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Em entrevista à emissora da PB, ministro de Bolsonaro praticamente enterra tese de expansão do auxílio emergencial

O ministro da Cidadania do governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (Democratas), em entrevista ao programa Arapuan Verdade, na tarde desta terça-feira (19), praticamente descartou a tese de expansão do auxílio emergencial, até o mês de dezembro, como sugerido pela Assembleia Legislativa da Paraíba e apresentado, por meio de projeto na Câmara dos Deputados, pelo deputado federal Wilson Santiago (PTB). Segundo ele, o plano extensivo a apenas três meses se justifica pelo histórico das pandemias já existentes no mundo, que entre o início, o avanço e o decréscimo agiram em média por 12 semanas.

“Para que vocês tenham a informação precisa é bom esclarecer o seguinte: o auxílio emergencial foi calculado por três meses porque no histórico das epidemias no século XX, elas em média duram 12 semanas, entre o surgimento, a disseminação até chegar ao pico e depois a sua queda. Em vários lugares do Brasil nós já estamos na fase da queda, já passamos o pico. Agora como o Brasil é um país continental, nós temos problemas no sudeste com a expansão da doença, e como nós temos o Nordeste e o Norte em fase de expansão, parece que a doença demora mais. Mas a média histórica é em torno de três meses, por isso o auxílio emergencial foi pensado exatamente para abril, maio e junho. Então, até o prezado momento nós temos isso que foi determinado pelo Congresso e pelo presidente Bolsonaro”, ressaltou.

O ministro lembrou que além desse benefício, o governo também dispõe de outros auxílios a trabalhadores de carteira assinada, protegendo mais de 7,5 milhões de empregos, além de outras 36 milhões de pessoas que são contempladas com benefício previdenciário, a exemplo do BPC.

“Estamos falando de uma rede de proteção organizada pelo Governo Federal e determinada que atinge milhões de brasileiros e pode atingir mais pessoas”, ressaltou.

PB Agora

 

 

‘Lula já é uma carta fora do baralho’, diz Bolsonaro em entrevista ao SBT

Em entrevista para o programa “Poder em Foco” do SBT, exibida na madrugada desta segunda-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro disse que Lula é “carta fora do baralho” nas eleições de 2022. Comentou também sobre a possível candidatura à reeleição, fez um balanço sobre os aspectos positivos do seu primeiro ano de governo e falou sobre a reforma tributária.

Ao ser questionado sobre a influência do PT e do ex-presidente Lula nas próximas eleições presidenciais, Bolsonaro disse que mesmo se o petista continuar em liberdade ele está impossibilitado de disputar, porque já está condenado.

“Ele não é cabo eleitoral para mais ninguém. Quando eu andava pelo Brasil na pré-campanha era recebido em aeroportos por milhares de pessoas”, disse. “Agora o Lula nas suas poucas andanças é criticado e vaiado. Eu acredito que o Lula já é uma carta fora do baralho”, completou.

Perguntado se pretendia se candidatar à reeleição, Bolsonaro lembrou que durante a campanha prometeu que abriria mão da candidatura se fosse realizada a reforma política. “Como isso nós sabemos que não vai acontecer se eu estiver bem eu disputo”, disse.

Ao fazer um balanço sobre o seu primeiro ano de governo o presidente falou que os aspectos positivos são os números. “Tivemos a menor taxa Selic que se podia imaginar (4,5%). O risco Brasil lá embaixo e uma inflação na média da projeção. Isso daí estimula as pessoas a investir”, disse Bolsonaro.

Completou falando que deve terminar o ano sem nenhum caso de corrupção e com mais ou menos 900 mil empregos criados. “Para quem estava em uma taxa crescente de desemprego esses são números muito auspiciosos”. Creditou também a melhora na economia à maior confiança dos demais países no Brasil, que tem sido sinalizada com o aumento dos investimentos.

O presidente foi também questionado sobre a reforma tributária e a proposta de reduzir os encargos na folha de pagamento das empresas. Segundo ele, sem que o governo perca com isso, há a possibilidade de se criar impostos, como a CPMF, desde que outros encargos sejam extintos.

“O que eu tenho falado para o Paulo Guedes é para ele não falar em reforma, mas em simplificação tributária”, concluiu o presidente.

 

FOLHAPRESS

 

Goleiro se ajoelha para dar entrevista a repórter deficiente na Paraíba

Uma cena ocorrida no fim da partida entre Botafogo-PB e Campinense, pelo Campeonato Paraibano, comoveu as redes sociais devido a sensibilidade do goleiro Coradin, do Campinense, e o exemplo de força de vontade e amor a profissão do repórter da Rede Primeiro Minuto, Rogério Roque.

