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Em 2019, Paraíba já registrou 22 casos de estupros contra mulheres

De janeiro até maio deste ano, foram registrados 22 casos de estupro contra mulheres na Paraíba. Os números fazem parte do levantamento realizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Somados com casos de homens e sexo não identificados, os registros de violência sexual chegam a 25.

Apesar dos dados contemplarem desde o começo do ano, o primeiro registro de abuso sexual foi feito em março, que também foi o mês com mais ocorrências de estupro.  Já as vítimas do sexo feminino do crime de homicídio doloso somam 30 ocorrências no estado, neste ano.

Os dados de todos as unidades federativas são reunidos pela Secretaria Nacional de Segurança Público(Sinesp) após a consolidação desses dados na Base Nacional. As informações ajudam a análise de microdados e produção de estatísticas.

Em João Pessoa existem Delegacias da Mulher, onde mulheres podem fazer a denúncia e registrar a ocorrência. Pelo estado, as vítimas também têm direito a apoio jurídico, psicológico e médico.

MaisPB

 

 

Suspeito de estupros é espancado após fotos serem divulgadas em redes sociais, na PB, diz polícia

Um homem suspeito de estuprar mulheres em Campina Grande foi detido e espancado por moradores do bairro Mutirão, na tarde desta terça-feira (23). Ele foi reconhecido após fotos dele terem sido divulgadas em redes sociais como suspeito dos estupros. A Polícia Civil informou que não divulgou as imagens, mas que as cinco vítimas dos estupros reconheceram o homem por meio de fotos espalhadas em aplicativos de mensagens.

O homem espancado foi preso depois de pedir socorro à Polícia Militar quando estava sendo espancado por moradores. Ele foi levado para o Hospital de Trauma de Campina Grande, com vários ferimentos.

Até as 14h55 desta terça-feira, o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande ainda não havia divulgado informações sobre o estado de saúde do suspeito espancado.

Os estupros estavam ocorrendo há alguns meses e o último caso foi registrado na madrugada desta terça-feira. Até o fim da manhã desta terça-feira, duas vítimas procuraram a Polícia Civil e confirmaram que foram abusadas por um homem com as mesmas características. Os estupros estavam ocorrendo em bairros na zona oeste da cidade.

A delegada Maíra Roberta confirmou que, após o espancamento, outras três vítimas de estupros reconheceram o suspeito por fotos espalhadas pelas redes sociais.

O primeiro caso tornado público foi de uma mulher vítima de estupro na madrugada desta terça-feira (23). A Polícia Militar conseguiu flagrar o momento que um homem estuprava a jovem em um matagal no bairro Mutirão, em Campina Grande. No momento da chegada da polícia, o suspeito atirou contra os militares e fugiu correndo, mas deixou a moto, uma arma, celulares, um colete de mototáxi e um capacete.

Reconhecimento pela reportagem

Uma adolescente de 17 anos também registrou um Boletim de Ocorrência na Central de Polícia Civil de Campina Grande após a veiculação da reportagem da TV Paraíba que relatou o caso da jovem que foi vítima de estupro durante um assalto, na madrugada desta terça-feira (23). A adolescente relatou que também foi estuprada pelo mesmo suspeito, cerca de um mês antes, e que reconheceu na reportagem o colete de mototaxista, a moto e a arma apreendida pela polícia.

A adolescente foi à polícia ainda na manhã desta terça, acompanhada da mãe. Segundo o boletim e a entrevista concedida à TV Paraíba, ela teria sido estuprada pelo homem no bairro do Cinza. “Ele me abordou, pegou meu celular e me levou pra um matagal e abusou de mim”, contou.

“Eu conheci o colete, a moto e a arma dele. Ele apontava essa mesma arma pra mim, botava na minha cabeça”, relatou a adolescente à TV Paraíba.

Celulares, arma, capacete e colete de mototáxi apreendido após a ação da PM — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Celulares, arma, capacete e colete de mototáxi apreendido após a ação da PM — Foto: Reprodução/TV Paraíba

“Se ele tiver feito isso com outras mulheres, que elas venham aqui (na polícia) pra ele ser preso e pagar pelo que ele fez”, disse a adolescente.

