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“Prefeitos vão tentar reverter no CNJ” diz Galdino sobre fechamento de comarcas

Na manhã desta quinta-feira (17), o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Adriano Galdino (PSB), lamentou o fechamento de 15 comarcas do interior da Paraíba que foi aprovado pelo Tribunal de Justiça.

De acordo com Galdino vários prefeitos paraibanos estão entrando com ações no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para tentar derrubar a decisão que envolve um questionamento jurídico de que as desinstalações das comarcas precisariam passar pelo crivo do Poder Legislativo Estadual.

“Teria que ser um projeto de lei, extinguindo as comarcas. Há um questionamento jurídico e alguns prefeitos já entraram com ações e vão tentar reverter a situação no CNJ”, disse.

PB Agora

 

 

Tribunal de Justiça aprova fechamento de 15 comarcas no interior da Paraíba

Os desembargadores do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) aprovaram a desinstalação provisória de 15 comarcas do Estado da Paraíba. A votação terminou com 14 votos a favor e 2 contra.

A proposta de fechamento partiu do presidente Márcio Murilo do TJPB, e foi aprovada pelos comitês Orçamentário e de Priorização do tribunal. Ao defender o projeto, o presidente enfatizou que não se trata de extinção, visto que a medida a qualquer momento poderá se revista.

O autor da proposta argumentou que a desinstalação das comarcas trará agilidade e economia ao Judiciário Paraibano.

“Os jurisdicionados das comarcas a serem agregadas a outras terão de se deslocar, mas, com a certeza de que haverá a audiência, a presença do juiz e a celeridade do seu julgamento, ou seja, uma jurisdição mais efetiva”, arrematou.

A lista de comarcas inclui Araçagi, Arara, Barra de Santa Rosa, Bonito de Santa Fé, Cabaceiras, Cacimba de Dentro, Caiçara, Malta, Paulista, Pilões, Prata, Santana dos Garrotes, São Mamede, São João do Cariri, Serraria e Brejo do Cruz.

Márcio Murilo disse que o diagnóstico feito pelo órgão indica que o problema não é a falta de juízes, mas de estrutura adequada para o trabalho. “Nós temos mais de mil servidores a mais que Sergipe. Temos 150 juízes a mais e temos uma produção de arquivamentos de processos de menos da metade de Sergipe”, disse o presidente.

“As Comarcas não são para extinguir, mas sim para termos uma agregação provisória, em muitos casos, para que essas Comarcas onde hoje não há juízes nem condições financeiras de nomear, sejam agregadas. E com essa economia gerada o jurisdicionado realmente possa encontrar um juiz e tenha o seu processo julgado”, argumentou o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, presidente do TJ.

Confira a lista das Comarcas que serão desinstaladas:
Araçagi (deverá ser remanejada para Guarabira)

Barra de Santa Rosa (deverá ser remanejada para Cuité)

Brejo do Cruz (deverá ser remanejada para Catolé do Rocha)

Cacimba de Dentro (deverá ser remanejada para Araruna)

Malta (deverá ser remanejada para Patos)

Pilões (deverá ser remanejada para Guarabira)

Santana dos Garrotes (deverá ser remanejada para Piancó)

São Mamede (deverá ser remanejada para Patos)

Arara (deverá ser remanejada para Solânea)

Bonito de Santa Fé (deverá ser remanejada para São José de Piranhas)

Cabaceiras (deverá ser remanejada para Boqueirão)

Paulista (deverá ser remanejada para São Bento)

Prata (deverá ser remanejada para Sumé)

São João do Cariri (deverá ser remanejada para Serra Branca)

Serraria (deverá ser remanejada para Bananeiras)

2ª Vara Mista de Conceição (deverá ser desinstalada)

3ª Vara Mista de Monteiro (deverá ser desinstalada)

2ª Vara Mista de Princesa Isabel (deverá ser desinstalada)

3ª Vara Mista de Princesa Isabel (deverá ser desinstalada)

 

clickpb

 

 

“É um retrocesso”, diz deputado sobre fechamento de 16 comarcas na PB

A possibilidade de fechar comarcas em 16 cidades paraibanas voltou à tona esta semana na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), quando o deputado estadual Chió (REDE) demonstrou preocupação com mais de 120 mil paraibanos que serão prejudicados em todo o estado, a partir da medida. “As comarcas, em sua maioria, são o primeiro e até o único acesso à justiça gratuita, que a maior parte da população desse estado possui. É um retrocesso”, disse.

