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Coronavírus: Especialista orienta sobre uso de máscaras caseiras

Desde o início da pandemia provocada pelo novo coronavírus, as máscaras de proteção sumiram das prateleiras, e diante da emergência da saúde pública para estabelecer medidas de prevenção ao contágio da Covid-19, a orientação por uso de máscaras caseiras tem se intensificado em todo o mundo.

Além de eficiente, as máscaras caseiras são simples de serem produzidas e protegem a pessoa e quem estiver ao redor, já as máscaras profissionais devem ser usadas exclusivamente por profissionais de saúde e pacientes contaminados pelo novo coronavírus.

A professora de medicina da Unifacisa e coordenadora do Laboratório de Estudos sobre Biossegurança e Segurança do Paciente, Mayara Lima, destacou que para ser eficiente como uma barreira física, a máscara caseira precisa seguir algumas especificações.

“É importante ressaltar que o uso das máscaras caseiras é mais uma intervenção que deve ser implementada junto com as demais recomendações propagadas pelo Ministério da Saúde e OMS, como o distanciamento social, a etiqueta respiratória, a higienização das mãos, como formas de prevenção ao vírus. A utilização da máscara não desobriga esses outros tipos de medidas preventivas. É preciso que a máscara tenha pelo menos duas camadas de pano e que seja de uso individual, não podendo ser dividida com ninguém”, pontuou.

As máscaras caseiras são barreiras físicas e têm se mostrado bem efetivas, quando são bem desenhadas, higienizadas e utilizadas de forma correta. Para a confecção, pode ser utilizado alguns tipos de tecido como o 100% algodão.

“O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas, cobrindo totalmente a boca e o nariz, e que estejam bem ajustadas ao rosto. Na questão de higienização, se a máscara ficar úmida, tem que ser trocada. A recomendação é deixar imersa em água e água sanitária por 30 minutos, após lavar com água e sabão e após seca, passar ferro e guardar em sacola ou recipiente fechado. Sempre que for utilizar a máscara, é preciso higienizar as mãos e só tocar nas amarras, nunca na parte de dentro ou frente, e sempre lembrando que ela é de uso é individual”, explicou a professora.

De acordo com as orientações do Ministério da Saúde e OMS, é preciso evitar sair de casa e promover aglomerações. Caso a pessoa tenha realmente que sair, a recomendação é que se mantenha o distanciamento entre as pessoas.

“Evite tocar objetos sem necessidade, utilize sempre máscaras caseiras e tenha todos os cuidados com a higiene das mãos. Além disso, utilize roupas que cubram mais o corpo, prenda o cabelo, evite maquiagens, leve para rua somente o que for necessário. Ao chegar em casa, redobrar os cuidados, o ideal é que a gente tenha um sapato reservado para sair, tirar a roupa e colocar no saco fechado, tomar banho, lavar os cabelos para evitar risco de contaminação. É essencial higienizar os objetos que levamos para a rua como bolsas, chaves, e principalmente o celular. Tudo que for de fora é preciso higienizar antes de guardar”, explicou.

Orientações sobre o uso de máscaras caseiras

  • A máscara é individual. Não pode ser dividida com ninguém, nem com mãe, filho, irmão, marido, esposa etc;
  • A máscara pode ser usada até ficar úmida. Depois desse tempo, é preciso trocar;
  • É preciso que ela tenha pelo menos duas camadas de pano;
  • É importante ter elásticos ou tiras para amarrar acima das orelhas e abaixo da nuca. Desse jeito, o pano estará sempre protegendo a boca e o nariz;
  • Use a máscara sempre que precisar sair de casa. Saia sempre com pelo menos uma reserva e leve uma sacola para guardar a máscara suja, quando precisar trocar;
  • Chegando em casa, lave as máscaras usadas com água sanitária. Deixe de molho por cerca de 30 minutos.

portalcorreio

 

 

