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As estratégias para controlar a ansiedade perto do Enem, segundo psicóloga

Suami Dias/ GOVBA

Faltando pouco mais de uma semana para a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os candidatos precisam controlar a ansiedade, para não deixar o nervosismo atrapalhar seu desempenho. A professora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB) Regina Pedroza diz que a concentração é muito importante para o bom desempenho na prova, mas o candidato deve tentar manter seu cotidiano nos últimos dias antes do Enem.

“Ele tem que continuar estudando, tem que estar concentrado e focado. Mas essa concentração não pode ser algo que vai consumir todas as energias do candidato. Ele tem que continuar com o seu cotidiano, tem que estudar, mas tem que dormir bem, se alimentar bem e se divertir também. Ficar focado não significa que ele deve abrir mão de tudo que faz normalmente”, diz.

Os pais também têm papel importante no controle dessa ansiedade. Segundo a psicóloga, apesar de ser um momento importante, não deve haver pressão por um bom desempenho no Enem. “Os pais têm que entender que a pressão não ajuda, o que ajuda é eles estarem com seus filhos, e isso significa estar acompanhando, estar atento, conversar e, em determinados momentos, permitir que os jovens possam extravasar seu nervosismo, mas sem achar que uma bronca, uma exigência vai ajudar, pelo contrário”, orienta Regina.

A orientadora educacional do Colégio Dínamis, do Rio de Janeiro, Jane Rapoport, diz que agora não é mais o momento de aprofundamento dos estudos, e sim de revisão. “Um estudo aprofundado, neste momento, pode trazer mais ansiedade”. Ela também recomenda que o candidato faça atividades de lazer, para se distrair, mas sempre mantendo o que já está acostumado a fazer. “Não vai jogar futebol se você não tem esse hábito, até porque tem o risco de acidente”.

No dia da prova

Cada candidato deve desenvolver suas próprias estratégias para controlar a ansiedade no dia da prova. “O aluno tem que ter consciência do que é melhor para ele, não existe uma regra para todos. Tem pessoas que se concentram até mascando chicletes, por exemplo, mas para outros isso vai desconcentrar”, afirma Regina, que também é integrante do Conselho Federal de Psicologia.

Outra dica para evitar a ansiedade no dia da prova é conhecer com antecedência o local, ir até lá dias antes, com o mesmo transporte que vai usar na data do exame para calcular o tempo que vai precisar de deslocamento. “O atraso é uma questão muito séria, não há tolerância”, alerta a orientadora Jane.

Estratégias

Para fazer uma prova tranquila, é importante que o estudante tenha uma estratégia para resolver as questões. A dica do professor de matemática Bruno Vianna, do Colégio Mopi, do Rio de Janeiro, é deixar para o final as perguntas que não sabe responde e dar prioridade aos assuntos que domina.

“Quando esbarrar em uma questão que não domina e não sabe como resolver, ele deve automaticamente pular. Com isso, sobra mais tempo para voltar a essas questões e fazer com mais calma, evitando o nervosismo, porque o que é dele ele já garantiu, e o que vier depois é lucro”, diz.

O professor de física da plataforma de ensino Me Salva! Felipe Ben também aconselha os candidatos a não resolverem as questões na ordem em que elas aparecem na prova, fazendo primeiro as questões da matéria em que têm mais facilidade. “Chegou em uma questão que está muito difícil? Circule e volte para ela depois . Não vale a pena perder tempo e sanidade com uma questão impossível quando há uma questão fácil pela frente que precisa ser feita com a cabeça calma”, afirma.

Ele também sugere que os candidatos pratiquem o “desapego” com as questões que já foram resolvidas. “Questão marcada é questão que caiu no passado, parta para a próxima. Não recomendo marcar uma alternativa e ficar relendo a questão várias vezes, desmarcando e marcando de novo”, recomenda o professor.

No primeiro dia de Enem, 5 de novembro, os candidatos vão fazer as provas de redação, linguagens, códigos e ciências humanas. A orientação de Jane Rapoport é fazer primeiro a prova de redação, separando cerca de uma hora para fazer o levantamento de ideias, um rascunho, e passar a limpo. Depois, ao fazer as questões objetivas, é preciso controlar o tempo para não ficar ansioso no final da prova. “Não adianta a gente ter o conhecimento e não gerenciar o tempo”.

No primeiro domingo, os estudantes terão cinco horas e meia para fazer o exame. No segundo domingo, 12 de novembro, as provas serão de matemática e ciências da natureza, com prazo de quatro horas e meia.

