competição. Desde então, haviam sido duas medalhas de ouro (08 e 12), duas de bronze (96 e 00) e dois quartos lugares (92 e 04).

Brasil passeia no primeiro set

As chinesas não conseguiram fazer frente ao time brasileiro na primeira parcial. Com muita tranquilidade, a equipe de José Roberto Guimarães fechou o set inicial em 25 a 15. A China sofreu com o bloqueio brasileiro e com a efetividade de Fê Garay e Sheilla (seis e cinco pontos, respectivamente). A única que ainda tentava algo era Ting Zhu, que terminou a parcial com quatro pontos anotados.

Brasil perde o primeiro set no campeonato

A tônica do primeiro set não se repetiu no segundo. Em um ritmo mais lento, a seleção brasileira permitiu a reação chinesa. Em uma parcial bastante equilibrada, a China se aproveitou dos erros brasileiros para diminuir uma diferença de cinco pontos na metade da parcial e seguir para fechar o set em 25 a 23. No parcial, o ponto de desequilíbrio foi Changning Zhang. Ausente no primeiro set, suas defesas e eficiência no passe foi fundamental para diminuir os erros chineses.

Esse foi, também, o primeiro set perdido pelo Brasil na competição. Nos cinco jogos anteriores, o time de José Roberto Guimarães havia vencido por 3 sets a 0.

Erros complicam o Brasil no terceiro set

A seleção brasileira pareceu sentir a primeira parcial perdida no campeonato e os erros aumentaram. Para tentar reverter a situação e melhorar o passe, o técnico José Roberto Guimarães decidiu trocar Natália por Jaqueline, a melhor passadora do time. A alteração natural seria com a saída de Fê Garay, mas a ponteira era o destaque da equipe e maior pontuadora.

Apesar de Jaqueline ter entrado bem na partida, os sucessivos erros de recepção continuaram e complicaram a vida do time do Brasil. E uma nova atuação eficiente de Zhu fizeram com que a China conseguisse fechar a parcial em 25 a 22.

Alteração ousada ajuda o Brasil no quarto set

O técnico Zé Roberto sentiu a necessidade de mudar algo no time e fez uma alteração ousada para o quarto set. A bicampeã Thaisa deixou a quadra para entrar Juciely que vinha muito bem no começo da competição. Foi a central que colocou vantagem no placar com um bloqueio.

Natália também entrou melhor na parcial, começou a virar bolas que estava errando. De quebra, fez o ginásio explodir depois de uma jogada em que virou para torcida e pediu barulho. Mas a caminhada para virada veio com Fabiana. Quando o Brasil perdia por 12 a 14, a meio-de-rede foi responsável por dois pontos seguidos, um deles um ace, que reequilibraram o time brasileiro na partida. A virada com mais dois pontos na sequência fez com que o Brasil conseguisse caminhar para fechar o set em 25 a 22.

Erros cobram caro no set decisivo

No set decisivo, o número de erros chinês aumentou e Sheilla apareceu quando a equipe brasileira mais precisava. No meio da parcial, no entanto, os erros de recepção voltaram a aparecer no time do Brasil, e a China teve sua maior vantagem: 9 a 7, quando José Roberto pediu tempo.

Enquanto a China mantinha a vantagem de dois pontos no placar, Jaqueline rezava no lado de fora da quadra. No lado de dentro, no entanto, os erros voltaram a aparecer e dois erros de saque (Juciely e Sheilla) facilitaram a vida chinesa, que fechou o set em 15/13.

Uol

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Brasil sofre virada para França em jogo decisivo e cai no basquete feminino

À espera de um milagre, o Brasil entrou em quadra em busca de uma luz no fim do túnel. Embora improvável, ainda havia uma esperança de classificação, no entanto, era preciso derrubar a França, atual vice-campeã olímpica, nesta quinta-feira, na Arena da Juventude, em Deodoro. Apesar do bom começo no jogo de vida ou morte, a seleção brasileira desperdiçou a vantagem de sete pontos no primeiro quarto e sofreu outra virada, desta vez, por 74 a 64, sendo eliminada da Olimpíada. O time comandado por Antonio Carlos Barbosa ainda faz a sua despedida contra a Turquia, neste sábado, as 15h30 (de Brasília), apenas para cumprir tabela pelo grupo A. Respirando por aparelhos na fase preliminar, o Brasil poderia se classificar dependendo de uma combinação de resultados, porém, tinha a obrigação de vencer as duas últimas partidas chave.