Gestantes agora integram grupo de risco da Covid-19 e especialista destaca cuidados com higiene e isolamento social

Enxoval montando e aguardando ansiosamente para ser mãe pela primeira vez. A autônoma Mayara Nascimento, que está com 16 semanas de gestação e parto previsto para setembro deste ano, está em sua primeira gestação e afirma ter se surpreendido ao saber que passou a integrar o grupo de risco para Covid-19, doença provocada pela ação do coronavírus no organismo humano. “Apesar de saber e, de certo modo, esperar os riscos da doença para as gestantes, confesso que me surpreendi, já que almejamos sempre o melhor”, declara.

O Ministério da Saúde incluiu gestantes e mulheres que deram à luz até 45 dias no grupo de risco para o novo coronavírus. Antes, apenas gestantes de alto risco estavam entre os mais vulneráveis para evoluir para quadros graves. O médico ginecologista e obstetra do Hapvida em João Pessoa Romeu Menezes Neto destaca que essas mulheres devem ter cuidados redobrados, com atenção especial a medidas de higiene e reforço do isolamento social.

A surpresa por ingressar no grupo de risco vem acompanhada do medo pelo desconhecido, assim como é para muitas pessoas estejam elas no grupo de risco ou não. “Tenho medo, pois como é uma doença nova o receio é contrair e assim transferir para o bebê, até porque não existe um estudo preciso sobre o assunto ainda”, explica.

Apesar do receio Mayara assegura que está tomando as recomendações passadas pelo Ministério da Saúde. “Sempre que preciso sair para realizar algum exame ou para as consulta de pré-natal, faço uso de máscaras e mantenho distância. Se o local tiver lavabo, lavo sempre as mãos com água e sabão, caso contrário, uso álcool em gel”, afirma.

A dona de casa Juliana Rodrigues também se encontra no grupo de risco, mas diferente de Mayara Nascimento, que espera pelo seu primeiro filho, Juliana há 14 dias foi mãe pela terceira vez. Apesar de no âmbito da maternidade a dona de casa ter mais experiência que a autônoma, quando o assunto é Covid-19, não tem conhecimento que não provoque receio pelos danos que a doença pode causar. “Meu medo maior é pelos meus três filhos, então o que eu puder fazer para preservá-los, farei”, assegura a mamãe.

Juliana Rodrigues também tem tomado os devidos cuidados e seguido as recomendações das autoridades de saúde. “Primeiramente tenho evitado sair de casa, não estou recebendo visitas e sempre higienizo as mãos”, declara.

Seja para Juliana ou para Mayara, o médico ginecologista e obstetra do Hapvida afirma que em relação aos cuidados para combater à Covid-19 as orientações são seguir o que determina o Ministério da Saúde e que vale para toda população. “Cuidados com higiene, lavar as mãos com sabão, uso do álcool em gel na ausência de água e sabão, evitar levar às mãos ao nariz, boca e olhos e o principal, que é obedecer o distanciamento social”, ressalta.

O obstetra destaca que no caso de Juliana e tantas outras mulheres que se encontram no puerpério esses cuidados devem ser redobrados. “Isso porque após o parto as mulheres ficam mais propensas a ter complicações graves com a Covid-19”, reforça.

Além disso, Romeu Menezes Neto lembra que gestantes que tiveram ou têm alguma comorbidade a mais, como asma, hipertensão, diabetes ou doenças crônicas, e gestantes no terceiro trimestre devem redobrar os cuidados, pois se enquadram em grupo de risco maior.

Saiba Mais – As gestantes e puérperas foram incluídas no grupo de risco para Covid-19 por meio de uma determinação do Ministério da Saúde que, segundo informações da pasta, as mulheres que se enquadram nesse perfil estão mais vulneráveis aos efeitos da doença ocasionada pelo coronavírus. Não existem estudos conclusivos acerca da comprovação de um perigo maior da Covid-19 para grávidas e puérperas, mas a decisão foi tomada levando em consideração a ação de outros coronavírus e vírus gripais já conhecidos e estudados anteriormente.

