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50% dos brasileiros são católicos, 31%, evangélicos e 10% não têm religião, diz Datafolha

Pesquisa Datafolha publicada nesta segunda-feira (13) pelo jornal “Folha de S.Paulo” aponta que 50% dos brasileiros são católicos, 31%, evangélicos, e 10% não têm religião. Ainda de acordo com o levantamento, as mulheres representam 58% dos evangélicos e são 51% entre os católicos.

A pesquisa foi feita nos dias 5 e 6 de dezembro do ano passado, com 2.948 entrevistados em 176 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Religião dos brasileiros

  • Católica: 50%
  • Evangélica: 31%
  • Não tem religião: 10%
  • Espírita: 3%
  • Umbanda, candomblé ou outras religiões afro-brasileiras: 2%
  • Outra: 2%
  • Ateu: 1%
  • Judaica: 0,3%

Religião por sexo

Católicos:

  • Mulher: 51%
  • Homem: 49%

Evangélicos:

  • Mulher: 58%
  • Homem: 42%

Religião por cor

Católicos:

  • Parda: 41%
  • Branca: 36%
  • Preta: 14%
  • Amarela: 2%
  • Indígena: 2%
  • Outras: 4%

Evangélicos:

  • Parda: 43%
  • Branca: 30%
  • Preta: 16%
  • Amarela: 3%
  • Indígena: 2%
  • Outras: 5%

Religião por idade

Católicos:

  • 16 a 24 anos: 13%
  • 25 a 34 anos: 17%
  • 35 a 44 anos: 18%
  • 45 a 59 anos: 26%
  • 60 anos ou mais: 25%

Evangélicos:

  • 16 a 24 anos: 19%
  • 25 a 34 anos: 21%
  • 35 a 44 anos: 22%
  • 45 a 59 anos: 23%
  • 60 anos ou mais: 16%

Religião por escolaridade

Católicos

  • Fundamental: 38%
  • Médio: 42%
  • Superior: 20%

Evangélicos

  • Fundamental: 35%
  • Médio: 49%
  • Superior: 15%

Renda

Católicos

  • Até 2 salários mínimos: 46%
  • De 2 a 3 salários mínimos: 21%
  • De 3 a 5 salários mínimos: 17%
  • de 5 a 10 salários mínimos: 9%
  • Mais de 10 salários mínimos: 2%

Evangélicos

  • Até 2 salários mínimos: 48%
  • De 2 a 3 salários mínimos: 21%
  • De 3 a 5 salários mínimos: 17%
  • de 5 a 10 salários mínimos: 7%
  • Mais de 10 salários mínimos: 2%

Região do país

Católicos

  • Sudeste: 45%
  • Sul: 53%
  • Nordeste: 59%
  • Centro-Oeste: 49%
  • Norte: 50%

Evangélicos

  • Sudeste: 32%
  • Sul: 30%
  • Nordeste: 27%
  • Centro-Oeste: 33%
  • Norte: 39%

 

G1

 

 

Após beijo gay e boicote de evangélicos, Babilônia despenca

novelaA novela Babilônia vem registrando péssimos índices de audiência para o padrão que a TV Globo se acostumou a alcançar no horário das 21h com seus folhetins, e boa parte dos jornalistas especializados atribui o fato a um boicote dos evangélicos.

A substituta de Império estreou no dia 16 de março com 33 pontos de audiência, e na terça-feira, marcou 32 e no dia seguinte, 29 pontos segundo medição do Ibope. Como comparação, o último episódio da novela do comendador e sua trupe havia marcado 44 pontos.

Segundo o site TV Foco, os números alcançados no terceiro episódio de Babilônia são inferiores até mesmo aos da novela Em Família, de Manoel Carlos, que foi considerada como a de mais baixa audiência na história da Globo. Em seu terceiro capítulo, Em Família havia alcançado 29,2 pontos, já Babiônia conquistou apenas 26,4 pontos de média, com 28,2 de pico.

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“Não é um número bom para a semana de estreia. Dizem (nos bastidores) que o público mais conservador está fugindo da novela, principalmente os evangélicos (que já estariam organizando um boicote à trama). A cena do beijo entre Teresa (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathália Timberg) teria sido o principal problema”, escreveu a jornalista Janaína Nunes, no portal Yahoo!.

O título e o conteúdo da novela escrita pelo trio Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes recebeu muitas críticas de alguns dos principais líderes evangélicos pentecostais, como os pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano.

Malafaia disse que a TV Globo “é a principal patrocinadora do homossexualismo” no Brasil, criticando a cena em que duas personagens lésbicas se beijam. Já Feliciano destacou que “não assiste novela” e observou que poderia processar a emissora: “A Globo já demonstrou seu apadrinhamento ao movimento gay. Virou moda. O público é adulto, eu ficaria preocupado e agiria nos rigores da lei caso fosse passado em horários onde crianças tivessem acesso”.

Nas redes sociais, começam a circular imagens incentivando os evangélicos a boicotarem a novela justamente por causa de seu conteúdo. “Apologia ao mal. Produzida para destruir famílias. Compartilhe, não dê espaço para esta ameaça com cara de diversão. Não assista”, incentivou o senador Magno Malta (PR-ES).

Mais Gospel

Afinal, quem são “os evangélicos”?

evangelicosHomofóbicos, cortejados pela presidente, fundamentalistas. Massa de manobra de Silas Malafaia, conservadores, determinantes no segundo turno das eleições. De tanto que se falou sobre os evangélicos nas últimas semanas, nos jornais e nas redes sociais, talvez caiba uma pergunta: afinal, quem são “os evangélicos”?

