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Dupla em moto rouba fiéis na saída de igreja evangélica, em Esperança, na PB

(Foto: Reprodução / TV Paraíba)

Um grupo de fiéis foi roubado na saída de um culto em uma igreja evangélica, na noite desta quinta-feira (2), na cidade de Esperança, no Brejo paraibano. De acordo com as informações da Polícia Militar, por volta das 20h (horário local) os fiéis haviam saído do culto e a igreja já estava sendo fechada, quando dois homens armados chegaram no local em uma moto e anunciaram o assalto.

Segundo as vítimas, foram levados celulares e bolsas contendo dinheiro e documentos. Depois do roubo, os dois homens fugiram na moto. Até o fim da manhã desta sexta-feira (3) nenhum suspeito foi localizado.

A igreja evangélica fica no centro da cidade. Na manhã desta sexta-feira houve culto, mas, nenhuma das vítimas estava no local. O pastor não quis falar com a reportagem da TV Paraíba, mas confirmou as informações.

G1

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Vídeo: Evangélica quebra imagem de Nossa Senhora e causa revolta

santaUm vídeo feito por membros de uma igreja evangélica de Botucatu (SP) e postado no Facebook nesta quarta-feira mostra uma mulher, apontada como pastora, quebrando uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira dos católicos no Brasil. Enquanto a mulher, ajoelhada na grama, destrói o objeto com um martelo, outras pessoas que acompanham o ritual a céu aberto fazem orações.

“Quebra toda obra contrária. Teu nome seja glorificado, senhor, Aleluia Jesus, abençoa senhor meu pai. Essa obra feita pelas mãos do inimigo, senhor, agora está sendo quebrada, senhor meu Deus e meu pai, em nome de Jesus”, prega um dos homens no local.

“Nós não aceita (sic.) outro Deus a não ser o senhor”, diz outra mulher.

 Ao contrário de outras denominações religiosas, como a católica, os evangélicos não cultuam imagens de santos.

Por meio de nota, o Conselho de Pastores da Cidade de Botucatu afirma que “não esteve envolvido e nem apoia nem uma prática de intolerância religiosa. Fazendo dessa nota um pedido de perdão aos nossos irmãos e amigos católicos que se sentiram ofendidos com o vídeo de uma prática isolada que está circulando nas redes sociais”.

Um caso semelhante ganhou notoriedade em 1995, quando o bispo Von Helde, da Igreja Universal do Reino de Deus, chutou uma imagem de Nossa Senhora em pleno culto, que era transmitido pela TV Record.

O caso gerou muita polêmica e fez com que Von Helder deixasse o país – ele retornou em 2014. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, ele foi condenado a dois anos e dois meses de prisão por discriminação religiosa e vilipêndio de imagem religiosa.

O episódio voltou à tona nas eleições municipais deste ano, quando foi usado por adversários contra o agora prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), que é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus.

Veja o vídeo:

Veja

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Desabamento de igreja evangélica deixa ao menos 60 mortos na Nigéria

Ukeme Eyibio via AP
Ukeme Eyibio via AP

Ao menos 60 pessoas morreram no sábado (10) no desabamento de uma igreja evangélica no sudeste da Nigéria, mas o balanço de vítimas pode ser muito maior à medida que prosseguem os trabalhos de resgate.

Segundo uma fonte próxima ao hospital universitário de Uyo, local da tragédia, há mais de 200 feridos.

“Todos nossos médicos foram contatados para enfrentar esta situação de emergência”, declarou o diretor do hospital Ibom Specialist, Etete Peters, negando-se a fazer maiores comentários sobre o número de vítimas.

O presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, expressou suas condolências em nome de toda a nação nigeriana pelos inúmeros mortos e feridos no trágico acidente ocorrido em Uyo, capital do Estado de Akwa Ibom, indicou a presidência.

A igreja evangélica Reigners Bible Ministry organizava neste fim de semana uma congregação de fiéis no templo de Uyo, que ainda estava em processo de construção.

“Vinte minutos depois da chegada do governador do Estado à igreja, o teto começou a ruir. O governador conseguiu salvar-se, mas outras pessoas não tiveram tanta sorte”, contou um sobrevivente falando aos jornalistas na cama do hospital.

