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Ex-diretor de Instituto de Psiquiatria Forense morre após cair em shopping em João Pessoa

Morreu na manhã deste sábado (28) o médico Thiago de Castro Formiga, de 88 anos, após sofrer uma queda na escadaria do MAG Shopping, na orla do bairro de Manaíra, em João Pessoa. De acordo com registro da Polícia Militar, o idoso tinha problema de visão e caiu na escadaria que dá acesso ao shopping. O médico Thiago de Castro Formiga foi diretor do antigo manicômio judicial da Paraíba, atual Instituto Forense Legal, durante 37 anos.

Conforme informações repassadas pela polícia, o caso foi registrado por volta de meio-dia deste sábado. O idoso não resistiu e morreu no local, antes de ser encaminhado para um hospital. A Polícia Civil foi acionada e o delegado Alexandre Fernandes investiga a causa da morte.

A família de Thiago de Castro Formiga informou que o velório e a cerimônia de cremação devem acontecer neste domingo (29) e vai ser reservada a amigos e familiares.

O G1 entrou em contato com o MAG Shopping, que confirmou, por meio de sua assessoria, que o médico era cliente assíduo do shopping. “O MAG Shopping, por meio de sua administração e funcionários, lamenta intensamente esta fatalidade e neste momento de perda e dor, transmite os sentimentos aos familiares, amigos e colegas”, informou em nota.

De acordo com familiares do médico, Thiago de Castro Formiga mantinha o costume de almoçar no MAG Shopping com outros colegas aposentados, fazia parte de sua rotina passear por lá. Thiago de Castro Formiga tinha lançado há cerca de duas semanas o livro “Memórias da (In)sanidade”, em que conta sua história de vida.

Natural de Pombal e formado em medicina pela UFPB, o médico comandou o Instituto de Psiquiatria Forense por 37 anos e lecionou na disciplina de psiquiatria na UFPB por 20 anos.

G1

 

Ex-diretor de cadeia pública é assassinado a tiros em Rio Tinto, na Paraíba

Um homem de 58 anos, foi assassinado a tiros no final da tarde desta terça-feira (5) no município de Rio Tinto, no Litoral da Paraíba. O crime aconteceu em frente a uma casa, onde a vítima estava sentada.

Nildo Farias (Ex-diretor da Cadeia Pública de Rio Tinto) - Foto: Reprodução/ WhatsApp.
Nildo Farias (Ex-diretor da Cadeia Pública de Rio Tinto) – Foto: Reprodução/ WhatsApp.

 

Josenildo Adelino de Farias, mais conhecido por Nildo Farias, era ex-diretor da Cadeia Pública de Rio Tinto. Ele estava afastado do Sistema Penitenciário há cerca de 8 anos. Informações dão conta de que a vítima não chegou a ser socorrido e morreu ainda no local.

De acordo com as primeiras informações, o ex-diretor foi morto por dois indivíduos que estavam em uma motocicleta Honda Bros. A dupla se aproximou, efetuou os disparos e fugiu após o crime com destino a cidade de Mamanguape.

Até às 18h35, ninguém havia sido preso. O Major Alberto Filho, comandante da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar de Mamanguape, se encontra empenhado na investigação do caso.

Redação e Fonte: Blog do Pedro Júnior

 

 

Ex-diretor da Odebrecht confirma ao TSE que Temer pediu apoio financeiro às campanhas do PMDB

claudiomelloO ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho confirmou em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na noite desta segunda-feira, que participou de um jantar com o presidente Michel Temer, em 2014, no qual o peemedebista pediu apoio financeiro às campanhas do partido nas eleições daquele ano.

Em sua oitiva, que durou cerca de 40 minutos, o ex-executivo disse que o encontro ocorreu no Palácio do Jaburu, quando Temer concorria à reeleição como vice-presidente na chapa da persista Dilma Rousseff. Além dele e de Temer, participaram o então presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht, o ministro Eliseu Padilha, entre outros peemedebistas.

