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Dados do consórcio de imprensa mostram que Paraíba está entre os 11 Estados que estabilizaram mortes por Covid-19

Os dados sobre a evolução no novo coronavírus no Brasil, divulgados ontem à noite no Jornal Nacional pelo consórcio de veículos de imprensa, mostram que a Paraíba está entre os 11 estados brasileiros que apresentam estabilidade no número de mortes causados pelo vírus.

Segundo afirmou ao JN, Marcelo Otsuka, coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da SBI., os especialistas descobrem quando os números da doença estão aumentando, diminuindo ou em estabilidade a partir do tempo de incubação do novo coronavírus.

,Os especialistas recomendam comparar a média móvel de hoje com a de 14 dias atrás. Esse é o modelo adotado, por exemplo, pelo jornal americano “The New York Times”.

Segundo os infectologistas, a dinâmica da infecção é 5 dias de período de incubação, 7 dias para a pessoa procurar assistência médica. Então em média de 12 a 14 dias, você pode ter variações importantes desde o primeiro contato.

“Quando a gente faz essa curva, a gente entende se essa curva está aumentando muito ou pouco. Se ela estiver num aumento muito importante, significa que a gente não tem nenhum controle da doença. Se a gente tem uma transmissão mais baixa, significa que a gente consegue ou está conseguindo controlar a doença”, diz Otsuka.

Assim, vai ser possível identificar mais claramente os estados que estão conseguindo combater a doença e também onde a pandemia está fora de controle.

Desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS), decretou o novo coronavírus como pandemia, a Paraíba já confirmou 57.614 ,contaminação pelo vírus segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta quinta-feira (9). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 1.196 no estado desde o início da pandemia. Já são 218 cidades da Paraíba com casos registrados da doença.

Foram registradas mais 25 mortes em decorrência do coronavírus desde o último boletim. A cidade de João Pessoa é o epicentro da doença no Estado e passou das 400 mortes por Covid-19 na quinta-feira (9), conforme os dados divulgados pela SES. Quase 90% dos bairros de João Pessoa já registraram mortes causadas pelo novo coronavírus.

Severino Lopes
PB Agora

 

 

Paraíba reduz taxa de internação por conta da covid-19; casos graves também diminuíram em mais 13 estados

O número de internações por Covid-19 teve redução significativa na Paraíba nos últimos 15 dias, segundo boletim epidemiológico divulgado diariamente pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação de leitos teve redução de 9% desde o dia 12 de junho até o último sábado (27). Houve redução no número de casos graves em 13 estados.

Segundo a SES, em toda a Paraíba, há 15 dias, a taxa de ocupação de leitos de UTI destinados a pacientes com o novo coronavírus foi de 66%. Segundo boletim emitido neste sábado, o número atual é de 62%.

Já na Região Metropolitana de João Pessoa, a redução foi bem maior. A ocupação caiu de 78% para 69%. Houve queda também no Sertão. No último dia 12, com base em dados da SES, os leitos destinados de UTI destinados a pacientes infectados estavam com 54% de ocupação. Essa taxa caiu para 46% no último sábado.

Apenas a cidade de Campina Grande, no Agreste paraibano, não registrou redução. Ainda segundo a SES, entre os dias 12 e 27, a taxa de ocupação de leitos em Campina Grande subiu de 67% para 73%.

Ao todo, na Paraíba, 13.756 pessoas já se recuperaram da doença.

OUTROS ESTADOS

Levantamento feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além da Paraíba, outros 13 estados apresentam tendência de queda no número de internações hospitalares por coronavírus. Os dados foram divulgados no último dia 19 de junho.

Para alguns cientistas ouvidos pela BBC News Brasil, essa queda se deve às medidas de distanciamento social.

Registraram redução no número de casos graves os estados do Amazonas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

COVID-19 NA PARAÍBA

Segundo boletim epidemiológico divulgado no último dia 27, a Paraíba já registrou 44.242 casos de contaminação pelo novo coronavírus. A doença já atinge 217 municípios e 896 pessoas já morreram.

