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Jogos Escolares Municipais 2019 tem início em Junho

A Prefeitura Municipal através da Diretoria de Esportes e Secretaria de Educação realizarão a partir de do mês de Junho os Jogos Escolares Municipais 2019.  Nesta quinta-feira (21) aconteceu o primeiro encontro para planejamento com a participação de representantes da rede Municipal,Estadual, federal e particulares.

Abrangendo alunos de 5 a 19 anos, os jogos escolares irão movimentar todas as praças esportivas do município, como Centro, Cidade Alta, Tabuleiro, Vila Maia, Roma – que serão os pólos – tudo isso em uma espécie de caravana. A abertura dos jogos escolares está prevista para 1° semana de junho.

Ascom-PMB

 

Ônibus escolares são autuados, em operação realizada pelo MPPB e PRF

Onze ônibus escolares de nove municípios paraibanos foram fiscalizados na operação realizada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e Polícia Rodoviária Federal (PRF), na última quarta-feira (7), no km 69 da BR-230, no município de Sobrado (a 60 quilômetros de João Pessoa). A operação teve como objetivo combater irregularidades e o desvio de finalidade dos veículos que devem ser usados exclusivamente para transportar estudantes.

De acordo com a PRF, dos 11 ônibus fiscalizados, oito foram autuados porque não possuíam autorização do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB) para transportar alunos, afixada em local visível na parte interna e com informações sobre a lotação permitida.

Um desses ônibus era de propriedade da Prefeitura de São José dos Ramos e também foi flagrado em desvio de finalidade, pois estava voltando de João Pessoa, trazendo pacientes que haviam sido atendidos em diversos serviços de saúde da Capital. Por conta disso, foi feito Boletim de Ocorrência, pois o caso configura, em tese, crime de improbidade administrativa. Além disso, foi constatado que o veículo apresentava outros problemas de manutenção, relacionados à ausência de equipamentos básicos de segurança.

Dentre os itens de segurança desrespeitados pelos veículos autuados estavam a ausência de lanternas e de cronotacógrafo. Quatro condutores também foram autuados porque não possuem cursos especializados para fazer o transporte de escolares e dois, porque os passageiros não estavam utilizando cinto de segurança.

Foram autuados veículos escolares das prefeituras de São José dos Ramos, Caldas Brandão (dois ônibus), Gurinhém, Pilõezinhos, Cuitegi, Sobrado e Mari. Também foram fiscalizados três ônibus escolares, sendo um da Prefeitura de Itabaiana, um da Prefeitura de Mari e um da Prefeitura de Salgado de São Félix. Nestes últimos, não foram encontradas irregularidades.

“Transporte Escolar – Alegria de ir e vir”

A operação realizada esta semana em Sobrado faz parte do projeto “Transporte Escolar – Alegria de Ir e Vir”, que foi idealizado e implementado em 2013, pelo Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa da Educação (CAO Educação), do MPPB, Detran, PRF e Polícia Militar. O objetivo é coibir o uso de veículos impróprios para fazer o transporte de estudantes na Paraíba. Além de operações, o projeto também conta com inspeções de rotina em veículos escolares de 223 municípios paraibanos realizadas em postos e circunscrições de trânsito do Detran, localizadas e várias regiões.

Além de policiais rodoviários federais, também participaram da operação realizada na BR-230, próximo ao município de Sobrado, as servidoras do CAO Educação, Christianne Maria Wanderley Leite e Maria José Lopes.

MPPB

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MPF investiga suspeita de compra de kits escolares superfaturados na PB

mpf_sousa_pbUm inquérito civil foi aberto pelo Ministério Público Federal (MPF) para investigar um suposto superfaturamento de preço ou desvio de dinheiro público na aquisição de kits escolares para a rede pública estadual por parte da Secretaria de Estado da Educação da Paraíba. Conforme publicação no Diário Eletrônico do MPF na sexta-feira (17), o inquérito foi aberto pelo procurador Sérgio Rodrigo Pimentel de Castro Pinto.

O G1 entrou em contato com a Secretaria de Educação da Paraíba. Até a publicação desta reportagem, a resposta da secretaria não tinha sido enviada.

