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5 falhas que devem ser evitadas no pequeno negócio

A maioria das pequenas empresas fecha as portas antes dos primeiros cinco anos de vida 
Em pesquisa realizada pelo Sebrae, 30% das empresas brasileiras não conseguem vingar logo no primeiro ano de vida, e 96% desses negócios fazem parte do segmento de micro e pequenas empresas. O que acontece que pode levar as pequenas empresas a fecharem as portas? Saiba quais são as falhas que se deve evitar no pequeno negócio.

Segundo o estudo mencionado, apenas no Brasil, por ano, surgem mais de 1,2 milhão de novos empreendimentos formais e mais de 99% se referem às micro e pequenas empresas. Estes segmentos de negócio são os responsáveis por mais da metade dos empregos com carteira assinada no país.

consultor empresarial, Adriano Nodari, esclarece que, dentre as principais queixas que recebe está a do empreendedor não conseguir lidar com a entrada e saída de dinheiro ou a reclamação de que o negócio não sai do vermelho:

“Esses problemas são decorrentes do básico que é a falta de cuidado no momento de realizar o planejamento. Essa é também a parte que mais demanda tempo e dedicação, mas garanto que vale muito a pena e pode evitar muitos problemas e até mesmo o fechamento do negócio em longo prazo.”

Fique por dentro das 5 falhas que se deve evitar no pequeno negócio

Confira as principais falhas que se deve evitar no pequeno negócio, que segundo Nodari, podem ‘prevenir’ uma quebra nos primeiros cinco anos (tempo estimado para que muitas das micro e pequenas empresas fechem as portas):

1 – Falta de planejamento estratégico – Como já foi mencionado pelo consultor, essa é uma das principais falhas que se deve evitar no pequeno negócio. Antes de começar, é essencial realizar uma análise minuciosa do mercado, do segmento em que se pretende atuar. “É importante ter um plano de negócios que vai ajudar o empreendedor a seguir com a empresa, e o que vale ser lembrado é que mesmo que a empresa não tenha um plano, pode consertar o erro a qualquer momento”, orienta Nodari;

2 – Não se atentar às metas e prazos – Para a rotina saudável de um negócio é essencial estabelecer e cumprir metas dentro de prazos estipulados. “Aqui é fundamental que se pense em um eficaz plano de ação que vai ajudar o negócio a caminhar de maneira fluida. E claro, é importante que o empreendedor tenha disciplina, porque metas representam ações de longo prazo”, esclarece;

3 – Não ter um planejamento financeiro – Essa é outra das falhas mais comuns que se deve evitar no pequeno negócio. O empreendedor precisa ter um controle detalhado de todas as receitas do negócio, de todas as despesas e valores de investimentos. “Um dos problemas mais comuns dentre os empreendedores é não separar as finanças pessoais das finanças do negócio. Isso gera um grande descontrole nas finanças e até mesmo consequências graves”, alerta;

4 – Ignorar a importância da tecnologia nos processos – A tecnologia existe principalmente para facilitar e otimizar o tempo. Dentre os principais erros nas empresas está o de ignorar o papel da tecnologia na facilitação dos processos de produção em um negócio. Esse recurso bem aplicado pode aumentar a produtividade em um negócio, gerar agilidade na realização das atividades. Softwares de gestão, por exemplo, ajudam grandemente os negócios a se organizarem e evitam erros que podem causar prejuízos;

5 – Não pensar na divulgação do negócio – Em um mercado tão competitivo é fundamental que se pense em como pode fazer o pequeno negócio se tornar visível e ganhar espaço entre a concorrência. O marketing digital é essencial nesse processo, as pessoas estão em cada vez mais número no mundo virtual, portanto, é preciso estar onde elas estão. A divulgação é o que fará a diferença e o que ajudará a trazer os resultados mais depressa. “Empreendedores que ignoram a importância do marketing digital, estão na verdade, perdendo dinheiro, porque ao ser visto, um negócio terá maiores chances de lucros e, além disso, estará construindo uma reputação dentro o seu público e mercado”, finaliza o consultor.

