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Trio é preso com materiais usados em explosões a banco, na Paraíba

A Polícia Militar prendeu na madruga desta segunda-feira (15), três pessoas suspeitas de explodir bancos na Paraíba. Em poder do bando foi encontrado materiais utilizados em explosões a bancos.

A prisão aconteceu nas cidades de Teixeira e São José do Bonfim. Segundo a Polícia Militar, com os suspeitos foram encontrados e apreendidos materiais que possivelmente seriam usados para atacar bancos no Sertão da Paraíba.

A ação policial, realizada pela 4ª Companhia do 3º Batalhão, começou pouco depois da meia noite. Um veículo que vinha na PB-110, na região de Teixeira, não obedeceu a ordem de parada dada pela PM e começou uma perseguição.
O grupo acabou perdendo o controle do carro e bateu em uma pedra. Duas pessoas foram detidas ainda no local. Um terceiro suspeito foi preso no começo da manhã desta segunda-feira, em São José do Bonfim. A Polícia Militar continua em busca de outros suspeitos.

Foram apreendidas 25 bananas de dinamite, fuzil, pistola, carregadores, quase 600 munições de armas de grosso calibre, várias espoletas, cinco coletes balísticos, touca ninja, lanternas de cabeça, motosserra, lixadeiras, alicate grande, discos de corte, um rádio comunicador e outros materiais usados por quadrilhas que atacam bancos.

PB Agora

 

 

Explosões em hotéis e igrejas deixam centenas de mortos e feridos no Sri Lanka

Uma série de explosões em hotéis de luxo e igrejas católicas durante a celebração da Páscoa no Sri Lanka deixou 207 mortos e mais de 450 feridos neste domingo (21), segundo o último balanço das autoridades policiais. Segundo fontes oficiais, ao menos 27 estrangeiros estão entre os mortos.

Nenhum grupo reivindicou autoria das ações até o momento. Sete pessoas foram presas durante uma operação de captura dos suspeitos em Colombo. Dois policiais morreram durante a operação.

O que se sabe até agora

  • 8 explosões atingiram o Sri Lanka neste domingo
  • 4 hotéis, 3 igrejas católicas e um complexo de casas foram alvos
  • Atentados ocorreram na capital, Colombo, e em outras duas cidades
  • 207 pessoas morreram e mais de 450 ficaram feridas
  • 27 mortos são estrangeiros
  • Nenhum grupo assumiu a autoria até o momento
  • Sete suspeitos foram presos

Sequência de ataques

Foram oito atentados. Seis ocorreram na capital, Colombo, atingindo quatro hotéis, uma igreja e um complexo residencial. Outros dois ataques foram registrados em igrejas nas regiões de Katana e Batticaloa.

Os primeiros casos ocorreram de forma coordenada por volta das 8h45 (0h15, no horário de Brasília), em três hotéis de Colombo e três templos católicos que realizavam missas em celebração à Páscoa, nas três cidades atingidas.

Horas mais tarde, outras duas explosões ocorreram na capital. Uma delas, que deixou dois mortos, ocorreu em um pequeno hotel situado ao lado do zoológico de Dehiwala. A outra, em um complexo de casas em Dematagoda, na periferia de Colombo.

No hotel de luxo Cinnamon Grand, em Colombo, um homem-bomba detonou o explosivo na fila de clientes que esperava para entrar em um bufê de Páscoa no restaurante do local.

“Ele se dirigiu para o início da fila e se explodiu”, relatou um funcionário para a AFP. “Era o caos total”, acrescentou.

Ataques conta 4 hotéis, três igrejas e um complexo residencial no Sri Lanka. — Foto: Rodrigo Cunha/G1

Ataques conta 4 hotéis, três igrejas e um complexo residencial no Sri Lanka. — Foto: Rodrigo Cunha/G1

Pessoas mortas após atentado em igreja de Santo Antônio em Colombo, Sri Lanka, neste domingo 21). — Foto: AFP

Pessoas mortas após atentado em igreja de Santo Antônio em Colombo, Sri Lanka, neste domingo 21). — Foto: AFP

Parentes de vítimas choram perto de igreja no Sri Lanka — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

Parentes de vítimas choram perto de igreja no Sri Lanka — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

Investigação

O primeiro-ministro, Ranil Wickremesinghe, convocou uma reunião do conselho de segurança nacional em sua casa para o final do dia. “Eu condeno veementemente os ataques covardes contra nosso povo hoje. Eu chamo todos para permanecerem unidos e fortes”, postou no Twitter.

