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Mercado de estética cresceu 567% em cinco anos

Especialista afirma que as pessoas buscam cada vez mais saúde e bem-estar, o que impulsiona o setor

Nos últimos cinco anos, o mercado de estética brasileiro cresceu 567%, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC). De acordo com o levantamento, o número de profissionais da área aumentou de 72 mil para mais de 480 mil.

“A correria do dia a dia faz com que as pessoas fiquem estressadas, e os cuidados estéticos promovem maior relaxamento, renovando o corpo e a mente. Além disso, cuidar de si eleva a autoestima e evita a depressão, bem como doenças emocionais. Por isso, as pessoas buscam cada vez mais esse tipo de serviço”, afirma a coordenadora do curso de Estética e Cosmética do Centro Universitário Internacional Uninter, professora Vera Lucia Pereira dos Santos.

Para 2019, as perspectivas de crescimento são de 1,5% a 2% em comparação a 2018, quando o setor movimentou R$ 47,5 bilhões. “É um mercado promissor, que existe desde antes da era cristã e que só cresce. A tendência é que continue ascendendo, com novas criações no mundo da cosmética e farmacêutica para a conservação da pele, aparência jovem e vida saudável. Para obter essa tríade, faz-se imprescindível as habilidades dos profissionais da estética”, explica.

Vantagens do cuidado com a aparência

A humanidade sempre buscou a ‘eternidade’. Como ela é inalcançável, criou-se a conservação do corpo. É o que explica a professora: “A valorização do corpo tem correlação direta com a automotivação, o que impulsiona o ser humano a agir com entusiasmo”.

Já no mundo contemporâneo, a boa aparência está relacionada ao sucesso profissional, pois as pessoas avaliam a expressão visual – seja ela das pessoas com as quais interagem ou dos espaços os quais frequentam. Por isso, o semblante e fisionomia são parte dos bens e serviços que o cliente adquire. “Um profissional com boa aparência cativa o cliente, torna a pessoa mais feliz e disposta a pagar o que lhe foi solicitado. Por meio da beleza, ele traz também uma sensação de segurança e bem-estar”, defende a professora.

 

Sobre o Grupo Uninter

O Grupo Uninter é o maior centro universitário do país, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e a única instituição de ensino a distância do Brasil recredenciada com nota máxima pelo Ministério da Educação (MEC). Sediado em Curitiba (PR), já formou mais de 500 mil alunos e, hoje, tem mais de 250 mil alunos ativos nos mais de 200 cursos ofertados entre graduação, pós-graduação, mestrado e extensão, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância. Com centenas de polos de apoio presencial, estrategicamente localizados em todo o território brasileiro, mantém cinco campi no coração de Curitiba. São 2 mil funcionários trabalhando todos os dias para transformar a educação brasileira em realidade. Para saber mais acesse uninter.com.

 

 

Mania de cirurgia vaginal estética preocupa

Médico ginecologista e cirurgião plástico de reconstrução, o dr. John Miklos, de Atlanta, nos Estados Unidos, se define como um “alfaiate médico”, especializado em cirurgia para remodelar partes íntimas da mulher.

O médico, atuando como cirurgião ginecologista há quase 20 anos, cita casos de pacientes que dizem ter obtido melhor desempenho sexual depois da vaginoplastia, um procedimento para apertar cirurgicamente o canal da vagina, alargada pela idade ou partos.

“As mulheres chegam e me dizem que não têm mais o desejo de ter relações sexuais porque nada sentem”, disse Miklos. “Eu garanto que se um homem não sentisse nada, ele também não faria sexo.”

A cirurgia cosmética na genitália feminina é um pequeno segmento do mercado de cirurgia plástica nos Estados Unidos, mas está crescendo, e se estima que milhares de mulheres se submetam a essa intervenção todos os anos.

Essa expansão ocorre apesar do alerta feito em 2007 pelo Colégio Americano de Ginecologistas e Obstetras (Acog, na sigla em inglês), que questionou fortemente a validade médica e a segurança da cirurgia cosmética no órgão sexual feminino. No começo deste ano a entidade debateu a tendência em seu encontro anual, em San Diego, na Caligórnia.