Assessoria Adriano Nodari

 

Quase 50% das casas do Minha Casa Minha Vida têm falhas

casasQuase metade dos imóveis destinados ao público mais carente do Minha Casa Minha Vida, construídos entre 2011 e 2014, apresentam algum problema ou incompatibilidade em relação ao projeto. Fiscalização do Ministério da Transparência identificou falhas em 48,9% dos imóveis da faixa 1 do programa de habitação, que contempla famílias que ganham até R$ 1,8 mil. De um total de 688 empreendimentos, foram identificadas falhas de execução em 336, que concentram quase 93 mil unidades.

Os principais problemas são trincas e fissuras (30,8%), infiltração (29%), vazamentos (17,6%) e cobertura (12,3%). Os problemas não são excludentes, ou seja, um mesmo imóvel pode ter mais de uma determinada situação. A grande maioria dos problemas identificados está relacionada com falhas ou deficiências dos ambientes por causa da incidência de água.

Subsídio

Na faixa 1 do MCMV, a União praticamente dá a casa para a família – os subsídios alcançam mais de 90% do valor do imóvel. O Ministério da Transparência – antiga CGU – selecionou uma amostra de 203 empreendimentos da faixa 1 do programa (com total de 54.657 unidades habitacionais), em 20 Estados, com investimentos de R$ 2,2 bilhões.

Essa amostra permitiu fazer uma análise do total de 688 empreendimentos (189.763 unidades habitacionais), quase a metade do total de conjuntos habitacionais do programa, com 95% de nível de confiança. Ao todo, a União desembolsou R$ 8,3 bilhões. na construção desses empreendimentos.

A auditoria também identificou que quatro de cada dez empreendimentos não seguiram totalmente as especificações dos projetos (264 de 688). Os principais problemas dos condomínios estão relacionados à pavimentação e à falta de “equipamentos comunitários”, como escolas, postos de saúde e calçadas inapropriadas. Há também falhas na rede de drenagem e na rede de esgotamento sanitário.

Os beneficiários reclamam principalmente de alagamento em períodos de chuva e de mau funcionamento da iluminação externa. Mesmo assim, a maioria entrevistada declarou estar satisfeita com o imóvel e o empreendimento.

Perigo

Dos 195 empreendimentos fiscalizados in loco pela auditoria, em 20 foram encontradas falhas classificadas como graves, que comprometem as condições de uso e segurança do imóvel ou da infraestrutura do empreendimento. É o caso de condomínios de Aparecida de Goiânia (GO), Águas Lindas de Goiás (GO), Teresina (PI), Lages (SC), Porto Seguro (BA), Juiz de Fora (MG), Palmas (TO), Rio Banco (AC), Ourinhos (SP), São Bento do Sul (SC), Tangará da Serra (MT), Caeté (MG), Luiz Correia (PI), Igarapé (MG) e União dos Palmares (AL).

Pela gravidade, os problemas foram comunicados à Caixa e ao Ministério das Cidades e continuam sendo monitorados pela controladoria do ministério. Mesmo assim, segundo o ministério, as falhas continuam em 13 dos 20 condomínios.

Em nota, o Ministério das Cidades disse que o órgão de controle deu prazo de 180 dias para que as recomendações relativas à resolução de falhas construtivas fossem implementadas. “As resoluções vêm sendo tratadas entre o ministério e a Caixa”, diz o texto.

O banco, por sua vez, afirmou, também em nota, que o programa está em constante aprimoramento e que já está tratando as medidas citadas no relatório. No caso das falhas nas obras, segundo a Caixa, a construtora fica impedida de efetuar novas operações habitacionais com o banco até que o problema seja sanado.

A Caixa também cita o Programa de Olho na Qualidade, por meio do qual o beneficiário pode acionar o banco quando houver problemas no imóvel. Automaticamente, a instituição cobra providências dos responsáveis diretos.

Estadão

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Sisu tem prazo de inscrição prorrogado após falhas em acesso

sisu-problemasO prazo de inscrição no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi prorrogado para até as 23h59 de domingo (29), de acordo com o Ministério da Educação (MEC). Segundo o MEC, o resultado está mantido para segunda-feira (30) e as inscrições são realizadas no http://sisu.mec.gov.br/.

O MEC anunciou a alteração nesta tarde de quinta-feira (26), após o ministro da Educação, Mendonça Filho, ter admitido no período da manhã que os programas oferecidos pelo governo atraem um grande contingente de interessados e que, em alguns momentos, os sistemas do MEC enfrentam dificuldade diante da demada.