A polícia pede para que outras vítima de casos parecidos denunciem e vão até a delegacia prestar depoimentos para tentar reunir provas contra o suspeito.

“É difícil demais, é muito ruim passar por isso”, afirmou a adolescente.

Assalto seguido de estupro

A mulher que a adolescente viu o caso na TV foi vítima de estupro após um assalto, por volta da 1h40 desta terça-feira (23). Ela e a mãe foram abordadas no bairro da Ramadinha II. A vítima, de 19 anos, estava saindo do trabalho com a mãe quando as duas foram surpreendidas pelo criminoso em uma moto.

Também em depoimento à TV Paraíba na manhã desta terça, a mulher relatou que o homem apareceu quando ela e a mãe estavam chegando em casa. O suspeito teria anunciado o assalto apontando a arma, pedindo os celulares e o dinheiro delas.

Mulher relata estupro após assalto, em Campina Grande; 'falava que ia me matar' — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Mulher relata estupro após assalto, em Campina Grande; ‘falava que ia me matar’ — Foto: Reprodução/TV Paraíba

O suspeito revistou a bolsa da mãe e roubou os celulares. Em seguida, ele mandou a filha subir na moto e a raptou. O homem a levou para um matagal, que fica próximo ao Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol), no bairro do Mutirão, e a estuprou, sob ameaças.

Instantes depois, a Polícia Militar chegou ao local e houve troca de tiros com o suspeito, que conseguiu fugir. Ainda de acordo com a PM, o homem deixou para trás vários objetos que facilitaram a identificação dele. No local, foram apreendidos vários celulares, sendo um do suspeito, um colete de mototáxi com a numeração de registro e a moto utilizada pelo homem.

G1

 

Quarto adolescente suspeito de estupros no Geo segue foragido após quase um mês de buscas

No dia 8 de março de 2019, três adolescentes foram apreendidos suspeitos de participação de estupros dentro de um banheiro do colégio Geo Tambaú, em João Pessoa. Os supostos sexuais teriam acontecido entre janeiro e maio de 2018, contra três crianças, segundo denúncias encaminhadas à Polícia Civil e ao Ministério Público da Paraíba (MPPB). Contudo, um quarto menor ainda segue foragido e o mandado de busca e apreensão sobre ele está em aberto.

O ClickPB entrou em contato com a superintendente da Polícia Civil em João Pessoa, delegada Roberta Neiva, a qual informou que em todas as tentativas os policiais não encontraram o quarto adolescente nos endereços indicados.

O caso dos supostos estupros no colégio Geo Tambaú vieram à tona no dia 8 de março quando foram apreendidos três dos quatro adolescentes suspeitos dos abusos sexuais. A denúncia inicial foi feita por uma mãe que soube por uma professora que o filho estava indo muito ao banheiro. A educadora enviou comunicado perguntando se o menino, que tinha 8 anos na época, estava com problemas fisiológicos.

Os pais da criança denunciaram o caso à Polícia Civil e, desde maio de 2018, os detalhes do processo correm em segredo de Justiça. Depois, houve a denúncia sobre estupros de mais duas crianças.

Nesta primeira semana do mês de abril foram finalizadas as audiências de instrução do caso, no Fórum da Infância e Juventude de João Pessoa. Foram ouvidas testemunhas de defesa e acusação e as três supostas vítimas. O advogado Aécio Farias, que faz a defesa de dois dos três adolescentes, de 13 e de 17 anos, informou ao ClickPB que os menores negam envolvimento nos abusos sexuais e que as provas contra eles são frágeis. Além disso, ele aponta que o exame sexológico feito na primeira criança, ainda em maio de 2018, teve resultado negativo para indícios de abuso sexual.

O processo judicial sobre os três adolescentes já recolhidos ao Centro de Educação do Adolescente (CEA) da Capital está, até esta sexta-feira (5), na fase de alegações finais da defesa e da acusação.

Em menos de 15 dias, o juiz Luiz Augusto Souto Cantalice, do Fórum de Infância e Juventude de João Pessoa dará a sentença sobre os meninos acusados de ato infracional semelhante a estupro, como é tipificada a ação quando tratam-se de menores de idade.