 

Agência Brasil

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Paraíba ainda tem 300 mil eleitores não cadastrados na biometria e TRE analisa estratégias de reforço

A 33 dias do fim do cadastramento biométrico, a Paraíba ainda tem cerca de 300 mil eleitores não cadastrados até agora. O quantitativo é considerado alto pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e vem gerando preocupação por parte dos membros da Corte. A presidente do TRE-PB, Maria das Graças Morais Guedes, disse, nesta segunda-feira (9), que vai traçar estratégias para intensificar o esforço com vistas a estimular os eleitores a fazerem o cadastramento biométrico.

O desembargador Romero Marcelo, vice-presidente do TRE, acredita que a baixa procura dos eleitores pelo cadastramento biométrico também se deva à dificuldade de transporte, sobretudo no interior, e na opinião dele e de outros membros da Corte, há necessidade de maior engajamento dos juízes eleitorais para chamar os eleitores, com campanhas e ações voltadas para esse trabalho.

Para o juiz Antônio Carneiro de Paiva Júnior, se não houver o engajamento dos juízes, 30 dias não serão suficientes para avançar nesse índice de revisão.

O recadastramento segue durante o mês de novembro. Quem não participar da revisão, terá o título eleitoral cancelado e vai ficar de fora do processo eleitoral de 2018.

Atualmente, a Paraíba tem 70,69% do eleitorado recadastrado no sistema de biometria, conforme dados coletados neste dia 9 de outubro. Alguns municípios estão mais atrasados do que outros. Itabaiana, por exemplo, está com apenas 59% do eleitorado revisado. Já Tacima, 48%, Conde, 47%, Mato Grosso, 41,52%, Santana de Mangueira, 36,12%, Riachão do Bacamarte, 29,85%, e Juripiranga, 25,21%, estão com os menores índices.

Conforme os dados do TRE, foram revisados até agora 728.184 eleitores na Paraíba, faltando revisar 1.030.201 eleitores. Considerando a média de procura dos últimos cinco dias, 3.607 eleitores, a Paraíba só atingiria 80% do eleitorado restante em 29 dias. Ou seja, 20% do eleitorado pode ficar fora do cadastro. O processo de revisão começou no dia 12 de maio.

“Com o cadastramento biométrico, que vai exigir a comprovação de residência, ele não se apresenta. Se não se apresenta, é porque está em outra Zona Eleitoral, e possivelmente, seja a da Capital e de Campina Grande. É a presunção que se tem”, analisou Romero Marcelo. Se assim for, o desembargador acredita que no final do prazo esses eleitores procurem fazer o cadastramento às vésperas do fechamendo do cadastro, gerando grandes filas no final do processo de cadastramento.

A presidente do TRE lembrou que o não cadastramento biométrico pode implicar na perda do CPF e, com isso, uma série de benefícios. “Essa questão do eleitor que não procura os seus municípios, devem ser estudantes que moram fora, na Capital ou Campina Grande, trabalhadores”, avaliou a presidente.

Em alguns municípios, o prazo vai até 30 de novembro. Em outros, faltam apenas 33 dias para o fim do prazo.

Consulte o painel da biometria.

Dados levantados no dia 09/10/20117

clickpb

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Estados discutem estratégias de combate às quadrilhas de ataques a bancos

segurancaIntegrantes das Forças de Segurança dos Estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte estiveram reunidos, nesse fim de semana, em Patos, para discutir estratégias de combate integrado e qualificado contra quadrilhas responsáveis por ataques a bancos. O encontro aconteceu durante o I Simpósio Nordeste de Guerreiros de Caatinga, com integrantes de tropas especializadas no combate a esses grupos na área de vegetação de Caatinga – local geralmente escolhido como rota de fuga dos bandos que praticam esse tipo de crime.

O simpósio foi promovido pelo comandante do 3º Batalhão, tenente coronel Francisco Rubens Campos, que falou da importância do evento para a segurança pública. “Reunimos neste simpósio integrantes das Polícias Militares da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, da Polícia Federal, Rodoviária Federal e alunos em formação no curso de operações de Caatinga, com o objetivo de aprimorar o conhecimento e integrar as forças públicas para o combate às quadrilhas especializadas em ataques a bancos, que geralmente terminam em perseguições nas áreas de vegetação de Caatinga”, destacou.

O simpósio foi aberto com palestras do secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, e do comandante Geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Euller Chaves, e seguiu com a participação de outros palestrantes, inclusive da área de inteligência especializada contra essas quadrilhas.