Antes disso, o ministério já tinha decidido alterar o cronograma do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa Universidade para Todos (Prouni) por “precaução técnica” para garantir o atendimento dos estudantes. Tanto o Fies quanto o Prouni tiveram datas de início e fim das inscrições adiados em um dia.

  • Prouni – inscrições: 31 de janeiro a 3 de fevereiro
  • Fies – inscrições: 7 a 10 de fevereiro

O total de bolsas ou de contratos de financiamentos que será oferecido ainda não foi divulgado.

Falha no acesso ao Sisu

No caso do Sisu, desde que foram abertas as inscrições na terça-feira (24), estudantes reclamaram que não conseguiam fazer sua inscrição para disputar uma das mais de 230 mil vagas de graduação em universidades, institutos de tecnologia e centros tecnológicos federais e estaduais em todo o Brasil.

O MEC admitiu o problema, mas não deu um balanço do total de afetados.

Nesta quinta, o governo disse que os problemas foram resolvidos. “As inconsistências encontradas no sistema, que dificultavam o acesso de candidatos das primeira e segunda aplicações, foram sanadas. Qualquer problema pontual é preciso que o candidato entre em contato com o MEC por meio do 0800 61 61 61 ou pelo ouvidoria@mec.gov.br”, informou em nota.

No primeiro dia de inscrições, estudantes reclamam de problemas para acessar o site do Sisu (Foto: Reprodução)

No primeiro dia de inscrições, estudantes reclamam de problemas para acessar o site do Sisu (Foto: Reprodução)

Problemas com notas do Enem

O Sisu não foi o único sistema do Ministério da Educação a ter problemas neste ano. Muitos candidatos que fizeram o Enem 2016 também tiveram problemas para acessar a nota. A consulta, que é individual e feita exclusivamente pela internet, deveria ter sido aberta no dia 19 de janeiro, mas acabou sendo antecipada para 18 de janeiro, a pedido do ministro da Educação, Mendonça Filho.

Porém, muitos candidatos só conseguiram ver seus resultados um ou dois dias depois. Boa parte deles eram participantes da segunda aplicação do Enem.

Logo após a divulgação, o site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apresentou instabilidade e ficou indisponível durante algumas horas para todos os participantes. À época, a presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, justificou afirmando que o site do Enem sofria ataques. Ela não deu detalhes das supostas ações contra o sistema.

De acordo com o Inep, oito dias após a publicação dos resultados da edição 2016 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), 351.856 participantes ainda não consultaram suas notas. Às 18h desta quinta-feira, 26, o número de participantes que já tinham acessado os resultados chegou a 5.150.542 pela Página do Participante e 376.291 pelo Aplicativo Enem 2016.

G1

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Obesidade em adolescentes pode ser causada por falhas de mastigação, diz estudo

obesidade-infantilPesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostra que a maioria dos adolescentes obesos apresenta problemas na mastigação. De acordo com o estudo, que analisou a forma de comer de 230 jovens, a maioria mastiga de um lado só da boca, ou usa técnicas para ajudar na mastigação, como adição de molho à comida e ingestão de líquidos.

Segundo a dentista Paula Midori Castelo, professora adjunta do Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas da Unifesp, que coordenou a pesquisa, foram selecionados para a análise adolescentes saudáveis com idade entre 14 e 17 anos. Entre os adolescentes, havia os considerados magros, com sobrepeso e, em um nível mais preocupante, os obesos. Nenhum apresentava problemas dentários como cárie ou necessidade de tratamento ortodôntico.

Nos testes, feitos na Faculdade de Odontologia da Unicamp, na cidade de Piracicaba, os voluntários foram filmados enquanto se alimentavam, para que os pesquisadores avaliassem seus possíveis hábitos alimentares que podem contribuir para a obesidade.
Paula disse que a maior parte dos obesos pratica a mastigação unilateral, um problema comportamental, sem relação com problemas dentários. Essa falha sobrecarrega os dentes, ossos e musculatura de um lado da arcada dentária.

“No dia a dia, as pessoas podem querer mastigar de um lado só por restaurações mal feitas ou próteses. Mas não é legal mastigar de um lado só, porque você não mistura adequadamente o alimento com a saliva, não tritura tão bem, não forma o bolo alimentar adequado”, disse ela.