Em mais uma entrevista de fim de jogo, o goleiro se ajoelhou para ouvir a pergunta de Roque, que é deficiente físico e precisa de ajuda de muletas para se locomover. O fotógrafo Alênio Júnior registrou o momento.

“A atitude do goleiro do Campinense, o Coradin, me surpreendeu pelo fato de facilitar a entrevista. Até porque ele é um goleiro alto, e ele teve essa gentileza de se ajoelhar para poder facilitar a minha entrevista. Agradeço demais a ele por isso, por facilitar o meu trabalho. Eu enfrento esse problema, por questão do meu biotipo. E agradeço também a Alênio, pelo registro. Tudo começou com essa foto que ele fez. Eu não tinha percebido que ele tinha tirado essa foto, mas ganhou repercussão nas redes sociais. Algumas pessoas entraram em contato comigo, me parabenizando, parabenizando a atitude do goleiro e do próprio Alênio também”, comentou Rogério Roque.

O Campinense, time de Coradin, fez uma postagem no Instagram exaltando a atitude do goleiro. “Parabéns ao goleiro pela atitude, ao repórter pelo profissionalismo, e ao fotógrafo por esse belo registro, disse um trecho da mensagem”.

 

 

Gazeta Web

 

 

Procuradora se irrita em entrevista e arranca microfone de repórter; assista

O jornalista Ricardo Martins, da TV Bandeirantes, de Uberlândia (MG), foi agredido por uma procuradora durante uma entrevista, nesta quarta-feira, 20, para o programa local “Brasil Urgente”.

Ao “Uol”, ele relatou que foi até a Câmara Municipal da cidade para gravar uma reportagem sobre o aumento de salários dos vereadores e acompanhar uma coletiva de imprensa, que iria ser ministrada pelo presidente da entidade. Porém, ao chegar no local, quem estava sob comando da coletiva foi a procuradora Alice Ribeiro.

Martins também contou que ficou assustado com a atitude da advogada ao questioná-la sobre o reajuste de R$ 3 mil nos salários dos políticos. Isso porque, ela começou a xingar o repórter de “capcioso, cretino e ordinário”.

Surpreso com a reação de Alice, o jornalista ainda perguntou à procuradora se ela tinha algum problema pessoal com ele. Em seguida, a mulher arrancou o microfone à força das mãos dele e saiu da sala.

A publicação tentou contato com Alice Ribeiro e a Câmara de Vereadores de Uberlândia, mas não obteve sucesso até o momento.

UOL 

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Corretor é preso suspeito de estuprar adolescente em entrevista de estágio

sireneUm corretor de imóveis foi preso suspeito de estuprar uma adolescente, em João Pessoa. Para cometer o crime, ele teria ofertado uma vaga de estágio em seu escritório imobiliário e, assim, atraído a menina. O prisão aconteceu na sexta-feira (3).

Segundo as investigações da Polícia Civil, o corretor dopou a candidata ao estágio oferecendo suco, quando ela estava em seu escritório, localizado no bairro de Quadramares. Depois disso, em estado de inconsciência, a jovem foi violentada.

A ação, da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) da Zona Sul de João Pessoa, aconteceu em cumprimento a mandado de prisão preventiva por estupro de vulnerável.

O suspeito foi submetido a exame de corpo de delito e encaminhado à carceragem da Central de Polícia Civil, onde permanece à disposição do Poder Judiciário para audiência de custódia.

G1 PB

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Inaldo concede entrevista e esclarece acusações feitas por Zenóbio

INALDO JRNa noite de ontem (20), na convenção do PSDB em Guarabira, o atual prefeito e pré-candidato a reeleição, Zenóbio Toscano, fez uma acusação afirmando que o rompimento do presidente da Câmara Municipal, Inaldo Júnior, teria sido motivado porque, segundo Zenóbio, ele teria exigido R$ 169 mil para permanecer no grupo político do atual prefeito.

Nossa equipe procurou Inaldo Júnior para saber mais detalhes sobre essa acusação feita por Zenóbio. Em entrevista exclusiva ao Portal Independente Inaldo disse o porquê do rompimento com Zonébio Toscano e, segundo o presidente da Câmara, “todas as declarações feitas pelo atual prefeito não passam de palavras infundadas e proferidas no calor da emoção pelo fato de ter perdido mais um aliado político em menos de uma semana”.

