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Policiais do 4º BPM prendem suspeito de tentativa de estupro e lesão corporal em Alagoa Grande

Um homem suspeito de tentativa de estupro e lesão corporal foi preso por policiais da 2ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) na cidade de Alagoa Grande, nesta segunda-feira (17). A vítima informou que um homem havia adentrado em sua residência com uma faca peixeira e tentado estuprá-la. Ao entrar em luta corporal com o suspeito e tentar se defender, acabou sofrendo cortes superficiais nas mãos e ombros porque também foi vítima de tentativa de estrangulamento. Em seguida, o homem teria fugido.

Diante do caso, a guarnição comandada pelo cabo Nelson compareceu ao local e, em seguida, saiu em diligências, conseguindo localizar o suspeito que estava na sua residência. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia, enquanto a vítima, com cortes superficiais, foi socorrida para o hospital local.

CUMPRIMENTO DE MANDADO DE PRISÃO – À tarde, a guarnição de Duas Estradas foi solicitada por um oficial de Justiça para apoiá-lo em um cumprimento de mandado de prisão pelo atraso no pagamento de pensão alimentícia. A guarnição comandada pelo cabo Targino realizou diligências e conseguiu localizar o acusado, que foi conduzido à delegacia.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Polícia Militar prende homem acusado de estupro no Sertão

A Polícia Militar capturou mais um foragido da Justiça, que estava no Sertão do estado da Paraíba. Desta vez, um homem de 54 anos de idade que era acusado do crime de estupro, foi localizado nas proximidades de um bar, na cidade de Cajazeiras, nessa quinta-feira (13).

Ele foi preso pelos policiais do 6º Batalhão, com orientações da Coordenadoria de Inteligência da PM (COInt). Contra o homem havia um mandado de prisão em aberto, expedido pela 2ª Vara Mista de Cajazeiras. O acusado foi conduzido para a Delegacia da Polícia Civil.

 

parlamentopb

 

 

PB registra 165 casos de estupro em 9 meses: ‘violência tem relação com machismo’, diz delegada

De janeiro a setembro de 2019, 165 casos de estupro e estupro de vulnerável foram registrados na Paraíba. os dados são da Delegacia Geral de Polícia Civil e mostram que o mês de maio foi o mais violento em relação a esses crimes. Para a delegada adjunta da mulher, Renata Matias, essa situação de violência contra a mulher está arraigada em preconceitos e no machismo. “Ela bebeu”, “ela mereceu”, “ela permitiu”, “ela pediu”: essas são frases, Renata lembra, que ainda são comuns e muito fortes, mas que precisam ser combatidas.

De acordo com os dados, depois do mês de maio, os meses de janeiro, julho e setembro foram os mais violentos em relação a casos de estupro, com 22 casos em janeiro e julho, cada, e 20 em setembro.

“A gente faz um trabalho de conscientização, de enfrentamento a todo tipo de violência contra a mulher. Vem surtindo efeito, mas não é tão rápido. Infelizmente, a gente sabe que essa é uma cultura que vem de muito tempo”, enfatiza Renata Matias.

Medidas e procedimentos formais

É importante sempre denunciar. No entanto, em casos de estupro, a profilaxia é urgente. O Instituto Cândida Vargas (ICVIO) é um local de referência para uma oferta de assistência especializadas para mulheres que sofreram violência sexual e/ou doméstica. A vítima tem assistência médica com enfermeiros, assistentes sociais e psicólogos, além de um trabalho em parceria com a polícia, o conselho tutelar e outros órgãos.

Ao todo, 128 mulheres vítimas de violência sexual foram atendidas no Instituto de janeiro a outubro de 2019. Nesse mesmo período, 11 mulheres realizaram o aborto legal, previsto no Código Penal.

Mesmo atuando em parceria com outros órgãos de defesa, o atendimento no Instituto para as vítimas de violência acontece também por demanda espontânea. Basta que a vítima procure diretamente a unidade hospitalar.

No local, a paciente deve receber a classificação de risco vermelha e será encaminhada ao atendimento imediato e reservado, onde todo o processo acontece de forma sigilosa.

O atendimento em casos de violência sexual deve acontecer em até 72 horas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS). Toda assistência prestada seguem um protocolo instituído pelo Ministério. No entanto, se a vítima buscar o serviço após as 72 horas, ela também será atendida da mesma forma, mudando apenas os protocolos de atendimento a serem realizados.

 — Foto: Editoria de Arte/G1

— Foto: Editoria de Arte/G1

“No ICVIO acolhemos essa mulher com toda discrição e cuidado que o momento requer. É importante que ela chegue ao serviço em até 72 horas, pois nesse tempo conseguimos realizar as profilaxias tanto para ISTs quanto a anticoncepção de emergência, medida essencial para se evitar a gravidez em consequência de estupro, que realizamos com o consentimento da vítima”, explica a enfermeira do serviço, Vanessa Montenegro.

