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Interação de criança com homem nu gera polêmica após abertura de exposição no MAM

A participação de uma criança em uma performance protagonizada por um homem nu deu início a nova polêmica sobre a liberdade artística nas redes sociais, desde a noite desta quinta-feira, 28. Fotos e vídeos registrados no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) mostram uma menina, que aparenta ter em torno de cinco anos, tocando os pés de um artista nu que estava imóvel e deitado sobre o chão.

Em nota divulgada no Facebook, o MAM ressalta que a criança estava acompanhada da mãe e que a sala onde ocorria a performance estava “devidamente sinalizada sobre o teor da apresentação, incluindo a nudez artística”. O museu também garante que o trabalho, entitulado “La Bête”, não tem qualquer conteúdo erótico.

A apresentação ocorreu na abertura da Mostra Panorama da Arte Brasileira, realizada na última terça-feira, 26. Trata-se de uma leitura interpretativa da obra “Bicho”, de Lygia Clark, segundo o MAM. O coreógrafo Wagner Schwartz se posiciona nu sobre um tatame, manipulando um origami de papel, de forma a sugerir a interação. Em fotos de divulgação, participantes o abraçam, o mudam de posição e grande parte o filma.

Já as imagens da interação da menina com a apresentação foram divulgadas por fontes desconhecidas na internet – e, por isso, não são publicadas nesta reportagem. A criança parece mostrar curiosidade enquanto engatinha pelo tatame, vendo uma mulher adulta tocar os pés do artista. A mulher a incentiva a participar, a menina ri, toca rapidamente os dedos dos pés dele, e volta à plateia diante de sorrisos do público.

Críticas. As críticas, que se multiplicaram em publicações durante a madrugada, acusam o museu de “incentivo à pedofilia”. O teor dos comentários é o mesmo daqueles que levaram o Santander Cultural a encerrar a exposição Queermuseu, alvo de protesto ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL) em Porto Alegre. O MAM não mostra qualquer intenção de cancelar a mostra ou a performance. “As referências à inadequação da situação são fora de contexto”, diz a nota do museu.

Estadão

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Justiça multa empresa por exposição de empregado a assaltos na Paraíba

justicaA Justiça do Trabalho multou uma empresa ao pagamento de R$ 5 mil a um ex-funcionário, por danos morais. Os magistrados entenderam que “o transporte de numerário expõe o empregado a possíveis ações criminosas, causando-lhe medo, ansiedade, angústia e preocupação”. A decisão foi da 2ª Turma do Tribunal do Trabalho da Paraíba, que manteve a decisão do juízo da 2ª Vara do Trabalho de Campina Grande.

 

O trabalhador, entretanto, alegando que o valor arbitrado na sentença não condiz com o dano sofrido, recorreu da decisão solicitando o aumento da quantia. Na ação, o ex-empregado contou que foi assaltado, pelo menos duas vezes, enquanto transportava mercadorias e dinheiro em espécie, no caminho da empresa.

Contrária ao pagamento dos valores, a empresa defendeu que os serviços realizados pelo seu ex-funcionário envolviam o transporte de pequenos valores correlacionados, de forma secundária às atividades de entrega e venda de bebidas. E, por considerar alto o valor da condenação, entrou com recurso buscando a redução.

A 2ª Turma não só negou provimento ao recurso, como manteve a decisão do juízo de origem. Nesta ação trabalhista, o relator, desembargador Edvaldo de Andrade, ressaltou que o valor a ser fixada como indenização mede-se pela extensão do dano moral sofrido e busca alcançar dupla finalidade, compensatória e pedagógica.

“Por meio da compensação pecuniária, deve-se chegar a um valor reparador o mais próximo possível do justo, o qual, também, há de espelhar a intenção educativa de fazer com que o autor do dano não repita condutas semelhantes”, explicou o magistrado.

G1

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Empreender: Associação Paraibana de Imprensa critica exposição de jornalistas

empreenderA Associação Paraibana de Imprensa emitiu nota nesta sexta-feira (09) negando qualquer tipo de irregularidade para concessão de créditos do programa estadual ‘Empreender’ a jornalistas e radialistas. O Governo do Estado notificou 197 profissionais da imprensa para que quitem os débitos que possuem junto ao programa. A lista com os nomes dos devedores foi publicada em edição do Diário Oficial do Estado.

