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Em crise, UEPB anuncia fechamento de gráfica, corte de pessoal e leilão de veículos

A crise que assola a Universidade Estadual da Paraíba terá mais um agravante nesse segundo semestre do ano de 2019.

Segundo o reitor da instituição, o professor Antônio Guedes Rangel Júnior, já no final de mês de junho a gráfica da universidade fechará as portas, deixando de produzir papel timbrado e livros na quantidade que se fazia anteriormente. A informação do reitor foi divulgada nesta quinta-feira (16), durante entrevista à Rádio Campina FM.

Rangel explicou que todo o sistema está sendo migrado para o digital e por isso a universidade, diante do cenário de crise, tomou essa medida.

“A UEPB não tem dinheiro. Ano passado editamos 46 livros impressos, esse ano serão 23, é um corte de 50%”, argumentou.

Ainda conforme Rangel, outro corte que está previsto é a despesa com pessoal. A expectativa é que esse montante chegue a R$ 4 milhões;

“Parte desse pessoal vai para o setor de privatização e outra parte será demitida. Na terceirização vai para despesa de custeio, isso para ajudar o governo do Estado a cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e desonera a folha. Se não tem os recursos do custeio, que é igual ao do ano passado, como é que vou aumentar em R$ 4 milhões? Para isso eu tenho que deixar de fazer algumas coisas”, explicou.

Além desses, outros cortes também estão previstos, um deles será o leilão de pelo menos 12 veículos cuja manutenção já não é mais viável para a instituição.

PB Agora

 

 

Presidente dos Correios defende fechamento de agências para modernizar empresa

(Foto: Divulgação/Core-RS)

O presidente interino dos Correios, Carlos Fortner, disse à Coluna que a decisão de fechar agências próximas umas das outras está mantida, mas que ainda analisa quais terão as atividades encerradas. No sábado, a Coluna revelou que a diretoria da empresa aprovou em fevereiro, em reunião sigilosa, proposta de fechamento de 513 agências e demissão de servidores. Fortner nega que o número esteja fechado. Diz que pode aumentar ou diminuir a depender do estudo que ele mandou fazer e que pode ficar pronto nesta semana. Ele quer analisar uma a uma as agências que estão na lista da degola.

“Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante…Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso”, diz. Sobre demissões, ele afirma: “Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra.” Filiado ao PSD, mesmo partido do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, Fortner diz não saber quando será efetivado no cargo.

A diretoria dos Correios e o conselho de administração aprovaram proposta de fechamento de agências e demissões dos servidores no início do ano. O senhor era um dos vice-presidentes que aprovou a proposta. Quando as agências começam a ser fechadas? O documento fala a partir de maio.

Vou avaliar uma por uma ainda. Estarei recebendo nesta semana as fichas de cada uma dessas agências. Nós vamos avaliar todas elas. Ao final, tudo isso será repassado para o Ministério das Comunicações e para o Ministério do Planejamento também. Terá uma apresentação ao TCU. Esse prazo de maio que está indicado é um cronograma tentativo. Para mim, é algo que ficará só a partir do segundo semestre.

Quantas agências serão fechadas? O documento fala em 513.

Quando foi apresentado a primeira tabela  aprovou-se um número de 513. Originalmente eram 752. Depois abaixou. Eu pedi um aprofundamento para a área responsável. Quero que me convençam de uma a uma. Hoje estamos revisando todo o estudo para se chegar a uma planilha conclusiva. Ainda não temos essa planilha. É algo que não deveria ter sido vazado. Vamos abrir uma sindicância interna para apurar o vazamento [a Coluna divulgou cópia da proposta aprovada].

O senhor pediu o reestudo para quem?

Para a área técnica. É um ato discricionário meu e foi informado aos vice-presidentes. As agências que tivermos dúvidas quanto à rentabilidade ou o impacto que o fechamento pode causar na região sairão da lista.

O senhor vai revogar a decisão que foi tomada?

Não. O que eu vou fazer é analisar agência por agência. Não houve naquele momento apresentação da lista [de agências].

Houve sim. O documento aprovado indica as agências num anexo, define cronograma a partir de maio para iniciar o fechamento delas e fala em demissões.

Sem dúvida. A diretoria da área fechou o estudo das 513 agências. Nós validamos o estudo (na reunião de diretoria e depois pelo conselho de administração) e, a partir dali, eu entendi que era necessário conhecer agência por agência.

Qual o critério para fechar as agências?