Melo Filho confirmou o conteúdo da delação premiada que fez à Justiça em dezembro do ano passado, no âmbito da Operação Lava-Jato. “Eu participei de um jantar no Jaburu juntamente com Marcelo Odebrecht, Michel Temer e Eliseu Padilha, atual ministro da Casa Civil. Michel Temer solicitou, direta e pessoalmente para Marcelo, apoio financeiro para as campanhas do PMDB em 2014”, afirmou o ex-executivo na delação. Ontem, ao depor, Melo Filho reforçou que Temer usou a expressão “apoio financeiro”e que não foi definido diretamente com ele quanto seria repassado.

Na semana passada, em depoimento ao TSE, Marcelo Odebrecht disse que doou ao PMDB, após o jantar com Temer, R$ 10 milhões. Na oitiva, Marcelo chamou Temer de “um dos caciques do PMDB” e contou que a doação foi feita para atender ao seu “grupo político” e não, necessariamente, à campanha presidencial. Na campanha de 2014, o PMDB recebeu oficialmente R$ 11,3 milhões da Odebrecht e da Braskem, braço petroquímico da construtora.

Palácio do Jaburu, local onde teria ocorrido um jantar com Temer em 2014 – Divulgação / Palácio do Planalto

Assim como o depoimento de Marcelo, as declarações de Melo Filho foram recebidas com alívio pelo Palácio do Planalto. Temer esperava que Melo Filho não avançasse em informações novas sobre o jantar e sobre doações eleitorais ao PMDB, o que se confirmou no depoimento da noite de ontem.

Mais dois ex-executivos da Odebrecht prestaram depoimento ontem no processo do TSE que pede a cassação da chapa de Dilma-Temer. Primeiro, foi a a vez de Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, apontado como o líder do departamento de propina da empreiteira. Em seguida, o relator do caso, ministro Herman Benjamin, ouviu o depoimento de Alexandrino Alencar, ex-diretor da empresa que seria ligado ao ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.
O Globo

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Governo do Paraná alega ‘risco de atentado’ para tirar ex-diretor da Petrobras de presídio

Paulo-Roberto-CostaO ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa voltou por volta de 14h desta sexta-feira para a superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Ele foi transferido do Presídio Estadual de Piraquara II, na região metropolitana de Curitiba, onde estava desde segunda-feira (28), porque a secretária de Justiça do Estado do Paraná, Maria Tereza Uille Gomes, alegou que Costa poderia ser alvo de um atentado praticado por outros detentos

A secretária relatou ao juiz federal Sérgio Moro que o ex-diretor da estatal não estava “seguro” no convívio com outros presidiários de Piraquara. Por isso, o juiz determinou o retorno para a carceragem da PF em Curitiba. Ele ainda poderá ser transferido para a Penitenciária Federal de Catanduvas, de segurança máxima.

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De acordo com o governo paranaense, a penitenciária possui atualmente 940 presos. Maria Tereza sugeriu na quarta-feira (30) que Costa fosse transferido para o Presídio Federal de Catanduvas, o que está sob análise da Justiça.

O advogado Fernando Fernandes, que defende Costa, solicitou à Justiça que Costa fosse transferido com urgência, ainda na quinta-feira. Mas o pedido foi recusado. Fernandes argumentou que Costa corria risco “iminente” de sofrer um atentado e destacou que houve “11 rebeliões nos últimos três meses no local”.

“Após vistoria na PEP II na data de hoje, os subscritores notaram que o risco relatado pela Ilma. Secretária de Estado está ainda majorado, e o clima de instabilidade dentro da Penitenciária tem crescido em razão da presença de Paulo Roberto Costa, o que constitui fato novo, urgente e de ordem pública a permitir a análise por este MM. Juízo do Plantão”, argumentaram os advogados em petição protocolada na Justiça.

Em bilhete anexado pelos advogados no processo, Costa reclama da cela “muito suja” e da ausência de vaso sanitário. Ele relata que passou “frio à noite pois foi entregue apenas uma manta”. Também se queixou da comida: “não tenho condição de comer pois é de muita baixa qualidade”.

Antes de ser transferido para Piraquara, o ex-diretor ficou detido na carceragem da PF em Curitiba. Mas alegou que foi ameaçado por um agente e a Justiça decidiu pela transferência dele para um presídio estadual.

