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Sargento da PM mata ex-namorada e é flagrado por câmera de vigilância em MG

A educadora infantil Veridiana Rodrigues Carneiro, 36, foi morta pelo sargento da Polícia Militar de Minas Gerais Clóvis Durade Cândido, 46. O crime ocorreu às 10h50 desta terça-feira (27) em uma movimentada avenida do bairro Santa Mônica, em Uberlândia (a 537 km de Belo Horizonte), e foi registrado pelas câmeras de vigilância instaladas na via.

O vídeo detalha o homicídio. Cândido perseguiu Veridiana, sua ex-namorada, com uma pistola .40 na mão, a mesma que usava na corporação. Ela tentou fugir, mas foi atingida por dez tiros nas costas, que perfuraram o peito da educadora. Veridiana foi socorrida, mas morreu a caminho do pronto-socorro da Universidade Federal de Uberlândia.

Segundo testemunhas, o sargento saiu caminhando do local e parou em um bar próximo à casa dele, a 20 quadras de distância do crime. Equipes do Grupo de Ações Táticas Especiais da PM e do Corpo de Bombeiros acompanharam a ocorrência. Cândido tentou resistir à prisão, dizendo que era PM, mas um dos policiais o convenceu a se entregar. Ele depôs na Delegacia de Polícia Civil da cidade e seria encaminhado para o 32º Batalhão de Policia Militar, onde ficará preso.

Veridiana era educadora infantil da rede municipal de educação e trabalhava em uma escola do bairro Tibery, em Uberlândia. O sargento, segundo a assessoria de imprensa da corporação, estava havia 20 anos na PM e integrava a banda de música. Não havia registros de desvio de conduta.

 

Uol

Antes de matar ex-namorada, homem publicou mensagem no Facebook

(Crédito: Reprodução / TV TEM)
(Crédito: Reprodução / TV TEM)

O homem que matou a ex-namorada e cometeu suicídio em sequência publicou, minutos antes do crime, uma mensagem em seu perfil do Facebook avisando que acabaria com a vida deles. O assassinato ocorreu nesta quinta-feira (12), em Bauru (SP). Na mensagem, Evandro José da Silveira, de 38 anos, afirmou que desconfiava que o namoro dele com Daniela Pavanelo Segatin, 25 anos, havia terminado por causa de uma terceira pessoa.

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Inconformado com o fim do relacionamento, ele diz na mensagem que a amava, mas que iria acabar com a vida dela e se mataria. Em um trecho do texto, ele afirma “Então deixo bem claro MORRI E MATEI AMANDO AINDA (sic)”. (veja trechos da publicação abaixo). Em outra parte da mensagem, Evandro menciona uma conversa que teria tido com o suposto amante da ex-namorada. “O SR MESMO DISSE QUE MULHER ASSIM DEVERIA LEVAR UM TIRO NA CABEÇA !!!! Eu recordo !! E tomo esta atitude diante disso (sic).”

 

Homem publicou mensagem em rede social antes de matar ex-namorada (Crédito: Reprodução/Facebook)

Além de anunciar o crime, o rapaz deixou mensagens para a família, como orientações de quem iria ficar com o carro e sobre senhas e contas bancárias. Evandro terminou o texto dizendo: “TE AMO MUTO MÃE ORE POR MINHA ALMA (sic).”

O crime aconteceu em um escritório de advocacia no Jardim Bela Vista, onde Daniela trabalhava. Segundo informações da polícia, Evandro estacionou o carro na porta e logo que entrou no local disparou um tiro na cabeça da ex-namorada, em seguida o homem se matou. “Foi um crime passional segundo as testemunhas. Ele estaria inconformado com o fim do relacionamento e veio até aqui, atirou na ex-namorada e depois se suicidou”, afirma o policial militar Júlio César Pereira da Silva.

