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Homem é condenado a 17 anos de prisão por matar e enterrar sogra em casa, na PB

Vítima foi encontrada enterrada na despensa da própria casa, em João Pessoa. (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Cassiano Gonçalo Patrício foi condenado a 17 anos de prisão, inicialmente em regime fechado, por ter matado e enterrado sua sogra na despensa de casa, no ano de 2016. O júri popular ocorreu nesta sexta-feira (23), em João Pessoa. A defesa já afirmou que vai recorrer da decisão do 1º Tribunal do Júri.

No dia 5 deste mês, o julgamento foi adiado pela ausência de um jurado. Cassiano Gonçalo foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A defesa requereu a desclassificação do delito, para o homicídio privilegiado, afirmando que o réu sofreu ofensas que teriam motivado a morte da vítima, mas um parecer requereu a pronúncia do denunciado e o julgamento pelo Tribunal do Júri.

Na época em que o assassinato foi descoberto, a polícia informou que ele havia confessado a autoria do crime e disse que queria ficar com os bens da vítima. Maria do Socorro Gomes Freitas ficou desaparecida por uma semana, até que os policiais do serviço de inteligência receberam uma denúncia anônima de que ela estava enterrada dentro da própria casa. A mulher foi encontrada na despensa da residência.

Durante as investigações, uma vizinha da vítima disse que o genro morava na mesma casa dela havia pouco tempo, mas que a relação entre eles era marcada por conflitos. “Recentemente ela estava morando com a filha, o genro e um neto bebê. Com a filha ela tentava manter uma relação boa, mas, de um tempo pra cá, quando o genro veio morar junto, eles começaram a se desentender. Ela exigia que ele trabalhasse para sustentar a filha dela, mas ele não queria”, disse a amiga da família.

G1

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Em JP, homem é acusado de matar esposa e enterrar no quintal de casa

casos-de-policiaDevido ao avançado estado de decomposição, a causa da morte não foi revelada. O corpo foi levado à Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa, onde passará por exames

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Um homem está sendo procurado pela polícia acusado de matar a esposa e enterrar seu corpo em uma cova rasa no quintal da casa onde moravam, no município de Pedras de Fogo (distante 42 quilômetros de João Pessoa), no Litoral Sul da Paraíba. O crime foi descoberto nesse sábado (25).

De acordo com informações da Polícia Militar, Josevânia Maria da Conceição, 37 anos, havia deixado os dois filhos na casa da mãe na tarde da última quarta-feira (22) dizendo que voltava rápido. À noite, a mãe ligou para o celular da filha, mas estava desligado.

Preocupada, ligou para o genro, que disse apenas que ela tinha saído de casa, mas não informou para onde. Durante três dias, a mãe da vítima procurou insistentemente pela filha e nesta sexta resolveu acionar a polícia.

Quando os policiais chegaram na casa do casal, notaram que havia um mau cheiro e resolveram averiguar a situação. O corpo de Josevânia estava enterrado no quintal em uma cova rasa e foi reconhecido pelos familiares.

Devido ao avançado estado de decomposição, a causa da morte não foi revelada. O corpo foi levado à Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa, onde passará por exames. O acusado encontra-se foragido.

 

 

Portal Correio, com informações de Gláucia Araújo, da TV Correio

Vaticano teria recebido mais de R$ 1 milhão para enterrar mafioso em basílica

O Vaticano enfrenta uma grande controvérsia sobre o enterro de um notório chefe mafioso ocorrido 22 anos atrás, com novas informações de que a Igreja teria aceitado um bilhão de liras (mais de R$ 1,245 milhão), a antiga moeda italiana, como pagamento de uma viúva para permitir o enterro de seu marido em uma basílica, ao lado de antigos papas.

Uma fonte da Santa Sé contou à agência de notícias italiana Ansa que “apesar da relutância inicial”, o então vigário-geral de Roma, o cardeal Ugo Poletti, “face a um montante tão conspícuo, deu sua benção” para o controverso sepultamento de Enrico De Pedis, chefe do grupo mafioso Banda de Magliana, da capital italiana. O dinheiro teria sido usado em missões e na restauração da Basílica de São Apolinário, onde De Pedis foi colocado, ao lado de papas e cardeais, após seu assassinato em 1990.