A cidade de Uyo se encontra em uma região muito remota.

“Não posso confirmar o número de mortos porque as operações de resgate prosseguem. Vamos com muito cuidado para manter a situação sob controle e impedir que os saqueadores cheguem ao local”, afirmou Cordelia Nwawe, assessora de imprensa da polícia local.

“Todas as equipes de resgate fazem o máximo para tentar salvar as vítimas ainda soterradas nos escombros”.

O governador Emmanuel Udom decretou dois dias de luto, depois de sair ileso do acidente.

Nesta segunda, organizará uma cerimônia em homenagem às vítimas.

Em um comunicado firmado por seu porta-voz, o governador pediu para que se mantenha a calma e pediu para que todos orem pelos feridos.

Em setembro de 2015, 115 pessoas, entre elas 84 sul-africanos, morreram em condições similares em Lagos, a capital econômica do país, quando um templo de um famoso tele-evangelista nigeriano, TB Joshua, desabou durante um culto.

A tragédia foi atribuída então às falhas na construção do prédio, cuja estrutura original ganhou andares extras sem qualquer tipo de licença ou autorização.

O pastor não foi condenado e se nega a colaborar com a justiça.

A Nigéria, o segundo país mais religioso do mundo, segundo o instituto de pesquisas Gallup International, se divide entre o norte muçulmano e o sul cristão, de maioria evangélica.

A igreja Mountain of Fire and Miracle Ministry de Lagos, uma das maiores do pais, organiza sessões de orações sem interrupção que chegam a durar até uma semana.

Uol

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Diácono de igreja evangélica é preso suspeito de estuprar enteada de 13 anos

Divulgação/Secom-PB
Divulgação/Secom-PB

Um diácono de uma igreja evangélica foi preso, na noite dessa quarta-feira (21), suspeito de abusar sexualmente da enteada, uma adolescente de 13 anos. Ele foi autuado em flagrante e vai responder judicialmente por estupro de vulnerável.

A mãe da menina, que vivia com o suspeito há nove anos, foi quem denunciou o crime à polícia. De acordo com a delegada Conceição Casado, a mulher saiu para trabalhar na tarde dessa quarta-feira, mas no caminho percebeu que havia esquecido o carregador do celular em casa e voltou para pegar o aparelho.

“Quando a mulher chegou em casa, encontrou o seguinte cenário: o companheiro estava se vestindo em um quarto e a filha, em outro cômodo, só de calcinha. Ela estranhou, mas prudentemente foi trabalhar como se não tivesse percebido nada. Ao voltar do trabalho, por volta das 18h30, o companheiro ainda estava em casa. Ela esperou ele ir para uma igreja evangélica onde é diácono para conversar com a filha. Ao ser questionada, a menina revelou todos os abusos sofridos”, explica a delegada.

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Ainda segundo a autoridade policial, a vítima disse que vem sendo estuprada pelo padrasto desde os 11 anos e era ameaçada por ele, o que fez ela se manter calada diante da violência sexual. “Ao ficar sabendo de toda a história a mãe começou a gritar, o que chamou atenção de uma vizinha, que contou que já tinha desconfiado do padrasto da menina. Nesse momento a mãe da adolescente pediu para que chamassem a polícia e a vizinha aceitou ser uma das testemunhas do flagrante”.

Depois de acionar a polícia, a mulher e a vítima ficaram escondidas na casa de vizinhos. “Quando o suspeito chegou em casa não estavam nem a menina, nem a companheira dele. Um tempo depois, a polícia chegou e ele tentou fugir. Pulou muros e subiu no telhado de uma casa vizinha, mas acabou preso em flagrante”, completa a delegada.

O suspeito foi apresentado na Central de Polícia de João Pessoa por volta da meia-noite.