De acordo com funcionários do escritório que preferiram não dar entrevista, Daniela trabalhava no local há seis meses. Ela teria comentando que terminou o relacionamento e que tinha medo da reação do ex-namorado.

Ainda conforme a polícia, o homem teria vindo ao escritório mais de uma vez falar com ela, mas, em nenhuma delas teria sido agressivo.

Daniela trabalhava na recepção do escritório, na parte térrea do imóvel. Três pessoas estavam no primeiro andar da casa e disseram que ouviram os disparos. Peritos estiveram no local recolhendo informações e os corpos foram encaminhados ao IML.

G1

Cantor paraibano é detido acusado de agredir a ex-namorada

felipe lemosO cantor paraibano Felipe Lemos, ex-vocalista da Banda Forró do Muído, foi detido, na noite dessa terça (23), em Campina Grande (PB), acusado de agredir fisicamente a ex-namorada, durante uma discussão na casa dele no bairro Dinamérica, na Zona Oeste da cidade.  A mulher, que não teve o nome revela do pela polícia, também foi levada para a delegacia.

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O relatório de ocorrências da Polícia Militar diz que a jovem invadiu a casa do cantor e o flagrou com outra mulher. Com isso, ela danificou vários objetos no interior da residência. Ainda segundo o documento, diante da confusão, Felipe Lemos pegou uma pistola de pressão e deu uma coronhada na ex-namorada. A PM informa que o Samu foi acionado uma vez que a coronhada provocou um ferimento na cabeça dela. Ela foi levada para o Hospital de Trauma, onde foi medicada. Em seguida, os dois foram levados para a Central de Polícia para prestar esclarecimentos.

Ele foi atuado por violência doméstica e ela por dano e depois foram liberados. Ainda segundo informações da polícia, o cantor estaria respondendo processo judicial pelo mesmo crime praticado contra a mesma mulher.

Defesa

O advogado do cantor, Brijender Nain, disse que a ex-companheira de Felipe teria entrado na sua casa sem permissão, usando um controle remoto do portão. Em seguida, a ex teria encontrado o artista jantando com a atual namorada dele, quando teria iniciado uma discussão.

De acordo com o advogado, a ex-namorada teria agredido a atual e ainda teria danificado alguns objetos da casa de Felipe Lemos. O advogado acrescentou que o próprio cantor teria acionado a polícia para conter a ex-companheira.

Além de Forró do Muído, Felipe já integrou a banda Forró da Xêta e hoje é acompanhado pela banda Forró do Bem.

MaisPB

Capa da Playboy de 1980 e ex-namorada de Pelé perde tudo e mora em carro

Um automóvel de cor preta está estacionado em uma tranquila rua de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Ele não chama a atenção dos pedestres, mas moradores e funcionários do bairro sabem que o carro virou a casa da ex-modelo Oneida Teixeira, que ganhou o título de “morena que endoidou Pelé”, frase estampada na capa da revista “Playboy” de junho de 1980. Em outras publicações do mesmo ano, ela foi citada ainda como “o caso secreto” do craque.

Reprodução

Oneida foi capa da revista Playboy de junho de 1980

“Eu considero [que tivemos] um namoro, mas ele deve ver só como uma ficada”, disse ela ao iG na quarta-feira (27), ressaltando que não pretende usar o caso com o jogador para sair das ruas. Segundo ela, o drama começou há oito meses, após perder tudo o que tinha para a irmã em longas batalhas judiciais. Oneida foi então despejada do mesmo endereço onde ainda estaciona o seu único bem, um Polo preto. “Tudo o que eu tenho coloquei aqui. Meu carro é minha cozinha, farmácia e sala”, explicou.

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Falando sobre a melhor fase de sua vida, “quando tinha três empregadas”, a ex-modelo relembrou viagens internacionais em primeira classe e visitas a Cuba. Hoje, aos 55 anos, ela mantém no console do veículo restos de alimentos, copos sujos, remédios e adereços para prender os longos cabelos. O forte cheiro incomoda, mas perde espaço para a dura realidade de Oneida, que chorou quando narrava a recente história.