O próximo simpósio deve ocorrer no Estado do Rio Grande do Norte, onde serão avaliadas as ações integradas que estão sendo planejadas para os próximos meses contra essas quadrilhas.

Secom-PB

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Secretaria de Agricultura de Santa Rita discute estratégias para melhorar a vida do homem do campo

 

reuniãoOs secretários executivo e adjunto da Agricultura e Abastecimento de Santa Rita, respectivamente, Glauco Morais e Gilvan Castro, se reuniram, nesta terça-feira (14), com representantes de associações comunitárias para discutir estratégias que proporcionem melhorias na vida dos homens e mulheres do campo. Na pauta do encontro constava desde a viabilização da comercialização de produtos dos agricultores locais até a busca por parcerias que contribuam para o desenvolvimento rural do município.

De acordo com o secretário Executivo da Pasta, Glauco Morais, o diálogo com as comunidades rurais tem sido uma constante na gestão do prefeito Reginaldo Pereira. “A secretaria está sempre presente e aberta para resolver os problemas que são de interesse das associações e de toda a população da zona rural de Santa Rita. Nesses encontros, que estão sempre acontecendo entre a secretaria e os agricultores, nós discutimos projetos que venham beneficiá-los, como por exemplo, o acesso às suas comunidades. Outro tema que vem sendo debatido constantemente é a implantação de uma usina de beneficiamento de polpa de frutas e também a questão de parcerias que contribuam que o desenvolvimento dessa área”, explicou o gestor.

Gilvan Castro, secretário adjunto, ressaltou a importância da parceria entre a prefeitura, as associações e outros órgãos para a melhoria da vida dos produtores rurais. “Temos parceria com o Sesc, Senar, Emater, Projeto Cooperar e eles têm sido muito importantes para a realização de projetos como a destilaria Japungu, o beneficiamento de frutas e de macaxeira. A Emater, por exemplo, tem dado suporte técnico na elaboração de projetos, a Conab na viabilização da comercialização dos produtos dos agricultores, enfim, temos tido a preocupação de contribuir com a produção agrícola”, destacou.

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E o resultado de tudo isso, conforme os próprios agricultores, é o crescimento e o desenvolvimento das comunidades da zona rural do município de Santa Rita. Para o presidente da União Santarritense das Associações Comunitárias (USAC), Luciano Silva, o contato direto e de forma aberta com a gestão municipal só tem trazido benefícios.

“E não é apenas a questão da assistência que tem beneficiado os agricultores, mas as orientações que a secretaria tem nos dado tem sido fundamental para que a gente possa buscar formas de melhorar nossas comunidades. Com a chegada do Brasil sem Miséria foi o apoio da gestão que ajudou a identificar a vulnerabilidade social dos agricultores. Além disso, essa orientação constante da Secretaria de Agricultura é o que tem feito com que a gente entenda que podemos ter parceiros. Hoje nós temos biblioteca em nossa comunidade, temos rodas de leitura, aulas de violão, capoeira, cursos de artesanato e foi essa orientação que nos fez buscar essas parcerias”, falou orgulhoso Luciano Silva.

 

 

Assessoria

PT, PSDB e PSB montam estratégias para conter boatos nas redes sociais

  A menos de cinco meses das eleições, PT,  PSDB e PSB se organizam para monitorar e  combater a guerra de insultos e boatos contra os  principais candidatos à Presidência da República  na internet, sobretudo nas redes sociais.

Anônimas, as publicações reproduzidas em  massa por meio de e-mails, Facebook e Twitter são vistas pelos partidos políticos como potenciais ameaças às campanhas oficiais.

O lamentável é que existe um gansgsterismo digital. A gente, quando atua enquanto PT, a gente bota a nossa marca. O que sair na rede do PT é responsabilidade nossa. Esses caras não têm compromisso com a verdade.”

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O vice-presidente nacional do PT, Alberto Cantalice, que coordena área de redes sociais do partido, disse que está “coletando” todos os posts ofensivos a lideranças petistas e à presidente Dilma Rousseff para pedir à Justiça Eleitoral que sejam retirados do ar.

Para ele, existe um “gangsterismo” na internet, com a reprodução de informações “inverídicas” e “ofensivas” sobre os candidatos à Presidência da República. “Estamos juntando tudo o que é feito para exigir a retirada disso na Justiça. Somos contra a censura, mas cada um tem que ter responsabilidade pelo que diz. Vamos querer a responsabilização dessas pessoas que difamam as lideranças e candidatos do PT”, afirmou.