A resposta mais honesta não poderia ser mais frustrante: os evangélicos são qualquer pessoa, todo mundo, ou, mais especificamente, ninguém. São uma abstração, uma caricatura pintada a partir do que vemos zapeando pelos canais abertos misturado ao que lemos de bizarro nos tabloides da internet com o que nosso preconceito manda reforçar. Dizer que “o voto dos evangélicos decidirá a eleição” é tão estúpido quanto dizer a obviedade de que 22,2% dos brasileiros decidirão a eleição. Dizer que “os evangélicos são preconceituosos”, significa dizer o ser humano é preconceituoso. É não dizer nada, na verdade.

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Acreditar que há uma hegemonia de pensamento, de comportamento ou de doutrina evangélica é, em parte, exatamente acreditar no que Silas Malafaia gosta de repetir, mas é, em parte, desconhecer a história. A diversidade de pensamento é a razão de existir da reforma protestante. E continuou sendo pelos séculos seguintes, quando as igrejas reformadas do século 16 deram origem ao movimento evangélico, estes aos pentecostais e estes aos neopentecostais, todos microdivididos até o limite do possível, graças, novamente, à diversidade de pensamento – sobre forma de governo, vocação e pequenos pontos doutrinários. Boa parte destas, sem organização central, sem “presidência” nem representante, com as decisões sendo tomadas nas comunidades locais, por votação democrática.

Assim como não existe “os evangélicos” também não existe “os pentecostais”, nem “os assembleianos”: dizer que Malafaia é o “papa da Marina Silva” como disse Leonardo Boff, apenas porque ambos são membros da Assembléia de Deus, é ignorar que, por trás dos 12,3 milhões de membros detectados pelo IBGE, a Assembleia de Deus é rachada entre ministérios Belém, Madureira, Santos, Bom Retiro, Ipiranga, Perus e diversos outros, cada um com seu líder, sua politicagem e sua aplicação doutrinária. A Assembleia de Deus Vitória em Cristo de Malafaia, aliás, sequer pertence à Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.

Ignorância parecida se manifesta em relação ao uso do termo “fundamentalista”, como sinônimo de “literalista”, aquele incapaz de metaforizar as verdades morais dos textos sagrados. A teologia cristã debate há dois mil anos sobre a observação, interpretação e aplicação dos escritos sagrados, quais são alegóricos e quais são históricos, quais são “poesias” e quais são literais. O deputado Jean Wyllys, colunista da Carta Capital, do alto de alguma autoridade teológica presumida, já chegou à sua conclusão: o que não for leitura liberal, é fundamentalista e, portanto, uma ameaça às minorias oprimidas. (Liberalismo teológico é uma corrente teológica do final do século 19 que lançou uma leitura crítica das escrituras, completamente alegorizada, negando sua autoridade sobrenatural, a existência dos milagres, e separando história e teologia).

Só que isso simplesmente não é verdade. Dentro da multifacetação das igrejas de tradição evangélicas, há as chamadas “inclusivas”, mas há diversas igrejas históricas, tradicionais, teologicamente ortodoxas, que acreditam nos absolutos da “sola scriptura” da Reforma Protestante, mas que têm política acolhedora e amorosa com as minorias. Algumas criaram pastorais para tratar da questão homossexual, outras trabalham para integrá-los em seus quadros leigos; outros, como disse o pastor batista Ed René Kivitz, estão mais dispostos a aprender como tratar “uma pessoa que está diante de mim dizendo ter sido rejeitado por sua família, pelo meu pai, pela minha igreja” do que discutir a literalidade dos textos do Velho Testamento.

O panorama da questão pode ser melhor entendido em Entre a cruz e o arco-íris: A complexa relação dos cristãos com a Homoafetividade (Editora Autêntica), livro qual tive a honra de editar. Nele, o pastor batista e sociólogo americano Tony Campolo, ex-conselheiro do presidente Bill Clinton, diz: “Se você vai dizer à comunidade homossexual que em nome de Jesus você a ama (…) não teria que lutar por políticas públicas que demonstrem que você as ama? Pode haver amor sem justiça? Eu luto pela justiça em favor de gays e lésbicas, porque em nome de Jesus Cristo eu os amo.” Campolo, entretanto, faz distinção entre direitos e casamento: “O governo não deve se envolver nem declarar, de forma alguma, o que é casamento, quem pode ou não se casar”, ele disse. “Governo existe para garantir os direitos das pessoas. Casamento é um sacramento da igreja – governos não devem decidir quem deve ou não receber esse sacramento.” Campolo acredita que esta será a visão dominante entre cristãos americanos “em cinco ou seis anos”.

Entre os evangélicos brasileiros há quem pense desde já como Campolo – distinguindo união civil de casamento. Há quem pense de forma ainda mais radical: que a união civil, com implicações patrimoniais e status de família, deveria valer não apenas para casais homossexuais, mas para irmãos, primos ou quem quer que se entenda como família. Há quem defenda o acolhimento dos gays nas igrejas, mas o celibato para eles. Quem, embora sabendo que mais da metade das famílias brasileiras já não são no formato pai-mãe-filhos, ainda luta para restabelecer esse padrão idealizado. Há, sim, quem acredite que o seu conjunto de doutrinas e o seu modo de vida são fundamentais. Há aqueles que, enquanto estamos discutindo aqui, está mais preocupado se a melhor tradução do grego é a João Ferreira de Almeida ou a Nova Versão Internacional. E há quem acorde diariamente acreditando ser porta-voz do “povo de Deus”, pague espaço em redes de televisão para multiplicar esse delírio (mas, a julgar pelo 1% de intenção de voto do Pastor Everaldo, somente ativistas gays e jornalistas desmotivados acreditam nesse discurso). Esses são “os evangélicos”.