“Nasci com uma casa, nunca me vi nessa situação. Percebi que meus amigos milionários se foram. Não sobrou nenhum. Só recebo ajuda de pessoas humildes, como porteiros e faxineiras”, contou com a voz embargada. “Ajuda quem menos tem para compartilhar.” E essa ajuda vem em forma de pratos de comida, idas ao banheiro e até convite para a ceia de Natal. “Pensei que iria passar sozinha neste ano. Pedi ao Espírito Santo que não deixasse isso acontecer.” Com as dificuldades, o apego pela religião ganhou força e Oneida não abandona um terço de madeira, colocado no retrovisor.

O porteiro do prédio em frente defende Oneida como a vítima de uma “família mau caráter”. “Tiraram tudo dela. Ajudo como posso porque é muito triste ver a rasteira que sofreu.” Já um segundo funcionário é mais cético, mas sempre consegue copos com água para ela. “É uma história de louco. Às vezes me pergunto se ela não tem problema mental. Passa dia e passa noite ela está ali dentro do carro. Cadê os filhos dessa mulher?”, questiona. Ela diz ter dois, que estão bem resolvidos, porém distantes.

A filha Vivien, garantiu Oneida, é modelo e mora em Londres. O outro filho Marco Antônio trabalha como gerente de uma loja. No meio da entrevista, ela recebeu uma ligação de Vivien a convidando para morar no exterior por um tempo e “tentar sair do carro”. Ao falar brevemente com a reportagem, a filha se defendeu: “Há sempre dois lados em uma história. Tentamos ajudá-la. Mandamos dinheiro. Mas às vezes parece que ela não quer. Só quero que minha tia sofra as consequências do que fez com a minha mãe”.

Carolina Garcia/iG São Paulo

Oneida é vista caminhando em rua do bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo

Os detalhes e os motivos da briga familiar que levaram Oneida a viver em seu carro ainda não estão claros. Em um segundo encontro com o iG, na quinta-feira (27), a ex-modelo mostrou momentos de confusão ao mencionar a irmã. No primeiro momento, Oneida disse que foi recentemente ao psiquiatra a pedido da família. Minutos depois, recuou e esclareceu que não tinha contato com a irmã “há muitos anos”. “Acho que essa situação me abalou muito porque já esqueci muita coisa. Não sou louca, mas posso ficar daqui uns dias vivendo desse jeito.”

“Quer fazer um pouco de sexo?”

O sono dentro do carro nunca foi tranquilo, seja pelas preocupações financeiras ou pelo medo de ser atacada à noite. Na semana passada, sofreu uma de suas piores madrugadas. Foi quando um homem desconhecido bateu no vidro do carro e perguntou: “Quer fazer um pouco de sexo?”. Assustada, Oneida reagiu: “Ah, vá para p… que p…”. “Ele foi embora, mas morri de medo de sofrer alguma violência. Preciso sair dessa vida, não dá mais.”

Para não passar o dia inteiro dentro do Polo, Oneida caminha pelas ruas de Pinheiros para “esticar as pernas” e entregar currículos. No entanto, a ausência de um endereço virou um empecilho para encontrar um trabalho. “Acabo mentindo, coloco meu enderenço antigo, aí descobrem que é uma empresa de engenharia e perco a oportunidade. Sou bacharel em direito, falo espanhol, mas a idade não ajuda”, explica ressaltando ainda que sentia dores no corpo após uma longa jornada passando roupas para uma amiga. “Ela pagou para me ajudar.”

O iG procurou a irmã de Oneida para esclarecer os detalhes da briga familiar e os motivos do despejo. No primeiro contato – pedindo para não ser identificada – , ela confirmou um grave desentendimento entre as duas, mas disse que não daria esclarecimentos sobre a briga porque já não se falam há muito tempo.