Cantalice disse ainda quetenta, por meio do Facebook oficial do PT, “desmentir mentiras” divulgadas na internet sobre os governos de Dilma e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Fizemos recentemente uma postagem com as 13 mentiras contadas sobre o PT, desmistificando um por um os boatos lançados. O lamentável é que existe um gansgsterismo digital. A gente, quando atua enquanto PT, a gente bota a nossa marca. O que sair na rede do PT é responsabilidade nossa. Esses caras não têm compromisso com a verdade”, disse o dirigente petista sobre publicações anônimas que circulam na internet.

Quando percebermos que existe por trás do boato divulgado na internet a máquina do partido adversário ou uma voz oficial com o objetivo de desequilibrar a campanha, vamos à Justiça Eleitoral cobrar a punição dos responsáveis.”

O PSDB montou uma equipe para monitorar a circulação de informações na internet e adotar providências nos casos de divulgação por militantes das siglas adversárias de dados considerados “falsos”.

“Temos um escritório cuidando de monitorar ações criminosas, que transgridam as regras eleitorais. Quando percebermos que existe por trás do boato divulgado na internet a máquina do partido adversário ou uma voz oficial com o objetivo de desequilibrar a campanha, vamos à Justiça Eleitoral cobrar a punição dos responsáveis”, disse o secretário jurídico do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP).

O tucano reconheceu, porém, que é difícil identificar a autoria das informações que circulam pela internet. Ele criticou, por exemplo, boatos na rede de que o candidato Aécio Neves acabará com o programa Bolsa Família caso seja eleito presidente.

“É muito difícil identificar o autor dos boatos. Não nos preocupa tanto a informação produzida e repassada por internautas, mas sim os boatos encabeçados por partidos ou candidatos adversários”, disse Sampaio.

Com menor tempo de rádio e televisão, o PSB pretende usar a internet como arma de campanha, divulgando as plataformas do candidato Eduardo Campos no Facebook, Twitter, Instragram, Youtube e Flickr.

PSB pretende usar a internet como arma de campanha, divulgando as plataformas do candidato Eduardo Campos no Facebook, Twitter, Instragram, Youtube e Flickr. Estratégia para reduzir o impacto dos boatos será a ampla divulgação das propostas de Campos nas redes sociais. Segundo integrantes do partido ouvidos pela reportagem, a estratégia para reduzir o impacto dos boatos será a ampla divulgação das propostas de Campos nas redes sociais.

Twitter e Facebook – Paralelamente aos esforços do partido, as próprias redes sociais se preparam para atender a eventuais determinações da Justiça Eleitoral, como a retirada do ar de conteúdos que afrontem a lei eleitoral.

A assessoria do Facebook informou  que tem uma equipe atuando dia e noite para analisar conteúdos denunciados.

“O Facebook está preparado para atender às demandas da Justiça Eleitoral e tem uma equipe que opera 24 horas por dia e sete dias por semana para analisar qualquer tipo de conteúdo denunciado por meio do site”, disse a assessoria em nota.

O site de relacionamento ressaltou que não “não age espontaneamente sobre conteúdo que esteja de acordo com suas políticas e termos da comunidade”, mas atende “determinação de autoridade que tenha a atribuição de avaliar se o conteúdo é legal ou não”.

O Twitter informou não ter política específica para atuação em campanha eleitoral, mas adota regras para controlar conteúdos fraudulentos, perfis falsos e uso incorreto de marcas registradas por usuários.

Interação –  Para especialistas ouvidos pelo G1, a chamada “guerrilha de internet” pode acabar prejudicando a campanha eleitoral, reduzindo o espaço de discussão programática.

Para o especialista em redes sociais Lúcio Teles, professor da Universidade de Brasília, os comitês de campanha podem minimizar os danos monitorando a divulgação de boatos, esclarecendo as informações falsas e se distanciando desse tipo de militância.

Segundo ele, posts agressivos, com montagens de fotos e informações falsas podem acabar favorecendo o próprio candidato que a militância procura ofender e atrapalham a campanha oficial promovida pelos partidos políticos. “As equipes de campanha precisam tomar cuidado, porque esses ataques ferozes sem informação sólida podem prejudicar. Grande parte dos eleitores não se motiva positivamente com baixaria e palavras de baixo calão. Então, esses ataques anônimos têm que ser claramente separadas da política de campanha oficial”, afirmou.

Professor titular da USP e consultor político e de comunicação, Gaudêncio Torquato diz que cada candidato, em especial Dilma e Aécio, contam com “exércitos” que certamente farão guerra de “versões e contraversões” na internet.

