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Campanha de vacinação contra febre aftosa é iniciada na Paraíba

O objetivo da vacinação é que os animais da Paraíba é combater doenças nos animais (Foto: Reprodução)

Começou ontem (1), a primeira etapa da vacinação contra febre aftosa na Paraíba.

De acordo com a Secretaria de Estado da Agropecuária e Pesca (Sedap), há no estado um rebanho bovino superior a 1 milhão de cabeças de gado.

Os animais devem ser imunizados até o dia 31 de maio, fim do prazo estabelecido pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa).

As vacinas podem ser compradas pelos criadores em uma revendedora autorizada ou loja de produtos agropecuários devidamente cadastradas.

Após efetuar a compra da vacina e imunizar o rebanho, os criadores têm o prazo de dez dias para declarar a vacinação junto a Defesa Agropecuária, ou nos escritórios do órgão em todo estado, ainda conforme a Sedap.

Desde 2011, o desempenho da Paraíba, em vacinação contra a febre aftosa, ultrapassa a meta de 90% do rebanho. Por esse motivo, desde 2014, o estado recebe o certificado de “Estado livre da febre aftosa com vacinação”, fornecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

O secretário da Sedap, Rômulo Montenegro, explica que ao manter o cadastro atualizado, o produtor pode ter acesso aos programas do Governo, como distribuição de ração animal, leilões e financiamentos bancários.

“A participação dos criadores deve ser intensa para vacinar cada animal em suas propriedades, isso tem acontecido desde 2011 e o nosso esforço é para que possamos ser livre de aftosa sem vacinação”, disse o secretário.

ClickPB

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PB terá mais de 3 milhões de vacinas para febre amarela

A vacina contra febre amarela fará parte da rotina da Paraíba a partir de março de 2019. A decisão foi anunciada, na terça-feira (20), pelo Ministério da Saúde, que passa a recomendar a vacina para todo o Brasil. A resolução foi tomada para que a vacina chegue a alguns estados do Nordeste, Sul e Sudeste que não faziam parte das áreas de recomendação. A ampliação irá ocorrer de forma gradual em todo o país. Apenas São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia manterão a campanha com base nas doses fracionadas.

Na Paraíba, a meta é vacinar 3.085.988 pessoas dos 223 municípios. De acordo com o Ministério da Saúde, a estratégia de ampliação é uma medida preventiva e tem como objetivo antecipar a proteção contra a doença para toda a população em caso de um aumento na área de circulação do vírus. A Secretaria de Estado da Saúde lembra que a Paraíba segue sendo território livre de febre amarela, sem circulação viral. Porém, é necessário que os serviços de saúde públicos e privados estejam atentos a possíveis casos suspeitos.

De acordo com a portaria nº 204/2016 e definição do Ministério da Saúde, indivíduo que apresente quadro febril agudo (até sete dias), de início súbito, acompanhado de icterícia e/ou manifestações hemorrágicas, residente ou precedente de área de risco para febre amarela ou de locais com ocorrência de epizootias em primatas não humanos ou isolamento de vírus vetores nos últimos 15 dias, não vacinado contra febre amarela ou com estado vacinal ignorado, deve ser notificado à Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria de Estado da Saúde em até 24 horas.

A vacina contra febre amarela não é recomendada para todos, pois pode causar eventos adversos. São contraindicados à vacina pacientes em tratamento de câncer, pessoas com imunossupressão, além de pessoas que apresentam reação alérgica grave à proteína do ovo. Além disso, a vacinação contra febre amarela impede a doação de sangue por um período de quatro semanas.

O Ministério da Saúde recomenda que as pessoas realizem a doação de sangue antes da vacinação, para a manutenção dos estoques de hemocomponentes.