 

PB Agora

 

 

Estados e municípios recebem da União primeira parcela da ajuda emergencial

Os estados e municípios receberam nesta terça-feira (9) a primeira parcela do auxílio emergencial que, até setembro, irá repassar R$ 60 bilhões para compensar perdas de arrecadação e gastos extras com saúde por causa da pandemia do coronavírus. A primeira parcela, no total, é de R$ 15 bilhões.

O Tesouro Nacional enviou um comunicado aos estados, Distrito Federal e a mais de 5,7 mil municípios na noite de segunda (8), informando que as ordens bancárias estavam sendo realizadas naquela data e os recursos estariam disponíveis nesta manhã.

As próximas três parcelas já têm data para serem pagas: 13 de julho, 12 de agosto e 11 de setembro.

Apenas cinco municípios não receberam: Entre Rios (BA), São Gonçalo do Rio Abaixo (MG), Indiaroba (SE), Lupércio (SP) e Álvaro de Carvalho (SP). Segundo fontes ouvidas pelo blog, o repasse não ocorreu porque as cidades não responderam ao Tesouro ou informaram não abrir mão das ações judiciais contra a União relacionadas à crise da covid-19.

Aprovada pelo Congresso Nacional em 6 de maio, a ajuda foi sancionada pelo presidente da República em 28 de maio. Ela foi planejada para compensar perdas de arrecadação durante a pandemia e também o aumento de gastos com saúde.

G1

 

Paraíba é um dos estados que mais testa para coronavírus

A Paraíba se destaca por ser um dos estados que mais testa para coronavírus no Brasil. Até o momento, 32.702 testes já foram aplicados nas metodologias de teste rápido e RTPCR (método SWAB). Esses dados colocam a Paraíba em sexto lugar entre os entes federativos que mais testam a população.

Desde o início da pandemia, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) já adquiriu 310 mil testes rápidos, além de ter recebido 103 mil do Ministério da Saúde. De acordo com o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, 109.265 testes já foram distribuídos para os 223 municípios. “Esses testes são distribuídos à medida que os municípios realizam e notificam a testagem. Lembramos que é preciso respeitar os critérios e testar a população que atende a janela imunológica, ou seja, que estão no 10º dia do início dos sintomas gripais”, pontua.

A secretária executiva de Saúde da Paraíba, Renata Nóbrega, afirma que cada município adotou uma estratégia de testagem e definiu os locais para a realização. “Reforçamos a importância da testagem rápida junto ao esforço de cada município na alimentação dos dados nos sistemas oficiais de notificação para que possamos ter o real retrato do tamanho da pandemia por toda a Paraíba”, destaca.

Em primeiro lugar em número de testagens está o Estado do Ceará, com 85.142 (dados atualizados em 22 de maio) e, em segundo lugar, o estado de Pernambuco, com 46.307, atualização em 25 de maio.

Testes – Para diagnóstico do novo coronavírus, podem ser realizados em duas modalidades: testes no método PCR, que é a metodologia padrão ouro para diagnóstico do Covid-19 e é feito por meio da coleta da secreção do nariz e da garganta, do terceiro ao sétimo dia dos sintomas; ou testes rápidos, que são qualitativos para triagem e auxílio diagnóstico, porém apresentam limitações e a principal delas é que precisa ser realizado, de forma geral, a partir do 8º (oitavo) dia do início dos sintomas.

Informações sobre locais de testagem, confira o link: https://paraiba.pb.gov.br/diretas/saude/coronavirus/arquivos/testesCOVID_19_002.pdf

 

Secom/PB

 

 

Em reunião com governadores, Bolsonaro defende congelamento de salário dos servidores e garante sancionar ajuda aos estados

O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado de ministros, realizou nesta quinta-feira (21) uma videoconferência com governadores para discutir ações relacionadas ao enfrentamento da crise de saúde e econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), participaram da videoconferência. Antes, tiveram uma audiência com Bolsonaro.

Na abertura do encontro, Bolsonaro disse que o governo defende congelamento de salários de servidores até o ano que vem.

“Bem como nesse momento difícil que o trabalhador enfrenta, alguns perderam seus empregos, outros tendo salário reduzido, os informais que foram duramente atingidos nesse momento, buscar maneiras de, ao restringirmos alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem, isso tem a ver com servidor público da União, Estados e municípios, nós possamos vencer essa crise”, afirmou o presidente.
Bolsonaro também afirmou que gostaria que a reunião concluísse, por consenso, que os vetos dele ao projeto de auxílio financeiro aos estados sejam mantidos.

