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Realize o sonho de estudar no exterior fazendo refinanciamento imobiliário

Muitos estudantes brasileiros têm o sonho de estudar no exterior. O problema é que muitos deles desistem quando começam a planejar, eles se assustam com os valores cobrados pelas instituições em vários países. Uma das maneiras de conseguir arcar com os custos e realizar este sonho é o refinanciamento imobiliário.

Para lhe ajudar a planejar e realizar o sonho de estudar fora, separamos algumas dicas. Vamos listar os valores cobrados por algumas instituições de ensino pelo mundo e também citar quais são os países mais acessíveis. Além, de claro, explicar como fazer um refinanciamento imobiliário para conseguir estudar no exterior.

Quanto custa estudar no exterior?

Com o real desvalorizado, o custo para estudar no exterior só se eleva. Por isso, pegamos os valores cobrados para estrangeiros nas principais universidades do mundo. Confira abaixo:

Estados Unidos

Estudar nos Estados Unidos é o grande sonho de muitos estudantes. Pensando nisso, checamos os custos das duas principais universidades do país. Confira abaixo:

  • Universidade de Harvard: US$ 73.800, na conversão para reais dá um montante de pouco mais de R$ 283 mil (com todas as taxas, moradia, transporte, etc).
  • MIT: US$ 70.240 com todas as taxas e despesas inclusas, o que dá cerca de R$ 270 mil.

Eu sei que os valores acima, pode ter assustado, mas na média, tanto em faculdades particulares como públicas nos Estados Unidos, o custo gira em torno de US$ 10 mil (cerca de R$ 38 mil) e US$ 30 mil (cerca de R$ 115 mil).

Também existem universidades comunitárias que cobram por um sistema de crédito/hora. O valor de um crédito/hora gira em torno de US$ 159 (cerca de R$ 610).

Europa

A Europa também é o sonho de muitos estudantes que pensam em cursar uma universidade fora do país. Confira abaixo a média de custos para estudar em três dos principais países da Europa:

Alemanha

A grande maioria das universidades públicas alemãs não cobram mensalidade de alunos estrangeiros, seja para cursos de graduação ou mestrado. Uma vantagem é que na maioria dos cursos, as aulas são em inglês. A exceção é a universidade de Daden-Wurtemberg, que cobra cerca de 20.000 mil euros (cerca de R$ 86 mil).

O custo de vida mensal com todas despesas incluídas na Alemanha pode chegar a 800 euros por mês (cerca de R$ 3.500). O governo alemão permite que os universitários brasileiros trabalhem 120 dias em período integral ou 240 dias em meio período para reduzir os custos.

França

Com o alto investimento do governo francês em educação, o país só tem universidades públicas e os estudantes estrangeiros, geralmente, só arcam com a taxa de matrícula, que em média custa, 184 euros (cerca de R$ 800).

De acordo com o governo francês, o custo médio mensal gasto por universitários no país é de 430 euros (cerca de R$ 1.850). Assim como na Alemanha, os estudantes estrangeiros podem trabalhar para reduzir os custos. Na França, a carga máxima de um universitário em um emprego de tempo integral pode ser de 964 horas por ano.

Portugal

Portugal se tornou um dos destinos mais queridos pelos brasileiros nos últimos anos. E estudar no país virou o sonho de muitos estudantes, principalmente, por que cerca de 30 universidades do país aceitam a nota do ENEM.

As universidades públicas em Portugal são pagas e o valor varia de acordo com o curso e a instituição escolhida. A propina (nome dado as taxas de matrículas) custa em média entre 2.000 mil e 7.000 mil euros (algo entre R$ 8.500 e R$ 30 mil).

Em relação aos custos em relação as despesas mensais, um quarto no alojamento da universidade custa em média 150 euros (cerca de R$ 650 por mês). As universidades também possuem restaurantes populares, com valor médio de refeição de 2,50 euros (cerca de R$10). Estudantes de até 25 anos também possuem desconto no valor dos transportes.

Como usar o refinanciamento imobiliário para estudar fora do país?

O refinanciamento imobiliário é uma modalidade de crédito. Na operação, você oferece um imóvel como garantia de pagamento do empréstimo. O valor do crédito pode chegar a até 60% do valor total do imóvel.