A diretoria da Associação criticou a exposição dos profissionais e estranhou o fato do Governo não ter sequer tentado negociar com os jornalistas antes se publicizar seus nomes. Conforme a nota, a medida causou constrangimento.

“Convêm salientar que em nenhum momento a diretoria da entidade na época, bem como seu presidente em exercício, jornalista João Pinto, precisou fazer qualquer tipo de negociata para obter vantagens pessoais, como foi insinuado maldosamente por alguns que tentam politizar um assunto que passa à margem dessa questão. A diretoria da entidade critica a exposição dos associados, sobretudo nessa fase de crise econômica, sem que houvesse anteriormente uma fase de negociação para resolver a demanda, evitando constrangimento desnecessário”, diz a nota.

Os empréstimos foram contraídos no ano de 2014  em uma interlocução entre a Associação Paraibana de Imprensa e a Secretaria de Comunicação do Estado. O objetivo era oferecer crédito a integrantes da imprensa para compra de equipamentos ou investimentos em projetos inerentes à profissão.

Veja a nota da API na íntegra:

A Associação Paraibana de Imprensa (API) vem a público prestar alguns esclarecimentos, principalmente de natureza técnica, sobre a parceria formalizada entre esta entidade e o Empreender Paraíba para viabilizar a contração de empréstimos por parte de profissionais de imprensa do Estado da Paraíba, celebrados no ano de 2014, e que motivou ampla discussão nas redes sociais.

1 – A abertura dessa linha de crédito para contemplar profissionais de imprensa foi amplamente divulgada nos meios de comunicação do Estado, nos sites, portais, blogs e redes sociais de uma forma em geral;

 2 – O cadastro de cada interessado foi preenchido na sede da própria API por funcionários do Empreender, que também informaram sobre a documentação necessária, bem como das regras para a efetuação do contrato;

3 – Após a aprovação do cadastro, o Empreender divulgou a relação com os nomes dos que preencheram os requisitos e estabeleceu a sede da API para a entrega dos cheques nominais e dos carnês de pagamento. Ou seja, tudo feito às claras, sem ocultação de informações, intermediado pela API com intuito único e exclusivo de proporcionar condições para o melhor desempenho dos profissionais de imprensa.

4 – Convêm salientar que em nenhum momento a diretoria da entidade na época, bem como seu presidente em exercício, jornalista João Pinto, precisou fazer qualquer tipo de negociata para obter vantagens pessoais, como foi insinuado maldosamente por alguns que tentam politizar um assunto que passa à margem dessa questão. A diretoria da entidade critica a exposição dos associados, sobretudo nessa fase de crise econômica, sem que houvesse anteriormente uma fase de negociação para resolver a demanda, evitando constrangimento desnecessário.

5 – Por fim, a API tem convicção de que a nova fase exige  renegociação com adesão de todos visando uma solução definitiva.

 

MaisPB

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Exposição da criança à tecnologia deve ser orientada e supervisionada pelos pais

criancasMuito se fala sobre os riscos da exposição precoce da criança à tecnologia. A Academia Americana de Pediatria revisou recentemente sua recomendação sobre o tema, reduzindo de 24 para 18 meses a idade em que a criança não deve ter nenhum contato com dispositivos eletrônicos.

Mas os pais sabem o quanto é difícil evitar essa exposição. Muitos bebês são introduzidos ao universo musical através dos clipes da Galinha Pintadinha. Começam assistindo em casa. Mas logo os pais descobrem o efeito calmante da Galinha e recorrem a ela, através do celular ou tablet, principalmente em locais em que gostariam que a criança ficasse quieta, como salas de espera e restaurantes.

Para Glaucia Miyazaki, diretora de produtos/learning da FS (desenvolvedora de aplicativos para crianças de 6 a 11 anos), a introdução da criança à tecnologia tem de ser “feita sempre de forma orientada, supervisionada e natural”.

“Deixe a criança mostrar curiosidade e se interessar pelo equipamento, e, a partir daí, escolha qual conteúdo será apresentado. Esteja próximo para conversar, ensinar, comentar, interagir e brincar junto”, diz a especialista. “Quando a criança vai crescendo, a tecnologia precisa ser introduzida como mais um elemento, sem tomar lugar dos brinquedos e das relações pessoais.”