O deputado confirmou engajamento em mobilizações civis contra o fechamento, além de solidarizar-se com o Sindicato dos Técnicos e Analistas do Judiciário da Paraíba (SINTAJ PB) e OAB – PB, informando articulações na Assembleia Legislativa e nas cidades listadas para o fechamento.

“A medida atinge cidades no Brejo e Curimataú como Arara, Barra de Santa Rosa, Serraria, Pilões e Cacimba de Dentro, que terão suas atividades deslocadas para as comarcas de Solânea, Cuité e Guarabira, sobrecarregando, ainda mais, a tramitação de processos e prejudicando principalmente quem mais precisa da justiça. A população fique certa de que não iremos nos calar”, afirmou preocupado o deputado com esse fechamento.

Chió disse que na próxima quinta-feira, 26 de setembro, acontece na Assembleia Legislativa, às 10h da manhã, uma reunião envolvendo deputados, prefeitos, vereadores, representantes da OAB, sindicatos e sociedade civil com o presidente do Tribunal de Justiça, Marcio Murilo, para dialogar e sensibilizar a instituição.

De acordo com o advogado Antônio Paulo Rolim, o fechamento de comarcas, além de prejudicar a população das cidades sede, sobrecarregará a comarca das cidades que receberão toda demanda, ocasionando ainda mais morosidade no julgamento dos processos.

“O tempo de tramitação dos processos judiciais poderão ser dobrados nas comarcas que acumularão novos municípios. Além da morosidade, tal medida também afasta a população do Poder Judiciário, especialmente a mais vulnerável, que não tem condições de se deslocar em longos trajetos”, completou o jurista.

 

pbagora

 

 

 

Deputado Chió repudia fechamento de comarcas na Paraíba e reforça luta pelo acesso à justiça

O deputado estadual Chió (REDE) posicionou-se contra o fechamento de dezesseis comarcas na Paraíba, a partir de proposta aprovada recentemente pelos comitês orçamentários e de priorização de primeiro grau do Tribunal de Justiça da Paraíba TJ/PB.

O parlamentar demonstrou preocupação com mais de 120 mil paraibanos que serão prejudicados em todo o estado, a partir da medida. “As comarcas, em sua maioria, são o primeiro e até o único acesso à justiça gratuita, que a maior parte da população desse estado possui. Com a desinstalação, a população que mais precisa deverá deslocar-se até cem quilômetros, considerando ida e volta, para acompanhar a tramitação de um processo ou tirar uma certidão negativa. É um retrocesso”, avaliou o deputado.

Chió confirmou engajamento em mobilizações civis contra o fechamento, além de solidarizar-se com o Sindicato dos Técnicos e Analistas do Judiciário da Paraíba (SINTAJ PB) e OAB – PB, informando articulações na Assembleia Legislativa e nas cidades listadas para o fechamento.

“A medida atinge cidades no Brejo e Curimataú como Arara, Barra de Santa Rosa, Serraria, Pilões e Cacimba de Dentro, que terão suas atividades deslocadas para as comarcas de Solânea, Cuité e Guarabira, sobrecarregando, ainda mais, a tramitação de processos e prejudicando principalmente quem mais precisa da justiça. A população fique certa de que não iremos nos calar”, enfatizou o parlamentar.

De acordo com o advogado Antônio Paulo Rolim, o fechamento de comarcas, além de prejudicar a população das cidades sede, sobrecarregará a comarca das cidades que receberão toda demanda, ocasionando ainda mais morosidade no julgamento dos processos. “O tempo de tramitação dos processos judiciais poderão ser dobrados nas comarcas que acumularão novos municípios. Além da morosidade, tal medida também afasta a população do Poder Judiciário, especialmente a mais vulnerável, que não tem condições de se deslocar em longos trajetos”, completou o jurista.

O deputado Chió confirmou que na próxima quinta-feira, 26 de Setembro, acontece na Assembleia Legislativa, às 10h da manhã, uma reunião envolvendo deputados, prefeitos, vereadores, representantes da OAB, sindicatos e sociedade civil com o presidente do Tribunal de Justiça, Marcio Murilo, para dialogar e sensibilizar a instituição.