Portal Correioeio

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Sobe para 98 o número de mortes por febre amarela no Brasil

Febre amarela é transmitida no Brasil principalmente por mosquitos silvestres dos gêneros Haemagogus e Sabethes (Foto: Josué Damacena/IOC/Fiocruz)

O Brasil registrou 353 casos de febre amarela, com 98 mortes, no período de 1º de julho de 2017 a 6 de fevereiro deste ano, segundo o Ministério da Saúde. O boletim divulgado nesta quarta-feira (7) registra 140 casos e 17 mortes a mais do que havia sido contabilizado na semana passada.

Em uma semana, o número de casos aumentou 66%, enquanto a quantidade de óbitos teve alta de 21%. No boletim divulgado no dia 30 de janeiro, o país registrava 213 casos de febre amarela e 81 mortes causadas pela doença.

Apesar do período de referência ter início em 1º de julho do ano passado, a maioria começou a ser registrada a partir da primeira semana de 2018. Para se ter uma ideia, somente este ano foram 351 casos e 97 óbitos.

Ao todo, desde 1º de julho de 2017, foram notificados 1.286 casos suspeitos, sendo que 510 foram descartados e 423 permanecem em investigação. Entre julho de 2016 e 7 de fevereiro de 2017, foram confirmados 509 casos e 159 mortes.

A febre amarela é transmitida por meio de vetor (mosquitos dos gêneros Haemagogus Sabethes no ambiente silvestre). O último caso de febre amarela urbana, quando o transmissor é o mosquito Aedes aegypti, foi registrado no Brasil em 1942. Todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão.

Segundo o Ministério da Saúde, o caso de febre amarela em São Bernardo do Campo (SP) está sendo investigado. Houve temor de que se trataria de caso de febre amarela urbana. A Secretaria de Saúde de São Paulo, que investiga o episódio, descartou essa possibilidade.

“Deve ser observado que o paciente mora na região urbana e possivelmente trabalha na área rural. Qualquer afirmação antes da conclusão do trabalho é precipitada”, diz o boletim divulgado pelo ministério nesta quarta-feira (7). São Bernardo do Campo (SP) é uma das 77 cidades dos três estados do país (São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia) incluídas na campanha de vacinação com dose fracionamento contra a febre amarela.

São Paulo lidera no número de casos e mortes

Com 161 casos confirmados e 41 mortes, São Paulo é o Estado mais afetado pela doença. Mas os dados do Ministério apresentam uma pequena defasagem em relação ao balanço da Secretaria Estadual da Saúde, que aponta 163 casos e 61 mortes em território paulista.

Minas Gerais (157 casos confirmados e 44 mortes) é o segundo Estado mais atingido pelo vírus, seguido do Rio de Janeiro (34 casos confirmados e 12 mortes). Foi confirmado também um caso com óbito no Distrito Federal.

Tanto Rio quanto São Paulo realizam em cidades consideradas de maior risco uma campanha de vacinação com doses fracionadas do imunizante.

Em Minas, Estado que já havia sido muito castigado pela epidemia no ano passado, o fracionamento não é realizado. De acordo com o Ministério da Saúde, isso se deve ao fato de que cidades mineiras já dispõem do quantitativo suficiente para imunizar, com doses integrais, toda população que ainda não foi vacinada.

Há casos da doença em investigação no Espírito Santo (22), Goiás (15), Paraná (18), Bahia (12), Rio Grande do Sul (11), Santa Catarina (11), Pará (9), Tocantins (6), Amazonas (3), Rondônia (3), Pernambuco (1), Piauí (2), Mato Grosso (1), Mato Grosso do Sul (1), Alagoas (1), Sergipe (1) e Acre (1).Com informações de agências de notícias.

UOL

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Estudo da Fiocruz alerta para risco de reurbanização da febre amarela no Brasil

(Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

Estudo feito pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto Pasteur, da França, mostrou que o Brasil corre o risco de uma reintrodução do vírus da febre amarela no ambiente urbano. A pesquisa envolveu 11 populações de mosquitos transmissores da doença no Brasil (Aedes aegypti, Aedes albopictus, Haemagogus leocucelaenus e Sabethes albipirvus) e uma do Congo, na África, local de origem do vírus. O trabalho foi publicado na revista internacional Scientific Reports e contou também com a colaboração do Instituto Evandro Chagas, do Pará.