E o que ela diz sobre a idade mínima para esse contato começar? “Não existe uma regra para isto, é preciso ter bom senso. Bebês pequenos ainda estão desenvolvendo a capacidade de sentar, a coordenação motora para segurar, além da própria visão. Não faz muito sentido dar um tablete. Uma música, brinquedos ou móbiles são os estímulos mais indicados.”

Mas Glaucia afirma que a tecnologia faz parte da nossa vida e a criança uma hora terá de ser apresentada a ela. “É necessário inserir a criança neste contexto, permitindo o acesso às possibilidades geradas. Existem diversos aplicativos cuidadosamente pensados e criados para estimular e desenvolver algumas habilidades das crianças conforme sua idade.”

Glaucia diz que o contato com a tecnologia pode ajudar no desenvolvimento da criança de diversas formas.

“Os aplicativos podem contribuir para o exercício do raciocínio e da concentração, estimulando a análise e a observação para resolução de problemas. Podem estimular a criatividade e apresentar conceitos desde os mais estruturais, como os números, as operações, as letras, as palavras, as cores, as formas, até os mais sociais, como cuidado com meio ambiente. Alguns atuam na coordenação motora, outros têm cunho mais pedagógico”, afirma.

Segundo ela, se a tecnologia for introduzida de forma adequada, torna-se natural para a criança, estimulando sua curiosidade e permitindo a interação, além de fornecer possibilidades de conhecimento.

“Fazer um tour virtual num museu ou interagir com realidade aumentada em alguma área do aplicativo são exemplos de como tornar o processo de descoberta e aprendizado mais interessante. É o aprender brincando.”

EXEMPLO DEVE VIR DOS PAIS

Mas vale lembrar sempre que os pais devem supervisionar o conteúdo a que a criança tem acesso, além de servir de exemplo para ela.

“De nada adianta questionar a criança que deixa de fazer algo porque está no computador se os pais não deixam o celular de lado nem na hora da refeição”, afirma Glaucia.

Segundo ela, “a educação digital é um item muito importante que não deve ser delegado às escolas ou qualquer outra entidade”.

“São os pais que precisam dar os limites e acompanhar esta interação e este aprendizado. As regras estabelecidas devem ser cumpridas. Os pais precisam estar atentos, devem ver os aplicativos antes para garantir que são adequados ao que esperam”, diz.

Para evitar que a criança se meta em situações perigosas no mundo virtual, ela lembra que existem soluções tecnológicas para monitorar o que é feito nos tablets, computadores e celulares, além da possibilidade de determinar tempo de acesso e conteúdo permitido.

“Existe ainda a parte de configurações dos aparelhos que também permitem limitar o tipo de acesso e ações que podem ser realizadas. Tudo isto ajuda a determinar os limites e também interagir, atuando na orientação e na educação digital das crianças”, afirma a especialista.

TEMPO PARA OUTRAS ATIVIDADES

Glaucia destaca que o uso da tecnologia não deve invadir o tempo de outras atividades da criança, como brincar, comer, dormir, fazer exercícios, tomar banho, conversar e interagir.

“Deve ser mais um elemento nesta rotina de vida. E também não deve ser entendida como uma obrigação. Quando a tecnologia é introduzida de forma orientada e supervisionada, é natural impor limites _de tempo e períodos permitidos, pois assim como as demais atividades, ela tem seu lugar no dia-a-dia.”

“Brincar ao ar livre é tão importante quanto ficar um tempo junto em casa desenhando. Pais e filhos jogarem juntos é tão importante quanto simplesmente conversarem na mesa de jantar. A questão é que estas pequenas interações estão se perdendo, é isto que precisamos buscar”, diz.

maternar.blogfolha

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Advogado repudia exposição de rapazes filmados em banheiro fazendo sexo no Espaço Cultural

videoNos últimos dias um vídeo viralizou nas redes sociais, especialmente no WhatsApp, a partir da filmagem feita por um segurança da Fundação Espaço Cultural. Nele, dois rapazes são flagrados em ato sexual em um dos banheiros da Funesc. Os funcionários ameaçam chamar a polícia e dizem que não são homofóbicos, mas que o pai de uma criança os teria chamado, incomodado com a situação e citam que os jovens estariam cometendo “atentado ao pudor”.

