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Polícia apreende mais de 5 mil comprimidos de artane, dinheiro falso e máquinas para arrombar cofres

A Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas de João Pessoa fez apreensão de grande quantidade de entorpecentes, dinheiro falso e material para usar em arrombamentos de cofres, em uma casa no bairro José Américo, na tarde desta segunda-feira (15).

O delegado Getúlio Machado, informou ao Portal ClickPB, que na ação mais de 5 mil comprimidos de artane e uma quantia de R$ 2 mil em notas falsas foram encontradas. Segundo ele, as cédulas tem forte indícios de serem falsas e estão distribuídas em notas de R$ 100, R$ 20 e R$ 10, que serão periciadas; também foram apreendidas seis máquinas utilizadas para arrombamento de cofres e balança de precisão.

Getúlio ainda informou que a ação foi continuação da operação feita neste domingo (14) em que foram apreendidos 200 cartuxos de fuzil em uma casa.

No momento da apreensão não havia ninguém na casa. “Mas a proprietária de todo esse material já está presa. Foi presa ontem. Essa operação foi continuação daquela prisão que foi feita ontem, que prendeu a Morgana com 309 cartuchos de fuzil”, disse o delegado Getúlio Machado. A dona da casa foi uma das três pessoas detidas com o material supostamente utilizado para arrombamento a bancos. “Vamos instaurar o inquérito policial e a investigação continua”.

 

clickpb

 

 

Falso padre é preso em João Pessoa suspeito de estelionato

Um homem foi preso na tarde desta sexta-feira (28) acusado de aplicar golpes em bairros da Zona Sul de João Pessoa. O suspeito se passava por padre para sensibilizar as vítimas.

De acordo com a polícia, mais de dez empresas que atuam no ramo de locações e organizações de eventos teriam sido lesadas pelo suspeito.

Após a prisão do falso padre, a polícia convoca os empresários que teriam sido lesados por ele para comparecem à Central de Polícia, no bairro do Geisel, na Capital.

Confira vídeo do momento da prisão:

PB Agora

 

 

Bandidos montam fábrica de cédulas falsas em Solânea e PM desmonta esquema

A guarnição comandada pelo Capitão Leite estava participando da Operação Nômade na área da 3ª Cia/4º BPM, por volta das 19h desta sexta-feira (17), quando foi acionada por populares informando que 2 indivíduos estavam passando moeda falsa de R$ 10 e R$ 20 reais no centro da cidade de Belém-PB.

A guarnição diante das informações saiu em diligencia, vindo a localizar um dos suspeitos e o mesmo confessou ter passado uma cédula de 20 reais no estabelecimento de um senhor de 70 anos de idade.

Ainda nas buscas foi encontrado no mesmo local uma folha impressa de notas de 10 e 20 reais, sendo indagado ao suspeito onde estaria seu comparsa, foi apurado que ambos haviam se hospedado em um hotel na cidade de Solânea.

Sendo assim, a guarnição seguiu para Solânea e com o apoio da guarnição do CPU e Núcleo de Inteligência da 7ª CIPM, foram ao Hotel onde localizaram o segundo suspeito, e no quarto onde o mesmo encontrava-se, foram apreendidos 20 cédulas de R$ 10 reais e 13 de R$ 20 reais, todas falsas, uma impressora HP, dois cartuchos de impressora, duas folhas com cédulas falsas impressas, duas réguas e dois aparelhos celulares Motorola, entre outros objetos.

Os acusados e todo o material apreendido foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil de Guarabira onde foram apresentados ao delegado plantonista para serem adotadas as medidas previstas em lei.

 

Matéria atualizada

Portal 25 Horas 

 

 

 

No TSE, especialistas apontam dificuldade para combater conteúdo falso no WhatsApp

Especialistas em conteúdo falso na internet, as chamadas “fake news”, ressaltaram nesta sexta-feira (17) as dificuldades de se combater a prática no aplicativo de mensagens WhatsApp. Eles falaram durante o segundo dia do “Seminário Internacional Fake News e Eleições”, promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O consultor de marketing digital Marcelo Vitorino definiu o aplicativo como “uma terra perdida”.