Num exemplo básico, uma casa avaliada em R$ 300 mil pode lhe render crédito de até R$ 180 mil, valor suficiente para arcar com os gastos em muitos países do mundo e realizar o sonho de estudar fora.

Por ter garantias, os bancos e financeiras oferecem opções de refinanciamento imobiliário com prazo estendido e juros menos que outras modalidades como o empréstimo pessoal, por exemplo.

Essa pode ser uma maneira viável de realizar o seu sonho de estudar fora do Brasil e não passar perrengue em outro país, além de ter uma ideia dos custos mensais e do prazo para pagamento do refinanciamento definidos antes da sua viagem.

 

Conteúdo Gear Seo

 

 

A melhor decisão é estudar espanhol em Barcelona

O Mediterrâneo banha as fantásticas praias de Barcelona, uma das cidades mais lindas da Espanha e uma das mais procuradas por turistas de todos os países do mundo. Muitos brasileiros entram ao continente europeu através da porta de entrada que é Barcelona. E não é raro que muitos decidam prolongar a temporada devido à necessidade de conhecer mais profundamente este destino que cativa os corações dos visitantes. É o momento de estudar espanhol em Barcelona!

Passear pela Rambla, conhecer o campo do Barça, curtir a Fonte Mágica de Montjuic e fazer nudismo numa das tantas praias da região formam parte das atividades de qualquer turista. Mas para aqueles brasileiros que desejem ficar mais tempo e aprender tudo sobre a região, sobre as tradições, cultura e história, nada é melhor do que estudar espanhol em Barcelona, unindo o útil ao agradável.

É mais comum do que se pensa fazer um intercambio de estudos ou optar por cursar uma pos graduação na Espanha, país que abre sempre as suas portas para quem quiser aprender e conhecer tudo sobre as tradições. Portanto estudar espanhol em Barcelona será fundamental, pois dessa forma será possível entender e compreender tudo, dominando uma língua que se fala em mais de 20 países ao redor do mundo.

Os benefícios de estudar espanhol em Barcelona

Existem diversos sotaques para uma mesma língua e com o espanhol não é diferente. O espanhol falado no México é mais claro, no entanto o espanhol falado na Argentina é mais rápido e o falado na Espanha tem uma pronuncia peculiar. Mas isso não deve preocupar a ninguém, pois esses sotaques diferentes também acontecem com o português de Portugal e o que se fala no Brasil. Mais ainda: dentro do próprio Brasil, o sotaque carioca é diferente do sotaque paulista e do sotaque nordestino!

O importante é exercitar o ouvido no local onde se está aprendendo uma língua. Neste caso, em Barcelona. E o que pode ser melhor do que aprender um idioma no país de origem? É interessante lembrar que o espanhol é originário de Castilla, um reino medieval da Península Ibérica.

Além disso, não há nada que cause mais satisfação do que andar pelas ruas de Barcelona entendendo tudo o que se fala, compreendendo as músicas, os cartazes, assistir a TV espanhola ou poder conversar sem problemas de comunicação com o pessoal do hotel ou de qualquer restaurante!

O espanhol é uma das línguas mais importantes em turismo

Hoje em dia, na área de turismo, o espanhol é tão importante quanto o inglês. Dominando o espanhol é possível viajar pela Europa sem nenhum problema. Conhecer pessoas interessantes, assistir peças de teatro, um bom show de música, poderá ser uma experiência inesquecível.

Existem muitos city tours, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, Ásia, Austrália, por exemplo, que são feitos com guias em espanhol devido a quantidade de pessoas que falam essa língua no mundo: são mais de 20 países que tem o espanhol como língua oficial. Aqueles que já viajaram pela Europa sabem que é mais fácil encontrar alguém que fale espanhol do que português.

Inclusive para quem gosta de trabalhar em turismo e está procurando emprego, saber falar o espanhol será a ferramenta mais importante para conseguir esse emprego!

Motivos para aprender a língua espanhola

  • Na América do Sul, Brasil é o único país onde não se fala o espanhol; dominando esse idioma, viajar pelo continente será um prazer, pois a comunicação com os nativos de cada país será fácil.