“Alguma boataria pode até colar, algum discurso, por exemplo, no sentido de que um candidato pode cortar um ou outro programa, mas haverá contrarreação, e os exércitos na internet, que estão muito afinados, vão reagir”, declarou.

Os dois professores concordam que a internet deve ser aproveitada pelos partidos como espaço de interação com o eleitor, em vez de ser utilizada somente para propagar informações ou “versões”.

“Há participação cada vez mais intensa por parte dos usuários da internet no processo político, o que é saudável. Grande parte dos eleitores que não tem acesso aos jornais diários têm acesso à internet”, disse Torquato. Para Lúcio Teles, o candidato que se dispuser a dialogar diretamente com o internauta por meio de redes sociais vai ter vantagem na campanha. “Quem ganha é quem puder dialogar com o eleitor na internet de forma continuada. Os candidatos não mais terão de fazer a campanha somente em comício, mas também interagir continuamente com os eleitores pelas redes sociais.”

O professor afirma ainda que a internet será instrumento importante para medir a resposta dos eleitores às campanhas tradicionais- programa de TV e comícios. “Caberá às equipes dos candidatos avaliar, por meio da internet, a resposta da população às propagandas tradicionais, aos debates televisivos. Eles têm que monitorar a internet para identificar as posições do eleitor e através disso saber as fraquezas.”

G1

Aprenda 20 estratégias para superar uma traição e manter o relacionamento

Imagem meramente ilustrativa
Imagem meramente ilustrativa

Ninguém está imune aos efeitos nocivos da traição. Mas nenhuma pessoa é obrigada a transformá-la em um trauma afetivo. Muitos casais conseguem, talvez não esquecê-la, mas superá-la e elevar o relacionamento a outro patamar, com maiores chances de felicidade.

Para que uma escapada não detone a sua vida amorosa, siga as dicas a seguir:

 