Três regiões que são cenário epidêmico e epizoótico (em que a infecção ocorre ao mesmo tempo em vários animais de uma mesma área geográfica, semelhante a uma epidemia em humanos) da febre amarela silvestre foram pesquisadas: Rio de Janeiro, Goiânia e Manaus. Segundo a entomologista Dinair Couto Lima, pesquisadora do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários da Fiocruz, o Rio de Janeiro é o que apresenta o maior potencial de disseminação do vírus em área urbana. Em Goiânia e Manaus as populações de mosquitos também foram suscetíveis à transmissão da doença, mas em menor grau.

Os pesquisadores infectaram os mosquitos com três cepas do vírus, sendo duas que circulam atualmente no Brasil e uma na África. “As populações que hoje existem no Brasil de Aedes aegypti são competentes para a transmissão do vírus que circula atualmente nas áreas silvestres e, com isso, há uma probabilidade de ter uma reintrodução do vírus no ambiente urbano”, aponta o estudo.

Risco

Dinair, que é a primeira autora do artigo, explicou que isso é possível porque as pessoas se infectam no ambiente silvestre e, ao retornarem à cidade, são picadas pelo Aedes aegypti, que é o principal vetor de febre amarela urbana. Com isso, inicia-se um ciclo urbano. A pesquisadora deixou claro, contudo, que até agora esse cenário não foi identificado.

O risco de reurbanização da doença é real, mas segundo Dinair não há motivo para pânico na população. Para impedir que a febre amarela, até então silvestre, possa voltar a circular nas cidades, devem ser tomadas medidas preventivas, com destaque para a vacinação, principalmente de crianças. Outra medida importante é a eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti. “Essas são as duas possibilidades que temos a fazer no controle de uma emergência de febre amarela urbana”, disse a entomologista.

Dinair lembrou que a vacinação deve ser exigida pelas autoridades também de pessoas que vêm para o Brasil oriundas de áreas endêmicas, como a África. Essa é uma regra internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS). “A vacina é a única barreira que tem [contra a circulação do vírus]”, insistiu. Dentre os flavivírus que circulam hoje no Brasil, entre eles Dengue, Chikungunya e Zika, a febre amarela é o única para o qual existe vacina.

Ciclo

Segundo a pesquisadora, o ciclo de vida do vírus da febre amarela ocorre só entre mosquitos e macacos. O homem se infecta acidentalmente ao entrar na mata em que o vírus está circulando. Se estiver sem vacina, é infectado. No seu retorno à cidade, diante da população de Aedes aegypti competente para transmitir o vírus, há a possibilidade de ocorrer a reurbanização da febre amarela, reforçou Dinair.

A entomologista lembrou que a febre amarela é uma doença cíclica, que tem o período mais crítico no verão, diminuindo sua incidência no inverno. Prova disso, segundo ela, é que o número de casos de febre amarela silvestre diminuindo. O momento atual é ideal para a população e o Poder Público trabalhem para eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Agência Brasil

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Prefeitura de Curral de Cima vacina rebanho do município contra febre aftosa

A Prefeitura de Curral de Cima iniciou uma campanha de vacinação do rebanho do município contra a febre aftosa. Por meio da Secretaria de Agricultura montou uma equipe que vai a campo vacinar o gado. Todo o custo, inclusive o medicamento, ficou por conta do Poder Executivo.

“Nosso município tem como principal fonte de renda a agricultura e a pecuária e nós fizemos um esforço para ajudar os pequenos produtores na vacinação do seu rebanho. Queremos Curral de Cima longe da febre aftosa”, disse o prefeito Totó Ribeiro (PSDB).

A febre aftosa é uma doença infecciosa causada por vírus. A vacina é fundamental para que se tenham animais sadios e os produtos derivados deles em condições adequadas para o consumo. O rebanho bovino de Curral de Cima é de cerca de 4.450 cabeças.

