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“Não podemos conceber, a legislação não permite” diz coronel Euller sobre possibilidade de greve da PM

O comandante geral da PM da Paraíba, coronel Euller Chaves, destacou durante entrevista à Band News na manhã desta quinta-feira (06), que a Polícia Militar, por lei não pode deflagrar greve.

A declaração foi feita após o coronel ser questionado sobre o movimento de policiais para que se chegue a um consenso com relação aos vencimentos da categoria.

De acordo com Euller, o governador João Azevêdo tem o total interesse de oferecer mais e melhor não só para os ativos, mas para os veteranos, mas que as melhorias, diante da crise pela qual passa o país devem ser discutidas e implementadas de uma forma que contemple ambos os lados.

“O governador João Azevêdo vem buscar em um momento de dificuldade nacional do ponto de vista financeiro, resgatar essa necessidade universalizando os ganhos de forma linear, dando no início do ano 5% que atingiu os ativos e veteranos, logicamente que governador não gostaria de oferecer mais e melhor? Naturalmente o governador tem o maior interesse de fazer. Há de se enaltecer o processo de diálogo democrático com as associações de classe. Há avanços mais ainda, o governador de forma sensível oferece mais 5% a partir de outubro, aquelas pessoas que estão na ativa em cima da bolsa desempenho, ofereceu a possibilidade de incorporar parte da bolsa desempenho dos ativos para os inativos. Há tempo para discussões e construção de momentos melhores” destacou, continuando:

“Essa concepção de greve prévia, como militares greve não podemos conceber, a legislação não nos permite, temos a consciência do nosso papel perante a sociedade, existem pessoas que torcem por esse momento mas não são os presidentes das associações. Não creio que dentro dessa consciência profissional que tem os militares e o compromisso que fizeram perante a bandeira, suas famílias e Deus não vão deixar o cidadão paraibano na mão” disse.

PB Agora

 

 

Euller ‘joga a toalha’: “PB não tem como combater explosão a banco”

coronel-eullerO comandante da Polícia Militar na Paraíba, coronel Euller Chaves, admitiu, ter orientado os policiais a não partirem para o confronto no episódio da explosão, no último sábado (22), dos caixas eletrônicos da Caixa Econômica, que funcionam no Bessa Shopping, em João Pessoa.

Para justificar a decisão, o comandante disse que a intenção foi preservar as vidas do reféns e policiais. Segundo Euller, apesar dos esforços, a Polícia não tem como enfrentar as gangues das explosões que atuam no Estado. “Polícia não é Deus, não somos onipresentes e onisciente dos fatos, mas temos sim segurança”, revelou.

De acordo com dados do Sindicato dos Bancários, somente este ano foram registradas 61 ataques a banco, sendo 34 explosões no Estado.

MaisPB

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Cel. Euller reclama que ‘interesses individuais’ buscam criar sensação de insegurança na PB e culpa redes sociais

Foto: Marcos Weric
Foto: Marcos Weric

O comandante da Polícia Militar na Paraíba, Coronel Euller Chaves, reclamou que existem ‘interesses individuais’ de pessoas que buscam criar a sensação de insegurança na Paraíba.

Em entrevista ao programa Rádio Verdade da Arapuan FM, o comandante afirmou que a sensação de insegurança é construída no dia-a-dia através da mídia e das redes sociais. Para ele, “tem gente querendo desconstruir o que trabalho do governo”.

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“Há gente que aterroriza nas redes sociais, posso contar vários casos”, afirmou lembrando episódios como o alarde sobre um arrastão no bairro São José e em escolas da Capital. “Tive que ir e mostrar que estava tranquilo”, explica.

De acordo com Chaves, houve ainda outros episódios, porém, para ele, eles retratam “interesses individuais de pessoas que buscam algum tipo de poder”.

Para o comandante, o que há de concreto é que na Paraíba, há três anos o número de crimes violentos letais vem diminuindo e pontuou os problemas com o sistema penitenciário, sócio-educativo e na legislação penal.

“Primeiro é preciso estruturar o sistema prisional e sócio-educativo para crianças e adolescentes para então endurecer a legislação. Nada adianta endurecer sem reforçar o sistema, ou vamos apenas prender mais e mais vão ser soltos escolarizados para o crime. Precisam ser feitas escolas de ressocialização de pessoas para melhorar e voltar a conviver na normalidade”, propõe.

Marília Domingues