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Vaticano encontra centenas de milhões de euros ‘escondidos’

vaticanoO ministro da Fazenda do Vaticano revelou que centenas de milhões de euros foram encontrados “escondidos” em contas de vários departamentos da Santa Sé sem terem aparecido nos balanços da cidade-Estado.

Em um artigo na edição da revista britânica Catholic Herald que será publicada na sexta-feira (5), o cardeal australiano George Pell escreveu que a descoberta significa que as finanças em geral do Vaticano estão em melhor estado do que se acreditava.

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“De fato, descobrimos que a situação é muito mais saudável do que parecia, porque algumas centenas de milhões de euros estavam escondidas em contas particulares seccionais e não apareceram na folha de balanço”, escreveu.

“É importante enfatizar que o Vaticano não está quebrado… a Santa Sé está mantendo seus pagamentos e possui bens e investimentos substanciais”, afirmou Pell, de acordo com uma prévia do texto disponibilizada nesta quinta-feira.

Pell não insinuou nenhum malfeito, mas disse que durante muito tempo os departamentos do Vaticano tiveram “liberdade quase total” com suas finanças e que seguiram “padrões há muito estabelecidos” na administração de seus assuntos.

“Muito poucos ficaram tentados a contar ao mundo o que estava acontecendo, a não ser quando precisavam de uma ajuda adicional”, afirmou, destacando o outrora poderoso Secretariado de Estado como um departamento que protegia sua independência de maneira especialmente ciumenta.

“Era impossível para qualquer um saber precisamente o que estava acontecendo de forma geral”, disse Pell, chefe do novo Secretariado para a Economia, que é independente do hoje rebaixado Secretariado de Estado.

Pell é um forasteiro do mundo de língua inglesa transferido pelo papa Francisco de Sydney para Roma para supervisionar as muitas vezes nebulosas finanças do Vaticano depois de décadas de controle nas mãos de italianos.

O escritório de Pell enviou uma carta a todos os departamentos do Vaticano no mês passado tratando das mudanças na ética econômica e na prestação de contas.

A partir de 1º de janeiro, cada departamento terá que adotar “políticas administrativas confiáveis e eficientes” e preparar informações financeiras e relatórios que obedeçam padrões internacionais de contabilidade.

As declarações financeiras de cada departamento serão analisadas por uma grande empresa de auditoria internacional, diz a carta.

Desde a eleição de Francisco em março de 2013, o Vaticano adotou grandes reformas para aderir a padrões financeiros internacionais e evitar a lavagem de dinheiro, e fechou muitas contas suspeitas em seu banco, assolado por escândalos.

Em seu artigo, Pell afirma que as reformas estão “bem encaminhadas e já passaram do ponto no qual o Vaticano poderia voltar aos ‘maus e velhos dias'”.

G1

Mulher é barrada em presídio com celular e duas baterias escondidos na vagina

Divulgação/ Seap
Divulgação/ Seap

Uma mulher identificada como Valclécia Alves da Silva foi flagrada tentando entrar na Penitenciária Padrão de Campina Grande, a Máxima, com um celular e duas baterias escondidos na vagina. O fato ocorreu neste domingo (5) durante a revista íntima.

Ao entrar na penitenciária para visitar o marido, que está preso por assalto, durante a revista, as agentes encontraram os objetos nas partes íntimas de Valclécia Alves, segundo informou Anselmo Vasconcellos, diretor da unidade prisional.

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– A Valclécia Alves foi barrada durante a revista íntima, que é minuciosa e de praxe. As agentes quando começaram a revista encontraram de imediato o aparelho celular e duas baterias na vagina dela – disse o diretor.

Valclécia Alves foi levada para a Central de Polícia Civil de Campina Grande onde foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e liberada. Entretanto, ela está proibida de entrar da penitenciária.

– Como esse crime cabe apenas um TCO, a Valclécia e o seu esposo sofrerão algumas punições administrativas como, ela não pode mais entrar na penitenciária e ele vai responder a um procedimento administrativo – adiantou Anselmo Vasconcellos.

