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Exames confirmam infarto de Jeová; prefeito de Cajazeiras fala sobre estado de saúde do deputado

jeovaO prefeito de Cajazeiras , o médico e ex-deputado José Aldemir Meireles,  comentou, na noite desta quarta-feira (4), sobre  o estado de saúde do deputado estadual Jeová Campos (PSB), que sofreu um infarto  durante a tarde na cidade.

Em entrevista ao programa 60 Minutos, apresentado pelos jornalistas Heron Cid e Anderson Soares, na Rádio Arapun FM, José Aldemir, que foi até o Hospital Regional de Cajazeiras para onde o parlamentar foi socorrido, disse que ao chegar a unidade de saúde encontrou o parlamentar lúcido e sendo atendido pelos colegas médicos.

De acordo com José Aldemir, Jeová tinha passado por eletrocardiograma onde foi detectado problemas coronário, mas não muito extenso.

Diante  dessa situação, segundo José Aldemir, foi decidido levar o socialista para o Hospital do Coração de  Barbalha, no Ceará, onde passará por um cateterismo para avaliar a situação do paciente e, se possível, a uma angioplastia.

Ainda no 60 Minutos, a assessoria de Jeová Campos, Eliane Sobral, informou que no hospital foi confirmado que o deputado realmente sofreu um infarto até às 18h30 ainda esperava para ser submetido ao cateterismo.

“Já foi confirmado o infarto e ele e o cateterismo é que vai dar o norte para que os médicos saibam quais os procedimentos seguintes. O deputado está consciente e sendo acompanhado por uma junta médica inclusive com integrada pelo médico Joab de Souza Sales que o acompanhou de Cajazeiras até Barbalha”, disse a assessora.

O parlamentar sofreu o infarto no dia o seu aniversário de 53 anos.

Roberto Targino – MaisPB

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Mãe suspeita de esquartejar filho autista será submetida a exames de sanidade mental

policiaA suspeita de esquartejar o próprio filho, Sônia Paula Soares Marinho, de 39 anos, deve ser transferida  para o Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, em João Pessoa. O crime foi praticado na última sexta-feira no bairro de São José, em Campina Grande.

O filho de Sônia Caio Márcio Soares Nóbrega Marinho, de seis anos, era autista (distúrbio neurológico caracterizado por comprometimento da interação social, comunicação verbal e não verbal e comportamento restrito e repetitivo), e foi cortada a faca.

A autorização foi do juiz Falcandre de Sousa Queiroz, do 2º Tribunal do Júri , para que Sônia seja submetida a exames que possam diagnosticar sua sanidade mental.

De acordo com informações, não há prazo definido para a realização dos exames.

Sônia Paulo Marinho foi presa em flagrante após a vizinhança chamar a polícia.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda foi acionado, mas já encontrou a criança sem vida e com 50 perfurações de faca peixeira.

clickpb

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Pesquisa diz que grávidas acham exames do SUS insuficientes para microcefalia

gravidaPesquisa sobre a relação entre o vírus Zika e os direitos das mulheres revela que 70% das grávidas acompanhadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) gostariam de ter feito mais exames de ultrassom para detecção de microcefalia em seus bebês. O assunto foi debatido nesta terça-feira (9) na capital paulista, durante evento promovido pelo Instituto Patrícia Galvão.

O levantamento ouviu 3.758 mulheres, sendo 3.155 grávidas, 466 mulheres tentando engravidar e 137 que pretendem engravidar em breve. Os questionários foram distribuídos entre junho e julho deste ano.

Maíra Saruê Machado, pesquisadora do Instituto Locomotiva, explicou que os questionários respondidos online levaram a uma amostra com escolaridade acima da média da população, ouvindo, portanto, mulheres com maior acesso à informação.

Pesquisadora

Na rede particular, o percentual de grávidas que gostariam de ter realizado mais exames de ultrassom para diagnóstico da microcefalia também é alto (43%).