Dados – O Brasil registrou, na cidade do Recife, em Pernambuco, a primeira morte de mulher grávida pela Covid-19 no último dia 5 de abril. Porém, um dia antes foi realizado um parto de emergência para retirado do bebê segue internado.  A mãe da criança era uma mulher de 33 anos, que estava gestante de 32 semanas quando acometida pela doença causada pelo coronavírus.

 

Assessoria de Imprensa

 

 

Coronavírus: higienização dos cabelos também deve ser considerada, diz especialista

Lavar os cabelos diariamente e evitar o contato freqüente das mãos aos fios são uma das recomendações para combater o vírus

Entre os muitos cuidados para evitar a contaminação pelo coronavírus, lavar os cabelos com freqüência e evitar o contato das mãos nas madeixas pode ser mais uma iniciativa para manter a higiene e evitar contrair a doença.

Segundo o angiologista com especialização em queda capilar e fortalecimento dos fios Álvaro Pereira, foi constatado pelo Medscape que o vírus se mantém vivo por períodos de tempo diferentes, variando de acordo com a superfície em que ele está. No cabelo e nas roupas, por exemplo, estima-se que ele sobrevive por cerca de seis horas.

O especialista afirma que os hospitais já seguem protocolos de higienização dos cabelos. Os profissionais de saúde que possuem cabelos longos devem prender os fios e, se em algum momento estiverem em contato com algum paciente com suspeita de Covid-19, usar toucas apropriadas.

Para a população em geral, uma boa higienização, lavagem dos fios diariamente, distanciamento das mãos no cabelo, além de prendê-lo, se for longo, é suficiente para afastar o vírus.

Algumas notícias circularam pela internet recomendando que as pessoas evitassem usar shampoos, ao alegar que o produto não tem pH suficiente para matar o vírus, no entanto, o Doutor Álvaro salienta que não há nenhum estudo científico que comprove isto, muito pelo contrário, o ideal é sempre higienizar os fios e deixá-los limpos.

Preocupada com este momento de pandemia, a Cosmedical disponibiliza no mercado a linha Capellux de dermocosméticos feitos com ingredientes 100% naturais, que atuam não só na limpeza profunda dos cabelos – sendo grandes aliados no combate ao coronavírus, como também ajudam a tratar a queda dos fios e o seu envelhecimento.

Entre os shampoos, destacam-se o Capellux Antiqueda: capaz de reduzir a perda capilar em até 60%, além de aumentar a espessura dos fios, graças à combinação de três ativos botânicos: baicalina (extrato de planta comumente utilizado pela medicina oriental), germinados de soja e trigo e a cafeína; juntos, eles agem diretamente no couro cabeludo, estimulando o crescimento, a força e o brilho dos fios.

Já o shampoo Capellux Anti-Aging auxilia os fios grisalhos e enfraquecidos para que recuperarem rapidamente a cor original perdida por conta do envelhecimento e da menor produção de melanina (pigmentação natural do corpo). Através da combinação de bio nutrientes como arginina, citrulina, e taurina associados à cafeína, é possível acelerar o crescimento dos fios, protegendo a queratina (proteína que compõe os cabelos) além de escudar também o couro cabeludo contra a radiação ultravioleta e contra os radicais livres, que ajudam no envelhecimento celular.

 

Dr. Álvaro Pereira: Angiologista formado na FMUSP em 1978, residência em Cirurgia Vascular no HCFMUSP, Doutorado em Cirurgia Vascular na Divisão de Bioengenharia do INCOR – HCFMUSP, pós-doutorado no B&H Hospital – Harvard.