O advogado José Neto, ex-presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB-PB, avaliou que a conduta dos seguranças foi correta ao reprimir o ato sexual no banheiro do prédio público, mas repudiou a exposição do vídeo, que viralizou nas redes sociais:

“Eles agiram de maneira correta ao impedir que se use o banheiro de um órgão público para um ato sexual. Mas, a filmagem dos rapazes foi uma violação da privacidade e uso desautorizado da imagem, com a finalidade clara de execração pública. Os dois rapazes tiveram uma conduta socialmente inapropriada, mas o que fizeram não foi crime, não é atentado ao pudor. Ao serem expostos nas redes sociais, eles ficam vulneráveis a um constrangimento muito grande”, disse o advogado.

O vídeo que viralizou está abaixo, desfocado, para não identificar os rapazes ou os seguranças responsáveis pela filmagem.

 

Fonte: http://www.parlamentopb.com.br

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Exposição de Clóvis Júnior será umas das atrações do Caminhos do Frio em Bananeiras  

clovisTodos os anos o Caminhos do Frio em Bananeiras, reserva surpresas. Este ano, umas das surpresas é a exposição do artista plástico, Clóvis Júnior que está alojada no Restaurante da Estação, até a sexta (12) e terá um aperitivo apresentado, no Espaço Cultural Oscar de Castro, hoje a noite a partir das 19h30 min na abertura do evento.

O artista que é um dos homenageados esse ano,  nascido na cidade de Guarabira – PB, radicado em João Pessoa onde veio morar desde os 17 anos de idade. Clóvis Júnior  trabalha com pinturas, esculturas e gravuras. Sua primeira participação como artista plástico foi no ano de 1983, aos 18 anos de idade. Em 1985, ingressa no curso de educação artística – UFPB. Faz curso de gravura, Prof. Hermano José, UFPB.

Dono de muitos prêmios, destaca com premiações de 1° lugar em diversos concursos pela ONU em 1993. Contando no seu currículo com 35 exposições individuais no Brasil e no mundo e mais de 50 exposições coletivas e salões. Há outra série de exposições coletivas e participações na Bienal Naifs do Brasil, em São Paulo; Exposição Bikoo-kem(Eco 92), no Rio de Janeiro. Para nosso orgulho, Clóvis está entre nós, criando e se inspirando na Paraíba, mas já se tornou um fenômeno nacional.

De 1983 até hoje, soma em seu currículo uma lista de 16 exposições internacionais, destacando-se trabalhos realizados na Flórida, Nova York, Washington, Ovar, Paris, Buenos Aires, Alemanha, Itália, Londres, entre outras. Hoje, o artista tem trabalhos publicados em livros importantes como “Brazilian Knotd – Embaixada do Brasil – Londres”; “Brasilian Art – São Paulo”; participou de vários livros de Bienal Naifs do Brasil; “XXVIII Anuário do Clube da Criação de São Paulo”; “10 Anos do Centro Cultural Correios – Rio de Janeiro”.

A mistura de cores vibrantes e formas reflete o ápice da natureza humana, sendo considerado o artista que mais sabe representar o Brasil e o povo brasileiro no estado de pureza e de alegria. Clóvis Júnior nasceu na cidade de

O Caminhos do Frio é uma realização do Fórum Regional de Turismo Sustentável do Brejo Paraibano e das prefeituras envolvidas, contando com apoio do Governo do Estado, por meio da PBTur e do Sebrae-Paraíba. Toda a programação da Rota Cultural pode ser vista no site do evento, www.caminhosdofrio.com.

Ascom-PMB

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Exposição com obras de Salvador Dalí vira ao Brasil pela 1ª vez

O Teatro-Museu Dalí de Figueras, na Espanha, tem algo de fantasmagórico. Até sua morte, em 1989, o pintor surrealista Salvador Dalí tinha o costume de caminhar pelos espaços da instituição, quando vazia. E pelas tardes, mesmo que o museu estivesse repleto de visitantes, o artista, teatral, fechava as portas da sala do Palácio do Vento para descansar na cama de colchas amarelas e pés de cobras que representa seu dormitório. “Ele dizia que o Teatro-Museu era sua última grande criação”, afirma Montse Aguer, diretora do Centro de Estudos Dalinianos da Fundação Gala-Salvador Dalí. Entre 1970 e 1974, Dalí refez o local destruído em um incêndio de 1939, durante a Guerra Civil Espanhola, para que se tornasse “o maior objeto surrealista do mundo” em sua cidade natal na Catalunha.