“É um momento de bastante tensão. Elas querem ver o tamanho da cabeça do bebê. Como não há disponibilidade no SUS, acabam pagando para fazer na rede privada. Vemos que, na epidemia de Zika, não é secundário facilitar o acesso aos exames”, afirmou a pesquisadora.

Além disso, 60% das grávidas admitiram ter medo de fazer o exame de ultrassom e descobrir que o bebê tem microcefalia. “Por isso, o momento do ultrassom é tão importante. É quando elas verão o tamanho da cabeça do bebê. Tem bastante angústia e ansiedade. Os médicos deixam a desejar no atendimento”, disse Maíra. A pesquisa indicou ainda que 90% das grávidas gostariam de fazer um teste capaz de detectar se ela teve ou tem o vírus Zika no período de gestação.

Saneamento básico

Segundo a pesquisadora, o problema do saneamento básico no Brasil gera muito impacto na reprodução do mosquito vetor do vírus Zika. Entre as entrevistadas, 56% disseram que moram próximo a um terreno baldio e 26% têm um córrego sujo nas proximidades de suas casas.

A pesquisa revelou também que as mulheres discordam da maneira como o governo trata o assunto, já que 64% entendem que o correto seria usar o recurso gasto com propagandas sobre a doença para, efetivamente, resolver o problema de saneamento. Das mulheres ouvidas, 76% acham que o governo culpa a população pela epidemia, mesmo quando não há coleta de lixo e água encanada em certas localidades.

“Como cobrar da mulher cuidados com vasos com água parada, se as autoridades não cuidam de prover nos bairros onde elas vivem o saneamento e a coleta de lixo? Temos a missão de advogar para que as mulheres tenham voz. Essa pesquisa mostra isso. A mídia tem de falar dos seus direitos reprodutivos, da autonomia econômica. Isso tem a ver com o Zika. Não podemos desvincular a epidemia das questões sociais”, acrescentou Linda Goulart, da ONU Mulheres.

Agência Brasil

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Dois exames para detecção da leucemia são incorporados à tabela do SUS

examesDois exames para detecção do vírus HTLV-1 são incorporados à tabela de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS).  A portaria foi publicada hoje (27) no Diário Oficial da União. O HTLV é um retrovírus da mesma família do HIV, que infecta a célula T humana, um tipo de linfócito importante para o sistema de defesa do organismo.

Segundo o texto, o SUS incorpora procedimentos laboratoriais para o diagnóstico da leucemia/linfoma de células T do adulto associado ao HTLV-1. A forma de transmissão do vírus HTLV-1 pode ocorrer pela relação sexual com uma pessoa infectada, pelo uso em comum de seringas e agulhas durante o uso de droga, e da mãe infectada para a o recém-nascido, principalmente pelo aleitamento materno.

A doença – O vírus HTLV (sigla da língua inglesa que indica vírus que infecta células T humanas) é um retrovírus isolado em 1980 a partir de um paciente com um tipo raro de leucemia de células T. Apresenta dois tipos: O HTLV-I que está implicado em doença neurológica e leucemia, cujos exames para a detecção foi incluído no rol de procedimentos do SUS; e o tipo 2 (HTLV-II) que está pouco evidenciado como causa de doença.

Agência Brasil

 

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PB tem mais de 450 mil fumantes e Saúde faz testes e exames gratuitos

cigarroA Paraíba tem 453.546 fumantes (11,5% da população) e, destes, 89.784 estão em João Pessoa, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). O tabagismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a principal causa de morte evitável em todo o mundo. A OMS estima que um terço da população mundial adulta – cerca de 1 bilhão e 200 milhões de pessoas – seja de fumantes. Nesta terça-feira (15) ocorre o Dia Estadual de Combate ao Fumo, com ações em todo o estado;

Em João Pessoa, o Hospital Universitário Lauro Wanderley tem programação a partir das 8h até as 11h30, com o objetivo de trabalhar a prevenção do tabagismo.

