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Oito envolvidos na morte de PM são mortos durante operação na Paraíba

Oito criminosos envolvidos na morte de um policial militar em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco, foram mortos durante confronto com a Polícia Militar entre Barra de São Miguel e Riacho de Santo Antônio, na Paraíba, na manhã desta terça-feira (2).

De acordo com a polícia, os mortos são seis homens e duas mulheres. Entre os homens há um vereador do município de Betânia, no Sertão. Os corpos foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santa Cruz do Capibaribe.

Quatro pessoas participaram da investida contra o mercado e o policial. Os outros envolvidos teriam participado do resgate do grupo criminoso.

A operação foi integrada e contou com a participação da Polícia Militar de Pernambuco e da Paraíba. Dois helicópteros do Grupo Tático Aéreo (GTA) deram apoio à ação.

Entenda o caso

Soldado André Silva, 32 anos, foi morto durante troca de tiros com criminosos em Santa Cruz do Capibaribe
Soldado André Silva, 32 anos, foi morto durante troca de tiros com criminosos em Santa Cruz do Capibaribe

Reprodução/NE10 Interior

Na tarde dessa segunda, quatro homens armados assaltaram uma casa lotérica e um mercado no bairro Dona Lica, em Santa Cruz do Capibaribe, e foram perseguidos por uma viatura da Polícia Militar. A viatura foi atingida por vários disparos. O soldado André José da Silva, 32 anos, que dirigia a viatura, foi ferido e não resistiu. O corpo dele está sendo velado na zona rural de Santa Maria do Cambucá.

Já o PM que estava no banco do passageiro, Moacir Pereira, 47, ficou ferido, mas conseguiu sair do veículo. Ele foi levado para a UPA de Santa Cruz do Capibaribe para receber atendimento e depois transferido para o Hospital Regional do Agreste (HRA). Os assaltantes fugiram. O carro deles foi encontrado abandonado em Barra de São Miguel, na Paraíba.

 

(Nayara Vila Vila/TV Jornal Interior)

ne10

 

 

Polícia aponta 5 envolvidos diretamente com morte de cães em Igaracy, PB

Cinco pessoas foram apontadas como envolvidos na morte de mais de 30 cães que foram sacrificados em Igaracy, no Sertão da Paraíba, no último dia 6 de março. Segundo o delegado que investiga o caso, Glêberson Fernandes, o inquérito deve ser concluído na próxima semana e os suspeitos vão ser indiciados pelos crimes de maus-tratos e descarte irregular de animais.

Entre os suspeitos estão o ex-secretário de saúde do município, José Carlos Maia, e quatro funcionários da Prefeitura que teriam participado da matança dos animais. As suspeitas têm como base o laudo pericial sobre a morte dos animais, entregue pelo Instituto de Polícia Científica de Patos nessa segunda-feira (26), que apontou os cachorros foram sacrificados por meio de lesões traumáticas e não pelo procedimento de eutanásia, como informado pela Secretaria de Saúde de Igaracy.

Segundo o delegado, além das cinco pessoas que teriam participação direta no caso, outras pessoas podem ser indiciadas.

“A partir de agora vamos ouvir outras pessoas, o vereador que fez a convocação do secretário pedindo solução para o problema e vamos ouvir também o prefeito para avaliar a responsabilidade de cada um deles”, disse o delegado.

Sobre o laudo pericial da morte dos animais, Glêberson Fernandes disse que o resultado comprovou a hipótese levantada pela Polícia Civil, de que a morte dos animais tinha acontecido de forma violenta. “O laudo veio confirmar aquilo que estávamos suspeitando da utilização de meios cruéis para o sacrifício dos cachorros”, comentou.

G1 procurou a Prefeitura de Igaracy e o ex-secretário de Saúde do município para saber qual o posicionamento a respeito desse caso. Por meio da assessoria de comunicação da Prefeitura do município, foi informado que a gestão só vai se pronunciar sobre o caso após a conclusão do inquérito e que o ex-secretário ainda não vai comentar o assunto.

