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Pouco lembrado, estresse financeiro é uma das principais ameaças à saúde mental

Este mês acontece a campanha Setembro Amarelo, criada para promover a conscientização e prevenção do suicídio. É um período marcado pela discussão de temas ligados à saúde mental, porém um fator bastante importante nessa equação costuma ser pouco mencionado: a saúde financeira. Os problemas financeiros, comprovadamente, são grandes fontes de preocupação e até depressão. Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 69% das pessoas endividadas sofrem de ansiedade. Insegurança (65%), estresse (64%), angústia (61%), desânimo (58%), sentimento de culpa (57%) e baixa autoestima (56%) também aparecem no estudo.

A pesquisa revela, ainda, que o endividamento atinge até mesmo a vida profissional e social dos entrevistados, com 25% dos pesquisados afirmando terem ficado mais desatentos e menos produtivos no ambiente de trabalho.

De acordo com a Investor Pulse, pesquisa realizada pela BlackRock, 71% dos brasileiros acreditam que sua saúde financeira afeta diretamente seu bem-estar. Além disso, quase 60% afirmam que é o dinheiro – no caso, a falta dele – o que mais causa estresse em suas vidas.

Algumas empresas já começam a se preocupar com o estresse financeiro de seus funcionários e seus impactos sobre sua produtividade e saúde mental. A fintech Magnetis, primeira gestora de investimentos digital, oferece o primeiro benefício corporativo de bem-estar e educação financeira do país, chamado Magnetis Para Empresas. O programa tem duração mínima de 12 meses e a dinâmica é muito parecida com a dos planos de saúde, em que as empresas pagam por vida. O serviço começa com palestras para a equipe, com o objetivo de despertar o interesse em educação financeira. Através de um questionário, cada colaborador identifica seu perfil e recebe recomendações para planejar melhor sua vida financeira. O programa ainda inclui uma plataforma digital de educação financeira, em que o colaborador vai aprender os ensinamentos essenciais de acordo com seu perfil financeiro, e diferentes tipos de consultoria individualizada.

Em apenas dois anos, o benefício já foi adotado por dezenas de empresas de diferentes segmentos, como Leo Madeiras, GPS Investimentos, Edools, Transunion, Arquivei, Olist, Megamamute e Monashees.

Mais informações em: empresas.magnetis.com.br/

Sobre a Magnetis

Magnetis é a primeira gestora de investimentos digital fundada no Brasil. Desde 2015, usa a tecnologia para ajudar as pessoas a investir no que importa, oferecendo a melhor rentabilidade ajustada ao perfil de cada cliente. Com algoritmos que escolhem as melhores carteiras e um time de consultores sempre à disposição, já montou mais de 230 mil planos de investimento e tem mais de R$ 300 milhões sob gestão. Foi vencedora do prêmio Fintech Awards Latam em 2017, na categoria modelo de negócios. É parceira da GPS Investimentos, subsidiária do grupo suíço Julius Baer e maior gestora independente de patrimônio de alta renda no Brasil, e da Easynvest, corretora de valores com mais de 50 anos de atuação no mercado. Saiba mais em www.magnetis.com.br

Acesse: http://magnetis.com.br/

 

 

Condenado a 14 anos de prisão homem que estuprava enteada para ‘tirar o estresse’, na PB

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) condenou de maneira definitiva, nesta quarta-feira (9), após analisar recursos, um homem acusado de ter estuprado por cinco vezes a própria enteada, que tinha nove anos. Os crimes ocorreram entre os anos de 2015 e 2016, na região do município de Sousa, Sertão paraibano, a 440 quilômetros de João Pessoa. Quando foi preso, o réu afirmou que abusava da menina para “tirar o estresse”.

De acordo com o processo, em 2015, o réu constrangeu a enteada à prática de atos sexuais diversos e ainda ameaçou de matá-la, caso ela contasse os fatos para alguma pessoa. Os crimes só foram descobertos em janeiro de 2016 quando o irmão menor da vítima descobriu os abusos e denunciou o padrasto.

Na primeira decisão judicial, o réu foi condenado à pena de 11 anos e 8 meses de reclusão, a ser cumprida, inicialmente, no regime fechado pela prática de um único crime de estupro de vulnerável.

