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Feriado teve 20 acidentes nas rodovias federais da Paraíba

Vinte acidentes foram registrados nas rodovias federais que cortam o estado durante a operação ‘Proclamação da República’, que ocorreu entre à 0h da quinta-feira (14) e às 23h59 desse domingo.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), 18 pessoas ficaram feridas e três morreram por conta dos acidentes durante o feriado. Houve uma redução de 33% no número de acidentes comparado a operação em 2018, quando foram registrados 30 acidentes nas rodovias federais da Paraíba.

Ainda conforme o balanço, os dias 14 e 17 foram fiscalizados 1.947 pessoas, feitos 1.216 testes de etilômetro, sendo 32 motoristas flagrados sob efeito de álcool e emitidos 1.267 Autos de Infração, aproximadamente 129% a mais comparado aos 554 Autos de Infração que foram emitidos na Operação Proclamação da República em 2018.

Acidentes

Os acidentes com óbitos ocorreram no domingo. O primeiro aconteceu em Bayeux, na BR-101, km 82, e envolveu duas motocicletas e um carro. O passageiro de uma das motos morreu no local.

O segundo acidente com registro de mortes ocorreu em São Mamede, na BR 230, Km 298, envolvendo um carro e uma moto. Na batida, duas pessoas que estavam na moto morreram.

 

 

portalcorreio

 

 

MEC anuncia liberação de mais R$ 30,2 milhões para universidades e instituto federais na Paraíba

O Ministério da Educação (MEC) anunciou a liberação de R$ 30,2 milhões para a UFPB, UFCG e IFPB referentes aos valores que tinham sido contingenciados em abril de 2019. De acordo com o MEC, foram liberados na sexta-feira (18) um total de R$ 30.293.852 para as três instituições mantidas pelo governo federal na Paraíba. O MEC havia liberado no dia 30 de setembro R$ 43,8 milhões para as três instituições.

Os dois desbloqueios feitos pelo MEC para as três instituições federais na Paraíba somam R$ 74.144.960. Ainda de acordo com o ministério, as duas liberações totalizam 100% do orçamento que tinha sido contingenciado em abril deste ano, embora, o valor somado a partir dos cortes informados por UFPB, UFCG e IFPB fosse de R$ 91 milhões.

A diferença de R$ 16,8 milhões a menos do que foi informado pelas instituições não foi explicada pelo MEC. Confira abaixo a divisão do valor liberado pelo MEC na sexta-feira (18) para as instituições federais no estado:

  • Universidade Federal da Paraíba (UFPB): R$ 7.302.348
  • Universidade Federal de Campina Grande (UFCG): R$ 6.421.221
  • Instituto Federal da Paraíba (IFPB): R$ 16.570.283

Em nota, o ministério informou que “o orçamento de custeio das universidades e institutos foi 100% descontingenciado, o que torna possível à instituição a utilização de todo o orçamento de custeio”.

Segundo o ministro, foi liberado R$ 1,1 bilhão de reais – R$ 771 milhões para universidades e R$ 336 milhões para institutos federais –, após um remanejamento interno no orçamento da pasta. O MEC não informou quais áreas perderam recursos nesta troca.

G1

 

Governo libera 100% do orçamento de universidades federais

Ministério da Educação anunciou hoje (18) o descontingenciamento do orçamento das universidades federais, que foi possível a partir de um remanejamento do orçamento do MEC.

“Cem por cento de todo o orçamento para o custeio das universidades federais e institutos estão sendo descontingenciados neste momento”, disse o ministro da Educação, Abraham Weintraub, em entrevista à imprensa.

Segundo ele, o contingenciamento não chegou a prejudicar nenhuma das ações da pasta. “Foi feita uma boa gestão. Administramos a crise na boca do caixa. Vamos terminar o ano com tudo rodando bem”, acrescentou.

De acordo com o secretário executivo do ministério, Paulo Vogel, estão sendo liberados R$ 1,1 bilhão dos R$ 19,6 bilhões que já estavam previstos para as despesas discricionárias do MEC. Vogel disse que o valor está sendo realocado de outras despesas ministeriais.