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1. Não jogue a culpa no outro 2. Questione a responsabilidade
Perdoou a traição? Ótimo, agora siga em frente e, caso outros problemas surjam no relacionamento, evite misturar as estações e ficar jogando na cara do outro o que aconteceu em qualquer oportunidade. Punir verbalmente não faz o tempo voltar atrás nem exime a relação de sofrer um novo abalo -e não ajuda em nada. Há casos em que a responsabilidade pelo que aconteceu é do casal, que não percebia até então o quanto estava distante, embora somente um dos dois traia. Se esse for seu caso, faça uma avaliação sincera sobre a maneira como vinha agindo e procure melhorar nos pontos que julgar deficientes.
3. Descarte a amnésia 4. Não se vitimize
Para a psicóloga Maria Claudia Lordello, não há nada mais prejudicial ao futuro de um casal que decide continuar o relacionamento após a traição do que fazer de conta que nada aconteceu. “Um episódio de traição causa uma crise, que oferece a possibilidade de repensar os erros e conversar sobre questões mal resolvidas”, diz. Ignorar o fato transforma a infidelidade em um fantasma que pode ressurgir a qualquer momento. De acordo com a psicóloga Angélica Amigo, é comum perdoarmos uma traição, mas isso nem sempre significa que conseguiremos lidar com a frustração. “O rancor vira um processo de vitimização em que o papel de sofredor, incompreendido e infeliz se torna cômodo, impedindo qualquer um de seguir em frente”, explica. Para saber se você tem tendência a se vitimizar, faça o teste.
5. Filtre as opiniões dos amigos 6. Fuja do efeito chiclete 
Desabafar as dores faz bem, é claro. Porém, tudo aquilo que foi dito assim que a infidelidade foi descoberta pode ser usada contra você agora. Alguns amigos sentem as mágoas das pessoas queridas como se fossem delas. Para a psicóloga Eliete Matielo, diretora da agência de relacionamentos Eclipse Love, depois que o pior já passou e o relacionamento voltou a caminhar às mil maravilhas, é importante não dar ouvidos às opiniões negativas sobre o que houve. “Lembre-se de que os amigos, além de não terem uma visão isenta sobre o assunto, não sabem o que se passa entre o casal”. Na tentativa de prevenir um novo “acidente”, homens e mulheres passam a vigiar o outro com extrema desconfiança, tomando atitudes que vão desde xeretar redes sociais e emails até bisbilhotar pertences pessoais e seguir o parceiro. Nenhuma dessas medidas, porém, é capaz de impedir uma reincidência. “Quem quer trair arruma tempo, lugar, oportunidade”, diz a psicóloga Maria Claudia Lordello. Ela recomenda que o casal transforme qualquer indício de insegurança em algo positivo, procurando ideias para manter o relacionamento sempre empolgante.
7. Fuja de filmes românticos 8. Preserve-se
Para a psicóloga Eliete Matielo, buscar respostas na ficção para questões da própria vida não é uma boa ideia, principalmente porque algumas produções vendem uma visão totalmente equivocada e pouco prática do que é o amor. “Trata-se de uma fuga”, diz. Fuja de dramas e romances por um bom tempo. Vocês superaram a crise e agora estão vivendo um verdadeiro conto de fadas? Parabéns, mas não precisam compartilhar alegrias e intimidades com o mundo todo para que isso fique bem claro. Guardem as expectativas somente para vocês, isso irá evitar que os conhecidos façam comentários desnecessários.
9. Evite a paranoia 10. Não se baseie em experiências alheias
Segundo a psicóloga Angélica Amigo, o grande problema na vida de um casal não é o acontecimento de um episódio isolado de traição, mas a repetição constante de parceiros que agem assim. Ficar o tempo todo preocupado com uma provável nova pisada na bola só vai desviar a atenção das coisas boas do relacionamento.  Muita gente adora despejar suas frustrações em cima dos outros. Para o bem do seu romance, é bom não levar em consideração histórias alheias –principalmente as que envolvem puladas de cerca reincidentes. Tome decisões com base em seus sentimentos, e não na trajetória de terceiros.
11. Cuide da própria vida 12. Dê um troco light
Em vez de se preocupar em demarcar território a fim de impedir outra pulada de cerca –colocando foto ao lado do amor no perfil do Facebook, por exemplo–, os especialistas em comportamento recomendam investir no trabalho, nos estudos, no círculo de amigos, nos hobbies, na cultura. “Quem tem uma vida própria e cuida bem dela acaba se tornando mais interessante aos olhos do parceiro, pois traz novas experiências à relação”, diz a psicóloga Eliete Matilelo. Em “Avenida Brasil”, quando Noêmia (Camila Morgado) descobriu que seu marido Cadinho (Alexandre Borges) tinha uma amante, foi poderosa para a balada e dançou de forma insinuante para um garotão -e disse ainda que, a partir daí, se sentiria livre para extravasar seus desejos. “Querer se vingar não adianta. O que funciona é se reconhecer como objeto de desejo e fazer o outro perceber isso”, afirma a psicóloga Maria Claudia Lordello.
13. Aposte em mudanças 14. Transforme a novidade em “rotina”
Investir nas mudanças no período pós-traição é mais do que certeiro. Vale desde trocar os móveis de lugar na casa até renovar o visual e fazer uma viagem romântica para um destino paradisíaco. “Essas novidades permitem que o casal se redescubra”, diz a psicóloga Maria Claudia Lordello, mas ela alerta, “um passeio diferente não é capaz de operar milagres, são as atitudes que precisam mudar, senão fica difícil resgatar as coisas bacanas do início do relacionamento.” Para a psicóloga Maria Claudia Lordello, as mudanças de comportamento do casal não devem se restringir somente às tentativas de colocar a relação em ordem, mas devem se tornar constantes. É claro que nem todo mundo tem condições de bancar um jantar cinco estrelas por fim de semana e fazer viagens todo mês, mas é possível investir em gestos de carinho e pequenas surpresas, porém significativas.
15. Não use o sexo como arma 16. Tenha autenticidade
É importante não transformar a sexualidade em moeda de troca. É óbvio que uma traição envolve sexo, mas nem sempre esse é o motivo principal. Questões como falta de atenção e diálogo ou a rotina, por exemplo, levam homens e mulheres a tentar, equivocadamente, resolver os problemas nos braços de outras pessoas. Por isso, se um casal resolveu continuar mesmo depois da infidelidade, investir todas as fichas na cama –usando acessórios eróticos ou rompendo tabus, por exemplo– pode ser uma experiência frustrada se os problemas forem outros. A dica vale para os dois: quem traiu e quem foi traído. Na ânsia de fazer a relação dar certo, muitas pessoas mudam de comportamento de forma drástica a fim de mostrar que agora estão de fato comprometidas com o romance ou que a crise as transformou. Assim, quem é extrovertido se fecha, quem curte roupas sexy passa a se vestir de modo recatado, quem adora balada se tranca em casa. Tais atitudes não garantem a felicidade e ainda podem provocar o efeito contrário, causando insegurança e desconfiança.
17. Diga adeus ao excesso de fofura 18. Dispense os joguinhos
Adotar uma postura permissiva demais com medo de parecer castrador (no caso de quem foi traído) pode funcionar, mas por pouquíssimo tempo. Em vez de apostar na condescendência, mais vale conversar sobre o que querem e o que de fato esperam da relação. Insinuações, frases de duplo sentido, ironias, ciúmes… Uma relação, para dar certo, precisa ser sustentada por maturidade e confiança, e não por joguinhos inúteis que só geram mais dor e sofrimento. E ainda há o risco de virar um relacionamento do tipo ioiô.
19. Invista na autoestima 20. Acredite no amor
Para que a traição não destrua uma relação, é preciso que a pessoa que sofreu o golpe seja capaz de reestruturar sua autoconfiança, além de confiar em si mesma e em seus valores. “Sem conseguir gostar de si e se perdoar, será impossível viver um romance feliz”, diz a psicóloga Angélica Amigo.