Ainda de acordo com a portaria que anuncia a abertura da investigação, o inquérito tem o prazo de um ano para ser concluído. Segundo a assessoria do MPF-PB, o procurador explicou que o inquérito é decorrente do Procedimento Investigatório Criminal aberto no ano de 2013, encaminhado pelo Ministério Público Estadual.

Segundo informações repassadas pelo procurador, por meio da assessoria do MPF-PB, o declínio de conduzir as investigações por parte do Ministério Público da Paraíba indica que as verbas usadas para aquisição dos kits escolares eram provenientes de repasses do governo federal.

G1 PB

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Prefeitura de Remígio abre seleção para Gestores Escolares 2017

remigioA Prefeitura Municipal de Remígio comunica a todos os profissionais do magistério municipal, do quadro efetivo, que estarão abertas, no período de 19 a 21 de Dezembro 2016, as inscrições do processo de escuta para seleção de gestores educacionais em 2017.

O processo de escuta tem por objetivo nortear a escolha de novos gestores escolares, coordenadores pedagógicos entre outros cargos de gestão educacional.

Sendo mais uma estratégia de implementar modos participativos e transparentes na administração pública municipal. Para se inscrever os interessados deverão preencher o formulário de inscrição disponível no seguinte endereço:

Secome-PMR

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Contran suspende exigência de cadeirinhas em veículos escolares

cadeirinhaO Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu suspender a obrigatoriedade do uso de cadeirinhas para crianças de até 7 anos e meio em veículos de transporte escolar. A resolução foi publicada na edição do “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (1º).
A decisão inicial do Contran, publicada em julho do ano passado, previa que, a partir de fevereiro 2016, os veículos de transporte escolar teriam de disponibilizar cadeirinhas para crianças de até 7 anos e meio.

A exigência provocou protestos de motoristas de transportesescolares em diversos estados, como Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e no Distrito Federal. Nas manifestações, os motoristas reclamavam que as cadeirinhas não são práticas.

No final de 2015, a fiscalização já havia sido adiada fiscalização para 1º de janeiro de 2017.

O órgão justificou que a decisão de suspenderr a exigência foi tomada em razão de dificuldades técnicas, econômicas e sociais para a adaptação dos veículos escolares em circulação, além da baixa oferta no mercado de cadeirinhas com cinto de segurança do tipo sub-abdominal.

Outro motivo apontado pelo Contran foi a necessidade de realização de estudos complementares para a avaliar a efetividade das cadeirinhas.
O uso das cadeirinhas foi considerado obrigatório em 2015. Desde 2010, a legislação obriga que crianças de até 1 ano sejam transportadas no bebê-conforto e as que têm entre 1 e 4 anos, em cadeirinhas com encosto e cinto próprio em carros de passeio.
As cadeirinhas devem ter o assento elevado, fechos de travamento e opção de ajuste do cinto de segurança.

 

G1

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Acidente com 3 ônibus escolares deixa um morto e mais de 50 feridos no Sertão

FeridosUm acidente envolvendo  três ônibus de estudantes universitários e uma motocicleta deixou um morto e mais de 50 feridos, na tarde desta segunda-feira (22), na BR-361, entre as cidade de Coremas e Piancó, no sertão da Paraíba.

De acordo com as primeiras informações, os ônibus, sendo um de Boa Ventura e outro de Itaporanga,  seguiam em direção a Patos quando um  motoqueiro, que estaria bêbado, caiu da moto em frente a um dos veículos.

Valdemberg Primo era solteiro e tinha 39 anos

Valdemberg Primo era solteiro e tinha 39 anos

Para não atingir o homem na pista, o motorista de um dos  ônibus reduziu a velocidade de forma brusca. o segundo ônibus que vinha logo logo atrás conseguiu desviar, mas o terceiro não, batendo na traseira do primeiro veículo. Com impacto, os ônibus ficaram praticamente destruídos.

Os estudantes estavam indo para a cidade Patos onde estudam em uma universidade particular. A vítima fatal até agora confirmada foi o estudante de enfermagem Valdemberg Primo de Araújo, de 39 anos, que residia em Itaporanga. Ele teve morte quase que imediata: morreu antes de chegar ao hospital de Piancó.

