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DIA DO IDOSO: Cinco exercícios de Pilates para a terceira idade

Dia 01 de outubro é o Dia Nacional e Internacional do Idoso. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existem cerca de 23,5 milhões de brasileiros na terceira idade e estipula-se que em 2026, o Brasil será o sexto país com mais idosos no mundo.

Na terceira idade, o corpo apresenta-se mais frágil e a pessoa fica sujeita à diversas patologias, por isso, é muito importante praticar atividades físicas e ter uma boa alimentação durante essa fase.

Segundo Dalmara Coutinho, instrutora de Pilates do Estúdio MetaLife, na capital paulista, atualmente as pessoas, de um modo geral, buscam por atividades físicas para manter uma vida mais saudável. O público da terceira idade não é diferente e o “estar em movimento” já se incorporou no dia a dia deles. Querem viver mais e melhor. “O Método Pilates tornou-se um forte aliado nessa fase, pois além de exercitar o corpo globalmente, a sua prática exige concentração, trabalha o equilíbrio e a respiração”, informa.

Quando se fala em terceira idade, alguns cuidados devem estar sempre em mente e fazer o exercício de forma segura torna-se regra e a atenção a individualidade é essencial já que cada indivíduo se move de uma forma diferente. “E por mais saudável que se viva, os idosos convivem com um desgaste progressivo do corpo que requer muita atenção na prática de qualquer tipo de esporte, inclusive no Pilates”, diz a instrutora da MetaLife.

PILATEANDO NA TERCEIRA IDADE

De acordo com a instrutora, os exercícios devem ser praticados em um ambiente seguro e, por mais desafiadores que sejam, os mesmos não devem colocar em risco a integridade de quem está praticando. 

O risco de desequilíbrios e quedas requer atenção do instrutor. “Exercícios com muita carga e com grandes alavancas devem ser analisados com rigor e só realizados se realmente o aluno tiver condições para tal”, alerta Dalmara.

1. Roll Down no Cadillac

Sente-se sobre os ísquios de frente para barra de rolamento, mantenha pelve e coluna neutras, pés apoiados nos postes verticais, braços estendidos para frente e mãos segurando a barra abertura do tamanho dos ombros. Inspire preparando o movimento e na expiração role sua pelve e sua coluna para trás apoiando uma vértebra de cada vez até atingir a posição deitada. Inspire embaixo e na expiração inicie o movimento de volta dirigindo seu olhar para a barra e volte tirando uma vértebra de cada vez até voltar a posição inicial. Esse é um excelente exercício para mobilizar a coluna e dar consciência do movimento das vértebras se movimentando.

2. Forward push-thru no Cadillac

Inicie sentado para a barra de empurrar com a pelve e coluna neutras, pernas estendidas e pés nos postes laterais. Braços estendidos para segurar a barra de empurrar. Inspire rolando para trás dos ísquios e abaixando a barra, na expiração empurre a barra em direção aos pés, inspire rolando de volta e retorne para posição inicial. É um bom exercício para alongar cadeia posterior de tronco.

3. Midback series no Reformer

Deitado em decúbito dorsal, com as pernas dobradas na posição de apoio (cadeirinha), Mãos nas alças, cotovelos dobrados no carrinho. Eleve seus 2 braços em direção ao teto deixando as escápulas apoiadas, inspire para preparar o movimento e na expiração leve seus braços de volta ao carrinho puxando as alças, puxo e devolvo o carrinho com a mesma velocidade, é um bom exercício para trabalhar a musculatura dos braços e treinar a estabilização do abdômen.

4. Standing Leg Press na Cadeira

Fique em pé de frente a cadeira, pelve e coluna na neutra, perna de suporte estendida e apoiada no chão, a perna de movimento estendida e a frente com o pé apoiado no pedal, metatarsos apoiados no pedal. Braços estendidos para os lados ou para frente e se o equilíbrio for muito ruim pode-se apoiar as mãos nas alças da cadeira. Inspire e flexione o joelho da perna do pedal assim o pedal se eleva, na expiração empurre e estenda o joelho, pressionando o pedal para baixo. Esse exercício treina e desafia o equilíbrio. 

