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Menina de 11 anos tira família de casa de taipa escrevendo livros a mão em Remígio, PB

Rita de Cássia tem apenas 11 anos e uma vontade de gente grande para ajudar a família a ter uma vida melhor na zona rural da cidade de Remígio, a 157 km de João Pessoa. A menina escreve livros com histórias infantis com a própria letra e vendem para conseguir reformar a casa em que moram. A história de Rita de Cássia ficou conhecida após ela gravar um vídeo promovendo suas obras.

A casa onde ela, a mãe e a irmã moravam era feita de taipa e barro. A mãe de Rita de Cássia, Jacimary Carvalho, explicou que o teto era forrado com plástico, um material insuficiente para evitar que molhasse dentro de casa quando chovia. “Eu tinha que ir com um balde, retirar a água do plástico e às vezes dormia até com uma bacia em cima da cama”, comentou.

A menina vendo a mãe em uma situação financeira precária, decidiu montar com os materiais que tinha à disposição histórias em livretos para vender. As folhas de papel e as canetinhas, material necessário para produzir os livros foram doados a Rita de Cássia. Os livros também contam com desenhos feitas pela menina.

A criatividade da estudante fez com que ela escrevesse mais de 80 livrinhos com histórias infantis. No início, a mãe não acreditou muito nas vendas, mas resolveu fazer o vídeo com Rita de Cássia promovendo suas obras.

Livros de Rita de Cássia são feitos com materiais doados por amigos — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Livros de Rita de Cássia são feitos com materiais doados por amigos — Foto: Reprodução/TV Paraíba

“Ela sempre escrevia, aí depois que ela viu a situação da gente, ela resolveu que queria ajudar. Chorava, falava que era inútil, que não podia fazer nada. Mas eu falava que não era inútil, era criança e que tinha que estudar. Que ela só poderia ajudar a mãe dela quando crescesse”, relatou a mãe.

Mesmo após a mãe rejeitar a ajuda, Rita e sua irmão começaram a fazer frases de auto-ajuda e vender para vizinhos. “Foi então que, para acalmar o coração delas, decidimos colocar no Facebook”, comentou a mãe. E foi a partir do vídeo em que Rita de Cássia aparece oferecendo os livros escritos a mão que veio a ajuda.

A gravação viralizou nas redes sociais e um grupo formado por cerca de 15 pessoas se reuniram para ajudar a levantar uma nova casa para Rita de Cássia e sua família. Pedro Lima, empresário, foi um dos que se sensibilizaram com o vídeo e doou materiais de construção para a nova casa, que vai ser construída no lugar na casa de taipa, que foi derrubada.

Rita de Cássia escreveu mais de 80 histórias infatins para ajudar a família — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Rita de Cássia escreveu mais de 80 histórias infatins para ajudar a família — Foto: Reprodução/TV Paraíba

“Vários doaram cimento, um doou a madeira do telhado, outro doou tijolo, outro a louça do banheiro, outro doou caixa d’água e por aí vai. As doações continuam chegando”, explicou Pedro.

A obra da nova casa ainda está na fase de alicerce, mas a expectativa é de que em cerca de 60 dias uma casa novinha esteja pronta. Enquanto a casa não é construída, Rita de Cássia, sua mãe e irmã seguem morando na casa de uma prima, onde segue produzindo suas histórias, escrevendo seu próprio mundo e transformando a própria realidade.

G1

 

Gkay se solidariza com família de Evandyr Melo após acidente e faz alerta

A digital influencer paraibana Gkay publicou, no fim da tarde desta quinta-feira (5), condolências à família do empresário Evandyr Melo.

O empresário morreu em acidente de carro na manhã desta quinta-feira (5), após sair de uma festa no Hotel Tambaú, que reuniu várias celebridades e influencers digitais.

“O primeiro story que quero fazer é me solidarizando pela família de Evandy Melo, o empresário que estava aqui presente”, começou ela em seu Instagram. “Para quem não sabe, ontem no final da festa o empresário que estava aqui presente saiu da festa, dirigiu alcoolizado e sofreu um acidente que infelizmente levou a vida dele”, disse Gkay, em publicação em seus Stories do Instagram.

“Infelizmente às vezes acontecem coisas fatais como essa”, concluiu Gkay.

 

clickpb

 

 

Ricardo diz que família Bolsonaro sempre flertou com a Ditadura, mas, gostando ou não, jurou seguir a Constituição

O ex-governador e atual presidente da Fundação João Mangabeira, Ricardo Coutinho (PSB), viu com preocupação a fala de Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), sobre um “novo AI-5” em caso de uma suposta radicalização da esquerda no Brasil. Na ocasião, o parlamentar comentava os protestos no Chile.