 

portalcorreio

Mulher tenta entrar em presídio com drogas, celular e isqueiro escondidos na vagina

Bayeux Jovem
Bayeux Jovem

Danielle da Silva, 42 anos, foi presa neste sábado (4), quando tentava entrar na Cadeia Pública da cidade de Bayeux, na região metropolitana de João Pessoa, com um celular, carregador, maconha, crack e isqueiro dentro da vagina. Ela foi surpreendida por agentes da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) durante a revista íntima.

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De acordo com coronel Arnaldo Sobrinho, gerente executivo da Administração Penitenciária da Paraíba, o flagrante ocorreu durante uma visita de rotina. Sobrinho informou que as agentes estavam fazendo a inspeção na mulher quando ela disse que não tinha nenhum objeto ilícito.

“Numa revista minuciosa, as agentes encontraram 150g de maconha, uma pedra de crack, um celular, um carregador e um isqueiro nas partes íntimas (vagina) da mulher”, revelou o coronel Arnaldo Sobrinho.

Segundo a Polícia Militar, Danielle da Silva estava na unidade prisional para visitar o irmão identificado como Dimas Rodrigues da Silva, que cumpre pena por tráfico de drogas.

A acusada foi encaminhada para a 5ª Delegacia Distrital, em Bayeux. Ela será transferida para o Presídio Feminino Julia Maranhão, em João Pessoa.

 

Daniella da Silva na delegacia Foto: Daniella da Silva na delegacia
Créditos: Bayeux Jovem

 

 

Hyldo Pereira

Seis coisas para saber sobre os 21 trilhões escondidos em paraísos fiscais

21 trilhões de dólares. É isso que as pessoas mais ricas do mundo escondem em paraísos fiscais por todo o mundo. E poderia ser mais, até US$ 32 trilhões; a quantia real é, obviamente, quase impossível de determinar.

E enquanto os governos se veem obrigados a reduzir gastos e a despedir os seus trabalhadores, invocando a necessidade de “austeridade” devido à desaceleração da economia, os ultra-ricos – menos de 10 milhões de pessoas –, esconderam uma quantia equivalente às economias dos EUA e Japão combinadas. Isto é o que revela um novo relatório da Rede de Justiça Tributaria (Tax Justice Network) [3], e os seus resultados são estarrecedores. A perda de contribuições fiscais para os refúgios fiscais no estrangeiro, sublinham, “é suficientemente grande para fazer uma diferença significativa em todas as medições convencionais da desigualdade. Dado que a maioria da riqueza financeira escondida pertence a uma pequena elite, o impacto é impressionante”.

(Foto http://www.flickr.com/photos/68751915@N05/)

James S. Henry, ex economista em McKinsey & Co. e autor do livro “Os banqueiros de sangue” [4] e de artigos para publicações como The Nation e The New York Times, investigou a informação do Banco de Pagamentos Internacionais, do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial, das Nações Unidas, dos bancos centrais e de analistas do setor privado e deparou-se com os indícios de uma bolsa gigante de dinheiro vivo flutuando nessa zona nebulosa conhecida como “offshore” (e isto tratando apenas do dinheiro, uma vez que o relatório não abrange coisas como bens de raiz, iates, arte e outras formas usadas pelos super-ricos para ocultar a sua riqueza, livre de impostos, nos paraísos fiscais no estrangeiro). Henry fala de um “buraco negro” na economia mundial e sublinha que, “embora me tenha esforçado para errar por defeito para o lado conservador, os resultados são estarrecedores”.

O relatório contém uma grande quantidade de informação, pelo que nos concentramos em seis coisas que todos devemos saber sobre o dinheiro que os mais ricos do mundo escondem do resto de nós todos.