“Em relação à criptografia ponta a ponta não tem o que fazer. O WhatsApp é uma terra perdida. Como é mensagem de usuário para outro usuário, a gente não teria nem como atuar ali”, ressaltou Vitorino.

Para ele, é necessário que partidos políticos façam um trabalho de conscientização entre seus militantes. O consultor também destacou que não há a possibilidade de se acabar totalmente com as “fake news”, mas que o problema pode ser reduzido com a atuação conjunta dos três Poderes.

“Temos que trabalhar juntos, Legislativo, Executivo e Judiciário. Acredito que só com a união dos três Poderes, envolvendo todos os entes, é que esse problema vai ser reduzido”, afirmou.

O coordenador de projetos sobre democracia e tecnologia, do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio, Marco Konopacki, destacou o potencial viral de disseminação de mensagens com conteúdo falso pelo WhasApp.

“Com poucos compartilhamentos e cliques você tem a potencialidade de atingir até 65 mil pessoas num fluxo muito rápido”, disse Konopacki.

Segundo ele, as dificuldades de se auditar conteúdos veiculados pelo aplicativo e regular o compartilhamento de informações ocorrem, porque, além da criptografia, há poucas informações associadas a um vídeo propagado. Não se sabe, por exemplo, quem encaminhou, quem assistiu e quem repassou o conteúdo a terceiros.

Konopacki disse ainda que os usuários do WhasApp não dão retorno sobre as informações recebidas em suas interações no aplicativo.

“O WhatsApp não tem uma ferramenta como o Facebook de denunciar um conteúdo”, lembrou.

Ele destacou ainda que o desafio é regular e derrubar a desinformação, preservando liberdade de expressão e a privacidade dos usuários.

G1 

 

 

Ex-candidato em Araruna é acusado de apresentar documento falso para conseguir registro   

availdoO ex-candidato a vice-prefeito pela coligação Unidos Por Araruna, Availdo Azevedo (PSB), está sendo acusado pela Câmara Municipal de apresentar documento falso para conseguir o deferimento da sua candidatura. O Ministério Público pediu a impugnação do registro do candidato, alegando que ele teve as suas contas rejeitadas quando prefeito do município, se enquadrando assim na Lei da Ficha Limpa. Availdo, por sua vez, recorreu da decisão apresentando certidão falsa da Casa Legislativa, assinada por sua sobrinha, de que não teria sido notificado do julgamento das suas contas de 2007. O socialista desistiu de disputar o posto e alega perseguição.

Ofício encaminhado pela Câmara de Vereadores à Justiça Eleitoral atesta que não há nos registros da Casa documento apresentado pelo socialista de que não existia convocação para defesa oral ou escrita para que apresentasse defesa referente ao julgamento da prestação de contas referente ao exercício financeiro de 2007. Vale lembrar, de acordo com as informações da Câmara, que Availdo assinou documento que mostra estar ciente das análises das contas e, além disso, compareceu à sessão de julgamento.

Tal documento falso, segundo processo da Casa Legislativa, foi emitido pela sobrinha de Availdo, a funcionária em comissão da Casa Ivana Samara Alcântara de Lima. “Não se inclui entre as atribuições da referida servidora o poder de analisar toda a documentação da Casa, razão pela qual não poderia a mesma prestar a referida certidão. Ademais, a própria informação certificada não condiz com a realidade dos fatos”.

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou a prestação de contas do ano de 2007 do então prefeito irregular. A Câmara Municipal de Vereadores do Município aprovou o parecer da Corte de Contas, mantendo, assim, a reprovação das contas do ano de 2007. A decisão conta no Decreto Legislativo nº 01/2013, publicado em 31 de maio de 2013.

Vale ressaltar, que em recente julgado o plenário do STF firmou entendimento que é da Câmara Municipal a competência para julgar as contas de governo e as contas de gestão de prefeitos (Res 848826 e 729744). Com base nisso, a Coligação Confiança do Povo ingressou com Ação de Impugnação ao Registro de Candidatura (AIRC), processo nº 29-08.2016.6.15.0020.

