Arquivo da tag: fatos

5 fatos que você precisa saber sobre o autismo

autismoAntes do diagnóstico do autismo, muitas pessoas sofreram com preconceito e outros problemas. Pensando nisso, listamos algumas coisas que vão fazer você entender o que é o autismo. Confira:

1. Dificuldades

O autismo, por si só, não é o maior problema para as pessoas com TEA. Mesmo em pessoas que aparentemente têm manifestações ‘sutis’ de autismo, contratempos como epilepsia, deficiência mental, insônia, ansiedade e depressão são mais comuns.

2. Q.I. elevado

Muitos portadores da síndrome possuem, inclusive, QI acima dos índices normais. E o fato de terem habilidade verbal muito desenvolvida, com um vocabulário amplo, diversificado e rebuscado, reforça nos pais a ideia de que seus filhos são superdotados.

3. Empatia

Empatia é um dos maiores paradigmas quando se fala em autismo. Os pesquisadores Simon Baron-Cohen e Sally Wheelwright descobriram que é possível chegar a um ‘quociente’, mostrando que, às vezes, a falta de proximidade com pessoas pode representar maior proximidade com animais ou outros objetos.

4. Outras características do TEA

Além da tendência ao isolamento, uma das maiores dificuldades dos autistas é reconhecer emoções e a capacidade de interpretar o que outras pessoas estão pensando. Eles também costumam ser inflexíveis, já que obedecem às regras criadas por eles próprios para agir diante de determinadas situações.

5. Não é doença

O autismo não é uma doença; é uma condição do desenvolvimento neurológico que exibe padrões diferentes de comportamento e intelectualidade. Geralmente, o autista manifesta seus interesses de forma rígida e repetitiva: pode ser silencioso, distante e bloqueado ante algumas situações.

Fonte: Vix

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Segredos revelados! Seis fatos sobre a ereção que eles não te contam

ZURIJETA/ISTOCK
ZURIJETA/ISTOCK

Quando o assunto é sexo todos têm aquele segredinho para uma performance incrível, e com os homens não é diferente: eles têm truques que vão desde a redução da excitação até o prolongamento da relação. Para você ficar por dentro de tudo, o DAQUIDALI desvendou tudo que eles não te contam sobre a ereção.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

A PARADINHA

Você já reparou que ele para alguns segundos durante a penetração? Esse é um hábito muito comum para evitar chegar ao orgasmo antes de te satisfazer. “Praticamente todos os homens usam esse tipo de recurso para conseguir segurar mais tempo a ejaculação. ESSA PARADINHA SERVE PARA DIMINUIR A EXCITAÇÃO QUE LEVA AO ORGASMO, e na maioria dos casos eles aprendem esse recurso ainda na adolescência, com a masturbação”, explica a fisioterapeuta sexual DÉBORA PÁDUA.

 EREÇÃO MATINAL


A ereção matinal acontece com praticamente todos os homens. Foto: Mark Bowden/iStock

A grande maioria dos homens tem ereções ao acordar, e é por isso que muitos estão dispostos para a relação sexual logo pela manhã: “Existe um pico hormonal da testosterona que faz com que as ereções ocorram não só pela manhã, mas também em outros momentos durante a noite. O corpo é muito perfeito e ESSE MECANISMO FAZ COM QUE PÊNIS SEJA IRRIGADO EM VÁRIOS MOMENTOS DURANTE O SONO. Muitos acreditam que a bexiga cheia contribui, mas alguns estudos tentam mostrar que essa não é a causa real”.

PENSAMENTO DISTANTE

Para fazer o sexo durar mais os homens costumam ter pensamentos aleatórios durante a penetração, o que desvia a atenção e evita o clímax: “Isso é muito comum entre eles e pode funcionar mesmo, pois TENTA-SE TIRAR O FOCO DA EXCITAÇÃO PARA QUE ELA DIMINUA E A EREÇÃO PERMANEÇA POR MAIS TEMPO”.

Apesar de ser um truque bastante popular entre eles, nem sempre dá certo. “Como os pensamentos são incompatíveis com a situação erótica corre-se o risco de comprometer a transa. Portanto, é preferível não desfocar do erotismo e usar mesmo a paradinha ou troca de posição sexual”, alerta a sexóloga VÂNIA BRESSANI.

PREPARO

Assim como você se prepara para um encontro que pode terminar em sexo, eles também têm seus truques para arrasar, mas não é nada ligado à beleza: é comum que eles assistam a um filme pornô horas antes. “Os homens se masturbam ATÉ QUE OCORRA A EJACULAÇÃO PARA QUE NO MOMENTO DA RELAÇÃO A EXCITAÇÃO JÁ ESTEJA MENOR e a ereção permaneça por mais tempo”, conta Débora.