 

 

 

Especialista dá dicas de exercícios para fazer em casa durante a quarentena

A pandemia do novo coronavírus está mudando o dia a dia de muitas pessoas. Por conta das recomendações de isolamento social para conter a disseminação da covid-19, principalmente,  idosos e outros grupos de risco evitam sair de casa. Algumas empresas já estão liberando funcionários para home office e os infectados encaram a quarentena em solidão para não espalhar a doença. Em entrevista a imprensa a nutricionista e personal trainer Pollyanna Freire, revela que é necessário continuar fazendo exercícios livres em casa para manter o corpo saudável.

“Não caiam no sedentarismo sentados no sofá vendo filmes e séries, façam exercícios livres utilizando o peso do próprio corpo, pulem cordas, façam polichinelo, agachamento, abdominal, apoio de frente e corrida estacionada levantando bem os joelhos, para não perderem a massa muscular”, diz Pollyanna, informando que algumas academias de João Pessoa já estão disponibilizando para seus alunos aulas através de suas redes sociais para que ninguém fique parado.

“A maior consequência que eu vejo neste período de quarentena na verdade, é a questão da ansiedade, porque as pessoas estão mais ociosas em sua maioria. Elas estão sem trabalhar, sem ir para academia e sem fazer as suas atividades naturais  da rotina. E tudo isso faz com que elas comam mais e como consequência ganhem mais peso, perdendo principalmente massa muscular”, comentou a nutricionista.

“Na minha opinião, todos devem dormir e acordar nos horários habituais, não trocar o dia pela noite e não ficar o dia todo deitado no sofá consumindo alimentos, internet e Netflix”, disse. E para quem tem criança em casa, a opção são as brincadeiras e buscar mais formas de lazer ativo, como ligar o som e dançar, por exemplo.

Confira abaixo:

Agachamento

O agachamento é muito bom para melhorar a postura, fortalecer os músculos das coxas, definir os glúteos e ajudar a ter uma barriga sarada. Com certeza é um dos exercícios mais completos que existem e é fácil de fazer. Para realizar o exercício, você precisa separar os pés na largura do quadril e colocar os braços para frente, flexione os joelhos e agache, faça três séries de 20 agachamentos com 30 segundos de intervalo entre uma série e outra.

Flexão de braço

Utilizando o peso do seu próprio corpo, a flexão de braço fortalece a parte superior, garantindo um bíceps mais firme. Faça a posição de prancha como na imagem abaixo, estique e posicione os braços a uma distância levemente superior à largura dos ombros, deixe os pés juntos e o joelho encostado no chão. Desça o tronco até que o peitoral quase toque o chão e depois volte para a posição de início. Faça três séries de 20, com o tempo de pausa de 30 segundos.

Afundo

Esse exercício utiliza o peso do próprio corpo para fortalecer as pernas, braços e para secar a barriga. Ele deve ser feito em uma superfície plana e dura. Fique com as pernas posicionadas paralelamente uma da outra e levemente afastadas, coloque a mão no quadril, dê um passo para a frente com o pé direito e deixe o pé esquerdo ligeiramente para cima, dobre os dois joelhos ao mesmo tempo, mantenha a coluna ereta e o abdômen contraído como na imagem a abaixo. Faça a repetição dessa atividade umas 20 vezes em cada perna.

 

pbagora

 

 

Animais domésticos não transmitem coronavírus, diz especialista

A pandemia tem causado pânico geral e os animais têm sofrido as consequências da falta de informação. A preocupação é da Dra. Luana Sartori, veterinária. “Muitas são as dúvidas sobre o novo vírus e de que forma ele pode afetar nossos animais de estimação. O primeiro passo é entender que trata-se de um vírus ainda pouco conhecido, mas que até o momento não afetou animais de estimação”, afirmou a veterinária.

Um cachorro chinês foi testado positivamente para Covid-19?

“A história não é bem assim, pois essa informação sobre o pet que teve resultado positivo para o coronavírus humano gerou falsas notícias sobre o assunto. O mais provável é que o vírus tenha sido encontrado na saliva do cachorro por conta da proximidade dele com sua tutora – infectada pela doença”, explica. Ou seja, não há motivos para desespero, visto que, até o momento, não há evidência significativa de que animais de estimação possam ficar doentes ou transmitir esse vírus especificamente.