5. Extensão da coluna para neutra no Barril

Deitado em decúbito ventral no barril apoiando a pelve no barril (pode ser na parte mais baixa), pés apoiados no chão, mãos apoiadas na testa, role por cima do barril, inspire para preparar o movimento e na expiração eleve seu tronco para trás até o posicionamento neutro da coluna. É um bom exercício para estimular a extensão do tronco, se o aluno tiver dor diminua a alavanca do movimento. Trabalhar extensões é benéfico.

METALIFE PILATES – A empresa é líder sul americana na fabricação de equipamentos de Pilates, e 2ª do mundo no segmento. Referência em qualidade, os produtos atendem os mais exigentes padrões mundiais do mercado, busca continuamente inovação e excelência na produção de equipamentos e acessórios, e no relacionamento com os clientes. Possui mais de 30 mil estúdios vendidos em 15 anos de história com presença em mais de 15 países. Site: https://metalifepilates.com.br

Assessoria de Comunicação

 

 

Excesso de exercícios leva a alterações negativas em órgãos vitais

A prática de exercícios físicos intensos sem o tempo de recuperação adequado provoca alterações negativas em estruturas vitais do organismo, como coração, fígado e sistema nervoso central, revela pesquisa desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.

Antes, já era sabido que esse tipo de treinamento intenso sem intervalos necessários levava à síndrome do overtraining, desencadeando sintomas como depressão, insônia, irritabilidade, queda na imunidade, perda de apetite e de peso.

O trabalho mostra que os prejuízos vão além da queda do rendimento.

O professor Adelino Sanchez Ramos da Silva, da Escola de Educação Física e Esporte, disse que a síndrome de overtraioning era explicada, até então, pelo fato de que lesões no tecido musculoesquelético causadas pelo exercício excessivo induziriam à liberação na corrente sanguínea de substâncias pró-inflamatórias (proteínas produzidas por células de defesa e conhecidas como citocinas), que desencadeariam os efeitos sistêmicos.

A pesquisa, coordenada por ele, comprovou essa hipótese, formulada há 20 anos, e mostrou que há outras alterações negativas em órgãos vitais.

“O diferencial dos nossos estudos, que vêm sendo desenvolvidos há 10 anos, é que, além dessas alterações, nós verificamos, em estudos com camundongos, que o desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação está associado a uma inflamação em músculos esqueléticos, sangue, hipotálamo, coração e fígado”, explicou Silva.

Subida e descida

Foram feitos testes com camundongos, submetidos a diferentes práticas de overtraining, como corrida no plano, na subida e na descida, durante oito semanas.

Todos os protocolos de exercícios em excesso provocaram prejuízo na sinalização da insulina no tecido musculoesquelético, ou seja, as células musculares ficaram com mais dificuldade de captar a glicose que circula no sangue.

“Essa dificuldade foi compensada tanto pelo coração quanto pelo fígado, que aumentaram os estoques de glicogênio”, disse Silva.

Ele acrescentou que o coração apresentou sinais de fibrose e também sinais moleculares de hipertrofia patológica. O fígado teve aumento da gordura que ocorre, por exemplo, em doenças como diabetes e obesidade.

A inflamação no hipotálamo foi associada à diminuição do apetite e do peso corporal dos camundongos.

“É importante frisar que, após duas semanas de recuperação total, em que os animais não foram submetidos a nenhuma sessão de treinamento, as alterações inflamatórias no músculo esquelético, no soro e no hipotálamo retornaram aos valores normais, no entanto, o desempenho dos animais continuou diminuído”, afirmou.

Segundo o pesquisador, esse resultado sugere que outros mecanismos, além da citocinas pró-inflamatórias, estejam envolvidos na diminuição do desempenho em resposta ao desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação.

“Os próximos passos da nossa pesquisa serão avaliar animais que apresentam deficiência dessa citocinas, que são conhecidos como animais nocaute, para que possamos averiguar qual o real papel dessas citocinas”, afirmou.

Educação física

Silva destacou que o exercício físico – feito de forma regular e moderada e sob orientação de um profissional de educação física – é uma estratégia “não farmacológica extremamente eficiente para a prevenção e tratamento de diversas patologias”.

“Os nossos resultados servem como alerta para os indivíduos que treinam em excesso e não respeitam um período adequado de recuperação.

