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Movimentos pró-impeachment e a favor de Dilma mantém manifestações para este domingo

movimentosUnidos durante as manifestações contra o governo Dilma em 2015 e nos dois principais protestos de 2016, os grupos Movimento Brasil Livre (MBL) e Vem Pra Rua estarão separados nos próximos atos.

Enquanto o MBL optou por adiar o protesto marcado para este domingo (31), o Vem Pra Rua manteve a data e espera atingir mais de 180 cidades, inclusive Campina Grande e João Pessoa, na Paraíba. Os grupos pró-Dilma também sairão às ruas e já confirmaram atos em treze cidades, entre as quais João Pessoa.

Em João Pessoa a manifestação está marcada para as 16h e o encerramento está previsto para as 17h30. Os organizadores do evento esperam mobilizar cerca de mil pessoas na Capital do Estado paraibano.

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) informou que equipes vão monitorar o evento por meio de câmeras de segurança e, caso seja verificada necessidade de intervenção para bloqueio de vias e organização do trânsito, agentes serão enviados ao local.

Em nota, o MBL afirmou que tomará o dia 31 de agosto como uma “provável data alternativa, também passível de alteração” para os novos atos em prol da saída definitiva de Dilma Rousseff. “Considerando que, diferentemente das informações que tínhamos anteriormente, a votação do impeachment no Senado acontecerá no final de agosto, e que temos recebido frequentes mensagens com reclamações sobre a data – por ser volta das férias escolares e por coincidir com manifestações marcadas por grupos petistas – decidimos focar nossos esforços em atos que serão marcados em data mais próxima da votação”, justificou o movimento.

Os manifestantes vão reivindicar o impeachment definitivo de Dilma, a prisão de políticos corruptos, a renovação política e o fim do foro privilegiado. Apoiam ainda o pleno funcionamento da Operação Lava Jato e pedem a aprovação das chamadas dez medidas contra a corrupção, iniciativa da sociedade civil capitaneada pelo Ministério Público Federal e à espera de votação no Congresso.

Pró-Dilma – O lado vermelho das manifestações de rua do país também marcou atos para este domingo. Segundo o Partido dos Trabalhadores, treze cidades estão confirmadas como sedes dos protestos pelo país. São esperados manifestações em Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Paulo e Uberlândia (MG).

O objetivo, segundo a organização, é protestar contra o governo interino de Michel Temer, pedir a volta da presidente Dilma e o fim do impeachment – que eles chamam de golpe. No evento divulgado no Facebook, dizem que vão protestar também por “auditoria da dívida pública, democratização das comunicações e desmilitarização da polícia e o fim do genocídio da população negra, fim dos despejos, saúde e habitação para todos”.

pbagora

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Senado cassa mandato de Delcídio por 74 votos a favor e nenhum contra

delcidioPor 74 votos a favor, nenhum contra e uma abstenção, o plenário do Senado cassou nesta terça-feira (10) o mandato do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) por quebra de decoro parlamentar.

A única abstenção foi do senador João Alberto (PMDB-MA), presidente do Conselho de Ética do Senado. Dos 81 senadores, cinco não compareceram à sessão: o próprio Delcídio do Amaral; Eduardo Braga (PMDB-AM); Maria do Carmo Alves (DEM-SE); Rose de Freitas (PMDB-ES); e Jader Barbalho (PMDB-PA).

O mandato de Delcidio se encerraria em 2018. Com a decisão do Senado, ele fica inelegível por oito anos a partir do fim do mandato, ou seja, não poderá concorrer a cargos eletivos nos próximos 11 anos. Segundo a Secretaria Geral do Senado, Delcídio é o terceiro senador cassado na história da instituição – os outros dois foram Demóstenes Torres e Luiz Estevão.

Após a sessão, o senador Telmário Mota (PDT-RR) comentou que o placar quase unânime foi um sinal para a sociedade de que o Senado “não passa a mão na cabeça de ninguém”.

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“Eu acho que foi uma via sacra porque não foi fácil chegar até aqui. Foi uma votação dramática porque esse não é o propósito do Senado. Agora, também não podemos conviver com uma situação dessas. Com esse resultado, ficou patente que o senador ou o político tem que conduzir a sua vida de acordo com aquilo que está previsto na Constituição”, afirmou.

Questionado se achava que a cassação de Delcídio acendia um sinal alerta entre os demais senadores investigados na Lava Jato, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AC) disse que assim esperava.