Caso a vítima seja criança, será atendida no Instituto desde que tenha tido a menarca (primeira menstruação). Se não tiver havido a menarca, a criança ou adolescente será atendida no Hospital Infantil Arlinda Marques. Já em casos da vítima ser do sexo masculino, o atendimento será realizado no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.

‘Precisamos trabalhar o amor próprio’

Em casos de estupro, fazer a denúncia já é um passo imenso. É uma maneira de entender que a vítima não teve culpa sobre o que aconteceu. Depois disso, procurar apoio psicológico é fundamental para recuperar os danos que são causados à saúde mental da vítima.

De acordo com a psicóloga Renata Toscano, primeiro é preciso saber se a mulher fez ou não a denúncia. Se ela chega no consultório relatando o fato e informando que procurou o serviço por esse motivo, o trabalho se executa mais facilmente.

Mulheres têm dificuldades de revelarem o estupro — Foto: Dani Fechine/G1

Mulheres têm dificuldades de revelarem o estupro — Foto: Dani Fechine/G1

No entanto, muitas vezes, as mulheres que não denunciam chegam aos consultórios relatando apenas sintomas, como insônia, isolamento, choro, e o caso pode acabar sendo confundido com a depressão, sem que a mulher revele o importante caso que pode ter provocado tudo isso.

“É preciso entender o motivo por não fazer a denúncia, para poder trabalhar com essa motivação. Depois disso, tentamos identificar os danos sociais, emocionais e profissionais que aquilo causou, porque geralmente quando ela sofre o estupro, ela se isola e perde a confiança nas pessoas”, explica a psicóloga.

Ela lembra que a própria sociedade cria estereótipos em cima da vítima, dificultando ainda mais o acesso e a busca da mulher pelo acompanhamento psicólogo, porque a culpabiliza por um crime que não cometeu.

“Se ela se isola, se está deprimida, se está triste, diminui a confiança, se culpa pelo estupro, então precisamos trabalhar o amor próprio, a auto-confiança, o encorajamento, e mostrar que a culpa não foi dela”, revela Renata Toscano.

É importante e urgente que, mesmo que a mulher tenha procurado o atendimento psicológico sem denunciar, seja feito um trabalho de conscientização sobre a importância de denunciar para combater o crime.

G1

 

Polícia investiga estupro contra jovem, no Sertão da PB

A Polícia Civil vai investir um estupro que teria acontecido com uma jovem de 18 anos, na madrugada deste domingo (2), em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. O suspeito do crime, segundo a Polícia Militar, é um mototaxista, que seria ex-professor de capoeira da vítima.

Conforme as informações da Polícia Militar, foi o pai da vítima que relatou o que havia acontecido. Ele disse que estava na Quadra de Chico Amaro, comprando ingressos, e deixou a filha com o irmão.

Neste momento, a jovem teria saída em uma moto com o suspeito do crime e retornou cerca de uma hora depois. Quando a PM chegou ao local, a vítima estava aparentemente desmaiada e a conduziu para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A vítima relatou à Polícia Militar que foi forçada pelo suspeito a sair junto com ele e que teria sofrido abuso sexual em um matagal. O médico constatou o estado de choque da jovem e encaminhou para a internação. Ela vai passar por exame por meio da Polícia Científica para comprovar ou não o estupro.

O suspeito foi identificado, mas não foi encontrado até as 10h deste domingo.

G1

 

Padrasto suspeito de estupro contra duas enteadas é preso em Logradouro

Um homem suspeito de praticar estupro de vulnerável contra duas enteadas menores da idade foi preso por policiais da 3ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) nesta quarta-feira (1º), na cidade de Logradouro. Uma das vítimas tem 14 anos de idade, mas o crime já acontecia há algum tempo, conforme comprovação através de exames realizados.

O homem, de 48 anos da idade, foi preso depois que os policiais receberam a denúncia do Conselho Tutelar de que as duas menores tinham sido abusadas sexualmente pelo padrasto. De imediato, os policiais chegaram ao local informado e foram informados que ele tinha fugido, mas após diligências, conseguiram prendê-lo e conduzi-lo à delegacia.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Homem é preso por estupro após adolescente afirma relação sexual e gravidez, em Guarabira

Um homem de 26 anos foi preso na tarde desta segunda-feira (21) acusado por estupro de vulnerável, desacato, desobediência, resistência e lesão corporal, no município de Guarabira, no Agreste da Paraíba. O fato foi registrado por volta das 12h, no Conjunto Ana Kelly.