Esse período varia muito em relação a sessões de treinamento e ao nível inicial de condicionamento do praticante.

De forma geral, nós podemos dizer que um período entre 24 horas e 48 horas é suficiente para a recuperação”, finalizou.

 

Agência Brasil

 

 

Dia Mundial da Atividade Física lembra a importância da prática de exercícios

Para lembrar a importância da atividade física tanto para a saúde do corpo quanto para o cérebro, foi criado o Dia Mundial da Atividade Física, celebrado nesta sexta, 06 de abril. Praticar exercícios vai além de dispor de uma hora na academia ou fazer algum esporte. É possível fazer movimentos desde os mais simples aos mais intensos e em qualquer idade. É possível realizar uma sequência de exercícios nos mais diversos ambientes para estimular o corpo.

“Há exercícios que caem bem para quem é iniciante porque o esforço é mínimo e o resultado positivo”, aponta Jailson Santos profissional de educação física do Hapvida. Ele orienta que há exercícios como polichinelo, agachamento, bicicleta, pula corda, e outros que podem ser iniciados por aquelas pessoas que desejam começar a praticar atividades físicas.

Os benefícios vão além do físico. Mais que perder peso e combater a obesidade, a prática regular de movimentos gera benefícios como o fortalecimento dos ossos, articulações e músculos, e fortalece o coração. Tem importância no controle da gordura corporal, melhora o humor, ajuda na vida sexual e estimula a atividade cerebral.

Assessoria 

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Interrupção nos treinos reduz benefícios de exercícios para o cérebro

Rahel Patrasso/Futura Press
Rahel Patrasso/Futura Press

Antes de pular outra sessão de exercícios, pense no seu cérebro. Um novo estudo provocador constatou que alguns dos benefícios do exercício para a saúde mental podem evaporar se optarmos pelo sofá e deixarmos a atividade de lado, ainda que por uma semana só.

Estudos com animais e seres humanos mostram que se exercitar pode levar à criação de novos neurônios, vasos sanguíneos e sinapses e a um volume maior como um todo em áreas do cérebro ligadas à memória e ao raciocínio elaborado.

Como resultado disso, pessoas e animais que se exercitam costumam ter capacidade cognitiva e memória mais robustas do que quem é sedentário.

Em grande medida, o exercício estimula essas mudanças, aumentando o fluxo sanguíneo no cérebro, acreditam muitos cientistas especializados na área. O sangue transporta combustível e oxigênio para as células cerebrais, além de outras substâncias que ajudam a desencadear os processos bioquímicos desejáveis dentro dele. Então, mais sangue circulando no cérebro costuma ser uma coisa boa.

O exercício é particularmente importante para a saúde mental porque parece reforçar o fluxo sanguíneo pelo crânio não apenas durante a atividade em si, mas durante o resto do dia. Em estudos neurológicos anteriores, quando pessoas sedentárias começavam a se exercitar, elas logo desenvolviam um fluxo aumentado de sangue no cérebro, mesmo quando estavam descansando e não correndo nem se movimentando.

Não estava claro, contudo, se essa melhoria no fluxo sanguíneo é permanente ou por quanto tempo ela pode durar.

A experiência

Para o novo estudo, publicado em agosto no periódico Frontiers in Aging Neuroscience, pesquisadores do departamento de cinesiologia da Universidade de Maryland, Estados Unidos, pediram a um grupo de homens e mulheres idosos, extremamente em forma, que parassem de se exercitar durante algum tempo.

“Nós queríamos estudar atletas veteranos e sérios porque o esperado era que eles tivessem uma base bastante elevada de capacidade aeróbica e hábitos estabelecidos de exercícios frequentes”, afirma J. Carson Smith, professor adjunto de Cinesiologia da Universidade de Maryland e principal autor do estudo. Segundo ele, se essas pessoas parassem abruptamente de se exercitar, o esperado seria que os efeitos durassem mais tempo do que quem malhasse levemente.

Por fim, os pesquisadores encontraram 12 corredores, que competem na categoria de veteranos, com idades entre 50 e 80 anos, para participar do estudo. Todos corriam e competiam há pelo menos 15 anos e ainda corriam pelo menos 55 quilômetros semanais.

