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WhatsApp ajuda a polícia a prender trio que fazia casal refém dentro de casa na Paraíba

Divulgação/ Polícia Civil Apreensão feita pela Polícia Civil
Divulgação/ Polícia Civil
Apreensão feita pela Polícia Civil

O aplicativo de celular WhatsApp ajudou os policiais civis de Campina Grande, no Agreste do estado, a prender três jovens que faziam um empresário e a mulher dele reféns dentro de uma casa no bairro Novo Cruzeiro. O caso ocorreu nesse domingo (8). Um quarto suspeito conseguiu fugir.

Ao Portal Correio, o delegado Luciano Soares, titular da Seccional de Campina Grande, revelou que os policiais receberam uma mensagem informando que um casal teve a casa invadida e estava refém de bandidos. O comunicado foi feito por uma vizinha.

“Nossos investigadores receberam o comunicado pelo WhatsApp e um grupo de investigadores da Polícia Civil foi até o local. Um cerco ao imóvel foi feito e os policiais conseguiram prender três jovens em flagrante, quando saiam com o empresário. Um dos presos é filho de um policial militar aposentado”, disse o delegado.

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Ainda de acordo com Soares, um dos sequestrados fugiu levando a esposa do homem, mas a vítima foi liberada na BR-104, nas imediações da cidade de Queimadas. “O sequestrador fugiu com o carro a vítima, um Cross Fox. Já identificamos mais três que participaram do crime.

Um revólver calibre 38, um carro locado e um simulacro de uma metralhadora foram apreendidos com o trio. O delegado informou que os presos vão responder por roubo qualificado, cárcere privado, associação criminosa e porte de arma de fogo. Os jovens serão levados para um dos presídios de Campina Grande

 

Por Hyldo Pereira

Padre fazia sexo com menores em casa paroquial clique aqui regado à bebida alcoólica na Paraíba, diz promotor

Igreja de Jacaraú
Igreja de Jacaraú

O Ministério Público da Paraíba (MPPB), através da Promotoria de Jacaraú, vai interrogar nesta quarta-feira (26), adolescentes que tiveram relações sexuais com o padre Adriano José, pároco de Jacaraú, no Litoral Norte do Estado. De acordo com o promotor Marinho Mendes, as orgias sexuais, que ocorriam dentro da casa paroquial e motéis, eram regadas à bebidas alcoólicas. A Arquidiocese da Paraíba confirmou que ele está suspenso de ordem, ou seja, impedido de realizar missas. O padre Jaildo Souto também teve às ordens suspensas suspeito de abuso sexual.

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O promotor revelou que as investigações contra o padre Adriano José iniciaram em novembro de 2013, quando furtos foram registrados na casa do sacerdote. “Os menores suspeitos pelos crimes foram interrogados e daí eles revelaram que não roubaram, mas que receberam do padre após relações sexuais com ele”, disse Marinho Mendes.

Após depoimentos, o Ministério Público da Paraíba e a Polícia Civil abriram investigações e já confirmaram o envolvimento do padre Adriano José com 10 adolescentes. “Os rapazes entre 12 e 17 anos, disseram que recebiam entre R$ 50 e R$ 200 para se relacionar com o padre. Eles ainda disseram como ocorriam os encontros sexuais e as farras tanto na casa paroquial como em motéis da região. Os menores confirmaram que recebiam também presentes e sempre viajavam com o sacerdote”, comentou o promotor de Justiça.

O MP ainda disse que um material publicitário começou a circular na cidade denunciando o envolvimento do padre com rapazes menores de idade. O escândalo tomou proporção e o padre foi afastado das funções de sacerdote.

A Arquidiocese da Paraíba confirmou que o padre Jaildo Souto também foi afastado das funções eclesiástica suspeito de manter relações com um menor. Antes a entidade religiosa afirmada que o desligado do sacerdote era por motivo de saúde. Ele está suspenso de realizar missas e fazer batismo.

Padre Jaildo é investigado por abuso sexual na cidade de Pitimbú, Litoral Sul do estado. A Polícia Civil investiga o envolvimento dele com um rapaz, que hoje tem 21 anos, mas na época dos encontros sexuais o jovem tinha 15 anos.

 

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