  • Viajar para Europa dominando o espanhol será muito importante, pois em todo o continente europeu, onde há turismo constante, o atendimento em hotéis, restaurantes, museus, etc. também é em espanhol.

  • Para quem gosta de ler, é importante dizer que a literatura em espanhol é a de maior originalidade, segundo críticos literários, possuindo vários Prêmios Nobel.

  • Cidadãos de diversos países no mundo possuem o espanhol com a língua materna.

  • Em mais de 20 países o espanhol é a língua oficial.

  • Na Assembléia Geral da ONU; o espanhol constitui uma das seis línguas oficiais.

Além de turismo, na tecnologia, nas ciências e nos negócios, o espanhol é a língua mais utilizada, junto com o inglês.

 

 

 

“Podem começar a estudar porque isso é real” diz Azevêdo ao anunciar assinatura de edital com 1.000 vagas para professores

O governador João Azevêdo (PSB) anunciou para a próxima quarta-feira (17) a assinatura do edital do concurso público para a Educação estadual, com 1.000 vagas para professores.

Segundo o governador, o concurso, que fez parte do seu programa de campanha, será o primeiro de quatro, já que seu objetivo é lançar a cada ano de governo um edital com 1.000 vagas para a área.

“Dentro daquilo que foi promessa de campanha e nós estabelecemos no nosso governo que é nos 4 anos de governo termos concurso para mil professores a cada ano. Então na próxima quarta-feira nós lançaremos o primeiro. Podem começar a estudar porque isso é real, não é promessa não, é realidade” destacou.

As vagas serão divididas da seguinte forma:

72 para Artes

150 para Biologia

68 para Educação Física

56 para Filosofia

47 para Física

72 para Geografia

78 para História

18 para Língua Espanhola

71 para língua Inglesa

195 para Língua Portuguesa

199 para Matemática

28 para Química e

6 para Sociologia

A informação repercutiu durante o programa Fala Governador desta segunda-feira (15).

PB Agora

 

 

 

Surdos enfrentam dificuldades para estudar em escolas da Paraíba

A proposta do Ministério da Educação ao sugerir uma discussão sobre os desafios educacionais para surdos, levanta um debate de como está o ensino para os deficientes físicos, seja na rede pública ou privada.

Confirme a Associação de Deficientes e Familiares, na Paraíba quase 90% de crianças, adolescentes e jovens, que sofrem de alguma deficiência, está matriculado na rede pública de ensino.

Em contato com o Portal MaisPB, o presidente da Asdef, Francisco Izidoro, informou que os maiores problemas, principalmente para surdos, estão nas escolas estaduais e privadas.

“Temos enfrentado grandes dificuldades nas escolas particulares, que muitas vezes querem que o aluno pague o intérprete de libra que estará na sala de aula. Já nas estaduais, a gente recebe bastantes reclamações, principalmente de intérprete que são mal remunerados e às vezes nem vínculo tem”, pontuou.

Por outro lado, o presidente elenca o Instituto Federal da Paraíba como o melhor na atenção ao deficiente, seguido pela Prefeitura de João Pessoa.

“O melhor exemplo que nós temos é do IFPB, a instituição que mais avançou no fornecimento de educação inclusiva para o público surdo. Nessa questão, João Pessoa tem melhorado, atendendo a essa necessidade”, ponderou.

Redação do Enem 2017

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano foi “Desafios para Formação Educacional de Surdos no Brasil”.

A proposta deste ano segue a tendência das últimas edições do Enem, que costuma abordar temas sociais. No ano passado, o tema foi Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil. Violência contra a mulher, publicidade infantil, lei seca e movimento imigratório também foram abordados nos últimos anos.

Wallison Bezerra – MaisPB

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Instituições de 11 países formam consórcio para estudar o vírus Zika

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Foi lançada nessa sexta-feira (21), no Recife, uma rede de enfrentamento ao vírus Zika na América Latina, formada por 25 instituições de saúde pública de 11 países. O ZikaPlan pretende somar os esforços de pesquisadores para investigar elementos ainda desconhecidos do vírus e da sua relação com malformações em bebês.