Nos recursos analisados nesta quarta, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) solicitou reforma da decisão e aumento da pena. Já o réu solicitou absolvição ao pedir que a Justiça desacreditasse a denúncia porque o exame sexológico não confirmou estupro. O relator dos recursos, juiz Carlos Antônio Sarmento, não acolheu a tese de inocência da defesa.

“O conjunto probatório é farto e aponta para uma única direção: O réu realmente praticou as lamentáveis condutas criminosas descritas nos autos e agiu com vontade livre e consciente de constranger sexualmente a vítima a praticar atos libidinosos diversos da conjunção carnal, amoldando-se à figura típica prevista no art. 217 – A do Código Penal”, disse o juiz.

Com a decisão, o réu vai permanecer preso e cumprir a pena estabelecida no julgamento desta quarta-feira.

Portal Correio

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Sintomas de estresse: você pode não notar, mas ele muda seu corpo de 21 maneiras

Seja por excesso de responsabilidade, preocupações ou situações de perda, o estresse potencializa a ação do sistema endócrino e gera mudanças físicas no organismo, levando ao descontrole emocional e até mesmo criando doenças. Uma alternativa para perceber a hora de reduzir o ritmo é observar os sinais e sintomas do estresse no corpo.

O que é estresse e por que o sentimos?

De acordo com a psiquiatra Elizabeth Zamerul Ally, que também é psicoterapeuta e especialista em dependência química e codependência, o organismo reage a momentos de tensão ou ameaça com a ativação do estado de alerta, que promove diversas reações bioquímicas com o intuito de salvar a pessoa do possível perigo.

Dentre elas, estão a produção e liberação quase imediatas de neurosubstâncias criadas pela glândula suprarrenal, as chamadas catecolaminas, como adrenalina, noradrenalina e cortisol. As duas primeiras dilatam os vasos sanguíneos de órgãos vitais do corpo, a fim de preservá-los perante a situação de risco, e diminuem a circulação dos locais menos importantes. Já o segundo aumenta a glicemia e transforma gordura em energia disponível.

O problema é que em longo prazo a liberação de hormônios aumenta o risco cardíaco e o triglicérides, reduz a produção de insulina e ainda afeta o sistema imunológico, deixando o organismo frágil perante micro-organismos maléficos.

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Consequências

Em longo prazo, o estresse pode causar doenças psiquiátricas, como síndrome do pânico e transtorno de ansiedade, insuficiência das glândulas suprarrenais, problemas de tireoide, desregulação do ciclo menstrual e até diabetes. “Ainda não há um consenso do porquê uma pessoa evolui do estresse para doença, mas as alterações hormonais que ele acarreta provocam repercussões orgânicas e mentais importantes”, ressalta a psiquiatra Elizabeth Zamerul Ally.

Sintomas de estresse

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A psiquiatra conta que os sintomas de estresse no corpo variam de acordo com o organismo e a personalidade de cada pessoa. De modo não específico, podem surgir:

  • Tensão excessiva e constante
  • Dor muscular
  • Agitação
  • Impaciência
  • Tremor
  • Fraqueza
  • Fadiga que surge mesmo após atividades simples
  • Enjoo
  • Irritação
  • Palpitação
  • Suor frio
  • Diarreia
  • Dificuldade em dormir
  • Falta de ar
  • Tontura e vertigem
  • Memória fraca
  • Boca seca
  • Calafrios
  • Formigamento
  • Queda de cabelo (Alopecia areata)

Apesar disso, a presença de sintomas por si só não caracteriza estresse. “Cada sinal precisa ser analisado em conjunto com outras manifestações concomitantes, além de todo o contexto da pessoa, histórico de sintomas e circunstâncias”, lembra a especialista.

Sintomas de estresse na pele

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O estresse ainda pode causar ou agravar doenças de pele, em um fenômeno chamado de psicodermatose, como dermatite de contato alérgica, caspa, psoríase, vitiligo e suor excessivo.

A piora de quadros herpes também surge em decorrência da diminuição da imunidade.

Como aliviar?

Assim como grande parte das doenças, a tríade alimentação saudável, prática de exercícios físicos e mudança de hábitos pode auxiliar. A última ação refere-se a dormir adequadamente, abandonar vícios e tentar manter um equilíbrio entre trabalho, família e lazer.

A prática de meditação e atividades relaxantes, como Yoga, também ajuda.