 

clickpb

 

 

Criança de 2 anos é vítima de sequência de estupros, na PB

Uma criança de 2 anos foi violentada por uma sequência de estupros na cidade de Santana de Mangueira, localizada no Sertão da Paraíba. O caso foi descoberto após os familiares perceberem que o órgão sexual da menina estava infeccionado. Após a desconfiança, a criança foi levada ao Hospital Infantil de Patos, onde foi confirmado, em exame sexológico, o estupro.

O caso chamou atenção das autoridades pelo depoimento da mãe, que, ao saber da confirmação do ato, agiu de forma fria e desmentiu o exame. Em depoimento, ela disse que o machucado foi decorrente de uma queda.

O Conselho Tutelar foi acionado e, até a publicação desta matéria, nenhum suspeito havia sido preso.

 

portalcorreio

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Polícia Civil conclui 35 inquéritos de estupros na região do Brejo

CENTRAL-POLICIA-CIVIL-PBA delegada especializada da Mulher de Campina Grande, Hertha Franca, reunirá os 35 inquéritos que serão remetidos à Justiça sobre ocorrências de estupros nas cidades de Remígio, Alagoa Nova, Areial, Montadas, Lagoa Seca, São Sebastião de Lagoa de Roça e Matinhas.

A Polícia Civil prendeu um acusado que foi reconhecido por 30 vítimas e assumiu a autoria de 11 estupros. Segundo a delegada, o objetivo é centralizar os inquéritos concluídos para reunir todas as mulheres que serão atendidas pela assistência jurídica que será prestada com a parceria firmada com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção Campina Grande, por meio da Comissão de Direitos Humanos.

A parceria com a OAB foi uma proposta pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana (Semdh), pelo Polo Sindical da Borborema e Associação de Agricultura Familiar e Agroecologia (AS-PTA).

“É uma parceria muito importante e propositiva com o movimento de mulheres trabalhadoras rurais, através do Polo Sindical da Borborema e da AS-PTA. Elas fazem um controle social qualificado, com diálogo com a gestão pública e colaboraram muito com a Polícia Civil, fornecendo informações sobre a maneira de agir do estuprador e as suas características”, disse a secretária Gilberta Soares.

Ela também enfatizou que as vítimas já estão sob acompanhamento psicológico e jurídico oferecido pelo Centro Estadual de Referência da Mulher Fátima Lopes, de Campina Grande, e que contam com o apoio do Movimento de Mulheres da região, especificamente do Polo Sindical.

Segundo Gilberta Soares, foram realizadas duas reuniões com o delegado geral de Policia Civil, João Alves, para dar agilidade nas investigações. “Muito importante contar com essa parceria edificante para a execução das políticas públicas para mulheres no enfrentamento da violência contra mulher”, afirma a secretária.

Já para a representante da Agricultura Familiar e Agroecologia Polo da Borborema (AS-PTA), Adriana Galvão Freire, o primeiro passo nesses casos dos estupros as mulheres da Zona Rural no Brejo da Paraíba foi dado, com a prisão do acusado. Ela disse que a parceria com a OAB/CG vai ser extremamente importante para garantir justiça.

O atendimento jurídico que será prestado pela Ordem dos Advogados do Brasil, Subseção Campina Grande, às 35 mulheres vítimas de estupro na região da Borborema começam no próximo ano com retorno do recesso do Judiciário.

 ParaibaOnline

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Casos de estupros diminuem na Paraíba

estuproO número de pessoas estupradas no estado da Paraíba no ano de 2015 reduziu 6% em relação a 2014. De acordo com o 10º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), nesta quinta-feira (3), em 2014 foram registrados 367 casos e 290 no ano seguinte. A redução aconteceu também em âmbito nacional, com uma queda de 10% no número de casos de estupros registrados em todo o país.