Brasil x França - Basquete feminino - Rio 2016 (Foto: Marko Djurica/Reuters)Brasil precisava vencer a França para sonhar com chances de classificação (Foto: Marko Djurica/Reuters)

Embora tenha amargado mais um revés na Rio 2016, Damiris foi a cestinha da partida, com 21 pontos. Jogando como ala, a paulista de Ferraz pegou quatro rebotes, teve quatro roubadas de bola e dois tocos, sendo um dos maiores destaques do Brasil, ao lado de Clarissa, com um duplo-duplo: 16 pontos e 10 rebotes. Iziane começou bem, mais caiu de rendimento no segundo tempo e anotou seis pontos. As cestas de três poderiam ter feito a diferença, contudo, a equipe acertou apenas três em 10 tentativas (30%) – e 18 entre 40 para as de dois (45%).

As francesas fizeram do jogo coletivo a sua grande arma. Lideradas pela craque Gruda, com um duplo-duplo (17 pontos e 10 rebotes), as vice-campeãs em Londres 2012 contaram com boas atuações de outras peças fundamentais no ataque, como Gaelle Skrela (17), Isabelle Yacoubou (10) e Endy Miyem (10), com 100% de aproveitamento nos chutes de longa distância.

O JOGO

A pressão pelas derrotas para Austrália, Japão e Belarus parecia não pesar para Iziane. Em um início promissor, a ala anotou os quatro primeiros pontos do Brasil. Damiris acertou da linha dos três, e a seleção surpreendeu a França com 7 a 0. O time comandado por Barbosa trabalhava bem a bola e fechava a defesa. As vice-campeãs olímpicas demoraram quase quatro minutos para marcar a primeira, com Endy Miyem, de três. Com a mão quente, Damiris ampliou para 9 a 3, porém, as francesas reagiram e encostaram: 12 a 10. As brasileiras voltaram a abrir sete pontos (17 a 10), e a técnica Valerie Garnier colocou a craque Sandrine Gruda, no banco desde o começo. A pivô chamou a responsabilidade, anotou quatro pontos, e contou com a ajuda de Miyem, que anotou outra cesta de três para colar nas adversárias: 20 a 17. No estouro do cronômetro, Bouderra acertou de longe e empatou por 20 a 20 no fim do primeiro quarto.

Brasil x França - Basquete feminino - Rio 2016 (Foto: Marko Djurica/Reuters)Jogadora brasileira cai em quadra em partida contra a França (Foto: Marko Djurica/Reuters)

A seleção brasileira voltou a abrir uma diferença graças aos arremessos certeiros de Clarissa, Érika e Damiris (29 a 24). A resposta não demorou. Skrela, de três, e Yacoubou, de dois, deixaram tudo igual e voltaram a complicar o Brasil: 29 a 29. Ganharam moral e, pela primeira vez, assumiram a frente do placar com Gruda, que virou por 31 a 29, levando Barbosa a pedir tempo. O jogo mudou, e as francesas assumiram o controle, com as brasileiras sem pontuar por 5m48s. No fim do segundo quarto, uma falha na defesa deixou Ayayi totalmente livre para marcar: 35 a 23. Damiris foi responsável por 14 pontos do Brasil no primeiro tempo e carregava o time nas costas. Uma das poucas que a ajudava era Iziane (5), mas, não o suficiente. Clarissa e Érika até iam bem nos rebotes, contudo, não traziam grande poder ofensivo. A França, por sua vez, era mais constante e mantinha o bom nível de jogo com as titulares e as reservas.