1. Conheça o 0,001%

“Segundo as nossas estimativas, pelo menos um terço de toda a riqueza financeira privada, e quase metade de toda a riqueza em paraísos fiscais, é propriedade das 91 mil pessoas mais ricas do mundo, apenas 0,001% da população mundial”, diz o relatório. Essas 91 mil pessoas são donas nos EUA de cerca de US$ 9,8 trilhões do total estimado neste relatório – e menos de dez milhões de pessoas são donas do total.

Quem são essas pessoas? Sabemos que são os mais ricos, mas o que mais sabemos acerca deles? O relatório menciona “especuladores imobiliários chineses de 30 anos de idade e magnatas do software de Silicon Valley”, e pessoas cuja riqueza provém do petróleo e do tráfico de drogas. Não menciona, embora pudesse, candidatos presidenciais dos EUA como Mitt Romney, famoso pelas críticas de que é alvo por ter dinheiro guardado num conta bancária na Suíça e em investimentos sediados nas Ilhas Cayman. (PolitiFact classificou estas declarações num recente anúncio de Obama como “verdade” [5]).

Os magnatas da droga, naturalmente, têm necessidade de ocultar os seus ganhos ilícitos, mas o que muitos outros ultra-ricos querem é simplesmente evitar pagar impostos, construindo complicados fideicomissos e outros investimentos apenas para poupar alguns poucos pontos mais naquilo que devem pagar aos seus respectivos países. E tudo se acumula.

2. Onde está o dinheiro? É complicado

“Offshore”, segundo Henry, já não é um lugar físico, embora exista ainda uma grande quantidade de lugares como Cingapura e Suiça, sublinha, que ainda se especializam em proporcionar “residências físicas seguras de baixos impostos” aos ricos do mundo.
Mas nos dias de hoje, a riqueza “offshore” é virtual – Henry descreve “localizações nominais, hiper-portáteis, multi-jurisdiccionais e frequentemente muito temporárias de redes de entidades legais e quase-legais e outros tipos de arranjos”. Uma empresa pode estar sediada numa jurisdição, mas é propriedade de um fideicomisso sedeado em outro lugar, e administrada por administradores em um terceiro lugar. “Em última instancia, por conseguinte, o termo “offshore” refere-se a um conjunto de capacidades”, em vez de a um lugar ou vários lugares.

Também é importante, assinala o relatório, distinguir entre os “paraísos intermediários” – lugares nos quais pensa a maioria das pessoas quando pensa em paraísos fiscais, como as Ilhas Cayman de Romney, as Bermudas ou a Suíça – e os “paraísos de destino”, que incluem os EUA, o Reino Unido e inclusive a Alemanha. Estes destinos são desejáveis dado que proporcionam “mercados regulados de valores relativamente eficientes, bancos apoiados por grandes populações de contribuintes e pelas companhias de seguros; códigos legais bem desenvolvidos, advogados competentes, poderes judiciais independentes e estados de direito”.

Algumas das pessoas procuram evitar pagar impostos movimentando o seu dinheiro por todos os lados; em outras palavras, estão aproveitando serviços financiados pelos contribuintes para o fazer. E aqui nos EUA, desde 1990, alguns estados começaram a oferecer personalidade jurídica de baixo custo, “cujos níveis de confidencialidade, proteção contra credores e condições fiscais rivalizam com as dos tradicionais paraísos fiscais secretos do mundo”. Se articulamos isto com a participação cada vez menor na arrecadação fiscal estadunidense dos ricos [6] e das empresas [7] começamos a apreciar quão atrativa é esta proposta para aqueles que procuram escamotear o seu dinheiro.

3. Os grandes bancos resgatados manejam este negócio

Mas quem está facilitando este processo? Alguns nomes conhecidos emergem rapidamente quando aprofundamos os dados: Goldman Sachs, UBS e Credit Suisse são os três primeiros, seguidos por Bank of America, Wells Fargo e JP Morgan Chase. “Agora podemos agregar isto a sua lista de méritos: são atores-chave em muitos dos paraísos em todo o mundo, e peças chave na injustiça do sistema fiscal global”, assinala o relatório.