Caso o indivíduo não consiga aliviar a sensação sozinho, é indicado a realização da psicoterapia, que o auxiliará a viver o presente, deixar de perseguir o impossível e ter pensamentos positivos.

O uso de medicamentos só é indicado caso o psiquiatra entenda que o bem-estar do indivíduo é afetado pela reação. Neste caso, são receitados principalmente tranquilizantes.

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Casar relaxa? Pessoas casadas têm menores níveis do hormônio do estresse

casal-felizUm estudo da Universidade de Carnegie Mellon, nos EUA, mostrou que os casados podem ter sorte no amor e na saúde. Pesquisadores encontraram uma evidência biológica para explicar como o casamento afeta a saúde e faz com que os casados sejam mais saudáveis que solteiros, divorciados e viúvos.

Durante três dias (não consecutivos), os cientistas coletaram amostras de saliva de 527 adultos saudáveis que tinham entre 21 e 55 anos. A cada 24 horas, amostras foram retiradas e testadas para o hormônio do estresse, o cortisol.

Em todos os testes, os participantes casados registraram níveis mais baixos do hormônio do estresse do que os solteiros ou os que já casaram anteriormente. O resultado, publicado na revista Psychoneuroendocrinology, suporta a crença de que os solteiros enfrentam mais estresse psicológico do que os que estão casados.

O estresse prolongado é associado com níveis aumentados de cortisol, que podem interferir na capacidade do organismo para regular a inflamação, que por sua vez, promove o desenvolvimento e a progressão de muitas doenças.

É emocionante descobrir um caminho fisiológico que pode explicar como os relacionamentos influenciam na saúde e na doença.”

Brian Chin, da Universidade Carnegie Mellon

Os pesquisadores também compararam o ritmo diário do cortisol de casa pessoa. Tipicamente, os níveis de cortisol atingem o pico quando uma pessoa acorda e caem ao longo do dia. Os casados mostraram um declínio mais rápido, um padrão que tem sido associado com menos doenças cardíacas e maior sobrevivência entre pacientes com câncer.

“Esses dados fornecem informações importantes sobre o modo como nossas relações sociais íntimas influenciam nossa saúde”, afirma o diretor e coautor do estudo, Sheldon Cohen, professor de psicologia da Universidade Carnegie Mellon.

Uol

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Estresse pode influenciar a fertilidade e diminuir as chances de gravidez

estresseHá um certo senso comum sobre a ideia de que o estresse pode interferir no bom funcionamento do organismo. Mas um estudo recente da Escola de Saúde Pública da Universidade de Louisville, nos Estados Unidos, deu novos argumentos para reforçar essa tese.

Depois de monitorarem os níveis de estresse diários de 400 mulheres em idade fértil, os pesquisadores detectaram 40% menos de chance de engravidar naquelas que relataram sentirem níveis mais elevados de estresse.

“Os resultados mostraram que o estresse impacta a fase ovulatória do ciclo feminino e servem como alerta de que a saúde psicológica e o bem-estar são tão importantes para a concepção quanto outros fatores de risco, como o fumo, o álcool ou a obesidade”, disse a epidemiologista Kira Taylor, responsável pela pesquisa.

Ansiedade por engravidar

No Brasil, a influência das emoções sobre a fertilidade também vem sendo discutida. “A complexidade do tema se deve principalmente à dificuldade de mensurar o estresse, que é sentido por cada indivíduo de modo muito particular”, afirma o especialista em reprodução humana, Arnaldo Cambiaghi.

Ainda que não haja números que comprovem, a experiência prática do consultório é farta em exemplos de que há alguma interferência das emoções sobre a fertilidade. “São comuns casos de casais saudáveis que tentam engravidar sem sucesso, mas que conquistam seu objetivo quando decidem sair de férias ou param de pensar nisso. Isso mostra como a ansiedade pode atrapalhar o processo”, relata Cambiaghi.

O especialista em reprodução humana assistida Paulo Gallo de Sá concorda. Tanto que recomenda a suas pacientes não se preocuparem com a data da ovulação. “Não precisa ficar olhando o calendário. Basta ter relações sexuais três vezes por semana”, diz o ginecologista.

Por que isso acontece?

A relação entre o estresse e a fertilidade se explica porque o organismo é uma engrenagem que, para funcionar plenamente, precisa estar bem afinada. Biologicamente, a ansiedade e o estresse modificam o funcionamento da glândula hipófise, que fica no hipotálamo e produz hormônios importantes para a ovulação, como a gonadotrofina e a prolactina.