“O mais importante: se possível sair uma proposta aqui por unanimidade de nós, ao vetarmos quatro dispositivos, um que é de extrema importância, que esse veto venha a ser mantido por parte do parlamento. Porque é assim que vamos construir nossa política, nos entendendo cada vez mais”, disse Bolsonaro.

Maia

Em seu discurso, Maia defendeu o projeto de socorro aos estados e pregou a união entre estados, municípios e governo federal para o enfrentamento da crise.

“Esse projeto vem nessa linha, projeto construído no Congresso Nacional junto com governo federal, que hoje vem à sua sanção em um momento muito importante no enfrentamento à crise. A união de todos no enfrentamento à crise vai criar com certeza as condições para que nos segundo momento possamos tratar do pós-pandemia da recuperação econômica, da recuperação dos empregos”, disse o presidente da Câmara.

Alcolumbre

O presidente do Senado, em sua fala na abertura do encontro, alertou que os políticos e governantes têm responsabilidade de conduzir o país durante a crise da pandemia e também depois, quando, segundo ele, as desigualdades na sociedade devem aumentar.

“A gente tem que ter a consciência de que essa crise é sem precedente na nossa vida, mas seremos cobrados por qual atitude tomamos para enfrentar a dificuldade de saúde pública que já tirou a vida de 20 mil brasileiros, milhares perdendo a chance de um futuro promissor. Nós temos responsabilidade com 210 milhões de brasileiros. Após essa pandemia o nosso país terá muito mais desigualdade. Essa diferença nas classes sociais se ampliará. A gente precisa ter responsabilidade e compromisso público”, disse o presidente do Senado.

Covid-19

Segundo levantamento exclusivo do G1 junto às secretarias estaduais de saúde, foram registradas no país 19.038 mortes provocadas pela Covid-19 e 294.152 casos da doença. O balanço de quarta-feira (20) do Ministério da Saúde informou 18.859 mortos e 291.579 casos.

Atualmente, o Brasil é o terceiro país no mundo com o maior número de casos confirmados da doença, atrás de Estados Unidos e Rússia.

Bolsonaro teve em março uma rodada de conversas por vídeo com governadores em encontros divididos por regiões. Na oportunidade, trocou farpas com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). As críticas feitas por ambos se mantiveram em abril e maio.

A nova conversa com governadores é uma tentativa de ajustar medidas de combate à Covid-19, em um contexto no qual o Brasil trocou duas vezes de ministro da Saúde (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich) e tem a pasta no momento comandada de forma interina pelo general Eduardo Pazuello, um militar sem experiência em saúde pública.

Estados enfrentam dificuldade com equipamentos em unidades de saúde e presidente e governadores divergem na estratégia para conter a doença em temas como isolamento social e uso da cloroquina pelas pessoas infectados.

Bolsonaro é crítico das medidas de isolamento social e defende isolar somente idosos e pessoas com doenças crônicas. O presidente já se manifestou pela retomada do comércio e a volta das aulas, enquanto muitos governadores, como Doria, mantêm as medidas de restrição ao comércio a fim de tentar frear a velocidade do contágio da população.

Socorro aos estados

Em entrevista ao blog da jornalista Ana Flor, colunista do G1 e da GloboNews, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que a videoconferência é uma oportunidade de pacificar as relações entre os governos federal e estaduais.

Um dos temas que Guedes espera definir a partir da videoconferência é o conjunto de possíveis vetos ao projeto de socorro aos estados e municípios, aprovado em 6 de maio pelo Congresso, e que ainda não foi sancionado por Bolsonaro.

Guedes e Bolsonaro querem que os governadores se comprometam a garantir que irão ajudar a manter os vetos que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público nas três esferas.

O Planalto propôs o congelamento dos salários de servidores como contrapartida à ajuda de R$ 60 bilhões, contudo, na tramitação no Congresso os parlamentares aprovaram a liberação ao reajuste para determinadas categorias.

No dia seguinte à aprovação do texto pelo Senado, Bolsonaro afirmou que, por sugestão de Guedes, iria vetar a permissão de reajustes salariais ao funcionalismo.