‘El Pie de Gala’ (1975-76)

 

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Do lado de fora, a fachada do Teatro-Museu Dalí, que recebeu, no ano passado, 953.291 visitantes, é ladeada de reproduções de gigantescos ovos. Do lado de dentro, 11 pinturas a óleo, peças gráficas, livros, objetos, fotografias, filmes e documentos pertencentes à coleção de obras do artista na instituição catalã estão sendo preparados para logo viajarem ao Brasil. Serão apresentados, juntamente com mais 10 óleos do Museu Reina Sofia de Madri e 9 pinturas do Museu Dalí da Flórida, nos EUA, na primeira grande mostra dedicada ao surrealista na América do Sul, a ser inaugurada em 29 de maio no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro e depois, em outubro, no Instituto Tomie Ohtake de São Paulo.

‘El sentimiento de velocidad’ (1931)

 

Foram cinco anos de negociações, como afirma Ricardo Ohtake, diretor do Instituto Tomie Ohtake, para que se realizasse a exposição Dalí no Brasil. Joan Manuel Sevillano, diretor da Fundação Gala-Salvador Dalí, sediada em Figueras, disse que já está “salivando” para ver as cifras de público da mostra – desde 2002, vêm sendo apresentadas retrospectivas do artista em Taipei, Xangai, Tóquio, Moscou e Paris (nesta última, em 2012, no Centro Pompidou, foram 790 mil visitantes).

‘Composición Surrealista con figuras invisibles’ (1936)

 

As exibições do artista espanhol no Rio e em São Paulo (que não receberá as pinturas do museu da Flórida) foram preparadas especialmente para os brasileiros. “Queríamos apresentar no Brasil todo Dalí, mas, sobretudo, o Dalí surrealista dos anos 1930, a época mais valorizada de sua produção, a que o fez famoso, conhecido”, diz Aguer, curadora da exposição. Para se ter uma ideia, o orçamento da mostra é de cerca de R$ 9 milhões e as obras que a integram estão avaliadas em US$ 170 milhões.

‘Figuras tumbadas en la arena’ (1926)

 

Direito à loucura. Mistério, beleza compulsiva, desejo e fantasmas são algumas das “ideias dalinianas”, diz a curadora, a se tornarem segmentos temáticos importantes da exposição, que terá sentido cronológico e será permeada por frases do artista. Em uma de suas várias provocações, por exemplo, Dalí afirmou: “O surrealismo sou eu”, conta a curadora, que conheceu o artista, em 1986 (ele, então, com 79 anos) e se lembra até hoje de seu “olhar potente”. “Se você perguntar a uma pessoa ‘Diga-me um artista surrealista’, a resposta popular será Dalí. E ele dizia: ‘Não esqueçamos que as massas sabem valorizar o sentido da poesia’”, afirma ainda a pesquisadora, que se “encanta” com o absoluto Manifesto do Direito do Homem à Loucura escrito pelo pintor, que preferia se definir como “máquina de pensar”.

Personalidade complexa, excêntrico, criador de uma obra que não se despende da autobiografia, Dalí se autopromovia muito antes do artista pop americano Andy Warhol, mas “seus valores eram os de Leonardo (Da Vinci) e Michelangelo”, diz a curadora. “Queria ser como um artista do renascimento, refletir sobre a arte em um conceito geral e por isso desenhou joias também, publicidade e outras coisas”, defende Aguer. Não à toa, Salvador Dalí colocou 14 bustos esculpidos coloridos do compositor Richard Wagner, seu preferido e associado ao conceito de “arte total”, incrustados na fonte neoclássica do jardim do Castelo Gala Dalí em Púbol, que, de origem no século 11, se tornou casa de veraneio que deu de presente à esposa na região de Figueras.

Gala conheceu Salvador Dalí em Cadaqués, em 1929. Russa e 10 anos mais velha que o artista, ela largou o marido, o poeta francês Paul Éluard, e a filha, Cécile, para se juntar ao espanhol. É impossível dissociar a figura da “mulher-mãe-musa” da vida e obra do pintor surrealista. Como também muitas vezes se faz presente no universo daliniano as menções à amizade do artista catalão com o poeta Federico Garcia Lorca e sua admiração por Picasso e Velázquez.