Inaldo relatou que na última terça-feira (19), por volta do meio-dia, Zenóbio Toscano, acompanhado de um aliado, procurou Inaldo Júnior e pediu para que o vereador não tivesse nenhuma aproximação política com o ex-governador Roberto Paulino. Já visando um possível rompimento, Zenóbio prometeu, segundo Inaldo, que caso o pedido fosse atendido ele teria ajuda na campanha eleitoral com medicamentos, combustíveis, além de R$ 30 mil e, como ‘bônus’, todos os empregos que eram destinados aos aliados de Zenóbio por meio do vice-prefeito Zé do Empenho, que também rompeu com Zenóbio na última semana, seriam repassados para Inaldo Júnior colocar quem ele quisesse. Porém, além desses ‘benefícios’ que Zenóbio ofereceu a Inaldo, o prefeito pediu que o presidente da Câmara de Guarabira fizesse uma articulação para que as contas de Zenóbio, referente ao ano de 2014, voltassem ao Tribunal de Contas e fossem ‘impedidas’ de serem votadas na Câmara, o que teria causado um desconforto entre Zenóbio e Inaldo, pois o presidente da Câmara não aceitou esse pedido de Zenóbio, o que teria culminando, portanto, no rompimento político entre o presidente da Câmara e o atual prefeito.

Como o Portal Independente havia divulgado há dias, já havia uma possibilidade da aliança PMDB e PTB em Guarabira segundo Wilson Filho. De acordo com Inaldo, as acusações feitas por Zonóbio não condiz com a realidade dos fatos, pois não houve nada sobre o que foi dito pelo prefeito, e que essa acusaão de pedir R$ 169 mil para permanecer com Zenóbio não passa de um discurso de ódio para tentar induzir a população a acreditar em uma história mal contada e totalmente inverídica.

“Só tenho a lamentar essa atitude do prefeito, sinceramente é uma atitude que devemos repudiar, pois mentir é algo muito sério para alguém que se diz ser o homem mais correto do mundo” – disse Inaldo.

portalindependente

 

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Raniery diz que fala em entrevista foi distorcida e nega adesão ao Governo

DEPUTADO-RANIERYO deputado estadual, Raniery Paulino (PMDB) reagiu com surpresa ao ler em vários veículos da imprensa paraibana, nesta segunda-feira (23), a informação de que teria anunciado adesão à bancada do governador Ricardo Coutinho (PSB), na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). O parlamentar afirmou que sua fala em entrevista concedida à Rádio Cultura, de Guarabira, foi distorcida.
“Nego veementemente qualquer tipo de afirmação sobre esse tema”, disse o deputado.

Raniery Paulino afirmou que a adesão da bancada do PMDB na ALPB ao Governo ainda é assunto interno da legenda. “Tenho conversado com o deputado Trócolli Júnior sobre isso, mas quem está à frente desse assunto é o senador José Maranhão, por isso, afirmo que não há adesão sem que nenhuma discussão seja concluída”, disse.
O deputado Raniery Paulino, inclusive, afirmou ainda que durante a entrevista teceu críticas ao Governo do Estado em relação às obras destinadas à Guarabira. “São várias as ações negadas à Guarabira pelo governo Ricardo Coutinho, que sequer construiu uma casa em quatro anos. Portanto, não há como falar em adesão, pelo menos agora”, comentou.

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O deputado afirmou ainda que acompanhou a bancada de oposição nas últimas votações polêmicas, na Casa de Epitácio Pessoa. Entre elas, a análise dos vetos do governador Ricardo Coutinho às emendas parlamentares da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício financeiro de 2015.
Outro empecilho que estaria prejudicando a adesão do deputado Raniery Paulino ao Governo do Estado, é a presença de lideranças ligadas ao prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano (PSDB), apoiando e fazendo parte da administração do governador Ricardo Coutinho. 

“Em Guarabira, o governador precisará se decidir se deseja o apoio do PMDB ou se mantém os ‘zenobistas’ integrados e a serviço do Governo”, afirmou.

MaisPB

ENTREVISTA: Juventude precisa estar no centro das grandes políticas federais

Com uma longa trajetória de militância em movimentos juvenis, Gabriel Medina é o novo titular da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ), órgão vinculado à Secretaria Geral da Presidência da República. Nomeado em janeiro de 2015, o ex-titular do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) promete colocar os jovens mais no centro das principais políticas e programas federais, neste novo mandato da presidenta Dilma Rousseff (Partido dos Trabalhadores – PT).