Em finais de 2010, os 50 principais bancos privados geriram por si sós 12,1 trilhões de dólares em ativos “transfronteiriços” investidos pelos seus clientes. Isto é mais do dobro de 2005, o que representa uma taxa média de crescimento anual de mais de 16%.

“Entre os bancos, as empresas de contabilidade e os advogados corporativos, algumas das maiores empresas do mundo são parte da teia de evasão fiscal global”, escreve o investigador financeiro (e ex operador de Goldman Sachs), Lydia Prieg em The Guardian. “Estas empresas não são entidades morais que possamos envergonhar para que paguem o que lhes cabe, apenas existem para maximizar os seus lucros e os dos seus clientes”.

“Até finais da década de 2000”, sublinha Henry, “a sabedoria convencional entre os capitalistas acerca da evasão era o que pode ser mais seguro do que os bancos ‘demasiado grandes para falir’ dos EUA, Suíça e Reino Unido?”. Sem os resgates que chegaram juntamente com a crise financeira de 2008, acrescenta, muitos dos bancos que escondem dinheiro dos super-ricos teriam deixado de existir. O apoio incondicional do governo é a razão pela qual os über-ricos usam os grandes bancos.

4. A desigualdade é pior do que aquilo que julgávamos

Com toda esta riqueza oculta em todo o mundo, que é impossível de contabilizar ou de taxar, sublinha Tax Justice Network, é seguro que estamos subestimando a dimensão da desigualdade de rendimentos e a riqueza real. Stewart Lansley, autor de O custo da desigualdade disse a Heather Stewart em The Guardian [8]: “Não há absolutamente nenhuma dúvida de que as estatísticas sobre rendimentos e riqueza subestimam a magnitude do problema”.

Ao calcular o coeficiente Gini, uma medida da desigualdade numa sociedade, disso, “não se podem representar os multimilionários e bilionários, e ainda que se pudesse, isso não seria representativo”.

Trata-se de um tema tão importante que a Tax Justice Network o incluiu num segundo relatório anexo ao de Henry, intitulado “Desigualdade: não sabemos nem a metade da história [9]”. O relatório analisa todos os problemas relativos à forma como se calcula a desigualdade hoje em dia, que frequentemente se reduz à conclusão de que não dispomos de nenhuma medida exata da verdadeira riqueza dos super-ricos. Se os dados sobre rendimentos fiscais disponíveis não podem tomar em conta os milhões de milhões escondidos por todo o mundo em paraísos fiscais, como podemos calcular os rendimentos reais dos mais ricos do mundo?

A desigualdade disparou em todo o mundo, segundo os sistemas de medida que utilizamos atualmente. Se o 1% nos EUA é apenas dono de 35,6% da riqueza, por exemplo, mas de uma quantidade muito maior que está escondida em algum lugar, o que é que isso significa para nós? Não esqueçamos que “a desigualdade é uma opção política” – que nós determinamos o que deve fazer-se numa sociedade baseada na quantidade de desigualdade que cremos ser tolerável ou justa. Se essa quantidade é muito maior de que aquilo que pensamos, como se insere isso nas nossas prioridades? Muitos estadunidenses já estão mal informados [10] acerca do nível de desigualdade, mas este relatório confirma que até os supostos peritos subestimam enormemente o problema.

5. Os países “endividados” não o estão, afinal de contas

O relatório de Henry desagrega um subgrupo de 139 países, principalmente de rendimentos baixos ou médios, e sublinha que, de acordo com os cálculos, os países tinham uma dívida combinada de mais de US$ 4 trilhões em finais de 2010. Mas se for levado em conta todo o dinheiro que se esconde nos paraísos, esses países teriam na realidade uma dívida negativa de US$ 10 bilhões ou, como escreve Henry: “uma vez que tomamos estes ativos ocultos e os lucros que produzem, muitos países considerados “devedores“ no fim de contas são ricos. Mas o problema é que a sua riqueza está agora do outro lado do mar, nas mãos das elites e dos seus banqueiros privados”.

