Arquivo da tag: estuda

Justiça estuda expandir uso de tornozeleiras eletrônicas para aumentar vagas nos presídios

O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) do Tribunal de Justiça da Paraíba se reuniu, na manhã desta sexta-feira (6), para deliberar sobre vários pontos relacionados aos apenados e unidades prisionais de todo o Estado. Os integrantes do Grupo traçaram estratégia para aumentar o número de vagas nos presídios do Estado, para a expansão do uso das tornozeleiras eletrônicas, a realização de mutirão e participação orçamentaria por parte do Governo do Estado.

O encontro de trabalho aconteceu na Presidência do TJPB e foi conduzido pelo gestor do Grupo, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, com a presença de juízes da área de Execução Penal, da gestora do Projeto Justiça Presente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do Poder Executivo, Ministério Público e assessores do Tribunal.

Segundo o gestor do GMF, o objetivo é diminuir a superpopulação carcerária e alcançar políticas públicas de desencarceramento com responsabilidade. “Não podemos, simplesmente, soltar as pessoas, sem ter um olhar voltado para a sociedade. Temos uma preocupação com a superpopulação carcerária, onde estamos conseguindo avanços consideráveis, levando em conta, principalmente, o uso da tornozeleira eletrônica”, comentou o desembargador Joás de Brito.

De acordo com os dados trazidos pelo secretário de Administração Penitenciária, coronel Sérgio Fonseca, em abril deste ano, apenas 300 apenados eram monitorados eletronicamente. Atualmente, são 1.214 presos que utilizam a tornozeleira eletrônica, enquanto 12.176 apenados estão distribuídos nos presídios e cadeias públicas do Estado. A expectativa é que as tornozeleiras eletrônicas possam alcançar 2.200 presos.

“Mostramos que o controle dessa população já é feito pela Secretaria e vamos disponibilizar os dados para o GMF, por meio de nossa Seção de Estatística. Assim, será possível acompanhar os números diários de quantos presos existem em cada unidade prisional”, adiantou o secretário de Administração Penitenciária.

Para o coordenador do Centro de Apoio Operacional às Promotorias Criminais e Execução Penal, o promotor de Justiça Lúcio Mendes Cavalcanti, a reunião foi extremamente importante e vários pontos foram dissecados para o aprimoramento do sistema penitenciário, envolvendo as responsabilidades de cada um dos representantes institucionais. Dentre os temas trazidos à mesa, o coordenador destacou a Resolução nº 05/2016 do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), que dispõe sobre os indicadores para fixação de lotação máxima nos estabelecimentos penais.

Segundo ele, embora o Estado da Paraíba tenha avançado muito nesse aspecto, após a adoção das tornozeleiras eletrônicas, ainda há bastante campo para se trabalhar. Ficou definido que deverá haver um acompanhamento constante do percentual de ocupação do sistema. “Isso implica, basicamente, em duas estratégias: ampliação no número de vagas nos presídios e redução da superlotação, a partir do acompanhamento dos casos em que isso possa ser feito”, disse.

Já para a gestora do Projeto Justiça Presente do Conselho Nacional de Justiça, Ana Pereira, uma das principais demandas é a recomendação aos tribunais de Justiça dos estados para que incidam junto ao Poder Executivo a inclusão de previsão orçamentária destinada à implementação da Política Nacional de Alternativas e da Política de Atenção às Pessoas Egressas do Sistema Prisional. “Como isso envolve recurso, é preciso que exista a compreensão do Estado para que se inclua essas pautas na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), na Lei Orçamentária Anual (LOA) e no Plano Plurianual (PPA)”, explicou.

Ana Pereira também destacou a importância da viabilização de estratégias de parcerias entre o CNJ, TJPB e Governo do Estado para viabilizar a implantação da Central Integrada de Alternativas Penais (Ciap), no Núcleo de Audiências de Custódia, conforme a Resolução nº 213/2015.

Mutirão – A juíza da 1ª Vara Mista da Comarca e coordenadora dos Mutirões Carcerários na Paraíba, Lilian Frassinetti Correia Cananéa, ressaltou que ainda foi definida a expedição de guias provisórias junto à Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec) do TJPB, como a realização de um mutirão na Comarca de Guarabira.