“Espero que essa cassação seja, em especial, uma afirmação do Senado de que a conduta parlamentar deve seguir as regras de decoro”, declarou.

Senador preso
Ex-líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral foi preso pela Polícia Federal (PF), em novembro do ano passado, por tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato ao oferecer R$ 50 mil mensais à família de Nestor Cerveró para tentar convencer o ex-diretor da Petrobras a não fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).

Delcídio se tornou o primeiro senador preso durante o exercício do mandato. Ele foi solto em fevereiro após fechar um acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República. Ele ficou 87 dias na cadeia.

A decisão de cassar o mandato do senador do Mato Grosso do Sul deverá ser publicada na edição desta quarta (11) do “Diário Oficial do Senado” juntamente com um comunicado convocando o primeiro suplente de Delcídio, o empresário sul-matogrossense Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS). O suplente terá até 30 dias para assumir a cadeira de Delcídio.

Para que Delcídio perdesse o mandato, eram necessários, pelo menos, 41 votos favoráveis. O pedido de cassação do ex-líder do governo foi protocolado no Conselho de Ética, em dezembro, pela Rede Sustentabilidade e pelo PPS.

Gravações
A conversa na qual Delcídio oferece um plano de fuga para o ex-dirigente da Petrobras foi gravada por Bernardo Cerveró, filho de Nestor Cerveró. No áudio, o então líder do governo diz que conversaria com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para que os magistrados intercedessem em favor de Cerveró.

Na delação premiada, o senador cassado citou o nome de vários políticos de expressão nacional, entre eles a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG).

Conselho de Ética
O processo de cassação de Delcídio do Amaral no Conselho de Ética se estendeu ao longo de cinco meses. Desde que foi libertado por ordem do Supremo, o senador se manteve afastado do Senado com consecutivas licenças de saúde. Ele foi convidado quatro vezes a depor no colegiado para se defender, mas, não compareceu em nenhuma delas e o conselho desistiu de ouvi-lo.

No dia 3, o Conselho de Ética aprovou o relatório do senador Telmário Mota (PDT-RR) que recomendava a cassação do mandato de Delcídio. Em seu parecer, o relator defendeu que, pelo conteúdo da gravação, o senador sul-matogrossense infringiu o decoro parlamentar e, por isso, deveria perder o mandato.

A defesa de Delcídio, entretanto, tentou barrar a cassação alegando que o senador não estava exercendo atividade parlamentar quando foi gravado por Bernardo Cerveró. Os advogados do ex-líder do governo também afirmaram que eram bravatas as promessas que Delcídio fez ao filho de Cerveró de que iria pedir a intervenção de ministros do STF para tentar garantir a liberdade do ex-diretor da Petrobras.

Por fim, quando perceberam que era praticamente irreversível a cassação de Delcídio, os defensores propuseram que fosse aplicada uma pena mais branda do que a cassação, como perda temporária do mandato ou censura. No entanto, a proposta foi ignorada pelos senadores.

Delcídio no Senado
A única vez em que Delcídio compareceu no Senado para se defender foi nesta segunda-feira (9). Ele compareceu à sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) convocada para analisar a legalidade do relatório aprovado no Conselho de Ética.

Diante dos colegas de Senado, Delcídio pediu “desculpas” pelo constrangimento que causou aos pares e afirmou que é “acusado de obstrução de Justiça”, mas que isso não é um crime grave.

“Eu não roubei, não desviei dinheiro, não tenho conta no exterior. Estou sendo acusado de quê? De obstrução de Justiça”, enfatizou.

Na ocasião, a análise do processo na CCJ chegou a ser adiada depois que os integrantres da comissão aprovaram, por maioria, um requerimento do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) que solicitava ao Supremo informações adicionais sobre o caso.

Renan Calheiros, porém, barrou a manobra que daria mais tempo a Delcídio. O presidente do Senado condicionou a votação do processo de cassação de Delcídio para pautar para esta quarta-feira (11) a sessão que poderá autorizar a instauração do processo de impeachment de Dilma.

Com o ultimato, os integrantes da CCJ aceitaram apreciar no plenário a legalidade do relatório do Conselho de Ética, liberando o processo para ser votado nesta terça pelos senadores.

Político com perfil técnico
Delcídio do Amaral Gomez, 61 anos, é formado em engenharia elétrica. No começo dos anos 90, ele atuou como diretor da petroleira Shell na Holanda. O ex-líder do governo também foi ministro interino de Minas e Energia no governo do ex-presidente Itamar Franco.

