Arquivo da tag: esquartejar

Sobrinho é suspeito de matar e esquartejar paraibanos na Espanha

familia-de-paraibanosO suspeito de assassinar o casal brasileiro e seus dois filhos pequenos na Espanha é um sobrinho do homem morto. Segundo o jornal espanhol El País, trata-se de Patrick Gouveia, uma pessoa de caráter “violento” e “emocionalmente instável” que tinha convivido com a família anteriormente.

Os corpos do casal Marcos Nogueira e Janaína Santos Américo e dos filhos de 1 e 4 anos foram descobertos esquartejados no dia 18 de setembro em Pioz, a 60 quilômetros de Guadalajara, na Espanha. No dia seguinte, o suspeito antecipou sua passagem de volta para o Brasil, que estava marcada para novembro. Em 22 de setembro, a Justiça espanhola expediu um auto de prisão e uma ordem de detenção europeia e internacional contra ele.

O sobrinho, que atualmente está foragido, era o principal suspeito para os investigadores da Guarda Civil Espanhola que trabalham no caso. Ele estaria obcecado por Janaína, esposa de seu tio.

O ministro de Interior da Espanha, Jorge Fernández Díaz, deu por “esclarecido” hoje o quádruplo assassinato e descartou a possibilidade de que os crimes tenham relação com o tráfico de drogas ou o crime organizado.

O suposto assassino, que tem menos de 20 anos, conviveu durante algum tempo em Madri com a família, que havia se mudado para o povoado de Pioz justamente para se afastar da personalidade violenta do sobrinho.

A ideia do rapaz, que tem um histórico de violência no Brasil e agiu por motivações pessoais, era transferir os corpos para algum lugar e sugerir um desaparecimento, plano que por motivos ainda não esclarecidos ele não conseguiu realizar.

A família, que originalmente é de João Pessoa (PB), foi morta à noite. Depois do crime, o suspeito esquartejou os corpos do casal e os colocou em sacolas, encontradas dias depois, quando vizinhos alertaram a polícia sobre o odor nas imediações da casa. Segundo a perícia, o assassino teve muito cuidado para limpar a residência e não deixar rastros.

O juiz encarregado do caso informou hoje que a identidade do casal foi confirmada por meio de impressões digitais. A família estava na Espanha há alguns anos e se mudou para o país depois de Marcos Nogueira, que trabalhava como gerente de um restaurante, receber uma proposta de emprego. Os quatro corpos ficam sob custódia judicial até a autópsia e a investigação serem concluídas.

Veja

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Mãe suspeita de esquartejar filho autista será submetida a exames de sanidade mental

policiaA suspeita de esquartejar o próprio filho, Sônia Paula Soares Marinho, de 39 anos, deve ser transferida  para o Complexo Psiquiátrico Juliano Moreira, em João Pessoa. O crime foi praticado na última sexta-feira no bairro de São José, em Campina Grande.

O filho de Sônia Caio Márcio Soares Nóbrega Marinho, de seis anos, era autista (distúrbio neurológico caracterizado por comprometimento da interação social, comunicação verbal e não verbal e comportamento restrito e repetitivo), e foi cortada a faca.

A autorização foi do juiz Falcandre de Sousa Queiroz, do 2º Tribunal do Júri , para que Sônia seja submetida a exames que possam diagnosticar sua sanidade mental.

De acordo com informações, não há prazo definido para a realização dos exames.

Sônia Paulo Marinho foi presa em flagrante após a vizinhança chamar a polícia.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda foi acionado, mas já encontrou a criança sem vida e com 50 perfurações de faca peixeira.

clickpb

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Acusadas de esquartejar motorista são fotografadas nuas pela polícia

(Foto: Reprodução / SPTC)
(Foto: Reprodução / SPTC)

A polícia de São Paulo fez 27 fotos nuas e seminuas das três presas acusadas de matar, esquartejar e espalhar as partes do corpo de um motorista de ônibus em Higienópolis e na Sé, há um ano. As imagens foram feitas após a prisão delas e entre os interrogatórios.