Assessoria 

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Advogado diz que Wada confirmou falso positivo e deve rever caso Alecsandro

Cesar Greco/Ag Palmeiras
Cesar Greco/Ag Palmeiras

O caso envolvendo o doping de Alecsandro pode sofrer uma reviravolta. Nesta terça-feira (6), o advogado do jogador, Bichara Abidão Neto, afirmou que a WADA (Agência Mundial Antidoping) confirmou aos representantes do atacante do Palmeiras, no final da tarde, que o metabólito consumido pelo Alecsandro gera um falso positivo em exames anti-doping, pois se assemelha a outra substância que é proibida pelo controle anti-dopagem.

Com essa constatação da agência em mãos, o staff do jogador buscará extinguir a suspensão do atleta.

“Depois do julgamento da FPF (Federação Paulista de Futebol), pedimos à WADA que submetesse a mesma prova a um laboratório deles. Eles fizeram isso em um laboratório de Los Angeles e viram que era falso positivo o metabólito que seria a substância proibida”, explicou Abidão Neto.

O Palmeiras também está sabendo da notícia do falso doping. A comissão técnica comemora o que chama de “justiça tardia”. O clube agora aguarda ser notificado pelas confederações brasileiras para já saber quando poderá contar com o jogador.

No início de agosto, o Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) suspendeu Alecsandro por dois anos. Na partida contra o Corinthians, em abril, o atacante havia sido flagrado em exame antidoping pelo uso de agentes anabolizantes. A substância em questão seria a Andarina.

 

“O metabólito que seria a substância proibida era uma molécula idêntica: aFlutamida, contida na loção que (Alecsandro) usou para o tratamento capilar. Era a mesma molécula nas duas substâncias, a proibida e a permitida. Usamos a mesma tese na FPF, e eles negaram. A WADA aceitou”, continuou Abidão Neto.

A tese apresentada pela defesa de Alecsandro passou por uma análise no mesmo laboratório de Los Angeles responsável pela prova e pela contraprova dos exames que resultaram na condenação do atacante.

O laboratório promoveu um teste com o metabólito apresentado na tese de defesa e o resultado se assemelhou à substância dopante.

De acordo com o advogado de Alecsandro, a Wada ainda formalizará a decisão e o caso pode ser arquivado. A expectativa é de que a entidade comunique a ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem) ou diretamente a FPF (Federação Paulista de Futebol) até quinta-feira.

Nas redes sociais, o empresário de Alecsandro, Oldegard Filho, comemorou a possível reviravolta no caso. “A justiça foi feita para este grande atleta, homem íntegro, pai de família exemplar, que vem sofrendo muito nesses últimos dias pela punição injusta imposta”.

Uol

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Homem é detido com dinheiro falso em Guarabira

(Foto: Reprodução/WhatsApp)
(Foto: Reprodução/WhatsApp)

Um homem de 29 anos foi detido na manhã desta terça-feira (19) com nota falsa em Guarabira, no Agreste paraibano. De acordo com informações da Polícia Militar, o rapaz foi detido nas proximidades da Catedral de Nossa Senhora da Luz, no Centro.

Segundo a polícia, a guarnição estava realizando rondas de rotina quando se deparou com Luiz Francisco de Lima, que apresentava comportamentos considerados suspeitos. Durante abordagem, a polícia encontrou a nota de R$ 100 falsa e uma arma branca.

Questionado sobre a cédula, o homem contou que havia recebido o dinheiro como pagamento de uma venda de cocos e que não sabia que a nota era falsificada.

O homem foi levado para a Delegacia de Polícia Civil junto com a nota e a faca. O caso está sendo investigado.