O projeto foi lançado durante um congresso sobre o tema realizado na Universidade de Pernambuco (UPE), uma das instituições a participar da rede. Além da UPE, o Brasil contará com outras quatro organizações no grupo: Universidade de São Paulo (USP), Instituto Butantã, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Associação Técnica–Científica de Estudo Colaborativo Latino Americano de Malformações Congênitas.

As demais instituições são de 11 países da América Latina, América do Norte, África, Ásia e Europa: Colômbia, Cuba, Bélgica, França, Holanda, Suécia, Suíça, Reino Unido, Coréia do Sul, Senegal e Estados Unidos.

A iniciativa foi criada a partir da chamada do fundo de investimento em pesquisas Horizon 2020, da Direção Geral de Pesquisa e Inovação da Comissão Europeia. O ZikaPlan vai receber €11,5 milhões do programa de pesquisa da Horizon 2020, e deve atuar durante quatro anos.

Pesquisa
O consórcio ZikaPlan vai investigar a doença, além de buscar meios de prevenir a disseminação e educar populações afetadas pelo vírus. Entre os aspectos a serem estudados está a associação do zika com complicações neurológicas, inclusive malformações graves como a microcefalia. Estratégias de vacinação, diagnóstico e formas de controle do mosquito vetor do vírus também vão ser exploradas para contribuir na tomada de decisão do poder público.

A rede vai trabalhar em conjunto com outros dois consórcios também financiados pela União Européia: ZIKAction e ZikAlliance. Os três consórcios criarão órgãos comuns para o gerenciamento global dos programas científicos, comunicação e questões éticas, regulatórias e legais.

A direção executiva do ZikaPlan é composta pela professora Annelies Wilder-Smith, representante da Universidade de Umeå, que será a diretora; o professor Eduardo Massad, diretor substituto, representante da Universidade de São Paulo; e mais 15 lideranças de grupos de trabalho de instituições parceiras. Conselhos consultivos independentes – éticos, científicos e industriais – darão apoio a essa direção.

180 Graus

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Grupo vai estudar eficácia da fosfoetanolamina no combate ao câncer

cancerO ministro da Saúde, Marcelo Castro, disse nessa quinta (29) que o ministério vai criar um grupo de trabalho para analisar a eficácia e a segurança da fosfoetanolamina na cura de casos de câncer, por meio de uma portaria com previsão de ser publicada nesta sexta-feira (30), no Diário Oficial da União. “Vamos financiar e colocar os laboratórios públicos a disposição dos pesquisadores para chegarmos o quanto antes a um parecer final sobre essa substância”.

A fosfoetanolamina foi sintetizada pela equipe de pesquisadores chefiada por Gilberto Chierice, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, em São Carlos, há cerca de 20 anos, e ficou conhecida nas redes sociais como “pilula do câncer”, pela suposta capacidade de destruir tumores malignos. O problema é que a substância não passou oficialmente pelas etapas de pesquisa exigidas pela legislação, que prevê uma série de estudos antes de um medicamento ser usado por seres humanos.

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Segundo o ministro, os donos da patente concordaram hoje, durante audiência pública no Senado, em cumprir as exigências científicas para determinar a eficácia da droga, e vão participar do grupo composto por representantes do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para a realização dos estudos clínicos, os pesquisadores terão o apoio do Instituto Nacional do Câncer e da Fiocruz.

“Nós estamos torcendo para que essa substância tenha efetividade, e que seja segura, mas temos a preocupação de que esse tensionamento todo que foi criado e que está na sociedade, leve pessoas a abandonarem tratamentos comprovadamente eficientes para se aventurarem com uma droga que não cumpriu os protocolos científicos.”, alertou o Ministro.

Marcelo Castro explicou que as exigências do Brasil para a liberação de medicamentos estão de acordo com os protocolos definidos pela Organização Mundial de Saúde, praticados no mundo inteiro. Esse método científico incluiu testes em células e em cobaias antes de ensaios clínicos em humanos.