 

 

portalcorreio

Bancada evangélica tenta dar às igrejas poder de questionar Supremo

A bancada religiosa prepara uma nova ofensiva na Câmara para, desta vez, aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui as igrejas na lista de instituições capazes de propor ação direta de inconstitucionalidade ou ação declaratória de constitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Para analisar a proposta, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), formou uma comissão especial composta em sua esmagadora maioria, por parlamentares a favor da medida. A comissão se reunirá por mais 40 sessões e o objetivo dos evangélicos é aprovar o projeto até o final do ano.

O texto é de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), o mesmo que propôs a regulamentação da “cura gay”. Para o autor da emenda, a proposta não fere o princípio da laicidade do Estado, previsto na Constituição.

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“Nesta proposta não estamos tratando de dogmas religiosos, não estamos tratando de princípios teológicos. Nós estamos tratando de matéria constitucional e corrigindo uma lacuna deixada pelo constituinte”, disse o deputado João Campos em entrevista ao iG.

Veja o que diz o parlamentar João Campos:

Ofensiva

Esta é mais uma medida de caráter conservador que os deputados evangélicos querem emplacar na gestão de Cunha. Com apoio do presidente da Casa, a bancada religiosa já conseguiu tirar da gaveta o texto sobre a redução da maioridade penal e ainda conseguiram aprovar, no âmbito de uma das medidas provisórias do pacote fiscal, um artigo que isenta igrejas do pagamento de impostos sobre os repasses feitos a pastores e outros líderes religiosos.

Eduardo Cunha, presidente da Câmara,  formou uma comissão especial composta em sua maioria, por parlamentares a favor da medida
Divulgação

Eduardo Cunha, presidente da Câmara, formou uma comissão especial composta em sua maioria, por parlamentares a favor da medida

Para não ter problemas com Cunha, a presidente Dilma Rousseff acabou sancionando a medida de isenção de impostos para as igrejas ao sancionar a lei que aumenta tributos para produtos importados.

Atualmente, a Constituição garante a competência para oferecer questionamentos ao Supremo para a presidente da República; para mesa do Senado Federal e da Câmara dos Deputados; para as mesas das Assembleias Legislativas ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; para os governadores de Estado ou do Distrito Federal; para o procurador-geral da República; para o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); para partidos políticos com representação no Congresso Nacional; além de confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional.

Interesses

A depender da comissão especial instaurada na Câmara, não haverá voz dissonante para aprovação da proposta. O relator,  deputado Bonifácio Andrada (PSDB-MG), é católico e apresentará um parecer favorável.

Entre as instituições citadas no projeto está a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que chegou a ser recusada como amicus curiae (amigos da corte) quando solicitou ao Supremo, em 2008, ser ouvida no processo que tratava sobre a questão da interrupção da gravidez em caso de bebês com anencefalia.

Os parlamentares pastores também tomaram as cadeiras da comissão. Um deles é o deputado Paulo Freire (PR-SP), filho do Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, Pastor José Wellington Bezerra da Costa. Esta entidade também figura entre as instituições que passariam a ter o direito de questionamento ao Supremo com a aprovação do projeto.

Paulo Freire sustenta em sua biografia fazer parte de uma família de pastores. Sua mãe, irmã Vanda Freire Costa é líder Nacional da Unemad – União das Esposas dos Ministros das Assembléia de Deus, que pelas regras propostas também seria contemplada pela mudança na Constituição.

Além dele, também toma assento na comissão o pastor Marco Feliciano, (PSC-SP), que presidiu a comissão de Direitos Humanos e travou durante seus dois mandatos uma luta na Câmara para impedir o avanço de leis que garantam direitos para a população gay.

Outro membro da comissão é o deputado Pastor Eurico (PSB-PE), que protagonizou a discussão com a apresentadora Xuxa Meneguel, no ano passado, durante as discussões sobre a chamada lei da palmada. O deputado atacou a apresentadora, que defendia a aprovação da lei que pune adultos que pratiquem castigos físicos contra crianças, lembrando que ela participou de cenas eróticas com crianças no filme “Amor, Estranho Amor”.

Outro pastor presente na comissão é o deputado Missionário José Olímpio (PP-SP), da Igreja Mundial do Poder de Deus. Um dos mais fiéis seguidores de Eduardo Cunha, o deputado foi um dos 71 deputados que alterou seu voto sobre o financiamento privado das eleições no Brasil. Na primeira votação, votou contra o financiamento privado e 24 horas depois, em nova votação imposta por Cunha, votou a favor.