Para entidades de direitos humanos, houve abuso de poder. Como o processo não está sob segredo, qualquer pessoa pode acessá-lo. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) nega que haja ilegalidade.

Em agosto de 2014, a Justiça considerou as fotografias do exame de corpo de delito feitas pelo Instituto Médico-Legal (IML) desnecessárias e determinou a retirada e o arquivamento de 18 dessas imagens do processo para “preservar a dignidade” das mulheres. Nove continuam anexadas aos volumes do caso.

Entre junho e julho do ano passado, as prostitutas Marlene Gomes, de 57 anos, e Francisca Aurilene Correia da Silva, de 35 anos, e a vendedora Marcia Maria de Oliveira, de 33 anos, foram clicadas em nu frontal, de costas, sem sutiã e roupas íntimas.

O trio está detido na Penitenciária Feminina de Franco da Rocha, Grande São Paulo, à espera do julgamento pelo assassinato do motorista Alvaro Pedroso, de 55 anos, em março de 2014. Foi na unidade prisional, após entrevista exclusiva recente que duas delas deram ao G1, que as rés denunciaram terem sido obrigadas a tirar a roupa para serem fotografadas.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

“Me senti ofendida, constrangida. Eu não queria ficar pelada, não havia motivo”, disse Marlene. “Não entendi por que fomos obrigadas a ficar peladas. A gente não estava machucada nas partes íntimas”, completou Marcia.

Nas imagens, duas das mulheres aparecem completamente sem roupas e outra apenas de calcinha sem qualquer justificativa. O material fotográfico foi produzido pelo IML, que é subordinado à Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC), que, por sua vez, responde à Secretaria da Segurança Pública. Questionada pela equipe de reportagem, a pasta da Segurança negou qualquer irregularidade nas fotografias (leia mais abaixo).

Intimidade
Como o processo não está sob segredo de Justiça, ele se torna público e qualquer pessoa, além dos envolvidos diretamente no caso (juízes, promotores, policiais e advogados das partes), pode consultar os documentos e ter acesso às nove fotografias restantes, que mostram a intimidade das três rés.

Nessas imagens, que estão no cartório do Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste da capital, uma das presas aparece com os seios e as nádegas à mostra. As fotografias também exibem outra detenta só de calcinha e mais uma com sutiã, encobrindo o púbis e as nádegas com uma folha de papel.

As 18 fotos que mostram as presas nuas e seminuas e foram retiradas do processo estão guardadas em envelope no mesmo cartório por determinação da juíza Fabíola Oliveira Silva. Segundo funcionários do fórum ouvidos pelo G1, esse documento só poderá ser acessado com autorização judicial.

Me senti ofendida, constrangida. Eu não queria ficar pelada, não havia motivo”
Marlene Gomes, presa

“Considerando que (…) constam fotografias das acusadas que, neste momento, não são necessárias ao processamento, determino o desentranhamento e o arquivamento em envelope, que deverá ser arquivado em pasta própria no cartório, certificando-se nestes autos”, escreveu a magistrada. “Isto para preservar a dignidade das acusadas”.

Críticas
Entidades procuradas pela equipe de reportagem para comentar a denúncia das presas avaliaram que, independentemente de a maioria das fotos ter sido retirada do processo, o IML não poderia ter obrigado as presas a se despir e nem ter fotografado elas nuas e seminuas sem razão aparente.

Segundo a Associação dos Médicos Legistas do Estado de São Paulo (Amelesp), as imagens que foram feitas no laudo de lesão corporal cautelar ofendem a honra das acusadas. Além disso, de acordo com o órgão, as fotos são injustificáveis porque não revelam nenhum ferimento nas genitálias e seios das rés, segundo conclusão do documento.

De acordo com a Amelesp, o exame de corpo de delito de presos serve para saber se as pessoas detidas sofreram lesões durante as prisões. A perícia é feita sempre no IML por médicos. Se houver necessidade, fotógrafos registram os ferimentos. Todos esses funcionários são policiais técnico-científicos.

