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Trump pede ao Congresso que investigue supostas escutas em seus telefones

(Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP)
(Foto: Pablo Martinez Monsivais/AP)

O presidente Donald Trump pediu ao Congresso que investigue as escutas “com potencial motivação política” de seus telefones durante a campanha eleitoral de 2016, informou a Casa Branca neste domingo.

O anúncio acontece um dia depois que Trump usou o Twitter para acusar seu antecessor Barack Obama de grampear seus telefones antes das eleições de novembro, sem, no entanto, fornecer qualquer tipo de prova dessa acusação, negada por um porta-voz do ex-presidente.

“Eu apostaria que um bom advogado poderia levar adiante um caso pelo fato de que o Presidente Obama grampeou meus telefones em outubro, antes da eleição!”, escreveu Trump no Twitter

“Como o Presidente Obama caiu tão baixo a grampear meus telefones durante o sagrado processo eleioral. Isso é Nixon/Watergate. Cara ruim (ou doente)!”, assinala em outro tuíte.

Em resposta à acusação, um porta-voz do ex-presidente Barack Obama afirmou que o ex-presidente jamais ordenou que cidadãos americanos fossem alvo de espionagem. A declaração classificou de “simplesmente falsa” a acusação feita pelo atual ocupante da Casa Branca, Donald Trump.

G1

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Escutas revelam PM negociando venda de armas com traficante

Foto:  Divulgação
Foto: Divulgação

Policiais do 17º BPM (Ilha do Governador) foram flagrados em escutas telefônicas negociando a venda de armas com traficantes do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio. Os PMs roubaram três fuzis que deveriam ser apreendidos e ligaram para criminosos do local. As gravações foram ao ar no ‘Fantástico’, na TV Globo, neste domingo.

De acordo com as investigações, o coronel Dayser Corpas, comandante do batalhão, impedia policiais de reprimir o tráfico na região, além de não coibir o transporte alternativo clandestino. Corpas foi escolhido pela Polícia Militar para assumir a subchefia do Comando de Policiamento Especializado. Na quinta-feira, ele foi preso em casa, sob a acusação de mandar sequestrar dois criminosos e exigir, através de outros 15 subordinados já capturados, R$ 300 mil pelo resgate dos bandidos.

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Em uma das escutas telefônicas, um bandido pergunta a um PM: “Tá querendo quanto em tudo?”. “Cento e setenta”, responde o policial. O traficante chega a pechincar com o policial. “Tem como pagar três vez em tudo, dar essa moral pra ele?” O PM ainda argumenta: “É um monte de gente envolvida. Catorze pessoas, mané”, diz. A negociação foi feita em nome de Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, chefe do tráfico no Morro do Dendê.

Traficantes procurados

O Disque-Denúncia (2253-1177) divulgou neste sábado fotos de bandidos ligados ao tráfico de drogas do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, que, segundo investigações, teriam ligações criminosas com o antigo comando do 17º BPM (Ilha). As recompensas, de acordo com o grau de periculosidade de cada acusado, variam de R$ 1 mil a R$ 10 mil.

O maior valor é oferecido pela captura do chefe do tráfico, Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, que tem 17 mandados de prisão e 24 anotações criminais por quadrilha ou bando armado, tráfico, associação, homicídio, roubo, porte ilegal de armas, mas nunca foi detido.

Principal homem de confiança de Guarabu e gerente das bocas de fumo na favela, Gilberto Coelho de Oliveira, o Gil, também é um dos mais procurados e tem recompensa fixada em R$ 2 mil. A dupla abriga no Morro do Dendê traficantes oriundos de favelas com UPPs. Gil tem 11 mandados de prisão.

Outros criminosos considerados importantes da cúpula do tráfico no Dendê são Carlos Alberto Cambraia Júnior, o Metal, e Maria Carina da Silva Coelho, a Perereca, que se diz irmã de Guarabu. Cambraia, conforme denúncias, é armeiro da quadrilha e transita na favela vestido como um militar, com calça camuflada, colete à prova de balas, granadas, botas e luvas de combate. Perereca receberia informações antecipadas do batalhão local sobre operações no Dendê.