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Medina assumiu a SNJ no início deste ano. Foto: Reprodução.

 

Para começar, no último mês, a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) lançou a III Conferência Nacional de Juventude que, assim como nas edições anteriores realizadas, em 2008 e 2011, respectivamente, deve articular e mobilizar milhares de jovens em cidades e nos estados para discutirem e apresentarem suas demandas em 2015. O tema desta edição é “As várias formas de mudar o Brasil”.

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As convocatórias para as etapas municipais e estaduais começam em maio próximo e a etapa nacional deve acontecer no fim de novembro, segundo Medina. De acordo com ele, a principal novidade deste ano será a participação via Internet e meios digitais através da plataforma Noosfero, onde podem ser criadas redes sociais.

“Participação”, aliás, foi um dos temas destacados por ele durante sua fala no 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude (ENPJ) realizado em Manaus, no início deste ano. “Cultura, comunicação e participação, para mim, formam um trio de possibilidades da construção de uma nova arquitetura de participação social, inclusive, de práticas políticas de formas de organização juvenil. Acho que tem uma potência muito grande nestas áreas”.

Foi baseando-se no exemplo dos jovens militantes da Pastoral da Juventude (PJ) que o secretário estimulou outros jovens a se dedicarem a uma causa revolucionária, a se sentirem parte de um país e militarem em busca da transformação da sociedade. “[A PJ] É uma grande escola de quadros políticos, nesse debate de política de juventude eu não conheço nenhum outro movimento que tenha maior experiência, maior acúmulo do que a PJ. Eu acho que é a que mais se dedica a discutir políticas de juventude como organização, como coletivo”. Para conversar sobre o assunto, ele deu entrevista exclusiva à Adital. Confira os principais trechos:

Juventude no centro das políticas públicas

“Nestes 10 anos da política nacional de juventude, nós precisamos dar um salto no sentido de colocar o tema juventude mais no centro das agendas dos grandes programas, das grandes políticas federais. Isso foi tentado, tem um esforço, mas, na realidade, ainda pouco se absorveu no conjunto dos principais programas e políticas, de dar essa concepção. No momento em que a presidenta Dilma anuncia o tema do ‘Brasil, Pátria educadora’, eu acho que é a oportunidade da gente também colocar [a juventude] no centro, já que a gente está tratando de educação e o grande público alvo é o jovem”, afirma Medina. “Outro ponto é colocar a juventude mais no centro do [programa] ‘Brasil Sem Miséria’, isso significa pensar melhor como ter programas que atendam, de fato, à juventude”, acrescenta.

Citando as Jornadas de Junho de 2013, quando os jovens protagonizaram protestos pelas ruas do país, Gabriel Medina ressalta que o tema “reforma urbana”, ligado à infraestrutura das cidades, requer reflexões além de mobilidade. “Onde os jovens se socializam? [Precisamos pensar] pontos de encontro e socialização de jovens. A ausência de equipamentos culturais e esportivos é uma tônica muito forte”, observa.

Estatuto da Juventude: Passe livre e meia-entrada

“Esse processo ainda não foi regulamentado. Além de indicações sobre os direitos dos jovens, questões muito concretas têm relação com a meia-entrada, com a limitação de 40%, e a questão do acesso ao transporte, de dois passes livres e dois meio-passes para o transporte interestadual. Isso incluiu a juventude pobre, com renda familiar de até dois salários mínimos; são 16,4 milhões de jovens que vão passar a ter esse direito, que nós achamos que é um direito que precisa ser imediatamente viabilizado”, informou o secretário.

Apesar de não ter sido regulamentado ainda, algumas casas de show já aplicam a limitação de 40% na entrada de jovens aos espetáculos. “Mas nós não temos ainda a inclusão dos jovens pobres nesse processo”, alerta Medina, afirmando que a Secretaria está “muito empenhada em resolver este assunto”. “Porque a grande questão é como o jovem de baixa renda vai se identificar, como a gente reconhece esse jovem de baixa renda nos estabelecimentos comerciais, da cultura, do esporte, e também nas companhias de transporte”, explica.

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Secretário defende que programas federais foquem na juventude. Foto: Reprodução.

 

Educação e trabalho

“Tem um conjunto de discussões em torno da educação que eu acho que deve ser a prioridade, porque você tem aí, dos 15 aos 18 [anos de idade], o maior número de jovens que está no Ensino Básico, no Ensino Médio, e nós precisamos melhorar muito a qualidade do Ensino Médio, que é o grande gargalo, hoje, de formação, e, na minha opinião, esse deve ser um tema muito prioritário”, destacou Medina.