Duas das presas foram fotografadas completamente nuas (Foto: Reprodução / SPTC)Duas das presas foram fotografadas completamente
nuas (Foto: Reprodução / SPTC)

Para a coordenação estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos, os responsáveis pelas imagens nuas e seminuas das presas poderiam responder por abusos de poder e de autoridade e por constrangimento ilegal.

Além disso, a Ouvidoria das Polícias de São Paulo alertou para o risco de que outras pessoas alheias ao caso também possam ter acesso às imagens. Isso porque o processo é público e não é digital. Ele é físico. Está no sexto volume – cada um possui cerca de 200 folhas.

Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça (TJ), qualquer cidadão pode consultar processos públicos nos cartórios dos fóruns de São Paulo.

Resposta da Secretaria de Seguraça
De acordo com a SSP, a Superintendência da Polícia Técnico-Científica informou que as fotografias das três presas fetias pelo IML são padrão no instituto. “O procedimento de fotografar os presos em exames cautelares é padrão. É o método legal necessário para a realização do exame, pois seria impossível com as vestimentas”, informa trecho da nota.

“Com a fotografia são garantidas a dignidade e integridade do detento, pois ajuda a comprovar se houve abuso ou não. Esse procedimento segue a Portaria 006/2014 da Diretoria do IML / SPTC”, conclui resposta enviada pela secretaria. A portaria, publicada em dezembro de 2014, diz que “deve-se ilustrar com fotografias e/ou gráfico, as lesões encontradas” durante o exame de lesões corporais.

Presas disseram que foram obrigadas a se despir e acabaram fotografadas sem que houvesse qualquer lesão nos corpos (Foto: Reprodução / SPTC)Presas disseram que foram obrigadas a se despir e
acabaram fotografadas sem que houvesse qualquer
lesão nos corpos (Foto: Reprodução / SPTC)

Para a Amelesp, as fotografias ferem o código de ética médica e ofendem a dignidade das mulheres presas. “Feriu nosso código de ética médica. Feriu a dignidade da pessoa humana. Todo preso requer dignidade independente de qualquer crime”, disse o presidente da Amelesp, o médico legista João Roberto Oba.

“Já vi exames de corpo de delito com fotos de presas nuas, mas com lesões que justificassem essas fotografias sem roupas”, afirmou Oba. “Mas nunca vi exames de corpo de delito com fotos nuas de presas sem lesões.”

Segundo o presidente da Amelesp, só haveria uma possibilidade para fotografar as nuas: se elas apontassem ferimentos nas partes íntimas ou nos seios. “Diante disso, eu repudio as fotos na medida que as acusadas não têm lesões”.

Corpo de delito
Marlene e Márcia contaram ao G1 que foram fotografadas no IML quando saíam das carceragens das delegacias para prestar depoimentos no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

As três presas passaram por 11 exames de corpo de delito. Um médico e duas médicas do IML as periciaram. Um fotógrafo e uma fotógrafa registraram as imagens das acusadas nuas e com roupas íntimas.

A coordenação estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos entende que houve crimes de abusos de poder, autoridade e constrangimento ilegal.

Presas alegaram que pediram para não serem fotografadas sem roupas (Foto: Reprodução / SPTC)Presas alegaram que pediram para não serem
fotografadas sem roupas (Foto: Reprodução / SPTC)

“Eu entendo como ilegal porque elas têm direito à privacidade. Elas não podem ser ultrajadas dessa forma”, disse o advogado Ariel de Castro, da coordenação de São Paulo do movimento. “Precisa ser investigado qual o propósito dessas imagens”.

O representante do movimento ainda criticou o fato de algumas das fotos terem sido feitas por um homem. “As fotos de mulheres nuas têm de ser feitas por mulheres, até porque a própria revista íntima é feita por mulheres”, afirmou Castro.