Vídeo Vale do Piancó Notícias 

Cerca de dez equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de cidades da região,  viaturas da Polícia Militar e Corpo  de Bombeiros e Policia Rodoviária Federal foram acionadas e socorreram os feridos para o Hospital Regional de Piancó. A ação contou com a participação de voluntários e profissionais do Samu que estavam de folga.

Os feridos mais graves foram encaminhados aos hospitais de Piancó e Patos, enquanto os estudantes com lesões leves foram socorridos ao hospital distrital de Itaporanga, que recebeu 31 feridos, dos quais apenas um, com suspeita de fratura facial, o universitário Paulo Henriques Júnior, foi transferido para ao hospital patoense. Os demais estão em observação e alguns já foram liberados.

Os dois ônibus, que estavam lotados, são locados pelas Prefeituras dos dois municípios para o transporte dos universitários. Com relação ao estudante falecido, ele era solteiro, técnico em enfermagem e trabalhava no hospital de Itaporanga e no de Conceição, onde era concursado da Prefeitura. Um médico do hospital de Piancó deu o laudo cadavérico e o corpo não precisará ser removido para exame em Patos, seguindo para Itaporanga, onde será entregue aos familiares.

MaisPB com Vale NewsPB

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Cartilhas escolares do governo federal são descartadas em terreno baldio, em João Pessoa

Portal Correio Material didático foi achado por moradores
Portal Correio
Material didático foi achado por moradores

Dezenas de cartilhas escolares foram encontradas descartadas em um terreno baldio, na manhã desta quarta-feira (15). O material didático foi localizado em uma das ruas do bairro Alto do Mateus, Zona Oeste de João Pessoa.

Leitores do Portal Correio enviaram fotos e vídeo que mostram o descaso com a educação pública. O material, parte dele ainda embalado, é fornecido pelo Ministério da Educação dentro do programa Mobilização Social pela Educação.

A cartilha ‘Acompanhem a vida escolar dos seus filhos é o principal instrumento de apoio ao trabalho dos mobilizadores na conscientização da comunidade sobre a importância da interação família-escola. O material traz dicas e orientações para o cuidado com a educação dos filhos em casa e na escola.

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A Secretaria de Educação de João Pessoa informou que repudia qualquer desperdício de material escolar e esclareceu que as cartilhas não são usadas na rede municipal de ensino. O Ministério Público da Paraíba, através do Centro de Apoio às Promotorias da Educação, garantiu que vai abrir investigação para apurar o fato assim que soube do caso.

O Ministério da Educação (MEC) disse que abriu investigação para apurar o crime. Uma nota deverá ser enviada anunciando providências que serão adotadas.

Por Hyldo Pereira

 

Materiais escolares só podem ser vendidos com selo do Inmetro a partir deste mês

Foto: Agência Brasil A recomendação é que os pais exijam no momento da compra do material escolar o selo do Inmetro
Foto: Agência Brasil
A recomendação é que os pais exijam no momento da compra do material escolar o selo do Inmetro

A partir deste mês, materiais escolares só podem ser vendidos ao consumidor se tiverem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O diretor de Avaliação da Conformidade do órgão, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alfredo Lobo, recomendou aos pais e responsáveis que “passem a exigir, no ato da compra, a marca do Inmetro”.

Após consulta pública, o Inmetro publicou no dia 7 de dezembro de 2010 a Portaria 481, que estabelecia requisitos mínimos de segurança para a fabricação, importação e comercialização de artigos escolares. Dependendo do tipo de material, o produto tem de ser submetido e aprovado por testes químicos, mecânicos, toxicológicos e biológicos para poder obter o selo de identificação da conformidade.

Segundo o Inmetro, é considerado artigo escolar qualquer objeto ou material com motivos ou personagens infantis usados em ambiente escolar ou em atividades educativas, com ou sem funcionalidade lúdica, por crianças menores de 14 anos.