No começo da experiência, os corredores visitaram o laboratório dos cientistas para examinar sua capacidade cognitiva. Eles também fizeram uma ressonância magnética especial que registra quanto sangue está fluindo para as diversas partes do cérebro.

Os pesquisadores estavam especialmente interessados no fluxo do sangue para o hipocampo, uma porção do cérebro essencial para o funcionamento da memória.

A seguir, os atletas ficaram sem se exercitar durante dez dias. Eles não correram e lhes foi pedido para se envolverem o menos possível em atividades físicas.

Embora algumas pessoas possam achar fácil seguir tais instruções, os voluntários adoravam se exercitar, conta Smith, e talvez nunca tivessem trapaceado e corrido só um pouco. Os “pesquisadores ligavam com frequência” para eles, lembrando gentilmente para não saírem do sofá.

Após dez dias sedentários, os corredores voltaram ao laboratório para repetir os primeiros testes, incluindo a ressonância magnética do cérebro.

Os resultados

Os resultados mostraram mudanças impressionantes no fluxo do sangue. Menos sangue corria para a maioria das áreas do cérebro dos corredores, e o fluxo caiu significativamente nos lobos direito e esquerdo do hipocampo.

De forma animadora, os voluntários não se saíram muito pior nos testes da função cognitiva.

Os resultados, todavia, sugerem que a melhoria no fluxo do sangue no cérebro motivada pelos exercícios irá diminuir se a pessoa parar de treinar, diz Smith.

Ele também suspeita que os corredores tenham recuperado essa condição aprimorada depois que voltaram a treinar, embora os cientistas não tenham feito novos testes nos voluntários, não sendo possível ter certeza.

Da mesma forma, os pesquisadores não sabem se os efeitos do fluxo sanguíneo no cérebro seriam tão pronunciados entre quem se exercita de forma moderada que para por dez dias, nem se períodos mais curtos ou mais longos de abstinência de exercícios teriam efeitos comparáveis.

“Não quero que as pessoas pensem que, se estão trabalhando muito, de férias por uma semana, e não conseguirem se exercitar, que elas necessariamente cortaram o suprimento de sangue para o cérebro”, explica.

O cientista também salienta que, embora o fluxo sanguíneo tenha caído significativamente depois dos dez dias de descanso entre os corredores, o desempenho nos testes cognitivos não apresentou redução.

“Precisamos pesquisar mais”,  diz ele sobre o período de mudanças no cérebro e na capacidade de raciocínio no caso das pessoas que pulam sessões de treinamento.

Por hora, no entanto, o recado do estudo parece bem claro. Para a saúde contínua do cérebro, procure se manter em movimento.

Uol

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Praticar exercícios físicos torna pessoas mais espertas e melhora humor

mulher-malhandoTodos nós sabemos que a prática de exercícios pode melhorar a qualidade de vida. Mas além de ajudar a perder peso e dar disposição, você sabia que a atividade física pode influenciar no bom humor, na cognição e na produção de novos neurônios?

Pois é, malhar fortalece o cérebro.

Um estudo teórico divulgado no jornal Frontiers in Neuroscience se baseou em diversas teses já publicadas para defender a hipótese de que a prática constante de exercícios físicos em níveis leves e moderados impulsiona a formação de novos neurônios, um fenômeno chamado de neurogênese no hipocampo adulto.

Anteriormente, acreditava-se que a criação de neurônios acontecia só durante o desenvolvimento do cérebro e não continuava por toda a vida.

Porém, cientistas identificaram a produção contínua em algumas partes do cérebro, principalmente no hipocampo –e estes novos neurônios seriam altamente responsivos ao exercício.

O hipocampo é a parte do cérebro com papel fundamental na formação de novas memórias e na regulação emocional, por isso o nascimento de neurônios nesta região do cérebro melhora a cognição e o humor, de acordo com o neurologista Fábio Porto, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

iStock

Mas não adianta fazer um abdominal e esperar como resposta diversos neurônios ou maior controle emocional. Os benefícios da neurogênese acontecem com o tempo.

“Existem duas respostas corporais distintas que afetam o humor e estão relacionadas aos exercícios. De imediato temos a liberação da endorfina, que nos deixa feliz logo após o suor. A longo prazo temos a neurogênese, que pode trazer equilíbrio ao cérebro e nos deixar de bom humor”, afirma o neurologista Lucas Schilling, pesquisador do Instituto do Cérebro da PUC Rio Grande do Sul.