Fonte: Ascom Deputado Estadual Chió (REDE-PB) com Ascom SINTAJ PB.

 

 

Em crise, UEPB anuncia fechamento de gráfica, corte de pessoal e leilão de veículos

A crise que assola a Universidade Estadual da Paraíba terá mais um agravante nesse segundo semestre do ano de 2019.

Segundo o reitor da instituição, o professor Antônio Guedes Rangel Júnior, já no final de mês de junho a gráfica da universidade fechará as portas, deixando de produzir papel timbrado e livros na quantidade que se fazia anteriormente. A informação do reitor foi divulgada nesta quinta-feira (16), durante entrevista à Rádio Campina FM.

Rangel explicou que todo o sistema está sendo migrado para o digital e por isso a universidade, diante do cenário de crise, tomou essa medida.

“A UEPB não tem dinheiro. Ano passado editamos 46 livros impressos, esse ano serão 23, é um corte de 50%”, argumentou.

Ainda conforme Rangel, outro corte que está previsto é a despesa com pessoal. A expectativa é que esse montante chegue a R$ 4 milhões;

“Parte desse pessoal vai para o setor de privatização e outra parte será demitida. Na terceirização vai para despesa de custeio, isso para ajudar o governo do Estado a cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e desonera a folha. Se não tem os recursos do custeio, que é igual ao do ano passado, como é que vou aumentar em R$ 4 milhões? Para isso eu tenho que deixar de fazer algumas coisas”, explicou.

Além desses, outros cortes também estão previstos, um deles será o leilão de pelo menos 12 veículos cuja manutenção já não é mais viável para a instituição.

PB Agora

 

 

Presidente dos Correios defende fechamento de agências para modernizar empresa

(Foto: Divulgação/Core-RS)

O presidente interino dos Correios, Carlos Fortner, disse à Coluna que a decisão de fechar agências próximas umas das outras está mantida, mas que ainda analisa quais terão as atividades encerradas. No sábado, a Coluna revelou que a diretoria da empresa aprovou em fevereiro, em reunião sigilosa, proposta de fechamento de 513 agências e demissão de servidores. Fortner nega que o número esteja fechado. Diz que pode aumentar ou diminuir a depender do estudo que ele mandou fazer e que pode ficar pronto nesta semana. Ele quer analisar uma a uma as agências que estão na lista da degola.

“Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante…Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso”, diz. Sobre demissões, ele afirma: “Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra.” Filiado ao PSD, mesmo partido do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, Fortner diz não saber quando será efetivado no cargo.

A diretoria dos Correios e o conselho de administração aprovaram proposta de fechamento de agências e demissões dos servidores no início do ano. O senhor era um dos vice-presidentes que aprovou a proposta. Quando as agências começam a ser fechadas? O documento fala a partir de maio.

Vou avaliar uma por uma ainda. Estarei recebendo nesta semana as fichas de cada uma dessas agências. Nós vamos avaliar todas elas. Ao final, tudo isso será repassado para o Ministério das Comunicações e para o Ministério do Planejamento também. Terá uma apresentação ao TCU. Esse prazo de maio que está indicado é um cronograma tentativo. Para mim, é algo que ficará só a partir do segundo semestre.

Quantas agências serão fechadas? O documento fala em 513.

Quando foi apresentado a primeira tabela  aprovou-se um número de 513. Originalmente eram 752. Depois abaixou. Eu pedi um aprofundamento para a área responsável. Quero que me convençam de uma a uma. Hoje estamos revisando todo o estudo para se chegar a uma planilha conclusiva. Ainda não temos essa planilha. É algo que não deveria ter sido vazado. Vamos abrir uma sindicância interna para apurar o vazamento [a Coluna divulgou cópia da proposta aprovada].

O senhor pediu o reestudo para quem?

Para a área técnica. É um ato discricionário meu e foi informado aos vice-presidentes. As agências que tivermos dúvidas quanto à rentabilidade ou o impacto que o fechamento pode causar na região sairão da lista.

O senhor vai revogar a decisão que foi tomada?

Não. O que eu vou fazer é analisar agência por agência. Não houve naquele momento apresentação da lista [de agências].

Houve sim. O documento aprovado indica as agências num anexo, define cronograma a partir de maio para iniciar o fechamento delas e fala em demissões.