Delcídio atuou ainda como diretor da Eletrosul, empresa pública que cuida do sistema elétrico na Região Sul. Ele também chegou a participar do Conselho de Administração da mineradora Vale.

Depois de transitar em cargos de alto escalão no setor de energia, Delcídio se elegeu, em 2002, senador pelo Mato Grosso do Sul. Em seu primeiro mandato, ele ganhou notoriedade nacional como presidente da CPI dos Correios, que investigou o esquema de compra de votos parlamentares em troca de apoio ao governo Lula no Congresso, o chamado mensalão do PT.

Em 2006, Delcídio concorreu a governador de Mato Grosso do Sul, mas acabou derrotado no primeiro turno. Quatro anos mais tarde, ele se reelegeu para o Senado.

Suplente
Com a cassação de Delcídio, o primeiro suplente do senador, o empresário Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS), será convocado a ocupar a vaga aberta no Senado. O suplente terá até 30 dias para assumir a cadeira do ex-líder do governo.

A assessoria de Chaves dos Santos informou ao G1 que ele tem a intenção de assumir o mandato que se encerra em 2018.

Formado em Economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Pedro Chaves dos Santos é empresário do ramo da educação em Mato Grosso do Sul. Ele fundou um grupo de faculdades particulares no estado, entre as quais a Universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal (Uniderp).

O suplente de Delcídio vendeu parte das escolas de ensino superior que possui ao grupo Anhanguera em uma transação milionária. À Justiça Eleitoral, ele declarou ser dono de um patrimônio de mais de R$ 68 milhões.

Pedro Chaves dos Santos possui vínculo familiar com o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula que está preso em regime domiciliar por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras. Uma filha do suplente de Delcídio é casada com um dos filhos do pecuarista. Bumlai é réu na Lava Jato por corrupção passiva, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro.

Outros cassados
Não é a primeira vez que um senador perde o mandato por quebra de decoro parlamentar.

Demóstenes Torres (GO), que era filiado ao DEM, foi cassado em 2012, e Luiz Estevão (DF), ex-PMDB, perdeu o mandato no ano de 2000.

Demóstenes foi acusado de quebra de decoro parlamentar por suspeita de ter utilizado o mandato para auxiliar os negócios do contraventor Carlinhos Cachoeira, preso pela Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, sob acusação de explorar jogos ilegais. Poucos dias após a prisão do contraventor, surgiram notícias do envolvimento de Carlinhos Cachoeira com Demóstenes Torres.

Demóstenes foi cassado com 56 votos favoráveis, 19 contra e cinco abstenções. Ele está inelegível até 2027.

Já Luiz Estevão perdeu o mandato sob a acusação de ter mentido no Senado ao negar envolvimento no desvio de R$ 169 milhões nas obras do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo. A cassação de Luiz Estevão recebeu 52 votos a favor, 18 contra e dez abstenções.

Ele ficou inelegível até 2015. Atualmente, Estevão está preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, acusado de corrupção ativa, estelionato, peculato, formação de quadrilha e uso de documento falso nas obras do TRT de São Paulo.

 

 

G1

Mobilização a favor de Dilma reúne 5 mil pessoas em JP, segundo organizadores

Créditos: WSCOM Online
Créditos: WSCOM Online

Desde as 16h desta quarta-feira (16), manifestantes se concentraram na Praça da Independência, no Centro de João Pessoa, em um ato contra o impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff (PT). O grupo seguiu em passeata até o Ponto de Cem Réis e, por volta das 18h30, se dispersou, sinalizando o fim do ato.

De acordo com a organização do evento, cerca de cinco mil pessoas participaram da manifestação. De acordo com a Polícia Militar, em torno de 1.500 compareceram ao ato público. “Toda a manifestação ocorreu de forma ordeira, tranquila, sem nenhuma confusão, na paz como sempre deve ser”, comentou o comandante do policiamento metropolitano, coronel Lívio Delgado.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), responsável por acolher abertura do processo de impeachment contra Dilma, foi o principal alvo dos manifestantes.