Questões

Entre os assuntos listados pelo autor da proposta capazes de despertar o interesse das igrejas em julgamentos do Supremo estão as questões que garantem direitos às famílias homoafetivas – que na opinião dos religiosos afetam a concepção de família defendia pela igreja, formada exclusivamente pela união entre homem e mulher.

Além disso, os evangélicos querem garantir o direito de, em suas pregações, continuar condenando as práticas homossexuais sem que isso seja enquadrado como atitude homofóbica. Os religiosos também querem usar o direito de questionamento para contestar futuramente uma eventual aprovação da proposta que tipifica o crime de homofobia.

Outro alvo dos evangélicos é a questão do uso de drogas. De acordo com o deputado João Campos, se a proposta que dá poder de questionamento às igrejas já estivesse valendo, os evangélicos já iriam se contrapor, por exemplo, ao recurso extraordinário que questiona punições para usuário de drogas, que está sendo analisado pelo Supremo.

“O argumento desse recurso é que o uso de drogas é uma decisão individual, no entanto, nós não achamos isso. O uso de drogas afeta a família e toda sociedade. Com certeza, este seria um tema que nós gostaríamos de opinar”, argumentou o deputado.

 

iG

Bancada evangélica tenta dar às igrejas poder de questionar Supremo

CâmaraA bancada religiosa prepara uma nova ofensiva na Câmara para, desta vez, aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui as igrejas na lista de instituições capazes de propor ação direta de inconstitucionalidade ou ação declaratória de constitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Para analisar a proposta, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), formou uma comissão especial composta em sua esmagadora maioria, por parlamentares a favor da medida. A comissão se reunirá por mais 40 sessões e o objetivo dos evangélicos é aprovar o projeto até o final do ano.

O texto é de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), o mesmo que propôs a regulamentação da “cura gay”. Para o autor da emenda, a proposta não fere o princípio da laicidade do Estado, previsto na Constituição.

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“Nesta proposta não estamos tratando de dogmas religiosos, não estamos tratando de princípios teológicos. Nós estamos tratando de matéria constitucional e corrigindo uma lacuna deixada pelo constituinte”, disse o deputado João Campos em entrevista ao iG.

Ofensiva

Esta é mais uma medida de caráter conservador que os deputados evangélicos querem emplacar na gestão de Cunha. Com apoio do presidente da Casa, a bancada religiosa já conseguiu tirar da gaveta o texto sobre a redução da maioridade penal e ainda conseguiram aprovar, no âmbito de uma das medidas provisórias do pacote fiscal, um artigo que isenta igrejas do pagamento de impostos sobre os repasses feitos a pastores e outros líderes religiosos.

Para não ter problemas com Cunha, a presidente Dilma Rousseff acabou sancionando a medida de isenção de impostos para as igrejas ao sancionar a lei que aumenta tributos para produtos importados.

Atualmente, a Constituição garante a competência para oferecer questionamentos ao Supremo para a presidente da República; para mesa do Senado Federal e da Câmara dos Deputados; para as mesas das Assembleias Legislativas ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; para os governadores de Estado ou do Distrito Federal; para o procurador-geral da República; para o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); para partidos políticos com representação no Congresso Nacional; além de confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional.

Interesses

A depender da comissão especial instaurada na Câmara, não haverá voz dissonante para aprovação da proposta. O relator,  deputado Bonifácio Andrada (PSDB-MG), é católico e apresentará um parecer favorável.

Entre as instituições citadas no projeto está a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que chegou a ser recusada como amicus curiae (amigos da corte) quando solicitou ao Supremo, em 2008, ser ouvida no processo que tratava sobre a questão da interrupção da gravidez em caso de bebês com anencefalia.

Os parlamentares pastores também tomaram as cadeiras da comissão. Um deles é o deputado Paulo Freire (PR-SP), filho do Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, Pastor José Wellington Bezerra da Costa. Esta entidade também figura entre as instituições que passariam a ter o direito de questionamento ao Supremo com a aprovação do projeto.