Também são procurados Walter Henrique Correa Júnior, o Risadinha, Carlos Roberto dos Santos, o Lâmpada ou Lampião, Marcos Vinicius dos Santos, o CH ou Chapola, e Felipe Marques Machado da Costa, o Cinquenta.

O Dia Online

Escutas telefônicas mostram conversas com teor sexual entre pastor e fiéis

marcos-pereiraEscutas autorizadas pela Justiça e reveladas pelo jornal “Extra” mostram o pastor Marcos Pereira tendo conversas de alto teor sexual com fiéis da Assembleia de Deus dos Últimos Dias.
São quatro escutas que revelam conteúdo de conversa com três fiéis e uma na qual apenas o pastor aparece falando.

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Veja o conteúdo das quatro escutas reveladas pelo “Extra”:

Escuta 1
Pastor Marcos: Saudade do teu rabo
Fiel 1: Tá nada.
Pastor Marcos: Não sou mentiroso. Coisa que fico bolado é quando me desmente.

Escuta 2
Fiel 2: Onte, coloquei um negócio muito legal, que o senhor ia amar, eu acho.
Pastor Marcos: (risos)
Fiel 2: Pra você ver
Pastor Marcos: Fica ligada, fica ligada, tá?
Fiel 2: Mas era por baixo
Pastor Marcos: Mas tem que ficar ligada, entendeu?

Escuta 3
Pastor Marcos: Faz o pagamento e, depois, tu pega aquela sem vergonha, a Fabiana e leva ela

Escuta 4

Pastor Marcos: Tô, tô tomando banho.
Fiel 3: Sério? Poxa… Queria ir aí te ajudar
Pastor Marcos:  (…)
Fiel 3: Sério?
Pastor Marcos: Vem embora pra cá.
Fiel 3: Só vou conseguir ir na hora do evento.
Pastor Marcos: Vem embora logo.
Fiel 3: Tá aí sozinho?
Pastor Marcos: Não.
Fiel 3: Tá. Beijo, te amo.

 

 

Yahoo! Notícias

Escutas da ‘Operação Esqueleto’ mostram conversas entre suspeitos

Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça foram divulgadas pela TV Cabo Branco na noite desta quarta-feira (19) e mostram conversas entre suspeitos de envolvimento no tráfico de drogas em João Pessoa. Os áudios fazem parte das investigações da Operação Esqueleto, que prendeu nesta quarta 42 suspeitos na Região Metropolitana de João Pessoa. Escute as conversas no vídeo ao lado.

Os áudios mostram a crueldade com que eram cometidos os crimes. “O boy arrancou o pescoço dele aqui, homi, e os dedos. Os boy tão botando dentro de um saco aqui. Tão deixando ele igual a uma galinha, todo cortadinho (sic)”, diz um dos suspeitos. Um outro suspeito responde: “deixa tudo picadinho aí, esse bicho aí, e bate as foto daquele modelo (sic)”. As investigações indicam que os assassinos tiravam fotos dos corpos para provar que os homicídios aconteceram.

A Polícia Civil já anunciou que vai pedir a transferência de alguns dos presos para presídios federais. A ação conjunta deteve 42 pessoas e desarticulou toda uma organização criminosa. Segundo o delegado coordenador da operação, Cristiano Jacques, a organização seria responsável por comandar o tráfico de drogas no estado, queimar ônibus, realizar rebeliões em presídios, além de ser mandante dos principais homicídios violentos registrados na Grande João Pessoa.

De acordo com a polícia, o grupo era responsável por 60% dos homicídios praticados em 2012 na região metropolitana de João Pessoa, na Paraíba. 50 mandados de prisão foram expedidos.

Dos 42 mandados de prisão cumpridos, 25 foram expedidos para suspeitos em liberdade e 17 são contra acusados que já estavam presos e atuavam de dentro dos presídios. Os suspeitos detidos durante a operação serão levados provisoriamente para presídios da capital paraibana. No balanço apresentado na coletiva, a polícia informou que foram apreendidos um revólver, munição, aproximadamente 1 kg de crack, e uma grande quantia em dinheiro, incluindo doláres e sucres, moeda usada nos países da ALBA (Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América).