Para ressaltar a importância dos testes, o ministro citou dois medicamentos, a anti-inflamatório Viox e o tranquilizante Talidomida, que apresentaram problemas após a comercialização. “Medicamento é coisa importante e séria. Estou dando o exemplo de duas drogas que obedeceram todas as exigências científicas e, mesmo assim, trouxeram graves problemas para a população. Imagine uma droga que nunca foi testada”, disse.

Por algum tempo, cápsulas de fosfoetanolamina sintética foram fornecidas, de graça, em São Carlos, mas a USP proibiu a produção e distribuição porque o medicamento não é registrado na Anvisa.

Desde então, pacientes que tinham conhecimento dos estudos têm entrado na Justiça para obter a substância.

No início de outubro, o Supremo Tribunal Federal liberou o acesso à fosfoetanolamina a um paciente do Rio de Janeiro que estava na fase terminal da doença. Desde então, a demanda pela substância não para de aumentar. “Nós vamos dar todo o suporte necessário para fazer os ensaios clínicos e chegar a um veredicto sobre essa substância. Não podemos ficar na situação que estamos hoje, agravada por decisões judiciais”, afirmou o ministro.

Agência Brasil

Especialistas dão dicas de como estudar para o Enem pela internet

Estudando-pela-internetSimulados e aulas pela internet são opções cada vez mais procuradas por quem está estudando para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). É preciso, no entanto, ter alguns cuidados na hora de escolher a melhor plataforma. A três meses para o Enem, especialistas foram ouvidos e dicas para escolher os melhores portais foram dadas.

O primeiro passo é conhecer bem o Enem, como aconselha o professor do Colégio JK em Brasília, Marcelo Freire. “O Enem é uma prova diferente de vestibulares comuns. O exame não monta questões com determinado conteúdo para selecionar o aluno, o Enem usa competências, habilidades, tem níveis: fácil, médio e difícil, é uma outra abordagem do ensino médio”, diz.

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A dica é que o candidato acesse no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) o conteúdo das provas e as matrizes de referência. “Conhecendo o Enem, o aluno vai conseguir separar na internet o que é bom do que não é”, diz o professor. Segundo ele é preciso estar atento porque muitos sites disponibilizam questões de vestibulares como se fossem do Enem. Os conteúdos são diferentes e o aluno perde tempo ao invés de se preparar.

O professor da escola Garriga de Menezes e do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, Rubens Oda alerta o estudante para buscar sites de confiança e, para isso, “olhar a quantidade de curtidas e recomendações da página”.

O aluno pode observar também o que é oferecido: há sites que contêm múltiplas funcionalidades, explica Oda, como listas de exercícios, material de apoio, simulados, que ajudam o estudante a se preparar melhor para o exame. “Hoje há uma gama muito grande que pode ser usada em casa, uma série de aplicativos, sites. Esse material pode ajudar também nas aulas presenciais”, diz.

Freire complementa que questões comentadas do Enem e videoaulas são boas pedidas. “O fato de o aluno poder pausar e voltar, assistir quantas vezes achar necessário resolve metade dos problemas em sala de aula. Na sala, quando o aluno se distrai e perde o fio da meada, muitas vezes perde o conteúdo”.

Marina Pimenta Staub, tem 17 anos e está no terceiro ano do ensino médio. Para ela, a internet tem sido fundamental nos estudos. No ano passado, a aluna, ainda como treineira, alcançou 850 pontos na redação do Enem – a nota máxima é 1 mil. Ela diz que os simulados que fez pela internet a ajudaram a ter acesso a conteúdos que ainda não tinha estudado em sala de aula, além de se adaptar ao ritmo do exame, que tem a duração de dois dias.

“A internet me ajuda a tirar dúvidas e apender matérias que nem sempre aprendo na escola ou a adiantar matérias que caem no Enem e não tem tempo de aprofundar na sala de aula”, diz a estudante.

Um das opções de portais para estudo é o Geekie Games, selecionado pelo Ministério da Educação (MEC) por meio de edital. A plataforma oferece textos, videoaulas, simulados e jogos para os estudantes, tudo online.

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) também tem uma iniciativa para ajudar os estudantes a se preparar para o exame. O aluno pode acessar o aplicativo Questões Enem, um banco de questões que reúne as provas de 2009 a 2013. O acesso é gratuito.

