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Anvisa proíbe venda e uso de composto de fibras naturais e farinha de linhaça

linhaçaResolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta segunda-feira (3) no Diário Oficial da União proíbe a fabricação, a distribuição e a comercialização dos lotes do produto Composto de Fibras Naturais Psyllium e Farinha de Linhaça Dourada, da marca Belly Shape, fabricado por PHZ Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda.

De acordo com o texto, laudo emitido pelo Laboratório Central Noel Nutels apresentou resultado insatisfatório por ausência de registro sanitário na Anvisa e rotulagem em desacordo com a legislação. A resolução já está em vigor.

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Agência Brasil

Estiagem faz preço da farinha disparar em mais de 200% em CG

farinhaO preço da farinha de mandioca comercializada em Campina Grande disparou mais de 200% em dois meses.  O valor do quilo do produto passou de R$ 2 para R$ 6,76 e pode chegar a R$ 7 já na próxima semana. Produtores e revendedores afirmam que a tendência é de um aumento ainda maior e probabilidade de escassez do produto. Assim como para outras variedades, o principal motivo apontado é a suspensão de irrigação nos principais reservatórios, em consequência da estiagem.

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O comerciante Aurílio Domingos de Lima, 48 anos, que há 22 anos comercializa o produto na Feira Central, disse que mesmo chovendo nas principais regiões produtoras do tubérculo na Paraíba e no Nordeste, o preço não deve cair até o final do ano.

“A mandioca demora um ano ou mais, em média, para estar pronta para ser colhida e transformada em farinha. Eu acredito que se não houver algum planejamento especial do Governo, com incentivos que permitam a compra de farinha de outras regiões, o preço deve continuar assim até o fim do ano”, disse o comerciante que ainda está vendendo o quilo da farinha a R$ 5, mas deve aumentar para R$ 6 até o final do mês. Nos supermercados, o preço do produto varia de R$ 6 a R$ 6,76.

Segundo o feirante, com o aumento do produto, as vendas caíram 50%. “Faz pelo menos dois meses que está assim. O pessoal acha um absurdo pagar este valor, e realmente é, mas não choveu, os produtores não plantaram, então o preço disparou, não teve jeito. É a seca. Vamos torcer que este ano seja diferente”, contou. Aurílio informou que a farinha que comercializa vem do município de Lajedo, em Pernambuco. Outros comerciantes disseram que compram farinha também de produtores de Lagoa Seca, Agreste paraibano.
 Fernanda Moura do Jornal Correio da Paraíba

Saiba como fazer um rocambole salgado sem farinha; anote a receita

rocamboleingredientes

Massa

  • 1/2 xícara (chá) de polvilho doce
  • 1/2 xícara (chá) de polvilho azedo
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 1 colher (chá) de sal
  • 6 claras
  • 6 gemas peneiradas
  • maionese a gosto
  • 1/2 xícara (chá) de molho de tomate (para pincelar)
  • queijo meia cura ralado a gosto (para polvilhar)
  • SUGESTÕES DE RECHEIO: carne seca, presunto e queijo, palmito

Recheio de carne seca

  • fio de óleo
  • 1 cebola picadinha
  • 2 dentes de alho bem picadinhos
  • pimenta vermelha picada a gosto
  • 400 g de carne seca, dessalgada, cozida e desfiada
  • 1/2 xícara (chá) de molho de tomate
  • sal e salsinha picada a gosto

Recheio de presunto e queijo

  • 200 g de queijo prato picado
  • 200 g de queijo mussarela picado
  • 200 g de presunto picado
  • 3 tomates sem sementes cortados em cubinhos
  • sal e orégano a gosto

Recheio de palmito

  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 cebola média picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 vidro de palmito picado (300 g)
  • 2 tomates sem pele e sem semente cortados em cubinhos
  • 1 envelope de caldo de carne em pó
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • 2 colheres (sopa) de água misturada com 1 colher (sopa) de fécula de batata
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • 1/2 xícara (chá) de azeitona verde picada
  • cheiro verde picado a gosto

modo de preparo

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Massa

1 – Numa tigela misture 1/2 xícara (chá) de polvilho doce, 1/2 xícara (chá) de polvilho azedo, 1 colher (sopa) de fermento em pó e 1 colher (chá) de sal. Reserve.