De acordo com o 10º Anuário Brasileiro, no Brasil foram registrados 45.460 casos de estupro em 2015 e 50.438 ocorrências no ano de 2014, dos quais 24% deles ocorreram nas capitais e no Distrito Federal. Apesar de o número representar uma retração de 4.978 casos em relação ao ano anterior, com queda de 9,9%, o FBSP mostrou que não é possível afirmar que realmente houve redução do número de estupros no Brasil, já que a subnotificação desse tipo de crime é extremamente alta.

“O crime de estupro é aquele que apresenta a maior taxa de subnotificação no mundo, então é difícil avaliar se houve de fato uma redução da incidência desse crime no país”, disse a diretora executiva do Fórum, Samira Bueno, destacando que são mais de cinco pessoas são estupradas por hora no Brasil.

O levantamento estima que devem ter ocorrido entre 129,9 mil e 454,6 mil estupros no Brasil em 2015. O número mínimo se baseia em estudos internacionais, como o National Crime Victimization Survey (NCVS), que apontam que apenas 35% das vítimas de estupro costumam prestar queixas.

O número máximo, de mais de 454 mil estupros, se apoia no estudo Estupro no Brasil: uma radiografia segundo os dados da Saúde, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que aponta que, no país, apenas 10% dos casos de estupro chegam ao conhecimento da polícia. “Pesquisas de vitimização produzidas no Brasil e no mundo indicam que os principais motivos apontados pelas vítimas para não reportar o crime às instituições policiais são o medo de sofrer represálias e a crença que a polícia não poderia fazer nada ou não se empenharia no caso”, afirma Samira.

Considerando somente os boletins de ocorrência registrados, em 2015 ocorreu um estupro a cada 11 minutos e 33 segundos no Brasil, ou seja 5 pessoas por hora. O estado com o maior número de casos foi São Paulo, que responde por 20,4% dos estupros no país, com 9.265 casos. O número, no entanto, representa uma redução de 761 casos (7,6%) em relação ao ano anterior, quando foram registrados 10.026 casos. Roraima foi o estado com o menor número de estupros registrados, 180, o que representa 98 casos a menos do que no ano anterior – queda de 35,3%.

Roubos

A cada 1 minuto e 1 segundo, um veículo foi roubado ou furtado em 2015 no país, totalizando 509.978. Apesar do resultado, houve uma queda de 0,6% na comparação com 2014, sendo 3.045 veículos a menos. Somando os casos de 2014 e 2015, foram roubados ou furtados 1,023 milhão de veículos, segundo os dados do anuário.

O levantamento mostra ainda, segundo o FBSP, a necessidade de fortalecer a capacidade de investigação da polícia. “O roubo e o furto de veículos, muitas vezes, acabam por financiar organizações criminosas envolvidas com tráfico e outros delitos mais graves”, disse, em nota, o diretor-presidente do Fórum, Renato Sérgio de Lima. “O que torna fundamental o constante aperfeiçoamento da capacidade investigativa da polícia e o combate a esse tipo de crime”, destacou.

clickpb

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Crianças de até 14 anos são maioria das vítimas de estupros

estupro-sequelasAos 11 anos, Aline nunca tinha ouvido falar da fábula de João e Maria. A história dos irmãos aprisionados numa casa de chocolate por uma bruxa má não foi lida pela aluna do ensino fundamental, que geralmente escapava da sala de aula minutos antes do sinal de recreio para estar entre as primeiras na fila da merenda. Caçula de uma família de muitas bocas e pouco dinheiro, a menina acabou atraída a uma casa a duas quadras da escola pública, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Ali, no imóvel de três cômodos, ela virou refém de um vigilante aposentado, que distribuía doces para aliciar estudantes entre 10 e 14 anos.
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Aline não foi a única. Por pelo menos um ano, o acusado de 56 anos transformou o pequeno apartamento numa espécie de casa de chocolate. Lá, além de Aline, outras quatro meninas passavam o tempo em que deveriam estar nas salas de aula. Para ganhar a confiança das crianças, o aposentado inicialmente oferecia comida e doces. Com o tempo, as alunas passavam a consumir uísque com energéticos enquanto assistiam a filmes pornográficos. Dessa forma, ele violentava sistematicamente as meninas, que recebiam de R$ 5 a R$ 10. O estupro de vulnerável, como a lei classifica a violação de crianças com menos de 14 anos, correspondeu a 51,4% dos 4.993 casos registrados em 2012. Se somarmos a isso, as vítimas de 15 a 19 anos, o percentual salta para 66,8% do total.

