Arquivo da tag: fatores

7 fatores que deixam os seios flácidos

seiosAlguns hábitos comuns feitos pelas mulheres podem ajudar na flacidez dos seios. Fumar, deixar de usar sutiã, não se hidratar são alguns desses fatores que podem desfavorecer os seios.

Pensando nisso, criamos uma lista com alguns hábitos que podem deixar os seios flácidos. Confira:

1. Não tomar água

Tudo que melhore a qualidade da pele, ajuda a manter um aspecto mais bonito. Uma boa hidratação faz toda a diferença na sustentação e na prevenção de estrias.

2. Deixar de usar sutiã

Deixar os seios sem o sutiã pode não ser uma boa ideia. O uso do sutiã favorece para a mama não cair, e o modelo deve ser adequado, no tamanho ideal para você, sem apertar as costas.

3. Efeito sanfona no seu peso

Se você passa pelo famoso “efeito sanfona”, é bom ter atenção. Pois a cada vez que o seu corpo ganha e perde peso em seguida, faz com que o tecido da mama comece a ficar mais flácido e com folgas em sua estrutura, rompendo algumas camadas da pele.

4. Não praticar exercícios

Se você não pratica exercícios, é bom ficar atenta pois o sedentarismo pode contribuir para a queda dos seus seios.

5. Ficar exposta ao sol por muito tempo

Evitar o sol também é importante para a saúde da sua pele. O sol das 10h até às 16h envelhece a pele como um todo e deixa uma aparência ruim e nada saudável.

6. Fumar

Fumar também contribui para que a sua comissão de frente comece a cair. A partir de qualquer quantidade de fumo, a substância consegue enfraquecer e envelhecer a pele, fazendo com que diminua o suprimento de sangue para a superfície dela.

7. Praticar exercícios de alto impacto

Exercícios de alto impacto também podem contribuir, de forma mais rápida, para o decaimento dos seus seios. O balanço repetitivo que acontece quando você corre ou faz algum tipo de treino com impacto parecido pode fazer com que o seu seio passe por uma degradação de colágeno na região das mamas.

Fonte: Ultra Curioso

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Campanha do Dia Mundial do AVC alerta mulheres sobre fatores de risco e tratamento

avc

No mundo, a cada 6 segundos uma pessoa morre devido ao Acidente Vascular Cerebral (AVC). No Brasil, essa é a primeira causa de morte e incapacidade. Para tentar reverter esse quadro, desde 2010, a Organização Mundial de AVC (World Stroke Organization – WSO) realiza atividades de conscientização no Dia Mundial do AVC, celebrado em 29 de outubro. Neste ano, o foco será a grande incidência do AVC na população feminina.
A campanha do Dia Mundial do AVC chega a sua quarta edição com slogan “Eu sou Mulher. O AVC me afeta”. Os representantes nacionais da causa são a Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares (SBDC), Rede Brasil AVC e Associação Brasil AVC. Durantes os meses de outubro e novembro, serão realizados eventos presenciais em 70 cidades brasileiras, além de divulgação de informações sobre prevenção e tratamento na internet e imprensa.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook
Em 2014, outro ponto alto da iniciativa será a publicação de um documento internacional que assegura direitos dos pacientes com AVC. A assinatura do compromisso acontecerá em 22 de outubro, durante o Congresso Mundial de AVC (9th World Stroke Congress), em Instanbul, na Turquia, concomitantemente com eventos em diversos países. No Brasil, o lançamento oficial da diretriz será em Brasília, às 13h30, durante workshop para jornalistas.
A agenda de ações será divulgada em breve no site oficial (www.redebrasilavc.org.br) e no Facebook (www.facebook.com/CampanhaAVC).


Mulheres e o AVC

Segundo a dra. Sheila Cristina Ouriques Martins, presidente do Departamento Científico de Doenças Cerebrovasculares, Neurologia Intervencionista e Terapia Intensiva em Neurologia da ABN e coordenadora da Rede Nacional de Atendimento ao AVC do Ministério da Saúde, a escolha do enfoque da edição deste ano foi motivada pela prevalência da doença em pacientes femininas, sendo que, de acordo com levantamento da WSO, uma em cada cinco mulheres terão um AVC em sua vida, comparado com um em cada seis homens.
“As mulheres possuem fatores de risco específicos, como a gravidez, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, puerpério (fase pós-parto), terapia de reposição hormonal após menopausa e uso de pílulas anticoncepcionais. Além disso, são as principais cuidadoras dos homens que tiveram AVC”, diz a neurologista.
Hipertensão, fibrilação atrial, diabetes, enxaqueca com aura visual, depressão e obesidade são outras causas frequentes do AVC em mulheres. A faixa etária superior aos 85 anos também contribui para o desenvolvimento da doença.