TEMPO MÉDIO DA EREÇÃO


Ereções costumam ser rápidas, mas homens aprendem a controlar. Foto: View Stock

Não existe um tempo cronometrado para a duração de uma ereção, mas os homens precisam de técnicas para fazê-la durar mais por um motivo fisiológico, como explica a fisioterapeuta: “A FISIOLOGIA DOS HOMENS É QUE ELES TENHAM EREÇÕES RÁPIDAS E EJACULEM RÁPIDO, mas com o tempo eles percebem que poderiam sentir mais prazer caso ela fosse mais demorada”.

SEMPRE PRONTOS?

Dizem que os homens nunca negam sexo e que pensam mais nele do que as mulheres e, apesar dele não te contar, isso quase pode ser considerado uma verdade: “Eles se permitem pensar em sexo muito mais vezes durante o dia que as mulheres, isso FAZ COM QUE ELES ESTEJAM PREPARADOS PARA O SEXO MAIS RAPIDAMENTE QUE ELAS, até porque a excitação deles é mais rápida, mas para que isso ocorra existem outros fatores como disponibilidade, cansaço, estresse e nervosismo, que podem prejudicar a vontade de transar”. De acordo com um ESTUDO, eles pensam em sexo cerca de 19 vezes ao dia.

 

daquidali

Impeachment de Collor faz 20 anos; relembre fatos que levaram à queda

Um dos principais fatos políticos na história do Brasil, o impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, atualmente senador pelo PTB, completa 20 anos nesta semana.

Em 29 de setembro de 1992, a Câmara dos Deputados aprovou a perda do cargo do ex-presidente, marco do processo que levou à renúncia e perda dos direitos políticos de Collor por oito anos.

Para relembrar os fatos que levaram à queda do então presidente, o G1 publica nesta sexta (28) e no sábado (29) um conjunto de reportagens com depoimentos de personagens relacionados ao episódio, como ministros, políticos e auxiliares de Collor, e apresenta toda a trajetória do impeachment por meio de fotos, vídeos, infográficos e história em quadrinhos.

Tudo começou em 1989, quando o Brasil realizou a primeira eleição direta após três décadas. Durante a campanha eleitoral para a escolha do primeiro presidente eleito pelo voto popular após a ditadura, Collor se apresentou como “caçador de marajás”.

“Vamos fazer do nosso voto, a nossa arma. Para retirar do Palácio do Planalto, de Brasília, os maiores marajás deste país”, disse Collor em um comício.

Ele foi eleito com 35 milhões de votos contra 31 milhões recebidos pelo segundo colocado, o então sindicalista e hoje ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Meses depois da posse, em 15 de março de 1990, começaram a surgir denúncias de que o tesoureiro da campanha de Collor Paulo César Farias, o PC Farias, pediu dinheiro a empresários e ofereceu vantagens no governo.

Em 1991, Collor falou publicamente sobre as suspeitas. “Toda e qualquer denúncia tem que ser exemplarmente apurada”, afirmou.

Em maio de 1992, uma reportagem da revista “Veja” levou à abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso.

Pedro Collor disse à revista que PC Farias era “testa-de-ferro” do irmão e que o presidente sabia das atividades criminosas do tesoureiro.

Em 20 de junho de 1992, Collor negou relações com PC Farias. “Há cerca de dois anos não encontro o senhor Paulo César Farias, nem falo com ele. Mente quem afirma o contrário.”

Diante da pressão da CPI, Collor pediu o apoio da população. “Que saiam no próximo domingo de casa com alguma das peças de roupa nas cores da nossa bandeira. Que exponham nas janelas, que exponham nas suas janelas toalhas, panos, o que tiver nas cores da nossa bandeira. Porque assim nós estaremos mostrando onde está a verdadeira maioria”, disse o então presidente.

A estratégia foi mal-sucedida, e os chamados “caras-pintadas” saíram às ruas vestidos de preto e pedindo a saída de Collor da Presidência.

No mesmo mês, Collor sofreu outro revés. A CPI no Congresso concluiu que ele foi beneficiado pelo suposto esquema montado pelo ex-tesoureiro PC Farias.

O relatório da CPI afirmou que Collor cometeu crime de responsabilidade ao usar cheques fantasmas para o pagamento de despesas pessoais, como uma reforma na Casa da Dinda e a compra de um carro Fiat Elba. Com isso, o caminho para o impeachment estava aberto.

Em 29 de setembro de 1992, ocorreu o principal marco do processo que levou à saída de Collor da Presidência.

A Câmara aprovou o pedido de impeachment. O caso foi ao Senado, que abriu um processo para apurar se houve crime de responsabilidade e que deveria estar concluído em até 180 dias. A comissão de impeachment era presidida pelo presidente do Supremo, ministro Sidney Sanches.

Até lá, Collor ficaria afastado da presidência temporariamente, sendo substituído pelo vice Itamar Franco, o que só aconteceu em 2 de outubro de 1992. Foi o dia em que Collor desceu a rampa do Palácio do Planalto pela última vez.

Em 29 de dezembro, em uma sessão comandada pelo presidente do STF, o Senado decidiu que Fernando Collor era culpado pelo crime de responsabilidade.

Para tentar escapar da possível inelegibilidade por oito ano, o ex-presidente renunciou.