2 – Numa batedeira coloque 6 claras e bata bem. Com a batedeira ainda ligada adicione 6 gemas peneiradas. Diminua a velocidade da batedeira e continue batendo até a massa ficar cremosa (+/- 10 minutos). Junte esta massa com a mistura de polvilhos (reservada acima) e misture delicadamente.

3 – Numa fôrma untada e polvilhada com polvilho doce coloque a massa (feita acima) e leve ao forno médio pré-aquecido a 180 graus por +/- 20 minutos. Retire do forno e desenforme ainda quente sobre um pano levemente umedecido. Reserve.

Montagem

4 – Numa assadeira coloque a massa do rocambole (reservada acima), abra com cuidado, espalhe uma camada de maionese, o recheio de sua preferência e enrole com cuidado. Transfira para uma assadeira untada, pincele o rocambole com 1/2 xícara (chá) de molho de tomate, polvilhe queijo meia cura ralado a gosto e leve ao forno médio pré-aquecido a 180 graus por +/- 10 minutos para gratinar. Sirva em seguida.

SUGESTÕES DE RECHEIO: carne seca, presunto e queijo, palmito

Recheio de carne seca

1 – Numa panela coloque 1 fio de óleo, 1 cebola picadinha e 2 dentes de alho bem picadinhos e leve ao fogo médio até dourar (+/- 5 minutos). Adicione pimenta vermelha picada a gosto, 400 g de carne seca, dessalgada, cozida e desfiada e 1/2 xícara (chá) de molho de tomate. Misture bem, corrija o sal e polvilhe salsinha picada a gosto.

Recheio de presunto e queijo

1 – Numa tigela coloque 200 g de queijo prato picado, 200 g de queijo mussarela picado, 200 g de presunto picado, 3 tomates sem sementes cortados em cubinhos, sal e orégano a gosto e misture bem.

Recheio de palmito

1 – Numa panela aqueça 2 colheres (sopa) de azeite e refogue 1 cebola média picada e 1 dente de alho picado até dourar. Acrescente 1 vidro de palmito picado (300 g), 2 tomates sem pele e sem semente cortados em cubinhos, 1 envelope de caldo de carne em pó, 2 colheres (sopa) de água misturada com 1 colher (sopa) de fécula de batata, sal e pimenta do reino a gosto e refogue por mais 3 minutos. Junte 1/2 xícara (chá) de azeitona verde picada e cheiro verde picado a gosto e misture.

 

 

Receitas.com

Farinha de coco faz emagrecer e controla doenças como o diabetes

O óleo de coco já transformou a rotina de muita gente que sofre para emagrecer. Depois dele, outro derivado da fruta deve fazer sucesso: a farinha (ou farelo) de coco já aparece como parte da alimentação voltada à perda de peso. “Esse produto é natural e tem baixos níveis de gorduras, já que elas foram retiradas para formar o óleo de coco”, afirma o nutrólogo Wilson Rondó, especialista do Minha Vida. “Além disso, a farinha de coco possui propriedades que favorecem a perda de peso, reduzem o colesterol ruim e até controlam os níveis de açúcar no sangue”, aponta o especialista.

A moda está chegando ao Brasil agora, mas o estudo mais abrangente sobre o assunto, publicado na revista Innovative Food Science and Emerging Technlologies, já dava a dica em 2006: os pesquisadores descobriram que a farinha de coco diminui o índice glicêmico dos alimentos e controla os níveis de colesterol das pessoas que comem sem impedir a absorção de outros nutrientes. Vendido em lojas de produtos naturais, o produto pode ser consumido acompanhando frutas, iogurte, vitaminas e até mesmo em receitas, como substituta da farinha de trigo. Entenda como ela age no organismo e aproveite os seus benefícios:

Melhora a saciedade

O nutrólogo Wilson Rondó, da Associação Brasileira de Nutrologia, de São Paulo, explica que as fibras respondem por 70% da composição da farinha de coco, quatro vezes mais que o farelo de aveia, por exemplo. Essa alta concentração deixa a digestão mais lenta e gera mais saciedade. “Ao ser digerido, o farelo de coco forma um bolo no estômago, fator que também contribui para adiar a fome”, afirma o especialista. “Você pode associar o farelo a frutas e ele irá retardar a digestão do prato como um todo, potencializando seu lanche.”