Serão oferecidos testes de espirometria (mede a função pulmonar); Fagerstrom (avalia o grau de dependência à nicotina) e monoximetria (avalia a concentração de monóxido de carbono no ar expirado); além de orientações sobre os malefícios do tabagismo e distribuição de material educativo.

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As atividades serão realizadas por meio de parcerias com a Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa; Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa); Associação Médica da Paraíba (AMPB); Conselho Regional de Medicina (CRM); Sociedade Paraibana de Pneumologia; Sociedade Brasileira de Cardiologia/Região Paraíba; Liga os planos de saúde – que vão desenvolver atividades alusivas em seus respectivos espaços, também no dia 15 de março – Unimed, Afrafep, Cassi e Geap.

A nicotina, presente no cigarro, causa dependência e age na região do cérebro cerca de 50 doenças graves estão relacionadas ao tabaco, entre elas: câncer de pulmão, boca, laringe, estômago; leucemia; infarto; bronquite; infecções respiratórias; trombose vascular. A fumaça do cigarro tem mais de 4600 substâncias, entre elas 40 são cancerígenas.

Na Paraíba, existem hoje 37 Centros de Referência para Tratamento dos Fumantes, onde se pode buscar apoio para se livrar do vício em nicotina. O serviço é oferecido em Unidades de Saúde da Família; em Centros de Atenção Psicossocial (Caps); Centros de Atenção Integral à Saúde (Cais); Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasf) e Centros de Saúde. Em alguns casos, os pacientes abandonam o cigarro com menos de um mês de acompanhamento.

O tratamento nesses locais é mantido pelo Ministério da Saúde, que repassa medicamentos ao Estado. Este, por sua vez, é responsável pela qualificação das equipes, monitoramento do trabalho nos centros e pelo encaminhamento do material enviado pelo Ministério. Os municípios entram com a administração das unidades de saúde.

Referência – Os hospitais de referência no Estado no combate aos tipos de câncer relacionados ao uso do tabaco – pulmão, esôfago e laringe – são o Napoleão Laureano; Oncoclínica e Hospital Universitário Lauro Wanderley, em João Pessoa; e Hospital da Fundação Assistencial da Paraíba (Fap) e Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande.

 

 

portalcorreio

Pesquisadora diz que exames específicos dificulta diagnostico de zika na PB

Microcefalia-em-Campina-Grande-1-1A falta de exames específicos pode dificultar o diagnóstico do zica vírus na Paraíba. Pelo menos é que o que alerta os especialistas. Segundo médica paraibana especialista em medicina fetal, Adriana Melo, atualmente os casos estão sendo acompanhados apenas com base nos sintomas. A esperança de um diagnóstico mais preciso está em três novos testes que tiveram as vendas autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que podem constatar o vírus.

“A maior dificuldade é que hoje não temos sorologia para identificar o vírus, o que temos é o PCR, onde paciente precisa está com a doença ativa. Porém o vírus dura pouco tempo no organismo. A nossa perspectiva está sendo apenas com os sintomas”, disse a médica Adriana Melo, que pesquisa a relação entre o zika e microcefalia em Campina Grande, no Agreste da Paraíba.

Entres os três testes autorizados pela Anvisa, um deles é igual ao PCR, que é usado atualmente, e os outros dois vão detectar anticorpos no organismo. Um desses dois precisa ser feito enquanto o paciente está com os sintomas, já o outro poderá detectar se a pessoa já teve o vírus até cerca de 5 anos antes. Cada teste deve custar em média de R$ 500 a R$ 800. O prazo para que estes testes estejam no mercado dependerá dos fabricantes.

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A Paraíba que teve 37 casos de microcefalia em 2015. Entretanto, no estado existem mulheres grávidas que sentem os sintomas do vírus, mas não têm o diagnostico confirmado pelos exames. Preocupada com o número de casos, a pesquisadora afirma que o país precisa se preparar para dar suporte as crianças que estão nascendo com microcefalia. “Está na hora de parar e pensar em montar serviços específicos, pois são centenas que vão precisar de apoio”, disse a médica.