“Para a mulher ovular, o hipotálamo precisa liberar GnRH (hormônio liberador de gonadotrofina) em pulsos de determinado ritmo e amplitude. Se há irregularidade nestes pulsos, a ovulação pode não acontecer”, explica a ginecologista Carla Iaconelli, especialista em medicina reprodutiva.

Ela lembra que o estresse pode estar relacionado, ainda, a outros fatores, como ganho ou perda excessiva de peso, insônia e tabagismo, que são capazes de alterar os ciclos menstruais, reduzir a qualidade dos óvulos e embriões, aumentar as taxas de aborto e até desencadear ou piorar doenças relacionadas à infertilidade, como a endometriose.

Estresse sob controle

“Como o grau de resposta ao estresse é definido pela história de vida de cada um e está associado a fatores genéticos, o mais importante é encontrar uma maneira de reconhecer e administrar o estresse”, recomenda Carla Iaconelli.

Para isso, vale recorrer à meditação, ioga, acupuntura, atividade física, terapia, dedicar-se a hobbies, jogos, leitura, enfim, qualquer atividade que traga prazer e relaxamento, sugere a médica.

Ela ressalta que ao tratar a infertilidade, é preciso observar o casal e não apenas a mulher. “Diagnóstico e tratamento devem ser realizados para os dois, uma vez que o estresse também pode prejudicar a produção de espermatozoides e a vida sexual do casal”, diz.

Também é fundamental evitar atribuir ao estresse a causa de qualquer problema de fertilidade. De acordo com o ginecologista Paulo Gallo de Sá, casais sexualmente ativos que estão tentando engravidar há mais de um ano, sem sucesso, devem procurar um especialista para verificar se há fatores que possam afetar a fertilidade.

“Afirmar que a dificuldade de engravidar é decorrência da vida estressante sem uma investigação profunda é um erro, que pode fazer muitos casais perderem tempo e se frustrarem”, finaliza o médico.

Uol

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Pesquisadores de SP e Texas estudam causas do estresse crônico em crianças

Um grupo de pesquisadores do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com colegas da Texas Tech University (TTU), dos Estados Unidos, desenvolve um estudo que pretende identificar, nos dois países, causas comuns do estresse crônico, principalmente em crianças.

Abuso infantil
Abuso infantil é uma das principais causas do estresse em criançasMarcello Jr/Arquivo da Agência Brasil

O estresse crônico normalmente está relacionado à pobreza, abusos, conflitos familiares e uso de drogas. “Já detectamos que é comum, nas duas regiões, a alta prevalência de abuso infantil”, destacou a pesquisadora Andrea Parolin Jackowski, professora da Unifesp e coordenadora do projeto do lado brasileiro.

Informações preliminares do estudo indicam que, apesar das diferenças culturais, há semelhanças significantes nas reações das crianças dos dois países ao estresse tóxico: crianças que vivem em extrema pobreza em East Lubbock, no Texas, ou no centro-sul de Los Angeles, por exemplo, apresentam efeitos cognitivos e comportamentais semelhantes aos das que moram em favelas no Brasil.

“O que a gente percebe é que, independentemente do país que você resida, seja em um país como os Estados Unidos, que é um país desenvolvido, ou um país como o Brasil, que é um país em desenvolvimento, o estresse afeta da mesma forma o desenvolvimento da criança. Claro que existem diferenças culturais, que têm um papel importante, mas é uma forma de a gente poder fazer uma comparação entre as populações”, disse Parolin.

Em outubro, os pesquisadores do Texas vieram a São Paulo para conhecer os lugares pesquisados – como a região da cracolândia, no centro da capital paulista – e verificar in loco a realidade em que vivem as crianças que estão sendo estudadas pela coordenadora do projeto brasileiro. Em 2017, será a vez de os pesquisadores brasileiros irem aos EUA.

“A gente quer entender qual é o papel da cultura, das questões culturais no próprio desenvolvimento da criança, se são fatores protetores, aquilo que pode deixar o ambiente mais saudável e impedir que essa criança tenha uma doença no futuro. E entender também um pouco mais quais são os fatores de risco, porque existem questões que são muito peculiares de cada cultura”, ressaltou.