Costa foi preso no dia 20 de março porque familiares destruíram provas que seriam apreendidas na operação Lava-Jato da Polícia Federal. Ele é acusado de lavagem de dinheiro, participação em organização criminosa e obstrução de investigação. De acordo com denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal, o ex-diretor da Petrobras comandou, com o doleiro Alberto Youssef, um esquema de desvio de verbas da construção da refinaria Abreu e Lima. A polícia suspeita que a dupla se apropriou de pelo menos 7,9 milhões de reais desviados de contratos da estatal. Duas filhas de Costa (Shanni e Arianna Bachmann) e os genros (Márcio Lewkowicz e Humberto Mesquita) também respondem na Justiça pelo crime de obstrução de investigação, porque ocultaram os documentos que a polícia buscava.

 

Daniel Haidar

Jornalista é condenado a indenizar ex-diretor da Câmara dos Deputados por danos morais

O jornalista Cláudio Humberto foi condenado a pagar R$ 3 mil de indenização por danos morais ao ex-diretor de Comunicação da Câmara dos Deputados William França Cordeiro, informou o portal do Poder Judiciário da União. As reportagens foram veiculadas em 2008.

No pedido de indenização, o ex-diretor afirmou que foi vítima de agressões verbais em duas reportagens veiculadas na coluna na internet de Humberto e na BandNews FM, ambas em 2008.

Na primeira, publicada no portal claudiohumberto.com.br sob o título “Bye, bye”, o jornalista faz menção à exoneração de Cordeiro do cargo de chefe de Comunicação da Câmara e afirma que os seguranças daquela casa não terão mais a quem chamar de “superpoderosa”.

Na segunda, veiculada no programa de rádio “BandNews Gente”, de Brasília, Humberto conversa com outros dois jornalistas e critica a ação da polícia legislativa que proibiu a entrada de um dos integrantes do programa “CQC” na casa parlamentar.

Humberto afirmou, no entanto, que as matérias são de cunho exclusivamente informativo e defendeu a prevalência dos princípios constitucionais da liberdade de imprensa e da livre manifestação do pensamento.
O juiz de 1ª Instância concordou com a tese do autor e o sentenciou pelo dano moral em relação à primeira matéria, a qual, segundo ele, extrapolou o dever de informar. Em relação à segunda matéria, o juiz entendeu que não houve dano moral.
A sentença condenatória do juiz da 11ª Vara Cível de Brasília foi confirmada, em grau de recurso, pela 1ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).
Portal IMPRENSA

Maioria no STF vota pela condenação de ex-diretor do BB e grupo de Valério

Com os votos proferidos na sessão desta segunda (27) de julgamento do processo do mensalão, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já se manifestou pela condenação do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato e de Marcos Valério e seus sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz por desvios no Banco do Brasil.

Também na sessão desta segunda, o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), presidente da Câmara na época do escândalo do mensalão, recebeu o segundo voto por sua absolvição – o do ministro Dias Toffoli. Antes, o ministro Ricardo Lewandowski já havia se manifestado a favor da absolvição.

Embora com maioria, a condenação de Pizzolato não é definitiva porque, até o julgamento terminar, os ministros podem mudar os votos.

Segundo a Procuradoria Geral da República, dinheiro desviado de contrato entre o Banco do Brasil e agência de Valério, acusado de ser o operador do mensalão, foi usado para financiar o esquema de compra de votos no Congresso Nacional.

Sexta ministra a votar e quarta a dar sua posição nesta segunda (27), a ministra Cármen Lúcia deu o voto que estabeleceu a maioria (6 a 0) pela condenação dos quatro. Antes, os ministros Joaquim Barbosa, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Luiz Fux e Dias Toffoli também votaram pela condenação. No total, o STF tem 11 ministros – ainda faltam os votos dos ministros Cezar Peluso, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Ayres Britto.

A ministra Rosa Weber, primeira a votar nesta segunda, afirmou que é difícil provar o esquema de corrupção. “Nos delitos de poder, quanto maior o poder ostentado pelo criminoso, maior a facilidade de esconder o ilícito. Esquemas velados, distribuição de documentos, aliciamento de testemunhas. Disso decorre a maior elasticidade na admissão da prova de acusação.”

Na avaliação de Luiz Fux, é preciso combater o desvio de dinheiro. “A cada desvio do dinheiro público, mais uma criança passa fome, mais uma localidade fica sem saneamento, mais um hospital fica sem leito. Estamos falando de dinheiro público. O dinheiro público é destinado à ciência, saúde e educação.”