Agora, Guedes e Bolsonaro querem que os governadores se comprometam a garantir que irão ajudar a manter os vetos que barram reajustes salariais a categorias do funcionalismo público nas três esferas. Guedes tem alertado para o risco dos estados usarem o dinheiro destinado à saúde para conceder reajustes ao funcionalismo em ano eleitoral.

 

G1

 

 

Estados e municípios devem decidir como cumprir calendário escolar

O governo federal publicou nesta semana a medida provisória (MP) que permite que as escolas tenham menos de 200 dias letivos no ano, desde que garantam, no mínimo, 800 horas de ensino na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio. A flexibilização deverá observar as normas dos respectivos sistemas de ensino, ou seja, estados e municípios devem decidir as regras para o cumprimento da jornada mínima.

A MP trouxe respaldo legal para o que as redes de ensino já vinham fazendo, de acordo com a presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), entidade que representa as secretarias estaduais de educação, Cecilia Motta.

“Isso vai dar uma liberdade maior para quando os alunos voltarem. Podemos, mais à frente, colocar um sexto tempo, usar alguns sábados letivos com sexto tempo também. Ao mesmo tempo, podemos contar com as nossas aulas remotas vinculantes que estão contando como aulas realmente no calendário escolar”, disse Cecília.

Os estados são responsáveis, principalmente, pela oferta do ensino médio. Eles também ofertam os anos finais do ensino fundamental, etapa que vai do 6º ao 9º ano.

O Consed reuniu, em uma página da internet, as resoluções, pareceres, instruções normativas e notas de esclarecimentos do Conselho Nacional de Educação, da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação e dos Conselhos Estaduais e Municipais de Educação, sobre o calendário escolar e a oferta de conteúdos a distância.

Ensino a distância

A desigualdade entre as várias regiões do país e entre os vários estudantes brasileiros preocupa na hora de substituir as aulas presenciais por aulas a distância. Por isso, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) defende que, no processo de reorganização do calendário escolar, é necessário, primeiramente, esgotar todos os esforços para cumprir as 800 horas de maneira presencial.

Para isso, as redes podem, após o retorno as aulas, ampliar a jornada diária, realizar atividades no contraturno, ter sábados letivos, usar de períodos de recesso e/ou férias – após negociação com a categoria, entre outras alternativas.

A entidade defende que, caso seja feito o uso da modalidade de educação a distância como substitutiva às aulas presenciais, sejam garantidos “suporte tecnológico, metodológico e de formação dos professores, por parte da União e dos governos estaduais às redes municipais”.

Por lei, a educação a distância pode ser feita no ensino médio e, em situações emergenciais, como durante a pandemia da covid-19, no ensino fundamental.  A MP publicada nesta semana não trata da educação infantil, que compreende a creche e a pré-escola. A Undime defende que a EaD não seja aplicada nessa etapa.

Escolas particulares

Para as escolas particulares, de acordo com o presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), Ademar Batista Pereira, a medida facilita o planejamento. “Fomos autorizados a voltar a trabalhar, não precisaremos sacrificar os sábado, podemos nos preparar para continuar a vida escolar”, afirmou..

Segundo ele, a pandemia está sendo uma oportunidade para “aprender a usar algumas ferramentas para as quais havia resistência. Não vão substituir de forma definitiva o ensino presencial, mas vão permitir fazer algumas coisas que são possíveis fazer, levando em consideração a idade das crianças.”

Em nota, o secretário de Educação Básica do MEC, Janio Macedo, afirmou que a flexibilização é autorizativa “em caráter excepcional e vale tão e somente em função das medidas para enfrentamento da emergência na saúde pública decretadas pelo Congresso Nacional”. Ele reforça que a flexibilização deverá observar as normas dos respectivos sistemas de ensino.

No Brasil, há suspensão de aulas em todos os estados para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus. A medida não é exclusiva do país. No mundo, de acordo com os últimos dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), que monitora os impactos da pandemia na educação, 188 países determinaram o fechamento de escolas e universidades, afetando 1,5 bilhão de crianças e jovens, o que corresponde a 89,5% de todos os estudantes no mundo.