Mas o exagero faz mal

Schilling explica que a tese abordada no artigo leva em conta o nível dos exercícios –atividade física moderada e leve tem como benefício a produção de neurônios e o equilíbrio entre os neurônios que já existem. Mas a atividade exagerada, que força os limites, provoca respostas negativas do corpo, como inflamações, lesões e desidratação.

“Os cientistas acreditam que o acompanhamento dos níveis da neurogênese no hipocampo pode ser uma boa maneira de mensurar as respostas dos exercícios, com a possibilidade de analisar se a atividade gera novos neurônios ou não”, explica Schilling.

Uol

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Comer antes ou depois dos exercícios influencia na queima de gordura, diz estudo

Foto: Bruno Poppe / Extra/Agência O Globo/Arquivo
Foto: Bruno Poppe / Extra/Agência O Globo/Arquivo

Se você já não sabe mais o que fazer para se livrar dos “pneuzinhos”, um experimento feito por um médico da Universidade de Surrey, na Inglaterra, pode ter encontrado a solução. Testes feitos com 30 pessoas e exibidos no programa “Trust me, I’m a doctor”, da BBC britânica, mostraram que as mulheres conseguem queimar até 22% a mais de gordura se ingerirem carboidratos logo antes de se exercitarem. Para os homens, essa queima fica até 8% maior se o consumo de alimentos energéticos ocorrer imediatamente após a atividade física.

No estudo, conduzido pelo PhD em nutrição Adam Collins, os voluntários, que não tinham hábito de se exercitar, fizeram aulas de zumba, spinning e treinos de alta intensidade por um mês. Sete homens e sete mulheres bebiam uma mistura de carboidratos com quantidade controlada de calorias antes das atividades, enquanto seis homens e dez mulheres consumiam a preparação após as sessões. Para comparação de efeitos, às vezes, era dado a eles um placebo, sem calorias.

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A explicação para homens queimarem mais gordura fazendo refeições após a malhação é que o corpo deles tem preferência por gastar carboidratos. Assim, na presença desse nutriente, utilizam-no como combustível em vez da gordura.

No caso das mulheres, o carboidrato é conservado mais facilmente durante o exercício, o que facilita a queima de gordura por até três horas depois. Comer apos a malhação, portanto, atrapalharia esse processo, de acordo com Adam Collins.

Jejum não é indicado para perda de peso

Segundo o ortopedista Rodrigo Freitas, especialista em medicina esportiva, as conclusões do teste não podem ser tomadas como verdade absoluta, já que diversas varáveis, como idade e percentual de massa magra, interferem na queima de gordura. O essencial é não se exercitar em jejum.

— Isso não é indicado para perder peso e é extremamente arriscado, porque pode gerar um estado de hipoglicemia e levar a desmaios, além de lesões como estiramento muscular — alerta.

O médico diz que comer carboidratos, ainda que uma porção mínima, antes da malhação é importante principalmente para as mulheres porque, para elas, o nutriente funciona como ativador da via metabólica que leva à perda de gordura. Sem esse substrato, o risco de queimar proteínas musculares é maior.

Extra

Dez minutos de exercícios por dia: saúde para o coração

exercicioO sedentarismo é considerado um dos grandes males da sociedade moderna. E para tirar as pessoas da inércia, a Fundação Britânica do Coração lançou ontem um desafio para quem está parado: realizar 10 minutos diários de exercício físico. A simples medida reduz os riscos de doenças cardíacas e promove a perda de peso.

A nutróloga Alice Amaral apoia a iniciativa que, segundo ela, deve ser adotada por quem não tem tempo ou dinheiro para se exercitar em uma academia e ser combinada com uma dieta mais equilibrada e natural. “Realizar pequenas alterações na rotina, como usar mais a escada e fazer caminhadas curtas na volta do trabalho, são capazes de trazer grandes benefícios para o corpo e a mente”, garante a médica.

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Os 10 minutos de atividade física reduzem o sedentarismo e auxiliam na perda de peso, diminuindo o risco de doenças graves. “As pessoas estão cada vez mais gordas e a obesidade está na raiz de problemas cardíacos, como pressão alta e infarto”, explica ela.