Assessoria

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Ministério segue OMS e passa a recomendar dose única da vacina contra a febre amarela

Vacinas contra febre amarela distribuídas na rede pública (Foto: Divulgação/ Sesa)
Vacinas contra febre amarela distribuídas na rede pública (Foto: Divulgação/ Sesa)

O Ministério da Saúde mudou a recomendação nacional para o número de doses de vacina contra a febre amarela. A partir desta segunda-feira (5), a pasta passa a indicar uma aplicação única para as áreas com exigência de vacinação em todo o país.

Até então, o governo federal pedia que os moradores das áreas com recomendação, e quem fosse viajar a estes locais, tomassem uma dose da vacina e, após 10 anos, recebessem um reforço. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já pedia apenas uma única aplicação – o Brasil era o único país do mundo que ainda exigia a dose extra.

“Temos evidências científicas hoje de que uma dose da vacina da febre amarela é suficiente ao longo da vida”, disse Carla Domingues, coordenadora do Progama Nacional de Imunizações.

Além disso, o governo voltou a informar que está estudando o uso da dose fracionada, com a criação de um Plano de Contingência. O ministério disse que não haverá uma diluição na vacina, mas uma diminuição no volume da aplicação. A vacina padrão tem 0,5 ml; a fracionada, 0,1 ml.

“A composição da vacina continuará a mesma, o que haverá é uma diminuição do quantitativo de volume que será colocado na seringa para se fazer essa vacinação nos locais que ainda serão definidos”, disse Domingues.

“Nós passamos de um frasco de cinco doses, que hoje vacina cinco pessoas, a um volume que irá vacinar 25 pessoas, num curto prazo de tempo. Com um frasco de 10 doses, iremos vacinar até 50 pessoas”, completou.

Ainda de acordo com o ministério, pesquisas sobre a vacina apontam que a versão com menos volume protege por pelo menos um ano. Por isso, quem receber a dose fracionada deverá receber a vacina padrão posteriormente.

Gestantes, crianças com até quatro anos e pessoas que viajarão ao exterior não poderão tomar a dose fracionada, de acordo com o governo. Isso ocorre porque os estudos atuais não englobaram os efeitos nesta faixa etária e em grávidas. Além disso, o protocolo internacional de vacinação só aceita a vacina padrão.

O Brasil recebeu 1.987 notificações da doença até esta semana, sendo que 586 casos foram confirmados, 951 foram descartados e 450 ainda estão em investigação. Até agora, 190 pessoas morreram devido à febre amarela.

G1

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Ministério da Saúde estuda fracionar doses de vacinas contra a febre amarela

Vacinas contra febre amarela distribuídas na rede pública (Foto: Divulgação/ Sesa)
Vacinas contra febre amarela distribuídas na rede pública (Foto: Divulgação/ Sesa)

O Ministério da Saúde informou que estuda a possibilidade do fracionamento das doses de vacina contra a febre amarela para imunizar um maior número de pessoas. Segundo a pasta, o efeito é o mesmo da dose comum e o que muda é a duração da imunidade, que passa a ser de apenas 1 ano.

Ontem, durante o 3º Encontro da Rede Nacional de Especialistas em Zika e doenças correlatas (Renezika), em Brasília, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse que o fracionamento da vacina ocorre quando um diluente é adicionado e a ampola que seria de 10 doses se transforma em 50 doses, com um ano de proteção. Segundo Barros, pessoas que tomarem a vacina fracionada, caso essa seja a decisão do governo, terão que se vacinar novamente.

A medida será discutida na próxima terça-feira (4) quando o ministério deve receber o levantamento dos estados com informações sobre o número de doses extras de vacina necessárias para a imunização das áreas de risco. Com as informações, os gestores devem decidir a estratégia a ser adotada pelo governo.

Segundo Barros, além do fracionamento, o ministério também analisa a viabilidade de importação das doses. “Vamos adotar ou uma importação ou um fracionamento da vacina”, disse ontem.