Max Press

Descubra quais são os fatores mais comuns para a queda do desejo sexual e como solucioná-los

casalSexo faz bem para a saúde, para pele e para vida. Mas nem sempre estamos dispostos a praticá-lo, essa vontade depende de um equilíbrio e é ainda mais tênue para as mulheres. No caso delas, são diversas as razões que podem reduzir o desejo, inclusive hormonais. “Os hormônios andrógenos, conhecidos como masculinos, é que estão ligados à libido feminina e entre eles de maior potência é a testosterona”, conta a endocrinologista Dolores Pardini, presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

O problema é que, para a mulher, além dos fatores físicos e orgânicos, tudo depende de questões psicológicas para estar disposta ao sexo. “O desejo sexual feminino tem um componente emocional muito marcado”, contextualiza Jorge José Serapião, ginecologista e membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ). “Numa relação em que essa valorização da mulher não seja presente, claro que qualquer que seja os níveis de testosterona que ela tenha, o desejo estará baixo”, conclui.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Porém, o que fazer quando você quer fazer mais sexo, mas a libido não tem dado às caras? Um bom começo é se informar sobre o que pode reduzir o desejo sexual feminino. Conversamos com os profissionais e listamos as principais causas, confira:

Estresse e cansaço

A mulher de hoje é muito mais suscetível ao estresse e ansiedade. Também pudera, anda acumulando os papéis de mãe, provedora do lar e dona de casa, numa jornada muitas vezes tripla. E quando o estresse bate na porta, é muito mais fácil a libido ir embora pela janela! “Se o indivíduo está estressado de certa forma ele se sente desconfortável e a libido feminina necessita de um estado corporal relaxado, de uma mente livre de pensamentos boicotadores que a ajude a liberar o corpo”, considera a psicóloga Juliana Bonetti, especializada em sexualidade.

A melhor forma de resolver isso seria encarar o sexo como uma forma também de relaxar. “Quando a mulher está com alguma questão de redução de libido, ela tem o pensamento de querer terminar logo para se livrar, é necessário que se reestruture esse pensamento, que se trabalhe questões afetivas individuais e de relacionamento, para que o sexo torne-se um momento prazeroso”, considera a especialista.

Pílula anticoncepcional - Foto: Getty Images

Pílula anticoncepcional

Muitas mulheres têm maior oleosidade na pele, espinhar e pelos no corpo, justamente por terem a testosterona em alta. Para isso, alguns tipos de pílula anticoncepcional são feitas com um tipo de progesterona sintética chamada ciproterona. “Esse hormônio interfere na produção de testosterona, reduzindo-a, podendo assim reduzir discretamente também a libido”, explica Jorge José Serapião, ginecologista e membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro (SGORJ). Mas não existe um consenso sobre isso, como explica o especialista. O ideal, portanto, é conversar com seu médico sobre isso, caso você tome um desses anticoncepcionais e esteja sentindo a libido reduzida.

Mulher deprimida na cama - Foto: Getty Images

Depressão

A depressão é uma das doenças que mais afeta a libido, tanto feminina quanto masculina. O próprio quadro faz com que a vontade de fazer sexo diminua. “No estado depressivo, a mulher tem uma ausência de desejo geral, um desinteresse nas questões da vida, do cotidiano, ausência de perspectivas no futuro, inclusive o sexo”, explica Juliana Bonetti. O problema é que muitas vezes o tratamento contribui para essa falta de estímulo sexual. “Paradoxalmente, alguns medicamentos antidepressivos potencializam a queda do desejo sexual, aqueles que mexem com a serotonina”, explica o ginecologista Serapião. A solução, nesses casos, é conversar com seu psiquiatra, caso a questão a esteja incomodando demais, e tentar outros medicamentos.