Na fatídica sexta-feira em que o PSB divulgou seu programa de governo, enquanto Malafaia gritava no Twitter em CAPSLOCK furibundo, o pastor presbiteriano Marcos Botelho, postou: “Marina, que bom que vc recebeu os líderes do movimento LGBTs, receba as reivindicações com a tua coerência e discernimento de sempre e um compromisso com o estado laico que é sua bandeira. Vamos colocar uma pedra em cima dessa polarização ridícula entre gays e evangélicos que só da IBOPE para líderes políticos e pastores oportunistas.”

Botelho não representa “os evangélicos” porque não existe “os evangélicos”. Mas Marcos Botelho existe e é evangélico. Assim como existe William Lane Craig, o filósofo que convida periodicamente Richard Dawkins para um debate público, do qual este sempre se esquiva; existe o geneticista Francis Collins vencendo o William Award da Sociedade Americana de Genética Humana; existe Jimmy Carter, dando aula na escola bíblica no domingo e sendo entrevistado para a capa da Rolling Stone por Hunter Thompson na segunda-feira; existe o pastor congregacional inglês John Harvard tirando dinheiro do próprio bolso para fundar uma universidade “para a honra de Deus” nos Estados Unidos que leva seu sobrenome; existe o pastor batista Martin Luther King como o maior ativista de todos os tempos; existe o jovem paulista Marco Gomes, o “melhor profissional de marketing do mundo”, pedindo licença para “falar uma coisa sobre os evangélicos”. E existe o Feliciano, o Edir Macedo, a Aline Barros, o Thalles Roberto, o Silas Malafaia e o mercado gospel. Como existe bancada evangélica, mas existem os que lutaram pela “separação entre igreja e estado” na constituição, e existem os que acreditam que levar Jesus Cristo para a política é trabalhar não para si, mas para os menos favorecidos.

Existe o amor e existe a justiça, como existe o preconceito, o dogmatismo, o engano, o medo, a vaidade e a corrupção. Não porque somos evangélicos, mas porque somos humanos.

 

cartacapital

Pastor e bispo evangélicos são presos com adolescente em motel no Paraná

algemasUm pastor e um bispo de uma igreja evangélica foram presos na noite de quinta-feira (14) em um motel de Toledo, no oeste do Paraná, acompanhados de uma adolescente de 17 anos. Aos policiais militares que fizeram o flagrante, os dois suspeitos disseram que haviam entrado no local porque estavam sendo seguidos.

Segundo a Polícia Militar, familiares de uma outra menor estavam desconfiados de que o bispo e o pastor também estavam cometendo abusos contra ela e decidiram contratar um detetive particular para investigar as suspeitas. Assim que os três entraram no motel, o profissional chamou a polícia, que confirmou a denúncia. Na delegacia, os religiosos negaram ter mantido relações sexuais com a adolescente, mas ela confirmou o abuso.

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Conselheiros tutelares de Toledo informaram que esta não era a primeira vez que a menor, que tem problemas mentais, saía com os dois. Na noite da prisão, o pastor havia ido até a casa da adolescente, em um distrito de Assis Chateaubriand, e a levou até o local onde o bispo estava e de lá seguiram de carro para o motel. Os suspeitos devem permanecer presos e responder pelo crime de estupro de vulnerável. Os familiares da adolescente também serão ouvidos.

G1

Evangélicos lançam ‘Telexfree gospel’: marketing multinível

telexA atuação de empresas em sistema de pirâmide financeira vem sendo bastante combatida no Brasil depois que o caso Telexfree foi divulgado pelas autoridades. Diversas empresas que alegam atuar em um esquema de marketing multinível vem sendo investigadas pelo Ministério Público, que visa proibir os esquemas em pirâmide que são ilegais.

O apóstolo Renê Terra Nova, da igreja evangélica Ministério Internacional Restauração, se tornou um divulgador de uma empresa que alega atuar no sistema de marketing multinível (ou marketing de rede) e que distribui produtos cosméticos, como perfumes, cremes hidratantes, maquiagens e até barras de cereais. Em suas redes sociais, Terra Nova afirma que a empresa Z7 Family é uma “oportunidade de negócio com selo VEC- Verdade – Excelência e Compromisso” que “com certeza mudará sua vida financeira e ampliará sua prosperidade” e questiona aos seus seguidores: “Você quer entrar?”.

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No site da Z7, a empresa descreve como os interessados em integrarem o quadro de colaboradores conseguem crescer no esquema de hierarquia: a cada período, o colaborador deve consumir um número mínimo de produtos que, dentro do esquema interno da empresa, represente um valor igual a 250 pontos. Caso esse colaborador traga outros quatro novos colaboradores naquele período, ele sobe um degrau na hierarquia. No período seguinte, esse colaborador e os outros quatro que foram trazidos por ele devem repetir o procedimento de trazer, cada um, mais quatro interessados que também consumam um mínimo de 250 pontos, para assim, o primeiro subir mais um degrau, e assim subsequentemente.

Essa regra da empresa divulgada por Terra Nova é o que traz polêmica ao negócio. A Z7 afirma em seu site que para se tornar um colaborador da empresa é necessário ser apresentado por um “patrocinador” – alguém que já integre o quadro de colaboradores da empresa – e adquirir “Kit de Início de Negócio”, que varia entre R$ 298,00 a R$ 7 mil.

Segundo especialistas, um esquema em pirâmide é uma proposta previsivelmente é insustentável, pois em algum momento, não haverão mais pessoas interessadas em se tornarem colaboradoras, e a perda financeira das pessoas que entrarem por último, será inevitável. Nas redes sociais, internautas já se referem ao negócio como sendo uma pirâmide, embora não existam comprovações irrefutáveis para tal afirmação.