A próxima edição do Enem será nos dias 8 e 9 de novembro. Mais de 8,7 milhões se inscreveram para as provas.

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Agência Brasil

Brasileiro cria microssensor para estudar sumiço de abelhas no mundo

Exemplar de abelha usa microssensor desenvolvido por cientista brasileiro. Testes feitos na Tasmânia, Austrália, tentam identificar se pesticidas são culpados pelo sumiço desses insetos, responsáveis pela polinização natural (Foto: Divulgação/Csiro- Austrália)
Exemplar de abelha usa microssensor desenvolvido por cientista brasileiro. Testes feitos na Tasmânia, Austrália, tentam identificar se pesticidas são culpados pelo sumiço desses insetos, responsáveis pela polinização natural (Foto: Divulgação/Csiro- Austrália)

Um brasileiro que vive na Austrália pode ajudar, com sua pesquisa, a responder uma das questões mais intrigantes do mundo científico atual: por qual motivo as abelhas estão sumindo em várias partes do mundo?

Paulo de Souza, físico de formação, é o pesquisador líder da área de microssensores da Organização de Pesquisa Industrial e Científica da Austrália, conhecida pela sigla Csiro. Baseado na Tasmânia, desde setembro passado ele acompanha um experimento com o intuito de determinar o que tem impactado a vida desses insetos.

Souza foi responsável por desenvolver um sensor, com tamanho de 2,5 por 2,5 milímetros e peso de 5 miligramas, que é colocado nas costas dos insetos. Ele funciona como um “crachá de identificação”, pois transmite dados e registra o que acontece com o inseto.

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O objetivo do microaparelho é acompanhar passo a passo os movimentos de 5 mil abelhas, examinando a polinização feita por elas e sua produção de mel. Cada um deles custa cerca de R$ 0,63.

Entre as causas listadas como responsáveis pelo sumiço de abelhas estão o uso excessivo de pesticidas, excesso de parasitas que afetam esses insetos, poluição do ar e da água, além do estresse causado pelo gerenciamento inadequado das colmeias.

Importância
A mortalidade de abelhas ao redor do planeta ameaça ambos os processos. Entre as possíveis causas já listadas estão o uso excessivo de pesticidas, como os neonicotinoides, excesso de parasitas que afetam esses insetos, poluição do ar e da água, além do estresse causado pelo gerenciamento inadequado das colmeias.

Investigar essas e outras hipóteses é importante, porque pode evitar um possível caos ambiental. O declínio, de acordo com o pesquisador, põe em risco a capacidade global de produção de alimentos.

Para se ter ideia, segundo a Organização das Nações Unidas, os serviços de polinização prestados por esses insetos no mundo – seja no ecossistema ou nos sistemas agrícolas — são avaliados em US$ 54 bilhões por ano. Além disso, 73% das espécies vegetais cultivadas no mundo são polinizadas por alguma espécie de abelha.

Somente na Austrália, local dos testes, cerca de 17% de todo o alimento plantado no país, como as frutas, nascem graças à polinização feita tanto por abelhas domesticadas, quanto por espécies selvagens.

O pesquisador Paulo de Souza segura abelhas que são utilizadas em testes em laboratório da Tasmânia, na Austrália (Foto: Divulgação/Csiro- Austrália)O pesquisador Paulo de Souza segura abelhas que
são utilizadas em testes em laboratório da Tasmânia,
na Austrália (Foto: Divulgação/Csiro- Austrália)

Experimento com pesticidas
Para implantar o sensor nos insetos, os pesquisadores adormecem as abelhas ao colocá-las na geladeira a uma temperatura de 5ºC. Depois, usam uma supercola para fixar o microssensor. De acordo com Souza, o miniequipamento não atrapalha o voo.

Os testes na Tasmânia são feitos com quatro colmeias. Duas vivem no ambiente natural da região, que é considerada uma das menos impactadas pela poluição do ar e da água.

Elas estão a um quilômetro de distância de outras duas colmeias, que recebem constantemente pequenas doses de agrotóxicos neonicotinoides no alimento (que tem origem na molécula de nicotina).