 

 

por Davi Lambertine do Uol

Uma experiência ruim, ainda que superada, não deve servir de parâmetro para decisões. O sofrimento pode ser inevitável, mas não permanente. Quem mantém um relacionamento calcado em desconfiança, sem esperanças de que ele dê certo, só pode mesmo condená-lo ao fracasso.

 

 

 

 

Plenária discute estratégias para intensificar adesão popular à Lei de Mídia Democrática

PlenariaNa semana passada, representantes de movimentos populares, jornalistas, estudantes e centrais sindicais se reuniram para traçar estratégias de ampliação do debate em favor da democratização da mídia. A primeira plenária nacional de 2014, organizada pelo Fórum Nacional para a Democratização da Comunicação (FNDC), no Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo, estudou novos meios para ampliar a coleta de assinaturas para o projeto de lei de iniciativa popular de Mídia Democrática.

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O projeto, parte da campanha “Para expressar a liberdade – uma nova lei para um novo tempo”, lançado no ano passado, pretende regulamentar os artigos da Constituição 5, 21, 221, 222 e 223 que tratam dos meios de comunicação no Brasil, tornando-a mais plural e inclusiva. Para ser encaminhada ao Congresso Nacional, a campanha precisa coletar 1,3 milhão de assinaturas. Atualmente, o modelo midiático brasileiro estabelece concessões a grupos restritos de comunicação que, segundo o representante do Centro de Mídia Barão de Itararé Altamiro Borges, “utilizam esses meios como instrumentos de defesa de interesses econômicos e políticos”.

“As lutas dos trabalhadores, das mulheres e dos negros contra o racismo não vão avançar se a comunicação não for democratizada, porque ela é um tema transversal. Ela interfere em todas as lutas porque ela mexe com a cabeça das pessoas”, explicou Borges, em entrevista à TVT.

Pedro Ekman, coordenador do Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social e integrante do FNDC, em reportagem realizada pela TVT, avaliou que a continuidade das mobilizações sociais, como as manifestações das ruas de junho passado, são importantes para o avanço da pauta, especialmente em um ano marcado por eleições presidenciais. “Colocar para os candidatos a governo do estado, a presidente da República, ao Senado e a Câmara Federal, quem são os candidatos que estão alinhados com a proposta de iniciativa popular, que quer uma mídia mais democrática.”

Segundo a secretária de Comunicação da CUT, Rosane Bertotti, coordenadora do FNDC, o PLIP conta hoje com 100 mil assinaturas e precisa de 1,3 milhão para que seja votado no Senado.

 

 

Da Rede Brasil Atual

Prefeitura Municipal de Remígio define estratégias para o programa de habitação no meio rural

DSCF0574 Na última quarta-feira, dia 10 de julho, aconteceu um importante encontro onde estavam presentes o secretário de Estado da Agropecuária e Pesca (SEDAP), Marenilson Batista, além de  representantes associação das cooperativas do nordeste (ASSOCENE) e dos municípios de Algodão de Jandaíra, Barra de Santa Rosa e Remígio.

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reuniãoNo encontro foram discutidas ações que definem estratégias para a construção de casas para a zona rural através de parceiras entre o governo do estado e a Prefeitura Municipal de Remígio. Participaram deste debate, as secretarias de Comunicação, Agricultura e Planejamento, além do prefeito Melchior Batista, “Chió” (PSB), que mais uma vez busca ações que melhorem a vida do homem do campo.