Cerca de 30 animais de rua foram sacrificados no município de Igaracy, no Sertão paraibano (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Cerca de 30 animais de rua foram sacrificados no município de Igaracy, no Sertão paraibano (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Entenda o caso

Mais de 30 cães foram mortos após a Secretaria Municipal de Saúde de Igaracy ordenar a morte dos animais, alegando que eles estavam abandonados nas ruas, apresentando perfil violento e com doenças. Os moradores denunciaram o caso, que ganhou grande repercussão.

A Polícia Civil, o Ministério Público da Paraíba e (MPPB) o Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba (CRMV-PB) investigam o caso.

Após recomendação do Ministério Público da Paraíba (MPPB), o prefeito da cidade de Igaracy, José Carneiro Almeida da Silva, exonerou José Carlos Maia do cargo de secretário de Saúde do município e o afastou da função de veterinário. A exoneração foi divulgada no dia 9 de março.

O laudo pericial do Instituto de Polícia Civil (IPC) de Patos apontou que a morte dos cerca de 30 cães, em Igaracy, foi ocasionada de forma violenta, por meio de lesões traumáticas. O resultado do laudo foi entregue nessa segunda-feira (26) à Polícia Civil e contraria a versão apresentada inicialmente por José Carlos Maia, que na época secretário de saúde do município e ordenou a matança dos animais, de que os cachorros haviam passado pelo procedimento de eutanásia.

G1

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MPF obtém condenação de envolvidos em construção de restaurante universitário na UFPB em Bananeiras

Irregularidades ocorreram no Campus III da UFPB, em Bananeiras, e incluíram pagamentos sem contrato, paralisação e serviços mal executados

O Ministério Público Federal (MPF) em Guarabira (PB) obteve a condenação de três servidores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) por causarem um prejuízo de R$ 173.391,52 ao erário, decorrente de execução irregular do restaurante universitário do Campus III da UFPB em Bananeiras (PB), em 2008. Eles foram condenados pela prática de atos de improbidade administrativa, por várias irregularidades na execução da obra, como pagamentos realizados sem contrato, paralisação da obra e defeitos estruturais ocasionados por serviços mal executados.

Foram condenados o então diretor do Campus III da UFPB em Bananeiras, Antônio Eustáquio Resende Travassos; o servidor Inaldo Soares dos Anjos, então gestor financeiro do contrato firmado entre a universidade e a construtora responsável pela obra; e o servidor Ivanildo Rodrigues de Melo, fiscal das obras do restaurante universitário. Todos foram sentenciados ao ressarcimento do dano, suspensão dos direitos políticos por cinco anos, multa civil e proibição de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de cinco anos.

Aditivo retroativo – Conforme o processo, em 2007, o Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias – CCHSA, do Campus III da UFPB, em Bananeiras, realizou licitação para a construção do restaurante universitário. A empresa Saneamento e Construções Ltda – Secol ganhou a licitação e foi assinado o Contrato n. 11/2007, em 30 de dezembro de 2007, no valor de R$ 308.873,39.

Entretanto, o contrato venceu em 30 de agosto de 2008 sem que a construção do restaurante tivesse sido concluída. Mesmo assim, os pagamentos das medições continuaram a ser realizados. Houve três medições executadas e pagas sem qualquer amparo contratual. O aditivo somente foi providenciado em 23 de dezembro de 2008, ampliando o prazo da conclusão em 90 dias.

Negligência – De acordo com a sentença, o diretor Antônio Eustáquio Travassos foi negligente nos cuidados da execução do contrato, uma vez que “afirmou claramente que assinava os documentos sem se atentar para datas ou seu conteúdo”. Eustáquio também se omitiu quanto à aplicação de penalidades administrativas à empresa Secol, em razão do descumprimento das cláusulas contratuais que ocasionaram o atraso na construção do prédio e o abandono da obra. Em depoimento, o diretor do campus afirmou que “apenas tomou medidas administrativas contra a empresa somente quando houve a inspeção da Controladoria Interna da UFPB”.

O gestor financeiro do contrato, Inaldo Soares dos Anjos, deixou de recolher o percentual de 5% do valor do contrato a ser pago pela empresa como garantia de execução da obra. Já o fiscal das obras do restaurante, Ivanildo Rodrigues de Melo, realizou atestos de execução de obras mesmo quando os serviços não tinham sido realizados, deixando, assim, de agir com diligência e probidade no desempenho de suas funções, conforme a sentença.