Desvios no Banco do Brasil
Com relação à acusação de peculato contra o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato e grupo de Valério, os seis ministros entenderam que houve crimes. Segundo a denúncia, o ex-diretor de Marketing recebeu R$ 326 mil em propina para beneficiar agência de Valério. Ele também teria autorizado, diz a denúncia, o repasse de R$ 73,8 milhões do fundo Visanet para empresa de Marcos Valério.

Pizzolato recebeu seis votos pela condenação nos crimes de peculato (desviar recurso na condição de servidor) e corrupção passiva (receber vantagem indevida). Foram cinco votos pela condenação no crime de lavagem de dinheiro porque a ministra Rosa Weber não analisou a acusação e afirmou que vai decidir no decorrer do julgamento.

Foram duas acusações de peculato a Pizzolato, uma sobre o repasse irregular de R$ 73,8 milhões à DNA Propaganda e outra em relação ao desvio de R$ 2,5 milhões em bônus de volume que deveriam ter sido repassados ao Banco do Brasil.

Marcos Valério e os sócios receberam seis votos cada para condenação por corrupção ativa (oferecer vantagem indevida) e peculato.

Os seis ministros que já votaram defenderam a absolvição do ex-ministro da Secretaria de Comunicação Luiz Gushiken.

Desvios na Câmara dos Deputados
Até agora, quatro ministros entenderam que João Paulo Cunha cometeu corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia, João Paulo Cunha recebeu, em 2003, R$ 50 mil em vantagens indevidas da agência de Valério SMP&B, que tinha contrato com a Câmara. Cunha teria desviado ainda R$ 252 mil do contrato com a agência para o pagamento de um assessor particular.

Cármen Lúcia iniciou a leitura de seu voto dizendo que a corrupção é um “dos males deste século”. Ela destacou ainda que existem dificuldades em colher provas do cometimento dos crimes imputados aos réus do mensalão. “Seria de enorme hipocrisia não considerar a corrupção como um dos males deste século”, afirmou.

A ministra destacou que Marcos Valério se encontrou com o então presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha (PT-SP) na residência dele e que, no dia seguinte, a esposa do então presidente de Cunha sacou R$ 50 mil do Banco Rural.

“Há comprovação de que realmente os elementos estão aptos a demonstrar de forma cabal a ocorrência do crime de corrupção passiva. Houve o recebimento de R$ 50 mil, também intermediação com o saque feito por sua própria esposa, sabia-se que era vantagem indevida, pois não havia nenhum débito de Marcos Valério em relação ao acusado. Não me toca as circunstâncias de ele ter se valido da própria esposa”, disse a ministra.

Dias Toffoli teve uma argumentação contrária: “Penso não ser possível concluir crime de lavagem pelo recebimento de R$ 50 mil, pois de acordo com prova oral e documental ficou demonstrado que dita importância foi entregue ao réu por Delúbio Soares visando custear pesquisas eleitorais em Osasco.”

 

G1

Com apoio de Zico, ex-diretor do BNDES será candidato à presidência do Flamengo

Wallim Vasconcellos tem apoio de grupo de empresários e concorre contra Patricia Amorim e Ronaldo Gomlevsky nas eleições de dezembro

O processo eleitoral do Flamengo começa a ganhar formas e candidatos na briga para assumir a presidência do clube no triênio 2013/15. O novo nome que entra na corrida presidencial para concorrer às eleições de dezembro é o do economista Wallim Vasconcellos. O candidato, ex-diretor e vice-presidente do BNDES, terá o apoio de Zico e de empresários como Alexandre Accioly, do presidente da Sky, Luis Eduardo Baptista, e do executivo Rodolfo Landim, que comandou a BR Distribuidora.

O lançamento oficial da chapa será no dia 28 de agosto, no Cine Leblon, a partir de 21h, mas nesta segunda-feira houve um almoço em um hotel em Copacabana para apresentá-lo aos grandes beneméritos rubro-negros.

Patricia Amorim deve tentar a reeleição, mas a atual presidente sinalizou que pode desistir do pleito se conseguir o quarto mandato como vereadora. Ronaldo Gomlevsky, da chapa Planeta Fla, é outro candidato da oposição.

Fonte: Eduardo Peixoto  /Globo Esporte