Para Renê Terra Nova, os produtos e modelo de negócio da Z7 são uma “proposta de cura da defraudação que muitos marketing multiníveis deixaram”. O líder do Ministério Internacional da Restauração diz ainda que orou pelo negócio na Coreia do Sul, país onde surgiu o modelo de células através do pastor Paul Yonggi Cho e difundido no Brasil pelo próprio Terra Nova, entre outros apóstolos.

Há dois meses, a empresa Z7 Family chamava-se Z7 Grupo Evolution, e agora adotou um novo nome fantasia. Numa consulta ao site da Junta Comercial do Estado de São Paulo, o registro da empresa não apresenta dados como CNPJ e Inscrição Estadual. O garoto-propaganda da empresa nos vídeos divulgados no YouTube é o empresário José Antônio Lino, que também é esposo da pastora e cantora gospel Ludmila Ferber.

Marketing multinível versus Pirâmide financeira – A diferença básica entre as duas estratégias de negócio é que a primeira é permitida pela legislação, e a segunda, é encarada como fraude. No marketing multinível – estratégia usada por empresas como Avon, Natura, De Millus e até pela editora Central Gospel, do pastor Silas Malafaia, que recém iniciou a estratégia de revendedores porta a porta – os interessados no negócio adquirem produtos e lucram com a revenda desse produto, sem a obrigação de ter metas a bater ou de agregar novos colaboradores.

Na pirâmide financeira, os interessados devem adquirir valores mínimos mensalmente, com a obrigação de trazer novos colaboradores para que seus ganhos financeiros sejam maiores. Essa repetição resulta em ganhos altíssimos para alguns dos integrantes da pirâmide, que são justamente os que começaram o negócio primeiro. Porém, a cada novo integrante, aumenta a possibilidade de que a fonte de recursos – os novos colaboradores – seque.

Nos esquemas em pirâmide, a venda dos produtos é um meio de atrair novos colaboradores e não a atividade final da empresa, pois a maior parte do lucro vem das novas adesões. No marketing multinível, as empresas adeptas do modelo obtém seu lucro a partir da venda de seus produtos, sem exigir que os colaboradores tragam novos interessados.

Nos Estados Unidos, as autoridades orientam que uma boa forma de discernir se uma empresa atua como pirâmide financeira é verificar sua receita: se 70% dos valores arrecadados forem advindos da venda de produtos, trata-se de uma empresa de marketing multinível. Qualquer valor inferior a essa porcentagem, caracteriza a empresa como pirâmide financeira.

Mais Gospel

Pesquisa aponta que 56% dos evangélicos fazem sexo antes de casar

(Foto: iStock)
(Foto: iStock)

Uma pesquisa realizada pelo Bureau de Pesquisa e Estatística Cristã (Bepec) mostrou que o sexo antes do casamento ainda é tabu. Ela indica que 56% dos evangélicos tem relações com seu cônjuge antes de casar e entre os neo-pentecostais o índice sobe para 77%.

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Nos Estados Unidos, outra pesquisa realizada, agora pelo instituto Guttmacher, diz que 95% dos americanos já fizeram sexo antes do casamento. Mas entre outras religiões um estudo da Universidade de Nova York publicado em 2013 apresentou os seguintes resultados: entre os muçulmanos 62% já tiveram relações antes do casamento, entre os hindus o número é igual a 66%, sem religião 72%, cristãos também os mesmos 72%, judeus 82% e os budistas no topo da lista com 84% fizeram sexo antes de casar.

 

Sweetlicious

Grupo de evangélicos sofre acidente durante viagem para entrega de alimentos no Sertão

Um grave acidente foi registrado por volta das 8h30 deste sábado (20), no km-190 da BR-230, próximo a cidade de Soledade, município localizado a 54 quilômetros de Campina Grande.

Carro após acidenteFoto: Carro após acidente

Créditos: Patrício Silva

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De acordo com informações de populares no local, um grupo de evangélicos teria saído de Bayeux, na Grande João Pessoa, em direção ao Sertão da Paraíba, para realizar a entrega de alimentos. O condutor do veículo perdeu o controle após sobrar em uma ponte e com isso, o carro (camioneta) caiu de uma altura de 15 metros em cima de pedras.

Acidente ocorreu na BR-230Foto: Acidente ocorreu na BR-230
Créditos: Patrício Silva

Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), realizaram o resgate das vítimas. Duas pessoas foram socorridas em estado grave ao Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes em Campina Grande, os demais ocupantes do veículo tiveram ferimentos leves e foram atendidos no local do acidente.
Pollyana Sorrentino

Cimi aponta aliança entre ruralistas e evangélicos contra pautas indígenas

Revoltados com a criação de comissão para analisar a PEC 215, centenas de índios invadiram ontem a Câmara dos Deputados (Foto: Valter Campanato/ABr)
Revoltados com a criação de comissão para analisar a PEC 215, centenas de índios invadiram ontem a Câmara dos Deputados (Foto: Valter Campanato/ABr)

O secretário executivo do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Cléber Buzzato, disse nessa quarta (17) que, apesar de não ter se pronunciado oficialmente sobre vinculações ou alianças, a bancada ruralista da Câmara dos Deputados se aliou à bancada evangélica para compor um movimento que retarde o avanço das pautas indígenas no Congresso Nacional. “Em todas as votações os evangélicos se posicionam como os ruralistas. Foi inclusive o que aconteceu na aprovação da admissibilidade da PEC 215”, afirmou.

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A Proposta de Emenda Constitucional 215/00 foi aprovada em março do ano passado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara e prevê a transferência de competência de demarcação de terras indígenas, de titulação de terras quilombolas e de criação de unidades de conservação ambiental. Como prevê a Constituição Federal, esta competência é do Poder Executivo. A PEC coloca o Legislativo como responsável pelas ações.