Padres caminham perto de igreja após atentado — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

Padres caminham perto de igreja após atentado — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

O presidente do Sri Lanka, Maithripala Sirisena, pediu calma ao país. “Por favor, fiquem calmos e não sejam enganados por rumores”, declarou Sirisena, em mensagem à nação.

Sirisena, que se mostrou “em choque e triste com o que ocorreu”, esclareceu que “as investigações estão em curso para descobrir que tipo de conspiração está por trás destes atos cruéis”.

Toque de recolher

O governo impôs um toque de recolher no país. O governo também decretou um bloqueio temporário das redes sociais para impedir a difusão de mensagens falsas sobre os atentados.

“O governo decidiu bloquear todas as plataformas de redes sociais com o objetivo de impedir a propagação de informações incorretas e falsas. Trata-se de uma medida temporária”, anunciou a presidência, em um comunicado.

Atentados desta magnitude não aconteciam no Sri Lanka desde a guerra civil entre a guerrilha tâmil e o governo, um conflito que durou 26 anos, terminou em 2009 e deixou, segundo dados da ONU, mais de 40 mil civis mortos.

O último deles foi em 2018, quando o governo teve que declarar estado de emergência após confrontos entre muçulmanos e budistas. No Sri Lanka, a população cristã representa 7%, enquanto os budistas são cerca de 70%, de acordo com o Censo feito em 2012.

Sapato de vítima em frente a igreja no Sri Lanka — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

Sapato de vítima em frente a igreja no Sri Lanka — Foto: Dinuka Liyanawatte/Reuters

Reações

As igrejas cristãs na Terra Santa expressaram seu pesar após os atentados. “Que difíceis, irritantes e tristes são estas notícias, especialmente porque os ataques aconteceram enquanto os cristãos comemoravam a Páscoa”, lamentou o assessor de líderes da Igreja na Terra Santa, Wadie Abunassar.

Ele transmitiu sua solidariedade ao Sri Lanka e “a todos seus habitantes em suas várias confissões religiosas e origens étnicas”. “As igrejas rezam pelas almas das vítimas e pedem a rápida recuperação dos feridos”, acrescentou, em comunicado.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em sua rede social: “Os EUA prestam suas sinceras condolências ao grande povo do Sri Lanka. Estamos prontos a ajudar!”. Inicialmente, Trump havia postado que o número de mortos era de 138 milhões, mas corrigiu o número para 138 em um novo post.

G1

 

‘Operação Sem Divisas’ prende nove integrantes de quadrilha de explosões bancárias

As Polícias Civis da Paraíba e de Pernambuco realizaram, na manhã desta sexta-feira (27), a ‘Operação Sem Divisas’, que teve como objetivo o cumprimento de mandados de prisão em desfavor de suspeitos de integrar uma organização criminosa responsável pela prática de roubo qualificado, latrocínio tentado e explosões bancárias, entre outros delitos.

Em território paraibano, nove pessoas foram presas pelo cumprimento das ordens judiciais e também em flagrante, entre elas o vereador Moisés Marques Sousa, da cidade de Alcantil.

Foto: Secom/PB

Foto: Secom/PB

De acordo com o delegado da 2ª Superintendência de Polícia Civil na Paraíba, Luciano Soares, a ação de repressão qualificada teve como base investigações desenvolvidas de forma integrada.

“Paraíba e Pernambuco trocaram informações sobre os investigados e a consequência foi o deferimento dos mandados judiciais pela comarca de Macaparana. A Polícia Civil da Paraíba deu apoio à operação empregando 45 policiais. Destacamos a integração que deve existir entre as polícias judiciárias, principalmente aquelas que fazem divisa”, frisou a autoridade policial.

Foto: Secom/PB

Além da cidade de Alcantil, outras prisões foram realizadas em Campina Grande e Alagoa Grande. Durante as buscas, foram apreendidas três pistolas (.45, 9mm e 380), além de R$ 3 mil.