 

iG

Apreendido menor que matou, a tiros, ex-namorada dentro de escola municipal em João Pessoa

beatrizO menor, 15 anos, que matou uma adolescente dentro de uma escola em Mandacaru, Zona Norte de João Pessoa foi apreendido na tarde deste domingo (23), no Centro da Capital. Câmeras de monitoramento do colégio registraram o momento em que o menor baleou a estudante.

Após denúncias, o menor foi localizado em um escritório de advocacia, na Avenida João Machado, onde estava na companhia da mãe e de uma prima, na presença de um advogado. “Não houve resistência à apreensão. Conversamos com a mãe dele e vimos que a família já estava se preparando para que ele se entregasse.

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Estamos o conduzindo para a Delegacia do Menor Vítima, onde se encontra o delegado plantonista”, relatou o tenente Gama, do 1º Batalhão da PM, oficial que encontrou o adolescente.

A adolescente Maria Beatriz, 14 anos, baleada na manhã desta sexta-feira (21), não suportou as conseqüências dos ferimentos e morreu após horas de cirurgia no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Câmeras da escola registraram o momento em que os tiros foram disparados e as imagens estão sendo repassadas para polícia.

Um aluno armado surpreendeu a estudante quando ela estava no bebedouro da unidade escolar e atirou três vezes contra o abdômen da garota. A menor foi socorrida por uma viatura da Polícia Militar para ao Hospital, mas não resistiu.

MaisPB 

Com Portal Correio

Adolescente confessa que matou ex-namorada com mais de 30 facadas em Cabedelo

taisleneUm adolescente de 15 anos de idade se apresentou, espontaneamente, na noite da terça-feira (2), na delegacia distrital da cidade de Cabedelo, região metropolitana de João Pessoa, e confessou que matou a ex-namorada com mais de 30 facadas durante uma discussão. Taislane Ferreira de Oliveira, 14 anos, foi encontrada morta no último dia 29 de março, dentro de um riacho na divisa da praia do Bessa e Intermares.

Em pouco mais de uma hora, o adolescente revelou, durante depoimento ao delegado Ademir Fernandes, que matou a garota após um desentendimento com ela. “Ele disse que teria marcado com ela para conversar entre as praias do Bessa e Intermares por se tratar de um local tranquilo. Ele falou que matou a ex-namorada porque durante o diálogo começou a discutir com Taislane Ferreira”, disse o delegado.

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Ainda segundo Ademir Fernandes, o adolescente comentou que durante o bate boca perdeu o controle da situação e desferiu dezenas de golpes de faca peixeira. “Ele estava de posse de uma faca, como houve a discussão, o acusado não se controlou e começou a esfaquear a garota. Em seguida, o menor disse que jogou num riacho o corpo dela”.

O delegado comentou que a mãe da menor disse que eles viviam um relacionamento conflituoso e estavam separados após o adolescente espancar a garota. “Eles viviam uma relação conturbada. A mãe dela me confirmou que a menina já tinha morado junto com ele teria provocado um aborto devido o clima difícil entre eles”.

O adolescente prestou depoimento e foi liberado por não ter sido detido em flagrante. O acusado será encaminhado a Promotoria de Justiça de Cabedelo para as providências legais.

O corpo estava com 17 perfurações Foto: O corpo estava com mais de 30 perfurações
Créditos: Ainoan Gemininao

 

 

Hyldo Pereira, Portalcorreio

Mizael é condenado pela morte da ex-namorada Mércia Nakashima

O policial militar aposentado Mizael Bispo de Souza foi condenado na tarde desta quinta-feira (14) pela morte da advogada Mércia Nakashima, ocorrida em 2010. A pena é de 20 anos de prisão em regime inicial fechado.

O júri popular durou quatro dias e terminou por volta das 17h40 no Fórum de Guarulhos, na Grande São Paulo. O juiz Leandro Cano afirmou, na sentença, que o réu demonstrou “insensibilidade” e conduta “desprezível e repugnante”.