Delegado Cristiano Jacques (Foto: André Resende)Delegado Cristiano Jacques disse que a polícia não
teme represálias (Foto: André Resende)

O delegado Cristiano Jaques afirmou que essas prisões pode ser considerada a maior operação conjunta feita no estado. “Esta organização criminosa existia na Paraíba até hoje (19). A partir de agora posso afirmar que este grupo criminoso organizado não existe mais. É o fim do grupo organizado no estado”, sentenciou Jacques. Ainda conforme o delegado, a maioria dos crimes violentos cometidos na Região Metropolitina de João Pessoa serão reduzidos drasticamente.

Entre os presos na ação conjunta das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal está um
sargento da Polícia Militar, que também era candidato a vereador em Bayeux pelo partido PSL. Segundo o delegado Cristiano Jacques, Arnóbio Gomes Fernandes prestava serviços de segurança particular para sub-chefes da quadrilha de tráfico de drogas. De acordo com o Secretário de Segurança Pública da Paraíba, Cláudio Lima, um Inquérito Policial Militar (IPM) será aberto para investigar a participação do sargento na organização.

Segundo investigações, a violência para executar as vítimas era uma característica marcante do grupo criminoso. A polícia afirma que traficantes rivais que “invadiam” a área da organização eram assassinados com requintes de crueldade.

 Algumas dessas execuções, principalmente por esquartejamento, eram acompanhadas em tempo real, através de celulares, por criminosos do bando. Mais de 340 policiais participaram da operação.

Segundo a Polícia Civil, foi constatada no curso das investigações a existência de uma organização criminosa administrada de dentro dos presídios de João Pessoa, como se fosse uma verdadeira empresa. Os lideres que cumpriam pena detidos deixavam uma cartilha para que os integrantes livres cumprissem compromissos.

Ainda conforme a polícia o grupo tinha hierarquia e tarefas bem definidas, com gerentes, distribuidores, soldados do tráfico e vendedores diretos aos dependentes químicos. A organização criminosa atuava nos bairros periféricos da capital, bem como nos municípios de Santa Rita e Bayeux, na Grande João Pessoa.

Relação com outras organizações criminosas

Polícia concedeu coletiva para falar da Operação Esqueleto (Foto: André Resende)Polícia concedeu coletiva para falar da Operação Esqueleto
(Foto: André Resende)

Para Cristiano Jaques, grande parte das drogas comercializadas pela organização criminosa paraibana desarticulada nesta quarta-feira (19) era fruto de parcerias com organizações criminosas de outros estados, como São Paulo. “Há indícios de que uma outra grande organização criminosa de São Paulo tinha vínculos com a organização desarticulada hoje na Paraíba. A investigação aponta que parte da droga comercializada aqui era enviada por São Paulo”, comentou.

O secretário de Segurança Pública da Paraíba, Cláudio Lima, afirmou que o combate ao tráfico de drogas e a violência consequente não passa apenas por ações do próprio estado, uma vez que as drogas não são produzidas na Paraíba. “Não temos produção de drogas. A maconha, o crack, a cocaína, o ecstasy são trazidos até as nossas cidades. A droga consumida no estado vem de fora. O combate ao tráfico tem que ser tratado como um trabalho conjunto em todo país”, explicou.

Lavagem de dinheiro

Presos na Operação 'Esqueleto' são encaminhados para Central de Polícia em João Pessoa (Foto: Walter Paparazzo/G1)Presos na Operação ‘Esqueleto’ são encaminhados
para Central de Polícia em João Pessoa
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Após o cumprimento do mandado de prisão e busca e apreensão, a polícia passará a investigar um esquema de lavagem de dinheiro utilizado pela organização criminosa. Segundo Cristiano Jacques, a quadrilha investia parte do dinheiro coletado com o tráfico de drogas na construção civil.

“Encontramos um grande prédio sendo construído na comunidade do Timbó, nos Bancários (em João Pessoa), que seria financiado com dinheiro de traficantes. Iremos investigar se outras casas construídas na comunidade possuem ligação com o grupo”, completou.

De acordo com o Jacques, a operação não acabou e o trabalho da polícia será contínuo. Para o delegado do Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil (GOE), a polícia não teme represálias. “Iremos continuar reprimindo o crime que quer se organizar. Não tememos represálias, a polícia não vai, de forma alguma, temer bandidos”, declarou.

G1