“É muito grave a fala de Eduardo Bolsonaro sobre um novo AI-5 caso a ‘esquerda radicalize’. A declaração é inaceitável porque fere a nossa democracia e ameaça o Congresso Nacional”, afirmou.

Ricardo lembrou que a família Bolsonaro sempre flertou com a Ditadura Militar, seja através de manifestações favoráveis a ações como tortura ou a figuras desse período nebuloso do Brasil, como o coronel Brilhante Ustra, que colocava ratos nas vaginas de mulheres detidas. O socialista afirmou, no entanto, que Eduardo jurou seguir a Constituição – gostando ou não.

“Não é novidade que a família Bolsonaro flerta com o autoritarismo e a ditadura, mas gostando ou não, o deputado jurou seguir a Constituição”, finalizou.

PB Agora

 

 

Bolsa Família: MP com 13º salário anual anunciado pelo governo só prevê benefício para 2019

Embora o governo federal tenha anunciado o pagamento anual do 13ª salário do programa Bolsa Família, a medida provisória que trata do benefício, publicada nesta quarta-feira (16) no “Diário Oficial da União”, assegura somente o pagamento da parcela em dezembro deste ano.

A assinatura da MP foi feita nesta terça (15) durante cerimônia no Palácio do Planalto, mas o texto da medida provisória só foi disponibilizado nesta quarta.

Apesar do anúncio de que o benefício seria pago anualmente, o texto da medida provisória contradiz o governo, e diz expressamente que o pagamento será feito apenas em 2019. A MP incluiu na lei que instituiu o Bolsa Família o seguinte artigo:

“Art. 2º-B. A parcela de benefício financeiro de que trata o art. 2º relativa ao mês de dezembro de 2019 será paga em dobro”.

Não há no texto da medida provisória nenhuma referência ao pagamento do benefício nos próximos anos, apesar do anúncio na cerimônia e de ter sido publicado um texto sobre o Bolsa Família no site da Presidência, no qual o governo afirmava que o pagamento seria anual. O texto foi atualizado pela assessoria do Palácio do Planalto às 11h08 desta quarta, depois de publicada a reportagem.

Na nova versão do texto, o governo fala apenas do pagamento do 13º em dezembro deste ano.

Procurados pelo G1, Palácio do Planalto e Ministério da Cidadania informaram que a parcela do 13º está prevista para 2019. As assessorias, porém, não deram informações sobre o benefício ser pago nos próximos anos e como viabilizar o pagamento.

Nesta terça-feira, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, afirmou que “a partir do ano que vem, a própria previsão do Orçamento já vai estar colocada essa questão do 13º, e daqui pra frente vai ter essa parcela”.

O valor previsto para o programa Bolsa Família em 2020, entretanto, é de R$ 30 bilhões, o mesmo valor que estava previsto para 2019 antes da assinatura da medida provisória.

Montagem com versão anterior e versão atualizada de texto publicado pelo governo sobre o Bolsa Família no site da Presidência  — Foto: Reprodução

Montagem com versão anterior e versão atualizada de texto publicado pelo governo sobre o Bolsa Família no site da Presidência — Foto: Reprodução

Tramitação

Por se tratar de medida provisória, o ato do presidente já terá força de lei assim que publicado no “Diário Oficial da União”. Para se tornar uma lei em definitivo, porém, a MP precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional, em até 120 dias.

Com isso, para que o benefício seja pago anualmente, a medida provisória precisará ser modificada pelos parlamentares durante a tramitação no Congresso Nacional.

De acordo com o Ministério da Cidadania, o pagamento do benefício em 2019 custará R$ 2,5 bilhões aos cofres públicos. Os recursos têm origem no incremento de R$ 2,58 bilhões ao orçamento do ministério, feito em março.

O programa

De acordo com a Caixa Econômica Federal, o Bolsa Família atende atualmente a 13,9 milhões de famílias de baixa renda em todo o país.

São beneficiárias as famílias consideradas:

  • extremamente pobres: com renda mensal de até R$ 89 por pessoa;
  • pobres: com renda mensal de até R$ 178 por pessoa, mas que incluam gestantes ou crianças e adolescentes de até 18 anos.

O benefício parte de R$ 89 mensais e pode receber parcelas adicionais de:

  • R$ 41 para crianças, adolescentes e gestantes;
  • R$ 48 para adolescentes de 16 ou de 17 anos.