O processo tramita na 12ª Vara da Justiça Federal sob o número 0801466-33.2015.4.05.8200.

portalmidia

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Polícia Civil realiza operação para prender envolvidos com o jogo Baleia Azul

(Foto: Divulgação / Polícia Civil)

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza na manhã desta terça-feira (18) uma operação no RJ e em outros oito estados contra o jogo da Baleia Azul, uma corrente que tenta induzir virtualmente seus participantes, a maioria menores de 16 anos, ao suicídio através de 50 desafios. Uma pessoa foi presa. Matheus Silva, de 23 anos, foi preso pelos agentes na favela Nova Era, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ele confessou aos policiais que era um dos “curadores” do jogo.

Sob comando da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), são 24 mandados de busca e apreensão no Amazonas, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe, além de um mandado de prisão a ser cumprido no Rio de Janeiro.

O jogo da Baleia azul não existe oficialmente. Não há um site ou coisa assim. É uma iniciativa de criminosos que usam as redes sociais para impor desafios macabros a crianças e adolescentes. Um grupo de organizadores, chamados “curadores”, propõe uma sequência de missões que envolvem isolamento social, automutilação e suicídio.

Segundo a Safernet (associação que combate violação de direitos humanos na internet), ele surgiu de uma notícia falsa na Rússia que se espalhou a partir de 2015. Desde abril, a DRCI investiga várias pessoas que estariam relacionadas aos crimes envolvendo o Baleia Azul.

Os mandados foram expedidos pelo juiz Alexandre Abrahão, da 1ª Vara Criminal, e o objetivo é identificar e prender supostos “curadores” do jogo, que chegou a causar ferimentos em vítimas no Rio e tem ligação suspeita com casos no Mato Grosso e na Paraíba. Algumas vítimas, ao tentarem deixar o jogo, são ameaçadas por essas pessoas.

Recomendações

As recomendações para as famílias são: monitorar o uso da internet, frequentar as redes sociais dos filhos, observar comportamentos estranhos e, sobretudo, conversar e conscientizar os adolescentes a respeito das consequências de práticas que nada têm de brincadeira. Atenção redobrada com os jovens que apresentem tendência a depressão, pois eles costumam ser especialmente atraídos por jogos como o da Baleia Azul.

Também as escolas devem colocar o assunto em pauta e incorporar no currículo, cada vez mais, a educação para a valorização da vida, o respeito pela vida dos outros e o uso consciente das mídias e tecnologias.

G1 ouviu especialistas que dão dicas de como lidar com o tema:

1. Fique atento às mudanças de comportamento

Uma mudança brusca de comportamento pode ser sinal de que a criança ou o adolescente esteja sofrendo com algo que não saiba lidar, segundo Elizabeth dos Reis Sanada, doutora em psicologia escolar e docente no Instituto Singularidades.

“Isolamento, mudança no apetite, o fato de o adolescente passar muito tempo fechado no quarto ou usar roupas para se esquivar de mostrar o corpo são pistas de que sofre algo que não consegue falar”, destacou a especialista.

2. Compartilhe projetos de vida

Para entender se a criança ou adolescente está com problemas é fundamental que os pais se interessem por sua rotina. Elizabeth reforça que este deve ser um desejo genuíno, e não momentâneo por conta da repercussão do “Jogo da Baleia Azul”.

“Os pais devem conhecer a rotina dos filhos, entender o que fazem, conhecer os amigos”, afirma a Elizabeth. Ela lembra que muitos adolescentes “falam” abertamente sobre a falta de motivação de viver nas redes sociais. Aos pais cabe incentivar que os filhos tenham projetos para o futuro, tracem metas como uma viagem, por exemplo, e até algo mais simples, como definir a programação do fim de semana.

3. Abra espaço para diálogo

Filhos devem se sentir acolhidos no âmbito familiar, por isso, Elizabeth reforça que é necessário que os pais revertam suas expectativas em relação a eles. “É preciso que o adolescente se sinta à vontade para falar de suas frustações e se sinta apoiado. Se ele tiver um espaço para dividir suas angústias e for escutado, tem um fator de proteção”.