Eu tenho agência que está espalhada a 50 metros uma da outra. Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante. Eu pedi que, a partir da lista, que ainda está sendo validada, nem sei se serão 500, talvez termine com 400 agências, não sei, vou avaliar uma por uma ainda.

Haverá etapas?

Pedi para separar em fases. A primeira é agência própria que sombreia [está próxima de] agência própria que funciona em imóvel alugado. Eu não vou manter com dinheiro público uma agência que sombreia a outra em cima de um imóvel alugado. Eu devolvo o imóvel e ainda corto custo. Não tem demissão nenhuma nessa etapa. Absorvo essas pessoas em outra agência. Nos lugares em que eu tenho agências com pouco movimento e tenha outra próxima que possa permitir o deslocamento aceitável das pessoas não tem porque manter a agência aberta.

No documento aprovado, inclusive pelo senhor, fala-se em demissão sem a qual não teria rentabilidade para os Correios.

De fato não consegue. Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim em liberação de excedente de mão de obra. É inevitável. Quanto é o excedente hoje? Esse número de 5 mil pessoas é para todo o universo de 752 agências, o primeiro número [proposto pela consultoria]. Tudo isso ainda tem tanto a amadurecer. Eu mesmo pedi para separar por Estado, quero saber os dados do município, qual a agência mais próxima.  Quero saber quantos quilômetros leva para a pessoa se deslocar de uma agência que será fechada para outra.

O senhor vai revogar a decisão da diretoria de fechar as agências?

No momento em que eu assumi a presidência [ele ocupa o cargo interinamente desde abril] eu solicitei o reestudo do trabalho todo. Não é uma questão de revogar o trabalho. O fechamento de agências sombreadas é uma decisão que vai ser tomada, sim. Se é agora, no segundo semestre ou daqui a um ano faz parte de um projeto para que se possa ter uma empresa saudável. Não adianta eu ter uma agência perto da outra. Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso.

Em Minas está incluído na lista de fechamento a agência central de Belo Horizonte.

Eu não tenho essa definição. Esse cronograma que está definido a partir de maio é um erro da área técnica que fez isso.  Tá errado. Vou dividir isso em fases. Vamos fazer por Estado, por fases. A primeira fase é agência própria sombreada por agência própria em imóvel alugado. Num segundo momento é agência própria sombreada por agência própria num imóvel próprio. Num terceiro momento são agências próprias sombreadas por agência franqueada.

Quando sai a lista definitiva das agências que serão fechadas?

Dei prazo para finalizarem esse trabalho que já venceu duas vezes. Paciência. Tá dando prejuízo? Tá dando. Mas eu vou tomar a decisão ciente, tranquilo de que a tomada (sobre quais fechar) foi correta.

O senhor tem um limitador da lei eleitoral e não pode fazer demissões depois de junho.

Se eu não conseguir fazer agora eu vou respeitar a lei eleitoral. O que eu posso fazer? Não é uma empresa privada. O vazamento estraga o projeto. É um trabalho que estava sendo feito com todo cuidado.

Por que não foi feito audiência pública para ouvir a sociedade?

Não tem isso. É um ato discricionário do gestor.  Imagina se cada decisão que eu for fazer eu tenho que chamar audiência publica. Isso não existe. Vai ser conversado com os prefeitos onde vai haver fechamento. Uma coisa é eu ver o mapa do Google. É diferente do município me dizer. Há necessidade de uma sensibilidade maior na definição das agências. Existe um projeto de redesenho da rede de atendimento aonde esse projeto vai ser implementado sim. Agora vamos ver agência por agência, entender o impacto qualitativo em cada uma delas.

A medida vai favorecer os franqueados?

Não há favorecimento aos franqueados. Em alguns casos pode até ser que a agência seja absorvida por uma dessas. As franqueadas prestam um bom serviço ao parceiro. Fazem parte da rede de atendimento.

O senhor diz que a decisão do fechamento das agências está tomada, foi o que publicamos. O que vocês estão avaliando é quais são as agencias que serão fechadas a partir de uma nova lista. É isso?

Não. Ela está baseada na lista [aprovada em fevereiro pela diretoria], sim. Pode ser que dessa lista saiam agências ou entrem agências. Por que está baseada nessa lista? Porque ela foi levantada a partir dos estudos da consultoria. No projeto de reestruturação da empresa já estava previsto a remodelagem. Não é novidade.

A novidade é que vocês aprovaram o fechamento a partir de maio.

