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Dupla é detida suspeita de fazer família refém e assaltar casa, em João Pessoa

Um homem de 18 anos foi preso e um adolescente de 17 anos foi apreendido nesta quinta-feira (25) suspeitos de invadir uma casa e fazer uma família refém no bairro Gramame, em João Pessoa. Segundo informações da Polícia Militar, o crime aconteceu na noite do último sábado (20).

A PM chegou até os suspeitos após denúncias anônimas de que havia material roubado em uma casa localizada no bairro Portal do Sol.

À TV Cabo Branco, uma das vítimas contou que quatro homens armados invadiram a residência e fizeram seis pessoas reféns. Três delas eram crianças.

A família foi amarrada e trancada em um quarto da casa. A ação durou cerca de 40 minutos. Do local, o grupo levou um carro, uma motocicleta e eletrodomésticos.

O homem e o adolescente foram encaminhados para a Central de Polícia da capital.

G1

 

Criança morre e família afirma que atendimento médico foi negado em hospital de João Pessoa

Alice, de 3 anos de idade, morreu na sexta-feira (24), após sofrer um AVC hemorrágico e ter constatada morte cerebral, no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. A família da menina alega que ela teve o atendimento negado no Hospital João Paulo II, devido a 12 dias que faltavam cumprir de carência no plano de saúde Smile.

Em nota, o Hospital João Paulo II informou que a criança foi atendida “com hipótese diagnóstica de meningite. Naquela ocasião, o quadro de saúde era estável, sem febre, sem convulsão e sem necessidade de oxigenoterapia […]. Não havia emergência, e se tratava de uma solicitação de internamento eletiva para investigação da hipótese de diagnóstico realizada na UPA, situação para a qual a paciente estava sob período de carência junto a seu plano de saúde”. A nota diz ainda que “realizou o encaminhamento para o hospital de referência para tratar doenças infectocontagiosas” e que “a criança não permaneceu nas dependências do Hospital João Paulo II por mais de 30 minutos”.

Também em nota, o plano de saúde Smile diz que não ocorreu qualquer ilegalidade. “Reiteramos a nota de esclarecimento de nosso prestador de serviços em todos os seus termos, ao passo que no colocamos à disposição para sanar eventuais dúvidas”.

O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) emitiu nota comunicando que irá abrir uma sindicância para apurar infração ética da equipe médica envolvida no caso de Alice. O caso está em análise e se forem constatados indícios de infração ética médica, é instaurado um processo ético-disciplinar contra os profissionais envolvidos.

Procura por atendimento médico para criança

De acordo com Leandro Gonzales, padrasto de Alice, no dia 18 de abril, quando estava dormindo na casa dos avós maternos, Alice acordou às 5h chorando e se queixando de uma dor de cabeça. Os avós de Alice perceberam que a boca da criança estava torta, e que um dos olhos estava tremendo. Os avós chegaram à conclusão de que Alice estava sofrendo convulsões e socorreram a neta para a Unidade de Pronto Atendimento Oceania, no bairro de Manaíra.

Na UPA, Leandro e Jéssica, mãe de Alice, encontraram com a criança. “A médica que estava lá nos atendeu super bem, mas ela não tinha o que fazer na UPA, eles não tinham os equipamentos necessários pra fazer um atendimento desse nível, ela precisava de uma tomografia urgente. Então a médica nos comunicou que iria fazer uma transferência”, disse Leandro.

Jéssica e sua filha Alice, de 3 anos; família acusa hospital por negligência médica, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Jéssica e sua filha Alice, de 3 anos; família acusa hospital por negligência médica, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Jéssica contou à médica que Alice tinha plano de saúde Smile, então a médica ligou para o Hospital João Paulo II, que atende ao plano. Quando a família estava saindo da UPA, foi informada que o atendimento foi recusado devido à carência do convênio.

“Ligaram do hospital dizendo que foi recusado o atendimento, devido à carência do plano de 6 meses, sendo que elas estavam no plano há 5 meses. Faltando 12 dias pra completar 6 meses, eles recusaram”, conta o padrasto de Alice.

A família retornou pra UPA onde tentaram entrar em contato com o plano de saúde. A empresa pediu uma série de documentos, incluindo uma declaração da médica sobre o caso de Alice. Eles enviaram o documento digitalizado e eles pediram manuscrito, eles fizeram manuscrito e foram para o hospital.

Chegando no Hospital João Paulo II, a equipe reforçou que o atendimento foi negado. “Nesse momento Alice estava nos braços da mãe, a médica em nenhum momento perguntou o estado de Alice, nem sequer olhou pra criança, em nenhum momento ofereceram uma maca para colocar a criança deitada”, desabafa Leandro.