As informações, que não foram comentadas pelo Vaticano, podem explicar como um notório criminoso foi enterrado em um local considerado sagrado. Na semana passada, para combater as crescentes críticas e ajudar a resolver o mistério que perdura sobre o assassinato há 20 anos, as autoridades do Vaticano decidiram retirar os restos mortais de De Pedis de sua cripta especial.

A pressão aumentou no início deste mês, quando o procurador Giancarlo Capaldo afirmou que os altos funcionários do Vaticano sabiam muito mais do que revelavam sobre as ligações do chefe da Magliana com a Santa Sé e sobre o suposto sequestro e assassinato de Emanuela Orlandi, filha de 15 anos de um funcionário do Vaticano, em 1983.

— Há pessoas que ainda estão vivas, e ainda estão dentro do Vaticano, que sabem a verdade — afirmou Capaldo.

Alguns acreditam que o pai de Emanuela tinha provas ligando o Banco do Vaticano, Istituto per le Opere di Religione, ao crime organizado, e que ela foi pega para mantê-lo em silêncio. A teoria é de que De Pedis, que foi morto a tiros em 1990, organizou o sequestro.

Nas últimas duas décadas, houve especulações de que os restos mortais de Emanuela foram postos junto ao túmulo do criminoso. Pietro Orlandi, irmão da adolescente, integra o grupo dos que pedem para que o túmulo seja aberto.

O Vaticano — que enfrenta fortes críticas após uma série de escândalos — negou as acusações e deu a entender que os investigadores poderão testemunhar a reabertura da cripta, em uma tentativa de aplacar os rumores.

— Parece que nada foi escondido e não há segredos do Vaticano a serem revelados — afirmou Federico Lombardin, porta-voz do Vaticano.

Aparentemente, Enrico De Pedis será transferido para um destino menos badalado. O local deve ser decidido em um encontro. Mesmo que os restos mortais de Emanuela não sejam encontrados no túmulo, o mistério que ronda seu desaparecimento permanecerá.

Outras teorias sobre o destino de Emanuela também existem. Uma, mais palatável para o Vaticano, sugere que membros da Magliana a entregaram a extremistas turcos, que queriam usá-la como objeto de barganha para conseguir libertar Mehmet ALi Agca, o atirador turco que tentou matar o Papa João Paulo II em 1981.

Mas outras pessoas acusam Paul Marcinkus, o ex-chefe do Banco Vaticano que caiu em desgraça e que esteve envolvido com a falência do Banco Ambrosiano, o maior banco privado da Itália, em 1982.

Pouco depois de o escândalo vir à tona, o presidente do Banco Ambrosiano, Roberto Calvi, foi encontrado enforcado embaixo da ponte Blackfriars, em Londres.

O Globo

Cartaxo inicia campanha para consolidar candidatura e enterrar tese do PSB

O deputado estadual Luciano Cartaxo (PT) começou a por em pratica o contra-ataque para reagir às investidas do PSB Nacional em querer derrubar a candidatura própria do partido na Capital da Paraíba.

O parlamentar, que teve o nome aclamado pela maioria dos filiados, no ultimo dia 18 de março vai dar o ponta pé inicial na campanha neste sábado para mostrar que sua pré-candidatura é ‘pra valer’. O petista programou alguns eventos no maior bairro da Capital – Mangabeira – para iniciar a corrida eleitoral de fato. “A pré-candidatura está consolidada. Iniciamos, amanhã, por Mangabeira, nossa caminhada”, disse Cartaxo.

Sobre a dissidência dentro da legenda entre os filiados que defendiam a aliança com o PSB e a pré-candidatura da ex-secretária Estelizabel Bezerra, o parlamentar assegurou que não haverá defecções e que nenhum filiado do PT irá participar do guia eleitoral de outro partido.

Redação com PBAgora