A Ouvidoria das Polícias, que fiscaliza a atividade policial, informou que se as presas se sentiram ofendidas, elas podem procurar o órgão, por intermédio de seu advogado. A Ouvidoria, então, pediria esclarecimentos à Corregedoria da SPTC e ao Ministério Público (MP).

“Desde que as supostas vítimas nos solicitem providências, a Ouvidoria poderá oficiar a Corregedoria da Polícia Civil, bem como ao Ministério Público, para devidas apurações quanto ao suposto crime de abuso de autoridade e ou infrações administrativas”, disse ouvidor Julio Cesar Fernandes Neves.

“Ressalta-se que o processo em questão não corre em segredo de justiça, o que significa que qualquer pessoa poderia ter acesso às fotos”, afirmou o ouvidor. “Contudo, tendo em consideração o possível vazamento dessas imagens, esta medida transforma-se em imoral e ilegal.”

Exame de corpo de delito mostra que não foram encontradas lesões no corpo de uma das presas; demais exames tiveram a mesma conclusão. Superintendência da Polícia Técnico-Científica justificou fotos alegando que são padrão (Foto: Reprodução / SPTC)Exame de corpo de delito mostra que não foram encontradas lesões no corpo de uma das presas; demais exames tiveram a mesma conclusão. Superintendência da Polícia Técnico-Científica justificou fotos alegando que são padrão (Foto: Reprodução / SPTC)

Procurado pela equipe de reportagem para comentar o assunto, o advogado Aryldo de Oliveira de Paula, que defende as três mulheres acusadas pelo assassinato do motorista Alvaro, afirmou que as fotografias são “ilegais e imorais”.

“Para ser considerado normal o procedimento, ele deve se aplicar a todos e não somente às acusadas. Uma vítima de acidente de trânsito quando precisa fazer exame de corpo de delito é fotografada nua?”, disse o advogado Aryldo, que considerou as fotos irregulares. “Tanto é ilegal e imoral que a juíza mandou desentranhar do processo para preservar a dignidade das acusadas”. A defesa das três acusadas ainda avalia se entrará com representação judicial.

Alvaro Pedroso, vítima do crime (Foto: Reprodução)Alvaro Pedroso, vítima do crime (Foto: Reprodução)

O crime
Marlene, Marcia e Francisca são rés no processo que as julgará pelo assassinato e esquartejamento do motorista Alvaro em março de 2014. O corpo dele foi separado em 20 partes, que foram ensacadas e acabaram espalhadas no Cemitério da Consolação, em Higienópolis, e na Praça da Sé, ambas na região central da capital.

O próximo passo do caso será a Justiça marcar a data do julgamento do trio. Se condenadas, poderão pegar a pena máxima, que são 30 anos para cada uma.

Em entrevista ao G1, Marlene disse que o crime não foi planejado e matou Alvaro, seu cliente e amante, porque ele a agredia e ameaçava matá-la. Ela alegou que se defendeu das agressões, torturas sexuais e tentativas de assassinato que vinha sofrendo durante quatro anos de programas e relacionamento com o motorista.

Procuradas pela equipe de reportagem para comentarem o assunto, a viúva e a filha do motorista, falaram que o motorista era nervoso, mas não a ponto de agredir ou ameaçar alguém. Também disseram que desconfiam que a morte de Alvaro foi planejada.

 

G1

Suspeito de esquartejar casal em Guarabira teve surto psicótico, diz polícia

Foto: Valber Virgulino
Foto: Valber Virgulino

Um homem de 22 anos foi preso na tarde desta terça-feira (23) acusado de esquartejar um casal e espalhar partes dos corpos das vítimas pelos cômodos de uma residência no conjunto Lucas Porpino, em Guarabira, no Agreste da Paraíba. Ele foi preso em uma construção, próximo a sua residência no mesmo conjunto onde o fato aconteceu. Com o acusado, os policiais apreenderam a faca usada por ele na ação. A prisão aconteceu através de uma operação conjunta das polícias Civil e Militar.