“Conseguimos junto a Presidência, que autorize a Ditec a fazer um bloqueio, impedindo que o processo com réu preso venha para julgamento na Câmara Criminal, sem que a guia provisória tenha sido expedida”, comentou. Sobre o esforço carcerário, a magistrada adiantou que os trabalhos devem ter início no próximo dia 23.

Arquivo A Crítica

Por Fernando Patriota/Ascom-TJPB

 

 

 

Ministério da Justiça estuda reduzir o imposto do cigarro para conter o contrabando

O Ministério da Justiça (MJ) deve decidir, até o fim de junho, se vai propor a redução de impostos sobre cigarros fabricados no Brasil. Em março, uma portaria assinada pelo ministro Sérgio Moro instituiu um grupo de trabalho para avaliar se mudanças nos impostos ajudarão a “diminuir o consumo de cigarros estrangeiros de baixa qualidade”.

A instauração do grupo foi criticada por especialistas em saúde e por entidades do setor, inclusive ligadas ao próprio Ministério da Saúde (veja mais abaixo). Profissionais da área afirmam que a medida não seria suficiente para reprimir o mercado ilícito de cigarros, contribuiria para o aumento do número de fumantes e acarretaria custos.

O que se sabe sobre a iniciativa do MJ:

  • Ministério informou em nota que estuda “formas de diminuir o consumo de cigarros contrabandeados, sem aumentar o consumo no Brasil”.
  • Governo afirma que os ministérios da Economia e da Saúde foram chamados a participar das discussões.
  • Pasta cita como uma das bases da discussão no Grupo de Trabalho um estudo de economistas que questiona a “eficiência da estratégia de aumentar tributo” na redução do tabagismo.
  • Oficializado em 23 de março, grupo tem 90 dias para a concluir os trabalhos.
  • Em abril, o Conselho Nacional de Saúde (CNS), ligado ao Ministério da Saúde, recomendou o fim do grupo de trabalho.

As conquistas do combate ao tabaco:

  • A queda no tabagismo no Brasil é expressiva: o país já bateu a meta global, que é reduzir o percentual de fumantes na população para 15%.
  • Em 2017, o total de fumantes na população brasileira era de 10,1% (2017), segundo o Ministério da Saúde. Em 1989, 34,8% da população brasileira fumava, segundo a OMS.
  • Uma estimativa publicada em estudo na revista “PLOS Medicine”, em 2012, aponta que cerca de 420 mil mortes foram evitadas no Brasil por políticas públicas implementadas entre 1989 e 2010.
  • OMS estima que um em cada 10 cigarros consumidos globalmente sejam comprados no comércio ilegal.
  • O Instituto Nacional do Câncer (INCA) diz que aumento de preços na ordem 10% seria capaz de reduzir o consumo em cerca de 8% em países como o Brasil.

Após mais de um mês de sua oficialização, o Grupo de Trabalho realizou uma “reunião preliminar”, conforme informado ao G1 pelo ministério. A pasta não informou a lista dos participantes, mas disse que representantes dos ministérios da Saúde e da Economia foram convidados.

Questionado pelo G1 sobre se existiam estudos que serviram como base para o debate sobre a redução de impostos, o Ministério da Justiça citou um estudo de três economistas apresentado em 2017. No texto “Uma alternativa de combate ao contrabando de cigarro a partir da estimativa da Curva de Laffer e da discussão sobre a política de preço mínimo”, os economistas Mario Antonio Margarido, Matheus Lazzari Nicola e Pery Francisco Assis Shikida concluem que a “eliminação da estratégia de preços mínimos (…) afetaria drasticamente a rentabilidade da indústria ilegal de cigarros”.

O estudo avalia que, em um dos cenários de mudança de política de preços por eles simulada, o aumento do faturamento da indústria nacional seria de R$ 7,526 bilhões e de R$ 2,547 bilhões na arrecadação por meio do IPI.

Os pesquisadores acreditam que a mudança na política de preços levaria “fumantes de cigarros ilegais para o consumo dos cigarros legais.” Além disso, os economistas citam que os recursos arrecadados poderiam ser usados em campanhas educativas e que a medida “reduziria gastos em saúde”, já que os cigarros ilegais apresentam “baixa qualidade”.

G1 

 

 

Temer estuda ação contra Janot se PGR apresentar nova denúncia

O presidente Michel Temer estuda mover uma ação contra o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se a PGR apresentar uma nova denúncia contra ele com base nas delações dos executivos do grupo J&F, que controla a JBS.