Outro hábito observado com mais frequência entre os obesos é a adição de molho aos alimentos secos, o que facilita a mastigação e a deglutição. Eles também mostraram preferência por alimentos cortados em pedaços menores, carnes desfiadas e dispensam morder uma maçã inteira, por exemplo.

Tomar sucos, refrigerantes e água durante as refeições também é prejudicial, porque a tendência entre os voluntários foi engolir pedaços grandes de comida usando os líquidos para facilitar o processo. “Quando as partículas diminuem, elas chegam no estômago prontas para serem digeridas, para que as enzimas atuem para absorver os nutrientes. O alimento mal mastigado causa fricção no esôfago e a absorção dos nutrientes é prejudicada. O obeso também tem carência nutricional”, explicou.

Agência Brasil

 

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Estatuto do Idoso completa neste sábado 13 anos com falhas e avanços

idososO Estatuto do Idoso completa neste sábado (1º), Dia internacional do Idoso, 13 anos de vigência. Se a legislação foi considerada um avanço por colocar na pauta do dia as demandas da parcela da população com 60 anos ou mais, com o envelhecimento gradual da população muito mais do que leis, os brasileiros precisam aprender a lidar com os mais velhos e se preparar, desde cedo, para atingir a terceira idade.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de idosos no Brasil alcança 22,9 milhões, 11,34% da população. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), a proporção de idosos de 60 anos ou mais passou de 9,7%, em 2004, para 13,7%, em 2014, sendo o grupo etário que mais cresceu. Em 2030, essa proporção seria de 18,6%, e, em 2060, de 33,7%, ou seja, a cada três pessoas na população uma terá ao menos 60 anos de idade.

Para a presidente do Departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e presidente do Conselho do Idoso do Estado de São Paulo, Claudia Fló, os mais jovens e os próprios idosos devem melhorar a percepção que têm do envelhecimento.

“A gente vê muita vezes os próprios idosos negando essa fase. Vemos pessoas de 70, 80 anos que se referem aos idosos como “os idosos”, como se eles não se enquadrassem nisso. Em tenho 60 anos, sou idosa e tenha que prestar atenção de nunca dizer ‘eles’. Tanto nós idosos temos que mudar o nosso jeito de agir, como as pessoas que não são idosas têm que nos respeitar”, afirmou a fisioterapeuta.

Para a especialista, a partir do Estatuto do Idoso, as pessoas mais velhas passaram a ser olhados. “Era em menor número do que existe hoje, mas agora, com esse aumento expressivo do número de idosos, ter uma legislação que olhe para eles é bastante importante. Abre os olhos das pessoas para o envelhecimento e para os idosos. Dizer não ao preconceito e à exclusão e tudo aquilo que discrimina o idoso. Não dá mais para ter discriminação, separação”.

Apesar de avançada, a lei ainda apresenta falhas, principalmente de implementação. “Os idosos têm direito a ter acompanhante nos hospitais quando estão internados. Os hospitais, na maioria da vezes, deixam pessoas acompanharem os idosos, só que não dão condições para eles ficarem como deveriam. Ficar sentado, dia e noite, em uma cadeira de plástico para dormir  é muito desconfortável. Isso deveria ser modificado. Não basta deixar entrar, é preciso alimentação e uma cadeira decente”, exemplificou.

Para ter viver bem após os 60 anos, Claudia Fló ressalta como essencial a prática de atividade física. “A primeira coisa que a gente tem que fazer é tentar manter a saúde e preservá-la, fazendo as coisas que são certas. Atividade física é uma das coisas mais importantes”, destacou.

Ela lembrou que com o passar dos anos o idoso perde massa muscular e massa óssea. Por isso, as atividades físicas tornam-se cada vez mais essenciais. “Se qualquer pessoa que tenha uma diminuição da massa óssea cair e sofrer uma fratura é uma coisa terrível. Em geral, 10% das pessoas que caem e sofrem fraturas quando são idosos se recuperam totalmente. É muito pouca gente. Um grande número morre, outro acaba indo para instituições de longa permanência e muitos ficam com sequelas”.

Com o envelhecimento gradual da população brasileira, a fisioterapeuta ressalta a necessidade de o país criar, nas escolas, uma cultura de respeito aos mais velhos e de cuidado com a própria saúde.