Cartela de remédios - Foto: Getty Images

Outros medicamentos

Não só os antidepressivos podem atuar reduzindo a libido. “Alguns medicamentos podem alterar o metabolismo dos hormônios andrógenos, que são os maiores influenciadores da libido mesmo na mulher”, expõe a endocrinologista Dolores Pardini, presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). A especialista cita dois exemplos, o primeiro é o diurético com espironolactona, receitado principalmente por cardiologistas, que atua na metabolização da testosterona, e pode causar reações até em homens. Além dele, alguns antifúngicos, usados principalmente para micose nos pés, que pode interferir nos hormônios masculinos.

Moça preocupada com sua saúde - Foto: Getty Images

Outros problemas de saúde

A preocupação é um fator que reduz (e muito!) a libido de uma mulher. Enquanto ela está com a cabeça em outras questões, acaba não conseguindo se concentrar no sexo, e doenças graves entram nessa categoria. Mas os males físicos também podem interferir no desejo sexual: “qualquer problema que interfira no estado geral de saúde da pessoa, como a má nutrição ou falta de sono, compromete a libido, principalmente na mulher”, considera Dolores Pardini. Algumas condições, porém, são mais nocivas. O emagrecimento repentino, por exemplo, pode prejudicar os hormônios sexuais, já que sua matéria-prima são as gorduras. Só que quando emagrecemos gradualmente, o corpo tem tempo para se acostumar com isso, e com isso continuar seu funcionamento normal, no chamado fenômeno adaptativo.

Filho dormindo entre os pais - Foto: Getty Images

Maternidade

Se você acaba de ser mãe e sua libido está lá embaixo, pode culpar os hormônios da amamentação. Isso ocorre devido ao aumento da prolactina, que estimula a produção de leite materno. Mas não é preciso parar de amamentar por causa disso, afinal a amamentação é muito importante para a criança e até para a mulher: lactantes têm menores chances de ter câncer de mama! Até porque, pode ser que a libido caia mesmo de qualquer jeito… “Fatores emocionais são mais importantes do que a prolactina, e a mãe tem uma ligação tão intensa com o bebê que ela fica pouco interessada em outras questões”, considera Serapião.

Mulher na menopausa - Foto: Getty Images

Menopausa

A menopausa sinaliza o fim do período fértil da mulher e os ovários entram em falência, produzindo menos hormônios, inclusive reduzindo a síntese de testosterona, como nos ensina a endocrinologista Dolores. “Na verdade, a partir dos 40 anos os níveis de testosterona começam a cair tanto no homem quanto na mulher, estima-se uma redução de 50% de hormônios andrógenos do que aos 20 anos”, comenta a especialista. Porém, Dolores ressalta que há muito mais envolvido nessa questão do que apenas hormônios: é muito comum que a mulher enfrente problemas de relacionamento e até mesmo comece sentir a ausência dos filhos nessa fase, e tudo isso influencia também no seu desejo sexual. Além disso, a queda dos hormônios femininos reduz a lubrificação, dificultando o sexo. “Por isso, nem sempre apenas a reposição hormonal resolve o problema, principalmente nas mulheres, cuja libido depende de tantos fatores”, conclui.

Moça insatisfeita com o espelho - Foto: Getty Images

Baixa autoestima

Quando a mulher se sente mal com seu corpo, certamente terá dificuldades com sua libido, já que o sexo envolve a exposição total do seu corpo. “Com a autocrítica elevada, ela vai para o sexo se medindo, se comparando e a probabilidade de sua libido desaparecer é alta”, considera Juliana. É importante pensar que a beleza feminina não está relacionada apenas à forma perfeita do corpo. “Ela está mais ligada a um repertório subliminar de comportamentos sensuais e sexuais do que com o belo politicamente correto e socialmente imposto pelos meios de comunicação”, considera a especialista. Caso a questão esteja se tornando algo debilitante, o ideal é que a mulher procure ajuda da psicoterapia para trabalhar sua autoestima.

Mulher abusando do álcool - Foto: Getty Images

Excesso de álcool

Por mais que beber um pouquinho torne você mais receptiva para o sexo, até porque ocorre uma queda nos sistemas de inibição do cérebro, o álcool em excesso reduz a libido! Tudo porque a bebida danifica o corpo todo. “Além de causar um quadro tóxico, ele compromete o metabolismo do indivíduo, em grandes quantidades o organismo substitui suas necessidade calóricas pela caloria do álcool e tem alterações nas funções hepática, causando enfraquecimento e reduzindo massa muscular e níveis de vitaminas”, explica Serapião. Porém, como ressalta a endocrinologista Dolores, isso ainda é bem controverso. De qualquer forma, a bebida nessa intensidade pode fazer mal à saúde como um todo, e é melhor prevenir do que remediar.