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O evento organizado pela “Frente Brasil Popular” reuniu movimentos populares, centrais sindicais e partidos de esquerda para reivindicar a continuidade do mandato da presidente, mudanças na política econômica e a cassação de Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, segundo a CUT-PB.

wscom

Movimentos articulam manifestação a favor do impeachment na PB

manifestoManifestações favoráveis ao “impeachment” da presidente Dilma Rousseff (PT) prometem tomar as ruas de João Pessoa e Campina Grande no próximo domingo.  Em Campina Grande, o ato contra Dilma acontece a partir das 14h na Praça da Bandeira, Centro da Cidade. Na Capital será às 15h, no Busto do Almirante Tamandaré, em Tambaú.

O presidente estadual do PT, Charliton Machado, tuitando sobre o pedido de impeachment, defendeu a presidente  . “Dilma Rousseff tem que se preparar contra o arsenal midiático e a conspiração. Coragem não lhe falta em sua biografia. #DilmaFica”, afirmou.

Charliton Machado esclareceu que os movimentos sociais tem  defendido a manutenção da democracia. e do governo petista Ele reafirmou que os movimentos sociais querem debater os pacotes econômicos, mas não abrem mão de defender o governo do PT”.

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pbagora

Apesar de passado nebuloso, PSDB vota em peso a favor da PEC da Corrupção

Aécio, Alckmin, Serra, Azeredo, Bruno Covas, Matarazzo, Perillo, FHC. Blindagens e impunidades
Aécio, Alckmin, Serra, Azeredo, Bruno Covas, Matarazzo, Perillo, FHC. Blindagens e impunidades

A emenda constitucional que pretende legalizar o financiamento empresarial de campanha ganhou o apelido de “PEC da Corrupção”, porque quase toda a sociedade civil organizada vê no financiamento eleitoral por bancos, empreiteiras, planos de saúde etc. a raiz da corrupção na política. Na terça-feira (26), o tema foi levado à votação na Câmara dos Deputados e rejeitado pelo plenário. Contou com 264 votos favoráveis, o que é muito, mas insuficiente para aprovar uma mudança constitucional que exige no mínimo 308 votos.

Na quarta-feira, em golpe regimental que rompeu acordos do dia anterior, o mesmo tema foi colocado em votação novamente. A desculpa foi de que na terça teria sido rejeitado o financiamento empresarial para candidatos, faltando votar o financiamento empresarial para partidos, sabendo que na prática não faz diferença. Apesar dos protestos, sobretudo do PT e PCdoB, a emenda do deputado Celso Russomano (PRB-SP) foi aprovada com 330 votos. Russomano provavelmente contará com contribuições do empresariado para disputar a eleição para a prefeitura de São Paulo no ano que vem.

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A PEC precisa ainda passar por mais um turno de votação na Câmara. Depois, falta o Senado votar, também em dois turnos, mas pelo andar da carruagem só pressão social muito grande poderá reverter o financiamento empresarial.

O que chamou atenção foi toda a bancada do PSDB, exceto duas abstenções na terça e um único voto contrário na quarta, votarem a favor da PEC da Corrupção.

Não faltam escândalos de corrupção atingindo o tucanato relacionados a financiamento de campanha. Vejamos: o mensalão tucano na campanha do ex-governador Eduardo Azeredo (PMDB-MG); o caso do bicheiro Cachoeira atingiu o governo de Marconi Perillo em Goiás; a Lista de Furnas. onde aparecia o nome de praticamente todos os caciques tucanos; a própria operação Lava Jato, que cita o ex-presidente do partido Sérgio Guerra; o cartel dos trens em São Paulo; o aeroporto construído com dinheiro público em terras da família de Aécio Neves em Minas.

Isso para não voltarmos mais longe no tempo e recordarmos os escândalos da Pasta Rosa, do Banestado, da Privataria Tucana, da Operação Castelo de Areia e tantos outros. E tudo devidamente acobertado pela nossa mídia tradicional.

Todas essas más experiências recomendaria aos tucanos buscarem pelo menos corrigir erros do passado daqui para frente e lutarem contra o financiamento empresarial para reduzir a corrupção no sistema político e elevar a qualidade da representação popular. Por isso chega a ser surpreendente toda a bancada do PSDB persistir no erro. Chega a ser uma afronta à população que clama por um sistema político mais saudável, mais republicano, mais voltado para atender ao interesse da cidadania.