Henry observa ainda que o mundo em desenvolvimento no seu conjunto é credor do mundo desenvolvido, em vez de ser devedor, e assim sucede há mais de uma década. “Isso significa que este é realmente um problema de justiça tributária, não é simplesmente um problema de ‘dívida’”.

Mas, como temos dito, essas dívidas recaem sobre os ombros dos trabalhadores desses países, que não podem tirar proveito das vantagens dos paraísos fiscais.

E isto, evidentemente, não é apenas um problema do mundo em desenvolvimento. Nos nossos dias, anota Henry, o mundo desenvolvido tem a sua própria crise de dívida (ver os problemas atuais da zona euro). O economista francês Thomas Piketty sublinha que “…as riquezas nos paraísos fiscais são provavelmente suficientes para converter a Europa [11] num credor líquido muito grande em relação ao resto do mundo”.

6. Quanto estamos perdendo? 

No final, é disso que se trata, não é verdade? É impossível afirmar com certeza, naturalmente, porque estes números são apenas estimativas, mas Henry sugere que, se estes US$ 21 trilhões não declarados obtivessem uma taxa de retorno de 3%, e seus rendimentos fossem taxados em 30%, gerariam por si só rendimentos fiscais de cerca de US$ 190 bilhões. Se a quantidade total de dinheiro em paraísos fiscais está mais próxima da estimativa mais alta de US$ 32 trilhões, isso equivaleria a cerca de US$ 280 bilhões, o que é aproximadamente o dobro daquilo que os países da OCDE gastam em ajuda ao desenvolvimento. Por outras palavras, uma grande quantidade de dinheiro. E 3% de retorno é ser extremamente conservador.

Isto é apenas em impostos sobre o rendimento. Os impostos sobre as mais-valias, impostos sobre as heranças e outros impostos trariam ainda mais.

É por isso que, no final do dia, Henry diz que poderíamos ver isto como uma boa notícia. “O mundo acaba de encontrar uma enorme pilha de riqueza financeira que poderia ser chamada a contribuir para a solução dos nossos problemas globais mais urgentes”, escreve. “Temos a oportunidade de pensar não apenas acerca de como prevenir alguns dos abusos que nos conduziram aonde nos encontramos hoje, mas também de pensar em como fazer um melhor uso dos rendimentos livres de impostos que esta riqueza poderia gerar”.

revistaforum

Traficante é preso com dois quilos de maconha e R$ 10 mil escondidos no colchão

Foi preso na madrugada desta segunda-feira (13), Estéferson Melo de Conceição da Silva de 26 anos. Ele é filho de um traficante conhecido como “Mago Lila” e estava com dois quilos de maconha quando foi surpreendido pela ação policial.

Estéferson também havia escondido no colchão de casa, R$ 10 mil em espécie.

De acordo com informações do 5º Batalhão da Polícia Militar, Estéferson já estava sendo monitorado pela polícia e foi abordado por uma guarnição comandada pela tenente Viviane.

Na casa do traficante, localizada no Distrito Mecânico, além da droga, também foram encontrados  quase R$ 10 mil em espécie. O acusado – conhecido como “Peti” – e a droga apreendida foram encaminhados à 1ª Delegacia Distrital no Bairro de Cruz das Armas.

portalcorreio

Rapaz é flagrado com 89 saquinhos de drogas escondidos no pênis

Uma parada de trânsito tomou um rumo inesperado na semana passada em Folcroft, no estado da Pensilvânia (EUA), depois que a polícia descobriu que o ocupante de um veículo escondia drogas em seu pênis, segundo o jornal “Daily Times”.

Ray Woods, de 23 anos, foi obrigado a baixar a calça depois que os policiais notaram uma protuberância na parte da frente de seu jeans.

A revista acabou revelando que Woods escondia 89 saquinhos de cocaína, heroína e outras drogas amarrados ao pênis.

Ele foi preso acusado de tráfico de drogas. Woods deixou a cadeia após pagar fiança de US$ 2,5 mil.

G1