No começo deste ano, a médica criticou a falta de testes e assistência as mães.

Adriana liderou o grupo que primeiro identificou no Brasil o vírus zika no líquido amniótico de gestantes com fetos microcéfalos. Ela não viu ainda sinais concretos de assistência para essas mães e seus filhos. Lamenta a desinformação e a falta de testes para se afirmar com certeza se as grávidas tiveram zika:

— O que o Ministério da Saúde está fazendo de concreto por essas crianças agora? Ainda não vi. Pernambuco montou um centro de atendimento. E aqui temos recebido muita ajuda da prefeitura de Campina Grande. Mas somos um município pobre e recebemos pacientes de todo o estado.

A Paraíba é o segundo estado com mais casos suspeitos de microcefalia. A procura por atendimento é tão grande que Adriana e sua equipe já nem perguntam mais, como era de praxe, de onde vem a grávida.

— Elas não têm para onde ir. Registramos e começamos a atender

Em ampla reportagem na edição deste domingo, 07, o New York Times, um dos mais importantes jornais do mundo e o maior dos Estados Unidos, abriu espaço para uma extensa cobertura da propagação do vírus zika no Brasil e o esforço do País para contê-lo. Na matéria, é citada a participação da médica do Instituto Elpidio de Almeida – ISEA, Adriana Melo, na descoberta da relação com a microcefalia. Recentemente, Adriana já fora matéria no Jornal O Globo, com ampla reportagem, bem como na edição do Jornal Hoje, da TV Globo, onde ela falou sobre a questão e criticou a falta de recursos para pesquisas.

A matéria do NYT, que cita outros pesquisadores, ao comentar a tentativa de descoberta da ligação entre o vírus e microcefalia, refere-se a Adriana textualmente:

PBAgora

Mães de bebês com microcefalia enfrentam distância, cansaço e maratona de exames

microcefalia“Ele vai enxergar, mulher. Ele enxerga”, diziam outras mães a Poliana Alves Pereira, de 20 anos, que esperava sua consulta no Hospital Universitário Oswaldo Cruz com o bebê José Ravi, de um mês.

As cinco mães reunidas tinham em comum o fato de que seus bebês nasceram nas últimas semanas com microcefalia — assim como outros 641 bebês em Pernambuco até o momento.

No ambulatório infantil de Doenças Infecto-Parasitárias do hospital, para onde são encaminhados todos os novos casos que precisam ser investigados, há um fluxo constante de mães — algumas acompanhadas, mas a maioria sozinhas. São pelo menos 20 casos nos dias mais cheios da semana, terça e quinta-feira.

Poliana, uma agricultora de Carnaíba (a cerca de 400 km da capital Recife), é uma delas. Ela descobriu a má-formação no bebê depois que ele nasceu, com um perímetro cefálico de 31 cm, inferior ao considerado normal.

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No começo da gravidez, ela teve coceiras e irritação na pele (sintomas da zika), “mas nos meus exames não deu nada alterado”.

“Minhas ultrassonografias davam só ‘retardo no crescimento’, mas o médico falava que era no tamanho da criança, não falou que era na cabeça. Só quando ele nasceu eu vi, porque a cabecinha dele era muito estranha”, disse à BBC Brasil.

Sua primeira consulta em Recife, no entanto, só acontece agora, um mês e seis dias depois do nascimento de José Ravi, por causa da dificuldade de conseguir horário de atendimento.

Exames

Ela saiu de sua cidade na noite anterior, de ônibus, e chegou na capital no começo da manhã. Ficará hospedada dois dias em uma casa de apoio do município para fazer os exames do bebê.

“Foi um choque porque toda mãe quer um bebê perfeito. Aí quando me disseram microcefalia, eu fui correndo olhar na internet pra saber o que era.”

“Aí depois me disseram que microcefalia vem de pequenez na cabeça. E que ele teria retardamento.”