“O objetivo da bancada ruralista, com esta PEC, é justamente inviabilizar qualquer uma destas ações. O Legislativo terá poder de decisão sobre esta matéria que é de competência exclusiva do Executivo, e é cláusula pétrea da Constituição Federal”, disse Buzzato.

Após a ocupação por cerca de 700 indígenas do plenário da Câmara dos Deputados ontem (16), o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), reuniu-se com alguns representantes dos movimentos e se comprometeu a não instalar a comissão especial que analisará a PEC 215 até o segundo semestre.

Só após a análise da comissão, que emitirá pareceres sobre a matéria da proposta, a PEC pode seguir para o Senado. Além disso, Alves disse que será formado hoje (17) um grupo especial composto por deputados, índios e representantes do governo federal para discutir questões relacionadas aos povos indígenas.

“Estamos fazendo uma avaliação com as lideranças, mas vemos com olhos positivos o que conseguimos na Câmara a partir da manifestações de ontem”, comentou o secretário executivo do Cimi. Para ele, os movimentos indígenas estão articulados e organizados para fazer contraponto aos ruralistas.

“Até então, só a bancada ruralista vinha se manifestando sobre o tema, em tom agressivo, em relação à PEC, fazendo pressões para que a tramitação fosse agilizada. Com a manifestação indígena entendemos que se criam condições mais equilibradas para fazer o debate.”

O Cimi enxerga as nomeações dos deputados Marco Feliciano (PSC/SP) e Blairo Maggi (PR/MT) para a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara e Comissão de Meio Ambiente do Senado, respectivamente, como uma estratégia de enfraquecimento das pautas a respeito dos direitos dos indígenas.

Segundo dados do Departamento de Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), atualmente 160 parlamentares compõem a bancada ruralista, representando 27%, aproximadamente dos deputados federais e senadores.

Parlamentares

Embora considerem positiva a decisão de suspender, temporariamente, a comissão especial para analisar a PEC 215, o Cimi e as lideranças indígenas não enxergam a figura de Henrique Alves com confiança. “Ele tem compromisso com a bancada ruralista, nós não temos nenhuma confiança política nas suas decisões. Na nossa avaliação, apenas a movimentação dos povos indígenas tem potencial para que as posições sejam revistas.”

Ontem, após se reunir com as lideranças que ocuparam o plenário, o presidente da Câmara disse que os deputados respeitam os povos indígenas, mas pediu que os líderes também respeitem os deputados. “A todos os povos indígenas, manifestamos o nosso respeito quanto às suas manifestações culturais. Mas quem respeita também merece respeito”, afirmou.

Outros parlamentares criticaram duramente a presença dos indígenas na casa. O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) caracterizou a invasão como “deplorável”. “É de uma truculência ímpar essa atitude. Quando a PEC os agrada, eles estão aqui para apoiar. Quando não têm interesse, eles se acham no poder de invadir o plenário?”, questionou.

O deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) também reclamou da invasão. “É uma sequência de eventos em que os abusos ocorreram. Já tivemos o cancelamento da reunião da CCJ por conta dos índios. Precisamos de regras mais claras para permitir a entrada aqui no Congresso”, disse.

Antes da ocupação dos indígenas, Henrique Alves tinha se manifestado na direção de pedir aos líderes dos partidos na Câmara que não indicassem integrantes para a comissão especial. Assim, a comissão já nasceria “morta”. Os índios, porém, deixaram claro que isso não bastava, e reivindicavam que o ato de criação da comissão fosse revogado.

O presidente da Frente Parlamentar Indigenista, deputado Padre Ton (PT-RO), avaliou de forma positiva o desfecho das negociações da Câmara com os índios. “Esse ato foi histórico, nunca se chegou a isso. O Parlamento brasileiro, através do nosso presidente, decidiu que vai ser um ponto de diálogo”, afirmou.

Com informações da Agência Câmara

Líderes evangélicos consideram ilegítima eleição de Feliciano na CDH da Câmara

Alexandra Martins/Câmara dos Deputados
Alexandra Martins/Câmara dos Deputados

Em carta aberta aos presidentes e dirigentes das Igrejas Evangélicas do Brasil, mais de 100 líderes protestantes de todo o país afirmam que foi ilegítima a escolha do deputado pastor Marco Feliciano para dirigir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal. É esta a íntegra do documento divulgado na terça-feira (12):

‘Carta Aberta aos presidentes e dirigentes das Igrejas Evangélicas do Brasil

Não havendo sábia direção, o povo cai, mas, na multidão de conselheiros, há segurança. (Provérbios 11.14)

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Prezados irmãos,

Nós, pastores, pastoras e líderes evangélicos de organizações envolvidas com a agenda dos Direitos Humanos, escrevemos esta carta aberta para pedir sua intervenção nos recentes acontecimentos relacionados à nova composição da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.

Constatamos, surpresos, que 12 dos 18 membros da Comissão são membros de Igrejas Evangélicas, o que representa grande responsabilidade para nós, pastores e líderes evangélicos envolvidos com esse tema. Entendemos que este momento representa uma oportunidade concreta para a promoção e a defesa dos direitos dos mais vulneráveis e das minorias. Nesse sentido, é preciso tanto uma postura de escuta à Deus e à sociedade, quanto a certeza de que os espaços de poder ocupados precisam ser utilizados principalmente como espaços de serviço.

No entanto, o quadro que assistimos no processo de eleição da presidência da Comissão foi desolador. Não se trata aqui de pré-julgar o presidente recém-eleito, mas não há como desconsiderar seus vários comentários públicos sobre negros, homossexuais e indígenas, declarações que inviabilizam a sustentação política de seu nome entre os que atuam e são sensíveis às temáticas dos Direitos Humanos.