Na entrevista, Weintraub disse ainda que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cujas provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro, ocorre tranquilamente este ano. “As provas já foram impressas. Os alunos que se preparem”.

 

Agência Brasil

 

 

MEC libera mais de R$ 43,8 milhões para universidades e instituto federais da Paraíba

O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta segunda-feira (30) o descongelamento de aproximadamente R$ 43,8 milhões para três Instituições de Ensino Superior (IES) na Paraíba. Dados repassados pelo MEC indicam que UFPB, UFCG e IFPB vão ter desbloqueados parte do orçamento que tinha contingenciado. No dia 3 de maio deste ano, o MEC anunciou o bloqueio de 30% do orçamento das IES na Paraíba, aproximadamente R$ 90 milhões.

Ainda de acordo com anúncio do MEC, foram liberados pelo governo federal um total de R$ 1,99 bilhão, sendo R$ 1,156 bilhão apenas para as universidades e institutos federais de educação, representando aproximadamente 58% do valor descongelado pelo MEC. Três meses após o bloqueio, as três IES mantidas pelo governo federal da Paraíba previam colapso financeiro se não houve a recomposição de parte do orçamento bloqueado em maio.

Verbas discricionáras geridas pelo MEC na Paraíba

Instituições de Ensino Superior Verbas bloqueadas em maio/19 verbas desbloqueadas em setembro/19 verbas que seguem bloqueadas
UFPB R$ 44 milhões R$ 21,4 milhões R$ 22,6 milhões
UFCG R$ 27 milhões R$ 13 milhões R$ 14 milhões
IFPB R$ 20 milhões R$ 9,3 milhões R$ 10,7 milhões
Total R$ 91 milhões R$ 43,8 milhões R$ 47,2 milhões

A UFPB é a instituição que vai ter o maior valor descontingenciado. De acordo com a planilha divulgada nesta segunda, vão ser repostos ao orçamento da Universidade Federal da Paraíba o valor de R$ 21.451.412. A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) vai ter R$ 13.061.303 desbloqueado e o Instituto Federal da Paraíba (IFPB) vai ter R$ 9.338.393 liberado pelo ministério.

De acordo com nota enviada pelo MEC, “os valores já estão disponíveis para despesas de custeio das instituições, como água, energia elétrica, aquisição de materiais de consumo e outras prestações de serviço”.

Com o descongelamento feito nesta segunda-feira, um volume de R$ 43.851.108 para as três IES de administração federal na Paraíba, seguem bloqueadas cerca de R$ 47,2 milhões dos aproximadamente R$ 91 milhões bloqueados em maio deste ano.

Bolsas desbloqueadas

Além da recomposição do orçamento para gastos de manutenção dos IES, o anúncio de verbas desbloqueadas do MEC incluem também o descongelamento de bolsas mantidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes). O MEC liberou aproximadamente R$ 270 milhões para manutenção de bolsas de incentivo à pesquisa.

O presidente da Capes, Anderson Correia, explicou que ainda não foram definidos quais programas vão ser beneficiados com a liberação e que um estudo deve ser feito para indicar como vai ser usada a verbo disponibilizada. Até o início de setembro, a Paraíba havia perdido 580 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado mantidas pela Capes.

“De posse dessa visão oficial do governo federal, de disponibilizar R$ 270 milhões para a Capes, e da possibilidade de novos descontingenciamentos, vamos revisitar os programas e verificar o que pode ser flexibilizado até o final do ano”, frisou.

G1

 

João lamenta cortes de recursos federais e mostra preocupação com possível retaliação à Paraíba

O governador João Azevêdo (PSB) voltou a cobrar uma melhor relação institucional por parte do Governo Federal com o Estado. Em duas ocasiões essa semana, o Chefe do Executivo Estadual expôs a sua preocupação com o corte de recursos da união para ações importantes na área de infraestrutura, a exemplo da dragagem do Porto de Cabedelo e das obras de construção da barragem de Cupissura, que, após concluída, deve garantir a segurança hídrica da região litorânea por mais algumas décadas.