Paulo Freire sustenta em sua biografia fazer parte de uma família de pastores. Sua mãe, irmã Vanda Freire Costa é líder Nacional da Unemad – União das Esposas dos Ministros das Assembléia de Deus, que pelas regras propostas também seria contemplada pela mudança na Constituição.

Além dele, também toma assento na comissão o pastor Marco Feliciano, (PSC-SP), que presidiu a comissão de Direitos Humanos e travou durante seus dois mandatos uma luta na Câmara para impedir o avanço de leis que garantam direitos para a população gay.

Outro membro da comissão é o deputado Pastor Eurico (PSB-PE), que protagonizou a discussão com a apresentadora Xuxa Meneguel, no ano passado, durante as discussões sobre a chamada lei da palmada. O deputado atacou a apresentadora, que defendia a aprovação da lei que pune adultos que pratiquem castigos físicos contra crianças, lembrando que ela participou de cenas eróticas com crianças no filme “Amor, Estranho Amor”.

Outro pastor presente na comissão é o deputado Missionário José Olímpio (PP-SP), da Igreja Mundial do Poder de Deus. Um dos mais fiéis seguidores de Eduardo Cunha, o deputado foi um dos 71 deputados que alterou seu voto sobre o financiamento privado das eleições no Brasil. Na primeira votação, votou contra o financiamento privado e 24 horas depois, em nova votação imposta por Cunha, votou a favor.

Questões

Entre os assuntos listados pelo autor da proposta capazes de despertar o interesse das igrejas em julgamentos do Supremo estão as questões que garantem direitos às famílias homoafetivas – que na opinião dos religiosos afetam a concepção de família defendia pela igreja, formada exclusivamente pela união entre homem e mulher.

Além disso, os evangélicos querem garantir o direito de, em suas pregações, continuar condenando as práticas homossexuais sem que isso seja enquadrado como atitude homofóbica. Os religiosos também querem usar o direito de questionamento para contestar futuramente uma eventual aprovação da proposta que tipifica o crime de homofobia.

Outro alvo dos evangélicos é a questão do uso de drogas. De acordo com o deputado João Campos, se a proposta que dá poder de questionamento às igrejas já estivesse valendo, os evangélicos já iriam se contrapor, por exemplo, ao recurso extraordinário que questiona punições para usuário de drogas, que está sendo analisado pelo Supremo.

“O argumento desse recurso é que o uso de drogas é uma decisão individual, no entanto, nós não achamos isso. O uso de drogas afeta a família e toda sociedade. Com certeza, este seria um tema que nós gostaríamos de opinar”, argumentou o deputado.

IG

Bancada evangélica racha após articulação de Feliciano por comissão

marco-felicianoA eleição para o comando da Comissão de Direitos Humanos da Câmara provocou um racha na bancada evangélica depois de uma tentativa de acordo ensaiado entre deputado Marco Feliciano (PSC-SP) e petistas.

Uma ala dos religiosos ficou incomodada com o entendimento costurado pelo pastor e seus aliados para que ele ocupasse uma das vice-presidências do colegiado, cujo controle é um dos mais desejados pela bancada.

O acerto, que viabilizaria a eleição do deputado Paulo Pimenta (PT-RS) na presidência, também previa o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), adversário político do pastor, com outra vice-presidência.

As vices fazem parte do comando das comissões. O cargo tem relevância porque, na ausência do presidente, o vice assume o posto e pode ditar o ritmo da sessão e até colocar propostas em votação.

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O racha surgiu porque o acordo envolvia Wyllys, desafeto da bancada. As resistências forçaram Feliciano a divulgar nota no início da noite negando qualquer acerto.

“O PT, através de alguns interlocutores, tentou sem sucesso um acordo”, disse ele.

Antes da reação dos colegas, Feliciano chegou a comemorar o entendimento. A jornalistas, disse que a medida mostrava que havia diálogo no Congresso.

O deputado do PSC foi responsável pela maior crise envolvendo a comissão ao assumiu a presidência do colegiado, em 2013 –e que, na prática, acabou por torná-lo conhecido nacionalmente.