Ainda conforme a família, a médica da UPA seguiu acompanhando o caso e entrou em contato com um amigo do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB), que atualmente está como unidade de referência para casos de Covid-19. Mesmo assim, a criança foi atendida na unidade.

No HULW, foi feita uma tomografia e constataram um AVC hemorrágico. O médico disse que Alice precisava ser levada para o Hospital de Emergência e Trauma. “Eu não tenho o que reclamar da rede pública por onde a gente passou, todos os profissionais foram excelentes”, relata Leandro.

Alice tinha 3 anos e morreu devido um acidente vascular cerebral, na PB — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Alice tinha 3 anos e morreu devido um acidente vascular cerebral, na PB — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

De acordo com o Hospital de Trauma de João Pessoa, no dia 18, por volta das 13h, Alice deu entrada no hospital, onde foi feito o atendimento de urgência. Os médicos constataram que metade do corpo de Alice estava paralisado e internaram a criança em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Durante a noite do mesmo dia, o cérebro de Alice continuou inchando e foi preciso uma cirurgia no crânio de urgência. Leandro relata que no dia 19, os médicos conversaram com Jéssica, mãe de Alice, e disseram desconfiar da morte encefálica da criança.

Na segunda-feira (20) foi iniciado o processo para confirmar a morte cerebral de Alice, de acordo com Leandro. Na quarta-feira (22), a morte cerebral de Alice foi confirmada.

“O procedimento é reduzir os medicamentos até o coração parar de bater, porém o coração dela começou a melhorar. Nós mobilizamos muita gente nessa cidade, em prol de oração, em prol de reza, em prol de buscar a Deus, em prol de um milagre. E realmente foi um milagre ela se manter bem até a sexta”, conta Leandro.

Na sexta-feira (24) os aparelhos de Alice foram desligados. A família de Alice alega negligência médica da equipe do Hospital João Paulo II e do plano de saúde Smile.

“Nós acreditamos que poderia ter acontecido algo diferente se o Hospital João Paulo II, mesmo se recusando a internar a gente, fazer o atendimento primário, fazer os testes que fizeram no HU. Poderiam ter indicado pra gente o melhor, indicar pra gente ir direto pro trauma, porque a gente não perderia tempo no translado. Se eles tivessem orientando a gente, a gente teria ganhado três horas. Se eles tivessem feito o mínimo, mas nem olhar pra criança eles olharam”, desabafa o padrasto.

Família de Alice pretende processar plano de saúde, hospital e médica por negligência, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

Família de Alice pretende processar plano de saúde, hospital e médica por negligência, em João Pessoa — Foto: Leandro Gonzales/Arquivo Pessoal

 

G1

 

 

Família de bebê de quatro meses morta por Covid-19 é internada com sinais da doença

Os tios da bebê de quatro meses, a vítima mais jovem do coronavírus no Brasil, foram internados com sintomas de Covid-19 em Campina Grande. Além dos dois adultos, os dois filhos do casal também foram transferidos da cidade de Taperoá para Campina Grande, com sintomas da doença.

A mulher foi a primeira a apresentar os sintomas suspeitos, mas o primeiro exame realizado ainda em Taperoá deu negativo, porém como ela continuou apresentando sintomas, todos foram transferidos.

A tia da bebê, e seus dois filhos foram internados no Hospital da Criança e do Adolescente na enfermaria e, de acordo com a Secretaria de Saúde do Município, têm quadro clínico estável. Já o tio da bebê está internado no hospital Pedro I com batimentos cardíacos acelerados e pressão alta. Ele está no isolamento.

Com a transferência da família, a população de Taperoá fica em alerta. Até o momento são 11 casos suspeitos na cidade e um óbito, que foi a bebê de quatro meses no dia 11 de abril.

Marília Domingues/Márcio Rangel

 

 

Mais de 3 milhões de mulheres chefes de família começam a receber auxílio emergencial

As mulheres chefes de família já começaram a receber o auxílio emergencial do Governo Federal. O total de recursos para as mais de 3 mil mães, só nessa primeira parcela, chega a R$ 2,8 bilhões. O valor a ser resgatado é de R$ 1.200 para mulheres que criam seus filhos com menos de 18 anos sozinhas. Para as mulheres sem marido ou companheiro, que vivem com crianças ou adolescentes de até 18 anos e se enquadram nos critérios da lei, o valor chega a R$ 1.800. Além disso, outras 1,5 milhão de mães receberão o piso do auxílio, no valor de R$ 600.