“Há coisas que precisamos fazer a vida toda. O jeito de se preparar para o envelhecimento é, desde cedo, a pessoa pensar que um dia vai ficar velha. É um papel da Sociedade de Brasileira de Geriatria e Gerontologia divulgar nas escolas, tentar incluir no currículo esse assunto para as crianças, para que cresçam ouvindo que a gente tem que se preocupar sempre”.

Instituído pelas Nações Unidas em 1991, o Dia Internacional do Idoso este ano tem como tema a reflexão sobre preconceitos que ainda recaem sobre a velhice.  “Estamos vivendo mais, isso é motivo de comemoração. As pessoas estão vivendo mais e com mais saúde do que no passado. A minha avó era muito velhinha e morreu com 84 anos. Hoje, percebo que ela não era tão velhinha assim. Atualmente, uma pessoa de 84 anos tem expectativa de viver pelo menos mais dez anos. As pessoas estão envelhecendo diferente.  Tudo isso é motivo para comemorar” destacou Claudia Fló.

Agência Brasil

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Teste mostra falhas nas cadeirinhas para bebês e crianças

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Em avaliação feita pela associação de consumidores Proteste, nenhuma das cadeirinhas de transporte de crianças em carros de passeio chegou perto da nota máxima. Foram avaliadas dez cadeirinhas com capacidade de até 18 quilos. Mesmo com o resultado ruim, a entidade ressalta que é mais seguro levar o bebê e as crianças em cadeirinhas.

As cadeirinhas avaliadas foram as seguintes: Burigotto Touring SE3030, Lenox Casulo e Galzerano Coccon, que carregam crianças de até 13 quilos; Bebe Confort Axiss, Baby Style Cadeira 7000, Chicco Xpace e Galzerano Orion Master, que levam crianças de nove a 18 quilos, e Chico Eletta, Nania Cosmo SP Ferrari e Baby Style 333, que podem transportar crianças de até 18 quilos.

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O pior resultado foi o da batida lateral, que não é usado na avaliação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) para certificação das cadeirinhas, a autorização para venda no mercado brasileiro.

Apenas a Bebe Confort Axis teve resultado positivo. A Nania Cosmo SP Ferrari teve um resultado aceitável, e as restantes resultado fraco ou ruim. Nos modelos Burigotto Touring SE 3030 e Lenox Casulo, houve forte contato da cabeça do boneco usado no teste com a lateral da porta.

Para evitar maiores danos ao bebê ou à criança, a recomendação é que se coloque a cadeirinha no centro do banco traseiro, caso o carro tenha cinto de três pontas nesta posição.

No teste de batida frontal houve grande deslocamento do boneco nos modelos Baby Style Cadeira 7000, Chicco Xpace e Galzerano Orion Master. Neste último, a parte traseira se rompeu perto do cinto de segurança da cadeirinha. Na Baby Style 333, a presilha lateral soltou, jogando o manequim bruscamente para os lados. Ocorreu muito movimento também com Chico Eletta e Nania Cosmo SP Ferrari.

Neste teste, apenas três produtos, Burigotto Touring SE3030, Lenox Casulo e Galzerano Coccon receberam conceito bom e muito bom.

Dados da Polícia Rodoviária Federal mostram que o número de mortes de crianças menores de dez anos no trânsito caiu 23% em 2012, como reflexo da Lei da Cadeirinha. A lei passou a exigir o uso de equipamento de segurança certificado pelo Inmetro para o transporte de crianças de até sete anos, sempre no banco de trás.

Considerando todos os testes, apenas as marcas Nania Cosmo SP Ferrari e Bebe Confort Axiss conseguiram três estrelas, de cinco. A Gazzerano Coccon, a Baby Style Cadeira 7000 e a Chicco Xpace tiveram duas estrelas e as outras uma estrela.

Agência Brasil

Fla aproveita falhas, faz 3 a 0 e impõe segunda derrota seguida ao Cruzeiro

flamengoO líder erra, sim. E até três vezes em um mesmo jogo. O líder tem um bom elenco, mas sofre com a ausência de seus principais jogadores. O líder fica nervoso. Resta ao adversário saber aproveitar. Foi o que o Flamengo bem fez, neste domingo, ao vencer o Cruzeiro por 3 a 0 no Maracanã, pela 28ª rodada do Brasileirão. O Rubro-Negro chega à sua segunda vitória seguida, se afasta mais do Z-4, e impõe a segunda derrota seguida à Raposa, fato inédito ao primeiro colocado do torneio até então.