Por quase três meses a Câmara enfrentou protestos de movimentos negros, gays e feministas contra o pastor, que protagonizou falas polêmicas contra esses grupos.

Ele sempre negou qualquer ato de discriminação.

Mesmo com a pressão, Feliciano permaneceu na presidência e até colocou em discussão o projeto da chamada "cura gay", que permitiria a psicólogos oferecerem tratamento a homossexualidade.

O texto acabou arquivado após ser alvo de críticas nos protestos de junho de 2013.

A articulação para um acordo foi construída por deputados do PT, PSB e PR com integrantes da bancada evangélica. Como os religiosos são maioria na comissão, o petista Paulo Pimenta corre o risco de não ser eleito por falta de votos suficientes ou enfrentar manobras regimentais para adiar sua eleição.

Os líderes que dividiram o comando das comissões da Casa entre os partidos haviam decidido que a de Direitos Humanos caberia a um petista. Os religiosos, porém, defendiam quebrar o acordo e retomar a presidência do grupo.

CABOS ELEITORAIS

O deputado Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ), aliado do pastor Silas Malafaia e pastor da Assembleia de Deus que teve a candidatura articulada pela bancada, contratou cinco estudantes para distribuírem nas entradas do Congresso nesta quarta (11) um panfleto defendendo seu direito de disputar o cargo.

De calças justas e maquiadas, as jovens, que receberam ajuda de custo de R$ 70, disseram que foram mobilizadas pela assessoria do deputado e que não eram evangélicas. “Não consegui nada”, afirmou ele sobre as manobras.

Para evitar a quebra do acordo de líderes, o PSD tirou Cavalcante da titularidade da comissão e passou-o para a suplência, o que o impedia de disputar a presidência com candidatura avulsa.

Cavalcante chegou a negociar uma vaga com o PR para tentar concorrer ao comando, mas a liderança da sigla barrou o acordo.

Folha

Jovem evangélica que sonhava casar virgem é estuprada em João Pessoa

estuproSem ter histórico sexuais com seu noivo, uma jovem evangélica sonhava casar virgem, mas nesta quarta-feira (19) ela foi abusada sexualmente por mais de duas horas na Zona Sul de João Pessoa. O caso foi revelado pela vereadora Eliza Virgínia (PSDB) que cobrou mais segurança na cidade nesta quinta-feira (20).

De acordo com o relato da vereadora, a jovem voltava da igreja para casa guando foi abordada por um homem nas imediações do Cristo e estuprada por cerca de duas horas. A mulher foi atendida na Maternidade Candida Vargas. “É alarmante a situação que estamos vivendo”, disse a vereadora em nome da Frente Parlamentar em Defesa da Mulher, cobrando segurança para João Pessoa.

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Eliza anda afirmou que os números oficiais de estupros divulgados não representam a realidade e lembrou que a maioria das mulheres acabam não notificando os casos por vergonha. “Apesar das campanhas preventivas e da Lei Maria da Penha que é punitiva nós temos que ter um trabalho de conscientização maior”.

Écliton Monteiro – MaisPB

Evangélica concorre ao título de Miss Bumbum: ‘Julgarão como pecado’

Rebeka Francys (Foto: Divulgação MBB4)
Rebeka Francys (Foto: Divulgação MBB4)

Rebeka Francis, a candidata de Rondônia ao título de Miss Bumbum 2014, vem sofrendo com uma pichação ofensiva no muro do prédio onde mora, em São Paulo. Recentemente, a moça – que divide apartamento com a amiga Andressa Urach (vice miss bumbum 2012) – se deparou com a frase ‘Miss Bumbum do Capeta’ em letras garrafais na entrada do prédio.

Inicialmente foi especulado que a mensagem seria para Urach, a mais famosa participante do concurso, mas isso foi logo desmentido pela própria Rebeka, que segue a religião evangélica. “Aquilo foi pra mim, pois há dias tinham uns perfis fakes em minhas redes sociais falando sobre minha religião. Como é algo que realmente me ofende, eles acharam meu ponto fraco e quiseram me humilhar. As pessoas são maldosas e acabam não tendo noção de seus atos”, disse a Miss Bumbum Rondônia.