De acordo com o delegado da 8ª Delegacia Seccional da Polícia Civil, Wallber Virgolino, o duplo homicídio está sendo investigado, a princípio, como um latrocínio. A polícia identificou que foi feito um saque no valor de R$ 500 referente ao benefício do Bolsa Família de uma das vítimas antes do crime.

Walber disse ainda que Paulo Roberto Rodrigues Santos já trabalhou como marchante e antes de matar o casal, bebeu durante toda a noite com as vítimas com o intuito de diminuir as chances de defesa deles. O suspeito teria cometido o crime sozinho. Paulo Roberto usou uma faca, que foi apreendida pela polícia, e uma machadinha para esquartejar Severino Vieira e sua esposa.

Polícia apreendeu faca usada nos crimes Foto: Valber Virgulino)
Polícia apreendeu faca usada nos crimes Foto: Valber Virgulino)

Em depoimento à polícia, Paulo disse que não recordava o que tinha acontecido na noite do anterior e que tomava remédio controlado. “Quando eu cheguei em casa, estavam falando desse duplo homicídio seguido de esquartejamento, mas eu não tive nada a ver”, relatou.

A polícia acredita que ele teve um surto psicótico, já que o acusado tem registros de problemas mentais. “Ele recentemente saiu do presídio onde responde por porte ilegal de arma, lesão corporal e, segundo familiares deles, ele alegava que estava ficando louco, vendo visagens no presídio”, explicou o agente de investigação da Polícia Civil, Luiz Pereira.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Paulo Roberto foi levado para o presídio regional de Guarabira. “Após todo o trabalho de investigação feito, das evidências que conseguimos colher com o depoimento de pessoas que o viram sair da casa ensanguentado, do filho da vítima que foi expulso da residência quando ele chegou, nós já o colocamos na cena do crime e, agora, confrontado com todas essas informações, ele disse que não recorda de nada do que aconteceu. É quase é certo que realmente ele cometeu o duplo homicídio”, informou o delegado Ricardo Sena.

Maria Aparecida da Conceição, de 47 anos, e Severino Vieira da Silva, de 58, foram mortos na sala de casa. A polícia não acredita na participação de outras pessoas no crime.

Duplo homicídio
Um casal foi encontrado esquartejado dentro de uma casa na manhã desta terça-feira (23), em Guarabira. Os corpos foram encontrados por um parente das vítimas. De acordo com o delegado seccional da 8ª Delegacia Seccional da Polícia Civil, Wallber Virgolino, os criminosos espalharam partes dos corpos pelos cômodos da residência. Segundo moradores do local explicaram, o casal não teria ligação com tráfico de drogas ou outros crimes, mas que já havia se envolvido em brigas por conta de bebidas alcoólicas.

 

 

manchetepb

Homem choca o mundo após matar, esquartejar e comer uma mulher

barbaridadeUm homem de 37 anos foi preso no Tennessee (sul) depois de ter matado uma mulher de 36 anos, decapitado, cortados suas mãos e pés para depois comer partes do corpo, informou a imprensa local.

Gregory Scott Hale foi detido na segunda-feira (9) depois de confessar o assassinato de Lisa Mary Hyder em sua casa em Summitville, indicou a polícia do condado de Coffee. O homem esquartejou sua vítima e escondeu os pedaços em um recipiente cheio de cinzas.

Ele admitiu que comeu alguns pedaços de sua vítima.O assassinato foi descoberto quando o canibal pediu ajuda a um vizinho para esconder o corpo. Lisa Mary Hyder era divorciada e mãe de dois filhos.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

CASOS SEMELHANTES:

Na Rússia, Um dos russos acusados de canibalismo em expedição de pesca na Sibéria foi liberado por três anos após confessar ao júri, nesta sexta-feira (6) que realmente comeu o amigo, Andrei Kurochkin, 44 anos, apesar de não estar com fome.

A mulher de Kurochkin, Olga Kurochkin, falou, em depoimento, sobre seu horror diante da brutalidade do assassinato. Os acusados deixaram os pés e a parte traseira do crânio com um pouco de cabelo da vítima.