A análise das estatísticas do ISP revela ainda que 29,1% das vítimas de estupros ano passado estão concentradas na faixa de 10 a 14 anos. Coordenador do Conselho Tutelar de São João de Meriti, Luiz Carlos Vicente de Paula, ressalta que o caso envolvendo o vigilante aposentando é incomum. Segundo ele, a maioria da crianças estupradas foi violentada por parentes ou padrastos. No caso do aposentado, o conselheiro acredita que ele tenha feito mais de 30 vítimas nos últimos anos.

O aposentado foi preso em seu apartamento no último dia 30. Quando a polícia chegou ao imóvel, ele estava acompanhado por uma adolescente, de 15 anos. A jovem também era aluna da escola pública e somava 361 tempos de aulas perdidos este ano. Aline perdeu 140. Ana, que tem bichinhos pintados nas unhas, 178.

Globo.com

Fugitivo da Paraíba é preso dentro de hospital no RN acusado de estupros, assaltos e matar PM

fugitivoUma operação conjunta entre as polícias Militar da Paraíba e do Rio Grande do Norte (RN) denominada ‘Divisa Segura’ resultou na prisão de Edson Soares de Lima, conhecido como ‘Neguinho de Paizinha’. Ele foi preso dentro do Hospital Universitário do RN quando se recuperava de uma cirurgia no maxilar após trocar tiros com a polícia. Edson é fugitivo da Cadeia Pública de Mamanguape, Litoral Norte paraibano, e acusado de assaltos a postos de combustíveis, estupros, roubo de veículos e pela morte de um tenente do Exército Brasileiro. Os crimes ocorreram na fronteira dos dois estados.

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“Edson cumpria pena em Mamanguape desde 2012 após participar da morte do sargento Jerônimo durante assalto a um supermercado. Ele estava foragido desde o ano passado quando teve uma fuga na cadeia pública da cidade”, disse o capitão Alberto Andrade, que comanda 2ª CPMI da cidade e esteve à frente das investigações.

O capitão informou que após a fuga, o serviço de inteligência da PM de Mamanguape, vinha monitorando o acusado há meses e ficou constatado que o fugitivo estava agindo na divisa dos estados. O dinheiro dos crimes era usado para comprar artigos de luxo e fazer viagens a lugares paradisíacos, conforme constata no relatório da Polícia Militar da Paraíba.

“Ele era muito agressivo nas ações. Temos imagens de circuito de câmeras de postos que foram alvos da quadrilha de Edson. Quando o fugitivo ia praticar os assaltos e ele percebia que tinha uma mulher, o acusado amarrava o homem e estuprava a mulher na frente do refém. Com o dinheiro arrecadado nos roubos, ele comemorava os crimes comprando whiskys 12 anos, fazendo viagens a pousadas em praias paradisíacas e adquirindo carro de luxo”, relatou o Capitão Alberto Andrade.

Segundo o capitão, a quadrilha de Edson Soares é responsável também por um latrocínio (roubo seguido de morte) que teve como vítima um tenente reformado do Exército Brasileiro do Rio Grande do Norte.

A prisão de Edson ocorreu no final da tarde desse sábado (4) e foi feita por policiais da 2ª CPMI de Mamanguape e Companhia da PM de Canguaretama-RN.  Edson Soares de Lima deverá ser transferido para a Cadeia Pública de Mamanguape nos próximos dias.

A Polícia Civil do RN participou da prisão do foragido da justiça.

 

 

Hyldo Pereira, Portalcorreio

Jovem tenta coagir vítima e é preso dentro de delegacia acusado de estupros

Foto: Divulgação/ Polícia Civil
Foto: Divulgação/ Polícia Civil

O jovem Adeilson Martins Soares, 22 anos, foi preso dentro da sede regional da Polícia Civil da cidade de Patos, Sertão paraibano, acusado de estuprar e espancar duas adolescentes de 12 e 13 anos. O crime ocorreu no último domingo (14), em um matagal na cidade de São José do Bonfim, na mesma região, mas a prisão foi efetuada nesta segunda-feira (15).