BBC
Image captionMães de bebês com microcefalia trocam experiências à espea de consulta

Até agora, ela sabe apenas que seu filho pode ter problemas de visão. “Ele tem duas cicatrizes nos olhos. Não vai enxergar igual a gente”, contava para a reportagem e para outras mães.

Nas últimas semanas, ela já fez o trajeto até a capital pernambucana três vezes. Mas a primeira tomografia de José Ravi só será feita no dia 28 de dezembro.

O exame é um dos primeiros feitos pelas mulheres que moram em Recife, já que permite avaliar o quanto o cérebro pode estar comprometido.

No caso de bebês com microcefalia, todo o tempo é precioso, já que a análise dos exames indica como eles precisarão ser estimulados para desenvolver outras regiões do cérebro. Quanto mais cedo, melhor.

‘Filho é filho’

No começo da manhã, muitas das mulheres ficam tímidas ao falar com jornalistas, mas ao se juntarem na espera pelas consultas, começam quase automaticamente a comparar medidas de perímetro cefálico e sintomas.

“O meu chora demais, chora o tempo todo”, diz Poliana.

“A minha também”, completa outra. “E de vez enquanto prende a respiração, fica roxinha. Se não cuidarmos, ela vai-se embora.”

Sem saber exatamente como seus bebês podem ter sido afetados pela má-formação, elas também trocam palavras de encorajamento.

No decorrer do dia, as mães entram e saem das salas de exames muitas vezes — como muitas vêm do interior, a equipe médica tenta marcar todos no mesmo dia.

Foto: BBC
Image captionVans de prefeituras do interior de Pernambuco levam mães e bebês com microcefalia para Recife

De lá, saem com os bebês chorando, visivelmente exaustas e, em alguns casos, impacientes.

Algumas chegaram às 5h da manhã para esperar consultas que só acontecerão às 13h — as vans cedidas pelas prefeituras de suas cidades vêm cedo trazendo todos os que precisam de atendimento médico.

Na última semana, o governo de Pernambuco anunciou que hospitais e unidades de saúde das cidades de Caruaru, Serra Talhada e Petrolina estão sendo equipadas para receber casos do interior do Estado, para evitar que as mães continuem tendo que vir de longe para a capital.

Mas as que já vieram enfrentam a maratona de exames equilibrando bolsas, panos e um cuidado especial com os bebês frágeis nos braços. Não sobra espaço, por exemplo, para comida ou água.

Poliana fala frequentemente do cansaço, do calor e da fome. “Preciso ir pra casa comer e tomar um banho”, reclama. Já é meio-dia, mas os exames ainda não acabaram por hoje.

“A pessoa fica triste, né. Porque toda mãe quer um bebê perfeito. Mas não pode ficar porque filho é filho e a gente tem que aceitar como Deus dá.”

“Do meu ponto de vista, tem muitas mães que dariam tudo pra ter um filho e eu tive o privilégio de ter um especial, né?”, diz.

BBC Brasil

Paraíba tem 600 laboratórios oftálmicos clandestinos fazendo óculos e exames

Ivomar Gomes/Secom-JP
Ivomar Gomes/Secom-JP

Foi lançada nessa segunda-feira (28), pelo Sindicato de Óticas do Estado da Paraíba (Sindóptica-PB), uma campanha de combate ao comércio informal de óculos, venda de produtos falsificados e os laboratórios irregulares que fazem exames de visão. Segundo o sindicato, no estado existem cerca de duas mil óticas em atuação, sendo que cerca de 600 delas são de estabelecimentos clandestinos, que não possuem registro. O Conselho Regional de Medicina da Paraíba informa que necessita de denúncias para fiscalizar esse tipo de situação.

Segundo Temístocles Quintans Filho, membro da Junta Governativa que administra o sindicato, a população deve ficar atenta aos riscos de se comprar produtos em locais irregulares.

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“[É] um número exorbitante, mas, infelizmente, é esta a realidade da classe ótica na Paraíba. Se faz necessário uma campanha para que a população paraibana saiba dos riscos que está correndo ao fazer um exame de vista ou adquirir uma lente e uma armação de óculos para o seu rosto”, afirmou Temístocles.