Segundo a polícia militar, o acusado estava agredindo uma adolescente e teria tirado o bebê à força do colo dela. “Ele pegou sem minha autorização e levou o bebê para um local impróprio”, disse a menor de 14 anos, que ao tentar impedir, foi empurrada e derrubada ao chão.

Durante ocorrência, os policiais militares Tenente Danilo e Cabo Rogério foram agredidos e desacatados pelo acusado e a irmã do mesmo. “Ele estava muito agressivo, resistiu à prisão e desobedeceu às determinações legais da polícia, tentando fugir pelo quintal da casa”, relatos da polícia.

A irmã do acusado, tentando impedir sua prisão veio a jogar uma cadeira na direção da guarnição, atingindo o braço e o pescoço de um dos policiais. A adolescente de 14 anos relatou que mantém relações sexuais com o acusado desde os seus 12 anos de idade, vindo a engravidar do mesmo e dar a luz, aos 13 anos.

Diante dos fatos, as partes envolvidas foram encaminhadas até a delegacia de Polícia Civil para as devidas providências.

Blog do Pedro Júnior

 

 

Casal de irmãos é preso em Guarabira suspeito de estupro de vulnerável, desacato, desobediência, resistência e lesão corporal

Um casal de irmãos, ele com 26 e ela com 23 anos de idade, foi preso por policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) nesta segunda-feira (21), na cidade de Guarabira, suspeito de estupro de vulnerável, desacato, desobediência, resistência e lesão corporal. A ocorrência teve início quando os policiais foram acionados para atender a uma solicitação onde uma jovem com um bebê estaria sendo agredida por um homem que dizia ser o marido dela. Quando os militares chegaram ao local informado, a vítima, de 14 anos, informou que o pai da sua filha, um bebê de dois meses, teria peço a criança à força e, sem a sua autorização, a teria levado. Na tentativa de impedi-lo, ela foi empurrada e derrubada no chão por ele.

As guarnições de Rádio Patrulha e do CPU (Coordenador de Policiamento da Unidade), tenente Danilo, se dirigiram até a residência do suspeito, que foi localizado, porém, ao tentar verbalizar com ele, o oficial foi desacatado e contra ele foram desferidas palavras de baixo calão. Diante da situação, a guarnição adentrou na residência e deu voz de prisão ao suspeito que, muito agressivo, ainda resistiu à prisão e desobedeceu às determinações legais da polícia. Ele ainda tentou fugir pelo quintal da residência, mas foi localizado e capturado pela guarnição comandada pelo cabo Rogério, momento em que a irmã do acusado, tentando impedir a prisão dele, jogou uma cadeira na direção da guarnição, atingindo o braço e o pescoço do policial.

A irmã do suspeito, que também passou a proferir ofensas contra os policiais, foi detida junto com ele e os dois foram conduzidos à delegacia. A criança foi entregue à mãe, que relatou que mantinha relações sexuais com o suspeito desde os 12 anos de idade, o que caracteriza o estupro de vulnerável. As partes envolvidas foram conduzidas à delegacia.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Condenado por estupro na PB é inocentado após 2 anos preso

Um inocente cumprindo pena de 18 anos de reclusão por estupro contra duas enteadas menores de idade. Essa é parte recente da vida do agricultor Genário Cândido Diniz, de 47 anos, que ganhou liberdade no dia 25 de setembro, mas só esteve livre de fato dois dias depois, após ficar dois anos preso na Cadeia Pública de Santa Luzia, na região de Patos, a mais de 300 km de João Pessoa (PB).

Acostumado a trabalhar desde cedo, a vida de Genário mudou em 2017, quando ele foi condenado em decisão monocrática por estupro contra as enteadas, na época com 9 e 12 anos. O suposto crime foi denunciado pelas meninas e a mãe delas, que mantinha um relacionamento amoroso com Genário.

Na denúncia formal, o Ministério Público da Paraíba (MPPB), levando em consideração o depoimento das vítimas e da mãe delas, relatou que os supostos abusos ocorreram entre 2015 e 2016 em uma casa onde a família morava, no município de Junco do Seridó.

Falsos depoimentos levaram à condenação

Levado à Justiça, Genário foi julgado culpado e começou a cumprir pena em agosto de 2017 na Cadeia Pública de Santa Luzia, ficando em uma ala dedicada a presos por crimes sexuais. Durante o período na prisão, sofreu por um crime que não cometeu e guardava esperança de voltar à liberdade.

“As provas que o juiz usou para condenar Genário foram apenas os depoimentos das menores. Não houve exames de conjunção, nada. Entramos com recurso, passamos dois anos de agonia tentando mostrar à Justiça que um homem inocente estava condenado e apelamos em recurso”, afirmou o advogado de Genrário, João Martins.