“Não foi comprovada a eficácia em nenhum desses procedimentos, e há um potencial de danos”, escreveu a ginecologista Cheryl Iglesia, de Washington, ex-membro do comitê da Acog, em um editorial na publicação Obstetricia e Ginecologia, edição de junho. “As mulheres estão sendo enganadas ou estão confusas sobre o que é normal… e sobre o que constitui uma condição para a qual podem obter ajuda por meio de tratamento”, escreveu ela no artigo.

Críticos dizem que a tendência é o mais recente serviço destinado a mulheres em busca de um ideal impossível de perfeição física, estimulado pela pornografia na Internet e propaganda de cirurgiões que podem não estar explicando todos os riscos, como infecções, cicatrizes, dor e perda das mesmas sensações que algumas pacientes buscam melhorar.

“Mesmo quando as mulheres são informadas sobre as potenciais complicações, como insensibilidade do clitórios… ainda assim elas podem não mudar de ideia se têm a noção de que precisam de uma aparência mais jovem ou uma vulva mais perfeita ou mais desejável”, disse o psicólogo Harriet Lerner, especializado em questões femininas.

Mais de 2.140 mulheres se submeteram a cirurgias de “rejuvenescimento vaginal” no ano passado nos Estados Unidos, de acordo com a Sociedade Americana para a Cirurgia Plástica Estética. Mas a Sociedade Internacional de Cirurgiões de Plástica Estética estima o total no país em 5.200 em 2010. Especialistas dizem que essas cifras não incluem muitos procedimentos feitos por ginecologistas.

A Acog alerta não apenas para os riscos da cirurgia na genitália, mas também enfatiza que a resposta sexual feminina é induzida por fatores psicológicos, e não pela aparência da genitália. A entidade pediu que seus membros estejam conscientes de como podem estar influenciando inconscientemente uma paciente ao falar sobre a cirurgia

Nos EUA, médicos dizem que desde adolescentes a mulheres na casa dos 70 anos querem conversar sobre a intervenção cirúrgica, que pode custar entre 2.500 a 12.000 dólares e não costuma ser coberta por planos de saúde.

“Eu digo a todas as pacientes que elas são normais do jeito que são”, disse Miklos, que anualmente realiza cerca de 180 labioplastias, para cortar o excesso de pele ao redor da abertura vaginal. “Eu nunca sugeriria que elas fizessem uma (labioplastia). Qual é o tamanho certo de um nariz ou de um queixo? Isso é com cada indivíduo. É seu direito decidir”, afirmou.

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Clínica Escola de Campina Grande realiza primeira cirurgia plástica estética

 

A Faculdade de Ciências Médicas de Campina Grande, FCM-CG, realizou neste mês, a primeira cirurgia plástica estética na Clínica Escola. O procedimento cirúrgico realizado foi a blefaroplastia superior, que compreende a remoção do centro da pálpebra. Na última quarta-feira, 18, a paciente Elza dos Santos Silva fez a primeira consulta de avaliação.

“Agradeço a FCM e aos profissionais da Clínica Escola, eles me ajudaram bastante. Provavelmente eu não teria condições financeiras para fazer a cirurgia, então foi muito bom. As pessoas que trabalham aqui são muito atenciosas. Estou me sentido mais feliz”, afirmou.

Segundo o cirurgião plástico-ocular, Bruno Furtado Carneiro de Cunha, os benefícios para a paciente foram irrefutáveis. “A cirurgia resolveu uma restrição de campo esférico superior, proporcionando um ganho estético e o aumento da auto-estima da paciente”, disse.

O médico-residente, Dorgival José de Araújo, destacou a importância que a IES assume ao realizar cirurgias dessa natureza e o ganho educacional por ter acompanhado o procedimento cirúrgico. “Futuramente, com mais procedimentos cirúrgicos como o realizado, a Clínica poderá se tornar uma referência na área de cirurgia plástica. Para mim, a vivência foi única, até então nunca tinha presenciado um procedimento como esse, não tinha tido a oportunidade”, finalizou.


ASCOM Cesed – Facisa/FCM/Esac para o Focando a Notícia