De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, as investigações tiveram início há aproximadamente nove meses e na operação foram empregados 245 policias de ambos os estados, para cumprimento de 45 mandados judiciais sendo 16 de prisão temporária, três de condução coercitiva e 26 de busca e apreensão.

Dos mandados de prisão decretados, três se relacionam a alvos que atualmente estão dentro do sistema penitenciário.

Na Paraíba, os presos em flagrante foram conduzidos para Central de Polícia de Campina Grande, onde permanecem à disposição do Poder Judiciário para audiência de custódia. Já os presos por cumprimento de mandado serão encaminhados para o estado de Pernambuco.

Secom-PB

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Vereador mais votado é preso suspeito de envolvimento em explosões bancárias

Foto: JORGE MESQUITA
Foto: JORGE MESQUITA

Um vereador do município de Alcantil foi preso nesta sexta-feira (27) por suspeita de envolvimento em explosões de instituições bancárias. Moisés Marques de Sousa (PV), de 36 anos, vereador mais votado do município, foi preso durante uma operação da Polícia Civil, assim como outras oito pessoas.

Moisés obteve 419 votos nas eleições de outubro.

Durante as buscas, foram apreendidas 3 pistolas (.45, 9mm e 380) e aproximadamente R$ 3 mil. Outras duas prisões ocorreram em Alcantil, uma em Campina Grande e outra em Alagoa Grande. A operação foi realizada em conjunto com a Polícia Civil de Pernambuco. Um efetivo de 80 policiais foi empregado na operação.

MaisPB

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Polícia prende quadrilha suspeita de explosões e procura foragido na PB

presosTrês pessoas foram presas e um homem está foragido suspeitos de envolvimento em explosões contra agências bancárias, na Paraíba. O grupo foi desarticulado em uma operação da Polícia Civil no início do fim de semana, em Campina Grande. Os três suspeitos, armas, explosivos, grampos e máscaras foram apresentados na Central de Polícia Civil da cidade nesta segunda-feira (26).

De acordo com a investigação da Polícia Civil, o material seria usado em uma explosão na região do Brejo paraibano. Os suspeitos foram presos em uma residência no bairro Itararé.

No momento da abordagem, a mulher de 23 anos foi presa na casa e os outros três homens fugiram da residência. Dois deles, de 26 e 36 anos, foram presos ainda no bairro e o terceiro homem de 32 anos conseguiu fugir em um táxi, em direção a João Pessoa.

Ainda de acordo com a polícia, o que chamou a atenção dos policiais é que eles encontraram fotos dos suspeitos ostentando armas. O foragido foi identificado como Flávio Barbosa Clementino, 32 anos.

A Polícia Civil divulgou a foto dele e pede a ajuda da população para tentar encontrá-lo. “Quem tiver informações sobre os paradeiro dele pode ligar anonimamente para o número 197 e dizer”, explicou a delegada Helen Maria.

Polícia Civil pede ajuda da população para prener Flávio Barbosa Clementino, 32 anos (Foto: Reprodução/TV Paraíba)Polícia Civil pede ajuda da população para prender Flávio Barbosa Clementino, 32 anos (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
G1 PB

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Explosões a bancos financiam tráfico de drogas no NE, diz polícia da PB

José Ricardo é suspeito de chefiar um grupo responsável por explodir bancos no Nordeste (Foto: Diogo Almeida/G1)
José Ricardo é suspeito de chefiar um grupo responsável por explodir bancos no Nordeste (Foto: Diogo Almeida/G1)

Uma quadrilha especializada em roubos a bancos na região Nordeste utilizava o dinheiro adquirido nas explosões a caixas eletrônicos para investir no tráfico de drogas. A desarticulação é fruto da prisão do suspeito de chefiar o grupo, que aconteceu na quarta-feira (22) em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco. A afirmação foi feita pelo delegado Állan Murilo Terruél, titular do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil da Paraíba e responsável pela operação que resultou na prisão.

“As explosões funcionam como uma captação de recursos para a quadrilha. O dinheiro que eles conseguem com estes roubos é utilizado pelas células criminosas para investir no tráfico de drogas e em outras atividades ilícitas,” disse o delegado.

