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Mulher é vítima de espancamento pelo companheiro e decide não registrar boletim

Créditos: Divulgação / Assessoria
Créditos: Divulgação / Assessoria

Uma guarnição comandada pelo sargento Edgley, composta pelos soldados Albervandro e Levi, foi solicitada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) do 6º BPM de Cajazeiras para se deslocar até o sítio Caeiras, onde, de acordo com informações de populares, um casal teria entrado em vias de fato e a mulher estaria lesionada.

De imediato, a guarnição chegou ao local onde foi constatada a veracidade da informação. Os militares conseguiram prender o suposto acusado e encontraram a mulher caída ao solo e desacordada, em um lugar de difícil acesso. Para conduzir a vítima a um local seguro, os policiais utilizaram duas calças e estacas para improvisar uma maca.

Tanto ela quanto o companheiro foram encaminhados para a delegacia de Cajazeiras, onde a vítima optou por não denunciar a lesão sofrida, utilizando o argumento de que sofreu uma queda.

Ambos foram liberados pelo delegado plantonista após a mulher ter se negado a registrar o boletim.

Assessoria

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Polícia apreende menor que participou do espancamento de mulher exibido na internet

mulher-espancadaCenas fortes de uma mulher sendo cruelmente espancada com um pedaço de madeira, possivelmente por traficantes em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, estão circulando nas redes sociais. O vídeo compartilhado e assistido por milhares de internautas tem apenas 36 segundos, mas a delegada Mônica Areal, da 74ª DP (Alcântara), que investiga o caso, diz que o original dura dois minutos.

O material foi encontrado no telefone celular de um menor apreendido por policiais do 7º BPM (São Gonçalo), no último dia 11, na Favela da Linha, no Rio do Ouro. O adolescente, de 15 anos, estava com uma pequena quantidade de maconha. Ele confessou ter participado da sessão de espancamento.

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— Fiquei chocada com o vídeo. Sou delegada, mas também sou humana. Quase não consegui dormir no dia. É horrível — lembra Mônica Areal.
De acordo com a delegada, nos primeiros momentos do vídeo original, o garoto raspa a cabeça da mulher, que aparece sentada num banco. Enquanto isso, ela tenta se defender, dizendo não ser culpada de nada. Em seguida, um segundo rapaz chega com um pedaço de madeira e começa a espancá-la. Na sequência, é possível notar uma arma na cintura do agressor. A vítima cai do banco, mas o rapaz só para de bater quando a madeira quebra. A delegada disse que as cenas foram gravadas há pouco mais de dez dias.
— O adolescente confessou calmamente o que fez com a mulher. Ele disse que não matou e que a tortura aconteceu por ela ter feito uma fofoca num presídio sobre um outro menor. Ele não deu detalhes sobre quem era o outro agressor. Por isso, por enquanto, a investigação está suspensa — explica Mônica Areal.

O menor vai responder por atos infracionais análogos aos crimes de tortura e tráfico.

*Com informações EXTRA

Vídeo onde empresário da PB narra espancamento em shopping de JP causa revolta em internautas

empresárioDois vídeos  vem chamando a atenção e causando revolta nos internautas neste final de semana. Em um, o empresário paraibano Klayton Marcos Veloso da Silva, conhecido como KM, aparece sendo atendido por uma equipe do Samu após ter sofrido agressões físicas praticadas por seguranças particulares do Manaíra Shopping, em João Pessoa.

No outro, o empresário aparece relatando os momentos que passou na última sexta-feira (11) à noite quando foi buscar os filhos no cinema do referido shopping e acabou sendo espancado por seguranças.