Segundo a Caixa Econômica Federal, o valor empenhado para pagamento da primeira parcela a pessoas registradas no Cadastro Único e Bolsa Família soma R$ 4,7 bilhões. O benefício de R$ 600 também foi liberado para mais de 2,5 milhões de cidadãos, demandando mais de R$ 1,5 bilhão em recursos. A estimativa é de que o auxílio emergencial chegue a mais de 51 milhões de pessoas registradas no Cadastro Único.

 

agenciadoradio

 

 

Pelo menos 25 mil famílias da Paraíba serão incluídas no Bolsa Família em abril, diz secretário

Pelo menos 25 mil famílias paraibanas de baixa renda serão incluídas no programa Bolsa Família a partir do mês de abril, conforme o secretário especial do Desenvolvimento Social, Sérgio Queiroz. A ampliação do benefício é uma das medidas de enfrentamento ao novo coronavírus no país.

O estado tem 494.822 famílias cadastradas no Bolsa Família, segundo dados do Governo Federal. Mais pessoas serão beneficiadas por meio de uma Medida Provisória (MP) para liberação de crédito extraordinário de mais de R$ 3 bilhões direcionados ao programa.

A decisão de ampliar o número de beneficiados foi anunciada, em nota, na sexta-feira (20) pelo Ministério da Cidadania, quando o órgão divulgou a previsão de incluir 1,2 milhão de famílias no programa.

O anúncio foi feito após governadores de sete estados do Nordeste entrarem com uma ação judicial que pedia a suspensão dos bloqueios feitos no benefício. Fizeram o pedido os governos de Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.

A solicitação foi acatada pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), na última segunda-feira (23). A decisão liminar (provisória), segundo o ministro, ultrapassa esses estados e tem validade para todo o país.

Em nota, o Ministério da Cidadania informou também que uma portaria publicada na última sexta (20) que suspendeu os bloqueios e cancelamentos dos benefícios por 120 dias.

O Bolsa Família é um programa de transferência de renda que atua em três eixos: complemento de renda, acesso a direitos – como educação, saúde e assistência social – e articulação com outras ações para garantir o desenvolvimento das famílias beneficiárias.

G1

 

João e demais governadores do NE pedem suspensão de cortes no Bolsa Família e solicitam reunião com ministros

O governador João Azevêdo participou, nesta sexta-feira (20), de videoconferência com os demais governadores do Nordeste, oportunidade em que foram discutidas medidas conjuntas entre os Estados de enfrentamento ao novo coronavírus. A reunião on-line também contou com a participação do vice-presidente da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa.

Na reunião, os gestores nordestinos aprovaram um documento que será encaminhado ao Governo Federal, solicitando a imediata suspensão dos cortes do programa Bolsa Família na região e cobraram reuniões com os ministros da Saúde e da Economia, Luiz Mandetta e Paulo Guedes, respectivamente, para tratar de auxílio aos Estados nas respectivas áreas.

Na ocasião, ainda ficou definido que os governos estaduais farão compras coletivas de equipamentos e insumos necessários para o enfrentamento à Covid-19. Medidas de isolamento para conter a disseminação do novo vírus também foi alvo de discussão entre os governadores.

O governador João Azevêdo ressaltou a importância da união de esforços e da troca de experiências para dar as respostas necessárias à população em relação ao combate ao novo coronavírus. “Esse momento pede a uniformização de medidas econômicas, por exemplo. Além disso, devemos focar em ações para restringir a circulação de pessoas porque o isolamento é decisivo no controle da propagação do coronavírus”, pontuou.

 

pbagora

 

 

Família de homem com caso suspeito de coronavírus está em quarentena, na PB

A família do homem de 59 anos que está sendo investigado como o primeiro caso suspeito de coronavírus na Paraíba está em quarentena por 14 dias. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, a medida foi necessária para evitar uma possível contaminação de outras pessoas e para quebrar a cadeia de transmissão, caso fique comprovado que o paciente foi infectado pelo vírus durante viagem à Itália.

Além da esposa do homem, de 55 anos, que viajou com ele, e está sem sintomas da doença, também estão em quarentena o filho, de 27 anos, e a nora, de 25 anos. Todos estão em quarentena em sua residência, orientados a não receberem visitas e não saírem de casa para fins de controle epidemiológicos. Uma equipe da vigilância epidemiológica mantém contato diário com eles para monitorar o quadro de saúde do grupo.

Já o homem está internado no Complexo Hospitalar Clementino Fraga desde a noite da última terça-feira (25). A expectativa da SES é que o resultado do primeiro exame seja divulgado nesta sexta-feira (28), mas ainda será feito um outro exame mais conclusivo.

