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Ex-goleiro do Flamengo, Júlio César se emociona e desmaia na final da Libertadores

O segundo gol do Flamengo na final da Taça Libertadores da América levou os torcedores ao delírio e, é claro, mexeu com o emocional de todos, que não esperavam uma virada tão rápida diante do River Plate. Ídolo do clube, o ex-goleiro Júlio César não conseguiu segurar a emoção e chegou desmaiar na arquibancada do estádio Monumental, de Lima, no Peru.

Ele assistia ao jogo com Fred, do canal Desimpedidos, e ainda tentou segurar a camisa do apresentador antes de cair na arquibancada. Segundo Fred, Júlio César estava muito emocionado: “Desmaiou e começou a desabafar que tinha chegado no clube com 12 anos”.

No vídeo, Júlio César diz: “Só acaba quando o juiz apita”. Confira, abaixo:
Júlio César chegou ao Flamengo com 12 anos de idade e, aos 17, foi promovido ao time profissional. Conquistou 4 Campeonatos Cariocas (1999, 2000, 2001 e 2004), 1 Copa dos Campeões Mundiais (1997), 1 Copas dos Campeões (2001) e 1 uma Copa Mercosul (1999).

 

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Cinzas de ex-goleiro do Náutico são depositadas no gramado dos Aflitos

O Náutico imortalizou um de seus ídolos na manhã deste sábado. O ex-goleiro Djalma faleceu em agosto de 2012, mas fez um último pedido. Queria que suas cinzas fossem depositadas em uma das barras do estádio dos Aflitos. Ao saber do pedido, o presidente do clube, Paulo Wanderley, não pensou duas vezes e pediu que a cerimônia fosse organizada.

Djalma só ganhou um título com a camisa do Náutico, mas suas atuações enchem de orgulho não apenas quem o viu jogar. Quem não viu, guarda as histórias com carinho. Com ele, o Náutico conquistou o Campeonato Pernambucano de 1939, o segundo título do Timbu até aquele momento.

Djalma Cinzas Náutico  (Foto: Lucas Liausu)Família de ex-goleiro Djalma acompanhou a cerimônia sob uma das barras dos Aflitos (Foto: Lucas Liausu)

Apesar de não ter visto Djalma jogar, Paulo Wanderley se emociona quando fala do arqueiro.

– Tive pouco contato com Djalma, mas pelo que ouvi e conheci era um cara de um caráter extraordinário. Um atleta excepcional. Foi um dos poucos que nunca recebeu salário aqui, mas que fazia questão de defender essas cores. Só temos a agradecer a ele por tudo que representou ao Náutico.

Outro alvirrubro que fala com propriedade sobre Djalma é o ex-presidente Gustavo Krause, que tornou-se amigo do ídolo apesar de serem de gerações completamente diferentes. O pai de Krause, o ex-atacante Bidu Krause, foi companheiro do ex-goleiro com a camisa alvirrubra.

– A amizade com ele que foi herdada do meu pai. Costumo dizer que o nosso afeto grudou. Ele era um cavalheiro. Tinha uma paixão pelo Náutico e sempre ligava para saber os resultados dos jogos quando morava fora do Recife. Conversávamos muito relembrando os tempos do futebol romântico, e agora ele dá uma demonstração de que a paixão pode acontecer mesmo depois da morte.

Emocionados, os familiares de Djalma não sabiam como agradecer ao Náutico pela homenagem. Um dos filhos do ex-goleiro alvirrubro, Osvaldo Guimarães falou da satisfação pelo clube atender a um pedido do pai.

– Hoje é um momento de muita alegria e alívio. Temos um sentimento de dever cumprido, já que o pedido dele está sendo atendido. Gostaria de agradecer a ajuda de todos os amigos, direção executiva e do conselho deliberativo do Náutico pela homenagem.

Além de jogarem as cinzas, ainda foi fixada uma placa em uma das traves com os seguintes dizeres. “Aqui foram depositadas as cinzas do goleiro alvirrubro Djalma Cristiano Gomes, Campeão Pernambucano de 1939”.

 

 

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