A pesquisa brasileira está sendo financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O intercâmbio entre os pesquisadores recebe apoio do programa São Paulo Researchers in International Collaboration (Sprint – em português, Pesquisadores de São Paulo em Colaboração Internacional).

Agência Brasil

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Ansiedade e estresse podem intensificar sintomas de gastrite

gastriteDispepsia significa dificuldade de digestão e se refere a sintomas de gastrite, como sensação de dor ou queimação no estômago, além de náuseas, sensação plenitude gástrica ou distensão abdominal. Dispepsia funcional é um termo utilizado para descrever o paciente que apresenta sintomas dispépticos, mas sem alterações nos exames realizados na investigação, ou seja, sem gastrites, parasitoses, doenças hepatobiliares ou outras.

A dispepsia funcional está relacionada a alterações na motilidade gastrointestinal, hipersensibilidade visceral, exposição ao suco gástrico, intolerâncias alimentares, alterações psicossociais e infecções.

É importante comentar a relação entre o cérebro e o trato digestivo. Sabemos que a simples visão e o cheiro de comida são capazes de aumentar motilidade e secreção gástricas. Desta maneira, podemos compreender a relação entre ansiedade, estresse emocional e dispepsia. Nessas condições psicossociais, por efeito direto ou intermediado por hormônios, podemos perceber mudanças na secreção de suco gástrico, na regulação de fatores protetores da mucosa do estômago e na percepção dos estímulos sensoriais gástricos.

A motilidade gástrica pode ser alterada nessas situações e a complacência gástrica reduzida. Além disso, a secreção de suco gástrico pode estar aumentada em situações de estresse.

Pessoas submetidas a estresse emocional podem ter um aumento na sensibilidade gástrica, de forma que um estímulo considerado normal passe a ser percebido como dor. Por fim, devemos lembrar que os efeitos do estresse sobre os intestinos são relevantes, podendo causar diarreia, constipação, flatulência, síndrome do intestino irritável e até mesmo reativação de doenças inflamatórias intestinais.

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Marido causa mais estresse do que filhos, diz estudo

casalUma pesquisa realizada pelo site norte-americano Today.com com mais de 7.000 mães revelou que 46% delas atribuem seus altos níveis de estresse aos maridos. Para elas, as crianças nem causam tantas dores de cabeça assim, o que incomoda mesmo são seus companheiros, que às vezes agem como crianças, apesar de serem bem mais velhos.

De acordo com os resultados, a irritação das mães parte mais do fato de não ter tempo suficiente de fazer tudo o que precisa ser feito durante o dia. Três quartos das mães que têm parceiros dizem que realizam a maior parte das tarefas de casa, assim como com o cuidado dos filhos. Uma em cada cinco mães contaram que não ter ajuda suficiente do marido é a maior fonte de estresse diário.

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Estresse aumenta os cabelos brancos?

cabelo brancoVocê já deve ter escutado que o estresse é responsável por deixar muita gente de cabelo branco. Mas isso é realmente verdade?

Miri Seiberg, dermatologista, contou que o estresse emocional pode, sim, interferir na saúde dos nossos cabelos, mas não da maneira como sempre imaginamos. Isso porque em vez de alterar a coloração do fio, o estresse facilita a queda e o envelhecimento deles.

Ainda de acordo com Miri, há uma relação entre o estresse emocional e o estresse oxidativo dos fios. Afinal já se sabe, por exemplo, que quando estamos sob muita pressão emocional, o estresse oxidativo fica mais intenso.

Seiberg afirma que outras condições médicas e hábitos de vida podem trazer mais cabelos grisalhos, entre elas o tabagismo, a desnutrição e a exposição à poluição do ar por tempos prolongados.

Fonte: Mega Curioso

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12 maneiras de amenizar o estresse do dia a dia

RelaxarAinda que existam sintomas clínicos de que uma pessoa é viciada em trabalhar, essa condição como doença é relativamente rara. O que acontece, geralmente, é o excesso de tarefas, somadas a uma vida corrida e sem muito tempo para o lazer, que acarretam em estresse, dores de cabeça e outros sintomas físicos.

 

A falta de equilíbrio entre o trabalho e a vida fora do escritório é seriamente prejudicial à saúde. Não ter horários, não saber separar o profissional do pessoal e levar trabalho para casa são atitudes que acabam com o físico e o bem-estar de qualquer um.