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Dedé abriu o caminho para vitória do Flamengo. Mostrou que não tem sorte contra o rival. Fez um belo gol contra, ainda no primeiro tempo. Em 2013, pelas oitavas de final da Copa do Brasil contra o mesmo adversário, o ex-vascaíno já havia falhado no gol de Carlos Eduardo no Mineirão, tento que possibilitou a classificação carioca. Canteros, após falha de Manoel, e Gabriel, em rápido contra-ataque puxado por Alecsandro (batendo Manoel), completaram o triunfo, em mais uma partida com bom público no Maracanã.

O Rubro-Negro chega aos 37 pontos, na décima posição, e fica a oito pontos do Botafogo, equipe que abre a zona de rebaixamento. O Cruzeiro se mantém na ponta e com alguma folga: soma 56 pontos contra 50 do Inter e 49 do São Paulo, derrotado pelo Galo (que fecha o G-4, com 47).

Na próxima rodada, o Flamengo vai até a Arena da Baixada e pega o Atlético-PR, no domingo, às 16h. O Cruzeiro encara o Vitória, no Barradão, também no domingo, mas às 18h30. Antes, as duas equipes têm compromissos pelas quartas de final da Copa do Brasil. O Rubro-Negro encara o América-RN, nesta quarta, no Maracanã. O time celeste visita o ABC, na Arena das Dunas, também na quarta. Os dois venceram os jogos de ida por 1 a 0.

gol Flamengo x Cruzeiro (Foto: Cezar Loureiro / O Globo)Flamengo foi eficiente e bateu o líder Cruzeiro (Foto: Cezar Loureiro / O Globo)

Artilheiro Dedé

Mais posse de bola (60% contra 40%) e maior número de finalizações (cinco contra três) não resultaram em superioridade ao Cruzeiro no primeiro tempo. Com três volantes, tentava ter controle do meio e liberar os laterais. O Rubro-Negro se fechava para sair no contragolpe, principalmente pela esquerda, com Everton. Melhor para os donos da casa, que aproveitaram falha do rival. Aos 14 minutos, após saída errada de Egídio, Alecsandro recebeu na direita e cruzou na área. Fábio já estava posicionado para ficar com a bola, mas Dedé se antecipou. E marcou um belo gol contra.

O lance foi um estímulo para os mineiros, que saíram mais ao ataque. Mas faltava criatividade. Faltava um meia para agilizar a transição, flutuar à frente dos volantes adversários. Faltavam Everton Ribeiro e Ricardo Goulart. O Cruzeiro até chegou, mas em bolas aéreas. Numa delas, Egídio ajeitou para Moreno, que, livre, errou gol difícil de ser desperdiçado por um artilheiro do Brasileirão. O Fla continuava perigoso nos contragolpes e ainda assustou com Everton e Anderson Pico.

Falhas celestes, vitória rubro-negra

Na volta do intervalo, Marcelo Oliveira tentou voltar ao seu esquema mais usual. Sacou Nilton e colocou Willian. Luxemburgo, por sua vez, lançou Gabriel na vaga de Eduardo da Silva, em clara manifestação de que queria o contra-ataque. Melhor para o Flamengo. E novamente não por sua criatividade, mas por uma falha rival. A Raposa até voltou mais incisiva, mas aos 11 minutos, após recuo, Manoel tentou proteger a bola. Fábio, outra vez, estava posicionado para ficar com ela. Mas Canteros foi mais esperto. Roubou a bola e fez 2 a 0.

Três minutos depois, Manoel falhou novamente, Alecsandro puxou contragolpe e cruzou na medida para Gabriel decretar o placar final. Eram 17 minutos da segunda etapa, e o líder do Brasileirão já não tinha reação. Abusou dos cruzamentos e facilitou a vida rubro-negra.

 

Globoesporte.com

Polícia Federal multa 13 bancos em R$ 6 milhões por falhas na segurança em agências e postos

dinheiroA Polícia Federal (PF) multou nesta quarta-feira (20) 13 bancos em R$ 6,071 milhões por falhas na segurança de agências e postos de atendimento bancário, durante a 102ª reunião da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), em Brasília. O Banco do Brasil foi pela quarta vez consecutiva o mais punido, com multas de R$ 2,114 milhões, seguido do Santander com R$ 1,250 milhão, do Itaú com R$ 975 mil, do Bradesco com R$ 863 mil e da Caixa Econômica Federal com R$ 395 mil.