Mércia era ex-namorada de Mizael e foi encontrada morta em uma represa em Nazaré Paulista, no interior de São Paulo, em junho de 2010. Ela havia desaparecido em 23 de maio, após sair da casas dos pais em Guarulhos.

Mizael ouve sentença lida pelo juiz no Fórum de Guarulhos (Foto: Reprodução)Mizael ouve sentença lida pelo juiz no Fórum
de Guarulhos (Foto: Reprodução)

O juiz falou, na sentença, sobre uma das qualificadoras do crime, motivo torpe ou fútil. Segundo o magistrado, não foi “amor”, mas “delírio de posse” que levou ao crime. “Sentimento amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, é que faz sofrer.”

Presente em plenário, a família de Mércia ficou feliz com a decisão. A irmã Cláudia Nakashima comemorou a pena e gritou “assassino” e “maldito”. Enquanto isso, a mãe, Janete Nakashima, chorou. Mizael ouviu a sentença quieto e cabisbaixo.

Debates
Antes da decisão dos jurados, houve os debates entre defesa e acusação. O promotor Rodrigo Merli Antunes afirmou que Mizael tinha motivos para cometer o crime. Segundo ele, o réu se sentia rejeitado pela ex-namorada. O promotor ainda declarou que, para tirar o PM aposentado da cena do crime, seria preciso que todas as provas presentes no inquérito fossem coincidências.

“O réu Mizael Bispo de Souza matou, sim, Mércia Nakashima e tinha, sim, motivos para isso, se sentia rejeitado, se sentia ‘o lixo dos lixos’ em email trocado [com a vítima] em abril de 2010”, declarou o promotor.

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Na sua fala, ele rebateu a tentativa da defesa de Mizael de desqualificar a série de provas. “Não existem excesso de coincidências. É preciso acreditar que o sangue não é sangue, que a alga não é alga, que a prostituta existe, que o rastreador falhou, que o Evandro foi torturado para que ele seja inocente”, afirmou o promotor.

Para o Antunes, as provas técnicas colocam o réu na cena do crime. “As antenas de celular demonstram que ele ficou no encalço da vítima junto com o senhor Evandro”, observou. Ele lembrou que Mizael tinha uma linha telefônica cujo número não foi informado para polícia. Com ele, Mizael fez diversas ligações no dia do crime para o vigia Evandro Bezerra da Silva. Ao ser questionado por que parou de usar essa linha após dia 23 de maio, segundo Antunes, Mizael responde: “[Parei] porque eu virei suspeito”. “Para mim, isso é confissão. Se não fez besteira nenhuma, não precisava [parar de usar]”, observou.

Entenda o caso Mércia (Foto: Arte/G1)

O advogado de defesa, Samir Haddad Júnior, afirmou que o réu “é incapaz de matar alguém”. A apresentação da defesa durou cerca de duas horas, e Mizael acompanhou a argumentação sentado, com a cabeça baixa e as mãos no rosto. O Ministério Público abriu mão da réplica.

O defensor afirmou que a equipe de advogados que representa Mizael ‘desmontou’ toda a tese da acusação e disse que nos autos existem “pinóquios e mentirosos”. A crítica foi na mesma linha da feita pelo advogado Ivon Ribeiro, que disse que o promotor Rodrigo Merli e o assistente de acusação “não foram capazes de abrir um volume e mostrar onde está a prova”.

Ribeiro chamou de “fanfarrão” o delegado Antônio de Olim, que investigou o caso no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e disse que “todo mundo quis a cabeça” de Mizael. “O doutor Olim chegou aqui com a maior cara de pau. Estou para ver um cara mais mentiroso do que ele”, afirmou. “Precisaram mudar o horário do crime para encaixar as ligações”, disse, em relação às ligações feitas por Mizael em Guarulhos e que tirariam o réu da cena do crime.