Não contém glúten

A farinha de coco não contém glúten, sendo indicada para pessoas que têm intolerância ao glúten ou doença celíaca. “Ela pode ser acrescentada a receitas de bolos, pães e tortas que geralmente seriam feitas com farinha de trigo, sem causar prejuízos ao sabor ou à composição do prato”, diz o nutricionista Israel Adolfo, de São Paulo.

Ajuda no controle do diabetes

Segundo uma pesquisa realizada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Instituto de Pesquisa sobre Alimentos e Nutrição das Filipinas, publicada em 2006 na revista Innovative Food Science and Emerging Technlologies, o índice glicêmico dos alimentos diminui quando eles são consumidos com a farinha de coco. Isso acontece porque o farelo contém fibras de lenta absorção que, ao serem digeridas, liberam açúcar no sangue em baixas quantidades, equilibrando as taxas de glicose e consequentemente ajudando no controle do diabetes. “Ao associar a farinha de coco com outros alimentos de alto índice glicêmico, como batatas, você estende os efeitos da lenta absorção a esses pratos também”, afirma Israel Adolfo.

Melhora o trânsito intestinal

O farelo de coco possui fibras que servem de alimento para a flora intestinal, ajudando a estimular o crescimento de bactérias boas para o aparelho, fazendo com que ele funcione melhor. “A farinha regula a digestão e é uma boa pedida para pessoas que sofrem com intestino preso”, diz o nutrólogo Wilson.

Fortalece a imunidade

O crescimento da flora intestinal benéfica proporcionado pelo farelo irá melhorar o funcionamento do intestino, e consequentemente ajudará na imunidade. Com esse sistema trabalho a todo vapor, nosso organismo irá combater com mais eficiência as bactérias ruins que entram pelo nosso corpo por meio da alimentação. “Além disso, o contato das fibras da farinha com a flora intestinal produz ácidos graxos de cadeia curta e triglicérides de cadeia média, que irão estimular o sistema de defesa como um todo”, afirma Wilson Rondó.

Controla o colesterol

O estudo desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa das Filipinas também descobriu que as fibras dietéticas provenientes da farinha de coco ajudam na redução do colesterol total, do colesterol LDL e dos triglicérides de pessoas com níveis moderadamente elevados. Para entender a ação da farinha de coco na redução dessa substância, Israel explica que muito do colesterol presente no nosso corpo é produzido pelo próprio fígado, para atuar na digestão de gorduras, e também é chamado de sal biliar. “Depois de ser usado na digestão dos alimentos, esse sal volta para o fígado, onde deve ser reabsorvido para produzir uma nova bile”, diz o especialista. No entanto, se a flora intestinal não estiver funcionando como deveria, ele não é absorvido e vai para a corrente sanguínea, elevando os níveis de colesterol no sangue. “Por ajudar a flora intestinal a funcionar melhor, a farinha de coco melhora indiretamente essa absorção do sal biliar, impedindo que ele se acumule no sangue e controlando suas taxas.”

Acelera o metabolismo

Se consumida diariamente, a farinha de coco pode acelerar o metabolismo, aumentando o gasto energético e favorecendo o emagrecimento. “Os triglicérides gerados pela digestão da farinha irão estimular o funcionamento da glândula tireoide, que está diretamente ligada ao bom funcionamento do metabolismo”, afirma Wilson Rondó. Isso fará com que nosso corpo gaste mais calorias ao longo do dia, ajudando na luta contra a balança.

Não impede a absorção de outros nutrientes

Ao contrário da fibra presente em outras farinhas e farelos, a fibra do coco não impedirá a absorção de certos minerais, fazendo com que eles sejam mais bem aproveitados pelo organismo. “Algumas fibras, ao serem digeridas, sequestram esses minerais e impedem sua absorção pelo organismo, efeito que não acontece com a farinha de coco”, diz Wilson Rondó. A absorção de cálcio é uma das mais beneficiadas pela ingestão de farinha de coco, o que irá ajudar no fortalecimento dos ossos e dentes e a prevenir doenças como osteoporose.

Uol