Além disso, a prática de exercícios pequena mas regular tem capacidade para ser um pontapé inicial em busca dos 30 minutos diários, recomendação principal de especialistas. “A atividade física faz o cérebro liberar substâncias associadas ao prazer e à felicidade. Aos poucos, o corpo se acostuma com essas sensações e passa a pedir mais”, diz Alice.

Outra dica da profissional é aproveitar os finais de semana para fazer programas saudáveis, que envolvam toda a família e promovam o bem-estar. “O ideal é trocar a ida à praça de alimentação do shopping por um lanche na praça, por exemplo, ou andar de bicicleta. O importante é adquirir hábitos que sejam saudáveis e prazerosos ao mesmo tempo”, aconselha.

EXEMPLOS

CARRO NA GARAGEM

Deixe o carro em casa em alguns dias da semana. Vá para o trabalho de ônibus ou, dependendo da distância, de bicicleta e a pé.

SALTAR ANTES

Quem usa o transporte público pode saltar dois pontos antes e ir caminhando para casa.

VÁ DE ESCADA

Use a escada no lugar do elevador. Se for preciso subir muitos andares, salte no meio do caminho e aumente a quantidade de degraus aos poucos.

PASSEIE MAIS

Aproveite os finais de semana para passear com a família e praticar esportes.

DIETA SAUDÁVEL

Combinar exercícios com alimentação equilibrada é fundamental. Prefira frutas, legumes e verduras e evite comidas processadas.

Matéria publicada pelo site O Dia  

Esqueça o café: praticar 30 seg de exercícios ajuda a ficar alerta

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Basta bater aquele sono pela manhã ou a moleza após o almoço que algumas pessoas correm para pegar uma xícara de café. Mas, de acordo com um novo estudo publicado no site Daily Mail, há uma forma mais saudável e eficaz de manter o corpo em alerta: praticar exercícios de alta intensidade, como flexões, por 30 segundos.

 

O método foi adotado pelo escritor Gregory Ferenstein para espantar o sono fora de hora. Ele notou que, além de ser mais barato, fazer meio minuto de exercícios pode dar o dobro de energia da fornecida por uma xícara de café. “Sempre que preciso de mais energia, procuro um canto tranquilo e faço algum tipo de exercício que eleva meus batimentos cardíacos a 70% do limite”, detalhou. “Descobri que fazer 30 segundos de exercícios de alta intensidade me dá o mesmo impulso mental que a cafeína”.

 

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Para comprovar a teoria, ele aplicou as descobertas em uma ferramenta que avalia o desempenho cognitivo no site quantified-mind.com, comparando as consequências dos exercícios com o consumo de 250 mg de cafeína. Resultados mostram que o desempenho do cérebro aumentou em 6% depois de cafeína, enquanto esse percentual subiu para 12 com os exercícios.

 

A cafeína só apresentou melhores resultados com a memória a curto prazo, que melhorou 26% em comparação com 16% após os exercícios. Em 2012, pesquisadores do Instituto do Coração de Montreal descobriram que treinos de alta intensidade aumentam a saúde mental e física.

 

Terra

Exercícios simples e automassagem aliviam dor no pescoço

Os músculos da região cervical são responsáveis por sustentar a cabeça, auxiliar na movimentação dos ombros e braços e ainda servem como músculos acessórios na respiração. Esse acúmulo de funções somado ao estresse e tensão cada vez mais frequentes no dia a dia, fazem com que eles entrem em um estado de sobrecarga e fadiga excessivos. As consequências disso podem ser uma sensação aumentada de peso nos ombros, dificuldade para movimentar o pescoço e em casos mais extremos desencadear dor.

Em situações de medo, tensão e estresse excessivo os músculos da região posterior do corpo, responsáveis por manter a postura ereta entram em um estado de tensão aumentada. Essa contração é involuntária e surge como resposta a esses estímulos externos, formando nódulos doloridos, os chamados pontos gatilhos ou pontos de tensão.

Com a presença desses nódulos, forma-se um ciclo de contração muscular que se mantém por muito tempo e gera dor nessa região, principalmente no pescoço. Na tentativa de minimizar a dor, pequenos vícios e alterações posturais são adotados, porém eles podem vir a contribuir para manutenção do quadro doloroso, podemos atribuir a essa condição o termo cervicalgia tensional.