Sem dúvida. A diretoria da área fechou o estudo das 513 agências. Nós validamos o estudo (na reunião de diretoria e depois pelo conselho de administração) e, a partir dali, eu entendi que era necessário conhecer agência por agência.

Qual o critério para fechar as agências?

Eu tenho agência que está espalhada a 50 metros uma da outra. Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante. Eu pedi que, a partir da lista, que ainda está sendo validada, nem sei se serão 500, talvez termine com 400 agências, não sei, vou avaliar uma por uma ainda.

Haverá etapas?

Pedi para separar em fases. A primeira é agência própria que sombreia [está próxima de] agência própria que funciona em imóvel alugado. Eu não vou manter com dinheiro público uma agência que sombreia a outra em cima de um imóvel alugado. Eu devolvo o imóvel e ainda corto custo. Não tem demissão nenhuma nessa etapa. Absorvo essas pessoas em outra agência. Nos lugares em que eu tenho agências com pouco movimento e tenha outra próxima que possa permitir o deslocamento aceitável das pessoas não tem porque manter a agência aberta.

No documento aprovado, inclusive pelo senhor, fala-se em demissão sem a qual não teria rentabilidade para os Correios.

De fato não consegue. Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra. É inevitável. Quanto é o excedente hoje? Esse número de 5 mil pessoas é para todo o universo de 752 agências, o primeiro número [proposto pela consultoria]. Tudo isso ainda tem tanto a amadurecer. Eu mesmo pedi para separar por Estado, quero saber os dados do município, qual a agência mais próxima.  Quero saber quantos quilômetros leva para a pessoa se deslocar de uma agência que será fechada para outra.

O senhor vai revogar a decisão da diretoria de fechar as agências?

No momento em que eu assumi a presidência [ele ocupa o cargo interinamente desde abril] eu solicitei o reestudo do trabalho todo. Não é uma questão de revogar o trabalho. O fechamento de agências sombreadas é uma decisão que vai ser tomada, sim. Se é agora, no segundo semestre ou daqui a um ano faz parte de um projeto para que se possa ter uma empresa saudável. Não adianta eu ter uma agência perto da outra. Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso.

Em Minas está incluído na lista de fechamento a agência central de Belo Horizonte.

Eu não tenho essa definição. Esse cronograma que está definido a partir de maio é um erro da área técnica que fez isso.  Tá errado. Vou dividir isso em fases. Vamos fazer por Estado, por fases. A primeira fase é agência própria sombreada por agência própria em imóvel alugado. Num segundo momento é agência própria sombreada por agência própria num imóvel próprio. Num terceiro momento são agências próprias sombreadas por agência franqueada.

Quando sai a lista definitiva das agências que serão fechadas?

Dei prazo para finalizarem esse trabalho que já venceu duas vezes. Paciência. Tá dando prejuízo? Tá dando. Mas eu vou tomar a decisão ciente, tranquilo de que a tomada (sobre quais fechar) foi correta.

O senhor tem um limitador da lei eleitoral e não pode fazer demissões depois de junho.

Se eu não conseguir fazer agora eu vou respeitar a lei eleitoral. O que eu posso fazer? Não é uma empresa privada. O vazamento estraga o projeto. É um trabalho que estava sendo feito com todo cuidado.

Por que não foi feito audiência pública para ouvir a sociedade?

Não tem isso. É um ato discricionário do gestor.  Imagina se cada decisão que eu for fazer eu tenho que chamar audiência publica. Isso não existe. Vai ser conversado com os prefeitos onde vai haver fechamento. Uma coisa é eu ver o mapa do Google. É diferente do município me dizer. Há necessidade de uma sensibilidade maior na definição das agências. Existe um projeto de redesenho da rede de atendimento aonde esse projeto vai ser implementado sim. Agora vamos ver agência por agência, entender o impacto qualitativo em cada uma delas.

A medida vai favorecer os franqueados?

Não há favorecimento aos franqueados. Em alguns casos pode até ser que a agência seja absorvida por uma dessas. As franqueadas prestam um bom serviço ao parceiro. Fazem parte da rede de atendimento.

O senhor diz que a decisão do fechamento das agências está tomada, foi o que publicamos. O que vocês estão avaliando é quais são as agencias que serão fechadas a partir de uma nova lista. É isso?