Segundo João Azevêdo, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, já informou os cortes de alguns recursos esperados para obras no Estado. “Isso é preocupante, o ministro informou que os recursos destinados a dragagem do Porto, e que os recursos destinados a construção da barragem de Cupissura, que garante água por mais 30 anos para a Região Metropolitana, não estariam mais disponíveis”, comentou.

Mesmo diante dos cortes, e após a polêmica criada após o vazamento de áudio do presidente Jair Bolsonaro (PSL) tratando os governadores do Nordeste de “Paraíba”, João Azevêdo diz que prefere não acreditar ainda em retaliação ao Estado.  “Eu quero crer que não! Mas, é importante entender e saber o motivo pelo qual isso está acontecendo”, disse.

LIBERAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS

João Azevêdo disse também que espera do Governo Federal a liberação de pedidos de empréstimos do Estado, essenciais para realização de ações e obras em toda a Paraíba.

“Temos que ter uma relação com o Governo Federal dentro daquilo que é natural, que é exigir uma relação republicana. Existem alguns pleitos de empréstimos, e aprová-los não é favor do Governo Federal, é uma obrigação considerando que o Estado fez o seu papel e o seu dever de casa. Esperamos que não haja nenhum tipo de retaliação, não trabalho pensando nisso, espero que o Governo do Estado receba os recursos e que não sejam cortados, nem bloqueados”, comentou em entrevista à imprensa na última sexta-feira (2) (Confira abaixo).

MAIS RESPEITO

Na quinta-feira (1), João Azevêdo já tinha cobrado mais respeito por parte do governo Jair Bolsonaro com a Paraíba. “(…) não tem favor nessa relação, tem relação de respeito. O Estado da Paraíba tem feito um esforço gigantesco para ser um Estado que tem a menor taxa de desemprego, que paga os seus fornecedores em dia pelo seu 107° mês pagando servidores em dia, pagando metade do 13° desse ano, fazendo concurso para 1000 professores, implantando PCCR para agentes penitenciários, ou seja, é um Estado que está redondo e cumpre com suas obrigações, é um Estado que está redondo e faz a sua obrigação e quando pleiteia um empréstimo, com o aval do Governo Federal, não é um favor que ele [Bolsonaro] dá ao Estado, é uma obrigação”, disse.

Assista abaixo:

 

Por Ângelo Medeiros /Portal WSCOM

 

 

Três meses após bloqueio do MEC, instituições federais de ensino na PB preveem colapso financeiro

Três meses após o bloqueio de aproximadamente R$ 90 milhões do orçamento por parte do Ministério da Educação (MEC), as instituições federais de ensino da Paraíba fazem previsão de colapso orçamentário a partir de outubro deste ano caso não haja um desbloqueio. Reitores e pró-reitores de UFPB, UFCG e IFPB explicam que os recursos disponíveis no orçamento após bloqueio de 30% só garantem cumprimento de contratos e custeio de despesas até setembro.

O bloqueio dos recursos foi definido pelo MEC no dia 30 de abril deste ano. Na Paraíba, o valor bloqueado pelo governo federal para suas universidades e institutos chegou em R$ 91 milhões, sendo R$ 44 milhões para o UFPB, R$ 27 milhões para UFCG e R$ 20 milhões no IFPB. A previsão em cada uma dessas instituições de ensino superior é de que o contingenciamento só permita arcar com os custos do funcionamento até setembro.

O vice-reitor e secretário de planejamento da UFCG, Camilo Farias, comentou que a recomendação feita pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) é de que as universidades federais sigam honrando com os contratos firmados até setembro, que é o prazo em que acaba o orçamento contingenciado pelo governo federal.