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Um total de 25 itens é abrangido pela portaria. Entre eles estão apontador, borracha e ponteira de borracha, caneta esferográfica, caneta hidrográfica ou hidrocor, giz de cera, lápis preto ou grafite, lápis de cor, lapiseira, marcador de texto, cola líquida ou sólida, corretor adesivo, compasso, régua, esquadro, estojo, massa de modelar, massa plástica, merendeira ou lancheira com ou sem acessórios, tesoura de ponta redonda, tinta guache ou nanquim, pintura a dedo plástica ou aquarela.

Lobo informou que todos os prazos para adaptação à portaria estão esgotados, englobando não só a fabricação e importação de artigos escolares sem a certificação, como também a venda para o varejo de estoques fabricados ou adquiridos anteriormente. O último prazo para o fim da comercialização, pelo varejo, dosprodutos sem selo, se esgotou no dia 28 de fevereiro.

“Na fiscalização, nós já vamos passar a exigir a presença do selo nesses materiais”, disse Lobo. Ele destacou que, como a maioria dos estabelecimentos é formada por micro e pequenas empresas, “porque as papelarias são empresas familiares, empresas pequenas”, a fiscalização terá, nesse primeiro momento, um caráter mais educativo.

Os fiscais vão notificar o estabelecimento e dar um prazo para o comércio se posicionar, em geral de dez a 15 dias. “Depois desse prazo, o fiscal determina o que fazer. A nossa orientação é que ele dê uma advertência, dizendo que tem um regulamento a ser cumprido. Em uma próxima fiscalização, se você mantiver o produto que não esteja conforme a portaria no mercado, você pode ser penalizado com multa”. As multas variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, de acordo com o estabelecido na Lei N° 9.933/99.

O diretor ponderou que agora, por força de lei, tem de ser dado um tratamento diferenciado à micro e pequena empresa no que diz respeito a prazos de adequação e à fiscalização. A rede de fiscalização do Inmetro foi orientada a manter uma fiscalização de esclarecimento aos comerciantes até outubro. A partir daí, haverá penalização para aqueles que descumprirem a regra. “Não tem mais jeito. Vai ser penalizado mesmo, independente do porte da empresa”.

Apesar de orientar para uma fiscalização mais educativa até outubro, Lobo disse o Inmetro já notificou empresas que fabricaram ou importaram material escolar sem o selo exigido pela Portaria 481/2010. Ele esclareceu que a aplicação da multa considera parâmetros como o porte da empresa; sua localização geográfica – os estabelecimentos situados em grandes centos são penalizados de forma maior do que no interior; a reincidência; o histórico – se é uma empresa que tem muitas penalizações, por exemplo, o valor é mais elevado.

Lobo aconselhou que se os consumidores verificarem que o produto não tem o selo do Inmetro denunciem o fato à Ouvidoria do instituto pelo telefone 0800 285 1818. “Fazendo isso, a ouvidoria comunica direto ao órgão local para que vá àquele estabelecimento fazer a fiscalização. Se o consumidor denunciar, está nos ajudando a acelerar a retirada do mercado desses produtos”.

Agência Brasil

Alunos denunciam más condições de ônibus escolares de Araçagi

Imagem feita por alunos
Imagem feita por alunos

Na manhã dessa sexta-feira (10), após um dos pneus de um ônibus escolar da cidade de Araçagi que transportava alunos do distrito de Canafístula estourar, os alunos, muitos deles crianças e adolescentes, denunciaram as más condições nas quais os veículos se encontram.

Segundo os alunos, os pneus estão completamente carecas, oferecendo riscos a vida dos mesmos. Após o susto de hoje pela manhã, alunos e responsáveis procuraram nossa reportagem para denunciar o fato, pedindo ações emergenciais por parte da prefeitura para solucionar estes problemas para que as mães voltem a ter confiança no transporte escolar de seus filhos.