Só a impunidade de que sempre gozaram os tucanos explica essa afronta. Alguns escândalos nem sequer foram investigados, outros foram engavetados, outros caminham para a prescrição. Se Eduardo Azeredo tivesse sido julgado, se a Lista de Furnas já tivesse pelo menos sido investigada, se as centenas de denúncias no governo FHC não tivessem sido engavetadas, se as dezenas de CPIs durante os governos tucanos paulistas tivessem sido abertas, será que eles insistiriam em manter a promiscuidade entre o público e o privado que o financiamento empresarial de campanhas provoca?

O oligopólio dos meios de comunicação, que sempre blindou os tucanos de maiores desgastes no noticiário e que influencia parte do Judiciário, prejudica o próprio PSDB. Leva o tucanato à arrogância de se achar inimputável e persistir nos erros e vícios de eleições passadas, e de não querer “largar o osso” do dinheiro de bancos, empreiteiras, planos de saúde que abastecem campanhas.

Setores do Ministério Público, tanto federal como estaduais, também prestaram um desserviço quando engavetaram investigações graves que deveriam ser feitas. E até hoje dão menor atenção em muitos casos quando os suspeitos são tucanos. A impunidade deseduca e leva quem não tem escrúpulos a avaliar que o crime compensa. E levou à arrogância do PSDB de votar a favor da PEC da Corrupção sem a menor cerimônia, contra toda a sociedade organizada que luta por uma reforma política que combata as causas da corrupção pela raiz do financiamento empresarial.

Voto vencido na terça-feira, o líder da minoria, o deputado tucano Bruno Araújo (PSDB-PE) persistiu no erro e se aliou ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para colocar o tema em votação novamente.

Araújo usou um argumento que beira o cinismo. “Vários deputados disseram que votaram contra porque a emenda autorizava a doação de pessoa física”, disse. Ora, todo mundo sabe que quase não há resistência à doação de pessoas físicas, impondo limites. O que está em questão é doação de empresas.

Araújo passou a quarta-feira fazendo acordos para garantir mais votos necessários à aprovação ao financiamento de empresas aos partidos. “As brigas ficaram para trás. Todos estão se mobilizando para garantir os 308 votos para a aprovação do texto do relator. Porque, caso contrário, vamos ampliar o caixa 2”, disse. Como se vê, o tucano está tão mal acostumado à impunidade que admite com uma naturalidade impressionante o cometimento de um crime.

Na derradeira votação de quarta-feira, só cinco partidos votaram contra a PEC da Corrupção: PT, PCdoB, PDT (exceto dois deputados), Psol e PPS. Votaram a favor o PMDB, PSDB, PP, PSD, DEM, PTB, PR, PRB, Solidariedade, PSC, PHS, PEN, PTN, PMN, PRP, PSDC, PRTB, PTC, PSL, PTdoB. Ficaram em cima do muro o PSB e o PROS, que liberaram a bancada.

 

Por Helena Sthephanowitz, para a Rede Brasil Atual

Nova enquete do FOCANDO A NOTÍCIA quer saber se “você é a favor das festas juninas?”; vote

enqueteA proximidade dos festejos juninos, muito tradicionais na Paraíba, fez surgir uma polêmica nas cidades que, costumeiramente, realizam essa festa: fazer ou não fazer os eventos? Isso porque, com a seca considerada a pior dos últimos 50 anos, muitos se questionam se investir milhares e milhões de reais em festas para atrair turista é o mais justo, enquanto os moradores dessas localidades estão sofrendo com a estiagem, que tem castigado a todos.

Ao mesmo tempo e, por outro lado, há quem justifique a realização dos festejos juninos argumentando que o evento atrai pessoas de outros lugares fazendo com que seus municípios fiquem movimentados, o que promove a geração de emprego e renda para a população, principalmente nesse período em que comerciantes e empresários têm sofrido com a crise, sendo obrigados a, inclusive, demitir muitos de seus funcionários.

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Esse questionamento fez também com que o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) emitisse um alerta para os gestores que tradicionalmente realizam festas no mês de junho. O comunicado é voltado principalmente para as 170 cidades com situação de emergência decretada pelos governos estadual e federal. Entre elas, Bananeiras, Belém e Solânea, cidades que já se tornaram tradição em eventos nesse período.

Diante de toda essa polêmica o Focando a Notícia quer saber: “Você é a favor da realização das festas juninas?”. Acesse o site e vote respondendo se você é a favor, contra, não sabe opinar ou se prefere que as festas sejam realizadas, porém com menos pompa, ou seja, de forma mais simples e sem atrações de alto valor.

Você é a favor da realização das festas juninas?