Nós estamos fazendo isso com cuidado. Não é uma decisão simplesmente de caráter econômico. Vamos revisar agência por agência. Teremos dia 8 uma reunião na Secretaria de Planejamento onde esse tema tem sido recorrente. Estou sendo cobrado. Mas fazer o que? Não ficou maduro para maio. Não vou fechar agência a torto e direito.

Pela reavaliação que o senhor diz estar fazendo. Quantas agências serão fechadas?

Não sei ainda. Se eu falo cria uma expectativa. A gente está identificando que cabem outras agências que não estão na lista [de 513]. Podem ser mais, podem ser menos.

O senhor disse que numa primeira etapa não haverá demissões.

Tem uma série de etapas antes de chegar na demissão motivada, onde se oferece ao atendente a oportunidade de ele trabalhar em outra áreas. Na primeira etapa (fechar agência sombreada que funcionada em prédio alugado próxima de outra) não tem demissão. Pelo estudo ainda preliminar são umas 60.

O documento que vocês aprovaram não fala de etapas. Diz que sem demissão não tem rentabilidade.

No limite é exatamente isso. Mas se o pessoal se dispuser em trabalhar em outra área a gente aproveita.

Por Andreza Matais do Estadão

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Trócolli é contra possível fechamento de comarcas na Paraíba

O deputado estadual Trócolli Junior (Pros) participou de audiência entre o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, colegas parlamentares e prefeitos para discutir a possibilidade de fechamento de comarcas na Paraíba. Trócolli se colocou contra a extinção de, pelo menos, 25 comarcas e o rebaixamento de outras 19.

“Nós temos uma grande preocupação com a extinção de comarcas importantíssimas na Paraíba, algumas com mais de cem anos de criação, que atendem os jurisdicionado paraibano, que nós entendemos será um prejuízo muito grande o fechamento das mesmas”, ressaltou o deputado.

Trócolli disse que o presidente Joás de Brito Filho explicou o que realmente está acontecendo. “O desembargador demonstrou que na verdade houve um vazamento de um estudo que começou em 2015, que não existe absolutamente nada decidido, que existem regras a cobranças por parte do CNJ, no que se diz respeito a cobranças aos senhores juízes e que essas regras têm que ser cumpridas pelo Tribunal de Justiça. Mas deixou bem claro que apenas existe um estudo e que não existe nada decidido”, revelou.

O presidente
O desembargador Joás de Brito foi enfático ao afirmar que não existe nada oficial no sentido de desinstalar comarcas no Estado. “Existe um estudo realizado pelo setor de Planejamento Estratégico do Tribunal e que, ainda, será objeto de debate com os eminentes desembargadores”, explicou o presidente.
Assessoria para o Focando a Notícia

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Bancários param no BB contra fechamento de agência na Paraíba

banco do brasilA Agência do Banco do Brasil da Praça 1917, no Centro de João Pessoa, estará fechada, parcialmente até o meio dia desta sexta-feira (25), em protesto fechamento de agências do BB no Estado.

Em entrevista ao programa 60 Minutos, apresentado pelos jornalistas Heron Cid e Anderson Soares, na Rádio Arapuan FM, o presidente da CUT na Paraíba, Paulo Marcelo, disse que entidade teme que por trás do fechamento de agências exista um plano para vender o banco.

“Temos a preocupação que isso seja enxugar o banco para depois vender. Privatizer um banco importante como é Banco do Brasil e que, de 2002 até 2015 teve um lucro de R$ 52 bilhões”, afirmou.

Ainda segundo Paulo Marcel, a mobilização também será em protestos contra a tentativa de anistiar o chamado Caixa 2, medidas que tem sofrido reação dos movimentos sindicais e sociais.

MaisPB

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Polícia Civil contabiliza 206 ocorrências na PB até fechamento das urnas neste domingo

CENTRAL-POLICIA-CIVIL-PBA Polícia Civil da Paraíba realizou 206 procedimentos em unidades policiais distribuídas nos 223 municípios do Estado, das 8h de sexta-feira (30) até as 17h deste domingo (2), dia de eleições. Um total de 236 pessoas foram conduzidas às delegacias, sendo que 173 procedimentos confeccionados foram por crimes comuns e 33 por crimes eleitorais.

Das ocorrências ligadas ao pleito, seis foram por divulgação de propaganda, uma de transporte ilegal de eleitores e outra de uso de documentação falsa, seis de boca de urna, sete por compra de votos, oito por desobediência à Justiça Eleitoral e uma por desordem em local de votação. Outros três crimes eleitorais também foram contabilizados até as 17h.