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O secretário de administração do município, Sérgio Pereira, foi contactado pela nossa equipe e disse que não havia tomado conhecimento do fato. O mesmo garantiu se inteirar sobre o ocorrido e assim, buscará soluções para o problema.

pneu estourado araçagi 1

Imagem feita por alunos

 

portalpagina1

Atividades escolares estimulam o gosto e hábito pela leitura

leitura“Não há fórmula mágica para fazer o aluno aprender mais rapidamente; cada aluno ou turma tem a própria trajetória. Ou seja, seu próprio tempo.” A opinião é da professora Andrea Job de Souza, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Dr. Guilherme Hildebrand, no município gaúcho de Santa Cruz do Sul. Para ela, que está no magistério há sete anos, a maior dificuldade de aprendizagem apresentada pelos estudantes está na apropriação da escrita e da leitura.

“Em 2014, as principais dificuldades também têm recaído na aquisição de uma leitura fluente e na escrita correta das palavras”, diz Andrea. Segundo a educadora, o primeiro passo é estimular a capacidade de aprender de cada um, além de valorizar e incentivar cada avanço dos alunos.

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À frente de uma turma de terceiro ano e de outra de reforço escolar, Andrea ressalta que o desenvolvimento de projetos que envolvem o hábito da leitura em sala de aula tem trazido avanços satisfatórios à prática pedagógica.

“Diariamente, proporciono um espaço para que isso aconteça de maneira prazerosa e se desenvolva o gosto pela leitura”, destaca a professora, que tem formação em pedagogia e pós-graduação em educação infantil.

Seu esforço é para que os estudantes percebam que cada letra e cada sílaba representam um som e que cada palavra faz parte de um contexto e pode contar uma história.

O planejamento deste ano inclui trabalhar passo a passo, a partir do que ela conhece dos alunos, para ampliar os conhecimentos e flexionar atividades e conteúdos de acordo com as dificuldades por eles apresentadas.

Andrea teve um aluno diagnosticado com dislexia, em 2013. Então, durante todo o ano, ela trabalhou com o som que cada letra e cada sílaba faziam quando se juntavam, associando sempre som e imagem.

“A maior barreira superada por aquele aluno tinha relação com a autoconfiança em sua capacidade de ler”, analisa. Assim, à medida que adquiria mais confiança em si mesmo e na professora, o estudante controlava o nervosismo e a ansiedade que demonstrava inicialmente.

A partir dos bons resultados obtidos com esse aluno, a professora resolveu dar ênfase, com a turma deste ano, à realização de trabalhos diferentes e ao atendimento diário, na mesa de cada estudante, a fim de acompanhar o processo de desenvolvimento das atividades.

Avaliação

Supervisora escolar na mesma instituição de ensino, Mara Núbia Sandim revela que os principais problemas de aprendizagem detectados entre os alunos, embora haja alguns casos de dislexia, são o déficit de atenção e a hiperatividade.

De acordo com Mara, os professores são orientados a planejar atividades diferentes e a realizar avaliação flexível, com exercícios variados, testes escritos e orais e trabalhos específicos para cada problema de aprendizagem.

“A escola procura sempre atender o aluno em suas necessidades de aprendizagem e, quando há professores com carga horária disponível, é organizado reforço pedagógico no turno contrário ao das aulas”, salienta.

Caso detecte algum problema de aprendizagem, o professor é orientado a encaminhá-lo à supervisão pedagógica, que o analisa com a área de orientação educacional.

Os aspectos nos quais o aluno apresenta dificuldades são discutidos para a elaboração de estratégias de atendimento, com a realização de atividades diversificadas em sala de aula. “A família é chamada, pois muitas vezes desconhece o problema”, diz Mara.

Quando se percebe que o estudante precisa de atendimento especializado, o caso é encaminhado à Secretaria de Educação e Cultura do município para que seja programado atendimento com equipe multiprofissional, composta por psicólogo, psicopedagogo e educador especial. “Em alguns casos, a família é orientada a encaminhar o estudante ao neuropediatra.”

Mara ressalta, entretanto, que em muitos casos esses profissionais não mantêm contato com a escola. Portanto, a instituição fica sem diagnóstico ou retorno da avaliação. Dessa forma, sem tomar conhecimento do problema, o professor acaba impossibilitado de planejar uma intervenção pedagógica adequada a cada caso.

Há 25 anos no magistério e há oito na função de supervisora escolar na rede municipal de ensino, Mara tem pós- graduação em supervisão escolar e psicopedagogia.

Fonte:
Portal do Professor