Agência Brasil 

 

 

Polícia Federal deflagra operação na manhã desta quinta-feira na Paraíba e outros oito estados

A Polícia Federal cumpre na manhã desta quinta-feira (5),  72 mandados de busca e apreensão na Paraíba e outros oito estados relativos a uma operação internacional contra o tráfico de armas. Um apartamento no bairro Jardim Aeroporto e uma empresa estão entre os alvos, na cidade de Bayeux, Região Metropolitana de João Pessoa.

Além da Paraíba, a ação ocorre nos estados do Paraná, Bahia, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe, Santa Catarina, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

Sobre os crimes

Estão sendo investigados os crimes de tráfico internacional de armas de fogo, lavagem de dinheiro, associação criminosa e falsidade ideológica.

Segundo a PF, a investigação começou no primeiro semestre de 2018, quando a polícia identificou que armas de fogo estariam sendo transportadas pelos Correios, escondidas dentro de equipamentos de treino para artes marciais, como aparadores de chute, luvas e caneleiras.

 

Portal WSCOM

 

 

Paraíba e mais dez estados correm risco de surto de dengue esse ano

A Paraíba é um dos 11 estados que podem ter um possível surto de dengue em 2020. Segundo dados mais atualizados da Secretaria de Saúde do Estado, 28 municípios apresentam, atualmente, altos índices de infestação predial pelo Aedes aegypti – mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya –, ou seja, estão em situação risco para o aumento de casos das três doenças.

E a situação requer maior mobilização por parte do poder público e da população no combate ao mosquito. Isso porque há a circulação do sorotipo 2 da dengue, o qual boa parte da população nordestina não teve contato nos últimos anos, como explica o diretor do Departamento de Imunizações de Doenças Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Júlio Croda

“Nossa avaliação de risco é que existem bastante pessoas suscetíveis nessas regiões e particularmente porque o vírus tipo 2 não circulou muito no ano passado.”

Diante do cenário, o chefe do Núcleo de Fatores Biológicos da Secretaria Estadual de Saúde da Paraíba, Luiz Almeida, revela que todos os municípios paraibanos já foram notificados para que cada um adote, em 2020, medidas de combate aos focos do aedes.

“O estado cria uma estratégia para que, em todo Verão, os municípios elaborem planos de contingência para trabalhar a problemática das arboviroses, evitando um aumento de casos. Então, buscamos aliados como [secretarias] Educação, Infraestrutura e parcerias como forma de prevenção.”

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, já foram notificados 60 casos de dengue na Paraíba em janeiro. Os municípios com maiores incidências da doença são Picuí, Sossêgo, Baraúna, Prata, São João do Tigre, Monteiro, Cajazeiras e Uiraúna.

Por isso, a luta contra o mosquito não pode parar. Cada pessoa deve se tornar um fiscal para eliminar focos com água parada e impedir que o vetor se prolifere.

E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

 

Agência Rádio

 

 

Paraíba ocupa 1° lugar entre os estados com mais candidaturas femininas ‘laranjas’ e justiça inicia plano de ação

Nas eleições municipais de 2016, 16.131 candidatos não tiveram nem um voto sequer – nem o próprio. De cada dez dos “sem-votos”, nove eram mulheres (14.417 candidatas). Os dados foram obtidos graças à ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que já tinha o “fenômeno” sob seu radar e pediu que a justiça eleitoral fizesse o levantamento. Na Paraíba, foram 838 candidatas com votação zerada, visando combater essa realidade o Estado terá um disque-denúncia para atender casos como estes em 2020.

Para a ministra Luciana Lóssio não há dúvida de que se trata de um novo tipo de fraude eleitoral que agrava ainda mais a já escassa representatividade feminina nesta área: são as “mulheres-laranja” da política. A atual legislação eleitoral determina que, com o fim das coligações já nas eleições proporcionais deste ano, os partidos políticos devem reservar 30% de suas candidaturas para as minorias (quase sempre mulheres). A regra vale para as disputas federal, estadual e municipal, e tem despertado a atenção dos órgãos fiscalizadores.