(SECOME/PMR)

Congresso da FIJ em Dublin debate estratégias de valorização dos jornalistas

congressoEntre os dias 4 e 7 de junho a Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) realiza em Dublin, na Irlanda, o 28º Congresso Mundial de Jornalistas. Com o tema central “o trabalho decente”, o evento reunirá delegados de entidade sindicais da Europa, África, Mundo Árabe, Ásia, América do Norte e América Latina para discutir as condições de trabalho dos jornalistas, definir um plano de ação para enfrentar os principais problemas da categoria e eleger a nova direção da entidade que representa cerca de 600 mil profissionais. A FENAJ apoiará a reeleição de Jim Boumelha para a presidência da FIJ.

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Organizado pelo Sindicato Nacional dos Jornalistas da Irlanda, o 28º Congresso da FIJ contará, inicialmente, com uma conferência onde representantes das organizações internacionais dos jornalistas destacarão os problemas regionais centrais para o exercício profissional do Jornalismo. Celso Schröder, presidente da FENAJ, da Federação de Jornalistas da América Latina e do Caribe (FEPALC) e membro do Comitê Executivo da FIJ, fará o relato da situação na região. Posteriormente serão abordadas questões como o combate à precarização das relações de trabalho e o fortalecimento das organizações sindicais dos jornalistas.

No dia seguinte serão abordadas legislações que regulamentam o trabalho de imprensa em diversos países e projetos que busquem assegurar leis específicas de proteção ao trabalho decente. Nesta perspectiva serão abordadas questões como leis gerais de imprensa, regulamentações profissionais, salários e jornadas de trabalho e condições gerais como liberdade de imprensa e a segurança dos jornalistas. As plenárias deliberativas estão programadas para o dia 7 de junho, quando também haverá a eleição do novo Comitê Executivo da FIJ.

A delegação da FENAJ no evento será composta por Celso Schröder, Maria José Braga, José Augusto Camargo, Ayoub Hanna Ayoub, José Nunes e Valdice Gomes da Silva. O presidente da FENAJ adianta que a entidade apoiará a reeleição do atual presidente da FIJ, Jim Boumelha. “Sob a atuação forte do Jim a FIJ vem evoluindo em seu perfil sindical de aproximação com a realidade dos locais de trabalho dos jornalistas”, sustenta.

Para Celso Schröder, além da marcante atuação na denúncia das agressões à liberdade de imprensa, que sempre caracterizou a FIJ, a entidade vem ampliando sua atuação na busca de mecanismos de proteção aos jornalistas, de valorização dos profissionais de imprensa com a luta por melhores salários e condições de trabalho, na defesa da democratização da comunicação e em ações de capacitação e formação de dirigentes sindicais.

“Também defenderemos que a FIJ aprofunde seu apoio ao fortalecimento das entidades sindicais dos jornalistas da América Latina, amplie as condições para que a Secretaria Geral, hoje ocupada por nossa colega Beth Costa, possa desenvolver suas atividades a contento, e dinamize a atuação de seu Comitê Executivo”, disse.

 

fenaj

Governo discute estratégias para distribuição de sementes nesta segunda-feira

 

milhoCoordenadores e técnicos locais das regiões administrativas da Emater de Guarabira e de Itabaiana se reúnem nesta segunda-feira (6), em Alagoainha, para discutir estratégias de distribuição de sementes do Programa Estadual de Banco de Sementes. O evento começa às 9h, na Estação Experimental da Emepa, e será coordenado pelo secretário de Estado do Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Marenilson Batista.

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As duas regiões irão distribuir 80.550 toneladas de sementes, sendo 48 mil quilos de milho, 27.850 quilos de feijão Vigna e 4.700 quilos de sorgo. Serão contemplados cerca de 7 mil agricultores familiares de 31 municípios que recebem assistência da Emater Paraíba.

No caso específico da semente de sorgo forrageiro, segundo informou o diretor técnico da Emater, Erasmo Lucena, os agricultores beneficiários deverão reservar uma área de 10% de seu cultivo para produção de semente, e com a colheita formar um banco para atender a demanda do ano vindouro e também garantir ração para o rebanho, principalmente em época de estiagem, como acontece no momento.

O Programa Estadual de Banco de Sementes, lançado na quinta-feira em Esperança, vai distribuir 784 toneladas de sementes para cerca de 200 municípios e beneficiará inicialmente 98 mil agricultores familiares aderidos ao Garantia Safra neste ano, em 171 municípios. São 382 toneladas de milho, 180 toneladas de feijão Vigna ou macassar, 182 toneladas de feijão Phaseolus ou carioquinha e 40 toneladas de sorgo.

 

 

 

Secom-PB


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