A Igreja Evangélica brasileira experimenta um momento singular, com a enorme responsabilidade de ter vários parlamentares atuando na CDHM que foram apoiados oficialmente por diferentes denominações, situação que abre a possibilidade de que – caso haja mudanças na presidência da comissão e uma postura condizente com a função – seja dada uma importante contribuição ao campo dos Direitos Humanos no País. Para tanto, é fundamental que o clima de conflito e mobilizações contrárias à nova presidência sejam dissipados. Por essa razão, redigimos esta carta como um apelo, na esperança de que os líderes das Igrejas considerem orientar seus fiéis que atuam como parlamentares – que elegeram a nova composição da Comissão-, para que atuem na resolução deste conflito.

O ano de 2013 pode trazer avanços nos trabalhos da CDHM e por isso fazemos este apelo aos líderes das igrejas que apoiaram os parlamentares evangélicos. Nosso pedido, aliás, se junta à conclamação de vários setores da sociedade e perpassa não somente movimentos ligados às lutas de minorias, mas também a OAB e diferentes indivíduos e organizações. Cumpre discernir que não há uma perseguição aos evangélicos; há, sim, uma situação de conflito que precisa ser equacionada, especialmente porque, para nós, o compromisso do Evangelho com os mais pobres e vulneráveis é central. Ainda há tempo para a indicação de um novo ou nova parlamentar que, a despeito de suas convicções, traga pacificação e consenso à sociedade brasileira, presidindo a CDHM com a isenção esperada. É tempo para nova disposição, numa postura aberta, a fim de que seja viável a indicação pelo PSC de um outro nome, que não possua tamanha rejeição.

Urge que os irmãos, pelas posições que ocupam, façam um firme e público pronunciamento para a sociedade e para os fiéis de suas igrejas com relação à defesa dos direitos humanos e à importante contribuição que a comunidade evangélica pode oferecer a este tema. Nossa oração é que exemplos históricos como os do Pr. Martin Luther King Jr., do Rev. Jaime Wright e do Bispo Desmond Tutu possam inspirar e servir de referência para a atuação dos vários parlamentares evangélicos na CDHM, levando-os a se posicionar ao lado dos que sofrem injustiças.

Prezados irmãos, escrevemos aqui sob o temor ao nosso Deus e conscientes de que há um caminho de consenso para esta situação. A ninguém, muito menos aos direitos dos que sofrem, interessa que esta disputa entre posições extremas prossiga.