Em entrevista coletiva, realizada na sede do GOE em João Pessoa na manhã desta quinta-feira (23), o delegado detalhou que o grupo, do qual José Ricardo de Souza Silva é suspeito de chefiar, era articulado em três equipes menores, onde cada uma delas tinha uma função definida para que os assaltos a banco tivessem êxito.

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“Parte do grupo ficava responsável por roubar, adulterar e guardar os veículos utilizados pela quadrilha, outro setor do grupo se encarregava de conseguir armas e explosivos para serem usados nas explosões e o terceiro setor ficava responsável por, de fato, sitiar as cidades e atuar nas agências”, explicou Terruél.

Suspeito foi apresentado na manhã desta quinta-feira (22), em uma coletiva de imprensa na sede do GOE, em João Pessoa (Foto: Diogo Almeida/G1)
Suspeito foi apresentado em coletiva na sede do
GOE, em João Pessoa (Foto: Diogo Almeida/G1)

 

À imprensa, o paraibano José Ricardo negou as suspeitas e disse que não tinha envolvimento com nenhum crime, mas que apenas trabalhava e morava no município onde houve a prisão. Segundo o advogado de Ricardo, Eduardo Luna, há a possibilidade do suspeito confessar os crimes e colaborar com a policia através de colaboração premiada. “Ainda vamos analisar todos os inquéritos que pesam sobre ele e a partir disso iremos decidir”, diz.

Segundo o próprio advogado, a chamada delação premiada funciona da seguinte forma: o suspeito confessa os crimes no qual teria autoria e aponta como funcionava o esquema criminoso e quais seriam as pessoas envolvidas. “O benefício para o colaborador pode ser de ter a pena reduzida ou até mesmo não ser denunciado”, disse o advogado.

Durante as investigações, que começaram há cerca de dois meses, a quadrilha teria atuado em pelo menos três explosões a banco, nas cidades paraibanas de Taperoá e Boqueirão e no município de Poção, em Pernambuco. Nestes três roubos, o grupo teria roubado cerca de R$ 1 milhão.

Além dos crimes de roubo de veículo e das explosões, o suspeito também trabalharia em conjunto com outras células criminosas. “Apesar de chefiar um grupo, José Ricardo também colaborava com os outros grupos, principalmente emprestando material como armas e veículos para que os outros grupos atuassem”, comentou Terruél. O grupo atuava em vários estados do Nordeste e com a desarticulação, a polícia vai investigar quais os casos em que eles estavam envolvidos.

Investigações
Antes da prisão de José Ricardo, outros suspeitos de integrar a mesma quadrilha foram presos no dia 15 de julho deste ano, sendo um em Campina Grande, na Paraíba e outros três nos estados doMaranhão e Piauí. O suspeito preso na Paraíba atuava no setor que roubava e armazenava veículos. Os que estavam nos outros estados estavam com explosivos que seriam transportados para a Paraíba.

Com a prisão destes suspeitos, a polícia conseguiu chegar até a identificação do chefe do grupo. “A operação ‘Phantom’, do inglês ‘Fantasma’, vem exatamente do fato de que ninguém tinha informações sobre quem era o líder. Ele atuava a partir do esconderijo dele e não se envolvia com os crimes, apenas comandava, isso através de documentos falsificados, dificultando saber quem de fato era a pessoa por trás de tudo”, disse Állan Terruél.

Sucessor
Ricardo é considerado ainda o principal sucessor de outro criminoso com atuação interestadual, preso em 2011 e recapturado em 2014, atualmente cumprindo pena em presídio Federal, segundo as informações da assessoria de comunicação da polícia da Paraíba.

Existem três mandados de prisão para Ricardo em aberto. Um é de 2010, expedido na cidade de Goiana, no Pernambuco, pelos crimes de roubo e formação de quadrilha; outro de 2012, expedido na cidade pernambucana de Itambé, pelo crime de homicídio qualificado; e outro de 2013, da cidade de Bayeux, Região Metropolitana de João Pessoa, pelo crime de roubo.

“Ele também já havia sido preso na cidade de Sapé, quando tinha 19 anos. Na época, ele foi detido por porte ilegal de arma. Depois que ele foi solto é que começou a atuar como um ‘fantasma no crime’”, concluiu o delegado.