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De acordo com o relato de Klayton, ele e a esposa tinham deixado os filhos para assistirem a última sessão do cinema e quando voltaram para pegá-los o shopping já estava fechado então eles foram avisados que não poderiam entrar. Com isso, ele relatou a um dos seguranças que um pouco antes tinha sofrido uma tentativa de assalto no estacionamento e que achava mais seguro pegar os filhos, menores de idade, dentro do shopping, ao que foi atendido pelo segurança que liberou sua passagem. Porém, ao tentar avisar ao guarda que estava na porta que precisava entrar para pegar os filhos ele foi impedido e depois de desentendimentos acabou sendo espancado.

A equipe do Manaíra Shopping ainda não se manifestou sobre o ocorrido.

Veja os vídeos abaixo:

No último dia 8 quando o Brasil perdeu de 7 a 1 para a Alemanha pela Copa do Mundo, outros vídeos de agressões dentro do Manaíra Shopping também ganharam as redes sociais.

pbagora

Mulher é achada nua e com sinais de espancamento às margens de rodovia da Paraíba

casos-de-policiaUma mulher aparentando 30 anos foi encontrada nua e com sinais de espancamento na BR- 230, na Alça Sudeste, próximo ao Rodoshopping da cidade de Patos, no Sertão do estado a 320 quilômetros de João Pessoa, na madrugada desta segunda-feira (10).

De acordo com informações do sargento Mota, do 3º Batalhão da Polícia Militar, moradores teriam avistado a mulher às margens da rodovia e chamado a polícia. A vítima estava acordada no momento da chegada dos policiais, mas estaria desorientada, conforme o sargento.

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O militar informou que existe a possibilidade também dela ter sido abusada sexualmente. A vítima foi levada pelo Samu para o Hospital Regional de Patos, onde está internada.

De acordo com informações da unidade médica, ela passou por diversos exames e o quadro de saúde da mulher é considerado bom.

A Delegacia de Polícia Civil em Patos informou que está aguardando as informações a serem repassadas pela Polícia Militar para dar início às investigações.

 

 

portalcorreio

Seis policiais são indiciados em caso de morte por espancamento na PB

Médico apresentou resultados dos exames e laudo final na manhã desta sexta (Foto: Rafael Melo/G1)

A delegada de Homicídios de Campina Grande, Cassadra Duarte, divulgou na manhã desta sexta-feira (14) em entrevista coletiva a conclusão do inquérito sobre o caso de Tiago Moreira, jovem que morreu supostamente espancado por policiais há mais de um mês na cidade. Seis policiais militares foram idiciados por tortura seguida de morte e o inquérito será encaminhado ainda nesta sexta-feira para o Ministério Público.

A delegada explicou que o indiciamento teve base nos depoimentos das testemunhas e no resultado dos exames toxicológico e anatomopatológico realizados pelo Instituto de Polícia Científica de João Pessoa. O laudo final emitido pelo IPC foi entregue à delegada esta semana e apontou que o técnico em monitoramento eletrônico morreu por asfixia por sufocação indireta por compressão torácica e intoxicação exógena.

De acordo com o inquérito, Tiago Moreira teria invadido a casa de um policial militar e o agrediu. O policial teria contido o rapaz com a ajuda de outro PM que também estava de folga e, em seguida, chamado reforço policial. A delegada disse que, segundo os depoimentos das testemunhas, no momento em que os outros policiais que estavam em serviço chegaram, eles teriam passado a agredir o jovem, mesmo com ele estando amarrado.

A delegada disse que os próprios moradores tinham ajudado os dois policiais que estavam de folga a imobilizar Tiago, que estaria suspostamente descontrolado, entregando cordas para amarrá-lo. Porém, quando os outros PMs chegaram e agrediram o rapaz, a população tentou impedir a ação. Ao todo, 18 policiais teriam participado da ação e foram arroladas no inquérito, mas a delegada entendeu que apenas seis agrediram a vítima e, entre eles, o dono da casa, e o outro que estava de folga. Os PMs também foram agredidos, de acordo com um exame de corpo de delito.