Resultado parcial

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Focando a Notícia

Deputados a favor da redução da maioridade penal são investigados

reducao-da-maioridade-penalDos 42 deputados que votaram a favor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 171/93, que pretende reduzir a maioridade penal no Brasil, 25 são investigados ou respondem por algum processo na Justiça, segundo blog do jornalista Douglas Belchior, da revista Carta Capital.

A mudança na lei que define a idade mínima para responsabilização criminal de jovens de 18 para 16 anos foi aprovada por ampla maioria  na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, na semana passada. O texto segue para votação em Plenário.

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Membro da bancada evangélica, o deputado e pastor Paulo Freire (PR), compõe a frente pela redução da maioridade penal na Câmara. O parlamentar é um dos investigados por fazer parte da máfia do asfalto, suspeita de vender emendas parlamentares para liberação de verbas a uma construtora. Segundo documentos divulgados pela Polícia Federal, Freire teria recebido R$ 145 mil do esquema.

Eleito este ano para ser o vice-presidente da CCJ, o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP) tem seu nome citado na lista da Procuradoria-Geral da República (PGR) por envolvimento no esquema de corrupção deflagrado pela Operação Lava Jato. O deputado é investigado por formação de quadrilha para prática de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Acusado por uma ex-funcionária de ficar com parte do salário dela entre 2004 e 2008, o presidente da bancada evangélica, João Campos (PSDB) também é investigado pelo Ministério Público.

Outro parlamentar na mira da Justiça é Valdir Rossoni (PSDB), que responde a processo pela contratação de 13 funcionários fantasmas em seu gabinete, que teria recebido sem precisar trabalhar.

Outros dois votos a favor da PEC 171, os deputados José Carlos Aleluia (DEM) e Lincoln Portela (PR) têm os nomes envolvidos no escândalo da Máfia das Ambulância, deflagrada na Operação Sanguessugas, de 2006.

Agência PT de Notícias

Vereadores de Belém lançam campanha de mobilização da classe política em favor do abastecimento d’água local

vereadoraOs vereadores Junior de Bau, Graça da Saúde, Betinho Barros e Adriano Miguel, da cidade de Belém-PB, preocupados com a situação da Lagoa do Matias, manancial que abastece a cidade de Belém, Caiçara, Logradouro dentre outras cidades da região, iniciaram hoje uma campanha de mobilização da sociedade e sobretudo da classe politica no sentido de procurar alternativas para resolver o gravíssimo problema de abastecimento d’água local.

O quarteto se utilizou dos meios de comunicação (rádios) das cidades de Belém e Guarabira, para chamar a tenção de todos no que se refere ao colapso total da Lagoa do Matias. Conforme relatos dos mesmos, a situação está incontrolável e pouca ação ou quase nenhuma é desempenhada pelos políticos para tentar diminuir o sofrimento do povo.

Os parlamentares mirins mencionaram outros reservatórios de água, que não vem recebendo nenhum tratamento para que o preciosíssimo líquido seja apropriado para o consumo humano. É o caso do açude do Tribofe, construído desde a época do governador Argemiro de Figueiredo. Lá existe um considerável volume de água que poderia está sedo tratada, mais a realidade é que todos a utilizam de maneira irracional. Animais, veiculos, e roupas, são lavados com a água do Tribofe.

A população de Belém, que vem sofrendo na pele os efeitos da seca, está usando as redes sociais para se manifestarem em favor da resolução deste problema. Imagens da Lagoa do Matias, praticamente seca, estão sendo divulgadas. Veja o que disse um dos moradores:

“Essa é a nossa realidade! Lagoa do Matias.

Vamos todos em união pedir à Deus que mande chuva para nós!!!

Precisamos de água para sobreviver e com fé vamos pedir aos céus…

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por Michele Marques

Cinco formas de usar a luz a seu favor e dormir melhor

luzSe você tem problemas para dormir, verifique se está usando seu telefone celular, laptop ou tablet até muito tarde.

A luz emitida por esses dispositivos altera o chamado ritmo circadiano (ou ritmo do sono) de uma forma que os cientistas estão apenas começando a entender.

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“Desde que habitamos a Terra, a luz vem afetando nossas funções biológicas. Mas a nossa compreensão de que tipo de luz tem um impacto maior ou como isso acontece é algo novo e ainda não temos todas as respostas”, disse à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, a pesquisadora brasileira Mariana Figueiro, do Centro de Pesquisa da Luz do Instituto Politécnico Rensselaer, em Nova York, nos Estados Unidos.