“Esse número pode ainda aumentar, visto que muitos crimes ainda estão sendo comunicados à Delegacia Geral e os procedimentos continuam em andamento. A Polícia Civil permanece atuando no Estado após o final da votação, acompanhando a movimentação que acontece após a divulgação dos resultados”, explicou o delegado geral João Alves de Albuquerque, que acompanhou pessoalmente o policiamento no Sertão do Estado. Ele acrescentou que a Polícia Civil do Estado é responsável pelo atendimento aos crimes comuns e atua supletivamente nas cidades em que não há a presença da Polícia Federal.

O delegado geral também informou que a cidade com maior número de ocorrências foi João Pessoa (24), seguida por Campina Grande (9), e Cajazeiras, Guarabira, Pombal, Queimadas e Santa Rita, todas com seis ocorrências, até o fechamento das urnas.

A Polícia Civil empregou 1.026 homens e mulheres nas eleições deste ano, com 223 equipes espalhadas por todo o Estado. A instituição também esteve presente nos Centros de Comando e Controle (CCC) nas cidades de João Pessoa, Campina Grande e Patos.

Secom-PB

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Sindicato critica fechamento de agência bancárias na PB: “Fecham lugar de investir na segurança”

(Foto: Walla Santos)
(Foto: Walla Santos)

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcos Henriques, criticou nesta quarta-feira (06) a decisão dos bancos que estão fechando agências no lugar de investir na segurança. “Ao invés de apresentar um plano de segurança para coibir a violência, estão fechando as agências”.

Marcos Henriques ainda lembrou dois projetos que estão paralisados na Assembleia Legislativa prevendo “obrigatoriedade dos bancos em investimento de equipamento de segurança”, o que ajudaria no combate à violência. De acordo com ele, apenas este ano já foram registradas 26 ocorrências de violência contra agências no estado, sendo que o Banco Bradesco é o mais visado, seguido pelo Banco do Brasil.

O presidente do Sindicato dos Bancários ainda alerta que com o receio iminente de violência, “os funcionários estão temerosos” e que, “principalmente no interior, muitas vezes as ocorrências causam traumas irreversíveis”.

De acordo com a assessoria de imprensa do Banco do Brasil, duas agências foram fechadas permanentemente nas cidades Mogeiro e Serraria. Também há agências fechadas temporariamente em outras cidades devido a período de reforma após terem sido depredadas em ocorrências de violência. Já o Banco Bradesco foi procurado, mas não forneceu as informações solicitadas.

Marcos Henriques lamenta tantas agências fechadas no estado destacando que os clientes “ficam desassistidos e precisam se deslocar muitas vezes para receber aposentadorias pequenas gastando com o deslocamento”.

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Em Alagoa Grande, servidores públicos, aposentados e pensionistas clientes do Banco do Brasil estão tendo que viajar para outras cidades, como Guarabira, para poder sacar os seus salários. A agência foi atacada no dia 23 de fevereiro, quando explodiram o cofre do banco e levaram o dinheiro.

O ClickPB entrou em contato com a assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança e da Defesa Social para saber o posicionamento órgão sobre a violência contra os bancos, mas até o fechamento da matéria não obteve resposta.

De acordo com o Mapa da Violência do Sindicato dos Bancários da Paraíba, houve entre 2011 e 2016, 528 ataques às agências bancárias. De acordo com o mapa, o Bradesco é o banco que mais sofreu a ação da bandidagem. Nos últimos cinco anos foram 246 investidas. O Banco do Brasil ocupa o segundo lugar no ranking da violência com 164 ataques.

 

 

clickpb

Vereador de Bananeiras propõe fechamento do DER de Solânea

ramomO vereador de Bananeiras Ramom Moreira voltou a criticar a falta de ação do Departamento de Estradas e Rodagens (DER) – gerência Solânea. Segundo o parlamentar o órgão de portas fechadas não fará nenhuma falta aos municípios do Brejo. Ele sugeriu que o prédio fosse cedido a outra instituição que realmente tivesse serventia, como as polícias.

“Volto a dizer que o DER de Solânea se fechar as portas não fará falta a nenhum dos municípios que ele compõe, pois não serve para tapar buracos, não realiza as capinagens à beira das nossas estradas, então eu pergunto: para que serve a gerencia do DER aqui no Brejo?”, indagou.