As francesas faziam do jogo coletivo o seu diferencial, ampliando aos poucos a vantagem, seja com Gruda, Epoupa ou Skrela. Inspirada, Damiris virava tudo e tentava reverter o prejuízo como podia, porém, as companheiras continuavam apáticas. Érika contribuiu um pouco, mas a diferença era cada vez maior. E foi para 14 pontos nos chutes de três de Kamba e Ayayi: 53 a 39. A torcida tentou levantar a moral do time da casa e puxou o coro de: “Eu acredito!”. As brasileiras ainda esboçaram uma reação, liderada por Clarissa, diminuindo para 57 a 48, após uma cesta de Kelly. Na sequência, Joice cresceu diante das rivais, infiltrou bem no garrafão e acertou um belo arremesso, mas o tempo havia se esgotado no terceiro quarto e a jogada não valeu.

No último quarto, a torcida era o sexto jogador e se dividia entre os gritos de apoio às brasileiras e as vaias para as francesas. Sem a presença da armadora Céline Dumerc, cortada às vésperas dos Jogos por conta de uma lesão no tornozelo, a estrela Gruda ia ditando o ritmo da partida e tornando o caminho do Brasil cada vez mais dramático. Damiris e Clarissa tentavam melhorar a situação, mas a distância parecia não ter fim. Os arremessos de três, que poderiam fazer a diferença, como o de Iziane no minuto final, não entravam. Na beira da quadra, Barbosa batia palmas e dizia palavras de motivação, mas nada adiantava. Nos últimos segundos, a torcida francesa comemorava a vitória. Clarissa e Érika ainda marcaram, mas já era tarde, e a França fechou o placar com 10 pontos de diferença: 74 a 64.

TURQUIA DERROTA BELARUS

Depois um início complicado na Olimpíada, as turcas e as bielorrussas se recuperaram com uma vitória e entraram em quadra para medirem forças em um jogo-chave pela classificação. Em uma batalha de nervos, marcada pelo equilíbrio,a Turquia deu um passo adiante ao vencer as rivais por 74 a 71. Com o segundo triunfo no torneio de basquete, o time deixou Belarus em uma situação difícil, com três derrotas e apenas um resultado positivo. As bielorrussas abriram logo 8 a 0 no placar, fechando o primeiro quarto por 19 a 13. As trucas se recuperaram com as bolas precisas de três pontos de Sebnem Nezahat Kimyacioglu, que empatou em 33 a 33 antes de irem aos vestiários para o intervalo. O equilíbrio deu o tom da disputa até o fim. As jogadoras de Belarus falharam arremessos importantes na reta final, e as turcas selaram a vitória.

globoesporte

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Pela 1ª vez, eleitorado feminino é maior em todos os estados do país

Brasilia, BRAZIL:  A woman votes during Brazilian presidential elections' second round in Brasilia, 29 October 2006. Brazilians headed to the polls Sunday in a run-off that looked likely to give a second term to Luiz Inacio Lula da Silva, a self-styled defender of the downtrodden. Voter intention surveys ahead of the voting credited Lula with 61 percent support and a lead of 22 points over centrist former Sao Paulo governor Geraldo Alckmin.      AFP PHOTO/ Evaristo SA  (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)
(Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)

O eleitorado feminino tem crescido ano a ano no país. Nestas eleições, pela 1ª vez, ele será maior que o masculino nos 27 estados do país.

No Brasil, há 76,5 milhões de mulheres cadastradas na Justiça Eleitoral – 6,7 milhões a mais que os homens. O país tem hoje 146,4 milhões de votantes (parte deles está no exterior e não votará nas eleições municipais).

Nas últimas eleições municipais, em 2012, quatro estados ainda contavam com mais eleitores homens: Mato Grosso, Pará, Roraima e Tocantins. Em 2014, só Mato Grosso e Tocantins ainda tinham mais homens. Mas as mulheres viraram o jogo.

Em Mato Grosso, estão aptas a votar 1.139.972 mulheres e 1.128.530 homens.