Segundo o delegado regional, Danilo Orengo, um das vítimas procurou a delegacia nesta segunda (15), para informar sobre o crime. No decorrer do depoimento, a adolescente garantiu que o acusado estava em frente da sede da PC coagindo a menor para ela não acusá-lo pelo crime.

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“Quando a menor estava na delegacia regional, fomos comunicados via fax pelo disque denúncia dos Direitos Humanos, de que duas adolescentes foram estupradas em uma cidade vizinha à Patos. No decorrer do depoimento, ficamos sabendo que a menor foi um das vítimas. Ela garantiu que o acusado pelo crime estava em frente da delegacia tentando coagia-la para ela não o denunciar, ameaçando-a de morte”, disse o delegado.

O delegado disse que ao identificar o acusado, convidou o jovem a entrar na delegacia e o prendeu flagrante. “Ele tentou justificar o crime dizendo que era portador do vírus HIV, mas ainda não foi constatado que através de exames”, disse a autoridade policial informando que Adeilson Martins vai responder pelos crimes de estupro de vulnerável e coação no curso do processo.

De acordo com Danilo Orengo, a vítima disse que estava em uma parada de táxis, quando o jovem apareceu em uma motocicleta e ofereceu carona para as duas adolescentes. “Adeilson Martins colocou as duas menores em cima da moto e as levaram para um matagal onde abusou sexualmente das adolescentes e ainda espancaram as vítimas a socos e pontapés. Ele teria usado um o capacete durante a agressão”.

Adeilson Martins foi levado para a Delegacia da Mulher em Patos. Ele já foi encaminhado para o presídio regional da cidade.

 

 

 

Hyldo Pereira, Portalcorreio

Polícia Civil apresenta acusado de estupros em Campina Grande

 

acusado de estuproA Polícia Civil de Campina Grande prendeu um homem acusado de pelo menos dois estupros consumados e uma tentativa contra uma terceira vítima, na região do bairro das Malvinas. O acusado Paulo Roberto Pereira Donato, 28 anos, foi preso às 12h15 dessa quinta-feira (4), no bairro da Ramadinha, quando se dirigia à casa de sua mãe.

As investigações da Delegacia da Infância e da Juventude começaram no mês de maio, quando a primeira vítima do suspeito procurou a Polícia Civil para prestar queixa e os agentes de investigação coletaram imagens do local onde a jovem foi atacada.

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Dias depois, o acusado tentou estuprar outra adolescente, mas ela conseguiu fugir. A menina de apenas 13 de anos idade foi até a delegacia e detalhou as características físicas do homem. “Eram as mesmas descritas pela vítima anterior. Nossas equipes fizeram imagens de suspeitos diferentes para mostrar às vítimas, que vieram em dias diferentes para o reconhecimento do acusado. E as meninas atacadas confirmaram que foram violentadas por Paulo Roberto”, disse a delegada Ana Alexandrina.

Entre os objetos mais reconhecidos pelas vítimas estão o canivete usado na hora dos ataques e uma pochete de cor azul. “O modus operandi era sempre o mesmo: parava a moto ao lado das vítimas e as obrigava a subir no veículo, partindo para um local ermo onde praticava os crimes”, disse a delegada.

A Polícia Civil pediu a prisão preventiva de Paulo Roberto na terça-feira (2), e a ordem judicial foi expedida na quarta-feira (3) à noite. Na quinta-feira (4) pela manhã, o acusado estuprou a terceira vítima, que compareceu à delegacia e também o reconheceu nas imagens captadas pelos agentes de investigação. Horas depois, Paulo Roberto foi preso pelos policiais civis. “O aparelho celular dessa última vítima estava em poder de Paulo Roberto”, frisou a delegada Nercília Dantas.

A autoridade policial disse que eventuais vítimas de estupro em Campina Grande devem comparecer à Central de Polícia Civil, no bairro do Catolé, para informar se também foram atacadas por Paulo Roberto.

 

 

Secom-PB