No mês passado, Temer foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal pelo crime de corrupção passiva e a Procuradoria Geral da República já trabalha na fundamentação de uma segunda denúncia, por obstrução de Justiça.

Em razão disso, o governo decidiu abrir uma artilharia política contra a estratégia de Janot de dividir a denúncia.

A estratégia do Palácio do Planalto é esperar a apresentação da segunda denúncia para tentar levar o caso para o plenário do Supremo Tribunal Federal.

“O procurador-geral teria que ter apresentado uma única denúncia baseado na gravação [de Joesley Batista, dono da JBS]. Isso será questionado”, disse  um auxiliar de Temer.

 

G1 

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Ministério da Saúde estuda fracionar doses de vacinas contra a febre amarela

Vacinas contra febre amarela distribuídas na rede pública (Foto: Divulgação/ Sesa)
Vacinas contra febre amarela distribuídas na rede pública (Foto: Divulgação/ Sesa)

O Ministério da Saúde informou que estuda a possibilidade do fracionamento das doses de vacina contra a febre amarela para imunizar um maior número de pessoas. Segundo a pasta, o efeito é o mesmo da dose comum e o que muda é a duração da imunidade, que passa a ser de apenas 1 ano.

Ontem, durante o 3º Encontro da Rede Nacional de Especialistas em Zika e doenças correlatas (Renezika), em Brasília, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse que o fracionamento da vacina ocorre quando um diluente é adicionado e a ampola que seria de 10 doses se transforma em 50 doses, com um ano de proteção. Segundo Barros, pessoas que tomarem a vacina fracionada, caso essa seja a decisão do governo, terão que se vacinar novamente.

A medida será discutida na próxima terça-feira (4) quando o ministério deve receber o levantamento dos estados com informações sobre o número de doses extras de vacina necessárias para a imunização das áreas de risco. Com as informações, os gestores devem decidir a estratégia a ser adotada pelo governo.

Segundo Barros, além do fracionamento, o ministério também analisa a viabilidade de importação das doses. “Vamos adotar ou uma importação ou um fracionamento da vacina”, disse ontem.

De acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Saúde, caso o fracionamento seja apontado como o melhor meio para proteger a população, as vacinas passarão a ser oferecidas em locais considerados emergenciais.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os países deem prioridade de imunização em áreas de riscos, onde a população vive  ameaçada pelo vírus da febre amarela.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Record escala diretor para censurar Xuxa e já estuda rescisão de contrato

xuxaMenos de um ano após a contratação, a relação de Xuxa com a Record está em níveis altíssimos de tensão. Na última segunda-feira (18), um alto executivo da área artística, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, fez uma espécie de censura pós-edição do programa, previamente gravado. Cumprindo recomendação da igreja, o diretor viu todo o programa atento a cada frase de Xuxa. Sua missão era eliminar tudo o que julgasse chulo, vulgar e imoral. Paralelamente, advogados da Record já destrincham o contrato de Xuxa. Estão se preparando para uma eventual rescisão.

A censura pós-edição deve se repetir hoje, com o primeiro programa gravado em 2016. A convidada do dia é a funkeira Ludmilla. A Record quer evitar que Xuxa repita situações consideradas constrangedoras, como ocorreu quando ela recebeu as cantoras Anitta e Preta Gil, o apresentador Sérgio Mallandro e a atriz Luana Piovanni. Não quer sua principal estrela falando de masturbação e uso de brinquedinhos sexuais na cama.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Na semana passada, o principal convidado de Xuxa era o apresentador Marcelo Rezende. A loira, mais uma vez, roubou as atenções ao falar que sofreu abuso sexual na infância. Revelou que foi cantada por um professor de matemática quando tinha 11 anos. O executivo escalado pela Record/Igreja Universal do Reino de Deus estava preocupado principalmente com esse trecho.

Xuxa e Record estão em crise desde outubro, apenas dois meses após a estreia do Xuxa Meneghel. Além do excesso de referências sexuais, a emissora está descontente com o desempenho do programa no Ibope e no mercado publicitário. Há duas semanas, a atração marcou apenas 4,9 pontos, sua pior média. Levou uma “surra” do Programa do Ratinho, que no confronto registrou 11,7. Xuxa também tem sofrido derrotas consecutivas para o Máquina da Fama, do SBT. A Record esperava mais dela, em conteúdo, audiência e anúncios.