“Em outras universidades, em outros estados, já temos conhecimento de demissão de funcionários terceirizados ou de problemas para arcar com a despesa de energia elétrica. Na UFCG não estamos enfrentando esse tipo de problema ainda. Seguimos a orientação da Andifes e esperemos que o valores sejam desbloqueados pelo governo”, comentou.

Confira o balanço feito por cada uma das universidades e instituto federais na Paraíba após três meses de contingenciamento do MEC no orçamento das instituições.

UFPB

A reitora Margareth Diniz afirmou que o orçamento da UFPB segue contingenciado. A instituição recebeu até julho apenas 48% do crédito orçamentário. A universidade sofreu o maior bloqueio de verbas entre as instituições federais na Paraíba. Foram suprimidos R$ 44 milhões do orçamento, correspondentes aos 30% contingenciados pelo MEC.

Ainda de acordo com a reitora, a UFPB tem trabalhado para que, caso não haja liberação do restante do dinheiro previsto no orçamento em outubro, que a unidade de ensino superior esteja preparada para liberação do dinheiro bloqueado ao final do ano.

“Se o descontingenciamento só acontecer ao final do ano, se ele chegar só no final do ano todo de uma vez, a gente precisa dar andamento o mais rápido possível para normalizar a situação dos meses anteriores”, explicou.

UFCG

O vice-reitor e secretário de planejamento da UFCG, Camilo Farias, segue a mesma linha da UFPB. Segundo ele, o orçamento da UFCG garante o cumprimento de todas as despesas previstas até o mês de setembro. A partir de outubro, caso não haja desbloqueio, vai haver um colapso no funcionamento da instituição.

O orçamento da UFCG era de cerca de R$ 90 milhões, após o bloquei dos 30%, cerca de R$ 27 milhões foram suprimidos da instituição. Para recursos discricionário, a UFCG passou a contar com aproximadamente R$ 63 milhões, um montante disponível para arcar com todos os contratos firmados para 2019. Do volume de despesas da UFCG, cerca de R$ 42 milhões é apenas para pagamento de funcionários terceirizados, algo em torno de 47% do orçamento total de R$ 90 milhões.

“O bloqueio foi dia 30 de abril, já tínhamos quatro meses completos de gastos no orçamento. São 30% em cima de 8 meses e não em cima de um ano. Tínhamos 90 milhões e passamos para 63 milhões de reais. Para entendermos a dimensão, nessa situação, são R$ 63 milhões em um orçamento que R$ 42 milhões são apenas para os terceirizados”, comentou.

A UFCG segue trabalhando, assim como a UFPB, para reduzir os custos de manutenção da instituição, na esperança de que os valores sejam desbloqueados pelo governo federal. Muito embora, de acordo com Camilo Farias, apesar de toda economia, a redução de gastos ainda não garante a cobertura dos demais compromissos financeiros da universidade que estão sob risco com o bloqueio.

“Fizemos R$ 400 mil de economia em água, da mesma forma, a partir de projetos da própria universidade, uma redução no uso da energia elétrica. Atualmente, 100% dos nossos processos administrativos são eletrônicos. Mas isso tudo não é suficiente”, conclui o vice-reitor.

IFPB

No caso do IFPB, de acordo com o pró-reitor de administração e finanças do IFPB, Pablo Andrey, a instituição entrou no segundo semestre com apenas 53% do orçamento total previsto. A verba foi utilizada para para o pagamento de energia, água, serviços terceirizados bolsas e etc. Outros 20% do orçamento de investimento, que é para a aquisição de equipamentos. O IFPB sofreu um bloqueio na ordem de R$ 21 milhões.

“Considerando o contingenciamento realizado de 40% no custeio, só nos restaria receber mais 7% (recebemos 53% até agora e 40% estão bloqueados) até o final do ano. Destes 53% do orçamento de custeio recebido, já o executamos quase na totalidade. Isto é normal, pois estamos mais ou menos no meio no ano, e está proporcional ao orçamento. Todavia, a instituição está funcionando com austeridade e sem perder a sua qualidade, marca essa do IFPB”, explicou.