Não. Ela está baseada na lista [aprovada em fevereiro pela diretoria], sim. Pode ser que dessa lista saiam agências ou entrem agências. Por que está baseada nessa lista? Porque ela foi levantada a partir dos estudos da consultoria. No projeto de reestruturação da empresa já estava previsto a remodelagem. Não é novidade.

A novidade é que vocês aprovaram o fechamento a partir de maio.

Nós estamos fazendo isso com cuidado. Não é uma decisão simplesmente de caráter econômico. Vamos revisar agência por agência. Teremos dia 8 uma reunião na Secretaria de Planejamento onde esse tema tem sido recorrente. Estou sendo cobrado. Mas fazer o que? Não ficou maduro para maio. Não vou fechar agência a torto e direito.

Pela reavaliação que o senhor diz estar fazendo. Quantas agências serão fechadas?

Não sei ainda. Se eu falo cria uma expectativa. A gente está identificando que cabem outras agências que não estão na lista [de 513]. Podem ser mais, podem ser menos.

O senhor disse que numa primeira etapa não haverá demissões.

Tem uma série de etapas antes de chegar na demissão motivada, onde se oferece ao atendente a oportunidade de ele trabalhar em outra áreas. Na primeira etapa (fechar agência sombreada que funcionada em prédio alugado próxima de outra) não tem demissão. Pelo estudo ainda preliminar são umas 60.

O documento que vocês aprovaram não fala de etapas. Diz que sem demissão não tem rentabilidade.

No limite é exatamente isso. Mas se o pessoal se dispuser em trabalhar em outra área a gente aproveita.

Por Andreza Matais do Estadão

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Trócolli é contra possível fechamento de comarcas na Paraíba

O deputado estadual Trócolli Junior (Pros) participou de audiência entre o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, colegas parlamentares e prefeitos para discutir a possibilidade de fechamento de comarcas na Paraíba. Trócolli se colocou contra a extinção de, pelo menos, 25 comarcas e o rebaixamento de outras 19.

“Nós temos uma grande preocupação com a extinção de comarcas importantíssimas na Paraíba, algumas com mais de cem anos de criação, que atendem os jurisdicionado paraibano, que nós entendemos será um prejuízo muito grande o fechamento das mesmas”, ressaltou o deputado.

Trócolli disse que o presidente Joás de Brito Filho explicou o que realmente está acontecendo. “O desembargador demonstrou que na verdade houve um vazamento de um estudo que começou em 2015, que não existe absolutamente nada decidido, que existem regras a cobranças por parte do CNJ, no que se diz respeito a cobranças aos senhores juízes e que essas regras têm que ser cumpridas pelo Tribunal de Justiça. Mas deixou bem claro que apenas existe um estudo e que não existe nada decidido”, revelou.

O presidente
O desembargador Joás de Brito foi enfático ao afirmar que não existe nada oficial no sentido de desinstalar comarcas no Estado. “Existe um estudo realizado pelo setor de Planejamento Estratégico do Tribunal e que, ainda, será objeto de debate com os eminentes desembargadores”, explicou o presidente.
Assessoria para o Focando a Notícia

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Bancários param no BB contra fechamento de agência na Paraíba

banco do brasilA Agência do Banco do Brasil da Praça 1917, no Centro de João Pessoa, estará fechada, parcialmente até o meio dia desta sexta-feira (25), em protesto fechamento de agências do BB no Estado.

Em entrevista ao programa 60 Minutos, apresentado pelos jornalistas Heron Cid e Anderson Soares, na Rádio Arapuan FM, o presidente da CUT na Paraíba, Paulo Marcelo, disse que entidade teme que por trás do fechamento de agências exista um plano para vender o banco.

“Temos a preocupação que isso seja enxugar o banco para depois vender. Privatizer um banco importante como é Banco do Brasil e que, de 2002 até 2015 teve um lucro de R$ 52 bilhões”, afirmou.

Ainda segundo Paulo Marcel, a mobilização também será em protestos contra a tentativa de anistiar o chamado Caixa 2, medidas que tem sofrido reação dos movimentos sindicais e sociais.