Como proteger meu pet do coronavírus?

O coronavírus que afeta cães não tem relação com o vírus humano e existe faz bastante tempo. Além disso, animais não passam para seus tutores a doença, que pode ser evitada através da vacinação anual. Já a infecção por coronavírus em gatos é causada pelo coronavírus felino (FCoV), que pode desenvolver a Peritonite Infecciosa Felina (PIF). “Por favor, entendam que esses dois tipos de coronavírus não possuem relação com a Covid-19”, alerta Luana.

Quais cuidados tomar durante passeios?

“O cuidado que você precisa ter no momento é com a sua saúde”, diz Luana. Por isso, a orientação é de que a população se mantenha em casa o máximo de tempo possível, ou seja, se sair para passear com seu pet, escolha locais sem aglomerações de pessoas. Ainda que não haja evidências de transmissão, permanecer com pet seguro em casa é o melhor a ser feito. “No mais, mantenha as consultas com o veterinário em dia e, claro, as vacinas do seu melhor amigo também”, conclui.

Vai faltar alimento para meu pet?

Essa também é uma dúvida comum entre os tutores, mas o especialista em Marketing ,Leonardo Oliveira, explica que o fornecimento de ração não vai ser interrompido até segunda ordem, e que todas as medidas para segurança de colaboradores estão sendo tomadas. “O mercado pet brasileiro é o segundo maior do mundo, sendo o número de pets maior do que de crianças. Ou seja, os cães e gatos são membros da família e não podem ficar desassistidos neste momento difícil”, diz.

Oliveira explica que já solicitou às autoridades a consciência de que os animais de estimação necessitam ter acesso aos itens essenciais de sobrevivência como alimento, medicação, suplementos especiais, tapetes higiênicos, entre outros. “Os estabelecimentos comerciais necessitam permanecer abertos para que os tutores dos pets tenham condições de continuar oferecendo qualidade de vida e bem-estar, minimizando possíveis situações de sofrimento e, claro, a triste realidade do abandono”, esclarece.

 

portalcorreio

 

 

O perigo das Fake News: especialista alerta que é preciso checar bem as informações

Com o avanço da tecnologia, hoje temos todo o tipo de informação na palma da mão. Através de dispositivos móveis e computadores, acessamos notícias, redes sociais, endereços e muito mais, de qualquer lugar. Temos acesso a qualquer informação que desejarmos com apenas alguns cliques. Segundo o We Are Social e o Hootsuite, já existem mais de 4 bilhões de pessoas utilizando a Internet. Parece muito fácil e prático, certo? Mais ou menos. Como tudo que evolui muito rapidamente, a tecnologia ainda não consegue impedir alguns problemas causados por essa disseminação de informações. Um deles é o problema das notícias falsas, mais conhecidas como “fake news”. Em entrevista a imprensa a jornalista Silvana Torquato, explica que muitos dos conteúdos falsos são escritos por robôs.

Quando pensamos em fake news, normalmente relacionamos com algo parecido com boatos ou fofocas. Mas não é bem assim. As fake news são um conteúdo deliberadamente falso, que se passa por uma notícia verdadeira e é distribuído em rede social com o intuito de gerar benefício, seja ele econômico, político ou social para algum grupo – desde pessoas envolvidas em grupos políticos até grupos de cibercriminosos.

Para Silvana Torquato, muitos dos conteúdos falsos são escritos por robôs. “Mais da metade do tráfego da internet, segundo a Universidade de Oxford, é feito por bots, programas que simulam ações humanas repetidas vezes e de maneira padrão. São capazes de fazer um tema se transformar em tendência, atacar uma figura pública, espalhar um boato e, inclusive, ser importante arma política”, disse Silvana ao destacar que muitas das notícias falsas visam atrair a opinião pública sobre um determinado tema.