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, caso o fracionamento seja apontado como o melhor meio para proteger a população, as vacinas passarão a ser oferecidas em locais considerados emergenciais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os países deem prioridade de imunização em áreas de riscos, onde a população vive  ameaçada pelo vírus da febre amarela.

Agência Brasil

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OMS enviará ao Brasil 3,5 milhões de doses da vacina contra a febre amarela

vacinaA Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras organizações internacionais enviarão ao Brasil 3,5 milhões de doses da vacina contra a febre amarela para conter o surto da doença no país, segundo o Ministério da Saúde.

As vacinas serão enviadas para áreas consideradas prioritárias. “As doses serão transportadas por via aérea a partir de França” para o Rio de Janeiro, informou o Ministério da Saúde em um comunicado.

Segundo a agência EFE, as doses foram solicitadas ao Grupo Internacional de Coordenação para o Fornecimento de Vacinas, composto por OMS, Cruz Vermelha, Médicos Sem Fronteiras e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Além das 3,5 milhões de doses enviadas pela OMS, outras 8,46 milhões de vacinas, produzidas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), serão distribuídas nas áreas mais críticas que foram afetadas pela febre amarela.

Segundo último boletim, divulgado pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 424 casos de febre amarela. A doença causou 137 mortes em 80 municípios, 49 deles em Minas Gerais. Os estados mais afetados são Minas Gerais, com 325 casos confirmados (75% do total); Espírito Santo (93) e São Paulo (4).

Cercado pelos estados mais afetados, o estado o Rio de Janeiro confirmou sua primeira morte pela doença nesta quarta-feira (15). O caso foi registrado em Casemiro de Abreu, no interior. Após a confirmação, a vacinação foi antecipada em mais de 20 cidades da região.

G1

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Secretaria de Saúde divulga locais de vacinação contra a febre amarela na PB

vacinaA Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Gerência Executiva de Vigilância em Saúde, orienta as pessoas que nunca se vacinaram contra a febre amarela e que necessitam viajar para os Estados onde há recomendação de vacinação contra a doença (Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, São Paulo e Tocantins) que procurem os postos de saúde para se vacinar, 10 dias antes da viagem, no mínimo. Os locais de vacinação estão espalhados por todo estado, nas 12 Gerências Regionais de Saúde.

“A medida é em virtude da ocorrência dos casos suspeitos e/ou confirmados em Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, São Paulo e Tocantins, somente para quem vai viajar para estes estados, pois a Paraíba está fora da Área Com Recomendação de Vacina – ACRV”, explicou a gerente executiva de Vigilância em Saúde, Renata Nóbrega.

Os locais de referências para a vacinação contra febre amarela são: Centro Municipal de Saúde de Imunizações (antigo Lactário da Torre), em João Pessoa; em Bayeux, no PSF Sesi I, na Avenida Liberdade; em Cabedelo, na Policlínica, em Camalaú; em Guarabira, no PSF Buriti, no Bairro Novo; em Campina Grande, no Hospital Dr. Ediglei, no José Pinheiro; em Cuité, no PSF Ezequias, no Bairro Novo Retiro; em Monteiro, no PSF 09; em Sumé, PSF IV Maria do Carmo Ramos; em Patos, na sede da Gerência Regional de Saúde; em Piancó, no PSF Fernando Vieira; em Catolé do Rocha, PSF centro; em São Bento, PSF José Maia da Cruz; em Cajazeiras, PSF Simão de Oliveira; em Sousa, na sede da Gerência Regional de Saúde; em Princesa Isabel, no PSF Centro I em Itabaiana, na Políclinica Dr. Aglair da Silva.