No Tocantins, a diferença é pequena: são 518.938 mulheres, ante 518.125 homens. A ultrapassagem, feita apenas em abril deste ano, mostra a importância do eleitorado feminino no país.

G1
Por Thiago Reis

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Homem é preso dentro de presídio feminino na Paraíba depois da visita íntima

presoFrancisco de Assis da Silva Silvestre, 28 anos, foi preso na tarde desta quarta-feira (21) dentro do Presídio Feminino Julia Maranhão de João Pessoa. A prisão aconteceu depois da visita íntima.

De acordo com Fábio Roberto, diretor-adjunto do presídio feminino, Francisco de Assis estava na unidade para visitar a esposa, uma jovem de 21, que está há 10 meses presa por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

Após o término da visita, Francisco foi abordado por uma equipe de inteligência da Secretaria de Administração Penitenciária da Paraíba (Seap), que o prendeu em um cumprimento do mandado de prisão expedido pela Comarca de Jacaraú por falsidade Ideológica.

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O jovem foi levado para a Central de Polícia Civil no bairro do Geisel de onde deverá ser levado para Jacaraú.

Via Portal Correio

Brasil vence o Canadá e vai à semi do futebol feminino com campanha 100%

meninas-brasilO Brasil entrou em campo na noite deste domingo para enfrentar o Canadá com a vaga nas semifinais já garantida. Situação que pode ser usada para justificar o ritmo morno das meninas no primeiro tempo. Porém, bastou forçar um pouco no início da segunda etapa para saírem os gols que garantiram a campanha 100% da seleção brasileira feminina na primeira fase dos Jogos Pan-Americanos de Toronto: vitória por 2 a 0 sobre a jovem equipe canadense.

Andressa Alves abriu o placar para a seleção brasileira aos 10 minutos da etapa final. As 42, Cristiane ainda aumentou a vantagem, em bonito chute de fora da área – o sexto gol da centroavante, que havia marcado cinco vezes na goleada por 7 a 1 sobre o Equador e é a artilheira isolada do torneio.

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Com o resultado, o Brasil terminou a primeira fase com nove pontos, na ponta do Grupo B. Mesmo derrotado, o Canadá se beneficiou da vitória do Equador por 2 a 0 sobre a Costa Rica mais cedo e também avançou à semi. As três seleções terminaram empatadas com três pontos, mas as canadenses ficaram com a vaga por vantagem no saldo de gols.

Na semifinal, o Brasil terá pela frente a seleção do México, que se classificou em segundo no Grupo A. O jogo está marcado para a próxima quarta-feira, às 21h35 (de Brasília). Colômbia e Canadá disputam a outra vaga na decisão.

Raquel Fernandes Futebol feminino Brasil x Canadá Pan-Americana (Foto: Peter Power/AP)Raquel Fernandes em ação contra equipe canadense (Foto: Peter Power/AP)

O JOGO

Uma grande chance de gol criada pelo Brasil logo no primeiro minuto, em bola alçada na área, deu a impressão de a partida teria um ritmo acelerado. Apenas impressão. Na sequência, o que se viu foi uma seleção brasileira morna, controlando a posse de bola e sem levar muito perigo. As canadenses, que entraram no Pan com uma equipe bastante jovem e modificada em relação ao time que disputou a Copa do Mundo feminina no mês passado, arriscavam alguns contra-ataques, mas sempre sem sucesso.

As duas goleiras voltariam para os vestiários praticamente sem sujar os uniformes não fosse um chute de Andressinha aos 41 minutos, que obrigou a canadense Stephanie Labbe a se esticar toda para fazer a defesa. No rebote, Cristiane acabou chutando longe do gol e o primeiro tempo terminou mesmo em zero a zero.

Na volta dos vestiários, o técnico Vadão inverteu Andressa Alves e Raquel de lado, com a primeira voltando a cair mais pelo lado esquerdo do ataque. Mudança que rendeu um escanteio logo aos 2 minutos. Na cobrança, um lance polêmico: a goleira Labbe saiu mal, soltou a bola, e Formiga tocou para a rede. Porém, a arbitragem anulou o gol do Brasil por falta de Cristiane na canadense.