Estiveram em pauta 544 processos contra bancos, todos movidos pelas delegacias estaduais de segurança privada (Delesp), por causa do descumprimento da lei federal nº 7.102/83 e das portarias da Polícia Federal. Houve também punições contra empresas de segurança, transportes de valores e cursos de formação de vigilantes. A reunião foi presidida pela delegada Silvana Helena Vieira Borges, titular da Coordenadoria-Geral de Controle de Segurança Privada (CGCSP).

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As principais infrações cometidas pelos bancos foram equipamentos inoperantes, número insuficiente e falta de rendição de vigilantes no horário de almoço, transporte de valores feito por bancários, inauguração de agências sem plano de segurança aprovado pela PF e cerceamento a policiais federais para fiscalizar estabelecimentos dos bancos, dentre outras.

Veja o montante de multas por banco:

Banco do Brasil – R$ 2.114.893,43

Santander – R$ 1.250.415,40

Itaú – R$ 975.504,10

Bradesco – R$ 863.744,87

Caixa – R$ 395.864,35

Banrisul – R$ 199.355,94

HSBC – R$ 154.306,21

Banco da Amazônia – R$ 42.568,26

Banco Rural – R$ 21.284,13

Banco do Nordeste – R$ 21.282,00

Alfa – R$ 10.642,06

Mercantil do Brasil – R$ 10.642,06

Safra – R$ 10.642,06

Total: R$ 6.071.144,87

“Essas multas comprovam que os bancos continuam atuando com descaso na segurança dos estabelecimentos. Todos esses recursos poderiam estar sendo investidos na preservação da segurança dos bancários, vigilantes, clientes e comunidade em geral”, afirma Lúcio Paz, diretor da Fetrafi-RS que representou a Contraf-CUT na CCASP.

“Precisamos intensificar as denúncias acerca do descumprimento da legislação federal de segurança bancária junto à Polícia Federal, a fim de ampliar a fiscalização para forçar os bancos a respeitar esse lei que protege a vida de trabalhadores e clientes”, defende Lúcio.

A CCASP é integrada por representantes do governo e entidades dos trabalhadores e dos empresários. A Contraf-CUT é a porta-voz dos bancários. A Febraban representa os bancos.

Foi a terceira reunião da CCASP em 2014. A próxima ainda será agendada.

Descaso com a segurança

A Contraf-CUT defendeu mais uma vez o rigor na aplicação das multas às instituições financeiras, pois as infrações estão virando prática comum, independentemente do banco ou da região do país. “Estão colocando em risco a vida de trabalhadores, clientes e da população em geral”, observa Lúcio.

“Alertamos para o descumprimento da lei nº 7.102/83 e a inobservância da portaria nº 3233 da Polícia Federal, demonstrando através das próprias ocorrências contidas nos processos, não dando margem às negativas dos bancos”, enfatiza o dirigente sindical.

O representante da Contraf-CUT destaca também o caso de um vigilante que estava sem colete balístico e tampouco armamento. “É inadmissível compactuarmos com tamanho descaso e irregularidade do banco com a segurança. A responsabilidade também é das instituições financeiras sobre essa questão”, ressalta. A Polícia Federal ficou de fazer uma análise da situação e emitirá um posicionamento até a próxima reunião da CCASP.

Participação

A 102ª reunião da CCASP foi acompanhada pelo Coletivo Nacional de Segurança Bancária, integrado por representantes de federações e sindicatos de todo o país.

Além de Lúcio, participaram Carlos Damarindo, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, André Pires, diretor do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Raimundo Dantas, diretor do Sindicato dos Bancários de Brasília, Danilo Anderson, diretor do Sindicato dos Bancários de Campinas, Conceição Costa, diretora da Fetec Centro Norte, João Rufino, diretor da Fetrafi Nordeste, Reinaldo, representante da Fetec-CUT/PR, Bragança, representante da Fetrafi-MG, Júlio César Machado, representante da Feeb SP-MS, e Belmiro Moreira, diretor do Sindicato dos Bancários do ABC.