Interrogatório do réu
Nesta quarta-feira, Mizael depôs no Tribunal do Júri. A acusação afirmou que não faria perguntas em razão de ele já ter apresentado diferentes versões sobre o caso e que as provas são claras.

O réu mostrou a mão direita, onde não tem um dos dedos, afirmando que não consegue atirar com essa mão. Mizael é destro. O policial reformado usou a palavra “Deus” diversas vezes e afirmou que não tem “coragem de tirar a vida de nenhum ser humano”. Suas duas armas estavam regularizadas, relatou, e tinham até “casa de aranha dentro” pela falta de uso.

Sobre o fato de ter ficado foragido, o policial reformado disse que é atitude normal de um inocente. “Quem deve tem que pagar. Quem não deve tem que se rebelar”, afirma. “Estou sofrendo tanto com isso. Três anos. Melhor a morte do que ficar preso”, afirmou.

Mizael afirmou que foi vítima de uma armação da polícia, que “queria um culpado”. Foi o argumento usado para justificar a alga compatível com a da represa de Nazaré Paulista achada em seu sapato. “Levaram meu sapato lá [para a represa]. Eu nunca estive na represa de Nazaré. Juro pela vida da minha filha.” Mizael afirmou que foi torturado, assim como seus irmãos, e que policiais chegaram a apontar-lhe uma arma em um posto de gasolina obrigando que ele confessasse que tinha matado Mércia.

O réu disse que tinha um relacionamento normal com Mércia, e que tinha apenas brigas de casal comuns. Um jurado perguntou por que a família quer culpar Mizael. O réu recordou então que não foi ao casamento da irmã de Mércia, no qual seria padrinho, e que isso causou mágoa na família.

Testemunhas
As testemunhas de defesa e acusação falaram nos três primeiros dias de julgamento. Entre os ouvidos, estavam o delegado Antonio Assunção de Olim e o irmão da vítima, Márcio Nakashima. O delegado foi o responsável por investigar o caso pelo Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP). “Eu não tenho dúvida nenhuma de que o Mizael matou a Mércia”, disse Olim no júri.

Durante mais de cinco horas, o delegado falou sobre o percurso feito pelo réu no dia da morte de Mércia, com base no rastreador instalado no veículo. Segundo Olim, Mizael desconhecia o fato de seu veículo possuir um rastreador que foi instalado pela seguradora a pedido de Mércia. O delegado falou também sobre ligações telefônicas feitas por Mizael e que, segundo o registro das antenas de telefonia, mostram que o réu esteve em Nazaré Paulista.

Durante quatro horas, Márcio Nakashima alinhou os argumentos que sustentam sua desconfiança em relação a Mizael , que ele o descreveu como possessivo. “No início era um relacionamento normal. Depois ele se transformou, virou um sujeito possessivo”, afirmou.

Júri
Segundo o Tribunal de Justiça, o julgamento de Mizael foi o primeiro do país transmitido ao vivo. Pelo vídeo foi possível acompanhar não só os depoimentos como as brigas quase que diárias entre acusação e defesa, que já chegaram a chamar a outra parte de ‘mentirosa’.

O vigia Evandro Bezerra Silva, que também é réu do caso, acusado de ajudar Mizael, só será levado a julgamento no dia 29 de julho.

 

 