“Outra discussão é a de trabalho, então, nós estamos muito próximos de aprovar um Plano Nacional de Trabalho Decente para a Juventude. Nós temos uma dificuldade de gerar empregos melhores e menos precários para os jovens. A juventude ainda é o maior alvo do emprego precário, da informalidade, dos acidentes de trabalho, de um conjunto de problemas estruturais”, acrescenta o secretário de Juventude.

Neste sentido, o secretário Nacional de Juventude afirma que “o Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego] poderia estar mais articulado com a produção de novas cadeias econômicas e produtivas, vinculadas também a práticas juvenis existentes. A gente pode utilizar esses processos formativos para reconstruir tecidos sociais na periferia, mas com empreendimentos relacionados à cultura, a novas tecnologias, enfim, aproveitar as dimensões da vida do jovem para também encarar o processo de formação técnica, mais vinculado a novas cadeias criativas”.

Participação política

“Às vezes, recebo críticas porque eu acho que há uma nova dinâmica de participação na juventude. Na minha opinião, o jovem está ansioso por ter um diálogo em outro nível com o Estado, muitas vezes, até nem quer dialogar com o Estado e eu acho que isso é natural, isso é positivo, que exista uma dinâmica distinta dos processos em que, tradicionalmente, os jovens se organizaram”, analisa Gabriel Medina.

“Hoje, os jovens anseiam por novos canais de participação, por novas práticas políticas e nós precisamos aprender com isso e saber como conversar com essas formas diferentes de ocupar a rua, de pensar a cidade, de produzir cultura, eu acho que está mais na ordem do fazer, da celeridade das respostas, está mais conectada com o território. Há novas práticas de participação social e o Estado tem sido incapaz e ineficiente de responder”, afirma o secretário.

Por isso, Gabriel Medina defende que é preciso criar outras dinâmicas de participação, aproveitando da Internet e novos meios, nos quais se possa realizar um diálogo sem mediação. “Têm formas do Estado fazer consultas, que não precisam ser, necessariamente, mediadas e podem ser abertas ao cidadão. Nós precisamos aproveitar essas ferramentas, para, de fato, democratizar o Estado e dialogar com as pessoas”.

Violência x Programa Juventude Viva

“O tema da violência é complexo, multidimensional. Quando você olha a questão da violência, você não pode achar que tem [somente] uma causa, são várias causas, que interagem e se complementam, vamos dizer assim. A partir da análise dos números, dos dados, dos processos, você começa a entender que a violência têm algumas causalidades”, ressalta Medina. “A grande maioria dos jovens que morrem, hoje, por homicídios são jovens que estão fora da escola, boa parte vem do sistema de medida socioeducativa, são negros, de família de baixa renda, então, você começa a perceber que tem vários elementos que estruturam essa situação. Por que isso? Então, essas causas precisam ser atacadas”, diz o secretário.

Para tratar o problema, o secretário está apostando no programa Juventude Viva, a fim de ter um “pacto pela vida do jovem e dos jovens negros”, já que estes últimos são os principais alvos da violência. De acordo com Gabriel Medina, pesquisas indicam que existem estados do Brasil onde um jovem negro tem 13 vezes mais chances de morrer do que um branco. “Quer dizer, isso é uma realidade que mostra o racismo estrutural e o grau de ineficiência das polícias”, afirma Medina.

Por isso, a ideia é reorganizar o “Juventude Viva” e torná-lo um programa estruturante, que dialogue com as grandes ações já existentes em outros ministérios. Além disso, segundo Medina, é preciso ter um sistema de segurança pública mais eficiente e cidadã, “não uma política pública de repressão”, de forma a atender de maneira mais efetiva aos jovens, que são o público do programa e os alvos da violência. “Estou pra decidir quem vai ser o coordenador, estou ouvindo muito o movimento negro, vai ser um negro ou uma negra que vai coordenar o programa”, diz o titular da SNJ.

Para ele, outra forma de combater a violência é investir no Ensino Médio, “com mais qualidade, mais atrativo, mais conectado, que pensa os desafios da vida, que não seja só um sistema para vestibular ou um sistema deteriorado, que seja mais um presídio que uma escola, seja um espaço de reflexão de formação cidadã. Um Ensino Médio desse vai atrair mais os jovens e, com menos evasão, a gente está trabalhando contra a violência”.