O inquérito descreve que o fato teria se iniciado às 12h do dia 5 de agosto e que a ação da polícia durou em média uma hora. “Após a chegada do reforço os policiais levaram em média 50 minutos na ocorrência e em três minutos chegaram ao hospital para prestar o socorro a vítima”, disse a delegada. Na época do crime, um funcionário do hospital disse que os policiais o teriam forçado a colocar do atestado de óbito que a vítima chegou ao local ainda com vida. “Na verdade, o que houve foi que o médico não sabia que era preciso assinar um documento para liberar o corpo para o IML e um major o cobrou a assinatura desse documento. Ele não entendeu e informou errado”, disse a delegada.

O laudo
De acordo com o gerente operacional dos Institutos de Medicina Legal (IML) da Paraíba, o médico Flávio Fabres, o laudo comprova que a vítima sofreu algum tipo de força contundente na região do tórax, que teria desencadeado um processo de asfixia. Segundo ele, essa ação não seria suficiente para tirar a vida do rapaz, mas o uso de cocaína atrelado a essa compressão acabou resultando na asfixia. Ainda segundo o médico, os exames também apontaram que o jovem teve um pequeno infarto e que teria ingerido álcool.

Ele explicou que a vítima não teria como realizar essa compressão na altura do pescoço contra si mesmo, mas que uma força externa teria agido. “Não sei o que pode ter sido usado, não tenho como precisar. Se foi o piso do coturno, se foi um cacetete. A única certeza é que houve algum tipo de agressão, que pode ou não ser caracterizado como tortura, mas que não seria capaz de matar um cidadão não usuário de droga. O uso da cocaína, que ficou comprovado através do exame, contribuiu para o processo de asfixia provocado inicialmente pelas lesões da agressão”, disse.

O chefe de disciplina da Polícia Militar do estado, coronel Francisco Castro, disse que acredita na inocência dos policiais até que eles sejam condenados. “O caso não está encerrado, está apenas começando. Quem merece tem que pagar”, disse. Segundo ele, um Inquérito Policial Militar também está sendo realizado paralelamente, já que se tratam de militares. O MP pode pedir uma reconstituição do crime já que foi recomendada pelo IPC.

O crime
Tiago Moreira, de 27 anos de idade, morreu no dia 5 de agosto deste ano. A esposa da vítima, Alessandra Alves, disse que Tiago teve uma crise de abstinência de drogas e acabou invadindo a casa de um policial. A casa do PM fica a menos de 30 metros da casa da vítima. Lá, segundo Alessandra, ele teria sido espancado e assassinado por doze policiais. De acordo com o comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, tenente coronel Souza Neto, o policial e a esposa dele foram agredidos por Tiago e chamaram reforço policial para conter o rapaz. Em seguida, policiais levaram o corpo da vítima até o Hospital Doutor Edgley e deixaram na porta, segundo o próprio hospital.

G1 PB

Bebê de 14 dias vítima de suposto espancamento morre no Trauma de Campina Grande

Uma criança recém-nascida, que estava internada, desde o último sábado (14), no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande com sinais de agressões pelo corpo, faleceu às 16 horas deste domingo.

De acordo com a unidade de saúde, há suspeitas de que o bebê, que tem cerca de 15 dias de vida, tenha sofrido algum tipo de espancamento em casa. A criança deverá ser encaminhada para o Instituto de Medicina Legal para realização de necropsia para determinar a causa mortis.

De acordo com a equipe de Serviço Social do hospital, a criança apresentava um ferimento no estômago e estava na unidade de Terapia Intensiva, onde recebia acompanhamento médico de uma equipe de pediatria.

O Conselho Tutelar do município de Monteiro, município onde mora a família, já foi acionado. A mãe teria, inicialmente, dito que a menina teria caído da cama. Depois, mudou a versão, contando que a outra filha, de 4 anos, teria jogado o bebê no chão por ciúmes.

O caso está sendo investigado pela Delegacia Regional de Polícia Civil de Monteiro, que deverá concluir o inquérito após a divulgação da causa mortis.

Da Redação com Agora PB