Além da venda de produtos clandestinos e sem certificação, o sindicato alertou contra as pessoas que promovem abordagem nas ruas oferecendo serviços de consultas e venda de lentes e armação de óculos.

Temístocles também alertou sobre médicos que promovem a “venda casada” de exames de vista e a compra da lente ou armação dos óculos. Segundo ele, médicos estariam promovendo os exames e indicando em qual estabelecimento os clientes deveriam comprar o produto.

Para o Conselho Regional de Medicina da Paraíba, essa é uma conduta vedada pelo Código de Ética da categoria, pois médicos não podem ter qualquer vínculo com óticas. De acordo com o diretor de fiscalização do CRM, João Alberto Morais Pessoa, não é competência da entidade fiscalizar as atividades nesse tipo de estabelecimento, mas podem ser oferecidos encaminhamentos a partir de denúncias.

Ele explica que, por exemplo, quando uma pessoa chega a uma ótica e é oferecida uma consulta gratuita, é preciso ficar atento, pois esse não é o procedimento utilizado pelos oftalmologistas. Deve-se, portanto, denunciar possíveis irregularidades ao CRM.

“Qualquer pessoa, não precisa ser médico, não precisa de advogado, pode ir ao conselho, procurar a secretaria e fazer a denúncia”, disse João Alberto. Ele acrescentou que o denunciante pode anexar provas como fotos e vídeos.

A partir da formalização do fato, o CRM entra em campo e, caso o profissional denunciado seja médico, será aberta uma sindicância para investigá-lo, podendo, dependendo do caso, haver a suspensão do registro profissional. Se não for médico, o conselho pode fazer uma denúncia ao Ministério Público e/ou à polícia.

O diretor de fiscalização ainda disse que há alguns anos foi feito um trabalho investigativo sobre as óticas em parceria com o MP, mas que essa mobilização não está ocorrendo atualmente devido à grande demanda do CRM e o reduzido número de fiscais.

 

 

portalcorreio

Internado com Chikungunya, Maranhão faz exames no Hospital São José e tem quadro bom

maranhaoO senador José Maranhão submeteu-se neste sábado (18), a uma bateria de exames no Hospital São José, anexo da Beneficência Portuguesa, sendo diagnosticado com efeitos virais de Chikungunya – semelhante a Dengue, mas seu estado de saúde é bom.

O médico e sobrinho Mirabeau Maranhão, informou que o senador se mantém internado por precaução.

“Há quinze dias que o senador foi submetido aos efeitos dessa virose geralmente causando dores na articulação e ainda falta de apetite – explicou ele acrescentando que “já em João Pessoa ele foi bem tratado e diagnosticado pelos nossos colegas médicos”.

Segundo Mirabeau, “o estado clinico do senador é bom com ótima recuperação e tem superado a fase crítica da virose”.

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paraiba.com.br

Câmara aprova projeto que estabelece coleta de exames laboratoriais nas UBS de Bananeiras

kilsonCâmara Municipal de Bananeiras aprovou nesta terça-feira (24) o Projeto de Lei 07/2015, de autoria do vereador Kilson Dantas, que estabelece a coleta de exames laboratoriais nas Unidades Básicas de Saúde do Município

O projeto visa coletar exames de sangue, urina e fezes nas Unidades Básicas de Saúde do Município e serão enviados para o laboratório do Hospital Municipal “Dr. Clovis Bezerra” ou conveniado.

De acordo com Kilson Dantas, o município possui uma grande área territorial e dispõe de nove Unidades Básicas de Saúde, “a oferta do serviço de coleta de exames nas UBS facilitará a vida dos nossos munícipes, principalmente os residentes na zona rural, que precisam se deslocar até a cidade para fazerem tais coletas no laboratório municipal, gerando um custo pelo deslocamento, quando poderiam ser feitas nas Unidades Básicas de Saúde do município”, disse o parlamentar.

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Bananeiras Online