Angela Bley, psicóloga coordenadora do instituto de psicologia do Hospital Pequeno Príncipe, diz que o adolescente com autoestima baixa, sem vínculo familiar fortalecido é mais vulnerável a cair neste tipo de armadilha.

“O que tem diálogo em casa, não é criticado o tempo todo, tem autoestima melhor, tem risco menor. Deixe que ele fale sobre o jogo, o que sente, é um momento de diálogo entre a família”, ressaltou a especialista.

Angela reforça que muitas vezes o adolescente não tem capacidade de discernir sobre todo o conteúdo ao qual é exposto. “Por isso é importante o diálogo franco. Não pode fingir que esse tipo de coisa não existe porque ele sabe que existe.”

4. Adolescentes devem buscar aliados

O adolescente precisa buscar as pessoas em que confia para compartilhar seus anseios, seja no ambiente escolar ou familiar, segundo as especialistas. “Que ele não ceda às ameaças de quem já está em contato com o jogo e entenda que quem está a frente deles são manipuladores”, conta Elizabeth.

5. Escolas podem criar iniciativas pela vida

Assim como a família, as escolas podem ajudar a identificar situações de risco entre os alunos. “Não é qualquer criança que vai responder ao chamado de um jogo como esse, são os que têm situações de vulnerabilidade. A escola ajuda a construir laços e tem papel fundamental de perceber como os alunos se desenvolvem”, afirma Elizabeth.

G1

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Polícia identifica e prende um dos envolvidos em homicídio em Belém

Foi preso nesta quarta-feira (10) um dos acusados de envolvimento no homicídio registrado na manhã desta terça-feira (9), no município de Belém. O outro acusado, que teria sido o autor dos disparos, já foi identificado e está foragido.

A ação conjunta que resultou na identificação e prisão de um dos envolvidos no crime reuniu policiais do Núcleo de Inteligência e guarnição do Comando do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) e agentes da 8ª Delegacia Regional de Polícia Civil, por solicitação do delegado de Belém, Fábio Facciolo.

O homem preso, que tem 26 anos de idade, confessou aos policiais a participação no homicídio, informando que teria pego emprestada uma motocicleta Honda Pop de cor vermelha (foto), e com ela teria ido encontrar com o outro acusado para procurar a vitima.

Os tiros, segundo ele, foram disparados pelo outro homem, que em seguida fugiu, e a ele também pertence a arma utilizada no crime. O trabalho das polícias teve início durante a manhã, com a coleta de dados sobre os homens que teriam praticado o homicídio.

Identificados os dois, as guarnições localizaram as suas residências e prenderam um deles, que foi autuado em flagrante pela participação no crime e apresentado à Justiça. O foragido, que tem 19 anos de idade, responderá criminalmente por homicídio qualificado.

Assessoria 4º BPM

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Dois são presos com drogas na Paraíba envolvidos em quadrilha interestadual de tráfico

(Foto: Walla Santos)
(Foto: Walla Santos)

Dois homens foram presos na Paraíba durante a Operação Estufa, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (14). Os mandados de busca e de prisão foram cumpridos na cidade do Conde e no bairro do Róger, em João Pessoa.

As investigações sobre uma quadrilha interestadual de tráfico de drogas que atua na Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Bahia seguiam desde o ano passado. “O objetivo maior da operação é desarticular essa teia criminosa. Tanto atacar a veia da apreensão de drogas, como também o braço financeiro da quadrilha”, afirmou o delegado da Polícia Federal Raoni Aguiar.

No Conde foram apreendidas drogas, balanças de precisão, além de uma pistola calibre 380. “Como o proprietário da residência não tem, segundo a investigação, fonte de renda para justificar o veículo que ele possuía em sua garagem, o veículo também foi apreendido e trazido aqui para a Superintendência, haja vista tratar-se de produto de crime”, acrescentou Raoni.

“Já no bairro do Róger, aqui em João Pessoa, nós fizemos buscas, mas não encontramos nada que pudesse indicar ação criminosa e vincular ao tráfico de drogas”, destacou o delegado, acrescentando que o veículo encontrado na casa também foi apreendido.