Ele esteve em viagem à Itália entre os dias 14 e 23 de fevereiro, chegando ao Brasil na segunda-feira (24), em voo internacional com destino a Recife. Ele buscou o atendimento médico por conta própria, acompanhado por familiares.

Ao hospital, o paciente relatou que apresentou no dia 10 de fevereiro um resfriado e que já viajou apresentando tosse seca, mas sem relato de febre neste período. Ainda durante a viagem, o homem, que reside em João Pessoa, apresentou sintomas como tosse, febre e coriza.

O Complexo de Doenças Infectocontagiosas Clementino Fraga, onde o paciente está internado, é uma unidade preparada para atender casos suspeitos de coronavírus, conforme plano estadual para notificação e assistência divulgado pela SES em janeiro. Qualquer caso que se encaixe no perfil deve ser transferido para o hospital.

Além do Clementino Fraga, o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), também em João Pessoa, está apto para atender casos suspeitos exclusivamente em pacientes da pediatria.

Foto: Kleide Teixeira / Jornal da Paraíba

G1

 

Família é surpreendida com incêndio em residência; carregador teria sido a causa

Uma casa foi destruída por um incêndio, no bairro do Sesi, em Bayeux, na noite desta quarta-feira (23). No local moram quatro pessoas, entre elas duas crianças, mas não havia ninguém no momento do acidente.

A dona da casa estava em um curso e o esposo havia ido buscá-la, as duas crianças de dois e sete anos estavam na casa de parentes. A família acredita que um curto circuito gerou o incêndio, pois depois que as chamas foram apagadas, um carregador foi encontrado conectado à tomada. A mulher trabalha como manicure e tinha uma pequena esmalteria em casa, ela perdeu tudo.

Uma senhora que é mãe da dona da casa, e mora em frente ao local, passou mal por conta do pânico gerado e precisou ser socorrida pelo Samu.

Casas vizinhas também foram atingidas, mas sem gravidade. Já do imóvel restou apenas as paredes.

Marília Domingues / Flávio Fernandes

 

 

Adolescente de 14 anos é agredida por não fazer almoço do companheiro, na PB, diz família

Uma adolescente de 14 anos foi agredida, na tarde de quarta-feira (15), em Campina Grande. O suspeito é o pelo companheiro dela, de 24 anos, conforme relato da família à polícia. De acordo com a mãe da vítima, o companheiro da menina a agrediu por ela não ter feito o almoço dele. O casal estava junto há quase 2 anos e tem uma filha de 8 meses.

Segundo o relato da mãe da vítima à polícia, o crime aconteceu após o suspeito chegar em casa e ficar nervoso por não encontrar o seu almoço pronto. Ele teria agredido a jovem verbalmente, jogado ovos nela e a arrastado pelos cabelos para fora da residência.

Ainda conforme a mãe da adolescente, o companheiro é usuário de drogas e só parou com as agressões quando um vizinho se aproximou e o impediu.

Após o crime, a família compareceu à Central de Polícia para registrar um Boletim de Ocorrência. Segundo a polícia, a família da vítima solicitou medida protetivas de urgência. O pedido foi encaminhado ao juiz nesta quinta-feira. O suspeito ainda não foi localizado.

G1

 

Acidente mata três pessoas de mesma família e deixa duas feridas

Duas mulheres e um bebê morreram na noite da terça-feira (7) após a caminhonete em que estavam colidir em um caminhão, na BR-412, em São João do Cariri, no Cariri da Paraíba. Segundo informações da Polícia Civil, outra criança que estava no veículo ficou ferida e foi socorrida e encaminhada para o Hospital de Trauma de Campina Grande.

De acordo com a polícia, a caminhonete colidiu com o caminhão do tipo caçamba. Estavam no veículo um homem, duas mulheres, uma criança e um bebê todos da mesma família. As duas mulheres, que eram mãe e filha, morreram logo após o acidente.

A criança, de 5 anos, e o bebê, de um ano, foram socorridos para o Hospital Geral de Serra Branca. De acordo com a unidade hospitalar, o bebê morreu no hospital. Já a criança foi reanimada e transferida para o Hospital de Trauma de Campina Grande, onde permanece internado na UTI em estado de saúde considerado grave.

Ainda estava no veículo o motorista, que era o pai das crianças e esposo de uma das mulheres. Ele teve apenas ferimentos leves. A Polícia Civil ainda não sabe o que teria causado o acidente e confirmou que as vítimas eram da cidade de Sertânia, Pernambuco.

G1