Mariana Figueiro é pesquisadora do Centro de Pesquisa da Luz do Instituto Politécnico Rensselaer, em Nova York, nos Estados Unidos
Divulgação

Mariana Figueiro é pesquisadora do Centro de Pesquisa da Luz do Instituto Politécnico Rensselaer, em Nova York, nos Estados Unidos

Figueiro é autora de estudos pioneiros sobre a influência dos dispositivos eletrônicos no sono.

Atualmente, ela investiga como usar a luz de forma mais eficaz para ajudar idosos e desenvolve um projeto junto ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos para tornar mais saudável a iluminação dentro de submarinos.

Em entrevista à BBC Mundo, Figueiro deu conselhos de como usar a luz a nosso favor.

1) Desligue o computador e o celular, duas horas antes de dormir

Em um de seus estudos, Figueiro demonstrou que apenas duas horas de uso de iPad foram suficientes para suprimir a produção normal de melatonina.

“Produzimos melatonina no escuro. Esse hormônio diz ao nosso corpo quando é hora de desacelerar e ir dormir”, diz a cientista.

Segundo Figueiro, os aparelhos eletrônicos emitem uma luz azul de ondas curtas, afetando principalmente um tipo de fotorreceptor do olho descoberto somente há uma década.

Esses fotorreceptores, revelados em um estudo com ratos cegos em 2002, são particularmente sensíveis à luz azul.

Quando a luz atinge os fotorreceptores, eles dizem ao cérebro quando é hora de parar de produzir melatonina.

“Nosso corpo não recebe assim um sinal de que é hora de dormir e demoramos para pegar no sono”, diz Figueiro.

A recomendação da pesquisadora é minimizar a exposição à luz azul durante a noite e desligar dispositivos eletrônicos “cerca de duas horas antes da hora de dormir”.

Fotorreceptores, revelados em um estudo com ratos cegos em 2002, são particularmente sensíveis à luz azul.
Divulgação

Fotorreceptores, revelados em um estudo com ratos cegos em 2002, são particularmente sensíveis à luz azul.

2) Use filtros ou altere a polaridade na tela

Se não houver alternativa senão trabalhar até tarde, Figueiro sugere que se reduza a exposição aos dispositivos luminosos com “filtros laranja que rebatem a luz azul, porque isso minimiza o impacto sobre o sistema circadiano”.

Segundo Figueiro, tais filtros são muito mais eficientes do que alguns programas de computador para mudar as cores, já que descartam de forma mais eficiente a luz de comprimento de onda curta.

“Você também pode inverter a polaridade, ou seja, usar um fundo preto e letras brancas em seu computador, para diminuir a luz”, diz a pesquisadora.

3) Saia para caminhar de manhã

“Às vezes eu brinco que uma vida chata e regular é uma vida saudável”, afirma Figueiro.

Ela recomenda manter um horário regular para dormir e acordar.

Meia hora de caminhada todos os dias é “uma das melhores coisas que podemos fazer”, diz.

Outra dica é aumentar a exposição à luz na parte da manhã.

“A luz é um sinal importante para o corpo porque ‘diz a hora’ para o nosso relógio biológico”, afirma Figueiro.

“Minha recomendação é sair para uma caminhada de meia hora na parte da manhã, pois isso é provavelmente uma das melhores coisas que podemos fazer. Se isso não for possível, então dirija sem óculos de sol, ou caminhe na hora do almoço para aumentar sua exposição à luz solar durante o dia”, acrescenta.

4) Mais luz para os idosos

Figueiro iluminou batentes de portas em asilo de idosos para ajudá-los a dormir melhor
Divulgação

Figueiro iluminou batentes de portas em asilo de idosos para ajudá-los a dormir melhor

Ao longo dos anos, a lente ocular fica mais espessa: a pupila se contrai e menos luz atinge a parte posterior do olho.

“Quando uma pessoa tem 60 anos, a luz que atinge a retina é um terço do recebido aos 20 anos”, acrescenta a pesquisadora.

O outro problema é que os idosos tendem a ser mais sedentários e sair menos de casa, reduzindo assim a exposição à luz do dia.

“Isso significa que eles não estão recebendo estímulo suficiente com a luz para redefinir seu relógio biológico, por isso, muitas vezes ficam desatualizados ou têm problemas para dormir.”