Os suspeitos de envolvimento na quadrilha de tráfico de drogas agora serão interrogados pela Polícia Federal e “em seguida serão recambiados para Pernambuco, onde ficarão custodiados haja vista que o epicentro da operação e da investigação é em Pernambuco”, ressaltou o delegado da Polícia Federal.

De acordo com informações da Polícia Federal, até o momento já foram presas dez pessoas e apreendidos mais de 400 quilos de drogas.

clickpb

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MPF denuncia envolvidos na operação Falsa Morada

policia_federalO Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB) denunciou 11 pessoas envolvidas na Operação Falsa Morada, deflagrada em 2015. O grupo é acusado de aliciar pessoas para, de forma fraudulenta, figurarem como beneficiárias de financiamentos do programa Minha Casa Minha Vida. 

Todos os réus respondem pelo crime de organização criminosa. O inquérito foi instaurado a partir de notícia-crime oriunda da Caixa Econômica Federal, informando algumas irregularidades na concessão de 17 financiamentos para a aquisição de casa própria, mediante o emprego de documentação falsa.

Com as investigações, foram constatadas 50 irregularidades em contratos, sobre os quais se apurou que os respectivos financiamentos foram concedidos mediante fraude e, em boa parte deles, para unidades habitacionais inexistentes. Os empréstimos eram realizados em João Pessoa e as casas situadas em Santa Rita.

De acordo com o Ministério Público Federal, “o dinheiro era repassado pela Caixa, a organização criminosa desviava os recursos em proveito próprio e, na maioria das vezes, não construía as unidades habitacionais”.

Os denunciados são: Maria do Carmo Delmas Nunes, conhecida como “Carminha” (advogada); Fagner Evangelista Correia, conhecido como “Gringo” (mestre de obras); Fabrício Ermeson Barbosa da Costa (administrador); Evaldo Félix Rodrigues, conhecido como “Ninho Corretor” (construtor civil); Ulysses do Nascimento Nogueira Santos (despachante); Flávio Ferreira de Lira (engenheiro civil); Evandro de Lima Araújo (engenheiro civil); Salvino Francisco da Silva Neto (servidor público municipal); Walfredo José de Ataíde Júnior, conhecido como “Júnior do Cartório” (escrevente notarial); Cristiano da Costa Almeida e Yuri da Nóbrega Gomes (bancário, funcionário da Caixa).

MPF-PB

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MPF denuncia mais 21 envolvidos em desvios de R$ 18 milhões na Paraíba

mpfO Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba ajuizou nesta quinta-feira (30) mais uma denúncia contra 21 pessoas envolvidas na organização criminosa que fraudou licitações em obras e serviços de engenharia em municípios do Alto Sertão da Paraíba. A quadrilha foi desarticulada durante a Operação Andaime, deflagrada em 26 de junho de 2015, numa ação conjunta do MPF, Controladoria Geral da União e Polícia Federal.

Desta vez, o total de crimes praticados pelos 21 denunciados foi 80, dentre eles, falsificação de documento público, lavagem de dinheiro, peculato e fraude licitatória.

Somando as três denúncias oferecidas pela Procuradoria da República até o momento, são 223 delitos praticados, atingindo os municípios de Joca Claudino, Bernardino Batista e Cajazeiras. Ao todo, já são 49 acusações contra 39 pessoas. Há acusados citados em mais de uma denúncia.

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Em todos os casos, o Ministério Público Federal requer a aplicação da perda de cargo, emprego, função pública ou mandato eletivo dos réus como efeito da condenação. Também requer a aplicação da pena privativa de liberdade em quantidade a ser proposta para cada um dos réus, individualmente, no final do processo. Além disso, o MPF pede a fixação, em R$ 18 milhões, do valor mínimo para reparação dos danos causados pela organização criminosa.

 

portalcorreio

Operação Andaime: Ministério Público Federal faz nova denúncia contra 19 envolvidos

operaçãoAo todo foram 74 crimes cometidos como: corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, peculato, organização criminosa, dentre outros O Ministério Público Federal (MPF) em Sousa denunciou nesta terça-feira, 28 de julho de 2015, mais 19 envolvidos na organização criminosa que fraudou licitações em obras e serviços de engenharia em municípios do Alto Sertão paraibano.