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manchetepb

Falso empresário dá golpe em jovem, e vídeos de sexo vão parar na web

(Foto: TV Globo/Reprodução)
(Foto: TV Globo/Reprodução)

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga um homem suspeito de convencer mulheres a se deixarem filmar em cenas de sexo mediante depósitos falsos de R$ 3 mil nas contas delas. Nos registros, feitos por meio do aplicativo Dubsmash, o homem e as vítimas dublam o funk “Tava no fluxo”. Três jovens já registraram ocorrência, mas pelo menos mais uma garota teve vídeos divulgados na web. Ouvido por um delegado, o homem confessou apenas um dos crimes – o depósito falso.

Tem homem que acha isso bonito, que diz que vai fazer também. […] Ontem mesmo [o suspeito] falou que vai vir atrás de mim, que eu vacilei com ele [por denunciá-lo]”
Vítima de 18 anos

De acordo com a polícia, ele pode ser indiciado por violação sexual mediante fraude, cuja pena vai de 2 a 6 anos de prisão, e por difamação, que tem pena de 3 meses a 1 ano de prisão.

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As vítimas relatam que o suspeito se apresentava como um empresário rico e dizia estar em busca de jovens para trabalhar em um evento. O contato inicial ocorria por meio de redes sociais, às vezes intermediado por uma mulher que se identificava como a responsável por contratar as garotas.

Depois de elas aceitarem o convite, o homem ia ao banco e fazia o depósito sem colocar o dinheiro no envelope. Então, enviava o comprovante para as jovens e combinava de encontrá-las em casa para discutir os detalhes do evento.

Preferindo não se identificar, uma das vítimas contou ao G1 que foi demitida do trabalho depois que dois vídeos dela caíram em sites pornôs. A jovem, que tem 18 anos e mora em Águas Claras, afirma que até a mãe dela recebeu as imagens.

Trecho de gravação feita por susposto autor de golpe contra mulheres no DF (Foto: Reprodução)Trecho de gravação feita por suposto autor de golpe contra
mulheres no DF (Foto: Reprodução)

“Estou ‘queimada’ na família. Ninguém quer andar comigo”, relata. “Ele disse que trabalhava com engenharia, que era rico, que ia me dar muito dinheiro. O evento ia ser na próxima semana, em Goiânia.”

De acordo com a jovem, o suspeito só deixou claro que pretendia fazer as filmagens ao subir para o apartamento dela e ameaçou agredi-la caso ela discordasse. A garota conta que topou o serviço, pelo qual receberia R$ 6 mil, por medo e por precisar do dinheiro.

“Tem homem que acha isso bonito, que diz que vai fazer também. […] Ontem mesmo [o suspeito] falou que vai vir atrás de mim, que eu vacilei com ele [por denunciá-lo]”, afirma.

Outra vítima, uma estudante de direito de 22 anos diz que teve o celular roubado justamente por não deixar o homem filmar a cena. “Ele apertou meu braço, falou que não depositou esse dinheiro todo à toa. Eu tive relações com ele porque ele ficou me pressionando.”

Ela, que também preferiu não se identificar por medo de represália, relata que o suspeito só descobriu o endereço dela porque pediu que as interessadas enviassem currículo para a vaga de promotora de eventos. A jovem classificou o homem como “louco”.

Segundo o delegado-chefe da 19ª DP, Fernando Fernandes, uma terceira vítima o procurou para relatar ter sofrido do mesmo crime. O policial conseguiu ouvir o suspeito, que disse que conhecia as garotas de um grupo de cem casais que semanalmente trocava de parceiros e que, junto com uma das meninas, decidiu pregar uma peça nas outras.

“Em determinado momento, ele teria combinado uma brincadeira com uma delas para simular o depósito de R$ 3 mil nas contas delas para fazer os vídeos. Esses encontros eram filmados e registrados pelos próprios membros. O constrangimento, para ele, só aconteceu porque as imagens pararam em redes sociais”, diz Fernandes.

O homem não assumiu ser o responsável pela divulgação das imagens e registrou queixa por difamação. A polícia investiga se as outras garotas do grupo, que têm entre 20 e 24 anos, também foram vítimas do crime e já identificou duas meninas que não tiveram as imagens viralizadas. A pena por difamação é de 3 meses a 1 ano de prisão.