Mas, mais ainda, não é possível falar da produção de Dalí sem tratar da paisagem de montanhas e rochas e mar mediterrâneo da região da Costa Brava catalã, especialmente, de Port Lligat, onde o artista viveu e criou seu ateliê permanente. A construção, como o castelo de Gala, foram transformados em Museus-Casa Dalí. “A violência da força das rochas de Creus e a luz nostálgica e limpa englobam todo o discurso surrealista de suas criações”, afirma Jordi Artigas, responsável pelos espaços museológicos. O surrealismo “sempre lisonjeou presenças turbulentas”, escreveu a filósofa Susan Sontag. Vamos, então, dar boas-vindas a Dalí no Brasil.

 

Estadão

 

Projeto Farol do Silêncio estreia, em Dona Inês, com palestra e exposição sobre pedreira

 

pedreiraA palestra “Degradação ambiental e desertificação na Paraíba”, do biólogo Gilcean Silva Alves, e a exposição fotográfica “Dona Inês – Dona Pedreira”, de Dudé Rodrigues, iniciam o projeto Farol do Silêncio, nesta quinta-feira (16/05), na cidade de Dona Inês, no curimataú paraibano. A palestra acontece a partir das 15h, no Colégio Senador Humberto Lucena, e a exposição será aberta às 16h30, no hall da Prefeitura Municipal de Dona Inês.

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O município de Dona Inês é localizado no curimataú oriental, região de transição brejo-curimataú, que possui dois biomas: mata serrana e caatinga. A iniciativa visa trazer, através do registro fotográfico, um novo olhar para os bens naturais dessa região – que possui uma reserva ambiental e uma fauna e flora diversificadas – , provocando nos jovens da cidade e zona rural uma reflexão sobre seu universo. O projeto consiste em registrar, durante seis meses, as variações na paisagem local, compreendendo os períodos de chuva e seca, bem como suas mutações.

Através de um concurso de redação e desenho, com o tema “Minha terra, meu olhar”, serão selecionados 28 participantes de Dona Inês e dos sítios Cozinha, Brejinho, Lajedo Preto, Queimadas e comunidade quilombola Cruz da Menina. A comunidade quilombola compreende ainda os sítios Tapuio e Cruz da Menina e assentamentos rurais, entre eles, Fazenda Sítio, Tanques e Várzea Grande.

Os selecionados terão à disposição três máquinas fotográficas, distribuídas por grupos de três alunos, que farão o registro por um período de uma semana cada. Durante o período do projeto, serão realizadas oito exposições, resultado dos registros dos alunos, nas escolas do município, associações, assentamentos e campi da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

O projeto tem patrocínio do BNDES, Banco do Nordeste, Governo Federal, e apoio da UFPB, Fiep/Senai e Prefeitura Municipal de Dona Inês, através da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A coordenação geral é de Francisco José Rodrigues (Dudé). Na equipe, constam ainda Mariano Ferreira da Costa e Eduardo Gomes dos Santos (coordenadores municipais) e Lúcio de Roberto de Miranda Neto (monitor).

A palestra – O biólogo Gilcean Silva Alves explicou que na Paraíba, a caatinga é o bioma predominante, bem como o mais degradado devido a determinadas práticas antrópicas. “Isso tem refletido em uma queda significativa nas condições sócio econômicas da população. Investir em ações que proporcionem uma redução na degradação ambiental é algo urgente, que deve ser feito por toda a população como forma de manutenção das cadeias alimentares e, principalmente, da melhoria da qualidade de vida da população de hoje e do amanhã”, destacou.

A exposição – É composta por 24 fotografias. Durante quatro anos, o fotógrafo Dudé Rodrigues registrou o avanço da pedreira no Lajedo da Serra, que servia como calha para coleta de água da chuva nos tanques de abastecimento da população. Hoje, a pedreira ocupa uma grande área e é localizada na parte urbana, dentro da cidade de Dona Inês. Além dos painéis com as fotografias, serão instaladas bacias com água, representando os tanques que coletavam água para abastecer a cidade.