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Outra situação que pode causar dor e tensão na região são as chamadas cervicalgias mecânicas, muitas delas causadas por lesões e traumas nos discos intervertebrais presentes na coluna cervical. Essas lesões são classificadas conforme sua severidade; abaulamento discal, protusão de disco e hérnia de disco ou hérnia discal. Os sinais e sintomas são parecidos ? dores na região cervical, associado com nódulos de tensão na região dos ombros e dores irradiadas para os braços.

Amenizando a dor cervical

É fundamental que a pessoa tenha cuidados com sua postura, evitando sentar de forma inadequada, passar longos períodos na mesma posição, levantar e/ou transportar objetos pesados de forma inadequada. Muitas vezes o estresse e tensão fazem com que a pessoa se alimente mal e não tenha uma boa noite de sono, por isso é importante também cuidar da postura na hora de dormir. O mais indicado é deitar-se de lado, mantendo um travesseiro entre as pernas e um segundo travesseiro na região do pescoço. Ele deve apresentar altura adequada para que o pescoço não se incline para cima ou para baixo, mantendo-o em posição neutra.

Quando a pessoa não apresenta histórico de traumas ou lesões na região é evidente que ela está sofrendo de estresse e tensão muscular, sendo assim alguns auto alongamentos e automassagens são indicadas.

Alongamento

Rode a cabeça para o lado direito e em seguida incline levemente a cabeça para frente. Com a mão direita, faça uma leve pressão para alongar os músculos que ficam à esquerda do pescoço. Pode-se fazer esse alongamento de três a quatro vezes por dia, com três séries de 30 segundos de cada lado.

Alongamento

A pessoa deve fazer inclinar levemente a cabeça para frente e com as mãos na parte de trás fazer uma leve pressão para alongar os músculos desta região. Pode-se fazer esse alongamento de três a quatro vezes por dia, com três séries de 30 segundos de cada lado.

Automassagem

Automassagem

A pessoa pode localizar o ponto doloroso e com a polpa dos dedos realizar pequenas pressões e movimentos circulares sobre o local de dor para minimizar a tensão. Também é indicado durante o banho deixar a água morna cair sobre a região e aplicar a automassagem. Pode-se realizar essa automassagem de três a quatro vezes por dia, por até um minuto em cada região.

Esses auto alongamentos e automassagem são indicados apenas para pessoas com dores desencadeadas por tensões ou estresse, pessoas com lesões na coluna, como hérnias de disco, protusões discais, traumas, entre outros, devem sempre procurar um profissional para avaliar sua real condição antes de fazer qualquer tratamento por conta própria.

 

minhavida

Dieta, exercícios e café reduzem riscos de câncer de útero

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Uma pesquisa conduzida por cientistas britânicos indica que seguir uma dieta saudável, praticar exercícios diários e possivelmente tomar café podem reduzir os riscos de câncer de colo do útero.

 

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Os pesquisadores, do Imperial College, de Londres, ressalvaram que, apesar de terem encontrado indícios de que o café pode ajudar a proteger mulheres contra o tumor, não há evidências suficientes para estimular consumo da bebida como forma de prevenção da doença.

 

Na primeira análise global de pesquisas sobre câncer endometrial desde 2007, os pesquisadores examinaram as ligações entre a doença e a prática de exercícios, dieta e peso corporal.

 

Eles concluíram que cerca de 3,7 mil casos de câncer de colo do útero poderiam ter sido evitados se as mulheres tivessem se exercitado ao menos 38 minutos diários cinco dias por semana e mantido um peso saudável.

 

A autora do estudo, Teresa Norat, afirmou que se as mulheres se exercitarem regularmente e mantiverem uma boa dieta “podem reduzir os riscos de câncer de útero e melhorar a saúde em geral”.

 

Karen Sadler, diretora-executiva do World Cancer Research Fund, afirmou que as evidências sobre o café “são muito interessantes”, mas que novas pesquisas devem ser feitas sobre os efeitos da bebida na prevenção do câncer.

 

“Temos de considerar os possíveis efeitos colaterais do café em outros tipos de câncer e na saúde em geral”, afirmou Sadler.

 

BBC BRASIL.com