Segundo o tabloide britânico Daily Mail, Alexei Gorulenko e Alexander Abdullaev eram pescadores e se perderam durante meses em uma expedição na Sibéria. Com a fome, decidiram comer o amigo Kurochkin.

Olga afirmou que pensar sobre a situação está fazendo muito mal a ela.

180 graus

Suspeito de esquartejar a própria mãe em São Paulo é preso no Recife

sireneA polícia prendeu, na manhã desse sábado (28), um homem suspeito de matar, esquartejar e guardar numa geladeira o corpo da própria mãe na cidade de São Paulo. Jotânio Oliveira Farias foi preso na Rua Siqueira Campos, no bairro de Santo Antônio, no Centro do Recife. Ainda não foram divulgados detalhes sobre a prisão. O crime aconteceu no dia 24 de outubro deste ano, no bairro de Sapopemba, Zona Leste da capital paulista.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Na época, o corpo da vítima foi encontrado na geladeira de casa por um genro dela. Ele chegou em casa por volta das 13h30 do dia 24 de outubro, procurando pela sogra quando sentiu um cheiro forte e muitas moscas na cozinha da casa. Ela foi encontrada partida ao meio, com as pernas para cima, com duas facas cravadas em suas partes íntimas, dentro da geladeira. De acordo com a polícia de São Paulo, ela estava desaparecida desde o dia 22 de outubro.

jornal do Comércio

PM detém suspeito de esquartejar mulheres e de mais 12 mortes na PB

A Polícia Militar deteve na noite de sexta-feira (15), em João Pessoa, um adolescente de 16 anos que é suspeito de ter participação no assassinato e esquartejamento de duas mulheres em junho de 2012. Ele foi detido na comunidade Boa Esperança, no bairro do  Cristo Redentor. Segundo a polícia, além das mortes das mulheres, o adolescente também seria o autor de pelo menos outros 12 homicídios ocorridos no ano passado.

O adolescente foi encontrado quando a Polícia Militar fazia rondas na área da Boa Esperança. De acordo com o tenente Romeu Barbosa, que participou da ação, havia um mandado de busca e apreensão contra o suspeito e ele estava sendo procurado desde a época em que aconteceu o  esquartejamento das mulheres, já que outros suspeitos presos haviam revelado a participação dele.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

“Ele era o único que estava foragido. As informações que temos é que ele foi um dos que esquartejou as mulheres e também teria transportado os corpos para o local onde eles foram encontrados”, afirmou o tenente Romeu. As mulheres foram encontradas mortas na madrugada de 6 de junho no bairro Funcionários I. Os corpos estavam escondidos em um saco plástico.

Ainda segundo o tenente, o adolescente também teria participação no tráfico de drogas no Cristo Redentor e em outras mortes. “Ele é responsável direto por 12 homicídios ocorridos no Cristo e nas proximidades em 2012”, completou.

De acordo com a Polícia Militar, o adolescente foi levado ainda na noite de sexta-feira para a Delegacia do Menor Infrator de João Pessoa.

Mulheres esquartejadas em João Pessoa  (Foto: Walter Paparazzo/G1)Corpos foram econtrados em sacos plásticos
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Esquartejamento
No mesmo dia em que os corpos das mulheres foram encontrados esquartejados a Polícia Militar prendeu cinco suspeitos de participação no crime. As prisões aconteceram também na comunidade Boa Esperança, onde o crime teria acontecido.

Um dia depois a Polícia Civil informou que a ordem para o duplo homicídio teria partido de dentro da  Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, conhecida como presídio do Roger. De acordo com a Delegacia de Homicídios de João Pessoa, dois detentos seriam os mandantes, eles mantinham uma relação com as vítimas e um deles afirmou ter o assassinato de uma das mulheres.

O preso informou à polícia que a mulher era responsável pela guarda de um filho dele, de outro relacionamento, e que ela teria batido na criança, ele também declarou não se arrepender e afirmou que a segunda vítima, que era namorada do outro presidiário, morreu porque sabia de tudo.

 

 

G1 PB