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Criada em 1997, Vila da Imprensa pode ser excluída, pela 1ª vez, do Maior São João do Mundo em Campina Grande

vilaCriada em 1997 pelo jornalista Laercio Cirne, a Rua da Imprensa, transformada em Vila da Imprensa, pode ser extinta do cenário do Maior São João do Mundo. Há mais de 15 anos, a Vila é montada no Parque do Povo durante os festejos juninos como espaço para abrigar as emissoras de rádio responsáveis pela cobertura jornalística da festa.

Segundo dados relevados na Coluna Informe do Correio da Paraíba dessa segunda-feira (05), houve uma reunião realizada pela coordenação do São João, que tem como coordenador o vice-prefeito Ronaldo Cunha Lima (PSDB) onde foi proposta a extinção da Vila da Imprensa.

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No seu lugar da Vila seria criado o Centro de Imprensa, um local para que os jornalistas pudessem compartilhar para entrevistas e apresentações durante os festejos juninos.

Diante de um impasse, ficou acertado que as rádios Correio, Panorâmica e Campina FM teriam barracas para shows. Os demais veículos de comunicação irão se alojar no Centro Cultural, gozando de privilegiado acesso ao evento.” Segundo, informou a coluna assinada pelo jornalista Arquimedes de Castro.

Há poucos dias, o vice-prefeito de Campina Grande, Ronaldo Cunha Lima Filho, reassumiu a coordenação do Maior João do Mundo, segundo próprio release distribuído pela Coordenação de Comunicação da prefeitura e publicação no site da gestão municipal. Ronaldinho tinha deixado o cargo para assumir o Conselho Municipal de Segurança.

PBAgora

Prefeito de Porto Alegre admite risco da cidade ser excluída da Copa do Mundo

beira-rioO prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), está muito preocupado e admite que a cidade poderá ser excluída da Copa do Mundo no Brasil. De acordo com ele, as estruturas temporárias do Mundial, que ainda não saíram da Câmara, são o maior empecilho.

“É uma situação difícil. Preocupa. Se não for aprovado, não teremos Copa em Porto Alegre, é um grande risco. Não tem plano B, C ou Z”, lamentou Fortunati durante entrevista para a Rádio Gaúcha. No entanto, o prefeito isentou o Internacional de qualquer culpa.

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“Não é da competência do Inter”, jurou Fortunati. As estruturas temporárias, como área para imprensa, por exemplo, são da responsabilidade do administrador do estádio, no caso o clube colorado. Porém, algumas empresas privadas custeariam parte da construção.

Parado há pelo menos um mês, o projeto de lei que dá incentivos fiscais para estas empresas ainda não tem data para ser aprovado ou reprovado. Enquanto isto, a Prefeitura está autorizada a arcar com até 20% do custo das operações, desde que as estruturas possam ser usadas pela população após a Copa.

A cidade gaúcha sediará cinco jogos do Mundial deste ano, sendo quatro da fase de grupos e um das oitavas de final. A estreia da sede está marcada para dia 15 de junho, na partida entre França e Honduras, pela primeira rodada do Grupo E.

iG