 

 

minhavida

Bebês entendem fatores externos mesmo na barriga

Se você, mamãe, percebe que o seu filho se mexe ou chuta quando o seu marido chega perto, quando coloca determinada música para ele ou em alguma outra situação, saiba que, de certa forma, ele entende o que está acontecendo no mundo exterior e está querendo se comunicar de forma positiva ou mesmo negativa.

De acordo com a Dra. Denise Conde Fernandes Gomes, ginecologista, obstetra e especialista em genitoscopia, há até mesmo estudos que mostram que bebês de mães que planejaram e tinham desejo pela gestação tendem a ter um comportamento mais calmo e até mesmo sentem menos desconforto após o nascimento. “Os bebês quando intrauterinos respondem de forma positiva ou negativa às situações pelas quais ela passa no decorrer dos meses e aos estímulos sonoros”, diz. Isso está diretamente relacionado ao período da gestação.

Ela ainda conta que são muito comuns relatos de que o bebê começa a mexer quando o pai chega em casa e fala algo com elas ou com o bebê. “Alguns estudos mostram o benefício pós-nascimento em melhor qualidade de sono em bebês que receberam estímulos sonoros como conversa dos pais e música durante a gestação”, diz.

Reação aos estímulos
Até mesmo em exames como o ultrassom 4D, é possível perceber algumas das reações dos bebês. A obstetra conta que “durante esse tipo de exame podemos ver o bebê se movimentar mais, piscar e responder aos estímulos”. Ela ainda diz que há um exame para avaliar a vitalidade fetal, chamado cardiotocografia, e que quando os bebês estão com uma frequência cardíaca mais reduzida é utilizada a buzina para despertá-lo e melhorar seus batimentos. “A resposta é imediata e muito satisfatória”, afirma.

Tremor na barriga
Algumas gestantes sentem um tremor súbito do bebê em sua barriga, geralmente, no último trimestre da gestação. A Dra. Denise ainda conta que algumas mães até se assustam, mas que isso não é motivo para pânico e explica o que, de fato, acontece. “Os bebês soluçam, o que provoca essa reação. E isso é perfeitamente normal, visto que eles engolem o líquido amniótico constantemente”, explica.

Preferência musical do bebê
Alguns estudos afirmam que os bebês apresentam gosto musical precoce, e que mostram sinais de relaxamento, por meio da redução de seus batimentos cardíacos, quando ouvem determinada música, em especial a clássica. Porém, de acordo com a Dra. Denise, não é possível comprovar a relação do bebê com o gosto musical. “Mas a música em geral tem a propriedade de acalmar os bebês no período intrauterino”, conta.

Definindo a personalidade
Também se ouve falar que o bebê já nasce com certa personalidade. Outro mito, em partes. O que acontece é que o bebê tem alguns resquícios de atitudes que podem ser oriundos, até mesmo, de seus pais. “A personalidade é algo que se define com estímulos, educação e ambiente em que a criança vai se desenvolver. Ela já tem um padrão de temperamento pré-determinado, ou seja, se será mais agitadinho, ou mais calmo, mas a educação é fundamental para a formação de sua personalidade”, afirma.

Reconhecendo os pais
“O bebê reconhece os pais?”, também é um questionamento geral. E sim, ele reconhece. A especialista explica que isso acontece involuntariamente e que muito precocemente o bebê reconhece sua mãe pelo cheiro, tato, tom de voz, desde o nascimento. “Conscientemente ele só terá essa noção após alguns meses de vida e só adquire a capacidade de atender pelo nome também mais tardiamente no seu desenvolvimento”, diz.

Sexo durante a gravidez
Há mamães que ficam um pouco receosas em relação à prática sexual com seu marido durante período da gestação. O medo de o sexo interferir em algo e prejudicar o bebê, para muitas delas, é grande. Porém, a obstetra conta que a relação sexual não traz prejuízo algum ao bebê, salvo em casos de gestação de alto risco, mas traz benefícios à mãe e ao bebê. “O sexo melhora o desenvolvimento da gestação. À medida que traz bem-estar à mãe, libera bons hormônios e substâncias que podem favorecer o bebê. Eu recomendo que o casal continue praticando sexo normalmente durante a gestação”, indica.

itodas.uol.