Xuxa, por sua vez, tem reclamado nos bastidores de falta de condições de trabalho. Primeiro, ela ficou insatisfeita com a decisão da emissora de terceirizar sua produção no Rio de Janeiro, arrendando seu complexo de estúdios para a produtora Casablanca. Os funcionários de Xuxa tiveram que rescindir com a Record e assinar novo contrato com a Casablanca, muitos em condições piores do que antes. Xuxa perdeu vários colaboradores. Eles argumentaram que deixaram a Globo para trabalhar na Record, não para a Casablanca.

Em novembro, a Record decidiu passar a gravar previamente o programa de Xuxa. A medida tem dois fins: reduzir custos com horas extras e adicional noturno gerados pelo programa ao vivo e evitar situações constrangedoras. Xuxa tentou de várias formas reverter a situação. Queria muito voltar com o programa ao vivo nesta segunda (25). Afinal, essa foi uma das justificativas para ela assinar com a Record, em março do ano passado, após ter sido dispensada pela Globo.

Diante desse quadro, advogados da Record já estudam o contrato da emissora com Xuxa. Buscam saídas que permitam uma rescisão menos traumática, como ocorreu com Gugu Liberato em 2013. Na época, Gugu tinha contrato até 2018. Sua multa chegava a quase R$ 300 milhões. A Record conseguiu negociar por um terço disso e ainda manteve o artista em seu elenco, agora como coprodutor, com um custo muito inferior ao do contrato assinado em 2009.

A tensão entre Xuxa e Record ainda não chega ao ponto de discussão do contrato. Ainda não se fala em rescisão. Mas os advogados da emissora não querem ser pegos desprevenidos.

 

Uol

Governo estuda liberar cassinos e bingos no país

cassinoA pedido do Palácio do Planalto, o Ministério do Turismo iniciou no final do ano passado uma ampla pesquisa para avaliar os impactos da eventual liberação de cassinos no Brasil e os possíveis modelos de exploração de jogos de azar.

O G1 apurou que a pesquisa servirá para subsidiar a proposta que o Executivo vai defender no Congresso Nacional para permitir essa atividade e aumentar, com isso, a arrecadação da União e dos estados.

A proposta inicial, conforme a apuração do G1, é autorizar a instalação de cassinos somente em hotéis e mediante regulamentação.

No final do ano passado, líderes da base aliada disseram ter sido consultados, em reunião com a presidente Dilma Rousseff, sobre a possibilidade de aprovar um projeto de lei que permita jogos de azar no país. No entanto, nenhum representante do governo falou, até hoje, oficialmente sobre o tema.

Embora o Palácio do Planalto não tenha divulgado um posicionamento sobre o assunto, o ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, responsável pela articulação política defende, pessoalmente a liberação do jogo.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Já tramitam tanto na Câmara quanto no Senado propostas de liberação de jogos de azar.

O governo deverá usar os dados da pesquisa feita pelo Ministério do Turismo para modificar esses projetos em tramitação ou apresentar um novo texto.

Segundo apurou o G1, antes de dar início a uma articulação junto aos parlamentares, Berzoini aguarda o estudo para definir, junto ao núcleo político do Planalto, como serão as estratégias do Executivo no Congresso Nacional.

A pesquisa do Ministério do Turismo teve início no último trimestre de 2015. O ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), já se reuniu com empresários donos de cassinos de Las Vegas, nos Estados Unidos, e de Punta del Leste, no Uruguai. O objetivo foi obter informações sobre a lucratividade do setor e modelos de operação das casas de jogos.

Henrique Alves também pretende se reunir com representantes de países que permitem o funcionamento de cassinos, a fim de conhecer os modelos de tributação e as regras adotadas pelos governos para evitar que a exploração de jogos seja usada para o cometimento de crimes como lavagem de dinheiro.

Uma das propostas estudadas pelo Ministério do Turismo é liberar jogos de azar somente em estados mais pobres ou remotos do país, como o Acre, para desenvolver a economia e estimular o turismo nessas regiões.

Um dado que o governo pretende usar para fortalecer o argumento em defesa dos cassinos e bingos é o fato de que somente 50 dos 194 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU) proíbem jogos de azar.