“As notícias falsas são escritas e publicadas com a intenção de enganar, a fim de obter ganhos financeiros ou político. O conteúdo intencionalmente enganoso e falso emprega manchetes atraentes ou inteiramente fabricadas para aumentar o número de leitores, compartilhamento e taxas de clique na Internet. E é preciso lembrar que a mentira política não é algo novo para a sociedade. A novidade é que essas notícias falsas se espalham em uma proporção bem maior com as redes sociais e aplicativos de mensagem. É preciso se munir de muito conhecimento e plataformas adequadas para identificar as possíveis notícias falsas”, comentou.

 

 

pbagora

 

 

Dores de cabeça: especialista explica tipos e sintomas

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), dores de cabeça serão sentidas, em algum momento, por quase todas as pessoas, sendo que metade dos adultos no mundo já teve pelo menos uma das três variações mais comuns de dor de cabeça.

Porém, de acordo com a neurologista dra. Evelyn Esteves Dias, membro da Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC), ter dores de cabeça constantes não é normal. “Se não identificadas as causas e tratadas corretamente, o problema pode se tornar crônico e assim, permanecer uma patologia incapacitante e responsável por incômodos persistentes”, diz a médica.
Ainda segundo a neurologista, é importante reforçar que nem todas as dores de cabeça são iguais e nem têm as mesmas causas: “Existem mais de 150 tipos de cefaleia e identificar seus sintomas podem ajudar o médico a determinar a causa e o tratamento adequado”. Para auxiliar na identificação e diferenciação, a especialista elenca as mais frequentes:

Cefaleia tensional

“Presença de dor bilateral, ou seja, nos dois lados da cabeça. As partes frontal e posterior também podem ser afetadas. Esta dor, que costuma começar branda e piorar ao decorrer do dia ou com a realização de esforços, traz uma sensação de aperto na cabeça. Pode durar de 30 minutos a 7 dias e é mais comum nas mulheres que nos homens”, explica especialista.

Cefaleia em salvas

É um tipo menos comum, de acordo com a neurologista. “Caracterizada por uma dor muito forte, que já inicia intensa, e unilateral, apenas de um lado da cabeça. Pode durar de 15 minutos até 3 horas e a maioria dos casos ocorre durante a madrugada, fazendo com que o paciente acorde. Outro critério para que seja considerada cefaleia em salvas é a sensação de olho lacrimejando e coriza, ambas no mesmo lado da dor. Curiosamente, por ser uma dor bastante forte, pode confundir muitos pacientes, que pensam sofrer um AVC. Por isso, é normal o paciente procurar um neurologista após já ter passado por atendimento em pronto-socorro”, completa.

Enxaqueca

Diferente da cefaleia tensional, a enxaqueca é caracterizada por uma dor pulsátil, de forte intensidade e afeta 11% dos adultos em todo o mundo. No Brasil, a prevalência anual é de cerca 15%, acometendo por volta de 22% das mulheres e 9% dos homens³. “As dores podem ser unilaterais e bilaterais. Além disso, estão comumente acompanhadas de náuseas e vômitos, intolerância à luz ou ao som. É uma patologia mais recorrente em mulheres, devido às questões hormonais, e costuma durar entre quatro a 72 horas”, diz a neurologista.

Quando procurar um especialista

Quando a frequência de episódios é baixa, mudanças no estilo de vida e autocuidado podem auxiliar na promoção da saúde. Porém, dra. Evelyn recomenda que, caso o indivíduo sinta entre duas a três crises de dor de cabeça por semana, procure um neurologista ou clínico geral para um diagnóstico mais preciso e tratamento adequado.

É indicado que pacientes tenham um ‘diário da dor de cabeça’, para que tomem nota de todos os sintomas e assim, junto ao seu médico, identifiquem não apenas o tipo, mas os gatilhos que provocam a cefaleia.