No recurso, a defesa conseguiu provar que a mãe induziu as filhas a mentir e acusar Genário de estupro. Tudo teria sido motivado por uma “disputa” pela casa onde eles moravam, que havia sido deixada pelo pai das garotas para elas.

Conforme o advogado, as meninas não gostavam de Genário e começaram a dizer que ele estava namorando com a mãe delas e tinha ido morar na casa para tomá-la para ele, mesmo sem isso ter sido pensado por ele. Ao saber da reclamação das filhas, a mãe induziu as garotas a acusarem Genário de estupro.

“A polícia tomou depoimentos, o Ministério Público denunciou e o caso foi parar nos tribunais, culminando com a condenação sem as devidas provas. Recorremos ao Pleno do TJ e conseguimos comprovar a inocência de Genário mostrando que tanto a mãe como as meninas prestaram falso testemunho na polícia e ao MPPB. Genário nunca encostou nas garotas. Felizmente, os desembargadores viram a injustiça que havia sido cometida e reformaram a sentença, agora em decisão definitiva”, relatou o advogado.

Saída para casa

“Nunca imaginei que iria passar por isso, que iria ser preso por um crime que eu não cometi. Foi muito difícil passar esses dois anos preso, mas o que me alentava era que o pessoal de lá escutou minha história. Me trataram bem. Nunca sofri agressão na cadeia, mas fiquei doente por muito tempo. É um lugar que eu não quero voltar. Vou para casa, abraçar minha irmã, meus sobrinhos e ligar para meus dois filhos. Estou muito feliz, graças a Deus estou livre”, contou Genário ao Portal Correio minutos após deixar a Cadeia de Santa Luzia.

Genário ainda precisou esperar por dois dias para se ver livre de onde nunca deveria ter entrado. Na saída da Cadeia, Genário levou uma sacola com pertences pessoais e deixou para trás a vida de apenado, retornando ao município onde a família mora, em Equador, no Rio Grande do Norte.

“Foi uma luta que a gente conseguiu vencer. Demorou dois anos para reversão da errônea condenação. Ainda tivemos que aguardar dois dias para que o alvará de soltura ficasse pronto. Foi e é uma luta incansável nossa contra a morosidade da Justiça, dos processos penais. A partir de hoje, Genário volta a ser um homem livre, sem dívida com a Justiça”, finalizou o advogado João Martins.

(Foto: João Martins)

Portal Correio

 

 

Ex-zelador é condenado por casos de estupro em banheiro de escola, em João Pessoa

O ex-zelador de uma escola particular foi condenado pela Justiça por participar dos casos de estupro praticados contra crianças e adolescentes dentro do banheiro do colégio. O julgamento aconteceu na última segunda-feira (14), em João Pessoa. A condenação foi de 24 anos e seis meses de reclusão em regime fechado.

No dia 11 de março, três adolescentes foram apreendidos em João Pessoa suspeitos de estuprarem uma criança de oito anos dentro de uma escola particular. As apreensões aconteceram em decorrência de mandados judiciais após processo que tramita em segredo de justiça desde maio de 2018. O ex-zelador suspeito de participar nos estupros foi preso no dia 15 de março.

Pelo menos quatro crianças e adolescentes foram tratadas como supostas vítimas do caso. A investigação seguiu em segredo em justiça.

Primeiro caso

A investigação começou em maio de 2018, com a denúncia da primeira vítima, uma criança de 8 anos, que disse ter sido estuprada dentro do banheiro do colégio Geo. O processo começou a tramitar em segredo de justiça desde o primeiro depoimento.

Os abusos vieram à tona após a mãe de uma das vítimas receber um aviso da escola que comunicava que o filho dela estava indo com muita frequência ao banheiro. Além disso, a criança também passou a ter um “comportamento agressivo e também choroso”. “Em conversa com a mãe, a vítima contou sobre os abusos e a investigação foi iniciada”, disse a delegada Joana D’arc Sampaio.

G1

 

Policiais do 4º BPM prendem em Guarabira homem com mandado de prisão por estupro de vulnerável

Policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) prenderam nesta quinta-feira (17) um homem acusado de estupro de vulnerável no momento em que ele comparecia à Delegacia de Polícia Civil de Guarabira para resolver problemas particulares e foi verificado que havia contra ele um mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal da cidade, pela acusação de estupro de vulnerável.

O CPU (Coordenador de Policiamento da Unidade) efetivou o cumprimento do mandado de prisão do acusado, que agora está à disposição da Justiça.

 

Assessoria 4º BPM