Assim como UFPB e UFCG, com o orçamento disponível, o instituto só teria funcionamento até o mês de setembro, quando os contratos começam a ser renovados. “O reitor viajou nesta terça-feira (30) à Brasília para a reunião com todos os reitores da rede federal de educação profissional para discutir e reivindicar o desbloqueio do orçamento”, relatou.

 Foto: Michele Mendes / TV Globo

G1

 

Disfarçado de policiais federais, grupo rouba cerca de 720 quilos de ouro

Um grupo de criminosos disfarçados de policiais federais, inclusive com uso de viaturas clonadas, roubou cerca 720 quilos de ouro -algo superior a R$ 120 milhões– de uma empresa de transporte valores no interior no aeroporto do Guarulhos, na tarde desta quinta (25).

Segundo informações preliminares da Polícia Civil e Militar, os criminosos fizeram refém a família de um funcionário da empresa o que, em tese, facilitou a ações dos criminosos. Mesmo armados de fuzil e pistolas, não precisaram realizar um único disparo.

Viaturas clonadas da Polícia Federal usadas em roubo de carro forte no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (Grande São Paulo), nesta quinta-feira (25).

As duas caminhonetes utilizadas no roubo foram localizadas no final da tarde em um terreno na zona leste da capital. O refém, segundo a polícia, foi libertado.

A polícia tenta localizar os veículos que os bandidos estão ainda em fuga.

 

Foto: Fepesil/Futura Press/Folhapress

FOLHAPRESS

 

 

Deputados federais da Paraíba criticam Greve Geral: ‘causou mais rejeição do que adesão’

Os deputados federais Pedro Cunha Lima (PSDB) e Efraim Filho (DEM) comentaram os protestos realizados na greve geral desta sexta-feira (14) convocados pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) contra a reforma da Previdência Social proposta pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“O Brasil precisa perder essa mania de fazer política partidária, um palanque político a qualquer custo, não é hora de ficar contra o país, contra o conserto de uma nação que tem 13 milhões de desempregados, que tem uma década perdida na economia, não é brincadeira o momento econômico vivemos, o drama social, as consequências desse colapso social e aí para tudo”, opinou Pedro.

O tucano ainda comentou a polêmica envolvendo a deputada estadual Cida Ramos (PSB): “houve até a utilização de um carro oficial pago pelo contribuinte para atravessar uma rua e tirar o direito de ir e vir do povo paraibano, que paga por isso. Eu lamento muito porque não é disso que a gente precisa para sair desse momento de muita dificuldade, a gente tem que consertar o Brasil”.

“É a maior demonstração da velha política, algo que já está rechaçado pela sociedade atual que não aceita mais com esse tipo de manifestação com fechamento de ruas, queima de pneus e, em alguns casos, depredação de patrimônio público, prejudicando o direito de ir e vir dos cidadãos que são intimidados por esse tipo de movimento que não tem mais adesão”, declarou Efraim.

O democrata completou: “esse tipo de greve geral era feito na década de 90, é por isso que a oposição hoje está perdendo eleição, está desatualizada, existem formas mais modernas de colocar seu posicionamento sem atrapalhar a vida de quem não se interessa por esse tipo de movimento. Foi um tiro pela culatra, um tiro no pé porque causou mais rejeição da sociedade do que apoio”.

Yves Portal

 

 

 

Deputada propõe redução dos salários de senadores, deputados federais e estaduais

A deputada estadual Paula Francinete propôs nesta terça-feira (04) a redução dos salários de senadores, deputados federais e deputados estaduais. Ela disse que é preciso cortar na carne das categorias que detém privilégios e não dos que ganham salário mínimo, fazendo referência à aprovação da MP 871 pelo Senado. Os senadores aprovaram na noite desta segunda-feira (03) a Medida Provisória autorizando o pente-fino dos benefícios concedidos pelo INSS.

De acordo com Paula Francinete, “o pente-fino vem justamente para cortar na carne dos que mais sofrem. De quem não tem dinheiro para comprar seu remédio, para fazer sua feira”. Tendo exercido durante 30 anos o cargo de médica perita do INSS, a deputada afirmou que conhece as dificuldades dos que são aposentados com um salário mínimo.