Ansiedade, estresse, esgotamento cerebral e cobranças excessivas podem ser alguns dos principais desencadeadores da cefaleia no futuro, de acordo com a pesquisa ‘O futuro da dor de cabeça’, conduzida pela Worth Global Style Network (WGSN) em 2018. A dra. Evelyn ressalta que, no consultório, essas tendências já são notadas.

 

 

portalcorreio

 

 

90% dos homens diagnosticados com câncer de próstata precocemente têm cura, afirma especialista

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que 1.170 homens sejam diagnosticados com câncer de próstata na Paraíba. Desse total, 180 correspondem ao número de casos registrado na Capital paraibana. Aproveitando esta quarta-feira (27), data em que se comemora o Dia Internacional e Nacional de Combate ao Câncer e seguindo a campanha do Novembro Azul, o médico urologista do Hapvida em João Pessoa, Emerson Medeiros, afirma que 90% dos homens diagnosticados com câncer de próstata precocemente obtêm a cura e fala sobre o tratamento.

“Após diagnóstico da doença, o tratamento para o câncer de próstata pode ocorrer por meio de medicações, cirurgia ou radioterapia. Quanto mais cedo diagnosticar, mais fácil alcançar a cura. Já no caso de pacientes que detectam a doença em estado avançado, não existe mais o tratamento curativo, é preciso partir para radioterapia, quimioterapia, bloqueio hormonal e outras medicações”, explica o médico que complementa: “Uma vez operado, o acompanhamento deve ser contínuo e rotineiro”.

O especialista assegura que a necessidade de uma rotina médica junto ao urologista se dá pelo fato de o câncer de próstata ser uma doença que, na maior parte dos homens, não manifesta sintomas.

“Por não apresentar sintomas, o diagnóstico precoce para doença se dá por meio das consultas e exames de rotina, a exemplo do exame de toque, que é simples, durando em torno de 20 a 30 segundos”, esclarece.

Apesar de na maioria dos casos a doença não apresentar sintomas, Emerson Medeiros alerta para presença da dificuldade ao urinar, sangramento na urina e dor lombar que não cessa. “Esses três sintomas podem apontar para um possível diagnóstico do câncer de próstata”, pontua.

Frequência médica – Emerson Medeiros brinca: “os homens para irem ao médico precisam que haja um estímulo por parte de uma das três mulheres da vida deles: mãe, esposa ou filha”. Apesar da descontração, o especialista afirma que isso mostra como os homens ainda apresentam uma resistência cultural muito forte para procurar um médico. Segundo ele, isso é uma realidade que atinge não só o Brasil, mas diversos países, inclusive, os desenvolvidos.

“A mulher quando alcança a idade de deixar o pediatra segue com suas consultas rotineiras com uma ginecologista. O homem deixa o pediatra e não segue para nenhum especialista, quando deveria seguir acompanhando a saúde do seu corpo com as orientações de um urologista. Mas, em geral, o homem só busca uma especialidade médica quando sente alguma coisa, por achar que é invencível, infalível e nunca vai ter problema algum”, afirma o médico.

Emerson Medeiros afirma que a frequência ao médico urologista varia de acordo com a idade. Aos 40 anos para quem tem histórico familiar de câncer de próstata, necessitando nesse caso de maior atenção; e 45 anos para quem não possui o histórico da doença.

“A idade não anula a possibilidade de a doença surgir antes. Se o homem perceber qualquer diferença em seu corpo deve sempre buscar os cuidados médicos”, conclui.