O valor total do pagamento não pode ultrapassar R$ 372 por família.

G1

 

No WhatsApp, família vem antes de política, constata pesquisa do Datafolha

O brasileiro afirma discutir mais assuntos de família do que de política no WhatsApp, aponta pesquisa Datafolha sobre o uso de redes sociais e o comportamento dos usuários no aplicativo de mensagens.

Considerando-se os 69% dos entrevistados que afirmam ter conta no WhatsApp, os assuntos citados por eles como os mais discutidos nos grupos são família (39%), trabalho (31%), política (30%), amigos (15%), futebol (14%), escola (13%) e religião (12%). A resposta era espontânea e múltipla, ou seja, o entrevistado poderia citar mais de um tema.

O Datafolha ouviu 2.086 pessoas nos dias 4 e 5 de julho em 130 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento aponta ainda que 7 em cada 10 brasileiros adultos, ou 72%, dizem possuir conta em pelo menos uma rede ou aplicativo social. O mais popular é o WhatsApp (69%), seguido de Facebook (59%), Instagram (41%) e Twitter (16%).

Entre aqueles que dizem ter conta em alguma rede social, 19% afirmam seguir o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em ao menos uma rede, ante 44% que não o seguem.

Bolsonaro afirmou na última sexta-feira (12) que é censurado pelo WhatsApp, referindo-se à limitação no encaminhamento de mensagens no aplicativo.

“Uma maneira de me cercear foi diminuir o alcance do WhatsApp”, disse em uma live nas redes sociais. “Há censura em cima disso. Temos que lutar contra isso.”

Nas eleições do ano passado, bolsonaristas tiveram como uma das principais estratégias de campanha a atuação por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens.

A restrição no reenvio, implantada em janeiro deste ano, foi uma tentativa de combater a disseminação de informações falsas e rumores, segundo o aplicativo que pertence ao Facebook.

Anteriormente, era possível encaminhar mensagens para 20 outros usuários ou grupos, número que caiu para cinco pessoas por vez com a nova medida.

Entre os pesquisados pelo Datafolha que têm conta no WhatsApp, metade (49%) participa de até cinco grupos, e apenas 24% não participam deles -a média é a de sete grupos por usuário.

A faixa etária que mais participa dos grupos -considerando a fatia de 1 a 5 grupos- é a de entrevistados com 45 a 59 anos (55%), enquanto aqueles com 60 anos ou mais são os que menos participam (44%).

Entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, só 23% não estão em nenhum grupo. Esse percentual chega a 36% entre os usuários com 60 anos ou mais.

Os mais velhos, com 60 anos ou mais, estão mais presentes (37%) que os jovens de 16 a 24 anos (24%) em grupos que discutem política.
Esse assunto também é mais citado por homens -35% ante 25% de mulheres- e pessoas com renda familiar mensal de mais de dez salários mínimos -54% ante 22% de quem tem renda de até dois salários mínimos.

Em relação ao critério da avaliação do governo Bolsonaro (este, aliás, usuário assíduo de redes sociais), entrevistados que reprovam a gestão ou a aprovam se dizem mais ativos (36% e 32%, respectivamente) em grupos de política no WhatsApp do que aqueles que avaliam o presidente como regular (21%).

Pesquisados que avaliam o governo como ótimo ou bom são os que mais discutem família (44%), enquanto os que consideram o presidente ruim ou péssimo e afirmam discutir esse tema nos grupos são 35%.

Analisando-se o partido de preferência, 50% dos entrevistados que discutem política em grupos no WhatsApp citam o PSL de Bolsonaro, ante 40% do PSDB e 32% do PT.”

A maior fatia de entrevistados (37%) afirma participar de grupos com até 25 pessoas, enquanto 24% dizem estar em grupos com 26 a 50 pessoas, 14%, grupos de 51 a 100 usuários, e 17%, 101 ou mais.