G1

Preso acusado de atirar contra ex-namorada gravida na cidade de Esperança

algemasA polícia civil da cidade de  Esperança (PB) prendeu na tarde dessa quinta (7), por volta das 16h30mim, Gabriel Santos Araújo, 18 anos, acusado de disparar seis tiros contra a ex-namorada e Rudieri Bernardino Felix, 20 anos de idade, que teria participado do crime.
Segundo informações do delegado que preside o inquérito, Malon Cassimiro, havia contra os dois homens um pedido de prisão preventiva, expedido pela justiça da cidade de Esperança. ” Os dois foram intimados a depor e quando chegaram à delegacia foram presos”, afirmou.
O delegado disse que Gabriel dos Santos permaneceu calado durante todo o interrogatório. “Ele preferiu não falar, disse que só iria se pronunciar em juízo”. Já Rudieri Bernardino negou qualquer participação no crime e afirmou ao delegado que os tiros teriam sido efetuados por Gabriel.
“Existem testemunhas que afirmaram que o Rudieri Bernardino teria efetuado dois disparos na Praça da cultura, o que já está sendo investigado”, ressaltou o delegado.
Os dois homens, depois de ouvidos, foram encaminhados a Cadeia Pública da cidade de Esperança.
Malon Cassimiro adiantou que os dois devem responder pelos crimes de homicídio qualificado, e aborto provocado, ambos previstos no Código Penal Brasileiro. A pena para esses dois crimes pode chegar a 40 anos.

Entenda o caso.

A tentativa aconteceu na Praça da Cultura, por volta das 23h30min do dia 03. A vítima foi a estudante Raquel de Lima Rodrigues, 21 anos, residente na rua Maria Bezerra.
O crime teria sido cometido pelo ex-namorado da vítima motivado por ciúmes.
Um vizinho da Praça da Cultura, que não quis se identificar, disse que ouviu cerca de seis disparos de arma de fogo na noite de ontem.
Segundo informações da irmã da estudante, Railma de Lima Rodrigues, dos seis disparos disparados contra ela, três a atingiram, sendo um na barriga, outro na coxa e mais um no braço. A estudante passou por procedimento cirúrgico para a retirada dos projeteis. O estado Clínico dela é regular, afirmou o tenente Floristan. O tenente também adiantou que o nome do suspeito já foi identificado, porém ele está foragido.
De acordo com a irmã, Raquel Lima estava gravida de 4 meses. Foi preciso fazer uma cirurgia para a retirada do feto que morreu com o tiro. A estudante continua internada no Trauma na cidade de Campina Grande.

Fonte: Belarminonoticias

Mulher com ciúme de sua ex-namorada mandou matar modelo em Stª Rita

Estão presos na Central de Polícia, em João Pessoa, três pessoas acusadas pelo assassinato do modelo Dalmi Barbosa Filho, 27 anos, na cidade de Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa. O crime ocorreu no dia 22 de dezembro de 2012. Entre os envolvidos no crime, está uma mulher que seria a mandante do homicídio.[bb]

De acordo com o delegado Pedro Ivo, que presidiu o inquérito, agentes da Polícia Civil estavam investigando o caso e constatou que o assassinato teve motivação passional.

Conforme levantamento da Polícia Civil, uma mulher que teve um relacionamento com a noiva de Dalmi, não aceitava o casamento entre eles. Várias ameaças de mortes foram enviadas para o celular de Dalmi e de sua noiva pela mandante do crime.[bb]

A acusada de planejar o assassinato foi presa dentro de uma residência na Capital e os outros foram pegos em um veículo Siena prata. Os homens confessaram o homicídio e revelaram quanto receberam para matar o modelo. A arma utilizada no crime foi apreendida.

Pedro Ivo informou que o caso foi elucido. “Com a prisão do trio, a gente fecha o caso da morte do modelo”. Uma coletiva de imprensa está marcada para às 09h desta quinta-feira (10), na Central de Polícia de João Pessoa.

Segundo o tenente Agostini, do 7º Batalhão da Polícia Militar, a vítima estava voltando da academia de musculação quando foi abordada por três homens que chegaram em um siena escuro e anunciaram o assalto. O crime aconteceu na rua José Vitelino da Rocha, cerca de 400 metros da residência onde Dalmi morava.[bb]

A vítima foi atingida com três tiros – sendo um no braço e dois na cabeça. O Serviço de Atendimento Móvel Urbano (Samu) ainda chegou a ir no local, mas a vítima já estava em óbito. Os bandidos fugiram levando apenas o celular de Dalmi.

Portal Correio