Esses defensivos agrícolas já foram banidos em alguns países por suspeita de intoxicar as abelhas, em um fenômeno chamado de “distúrbio do colapso das colônias”, quando os insetos não retornam às colmeias e morrem após o corpo sofrer um “curto-circuito” possivelmente devido à excessiva exposição a determinados compostos químicos.

De acordo com Souza, os primeiros resultados do teste mostraram que as abelhas com sensores que tiveram contato com os defensivos demoravam mais para voltar à colmeia – ou nem voltavam. “Os neonicotinoides alteraram o comportamento delas”, disse Souza.

A meta do brasileiro, que lidera uma equipe com outros 13 profissionais, é desenvolver um sensor de 1,5 milímetro até o fim deste ano. Em quatro anos, o tamanho atual deve diminuir em 20 vezes, de forma que será implantado na abelha com a ajuda de um spray.

Testes no Brasil
Ainda no segundo semestre deste ano, a investigação atravessa o oceano e troca de continente. As abelhas do Brasil serão o alvo da pesquisa, principalmente as que vivem na Amazônia.

De acordo com Souza, o estudo será feito em parceria com o Instituto Tecnológico Vale, braço da mineradora Vale que é voltado ao desenvolvimento sustentável.

Serão implantados entre 10 mil e 20 mil sensores nos insetos para saber se há algum tipo de impacto negativo que influencie a polinização das abelhas.

 

Eduardo Carvalho

“Pobre estudar medicina é afronta para a elite”, diz médico formado em Cuba

saudeA elitização do ensino de medicina no Brasil é um obstáculo para jovens de baixa renda entrarem nas universidade e se formarem. Já os problemas nas provas de revalidação do diploma dificultam o exercício da profissão em território nacional pelos brasileiros que conseguiram se formar no exterior.

“Quem estuda medicina no nosso país são os filhos das elites, em sua maioria. É uma afronta para a elite um negro, um pobre, um trabalhador rural, filho de Sem Terra estudar medicina na faculdade, principalmente pelo status conferido por essa profissão”, afirma Augusto César, médico brasileiro formado em Cuba e militante do MST.

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Estudo do Ministério da Educação (MEC) aponta que 88% dos matriculados em universidades públicas de medicina estudaram em escolas particulares no ensino fundamental e médio. Os programas do governo de acesso à universidade, como o Programa Universidade para Todos (ProUni), ampliaram o acesso, mas ainda não conseguiram universalizar e democratizar a educação.

“A maioria das pessoas que entram na universidade pública para cursar medicina tem dinheiro para fazer um bom cursinho ou estudou o tempo todo numa escola particular. Claro que há exceções, mas o ensino de medicina do nosso país é altamente elitizado”, acredita Augusto.

“A maior parte das pessoas que tem acesso às escolas de medicina são de classe média e classe média alta. Um pobre numa universidade particular não consegue se sustentar pelo alto preço das mensalidades. Sem contar que hoje temos mais universidades privadas do que públicas na área da saúde, dificultando ainda mais o acesso”, diz a médica formada em Cuba Andréia Campigotto, que também é militante do MST.

Revalidação

A necessidade dos médicos brasileiros formados no exterior e estrangeiros passarem por uma prova para verificar se estão capacitados a exercer a profissão é um tema frequentemente pautado pela comunidade médica brasileira.

Independentemente do curso, todos os estudantes brasileiros que realizam um curso fora do país precisam passar por uma revalidação do diploma. No entanto, há falhas nesse processo no caso da medicina.

Um dos principais problemas é que não existe um padrão para o conteúdo dessas provas. Cada universidade federal pode abrir sua prova de reconhecimento de títulos no exterior. Com isso, o conteúdo não é uniforme.

Além disso, o custo dessas avaliações é alto. A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) cobra uma taxa de inscrição de R$1.172,20. Outras universidades pelo país têm preços similares.

Preconceito

“As provas são injustas, porque têm um nível de médicos especialistas, e não de ‘generalistas’, que é o que somos após nos graduar. Isso causa uma desaprovação considerável dos estudantes que vem de fora”, acredita Andréia.