G1

PMDB estuda aliança com socialistas no 1º turno; Olenka quer permanência de JM na presidência

olenkaO PMDB, como se sabe, se prepara para reconduzir o senador José Maranhão à presidente estadual do partido na convenção prevista para o final do mês. Apesar do clima de disputa, a deputada Olenka Maranhão, entrevista a TV Arapuan nesta quarta-feira (7), avalia que haverá um consenso em torno da permanência de JM à frente do comando da legenda na Paraíba. Na opinião dela, não existem motivos para mudanças e que a sigla terá candidatura a prefeito onde for “possível”, resguardando a aliança com o PSB do governador Ricardo Coutinho.

“Em primeiro lugar, Maranhão tem legitimidade e referência para permanecer à frente do PMDB, além de ser o nome capaz de unir as correntes do partido. Eu vejo que não haverá disputa, até porque há praticamente uma decisão consensual em torno da definição neste sentido. Ou seja, em time que está ganhando não se mexe”, observou.

Sobre as candidaturas nas eleições do próximo ano, Olenka sustentou que PMDB e PSB devem caminhar juntos, no mesmo palanque. “Nos municípios em que for ‘possível’ a aliança nós estaremos unidos, pois somos aliados e minha posição é claro e confortável”. Porém, não deixou claro se a sigla terá candidatura própria nas eleições de João Pessoa e Campina Grande. “Onde for ‘possível’ estaremos unidos”, reiterou.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Olenka adiantou, ainda, pertencer a base governista na Assembleia Legislativa e disse que “minha posição é clara e confortável, até porque sigo a orientação do meu partido e integro a base de um governo bem avaliado, não apenas em João Pessoa, mas em toda a Paraíba”, frisou ao lembrar o resultado da recente pesquisa veiculada pelo Sistema Arapuan na sondagem feita pelo Instituto Opinião.

“Por isso”, prossegue ela, “é muito cômodo para eu estar nesta condição e entende que a nossa aliança com o PSB será importante nas eleições do próximo ano”. Sem querer fazer mistério, Olenka acrescentou: “Eu defendo a aliança com o PSB e existe uma tendência muito forte que venha ocorrer”.

– Inclusive em João Pessoa? Perguntou o repórter.

Olenka assim respondeu: “Dentro do ‘possível’, mas entendo uma tendência também aqui em João Pessoa”, concluiu.

Marcone Ferreira

Cagepa estuda liberação de água para os municípios abastecidos pelas barragens de Canafístula I e II

barragemAs últimas chuvas trouxeram alívio aos paraibanos que sofrem com a estiagem. A barragem de Lagoa do Matias, que estava com 29% de volume, já chega a 75% com as recargas das últimas semanas. Com a subida de nível, as seis localidades abastecidas pelo manancial saíram nesta quarta-feira (22) do sistema de racionamento: Belém, Caiçara, Logradouro e os distritos de Rua Nova, Cachoeirinha e Braga. São mais de 30 mil paraibanos que voltam a receber água tratada e de qualidade nas torneiras.

De acordo com o presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Marcus Vinícius Neves, em paralelo ao acompanhamento das previsões feitas pela Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), a companhia vem realizando estudos técnicos para verificar onde é possível abrandar ou suspender o esquema de racionamento.

“Essa chuva é muito bem vinda e alivia um pouco a situação de algumas regiões, como o Brejo. Esperamos que as precipitações se prolonguem até agosto para que possamos retomar o abastecimento em outros locais”, comentou.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

No município de Serraria, o racionamento – que estava sendo executado nos finais de semana – foi suspenso na última sexta-feira (17), já que a barragem de nível existente na cidade registrou boa recarga com as chuvas deste mês.

O presidente da Cagepa explica ainda que a Diretoria de Operação e Manutenção está estudando um novo plano de racionamento para os municípios abastecidos pelos açudes Canafístula I e II, que também tiveram aumento no volume. “Atualmente, Canafístula I só abastece as cidades de Pirpirituba, Duas Estradas, Sertãozinho, Lagoa de Dentro e Serra da Raiz durante três dias na semana. Mas com a subida de nível de 16% para 25%, está sendo analisada a possibilidade de abrirmos as torneiras por mais dias para a população. Já Canafístula II estava em colapso desde abril, com menos de 2% de sua capacidade, e agora, com 21%, estudamos uma forma de, pelo menos, abastecer algumas das cidades atendidas pelo sistema por alguns dias, em regime de racionamento”, explicou o presidente.