Em Cristo, despedimo-nos,

Adriano Trajano – Pastor Batista
Alessandro Rodrigues Rocha – Pastor Batista
Alexandre de Silva – Pastor Igreja do Nazareno
Aluísio Faria de Siqueira – Pastor Metodista
Alzira dos Reis Silva – Presbítera Presbiteriana Unida
Ana Elizabete Barreira Machado – Rede Fale Goiânia
Ana Paula Calixto – Irmã Igreja do Nosso Senhor Jesus Cristo – Ministério Profético
André Esteves – Pastor Presbiteriano
André Mello – Pastor Presbiteriano
André Sidnei Musskopf – Escola Superior de Teologia/EST
André Tadeu de Oliveira – Licenciado Presbiteriana Independente
Anivaldo Padilha – Koinonia
Anselmo Melo – Pastor Comunidade Apostólica Operação Resgate
Antonio Carlos Costa – Pastor Presbiteriano/Rio de Paz
Antônio Carlos Ribeiro – Pastor Luterano
Antonio Carlos Rosalino – Pastor Luterana Livre
Ariovaldo Ramos – Pastor Batista
Bruno dos Santos – Pastor Apostólica Vida Nova
Bruno Privatti – Pastor Batista
Bruno Santos Nascimento Dias – Rede FALE Rio
Caio Marçal – Missionário Rede Fale
Carlos Alberto Bezerra Junior – Pastor da Comunidade da Graça
Carlos Alberto Rodrigues Alves – Reverendo Presbiteriano
Carlos Augusto Lopes Pastor Assembleia de Deus Independente
Carlos Eduardo Calvani – Reverendo Episcopal Anglicana
Carlos Eduardo Fernandes – Rede Fale Marabá
Carlos Eduardo Mattos – Pastor Metodista
Carlos Jeremias Klein – Reverendo Presbiteriana Independente
Carlos Queiroz – Pastor da Igreja de Cristo
Christian Gillis – Pastor Batista
Cibele Kuss – Pastora Luterana
Clarise Holzschuh – Pastora Luterana
Claudemir Elias dos Santos – Missionário Casa de Oração
Cleber Diniz Torres – Reverendo Presbiteriana Independente
Clemir Fernandes Silva – Pastor Batista
Clovis Pinto de Castro – Pastor Metodista
Cristina Scherer – Pastora Luterana
Daniel Costa – Capelão Batista El Shadai
Daniel de Almeida e Souza Jr – Pastor Batista
Daniel Mário Alves de Paula – Pastor Assembléia de Deus
Daniel Rocha – Pastor Metodista
Daniel Souza – Rede Ecumênica da Juventude/REJU
Daniela Frozi – Aliança Bíblica Universitária do Brasil/ABUB
Daniela Zeidan – Seminarista Batista
Danila Cristiny de Araújo Moura – FALE Pernambuco
Décio Weber – Pastor Luterano
Dermi Azevedo – Membro da Comissão Nacional de Direitos Humanos da IEAB
Djalma Torres – Pastor da Igreja Evangélica Antioquia
Domingos Amauri Massa – Pastor Batista
Douglas Rezende – Rede Fale Paraná
Éber Ferreira Silveira Lima – Ministro Presbiteriana Independente
Edson Fernando de Almeida – Pastor da Igreja Cristã de Ipanema
Edson Igre Insarraldi – Pastor Batista Aliança Bíblica
Eliana Aparecida Amancio Cerqueira – Ministério de Mulheres Batistas
Eliana Rolemberg – Coordenadoria Ecumênica de Serviço/CESE
Eliandro Viana – Pastor Batista
Eliel Amaral – Pastor Igreja Maanaim
Elizabeth de Almeida Silva – irmã na Comunidade Evangélica Recomeço
Ely Eser Barreto César – pastor metodista
Elza Zenkner – Revda. Metodista
Ênio Caldeira Pinto – Universidade Filadélfia/Unifil
Epifanio Mendes – Pastor da Unidos em Cristo
Érick Rodrigo da Silva – Assembléia de Deus Ministério de Madureira
Filadelfo Oliveira – Bispo Episcopal Anglicana
Flávio Conrado – Novos Diálogos
Francisco Cézar Fernandes Alves – Reverendo Episcopal Anglicana
Francisco Simão Neto – Pastor Assembléia de Deus
Francisco Thiago de Almeida – Pastor Metodista
Genilma Boehler – Pastora Metodista
Geter Borges de Sousa – Evangélicos Pela Justiça/EPJ
Gilberto Carmo dos Santos – Pastor CEEA
Giselle Gomes da Silva Prazeres Souza – Reverenda Episcopal Anglicana
Guilherme Schaper – Pastor Luterano
Gustavo Lima – Pastor Presbiteriano
Haroldo Mendes – Reverendo da Anglicana Betesda
Hélio Sales Rios – Pastor Presbiteriano
Herminio Garcez – Pastor Batista
Inailda Bicudo – Presbitera Presbiteriana Independente
Isabelle Ludovico da Silva – Comunidade de Jesus
Ismar do Amaral – Pastor Presbiteriano
Israel Mazzacorati – Faculdade Latino Americana de Teologia Integral
Israel Viana – Ministro Batista Nacional Nova Vida
Jane Maria Vilas Bôas – Presbiteriana do Planalto
Jefferson Ramalho – Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos
Jefferson Silva – Pastor Batista
Joanildo Burity – Espiscopal Anglicana
Joaquim Xavier de Souza Neto – Rede FALE Triângulo Mineiro
Joel Zeferino – Pastor Batista
Johannes Wille – Pastor Luterano
John Medcraft – Pastor da Ação Evangélica
Jônatas Souza de Abreu – Rede Fale Campina Grande
Jonathan Menezes – Pastor Presbiteriano
Jony Wagner de Almeida – Pastor Presbiteriano
Jorge Eduardo Diniz – Reverendo Presbiteriana Unida
Jorge L. D. Oliveira – Pastor Igreja do Avivamento Getsêmani
Jose Antonio Gonçalves – Pastor Presbiteriana independente
José Carlos Silva – Pastor Batista Nacional
José do Carmo da Silva – Reverendo Metodista
José do Nascimento – Instituto de Direitos Humanos do Mato Grosso do Sul (IDHMS)
Jose Romulo de Magalhaes Filho – Pastor Presbiteriana Independente
José Wendel Cavalcante Ferreira – Rede FALE Fortaleza
Josias de Souza Novais – Pastor Batista
Jovane Borlini da Silva – Pastor Batista
Juliano Fabricio – Sal da Terra
Julio Paulo Tavares Zabatiero – Faculdade Unida de Vitória
Karen Aquino Rangel da Costa – Rede FALE Juiz de Fora
Karin Kepler Wondracek – Escola Superior de Teologia/EST
Kathlen Luana de Oliveira- Escola Superior de Teologia/EST
Keiny Moreira da Cunha – Pastor Batista
Lays Gonçalves da Silva – Rede FALE Paraná
Léa Cordeiro – Pastora Metodista
Leomar Erlei Fenner – Pastor Luterano
Leonara Almeida – Rede Fale São Paulo
Leonardo Rodrigues – Pastor do Minstério Nova Unção
Levi Araújo – Pastor Batista
Lirian Angélica Rezende de Moraes – Rede FALE BH
Louraini Christmann – Pastora Luterana
Luciano José de Lima – Reverendo Metodista
Luiz Caetano Grecco Teixeira – Rev. Episcopal Anglicana
Luiz Carlos Gabas – Reverendo Episcopal Anglicana
Luiz de Jesus – Pastor Batista Boas Novas
Luiz Mattos – Instituto Anima
Lyndon Araujo – Pastor Congregacional
Manoel Ribeiro de Moraes Junior – Pastor Batista
Marcelo Gualberto da Silva – Pastor Presbiteriano
Marco Aurélio Alves Vicente – Pastor Assembléia de Deus – Catedral da Família
Marco Davi de Oliveira
Marcos Custódio – CADI-Origem
Marcos Fellipe Marques – Pastor Comunidade de Jesus
Marcos Machado – Pastor Batista
Marcos Monteiro – Pastor Comunidade de Jesus em Feira de Santana
Marcos Viana – Pastor Comunidade Cristã em Amsterdam
Marcus Vinicius Matos – Rede Fale Coordenação Nacional
Mardes Silva – Pastor Igreja Betesda do Ceará
Mauricio Andrade – Bispo da Episcopal Anglicana
Mauro Ferreira – Reverendo Presbiteriano
Mersia Lisboa Costa – Missionária Batista
Miguel Ângelo – Presbítero Igreja de Cristo
Moisés Abdon Coppe – Pastor Metodista
Morgana Boostel – Rede FALE
Mozart João de Noronha Melo – Reverendo Luterano
Nancy Cardoso Pereira – Pastora Metodista
Nello Pulcinelli – Pastor Batista
Nelson Gervoni – Pastor Batista
Neusa Butzlaff – Pastora Luterana
Neusa Tetzner – Pastora Luterana
Octavio A. S. Filho – Pastor Metodista
Odja Barros – Pastora Aliança de Batistas do Brasil
Orivaldo Lopes Junior – Pastor Batista
Orvandil Moreira Brabosa – Bispo Igreja Anglicana Tradicional do Brasil
Ozenildo Santos Xavier da Rocha – Pastor Batista
Paltiel de Souza Ferreira – Bispo Comunidade Evangélica Cristã
Patrick Timmer – Missionário da Aliança Bíblica Universitária do Brasil/ABUB
Paulo Ayres Mattos – Bispo Metodista
Paulo Cesar Garcia – Pastor Comunidade Milícia
Paulo César Sousa Marçal – Rede Fale Sobral
Paulo Saraiva – Pastor Batista
Pericles Gonzaga de Souza – Pastor Presbiteriana Unida
Rafael Lira – Juventude Batista do Estado de SP
Raul Matamala Seminarista Batista
Regis Augusto Domingues – Reverendo Episcopal Anglicana
Reinaldo Castro – Pastor Comunidade Cristã Novo Nascimento
Renan Nery Porto – Fale Uberaba
Ricardo Bitun – Pastor da Igreja Manaim
Ricardo Matense – Evangélicos Pela Justiça/EPJ
Robson Gomes – Pastor da Igreja Missional
Rodrigo Guimarães Pinheiro – Pastor Batista
Romi Becker – Pastora Luterana
Ronny Clayton – Pastor Batista
Rosilea Maria Roldi Wille – Luterana
Rubens Rodrigues de Lima Comunidade Evangelica Apostolica Restauração
Sandro Amadeu Cerveira – Reverendo Presbiteriana Unida
Sérgio Andrade – Deão Episcopal Anglicana
Serguem Jessui Machado da Silva – Tearfund
Simei Marcondes de Carvalho – O Brasil para Cristo
Suelen Cristina – Ministério Tudo Pelo Reino
Thomaz Werneck – Seminarista Congregacional
Valdir Steuernagel – Pastor Luterano
Valmir Paze – Pastor da Ig Nazareno/Mov. Evangélico Progressista/MEP
Vanda Aparecida Fernandes Massa – Capelã Batista
Vilma Petsch – Diácona Luterana
Vitor Louredo de Souza – Grupo de Ações Evangelísticas – Missões Urbanas
Wagner Lemos Junior – Movimento pela Ética Evangélica Brasileira
Waldir Benevides- Reverendo Presbiteriano
Wanderson Campos – Seminarista Metodista
Welinton Pereira – Pastor Metodista
Wellerson de Almeida – Reverendo Anglicano
Wellington Santos – Pastor Batista
Wellington Vieira – Pastor Federação das Comunidades Terapêuticas Evangélicas do Brasil/FETEB
Wellison Magalhães Paula – Pastor Batista
Werner Fuchs – Pastor Luterano
Wertson Brasil – Presbítero Presbiteriana Unida
Wilson de Oliveira – Pastor Batista
Yokimi Yuaça – Pastora da Igreja Holiness
Ziel Machado – Pastor Metodista Livre
Zwinglio Mota Dias – Pastor Presbiteriana Unida”