 

FOLHAPRESS

 

 

Bananeiras: Idosa dá exemplo de honestidade e cancela Bolsa Família após aposentadoria 

O cidadão brasileiro já está até acostumado a ver, quase que diariamente no noticiário, exemplos de corrupção que vão desde pequenos até grandes atos. Maria Aparecida poderia ter sido mais uma a buscar o caminho da desonestidade. Mas, ao contrário disso, ela decidiu fazer diferente e fazer o certo.
Depois de uma vida inteira de trabalho e de ter passado anos dependendo do Programa Bolsa Família para conseguir manter a mesa de sua família farta, Dona Maria conseguiu, enfim, se aposentar.
Moradora do Sítio Gambá, município de Bananeiras, no Brejo paraibano, Dona Maria Aparecida, logo após receber o benefício da aposentadoria, foi até o CRAS e realizou o desligamento voluntário do Bolsa Família e teve sua atitude elogiada, já que muitos outros paraibanos não têm a mesma atitude.
Para se ter uma ideia de que a decisão de Dona Maria, apesar de ser a mais correta, nem sempre é a tomada por todos, em junho deste ano o Ministério da Cidadania recuperou mais de R$ 27,1 mil de 15 beneficiários do Bolsa Família na Paraíba. Essas pessoas estavam recebendo o benefício de forma indevida. Foi a primeira vez que o Governo Federal conseguiu reaver recursos que estavam sendo pagos a pessoas que não atendiam aos critérios de elegibilidade do programa.
Redação FN

 

MPF investiga fraude no Bolsa Família na Paraíba

Mais uma vez o Ministério Público Federal da Paraíba (MPF-PB) investiga suposta fraude no recebimento do benefício do programa governamental Bolsa Família.

Conforme a portaria desta sexta-feira (21) e publicada nesta quinta-feira (20), o MPF-PB instaurou um inquérito civil contra Nílton Carlos Oliveira, que, segundo o relato, não preenche os requisitos legais para figurar como beneficiário da política pública.

A portaria é assinada pelo procurador Anderson Danillo Pereira Lima.

MaisPB

 

 

Família confirma que corpo encontrado é da modelo Caroline Bittencourt

O corpo encontrado na tarde desta segunda-feira (29) praia das Cigarras, em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo é da modelo Caroline Bittencourt, de 37 anos. A informação foi confirmada ao G1 pelo sogro dela, Alfredo Sestini.

Ela sumiu na tarde de domingo (28) ao cair da lancha onde estava com o marido, Jorge Sestini – com quem se casou em janeiro deste ano. Ele, que está em choque, foi resgatado por um marinheiro após cerca de 5 horas no mar em busca da esposa.

O corpo de Caroline foi achado por uma embarcação civil, que ajudava nas buscas. Os tripulantes acionaram os bombeiros. Ela foi achada a cerca de 4 quilômetros de onde tinha desaparecido, por volta das 16h.

Lancha

A embarcação onde o casal estava foi achada por volta de meio-dia desta segunda-feira (29) perto da praia de Massaguaçu, em Caraguatatuba. A lancha estava naufragada e foi rebocada para uma marina.

O corpo vai para o IML de São Sebastião. Além do marido, Caroline deixa uma filha de 17 anos.

Isabelle é filha de Caroline Bittencourt — Foto: Instagram/Reprodução

Isabelle é filha de Caroline Bittencourt — Foto: Instagram/Reprodução

Bombeiros levam para continente corpo retirado do mar

Bombeiros levam para continente corpo retirado do mar

Modelo Caroline Bittencourt é encontrada morta após cair no mar — Foto: Igor Estrella/G1

Modelo Caroline Bittencourt é encontrada morta após cair no mar — Foto: Igor Estrella/G1

Carreira

Caroline Bittencourt tinha 38 anos. Ela nasceu no dia 13 de dezembro de 1981. Na televisão, trabalhou na RedeTV!, como repórter do programa Top Report e na RecordTV, com o quadro Sete Segredos no Hoje em Dia.

Ela trabalhou como modelo na Itália para estilistas como Valentino Garavani e Roberto Cavalli.

Caroline ganhou fama em 2005 após ser expulsa do casamento de Daniela Cicarelli e Ronaldo Fenômeno. Ela foi acompanhada do então namorado e convidado para a festa, o empresário Alvaro Garnero, mas, segundo a noiva, não podia participar da festa porque não tinha convite.

 

G1

 

 

Pastor paraibano é um dos mortos em desabamento no RJ; solanense continua desaparecida junto com a família

O pastor evangélico paraibano Cláudio Rodrigues, de 40 anos, é um dos mortos confirmados após o desabamento de dois edifícios na comunidade Muzema, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ocorrido na manhã desta sexta-feira (12). A confirmação da morte do religioso ao Portal Correio foi feita pela jornalista Leila Oliveira, tia da vítima.

De acordo com a jornalista, Cláudio, que morava no terceiro andar de um dos prédios, ainda foi socorrido com vida, mas sofreu quatro paradas cardíacas e faleceu no hospital. A esposa dele, Adilma Rodrigues, de 35 anos, segue internada em estado grave. Conforme Leila, ela teve fratura de bacia ao ser atingida por uma viga e já passou por uma cirurgia. A filha do casal, de 10 anos, sofreu fratura em uma das pernas, mas já recebeu alta hospitalar e está abrigada na casa dos avôs.