MaisPB

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Polícia Civil contabiliza 206 ocorrências na PB até fechamento das urnas neste domingo

CENTRAL-POLICIA-CIVIL-PBA Polícia Civil da Paraíba realizou 206 procedimentos em unidades policiais distribuídas nos 223 municípios do Estado, das 8h de sexta-feira (30) até as 17h deste domingo (2), dia de eleições. Um total de 236 pessoas foram conduzidas às delegacias, sendo que 173 procedimentos confeccionados foram por crimes comuns e 33 por crimes eleitorais.

Das ocorrências ligadas ao pleito, seis foram por divulgação de propaganda, uma de transporte ilegal de eleitores e outra de uso de documentação falsa, seis de boca de urna, sete por compra de votos, oito por desobediência à Justiça Eleitoral e uma por desordem em local de votação. Outros três crimes eleitorais também foram contabilizados até as 17h.

“Esse número pode ainda aumentar, visto que muitos crimes ainda estão sendo comunicados à Delegacia Geral e os procedimentos continuam em andamento. A Polícia Civil permanece atuando no Estado após o final da votação, acompanhando a movimentação que acontece após a divulgação dos resultados”, explicou o delegado geral João Alves de Albuquerque, que acompanhou pessoalmente o policiamento no Sertão do Estado. Ele acrescentou que a Polícia Civil do Estado é responsável pelo atendimento aos crimes comuns e atua supletivamente nas cidades em que não há a presença da Polícia Federal.

O delegado geral também informou que a cidade com maior número de ocorrências foi João Pessoa (24), seguida por Campina Grande (9), e Cajazeiras, Guarabira, Pombal, Queimadas e Santa Rita, todas com seis ocorrências, até o fechamento das urnas.

A Polícia Civil empregou 1.026 homens e mulheres nas eleições deste ano, com 223 equipes espalhadas por todo o Estado. A instituição também esteve presente nos Centros de Comando e Controle (CCC) nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos.

Secom-PB

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Sindicato critica fechamento de agência bancárias na PB: “Fecham lugar de investir na segurança”

(Foto: Walla Santos)
(Foto: Walla Santos)

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcos Henriques, criticou nesta quarta-feira (06) a decisão dos bancos que estão fechando agências no lugar de investir na segurança. “Ao invés de apresentar um plano de segurança para coibir a violência, estão fechando as agências”.

Marcos Henriques ainda lembrou dois projetos que estão paralisados na Assembleia Legislativa prevendo “obrigatoriedade dos bancos em investimento de equipamento de segurança”, o que ajudaria no combate à violência. De acordo com ele, apenas este ano já foram registradas 26 ocorrências de violência contra agências no estado, sendo que o Banco Bradesco é o mais visado, seguido pelo Banco do Brasil.

O presidente do Sindicato dos Bancários ainda alerta que com o receio iminente de violência, “os funcionários estão temerosos” e que, “principalmente no interior, muitas vezes as ocorrências causam traumas irreversíveis”.

De acordo com a assessoria de imprensa do Banco do Brasil, duas agências foram fechadas permanentemente nas cidades Mogeiro e Serraria. Também há agências fechadas temporariamente em outras cidades devido a período de reforma após terem sido depredadas em ocorrências de violência. Já o Banco Bradesco foi procurado, mas não forneceu as informações solicitadas.

Marcos Henriques lamenta tantas agências fechadas no estado destacando que os clientes “ficam desassistidos e precisam se deslocar muitas vezes para receber aposentadorias pequenas gastando com o deslocamento”.

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Em Alagoa Grande, servidores públicos, aposentados e pensionistas clientes do Banco do Brasil estão tendo que viajar para outras cidades, como Guarabira, para poder sacar os seus salários. A agência foi atacada no dia 23 de fevereiro, quando explodiram o cofre do banco e levaram o dinheiro.

O ClickPB entrou em contato com a assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança e da Defesa Social para saber o posicionamento órgão sobre a violência contra os bancos, mas até o fechamento da matéria não obteve resposta.

De acordo com o Mapa da Violência do Sindicato dos Bancários da Paraíba, houve entre 2011 e 2016, 528 ataques às agências bancárias. De acordo com o mapa, o Bradesco é o banco que mais sofreu a ação da bandidagem. Nos últimos cinco anos foram 246 investidas. O Banco do Brasil ocupa o segundo lugar no ranking da violência com 164 ataques.

 

 

clickpb