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Jovem que acusa Feliciano de abuso é indiciada por extorsão

jovemO delegado titular do 3º Distrito Policial, Luiz Roberto Hellmeister, indiciou formalmente nesta quinta-feira a jornalista Patrícia Lelis, de 22 anos, por suspeita de denunciação caluniosa e extorsão. Segundo o delegado, a jovem mentiu em depoimento ao dizer que foi ameaçada e mantida em cárcere privado pelo assessor parlamentar do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), Talma Bauer, que foi exonerado do cargo após o envolvimento no caso. Hellmeister afirmou ao site de VEJA que ao final do inquérito pedirá a prisão preventiva de Patrícia.

O inquérito conduzido pelo 3º DP apura somente as denúncias feitas por Patrícia contra o assessor parlamentar, que é investigador de polícia aposentado. No dia 5 de agosto, ele chegou a ser preso, mas logo foi liberado.

Outro inquérito instaurado em Brasília apura a denúncia de Patrícia de que o deputado Marco Feliciano tentou estuprá-la e a agrediu em seu apartamento funcional no dia 15 de junho. Segundo o depoimento da jovem, que foi refutado pela polícia de São Paulo, Talma teria lhe forçado a desmentir as acusações contra o parlamentar, o que foi feito em vídeos divulgados nas redes sociais.

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Casal filmava programas sexuais e faturava até R$ 100 mil com extorsão

casalA Polícia Civil deteve dois suspeitos de extorsão no Plano Piloto. Os golpistas – um casal formado por um rapaz e uma travesti – ofereceriam programas sexuais, filmavam o serviço e usavam os vídeos para chantagear as vítimas. Em um dos casos, os suspeitos faturaram R$ 17 mil, informaram os investigadores nesta segunda-feira (27/4). As prisões ocorreram na última quinta-feira (23/4), no local em que Gustavo Henrique da Silva Gomes, 21 anos, e Anitta, nascida Thiago Nishikawa, 27, atendiam, na Asa Norte.

A polícia começou a apurar ocorrências em que as vítimas relatavam problemas semelhantes, mas não davam o depoimento verdadeiro por vergonha. Dois homens solteiros informaram que pagaram o casal para um programa. No dia do encontro, o casal fez vídeos e fotos sem autorização dos clientes. Na hora do pagamento, o casal ameaçou e extorquiu os denunciantes.

De acordo com a investigação da Divisão de Repressão a Sequestro (DRS), os suspeitos tinham uma máquina para receber o pagamento do programa em forma de débito. Uma das vítimas foi obrigada a passar R$ 17 mil no cartão. Segundo o diretor da DRS, Leandro Ritt, o casal que praticou os crimes não é de Brasília. Os dois têm o costume de ficar um mês em cada cidade e planejavam seguir para Belo Horizonte nesta segunda-feira (27/4).

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Segundo a polícia, a estimativa é de que os dois tenham faturado R$ 100 mil no último mês, com o golpe. Os criminosos faziam o anúncio dos programas em sites de prostituição e nas redes sociais. A vítima contratava o serviço por valores  300 a 500 reais. O grupo vai responder por extorsão qualificada. A pena é de até 12 anos de prisão.

 

correiobraziliense

Empresário da PB é denunciado por apropriação e extorsão

MPPBO Ministério Público da Paraíba denunciou o empresário André Augusto Castro do Amaral pelos crimes de apropriação indébita e extorsão contra a acionista da Usina Santa Maria S/A, Vera Lúcia Serpa de Menezes Lins. A denúncia foi aceita no dia 2 de dezembro.

Na ação, André Augusto está sendo acusado de se apropriar dos Livros de Produção Diária da Usina, oportunidade em que exercia o cargo de gerente entre os antes de 1997 e 1999. Os Livros eram indispensáveis à execução de sentença de uma ação que a Usina ofereceu contra a União, em tramitação na 6ª Vara Federal de Brasília.

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De acordo com a denúncia, o empresário teria condicionado a devolução dos Livros à cessão da metade dos direitos creditórios executados na ação, que chegaram a ser originariamente repassados pela Usina à Vera Lúcia. A acionista afirmou, inclusive, que André Augusto teria ameaçado jogar os documentos no Açude Velho, em Campina Grande, com o objetivo de prejudicar a execução da sentença.

Como não conseguiu entrar em acordo, a acionista então cedeu ao empresário a quantia de R$ 200 milhões, segundo consta na ação impetrada no Ministério Público, “tendo em vista que os livros seriam indispensáveis a liquidação da decisão prolatada pela 6ª Vara Federal, contra a União”. André Augusto foi acusado de abandonar a gerência da Usina sem prestar contas de bens e dinheiro da Santa Maria. Após a cessão, a acionista promoveu ação de nulidade.

Liminar

As denúncias contra André Augusto chegaram ao Ministério Público por meio do juiz da 15ª Vara de João Pessoa, que concedeu liminar suspendendo qualquer alienação dos direitos cedidos, entendendo que ocorrera a prática de crimes de ação pública. Os autos da ação foram encaminhados ao MPPB.

O empresário também foi acionado pela Usina sob a acusação de haver dilapidado bens da Santa Maria, ter se apropriado de todos os livros contábeis e ainda ter transferido a metade das ações nominativas da Usina para o seu nome, utilizando-se de assinaturas de acionistas, cuja ação tramita na 17ª Cível de João Pessoa.

A reportagem tentou contato com André Augusto, mas até o fechamento desta edição não havia obtido sucesso.

 

Jornal Correio da Paraíba

Pastoral carcerária nacional revela: ‘extorsão é prática comum em presídios da Paraíba’

Após denúncia do Portal Correio de que familiares de detentos são extorquidos para pagar dívidas por tráfico de drogas dentro do Presídio do Roger, em João Pessoa, a vice-coordenadora da Pastoral Carcerária nacional, Petra Silvia Pfaller, revelou que essa prática é comum em presídios paraibanos.

“Visitei muitas unidades prisionais na Paraíba. É muito comum esse tipo de extorsão, que o preso tem que pagar por drogas, pela cama, pelo colchão em que dorme, até para assistir televisão e para não ir para castigo”, disse.

OUÇA PETRA SÍLVIA I

OUÇA PETRA SÍLVIA II

Petra Sílvia também destacou que o ‘chapão’ [local usado para isolar presos] só existe na Paraíba e que é uma maneira de vingança desumana.

“A administração penitenciária da Paraíba fechou uma cela com uma chapa de aço e deram o nome de chapão, que é uma tortura constante e uma maneira de vingança desumana. Eu não vi uma cela como essa no Brasil, só existe na Paraíba. É uma cela fechada com aço, sem ventilação, sem água, sem roupas, sem comunicação e banhos de sol, onde os presos ficam 30 dias, 40 dias, 55 dias”, disse, e fez um apelo: “acabem com esse chamado chapão”, destacou.

A vice-coordenadora da Pastoral Carcerária também informou que servidores públicos também fazem parte de uma rede de corrupção.

“Há um sistema de corrupção por parte dos servidores, com ajuda dos servidores sim, senão toda quantidade de droga que existe nos presídios, não cabem em todas as partes íntimas das mulheres do mundo todo. Não cabe” concluiu.

Portalcorreio