Assessoria de Imprensa

 

 

Especialista critica alterações na reforma da Previdência: “Estão retirando direitos e dinheiro do bolso do trabalhador”

A reforma da Previdência proposta pelo governo de Jair Bolsonaro pode apertar demais os direitos sociais e acabar gerando problemas maiores, com aumento de pobreza no médio e longo prazo. O estabelecimento de um tempo mínimo de contribuição de 20 anos, o endurecimento na concessão das aposentadorias rurais e as reduções nos valores de pensões e auxílios estão entre as principais críticas. Para o professor Edson Franco, do Departamento de Finanças e Contabilidade da UFPB no geral, as regras da proposta dificultam o acesso e resultam em pagamentos menores do que os recebidos hoje e que o objetivo do governo nessa reforma é tão somente fazer com que sobre mais dinheiro, no que eles chamam de superávit primário, para fazer pagamento dos juros das dívidas.

“Foi um crime essa reforma na Previdência, porque atingiu mais a quem tem menos. A verdade é essa. A gente sempre defendeu que, antes da reforma da Previdência, o caminho para ajustar as contas do governo seria uma reforma tributária. Estão retirando direitos e dinheiro do bolso do trabalhador, seja com a reforma trabalhista, seja com a reforma da Previdência. A tendência é que numa possível reforma tributária também não se pense no trabalhador e na trabalhadora”, pontuou Edson.

Para o especialista o único ponto positivo da reforma da Previdência foi a não aprovação do sistema de capitalização. Quanto às regras de transição, Edson Franco entende que sua única finalidade foi dificultar o acesso do trabalhador à aposentadoria.

pbagora

 

 

Por dia, três paraibanos descobrem que têm tuberculose e especialista afirma que doença não só atinge ‘grupo de risco’

Transmitida pelo ar por meio da tosse, a tuberculose, doença causada pelo microorganismo chamado Mycobacterium tuberculosis, também conhecido como bacilo de koch, fez três vítimas por dia na Paraíba. Um total de 1.104 pessoas foi diagnosticado com a doença no ano passado, segundo a Secretaria de Estado da Saúde. Neste domingo (17), Dia Nacional de Combate à Tuberculose, o infectologista do Hapvida em João Pessoa, Fernando Chagas, aproveita a data para desmistificar algumas questões sobre a patologia e alertar que o tratamento deve começar de imediato e que a doença não atinge só “grupos de risco” como ainda está presente no imaginário das pessoas.

“A tuberculose é uma doença muito presente, que carrega muitos rótulos baseados em preconceitos e estigmas. A melhor forma de acabar com isso é, realmente, identificar e tratar quem está acometido. A doença pode acometer qualquer pessoa”, afirma o especialista que explicou ainda que a doença tem cura, sendo o mais importante iniciar o tratamento assim que for diagnosticado e permanecer em uso da medicação pelo tempo necessário.

Fernando Chagas esclarece que o diagnóstico é dado pela análise do escarro. “Existe um exame barato e rápido chamado baciloscopia de escarro, na qual é detectado na análise do escarro. O diagnóstico também pode ser feito pela biopsia e exames de imagem, como radiografia e tomografia computadorizada”, elenca.

A tuberculose pulmonar causa uma infecção que pode durar meses ou anos e vai destruindo, pouco a pouco, o pulmão. O médico esclarece que os sintomas iniciais podem ser tosse prolongada, durando mais de 30 dias, que pode ser seca, mas na maioria das vezes é produtiva, ou seja, com secreção. Surgimento de febre no final da tarde – esta também pode durar meses –, perda de pesa, podendo o indivíduo perder 10 kg em seis meses ou até mais. Além de fraqueza e falta de apetite.

Consequências – O médico infectologista Fernando Chagas destaca que a tuberculose acometendo os pulmões pode deixar sequelas. Dentre as quais o risco de sangramento, destruição do tecido pulmonar e cavitações nos pulmões. “Todos estes refletem uma vida de acompanhamento e cuidados do paciente com a saúde, porque fragiliza muito o sistema respiratório”, afirma.

Além disso, o especialista alerta: “Todo paciente com tuberculose deve fazer o exame do HIV, porque a tuberculose é ainda a doença que mais mata entre os portadores desse vírus”, conclui.

 

Assessoria de Imprensa