 

 

Assessoria de Imprensa

Projeto Pedagógico Escolas Coletivas abre exposição no próximo dia 22, em Bananeiras

 

O Projeto Escolas Coletivas Semeando a Leitura abre no próximo dia 22, uma quinta-feira, às 7h30, na Escola de Queimadas Manoel Ferreira, em Bananeiras (PB), a exposição do que foi desenvolvido em algumas escolas do município.

Confira todos os detalhes na nota (abaixo) encaminhada ao FOCANDO A NOTÍCIA pelo professor Aylton:

PROJETO PEDAGÓGICO ESCOLAS COLETIVAS SEMEANDO A LEITURA

Com o objetivo de melhorar a leitura e a escrita dos nossos educandos as escolas: Nossa SENHORA APARECIDA, ALINORTE, JOAQUIM FRANCISCO, MANOEL FERREIRA, SANTA LUZIA, SANTO EXPEDITO E SOLANGE RAIMUNDO estão culminando o Projeto Escolas Coletivas Semeando a Leitura, onde vem sendo trabalhado desde os últimos 4 meses.

Nesta quinta-feira dia 22 de novembro de 2012 as 7:30hs na Escola de Queimadas Manoel Ferreira, Já estamos abrindo o início das exposições onde terá uma pequena amostra do que foi trabalhado em sala das seguintes escolas: Nossa Senhora Aparecida, Santa Luzia, Joaquim Francisco e Manoel Ferreira. Cada escola envolvida está fazendo suas exposições até o dia 18 de dezembro.

Com apoio da Secretaria de Educação de Bananeiras e da Coordenadora do CINTEP Faculdades Professora Wellingta Magnólia, pedimos a presença da comunidade local e todos que querem participar conosco destes eventos!

Desde já agradecemos!

Professor Aylton

Redação/Focando a Notícia

Exposição comemora os 100 anos da arquidiocese da Paraíba


CliceDomAdautoA exposição “História do Centenário da Elevação da Diocese da Paraíba à Arquidiocese e Sede Metropolitana (1914 – 2014)” foi aberta na quarta-feira, dia 1º de agosto de 2012, às 17h, na ala superior do Centro Cultural São Francisco, Centro de João Pessoa (PB). Em cartaz até 2014, a exposição reúne peças, imagens, móveis, documentos e fotos em 4 partes: história do seminário, dioceses, bispos e arte sacra.

O diretor do Centro Cultural São Francisco, Monsenhor Ednaldo Araújo dos Santos, explicou que “o evento reúne peças que fazem uma retrospectiva histórica da Igreja Católica na Paraíba. É o primeiro passo para se montar o primeiro museu de arte sacra da nossa arquidiocese”. O professor de História da Arte e pesquisador, José Augusto de Moraes, é o responsável pela montagem da exposição. Ele destaca entre as peças um cálice de prata dourada usado nas celebrações pelo primeiro bispo e depois primeiro arcebispo da Paraíba, dom Adaucto Aurélio de Miranda Henriques (tomou posse como bispo da Paraíba em 1894. Tornou-se arcebispo no dia 14 de julho de 1914. E morreu no dia 15 de agosto de 1935).

A exposição faz parte da programação do centenário da arquidiocese da Paraíba. É organizada pela Comissão Histórica e Patrimonial do 1º Sínodo Diocesano, composta pelo monsenhor Ednaldo Araújo dos Santos, José Augusto de Moraes (curador da exposição), Marília Figueiredo de Paiva, Ricardo Grisi Veloso, Rita de Cássia Silva Ramalho e Thiago Fragoso.

No dia 19 de novembro de 2011 foi aberto o 1º Sínodo Diocesano dando início às comemorações dos 100 anos de elevação ao título de arquidiocese da Paraíba e sede da Província Eclesiástica (1914-2014). Sínodo é um ato de governo episcopal e evento eclesial, constituído como uma assembleia consultiva, composta de sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas, cristãos fiéis, leigos, leigas, enfim, de lideranças evangelizadoras e pastorais, com o objetivo de “avaliar e celebrar a caminhada dos 100 anos da Arquidiocese, planejando novas etapas do serviço evangelizador e pastoral por uma permanente conversão ao Evangelho e aos valores de seu Reino, contemplando o seu Mistério de Amor e Salvação, revelando-o nas atuais circunstâncias da sociedade”, explica o arcebispo da Paraíba, dom Aldo Pagotto, que vai estar presente na abertura da exposição.

Fonte: cnbb

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