Já há algum tempo que o vereador vem criticando a falta de atuação do DER local,  e seus argumentos se fundamentam novamente em virtude do trabalho de capinagem que a prefeitura de Bananeiras está realizando na PB-105 que liga a cidade até Solânea.

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“Este é um serviço que o DER deveria estar fazendo, pois nenhuma prefeitura tem a obrigação de limpar os acostamentos de BRs ou PBs e o prefeito Douglas vendo a necessidade de tirar o mato dos acostamentos está fazendo esse trabalho. Parabenizo o prefeito e digo mais, o prédio do DER de Solânea seria muito mais útil se fosse cedido à Policia Militar ou Civil para realizar seu trabalho, como também poderia ser cedido a qualquer outro órgão, que viesse verdadeiramente beneficiar nossa região”, ressaltou.

Focando a Notícia

Promotor e presidente da Abrasel divergem sobre fechamento de bares na PB

Marcos Santos/USP Imagens
Marcos Santos/USP Imagens

O Secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Cláudio Lima, defendeu, nessa segunda-feira (25), em entrevista ao programa Rede Debate, da RCTV (canal 27 da Net Digital), que seja estabelecido um horário para fechamento de bares no estado. Nesta terça-feira (26), o Portal Correio ouviu entidades para saber quais impactos o comércio paraibano sofreria caso a medida fosse adotada e qual o reflexo disso para a população.

Para o promotor Glauberto Bezerra, da Promotoria de Justiça do Consumidor do Ministério Público da Paraíba, a regulamentação de um horário para funcionamento de bares iria ser muito boa para a população.

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“Essa medida de segurança pública já foi adotada em vários países. Nesses lugares, foi verificada a redução no número de acidentes. Então acredito que aplicada à realidade paraibana isso traria muitos benefícios. Somos testemunhas constantemente uma violência silenciosa. Os veículos são armas tão perigosas quanto às de fogo e muitas pessoas são vítimas da imprudência e irresponsabilidade alheia”, opinou.

Já o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) na Paraíba, Paulo Amaral, não acredita que a medida contribuiria para a redução de acidentes.

“A partir do momento em que proibimos a venda depois de um determinado horário e estamos dizendo que antes disso as pessoas não se embriagam. O problema das mortes no trânsito é uma questão de educação. As pessoas precisam entender que não devem dirigir após beber. Diminuir o tempo de comercialização de álcool não vai adiantar de nada se não houver uma conscientização por parte dos consumidores”, argumentou.

O debate sobre um horário para fechamento de bares foi levantado após o acidente que envolveu um médico em uma bicicleta e um motociclista, que, segundo testemunhas, teria apresentado indícios de embriaguez. A batida ocorreu nesse sábado (23), no bairro do Bessa, Zona Leste de João Pessoa.

O presidente da Abrasel-PB também culpou a falta de fiscalização pelo número de acidentes de trânsito registrados no estado. “Se esse motociclista tivesse sido parado por uma blitz ele não teria machucado o ciclista. Isso é óbvio. O problema é que as pessoas fecham os olhos para um problema claro, que é a falta de conscientização e de fiscalização”, completou.

Paulo Amaral também defendeu que a regulamentação de um horário limite para o comércio de bebidas alcoólicas influenciaria negativamente o turismo.

“Já recebi reclamações de que os restaurantes e bares de João Pessoa param de funcionar depois das 2h. Muita gente chega à Capital de madrugada e não tem onde comer. Isso já pesa negativamente para a gente. Agora imagina se tivermos que parar de vender bebidas mais cedo? É óbvio que diminuiria o faturamento dos negócios daqui”, concluiu.

O presidente da Federação do Comércio de Bens e Serviços da Paraíba (Fecomércio-PB), Marconi Medeiros, concorda que reduzir o tempo de funcionamento dos bares pode prejudicar o turismo do estado, mas disse que a entidade também se preocupa com a segurança no trânsito paraibano.

“Bares e restaurantes são importantes atrativos e nesse momento em que João Pessoa e a Paraíba em geral se coloca como grande destino turístico limitar o funcionamento desses estabelecimentos pode prejudicar nosso turismo. E se há prejuízo, há redução na geração de renda e emprego. No entanto, compartilhamos da preocupação do secretário com a segurança e achamos ela legítima”, ponderou.