“Eles moravam no prédio há apenas uma semana. A família saiu de outro edifício que alagava quando chovia, na mesma comunidade”, contou Leila Oliveira.

Cláudio era natural da cidade de Serra Branca, no Cariri paraibano, a 230 km de João Pessoa, e se mudou com os pais para o Rio de Janeiro na década de 1980.

Desaparecidos

Membros de outras famílias paraibanas seguiam desaparecidos até a noite desta sexta-feira:

Família de quatro pessoas

Conforme Jandir Silva, estão desaparecidos o irmão dele, Jeferson da Silva Trajano, a esposa de Jeferson, Carla Batista, e os dois filhos do casal, crianças de quatro e seis anos. Eles são da cidade de Cacimba de Dentro, a 170 km de João Pessoa. Apenas Carla é natural de Solânea, a 130 km da capital paraibana. As informações foram passadas ao programa Correio Debate, da Rede Correio Sat.

Jandir explicou que a última vez que manteve contato com o irmão foi na noite dessa quinta (11). Eles têm restaurantes no Rio de Janeiro, cidade para onde Jandir foi morar há cerca de três meses e onde o irmão já mora desde a adolescência.

“Ele estava dormindo no restaurante porque esse prédio onde ele mora teve problemas por causa das chuvas aqui no Rio. Só que ontem [quinta], ele acabou voltando para o apartamento, sem dizer o motivo”, explicou. Segundo Jandir, a família mora no térreo de um dos prédios que desabou.

Mãe e filho

Verônica Pereira informou ao Portal Correio na tarde desta sexta-feira (12) que a irmã dela, Flávia Pereira, e o filho de Flávia, de três anos, estão desaparecidos após o desabamento. A família é da cidade de Riachão do Poço, a 44 km de João Pessoa.

Verônica está em Riachão do Poço. Ela explicou que Flávia estava em casa na hora do desabamento, enquanto o marido saiu para trabalhar. Segundo Verônica, mais quatro irmãos acompanham as buscas do Corpo de Bombeiros no local

Trabalhos de resgate

Subiu para cinco o número de mortos na tragédia. Mais dois corpos foram localizados pelos bombeiros, no início da noite desta sexta-feira, onde dois prédios desabaram.

Por volta das 19h, os militares também encontraram uma criança com vida entre os escombros. Com a ajuda de holofotes, os socorristas trabalham no resgate.

O trabalho não tem previsão para terminar, já que ao menos 10 pessoas continuam desaparecidas. Outros 10 feridos foram levados a hospitais da região ao longo do dia.

*Com informações do R7

 

 

Família do município de Cacimba Dentro está entre os desaparecidos após quedas de prédios no RJ

Paraibanos de uma mesma família do município de Cacimba Dentro estão estre os desaparecidos após o desabamento de dois prédios no município do Rio de Janeiro, Capital Carioca, ocorrido na manhã desta sexta-feira (12).

Paraibanos do município de Cacimba de Dentro estão desaparecidos no Rio de Janeiro após desabamento de dois prédios nesta sexta-feira (12). O professor paraibano, Jandi, disse

Em entrevista à rede Correio Sat, o professor paraibano Jandi, parente das vítimas, disse nutrir esperanças de ainda encontrar os familiares com vida.

Pelo menos quatro familiares estão desaparecidos, são eles: o irmão Jefferson da Silva Trajano, a cunhada Carla Batista e os sobrinhos Enzo e Arthur.

“Caiu laje sobre laje e ele morava no térreo. O prédio caiu inclinado para trás. A nossa esperança é que eles estejam dentro de algum ‘bolsão de ar’, protegidos por alguma laje. (Na casa) era ele, a esposa, e dois filhos: um de três anos e um de seis”, disse o professor Jandi em entrevista ao progrma radiofônico.

O educador estava morando com o irmão e saiu do imóvel há 30 dias. “Morei com ele uns dois meses. Tem um mês e pouco que eu tinha me mudado.”

Ainda segundo o professor Jandi, Jefferson estava dormindo no próprio restaurante desde o temporal que atingiu o Rio de Janeiro, mas que, nessa noite de quinta-feira (11), decidiu voltar para o apartamento. “Ele estava dormindo no restaurante e decidiu vir dormir em casa nessa noite.”

Até agora os Bombeiros contabilizam dois mortos e pelo menos seis feridos.

 

pbagora