Adital

Deputado Tião Gomes concede entrevista e fala na questão de Dona Inês

tiãoEm visita amistosa à bela cidade de Belém, O Deputado Estadual Tião Gomes, após o pleito vem reforçar o apoio e agradecer ao povo do brejo Paraibano. No ensejo aproveitou a majestosa audiência da radio Talismã FM.

Ainda no estudio o Deputado foi recebido pelos mais novos membros do Grupo Tião Gomes: Assis Barbosa, Ex – vereadora Lêda e do amigo Fernando Lucio.

Ainda nos Bastidores do Programa o Deputado reforçou o convite ao Grupo para ingressarem na sigla do PSL

E ja assegurou encaminhamentos do grupo a apreciação do governo Estadual.

 

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“Ricardo me delegou a confiança para apreciar e aspirações e necessidades da Bela D. Inês”. Disse o Deputado.

Texto e foto por Flávio dos Anjos

8 erros que afastam você de qualquer entrevista de emprego

Thinkstock/Getty Images
Thinkstock/Getty Images

Dói no coração ser rejeitado em uma candidatura de emprego que gostaríamos de obter, ou passar horas se candidatando a um trabalho e nunca ser chamado. Afinal de contas, é difícil não levar para o lado pessoal e começar a duvidar da nossa capacidade.

Mas às vezes as razões pelas quais sua candidatura é sempre rejeitada não tem a ver com suas habilidades. Muitos outros fatores podem influenciar, especialmente quando um recrutador tem em mãos vários currículos para escolher.

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Considera algumas das razões a seguir paraa rejeição ao seu currículo e tente tomar providências para evitá-las no futuro, de acordo com Bernard Marr, do Linkedin:

1. Não seguir as regras da candidatura: Currículos não são o lugar ideal para soltar a criatividade. Geralmente o recrutador mostrará os caminhos para se candidatar com o exato propósito de avaliar se cada candidato pode seguir as regras. Tenha certeza de ter lido as instruções com muito cuidado e responda – incluindo o currículo e uma carta de apresentação – especificamente para o emprego ao qual você está se candidatando. Até um pequeno erro pode ser fator de eliminação.

2. Deixar campos em branco: Profissionais de recursos humanos gastam muito tempo formulando fichas de candidatura, então eles possuem uma razão para pedir cada detalhe de informação. Quanto menos informação você dá, menos o recrutador sabe de você em relação a outros candidatos. Isso pode ser visto como falta de atenção aos detalhes.

3. Submeter a candidatura à pessoa errada: Você pode pensar que está sendo esperto em pular o departamento de RH e enviar seu currículo diretamente para o departamento no qual quer trabalhar, mas você pode estar dando um tiro no pé. Isso pode ser visto como falta de habilidade para seguir as regras, e não há garantia de que o chefe do departamento vai encaminhar seu currículo ao RH. Pesquise primeiro e envie o CV para onde a empresa quer que seja enviado.

4. Um endereço de email nada profissional: Pode soar banal, mas quando um recrutador tem que digitar o email “partygirl53 @ gmail.com”, ele vai fazer julgamentos sobre você e sua personalidade. É fácil criar um novo, mais profissional, apenas para a busca do emprego – só não esqueça de checá-lo para ver as respostas.

5. Ignorar longos lapsos no histórico profissional: Você pode ter um lapso em seu histórico de carreira por qualquer razão legítima, mas ignorá-lo pode enviar a mensagem errada ao recrutador. Em vez de apenas torcer para ele não perceber, adicione uma linha explicando o lapso da forma mais breve possível, como “Deixei a posição para cuidar de parentes idosos durante um ano”

6. Considerações de diversidade: Grandes empresas têm cotas que o RH precisa preencher em novas contratações. Uma minoria, uma mulher, ou um veterano com a mesma qualificação pode ser mais desejado por essas razões.

7. Erros gramaticais e de ortografia: Em tempos de computadores e corretores ortográficos, não há desculpa para erros em um currículo, e deixá-los à mostra evidencia falta de atenção aos detalhes. Tenha certeza de checar palavras. Se você está preenchendo um formulário, considere responder em um editor de texto, revisar, e então copiar e colar.

8. Escrever “veja em anexo” no formulário: Em muitos casos, recrutadores têm muitos, muitos candidatos à mesma vaga e usam o formulário para uma filtragem inicial. Eles podem nunca ler a informação anexada. Então tente ser breve e colocar toda a informação no formulário. Se absolutamente necessário, indique que você ficará feliz em dar mais informações ao pedido do recrutador.

 

 

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