Para conseguir controlar a rotina é preciso calma e muito planejamento. Não adianta trabalhar como um louco, só para cair doente no dia seguinte e não aproveitar nada do esforço feito. Veja na galeria de fotos algumas dicas que podem ajudar a equilibrar a vida profissional:

Agende um tempo para relaxar

Assim como você marca na sua agenda todos os compromissos do escritório, comece a reservar um tempo para as atividades de lazer. Marque na agenda o horário da academia, o horário para ver televisão, o horário para ler um livro. Isso pode parecer controlador, mas, a partir do momento em que você cumprir cotidianamente todas as tarefas da lista, relaxar se tornará algo natural, e não cheio de culpa.

Abra mão daquilo que suga a sua energia

Atividades que exijam muito, tanto física quanto mentalmente, não valem a pena, nunca. Por mais que a perspectiva futura seja boa, se o agora é torturante, é provável que a recompensa seja manchada pelo esforço que você precisou fazer. Por exemplo: sair com o chefe para um happy hour, mesmo que você esteja muito cansado e só queira ir para casa. O pensamento é querer se aproximar do pessoal do escritório, mas o seu cansaço na hora e no dia seguinte podem, na verdade, trazer consequências negativas para a sua imagem.

Exercite-se

Fazer exercício físico é o mínimo para manter a saúde em dia. Guarde um tempo considerável para isso, não apenas alguns minutos, e faça disso uma atividade inadiável. Além de relaxar a sua mente da confusão do dia a dia, você está ajudando a sua saúde a se manter firme e forte.

Seja flexível quando o assunto é você

Mesmo que você reserve 15 minutos para bater papo com seu amigo, esse tempo pode não ser suficiente para colocar toda a conversa em dia. E não há nada de errado em estendê-la por mais uma ou duas horas, desde que você esteja confortável com isso. O mesmo vale para um livro, série ou qualquer atividade de lazer que você goste de fazer. Se é prazeroso, não há motivo para estender e se sentir culpado.

Aproveite os finais de semana e as férias

Não trabalhe nos períodos de folga. Mesmo que o seu escritório esteja pegando fogo, é o seu tempo de descanso. Se você interrompê-lo todas as vezes que um problema surgir, passará a vida emendando trabalho com trabalho. Relaxar a mente é fugir um pouco da realidade.

Limpe a sua casa

Agende um tempo para limpar a sua casa e faça disso um compromisso sagrado. Deixar roupas, louça e poeira acumularem faz com que o ambiente da sua casa, que deveria ser acolhedor, se torne desagradável à medida em que a semana passa. Limpar o seu ambiente de descanso é uma maneira de garantir o seu conforto.

Faça com que suas obrigações sejam divertidas

Se você precisa cozinhar para alguém da sua casa, escolha uma receita de algo que você gosta. Para chegar no escritório, use uma bicicleta e aproveita para fazer um pouco de exercício. Se o trajeto até a sua casa é longo, use esse tempo para ler um livro ou escutar as músicas que você gosta.

Passe um tempo com a sua família

Uma das partes mais difíceis de trabalhar muito é passar tantas horas longe da família. Noites trabalhando, finais de semana ocupados e feriados de plantão estragam qualquer plano de passar um tempo com aqueles que você ama. É preciso, nesse caso, sempre ponderar se vale a pena ou não deixá-los sozinhos e essa decisão nunca será fácil.

Faça escolhas que agradem somente a você

Tenha atitude e faça escolhas por conta própria. Não deixe os outros controlarem a sua vida e nem a expectativa de uma promoção, aumento ou outros benefícios consumirem a sua qualidade de vida. Faça escolhas que beneficiem a sua saúde e peite suas consequências.

Analise a sua rotina

Classifique diariamente aquilo que você faz para decidir as atividades que fazem bem e as que fazem mal. Analise o seu trabalho e as suas companhias para saber as que valem a pena serem mantidas.

Livre-se de distrações inúteis

Distrações como televisão ligada, muitos aplicativos no celular ou conversas paralelas podem estressar e distrair das tarefas principais e até mesmo das que servem para relaxar. Torne todos os seus ambientes confortáveis para a sua concentração.

Tenha pessoas para ajudar

Seja no trabalho ou dentro de casa, encontre aliados que ajudem a tirar a carga total de atividades do seu ombro. Amigos, colegas e família são o melhor remédio contra o estresse.

 

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