Canafístula II atende as cidades de Solânea, Bananeiras, Cacimba de Dentro, Araruna, Riachão, Tacima, Dona Inês, Damião e os distritos de Barreiros, Logradouro, Cozinha, Cachoeirinha e de Bola.

Focando a Notícia com MaisPB 

Deputado da oposição não aguenta críticas e estuda possibilidade de desistir da vida pública

RANIERYConsiderado pelos jornalistas que cobrem a Assembleia Legislativa da Paraíba como um dos parlamentares mais atuantes, o deputado estadual Raniery Paulino (PMDB) vive um momento político bastante delicado: está envolto a um verdadeiro dilema familiar e sofre um sério processo de desgaste junto à imprensa em Guarabira, sua principal base política.

Tido como um nome certo para migrar da bancada oposicionista para os braços do governador Ricardo Coutinho (PSB), Paulino que decidiu permanecer na oposição, encontra fortes resistências dentro de casa por conta do posicionamento político dos seus pais, Roberto e Fátima, que abraçaram o projeto socialista e esperavam uma sinalização de apoio do filho à bancada governista. É válido destacar que hoje, o líder do Clã Paulino, o ex-governador Roberto Paulino tem dado declarações de insatisfações com o tratamento dispensado por Ricardo Coutinho, situação que pode ser revertida com uma boa conversa, assim como aconteceu no segundo turno das últimas eleições.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Se não bastassem os problemas partidários, pois é figura isolada do PMDB na Casa de Epitácio Pessoa, Raniery que é tido como uma pessoa transparente e de caráter enfrenta um inimigo silencioso: o secretário executivo da Comunicação Célio Alves que tem pretensões políticas na Rainha do Brejo paraibano.

Informações de bastidores obtidas pelo PB Agora, dão conta que Raniery não tem aguentado as críticas diárias desferidas pelos radialistas ligados ao esquema
governistas e já estuda a possibilidade de abandonar a política ao término do mandato.

O PB Agora também tomou conhecimento que o deputado, que exerce o seu terceiro mandato na Casa de Epitácio Pessoa, não aguentou as calúnias e a boataria lançada no seu principal reduto político, fazendo com que estude a possibilidade de lançar um parente nas próximas disputas representando o grupo Paulino.

“São diminutas as chances dele disputar a Prefeitura de Guarabira”, contou uma pessoa próxima ao parlamentar pedindo anonimato.

“Raniery anda muito triste, tudo por conta da baixaria na política!”, desabafou o interlocutor. O PB Agora entrou em contato com o deputado Raniery Paulino e o seu celular estava desligado,

Henrique Lima

PB Agora

Cientista brasileira que estuda buracos negros ganha prêmio da ONU

thaisaA cientista brasileira Thaisa Storchi Bergmann, professora em Porto Alegre e especialista nas áreas de física e astronomia, está entre as vencedoras do prêmio L’Oréal-Unesco para Mulheres na Ciência.

A láurea é um reconhecimento a mulheres que têm destaque no meio científico e que contribuíram para o avanço em pesquisas.

Thaissa possui doutorado em física pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e fez pós-doutorado na Universidade de Maryland e no Instituto do Telescópio Espacial.

Atualmente ela é professora associada do Instituto de Física da UFRGS e chefia o departamento de Astronomia e Grupo de Pesquisa em Astrofísica.

Sua área de pesquisa é em astrofísica extragaláctica, com foco nos processos de alimentação e feedback de buracos negros supermassivos em galáxias.

Segundo informações da Rádio ONU (Organização das Nações Unidas), além da brasileira, mulheres cientistas que trabalham no Canadá, China, Marrocos e Reino Unido também receberão o prêmio.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Segundo a Unesco, ainda é preciso avanços para alcançar equilíbrio de gênero na ciência. Apenas 30% dos pesquisadores no mundo são mulheres.

A agência da ONU anunciou que 2015 é o Ano Internacional da Luz e das Tecnologias baseadas em Luzes. Segundo a Unesco, esse ano celebra a ciência e o conhecimento em todo o mundo.

G1