O gol anulado pareceu dar uma acordada na seleção brasileira, que pouco depois voltou a assustar em outro cruzamento na área. Por outro lado, o Canadá começou a encontrar espaços e, empurrado pela torcida, se arriscar mais na frente. Foi justamente em uma dessas subidas das donas da casa que a goleira Bárbara ligou rápido contra-ataque aos 10 minutos, que terminou nos pés de Andressa Alves, para abrir o placar: 1 a 0 para o Brasil.

Por pouco o Canadá não empatou logo na sequência, em uma cochilada da zaga brasileira. A torcida ainda tentou empurrar o time, que voltou a chegar outras vezes ao ataque. No entanto, sem grandes ameaças à vitória brasileira, que ainda ampliou a vantagem a três minutos do fim, com Cristiane, em chute forte de fora da área. Fim do jogo, Brasil 2 a 0 e as duas equipes classificadas às semifinais.

Globo Esporte

7 motivos pelos quais a pílula anticoncepcional é um veneno para o corpo feminino

pilulaanti1) a libido despenca: os principais hormônios responsáveis pela libido feminina são: ocitocina, progesterona, estradiol, DHEA, DHT e, principalmente, a testosterona (o hormônio masculino, sim, existente também em mulheres). a testosterona é inibida pelo uso da pílula, fazendo com que muitas mulheres sequer saibam como é a sua real libido. mesmo que muitas utilizando a pílula continuem sentindo tesão, é bem provável que sem ela este aumente drasticamente.

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2) causa flacidez, celulite, diminuição de massa muscular, aumento de gordura localizada… acarretando em: mais gastos com cosméticos: com a diminuição do hormônio testosterona, o corpo não CONSEGUE desenvolver massa muscular. fica MUITO difícil, mesmo praticando exercícios físicos. o tônus muscular fica enfraquecido e as celulites aumentam devido ao inchaço e acúmulo de gordura nos tecidos causados pelos hormônios estrogênio e progesterona, presentes em grande quantidade na pílula, que retém líquido.

3) pode acarretar diversas complicações cardiovasculares: o coração é o órgão possui mais receptores para esse hormônio específico – a testosterona; depois vem o cérebro e os ossos. sendo assim, quem possui níveis baixos de testosterona fica mais suscetível a doenças do cardíacas e complicações no cérebro e nos ossos.

4) podem ser cancerígenos: você sabia que contraceptivos hormonais foram classificados pela Organização Mundial de Saúde como potencialmente carcinogênicos? isso devido às doses (muitas vezes cavalares) de hormônios depositados DIARIAMENTE na corrente sanguínea. pra você ter uma noção, eles estão enquadrados na mesma classe do tabaco e amianto.

5) você está enganando o seu corpo: a pílula anticoncepcional é composta por dois hormônios sintéticos: um imita o estrógeno e o o outro a progesterona, ambos hormônios naturais da mulher, responsáveis por controlar seu ciclo. esses hormônios “falsos” presentes na pílula “enganam” o seu organismo, fazendo com que a mulher não produza os hormônios naturais e, consequentemente, não ovule. a menstruação também é “falsa”, pois não há óvulo sendo expelido.

6) aumenta o risco de trombose: usuárias da pílula contraceptiva tem até quatro vezes mais chances de desenvolver trombose venosa profunda quando comparadas à população em geral. em mulheres fumantes acima de 35, esse número aumenta drasticamente; essas tem cerca de 10 vezes mais chance que as que utilizam esse método e não fumam (!!!). esse problema é gerado pela coagulação do sangue no interior das veias, principalmente nos membros inferiores. caso um dos coágulos entrar na corrente sanguínea e chegar ao pulmão, pode causar embolia pulmonar – risco fatal.

7) desencadeia vários outros problemas: dores de cabeça, alterações bruscas de humor, DEPRESSÃO, enjôos, mal-estar, ansiedade (…) tudo isso consta na bula. por favor leiam, se informem, e decidam de forma consciente.

 

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