O Congresso entendeu que, mesmo assim, ele deveria perder os direitos políticos. O ex-presidente tentou questionar a inelegibilidade no Supremo, mas o tribunal entendeu que ele deveria mesmo perder os direitos políticos.

Área criminal
Depois da derrota política, Collor foi denunciado pela Procuradoria Geral da República por corrupção passiva (receber vantagem indevida). O processo começou a tramitar no Supremo em abril de 1993.

A Procuradoria argumentou que as despesas pessoais apontadas pela Câmara foram pagas com sobras do dinheiro da campanha de 1989.

Para condená-lo por corrupção passiva, era necessário que a Procuradoria provasse que Collor recebeu dinheiro em troca de favores e serviços prestados a corruptores.

Mas o STF entendeu que isso não foi comprovado e absolveu o ex-presidente por cinco votos a três, em dezembro de 1994 (veja no vídeo ao lado reportagem sobre a sessão do STF que absolveu o ex-presidente).

Collor voltou à política em 2002, ano em que perdeu a eleição para o governo de Alagoas. Em 2006, foi eleito senador pelo mesmo estado, cargo no qual permanece até hoje.

Morte de PC
Personagem central das denúncias que levaram à queda de Collor, PC Farias foi preso na Tailândia em novembro de 1993 em razão de um processo pelo qual respondia por sonegação fiscal.

Quase três anos depois, quando estava em liberdade condicional, ele e a namorada foram encontrados mortos em uma casa de praia em Maceió.

A polícia concluiu que PC foi morto pela namorada, que, segundo a versão policial, se suicidou em seguida. As circunstâncias e motivações do crime, no entanto, nunca foram completamente esclarecidas.

G1

Padre Bosco – Tratando de alguns fatos

Recentemente algumas situações vieram á tona no sistema penitenciário de nosso estado, a partir do mês próximo passado. Por coincidência, recebemos a visita da pastoral carcerária nacional e o Conselho de Politica Criminal e Penitencia.  A pastoral nacional veio para conhecer a realidade e participar do encontro estadual. O Conselho de Politica Criminal veio para apresentar um relatório da visita do mesmo sobre a realidade carcerária.

O relatório causou insatisfações a algumas pessoas do sistema, mas o relatório é o relato daquilo que as conselheiras ouviram e também puderam ver. Trata-se de um trabalho muito serio e feito com muita responsabilidade das conselheiras Gisela e Aparecida. Para quem conhece a realidade, como bem disse a juíza substituta da VEP: “Vocês vieram dizer o obvio”, isto é, aquilo que é do conhecimento de todos.

Em visita ao complexo do Serrotão, em Campina Grande, não foi permitida a entrada da pastoral com uma desculpa totalmente fraca, uma vez que as vistas no Brasil inteiro acontecem todas as semanas sem que tenhamos noticias de nenhum incidente. O assunto alegado foi a segurança. Infelizmente, nas nossas unidades, a segurança é o que mais deixa a desejar. O argumento foi muito infeliz e deixou uma péssima imagem para a pastoral nacional. A pastoral é a entidade mais presente e mais reconhecida pelas instituições como também pela comunidade carcerária.

A pastoral nacional denunciou em nível nacional, a situação da Paraíba, por falta de habilidade do próprio sistema que poderia ter dado uma resposta ao Conselho Nacional, como também à pastoral nacional, sobretudo no que se refere à pratica do chapão, uma cela criada com a finalidade de castigar o preso. Vale salientar que os mesmos muitas vezes ficam no castigo, dentro da ilegalidade, isto é, sem nenhum procedimento administrativo. Além do mais na arquitetura das recentes unidades construídas na Paraíba, não havia o chapão, acrescentado pelo próprio estado com a finalidade de castigar os já castigados.

Em recente visita, o Tribunal de Justiça, o Ministério Público Estadual, entre outras entidades foram a Campina Grande para uma visita de inspeção. A imprensa logo divulga a proposta de interdição de partes das unidades. Fico surpreso!   Os promotores de execução e os juízes precisam ir, todos, para conhecerem de perto as unidades prisionais. As mudanças vão acontecer a partir da presença do judiciário como também do ministério publico. O que foi visualizado em Campina Grande se repete em todos os outros lugares com as possíveis ressalvas. É claro que se trata de uma realidade que se arrasta por longos anos sem que o estado intervenha devidamente, mas também sem a cobrança devida e necessária do ministério publico que não tem feito o seu papel fiscalizador. Sinceramente, interditar para que? O que fazer?

Parece-me que o obvio é fazer uma ação integrada como todos os serviços envolvidos com a execução penal para conceder benefícios e realizar audiências para os que aguardam condenação. Os piores presídios são os de regime provisório que por longos meses e até mais de anos aguardam uma audiência.

A situação é complexa, sem magica e sem receitas, mas não pode continuar como está para se agravar mais. Buscar as soluções para além de tudo o que já se faz é uma urgente necessidade.

Padre Bosco

O texto é de inteira responsabilidade do assinante