A SES alerta sobre a necessidade de uma triagem quanto aos critérios para vacinação, já que será apenas para pessoas que vão viajar para regiões endêmicas. Orienta ainda sobre as precauções que devem ser tomadas para a vacinação em pessoas que possuem critérios para a vacina:

•        Pessoas com 60 anos e mais, que nunca foram vacinadas ou sem comprovante de vacinação, o médico deverá avaliar o benefício/risco da vacinação, levando em conta os riscos da doença, comorbidades e eventos adversos nessa faixa etária.
•        Para gestantes, independente do estado vacinal, a vacinação não está indicada. Na impossibilidade de adiar a vacinação, em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco de contrair a doença, o médico deverá avaliar o benefício/risco da vacinação.
•        Mulheres amamentando crianças com até seis meses, independentemente do estado vacinal: a vacinação não está indicada, devendo ser adiada até a criança completar seis meses. Na impossibilidade de adiar a vacinação, como em situações de emergência epidemiológica, vigência de surtos, epidemias ou viagem para área de risco de contrair a doença, o médico deverá avaliar o benefício/risco da vacinação. Em caso de mulheres que estejam amamentando crianças menores de seis meses e receberam a vacina, o aleitamento materno deve ser suspenso, preferencialmente, por 28 dias, após a vacinação (com um mínimo de 15 dias). Nesta situação, a mãe e a criança deverão ser acompanhadas pelo serviço de saúde.
•        Pessoas com imunodepressão deverão ser avaliadas e vacinadas segundo orientações do manual do Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais – Crie.

Secom-PB

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Febre amarela no RN acende alerta na PB e Saúde orienta o que fazer se houver suspeita

Mosquito sucking blood from people.Pessoas que estejam na Paraíba vindas de áreas que tenham risco de infecção por febre amarela e sintam sintomas da doença devem procurar atendimento médico. O alerta foi dado nesta quinta-feira (16) pela Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba (Agevisa-PB) após registro da doença no Rio Grande do Norte.

“As pessoas que viajarem para áreas de risco de febre amarela e, ao retornarem, sentirem alguns sintomas que levem à suspeita de que estão com a doença devem procurar imediatamente os serviços públicos de saúde para que sejam tomadas providências urgentes no sentido de diagnosticar se há ou não a presença do vírus em seus organismos”, disse a diretora-geral da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB), Maria Eunice Kehrle dos Guimarães.

Na Paraíba não há circulação viral da febre amarela, mas, segundo a Secretaria de Saúde do Estado, é importante que os serviços de saúde públicos e privados estejam atentos a possíveis casos suspeitos, conforme definição do Ministério da Saúde.

Sintomas da doença

De acordo com a Saúde do Estado, a febre amarela é uma doença febril aguda, com duração máxima de doze dias, com letalidade (chance de óbito por conta da doença) que varia entre 5% e 10% em casos menos grave, mas chega aos 50% em casos graves, que apresentam icterícia e hemorragias.

Os sintomas da doença aparecem em forma de febre de início súbito acompanhada de calafrios, dor de cabeça, lombalgia, mialgias generalizadas, prostração, náuseas e vômitos.

Com isso, a Saúde alerta que pessoas que apresentem um quadro febril agudo, de até sete dias, de início súbito, acompanhado de icterícia e/ou manifestações hemorrágicas, que residam ou tenham estado em áreas de risco para febre amarela ou em locais com ocorrência de epizootias (enfermidade contagiosa) em primatas não humanos (macacos).

O vírus da febre amarela não é transmitido de pessoa para pessoa, mas pela picada dos mosquitos transmissores infectados: o Aedes aegypti, no ciclo urbano, e os mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes, no ciclo silvestre.

Estados com casos da doença

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Estado com maior incidência de casos de febre amarela é Minas Gerais, com 216 casos da doença, dentre os quais76 óbitos, confirmados até às 13h desta quinta-feira.

Além de Minas, o Espírito Santo registra 33 casos confirmados, nove dos quais resultando na morte dos pacientes, e em terceiro está São Paulo, com quatro casos confirmados, dentre os quais três óbitos.

Também aparecem com casos ainda em investigação os estados da Bahia (15); Tocantins (6); e Rio Grande do Norte (1).

portalcorreio

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