“Se comprovado que houve a fraude sexual, nós podemos configurar violação sexual mediante fraude, que tem pena de 2 a 6 anos de prisão. Agora vamos fazer uma ação preventiva para que mais vídeos não surjam. Pelo menos cem mulheres estariam sujeitas a ter as imagens divulgadas. Eles mantinham aquele acordo de cavalheiros, de que aquelas imagens não sairiam deles. O swing não é crime, mas espalhar os vídeos, sim”, explica o delegado.

Os crimes aconteceram no início de junho. As mulheres afirmam que foram ao hospital, fizeram exames e tomaram pílula do dia seguinte.

 

G1

Irmãos recebem ligação de ‘falso sequestro’ e enganam suposto sequestrador

A advogada e cantora Rebeca Nemer recebeu uma ligação sobre o suposto sequestro de uma irmã, no último sábado, e resolveu “virar o jogo”. Como só tem um irmão. o também advogado e comediante Jonathan Nemer, que estava com ela no momento, ela resolveu pregar uma peça no falso sequestrador junto com o irmão. O vídeo da conversa foi publicado nas redes sociais e teve mais de 334 mil compartilhamentos em dois dias.

Rebeca passa o telefone para Jonathan e os dois começam a falar com o suposto sequestrador. O homem do outro lado da linha pede R$ 20 mil pelo resgate de “Renata”, a tal irmã. Fingindo desespero, Jonathan oferece R$ 700, dizendo ser tudo o que tem em casa no momento.

– Foi a primeira vez que recebi esse tipo de ligação, mas já tinha ouvido muitas pessoas que passaram por isso, então não nos desesperamos. – disse Jonathan ao jornal EXTRA por e-mail.

Jonathan e a irmã, Rebeca, tiram sarro de suposto sequestrador
Jonathan e a irmã, Rebeca, tiram sarro de suposto sequestrador Foto: Reprodução / Facebook

O suposto sequestrador, que não parece desconfiar que tudo não passa de uma brincadeira, negocia, dizendo que “vai ajudar”: pede para o rapaz colocar mais R$ 300, para completar R$ 1 mil.

– Tenho certeza de que ele não desconfiou, porque eu fingia que estava chorando, e se ele tivesse desconfiado ele teria desligado e não ficado tanto tempo na linha. – comentou o humorista.

Jonathan, então, resolve ser mais radical: sugere que o sequestrador peça o dinheiro do resgate para a própria sequestada, que estaria devendo ao irmão. Depois de alguma conversa, ele coloca um ponto final no papo: “Ah, eu nem gosto tanto dela assim. Tchau, abraço!”.

O advogado, ciente de que esse tipo de crime é bastante comum, dá um conselho:

– Se alguém ligar, não se desespere, porque o fator que determina cair no golpe é o emocional, então o ideal é manter a calma, não dizer nomes e insistir pra falar com a pessoa, fazer perguntas pessoais, e por fim, tentar contato com a pessoa que ele diz ter sequestrado – recomendou Jonathas.

Extra

Bispo emite nota e alerta contra suposto falso padre que circula em território diocesano

nota oficialO bispo diocesano de Guarabira, Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, divulgou uma nota oficial alertando aos fiéis sobre um suposto falso padre que circulava na cidade de Solânea e que gerou grande repercussão na mídia local nos últimos dias.

O homem acusado ainda possui identidade desconhecida apresentando-se por Ernildo Silva. Em sua passagem por Solânea, foi recebido em casa de familiares, teve acolhimento na igreja local, em comunidades, ministrou palestras e concedeu entrevista à emissoras de rádio, celebrou missas, mas não há registros que atendeu confissões.

Com a nota, o objetivo de Dom Lucena é fazer com que os diocesanos não autorizem nenhum ato litúrgico a pessoas desconhecidas e sem identificação religiosa, e que, em caso de dúvida, comunique à Cúria Diocesana de Guarabira para os procedimentos cabíveis.

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nota

Pascom