Os delitos praticados pelos 19 denunciados atingiram os municípios de Joca Claudino e Bernardino Batista. Ao todo foram 74 crimes cometidos, dentre eles, corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, peculato e organização criminosa.

O Ministério Público requer a aplicação da perda de cargo, emprego, função pública ou mandato eletivo dos réus como efeito da condenação. Também requer a aplicação da pena privativa de liberdade em quantidade a ser proposta para cada um dos réus, individualmente, no final do processo.

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Além disso, o MPF pede a fixação, em R$ 18 milhões, do valor mínimo para reparação dos danos causados pela organização criminosa.

A quadrilha foi desarticulada durante a Operação Andaime, deflagrada em 26 de junho de 2015, numa ação conjunta do MPF, Controladoria Geral da União e Polícia Federal.

Sem sigilo – Tal como fez em 23 de julho, quando requereu à Justiça o levantamento da publicidade restrita quanto à identidade dos nove primeiros denunciados no caso, o Ministério Público Federal requereu novamente o levantamento do sigilo, dessa vez, com relação aos 19 novos denunciados.

Para o MPF, após apresentada a denúncia, deve prevalecer o direito da sociedade de acompanhar o processo judicial instaurado contra os réus. O órgão também reitera que, ao ser iniciada a ação penal, passa a vigorar o princípio da liberdade de imprensa, previsto no artigo 5º da Constituição Federal.

Ação Penal nº 0000475-69.2015.4.05.8202, em trâmite na 8ª Vara Federal em Sousa.

Redação com MPF

MPF denuncia sete envolvidos por exploração irregular de turmalina paraíba

turmalina-azulO Ministério Público Federal (MPF) em Patos (PB) denunciou sete pessoas envolvidas na exploração ilegal da turmalina paraíba no Distrito de São José da Batalha, Município de Salgadinho (PB), a 170 km da capital. Os envolvidos foram denunciados pelos crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, exploração de minério sem licença ambiental e por organização criminosa com emprego de arma de fogo e tentáculos internacionais. O esquema criminoso foi desarticulado durante a Operação Sete Chaves, deflagrada em 27 de maio de 2015, após intenso trabalho investigativo.

Os denunciados são Sebastião Lourenço Ferreira, Ranieri Addario, Ubiratan Batista de Almeida, João Salvador Martins Vieira, Ananda dos Santos Lourenço Ferreira, Rômulo Pinto dos Santos e Aldo Bezerra de Medeiros. O Ministério Público Federal pediu que sejam condenados pelos crimes especificados no artigo 2º, caput, § 1º, da Lei 8.176/91 (explorações irregulares), artigo 55 da Lei 9.605/98 (explorações sem licença ambiental) e artigo 2º §2º e 4º, V, da Lei 12. 850/2013 (organização criminosa).

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O MPF também requereu que seja fixado em R$ 60 milhões o valor mínimo para reparação dos danos causados com a exploração ilegal executada pela organização criminosa.

Como resultado dos mandados de busca e apreensão deferidos pela Justiça Federal, apreendeu-se vasto material probatório, inclusive vários sacos de pedras preciosas com característica de turmalina paraíba, inúmeras armas, munições e grande quantidade de documentos.

A pena por exploração irregular é de um a cinco anos de detenção e multa. Para exploração sem licença ambiental, a pena é de seis meses a um ano de detenção e multa. Já a pena por participação em organização criminosa é de três a oito anos de reclusão e multa. Havendo emprego de arma de fogo, as penas aumentam até a metade, e também se elevam quando ocorre atuação transnacional da organização.

Essa é a primeira denúncia relacionada ao caso e não afasta a apresentação de novas denúncias pela prática de outros crimes, em especial, crimes financeiros, bem como a apresentação de ação penal em relação a outras pessoas envolvidas.

* Processo n.º 0000247-03.2015.4.05.8205. Denúncia oferecida em 11 de junho de 2015 (14ª Vara Federal)

Assessoria