“Vamos cortar na carne daqueles que têm o melhor salário. Vamos cortar o salário dos senadores, dos deputados federais, dos deputados estaduais”, conclamou a deputada paraibana. Ela defende que a economia não seja feita em cima dos mais pobres e sim naqueles que que já ganham muito.

Apesar da proposição de reduzir os salários altos da classe política, a deputada Paula Francinete já estima que os próprios representantes do povo não irão concordar com o corte. “Eles vão querer jogar uma coroa de espinhos em cima de mim porque estou dizendo isso. Eles não vão concordar que seja cortado, mas vamos começar a denunciar e tem que ser dentro de casa”, destacou.

“Pente-fino vamos passar em cima dos maiores e não em cima dos menores”, pontuou a deputada Paula Francinete.

Ela não calculou o quanto precisaria ser cortado nos salários de deputados e senadores, mas defendeu que “a classe política deveria ter um salário digno como todos os outros trabalhadores”. Recordando os privilégios que senadores já possuem, como apartamentos em Brasília, carros à disposição, passagens de avião e serviço médico nos melhores hospitais, Paula apontou que todos os recursos são provenientes do pagamento de impostos pelos contribuintes.

Nesta segunda-feira, o colunista do ClickPB, Clilson Junior, publicou um levantamento com o salário de todos os prefeitos da Paraíba. Alguns dos prefeitos chegam a ganhar o total de R$ 288 mil por ano.  A deputada aponta que estes salários também deveriam ser cortados. “Prefeito tem carro, motorista, um monte de funcionário à disposição dele. Luxo tem que ser cortado”, ressalta.

O maior salário constatado foi na cidade de São José de Piranhas, que tem somente 20 mil habitantes. O prefeito Chico Mendes recebe por mês o valor de R$ 24 mil para exercer o cargo.

Questionada sobre esse caso específico, Paula Francinete disparou que “é por isso que eu quero ser candidata a prefeita em São José de Piranhas, minha terra. Porque isso não vai acontecer. Nós temos que combater corrupção”.

 

clickpb

 

 

Atraso de repasses federais prejudica execução de obras no município de Borborema-PB

O atraso na conclusão de obras de reforma e ampliação de duas UBSs no Município de Borborema, no Brejo Paraibano, ocorre por atraso nos repasses do Governo Federal.

De acordo com informações repassadas pela Gestão Pública Municipal, a ordem de serviço para a obra de reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde do Sítio Manitú, na Zona Rural do Município, ocorreu em 22 de maio de 2018.

Do valor total de R$ 144.600,00 (cento e quarenta e quatro e quatro mil e seiscentos reais), a empresa responsável pela obra, Construtora Eddficar Eireli-ME, recebeu apenas R$ 28.920,00 (vinte e oito mil e novecentos e vinte reais), entregando a primeira medição com 20% da obra. Após esse pagamento a empresa parou os serviços e aguarda novo repasse. Segundo informações disponíveis no Sismob, o valor restante é de R$ 115.680,00 (cento e quinze mil seiscentos e oitenta reais).

O atraso na conclusão da obra de ampliação da UBS/PSF I, na Cidade, também se dá pela falta de repasse do Governo Federal da segunda parcela, no valor de R$ 124.320,00 (cento e vinte e quatro mil e trezentos e vinte reais). Até o momento foi pago apenas R$ 31.080,00 (trinta e um mil e oitenta reais).

A prefeitura informa que as medições, das duas UBSs, foram apresentadas e pagas e consequentemente prestadas contas e aprovadas, no entanto, falta a liberação de novos repasses do Ministério da Saúde. Informa ainda que tem tomado todas as medidas necessárias para o andamento e conclusão das importantes obras, mas que pelo fato dos recursos serem federais, é necessário aguardar a efetivação dos repasses para continuação das obras.

 

portalmidia