Figueiro trabalha com asilos, onde a pesquisadora introduziu modificações importantes nos sistemas de iluminação.

A cientista, por exemplo, aumentou o número de fontes de luz e iluminou os batentes das portas.

“Também estamos desenvolvendo óculos especiais que projetam luz azul que os idosos usam durante uma hora por dia e descobrimos que isso é suficiente para se dormir melhor”, diz Figueiro.

E para quem quer ajudar os pais ou avós, Figueiro recomenda colocar mais luzes.

“Não há necessidade de ser uma lâmpada especial, mas o melhor é procurar as que produzem uma luz mais azul, ou seja, com uma temperatura de cor correlata ou correlated color temperature ou cct de 6500 (Kelvin) ou superior”.

5) E para quem trabalha à noite ou de madrugada?

Pesquisadora brasileiro aumentou iluminação em quartos de idosos
Divulgação

Pesquisadora brasileiro aumentou iluminação em quartos de idosos

“A ciência já demonstrou que quem trabalha fora dos horários normais corre mais risco de ter câncer, diabetes, obesidade e doença cardiovascular. Trabalhar nessas horas é como submeter o corpo semanalmente a um jet lag”, diz Figueiro à BBC Mundo.

“Parte do trabalho que temos feito é provar que as luzes vermelhas aumentam a sensação de alerta durante a noite, mas não afetam os níveis de melatonina”.

Essa luz vermelha ativa o cérebro de uma forma semelhante à de uma xícara de café, mas não perturba o ritmo circadiano, afirma a pesquisadora.

“Ainda assim, essas pessoas não estão dormindo de forma regular. Não acredito que a sociedade tenha sido capaz de resolver o problema de quem trabalha por turno”.

Mas, segundo a cientista, uma das coisas que se pode fazer é minimizar a luz antes de dormir pela manhã, no final do turno, e aumentá-la quando se acordar no período da tarde, abrindo espaço para caminhar à luz do dia antes de voltar ao batente.

 

iG

Deputada apresenta parecer a favor do fim da propaganda infantil

publicidade-infantilA deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) apresentou nesta quinta-feira (13) à Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara parecer contrário a um projeto que quer derrubar uma decisão do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) que proíbe propaganda infantil. A publicidade para crianças foi tema da redação da edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado no último fim de semana.

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Para Benedita, que é relatora da proposta, o projeto que derruba a norma do conselho representa “um verdadeiro retrocesso”. O parecer foi protocolado eletronicamente e precisará ser discutido e votado pelo plenário da comissão. A próxima sessão do colegiado está marcada para o dia 18, mas o assunto não consta da pauta.

O presidente da comissão, deputado Amauri Teixeira (PT-BA), disse, no entanto, que inclusões na pauta podem ser feitas até a véspera. “Pela importância do tema, nós vamos pautar logo”, afirmou nesta quinta. Depois, a questão ainda passará pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça antes de ir ao plenário da Câmara e seguir para o Senado.

A resolução que proíbe a propaganda infantil foi editada em março, mas ainda não entrou em vigor. O texto veta a propaganda em eventos, espaços públicos, sites e programas de TV em qualquer horário. No mês seguinte á publicação da norma, o deputado Milton Monti (PR-SP) apresentou o projeto sustando os seus efeitos.
Parecer
No seu parecer, a relatora argumenta, com base em diversos estudos, que a criança se revela um “alvo de fácil convencimento”, pois não tem a maturidade para lidar com a publicidade como um adulto.

A deputada ressalta que a publicidade dirigida ao público de até 12 anos gera “impactos bastante negativos”, pois, na sua avaliação, contribui para o agravamento de problemas sociais como o consumismo, a erotização precoce, os transtornos alimentares e a obesidade, os transtornos de comportamento, o estresse familiar, o alcoolismo e a violência.

Benedita defende a atuação do Conanda e afirma que a publicidade dirigida ao público infantil é considerada abusiva com base na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Código de Defesa do Consumidor.

A resolução do Conanda também detalha os aspectos que caracterizam uma peça publicitária voltada ao público infantil, como linguagem infantil, efeitos especiais, excesso de cores e trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança. O norma do conselho veta, ainda, a promoção com distribuição de prêmios ou brindes colecionáveis ou com apelos ao público infantil.

Outro projeto de lei, de autoria do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), também proíbe publicidade e propaganda para a venda de produtos infantis. O texto aguarda parecer do relator na Comissão de Constituição e Justiça.

G1