 

Portal Correio

Presidente do Sindicado dos Servidores de Bananeiras nega fechamento da entidade

gederlandioO presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Bananeiras, Gerlandio Santos, negou, por meio de nota, que a entidade tenha sido fechada. No documento enviado à imprensa, ele esclarece as mudanças ocorridas e o que vem sendo feito para melhorar o órgão de representação dos servidores.

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Confira a nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

 

              O Presidente do SISEMBANS( Sindicato dos Servidores Municipais de Bananeiras), Prof. Gederlandio Santos, no uso das atribuições que lhe conferem  vem por meio deste, esclarecer algumas dúvidas, relacionadas ao andamento das atividades inerentes á entidade:

*O SISEMBANS( Sindicato dos Servidores Municipais de Bananeiras), é a continuidade do STMB(Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Bananeiras), com a mesma ideologia de sempre, ou seja a CONTÍNUA LUTA EM PROL DE QUEM TRABALHA;

*A Presidência do SISEMBANS, bem como sua diretoria foi renovada, via Assembleia, ocorrida no final do ultimo mês de maio, ampliando o número de pessoas na ocupação dos diversos cargos;

*O desconto que outrora ocorria no contracheque de seus filiados e que atualmente não vem ocorrendo, foi bloqueado, em virtude do poder público municipal(prefeitura), solicitar o CADASTRO NO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO(MTE), para voltar a descontar a contribuição;

*Mesmo sabendo que há um equivoco por parte do poder público municipal em exigir o citado cadastro, já que esta não é um fotor condicionante para tal desconto, o SISEMBANS, vem trabalhando para efetua-lo, pois assim, teremos ainda mais, a cobertura legal em ações futuras;

*Atualmente, dependemos apenas da liberação do CERTIFICADO DIGITAL, para efetuar o cadastro junto ao MTE, voltando assim as ações de responsabilidade do SISEMBANS.

Ao contrário do que vem sendo dito entre os populares DESAVISADOS o sindicato de Bananeiras NÃO ACABOU.  E uma vez vencidas as etapas burocráticas, atuaremos com mais força . O SISEMBANS pede a compreensão e o aguardo do

 

servidor municipal. Juntos alcançaremos o cumprimento de todos os DIREITOS TRABALHISTAS garantidos em POR LEI!!!

 

Bananeiras, 19 de setembro de 2014,

Prof. Gederlandio Santos

Presidente Sindical

RC confirma redução de efetivo, mas nega fechamento de delegacias: “É apenas uma adequação de plantões”

ricardoEm várias cidades da Paraíba algumas delegacias tiveram que suspender os plantões e literalmente fechar as portas durante os finais de semana. Na Grande João Pessoa, pelo menos duas delegacias que recebem um grande volume de ocorrências deixaram de funcionar no plantão das 18h às 8h desde ontem, segunda-feira (2).

Sobre esse tema o governador Ricardo Coutinho (PSB) disse que o que estava havendo era apenas ‘uma adequação dos plantões ao efetivo que, neste momento, se encontra reduzido em todo o Estado devido a impossibilidade de contratação e realização de novos concursos públicos’.

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Ainda conforme o chefe do executivo, o Estado está impossibilitado de contratar para não ultrapassar os gastos com a folha de pagamento e correr o risco de infringir a Lei de Responsabilidade Fiscal.

“O grande problema é que existem pessoas se aposentando e o Estado não pode contratar mais por causa da LRF e isso não é um problema que nós criamos, isso é um problema que nós herdamos dos Governos anteriores, uma folha de pessoal já comprometida e esse é um dos grandes gargalos da nossa gestão, é a questão de pessoal”, lembrou.

Ainda conforme o governador, o Estado não pode contratar novos concursados da Polícia Civil e nem realizar novos certames.

“Temos conhecimento que o efetivo é pequeno, mas nem nós podemos contratar e ao mesmo tempo temos a ciência da carência”, lamentou o gestor.

A Grande João Pessoa tem seis delegacias em operação. Além das duas que suspenderam as atividades à noite e pela madrugada, a população conta também com atendimento na 12ª, em Manaíra; 9ª em Mangabeira; 6ª em Santa Rita; e a 7ª, em Cabedelo.

O secretário de Segurança do Estado, Cláudio Lima, confirmou a suspensão dos plantões devido a falta de efetivo, mas destacou que essa temporária.

Apesar da explicação, Lima não soube precisar por quanto tempo essas delegacias permanecerão sem atender durante a noite a madrugada.

Márcia Dias

PB Agora