“O que a categoria médica não divulga é que 50% dos estudantes da USP reprovaram na prova feita pelo Conselho de Medicina de São Paulo. Foi uma prova para médico generalista, muito mais fácil que a de revalidação”, revela.

Para Andréia, há um “grande preconceito” por parte dos profissionais brasileiros em relação aos médicos formados em outros países, o que cria um entrave para a revalidação dos diplomas.

“Seria justo se os profissionais que se formam no Brasil fizessem as mesmas provas que nós, para ver se realmente se comprova uma suposta má formação de nossa parte, bem como discursa a categoria médica brasileira”, observa.

Os dois médicos defendem a realização de uma avaliação dos conhecimentos dos profissionais graduados no exterior, mas destacam que as provas atuais não cumprem esse papel, porque não são aplicados testes adequados para auferir o conhecimento.

“As provas teóricas e práticas atuais não levam em conta as complexidades. Seria muito melhor colocar esse médico para trabalhar sob um tutor e, a partir daí, se instaurar uma avaliação rigorosa e permanente. Mas isso não tem sido pensado”, pontua Augusto.

Formação

A concepção de medicina ensinada nas universidades impede também que os estudantes vejam a luta pela saúde além do tratamento de doenças.

“Nas universidades de medicina, só se vê doença. Não se fala em saúde. Como você pode lutar pela saúde se só vê doenças? Também é saúde lutar pelo direito à cidade e por um sistema público de saúde de qualidade”, destaca Augusto.

De acordo com o militante, a concepção de saúde deve ultrapassar uma formação técnica. “O médico deve exercer a medicina a favor da construção de um país mais saudável, sem esperar que as pessoas ou uma comunidade adoeça para depois intervir sobre ela, pois é o modo de vida que vivemos que gera as doenças do país”, defende.

Andréia quer se tornar professora de medicina para colaborar para a mudança da forma de ensinar das universidades. Ela se classificou na primeira fase do concurso para lecionar na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

Segundo ela, o campo da educação deve ser ocupado por aqueles que querem democratizar a educação. “Precisamos formar profissionais com um novo perfil, realmente voltados para atender o povo, para se fixar nos locais de difícil acesso, não só nos grandes centros como hoje. É um campo interessante de atuação”.

 

 

José Coutinho Júnior, da página do MST

Papa Francisco cria grupo de cardeais para estudar reforma da Igreja

 

 (Foto: Mastrangelo Reino/Frame/Folhapress)
(Foto: Mastrangelo Reino/Frame/Folhapress)

Um mês após sua eleição para suceder Bento XVI, que renunciou ao pontificado no dia 28 de fevereiro, o papa Francisco criou um grupo de oito cardeais de todos os continentes para “aconselhá-lo no governo da Igreja” e estudar um projeto de reforma da Constituição da Cúria. A criação do grupo foi anunciada nesse sábado (13), em comunicado da Secretaria de Estado do Vaticano.

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Com isso, o papa inicia a reforma, depois de um período inicial em que se manteve discreto acerca desses assuntos, enquanto defendia uma Igreja misericordiosa, pobre e missionária.

Os cardeais nomeados são dois europeus, dois latino-americanos, um norte-americano, um indiano, um congolês e um australiano. Alguns deles apareciam, antes do conclave que elegeu Francisco, entre os prováveis sucessores do papa Bento XVI.

Os cardeais vão trabalhar na revisão da Constituição Apostólica Pastor Bonus, do papa João Paulo II, na Cúria Romana.

Segundo o comunicado do Vaticano, a primeira reunião do grupo será de 1º a 3 de outubro, mas o papa já está em contato com os oito cardeais.

O porta-voz da Santa Sé, padre Federico Lombardi, disse hoje, em entrevista coletiva, que o papa Francisco mostrou ter recebido as sugestões feitas pelo Colégio Cardinalício durante as Congregações Gerais, na preparação do conclave que o elegeu no mês passado. De acordo com Lombardi, o grupo de cardeais foi “convocado para aconselhar”, mas quem realmente ajuda o papa a governar a Igreja, todos os dias, é a Cúria Romana, com seus colaboradores estáveis e permanentes.

Da Agência Lusa e da Rádio Vaticano