Contraf-CUT com  sindicato bancariospb 

Um ano após acidente, Pedro Leonardo tem falhas de memória

pedroUm ano após o acidente em que quase perdeu a vida, o cantor Pedro Leonardo ainda se recupera e tem uma rotina rígida de tratamento. A mãe dele, Maria Aparecida Dantas, conversou com a reportagem e disse que o filho tem uma leve falha de memória recente. O cantor também se recupera de uma cirurgia no ombro feita há dois meses.

— De cada três coisas que acontecem, ele não se recorda de uma. É uma leve perda da memória recente, mas isso está melhorando muito. Ele faz fisioterapia, fonoaudiologia e musicoterapia. Os médicos dizem que a recuperação total dele deve levar dois anos.

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Pedro capotou o carro em que estava dirigindo após sair de um show em Uberlândia (MG), no dia 20 de abril de 2012. Ele ficou 81 dias internado, sendo 30 deles em coma. Foram três transferências, mais de nove cirurgias e duas paradas cardíacas, que o cantor superou quando ainda estava hospitalizado em Goiânia.

O acidente ocorreu no km 26 da rodovia MG 452, na região de Tupaciguara, em Minas Gerais. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, ele estava sozinho e não bateu em nenhum outro veículo. Pela situação do acidente, os agentes que atenderam a ocorrência disseram acreditar que o cantor teria dormido ao volante. A mãe diz que Pedro sempre foi um bom filho e uma pessoa bondosa, mas era de certa forma um rapaz ‘teimoso’. O pai sempre o alertava para não dirigir após os shows, mas ele nunca atendeu ao pedido.

— Todas as nossas atitudes têm consequência e precisamos assumir o risco dos nossos atos. Por misericórdia de Deus ele está vivo e espero que tenha aprendido algo com isso. Agradecemos todos os dias pela vida dele.

Pedro ainda não recuperou a voz que tinha antes do acidente, por isso faz sessões com fonoaudiólogo, mas já se arriscou a cantar com o primo, com quem faz dupla. A cirurgia para corrigir o manguito, no ombro, era a última que faltava. Ele mora em Goiás com a mulher e a filha e deseja realizar um grande show com o primo quando se recuperar totalmente.

R7

Ministério da Saúde lança programa para diminuir falhas em hospitais

saude-publicaO Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançaram nesta segunda-feira o Programa Nacional de Segurança do Paciente, que tem o objetivo de diminuir “eventos adversos” em pacientes internados, como quedas, administrações incorretas de medicamentos e erros em procedimentos cirúrgicos. Em coletiva à imprensa, a pasta divulgou estudo apontando que 7,6% dos paciente internados passam por esses incidentes e 66% deles são evitáveis.

 

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O programa determina a obrigatoriedade da implantação de Núcleos de Segurança do Paciente em todos os hospitais, públicos ou particulares, para aplicar e fiscalizar regras sanitárias e protocolos de atendimento que previnam falhas. Segundo o Ministério da Saúde, os núcleos devem entrar em funcionamento em 120 dias.

 

O programa prevê ainda o estabelecimento de seis protocolos nacionais de prevenção de falhas no atendimento, que ainda vão passar por consulta pública. Eles vão trazer regras sobre higienização das mãos em hospitais, cirurgia segura, prevenção de úlcera por pressão, identificação de pacientes, prevenção de quedas e prescrição, uso e administração de medicamentos.

 

“É importante que os conceitos sejam consensos nacionais, até para que a cobrança sobre a responsabilidade dos profissionais sejam baseadas nesses consensos. (Os protocolos) vão desde coisas bastante simples como a forma e quantas vezes lavar a mão, a forma de identificar um medicamento”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

 

Os hospitais serão obrigados a notificar mensalmente a Anvisa sobre a ocorrência desses eventos adversos. Caso os hospitais não sigam as normas do programa, podem ser punidos até mesmo com a suspensão do alvará de funcionamento.

 

Para Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, o programa reposiciona e reafirma o que deve ser prática no cotidiano dos hospitais. “Achar que todo mundo faz é o primeiro passo para errar. Muitas vezes os protocolos falam o óbvio, mas ele vem chamar atenção para essas coisas do dia a dia que permitem uma troca de medicamento, que permitem que um paciente seja tratado no lugar do outro, que um membro seja operado no lugar do outro”, disse Barbano.

 

Agência Brasil