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Rebeka contou ao EGO que sempre sonhou participar de um concurso de beleza, mas que a sua família, que segue a mesma religião, não apoia. “Mas eles aceitaram”, garantiu ela, antes de completar: “Quando entrei no concurso, foi para ir até o fim. Posso sensualizar, sim, sem problema nenhum, mas uma coisa é o concurso, outra é a minha religião. Jamais vou sensualizar em uma igreja”.

Em São Paulo, a candidata ao Miss Bumbum 2014 tem frequentado a Igreja Universal com a amiga Andressa Urach, a quem é só elogios. “Conheço uma Andressa que poucas pessoas conhecem, uma pessoa batalhadora, amiga, sincera e também temente a Deus. Sinto que Deus está fazendo a obra na vida dela e me sinto muito abençoada por estar participando disso”, declarou.

Muro da casa de Andressa Urach (Foto: Thiago Duran / AgNews)Muro do prédio onde Rebeka e Andressa Urach moram
(Foto: Thiago Duran / AgNews)

Preconceito e ensaio nu
Rebeka sabe que sua opção pode não ser bem aceita pela comunidade evangélica. A candidata, porém, está dedicada a seguir seu sonho. “Não estou me vendendo, nem nada parecido. Sou empresária, estudante e participante de um concurso, mas as pessoas com certeza vão me julgar como pecadora. Quem não tem pecado que atire a primeira pedra. Sei que Deus sabe meu coração e meus sonhos, o que me importa é ir buscar a palavra e alimento para meu espírito”, afirmou.

Ela ainda confessou que ficou tímida no começo por ter que ficar tanto tempo de biquíni, mas que, mesmo com um visual mais discreto, não teria como esconder seus ‘atributos’. “Acredito que dá para ser sensual com roupas mais fechadas também, depende da pessoa. Quando você tem um corpo escultural, qualquer roupa sendo justa deixa as curvas à mostra, mesmo estando toda vestida”, opinou. Já quanto a um possível ensaio nu no futuro, Rebeka ainda está em dúvida: “Não sei se faria, por respeito a minha família, acho que não”.

Rebeka Francys (Foto: Divulgação MBB4)Rebeka Francys (Foto: Divulgação MBB4)

 

Rebeka Francys (Foto: Divulgação MBB4)Rebeka Francys (Foto: Divulgação MBB4)

 

Muro da casa de Andressa Urach (Foto: Thiago Duran / AgNews)Muro do prédio de Rebeka Francis e Andressa Urach em São Paulo (Foto: Thiago Duran / AgNews)
Ego

Polícia diz que evangélica foi assassinada quando seguia para igreja, no Brejo da Paraíba

Reprodução/ TV Correio Record HD
Reprodução/ TV Correio Record HD

O Instituto de Polícia Científica (IPC) de João Pessoa confirmou que a morte de Maria José da Silva, de 74 anos, foi provocada por traumatismo craniano. Os peritos encontraram hematomas no abdômen e tórax da vítima e afundamento de crânio. A mulher foi encontrada caída em uma estrada de barro no domingo (9), na cidade de Sertãozinho, na região do Brejo paraibano. A Polícia Civil local trabalha com a hipótese de latrocínio, que é roubo seguido de morte.

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De acordo com informações da família, a mulher saiu de casa com destino a uma igreja evangélica e no caminho teria sido atacada por bandidos, que a espancaram e roubaram a bolsa dela. A mulher foi encontrada desmaiada em uma estrada de barro por populares.

Maria José ainda chegou a ser socorrida para o posto de saúde local e, em seguida, levada para o Hospital Regional de Guarabira, porém, devido à gravidade dos ferimentos, foi transferida para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. A idosa morreu antes de receber atendimento.

A equipe médica que atendeu Maria José disse que ela teria sido morta devido o espancamento. Hematomas no tórax, braço e rosto foram encontrados. Os médicos constataram um afundamento do crânio da vítima. O corpo foi levado para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) da Capital. Maria José foi sepultada na terça-feira (11), em Sertãozinho.

 

 

portalcorreio