 

G1

Quadrilha é presa suspeita de integrar grupo que comanda explosões de banco no Nordeste

casos-de-policiaSete pessoas suspeitas de integrar uma quadrilha especializada em assaltos a instituições bancárias com uso de explosivos na região Nordeste foram presas durante o feriado de Páscoa, no bairro Mário Andreazza, cidade de Bayeux, região metropolitana da Capital. A ação policial foi comandada pela equipe da delegacia de Crimes contra o Patrimônio (Roubos e Furtos) de João Pessoa.

Para apresentação de detalhes das investigações e apresentação do material apreendido, uma coletiva de imprensa será realizada às 9h desta segunda-feira (6), na Central de Polícia Civil de João Pessoa, com as autoridades responsáveis pelas investigações.

Com o grupo foram apreendidos explosivos, cordel detonante, estopim e maçaricos, além de armas de fogo como espingarda, pistola, revólver, e munição. A Polícia Civil ainda encontrou com a quadrilha peças de fardamento da Polícia Militar da Paraíba e do Exército Brasileiro. Os presos foram autuados em flagrante por associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo, furto qualificado na forma tentada e ameaça.

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Uma entrevista coletiva será realizada na manhã desta segunda-feira (6), na Central de Polícia Civil, bairro do Varadouro, na Capital.

 

portalcorreio

Polícia prende acusado de integrar quadrilha interestadual de explosões a banco

acusadoA polícia prendeu, no começo da tarde desta quinta-feira (22), Michel Souza de Lima, de 27 anos, acusado de integrar um grupo de criminosos que, na madrugada de hoje, explodiu caixas eletrônicos do Banco do Brasil, na cidade de Puxinanã. Ele foi preso durante um cerco que policiais militares fizeram em uma área de sítio, no bairro de Bodocongó, em Campina Grande, e confessou o crime. As diligências já duram mais de oito horas e mobilizam 40 policiais de várias unidades operacionais.

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De acordo com o comandante do 2º Batalhão, major Gilberto Felipe, o acusado mora no bairro do José Pinheiro, em Campina Grande, e já cumpriu pena por roubo, no estado do Rio Grande do Norte. “A prisão dele representa a desarticulação de uma quadrilha interestadual suspeita de explosões a banco, pois ele confessou que praticou a ação com outros cinco integrantes, sendo um da Paraíba e os outros quatro do estado da Bahia”, informou.

Major Gilbertou acrescentou ainda que o bando que agiu contra o banco de Puxinanã é o mesmo que, na última segunda-feira (19), tentou explodir os caixas eletrônicos da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), no bairro São José, em Campina Grande. “Já tínhamos identificado que os carros apreendidos eram os mesmos que foram usados na ação contra os caixas da AABB e o suspeito preso confessou o crime”, afirmou o policial.

O acusado foi levado para a Central da Polícia Civil onde, pela manhã, a polícia entregou o dinheiro recuperado, quatro bananas de dinamites e dois carros apreendidos com o bando, que foi interceptado durante a fuga.

Michel Souza é o 105ª suspeito de roubos ou furtos detidos desde o dia 9 de janeiro pela Polícia Militar da Paraíba.

 

Secom/PB

PM vai atender a ocorrência e é recebida a bala por bando suspeito de explosões a caixas eletrônicos

Foto: David Martins
Foto: David Martins

Uma ocorrência de rotina terminou em tiroteio entre policiais militares e bandidos na noite desta quinta-feira (13). O fato aconteceu no distrito de Fagundes, no município de Lucena, Litoral Norte do Estado.

Por volta das 23h30 a polícia foi chamada para atender a uma ocorrência de perturbação da ordem pública. A informação era de que um grupo de homens estava em via pública com o som de um carro em toda altura.

Uma viatura foi acionada e no momento em que policiais chegaram ao local da ocorrência veio à surpresa. Cerca de 15 homens que se encontravam no local passaram a atirar contra os policiais que revidaram.

Na troca de tiros a viatura da Polícia Militar foi atingida com vários disparos, mas ninguém ficou ferido. Depois de um intenso tiroteio, os bandidos conseguiram fugir por dentro do mato.