Um levantamento com dados da Justiça Eleitoral apontou que a Paraíba ocupou o primeiro lugar em candidaturas femininas que não receberam nenhum voto no último pleito municipal. O fenômeno negativo mostrou que pelo menos 23% das 3.601 candidatas ao cargo de vereadora não votaram sequer nelas mesmas. A cidade com o maior número de mulheres proporcionalmente sem registro de votos está localizada no Sertão. Com menos de cinco mil habitantes (IBGE/2010), Maturéia teve 92% de suas candidatas zeradas nas urnas. Foram 12 postulantes, sendo que 11 não registraram votos e a restante teve um único apoiador.

Por motivos como esse, o Brasil tem baixa presença feminina no poder e ocupa a 152ª posição na lista de 192 países que medem a representatividade na Câmara dos Deputados, divulgada pela Inter-Parliamentary Union (uma organização internacional dos parlamentos dos estados soberanos).Apesar de as mulheres representarem 52% do eleitorado no país, apenas um Estado (Rio Grande do Norte) e 12% dos municípios são governados por mulheres.

Iniciativas de combate- A presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, vereadora Ivonete Ludgério (PSD), através da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos das Mulheres, lançou a campanha “Laranjas Não!”. Uma forma de colaborar e buscar discussões para evitar que partidos e coligações utilizem candidaturas falsas de mulheres para preencher a cota de 30% de participação feminina nas eleições municipais. Uma audiência pública será realizada para reforçar o debate e coibir a prática.

“Logicamente que todo mundo que entra numa disputa, entra achando que ganha. Mas sabemos que muitos partidos ainda não dão o devido valor as candidaturas femininas. A destinação de recursos dos fundos partidário e de campanha para mulheres vai ajudar muito, como já ajudou nas eleições de 2018, em que aumentou o número de candidatas. Mas eu espero que tenha reflexos nos resultados e não apenas no número de candidaturas”, comentou a deputada estadual Camila Toscano (PSDB).

 

pbagora

 

 

Operação apura furtos em contas bancárias na PB, DF e mais 4 estados

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou, nesta quinta-feira (6), a Operação XCoderX, para investigar um esquema de furto de valores depositados em contas bancárias. Foram cumpridos 50 mandados judiciais —prisões, busca e apreensões e sequestros de bens — no próprio Distrito Federal e nos estados da Paraíba, Bahia, Ceará, São Paulo e Santa Catarina. O balanço das ações será divulgado à tarde.

Segundo a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos, após prender dois indivíduos diretamente ligados à receptação de R$ 4 mil provenientes de uma conta do Distrito Federal, a equipe de investigação identificou outros criminosos responsáveis por coordenar um esquema interestadual de subtração de valores depositados em contas de residentes de diversos estados. Os furtos eram realizados por organização criminosa com um esquema bem organizado e divisão de tarefas.

“Para realizarem as fraudes, os criminosos ligavam para as vítimas utilizando um recurso tecnológico que fazia aparecer no identificador de chamada o número do telefone oficial de um banco tradicional do Distrito Federal. Durante as ligações, os criminosos se passavam por funcionários do banco e questionavam as vítimas sobre transações bancárias suspeitas. Iludidas pela forma como se davam as ligações, as vítimas acabavam digitando os números de suas contas e as senhas no teclado de seus telefones, sendo que tais dados eram capturados pelos criminosos”, explica o delegado-chefe da DRCC, Giancarlos Zuliani.

As apurações da Operação XCoderX ainda verificaram que as vítimas eram orientadas a irem até um caixa eletrônico para gerar um QR Code — que deveria ser enviado para os criminosos por meio do aplicativo Whatsapp. De posse desses dados— número da conta, senha e QR Code—, os criminosos baixavam e instalavam um aplicativo do banco em seus telefones e passavam a realizar uma série de saques e transferências na conta da vítima.

No total, foram identificadas 37 vítimas com contas bancárias no Distrito Federal, sendo que o prejuízo causado pela referida organização criminosa foi inicialmente calculado em R$ 1,1 milhão. “Tal valor pode aumentar se forem somadas as vítimas de outros estados”, acrescenta Zuliani.

Os suspeitos irão responder pelos crimes de furto mediante fraude, organização criminosa e lavagem de dinheiro, com penas que poderão chegar a 10 anos de reclusão.

 

portalcorreio