cartamaior

Após polêmica com evangélicos, P. Fernandes pede respeito e cita Bíblia

Foto: AgNews
Foto: AgNews

Paula Fernandes está decidida a acabar com a polêmica causada após declarar que é espírita. Procurada pelo Terra, Paula, por meio de sua assessoria de imprensa, declarou apenas:  “o respeito é um exercício diário difundido pela Bíblia. Preconceito é algo que devemos evitar e, quem sabe, substituí-lo por conhecimento e compreensão!”

A confusão começou após uma entrevista concedida pela cantora a João Dória Jr no programaShow Business, a cantora revelou que é seguidora da religião, mas acabou desagradando aos seus fãs, principalmente aos evangélicos, que a criticaram de modo incisivo nas redes sociais.

Respeito é um exercício diário difundido pela Bíblia

Paula FernandesCantora, em resposta após ser criticada por fãs evangélicos

 

Desde que declarou que é espírita, Paula tem sido alvo de comentários como “recebi um e-mail ontem dessa entrevista e joguei tudo que tinha as músicas dela fora… Temos que tomar muito cuidado” e “que coisa horrível, eu gostava dela e ouvia suas músicas, não quero mas nem saber dela”.

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No início da tarde desta quarta-feira (20), ela quebrou o silêncio em seu Twitter. “O que a Bíblia prega? Respeito ou preconceito????? Viva a liberdade de expressão!”, escreveu a cantora no microblog.

 

Ainda segundo a assessoria de imprensa, a postagem de Paula na rede social causou efeito, já que ela recebeu muitos e-mails de fãs evangélicos se desculpando pelas críticas. “Depois da postagem dela no Twitter, começamos a receber alguns e-mails com testemunhas de Jeová contrárias a este movimento”, informou.

 

Em uma das mensagens recebidas por Paula, uma mulher identificada como Annik afirma que a opinião de algumas testemunhas de Jeová não reflete a postura do grupo como um todo. No final da mensagem, ela ainda indica o site oficial da religião evangélica, na página que ressalta a importância do respeito por outras crenças citando trechos dos evangelhos de Pedro e Mateus.

 

“Nós seguimos o conselho da Bíblia de ‘respeitar todas as pessoas’, não importa sua religião” (Pedro 2:17) e “Nem fazemos campanha para que sejam aprovadas leis que obriguem a comunidade a seguir nossas convicções morais e religiosas. Em vez disso, nós tratamos os outros com o mesmo respeito com que gostaríamos de ser tratados” (Mateus 7:12).

 

Terra