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Os policiais entraram na residência que estava servindo de moradia para a quadrilha e encontraram vários equipamentos e materiais usados nas explosões de caixas eletrônicos.grampos

Dentro imóvel estavam fertilizantes, papel laminado e outros produtos químicos e que, segundo a polícia, se misturados se transformam em bombas de alto poder explosivo. Também foram munições de vários calibres e ferramentas.

Paulo Cosme/David Martins

Bancos já sofreram 21 ocorrências entre explosões e arrombamentos em 2014; Sindicato denuncia Procon

banco-do-brasilO sindicato dos Bancários do estado da Paraíba afirma que vai entrar com uma denúncia contra o PROCON estadual. De acordo com o diretor presidente do sindicato, Marcos Henrique e Silva, a denúncia será feita porque, segundo ele, o sistema de monitoramento não está funcionando como deveria e cabe ao órgão estadual fiscalizar.

“Vamos denunciar o PROCON, pois os bancos precisam ser fiscalizados,” completou Henrique. Para ele , os clientes e os funcionários temem por falta de segurança.

Uma explosão de um caixa eletrônico da agência do Banco do Brasil, em Umbuzeiro, no Agreste paraibano, foi a sétima investida criminosa contra bancos na Paraíba, em fevereiro.

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No ano, são 21 ocorrências, sendo: 7 explosões (5 no Bradesco e 2 no Banco do Brasil), 2 assaltos (1 no Bradesco e 1 no Banco do Brasil), 8 arrombamentos (1 no Banco do Brasil, 2 no Santander e 5 no Itaú), 1 Tentativa de arrombamento/explosão/assalto (1 no Banco do Brasil), 3 Saidinhas/Entradinhas de banco (1 no Santander, 1 no Bradesco e 1 no Banco do Brasil). Veja onde e como ocorreram esses crimes, no mapa abaixo.

 

ATAQUES A BANCOS NO ESTADO DA PARAÍBA

2014

01 Av. Canal – Campina Grande Itaú Arrombamento

01/01/14

02 Bairro dos Estados – João Pessoa Santander Saidinha

07/01/14

03 Jericó Bradesco Explosão

08/01/14

04 São Vicente do Seridó Bradesco Explosão

08/01/14

05 Av. Canal – Campina Grande Itaú Arrombamento

09/01/14

06 Praça 1817 – João Pessoa Santander Arrombamento

13/01/14

07 Ag. Borborema – Campina Grande Bradesco Saidinha

13/01/14

08 Ag. Liberdade – Campina Grande BB Saidinha

14/01/14

09 Gurjão Bradesco Explosão

16/01/14

10 Espaço Cultural – João Pessoa Santander Arrombamento

20/01/14

11 Av. Canal – Campina Grande Itaú Arrombamento

21/01/14

12 Duque de Caxias – João Pessoa Itaú Arrombamento

21/01/14

13 Parque Solon de Lucena – João Pessoa Itaú Arrombamento

21/01/14

14 Mamanguape Bradesco Assalto

23/01/14

15 Shopping – Campina Grande BB Arrombamento

02/02/14

16 Livramento Bradesco Explosão

02/02/14

17 Shopping Popular – João Pessoa BB Tentativa

02/02/14

18 Alagoa Nova BB Explosão

04/02/14

19 São José dos Ramos Bradesco Explosão

05/02/14

20 Espaço Cultural – João Pessoa BB Assalto

06/02/14

21 Umbuzeiro BB Explosão

07/02/14

Atualizado: 07/02/2014 – 10h57

OCORRÊNCIAS NO ANO DE 2014

BANCO

Explosão

Assalto

Arrombamento

Tentativa de Arrombamento

Saidinha de Banco

Total

Banco do Brasil

2

1

1

1

1

6

Santander

0

0

2

0

1

3

Bradesco

5

1

0

0

1

7

Banco 24Horas

0

0

0

0

0

0

Itaú

0

0

5

0

0

5

Caixa Econômica

0

0

0

0

0

0

HSBC

0

0

0

0

0

0

Totais

7

2

8

1

3

21

Atualizado em 06/02/14

Fonte: SEEB – PB / Rogério Lucena/Cassiana Ferreira e Otávio Ivson

Wagner Mariano